Capítulo 11 –FF Mode On: Facing Fears
A maioria das pessoas normais é apenas forçada a encarar seus passados desastrosos, sabendo dos erros que cometeu, e sabendo que não há maneira alguma pela qual possa mudar esses erros, a não ser que consiga roubar um vira-tempo do Ministério. Eu, ao contrário das pessoas normais, com vidas simples e pouco confusas, sou forçada a conviver com meu futuro. Eu acordo todas as manhãs, sabendo que me casarei com um ser intragável e porco, que não consegue manter suas roupas limpas nem que sua vida dependa disso; eu que farei o café da manhã, sabendo que tenho um emprego que eu nunca quis ter; eu que limparei uma casa que eu sei é minha, enquanto tento lidar com o fato de que estarei grávida do mesmo ser porco com quem divido a cama, e lidarei com o fato de que deixei de sentir nojo desse ser porco por tempo o suficiente para deixá-lo me engravidar.
Essa sou eu. A pessoa com um futuro promissor, que conseguiu estragá-lo. E a pessoa que está presa nesse futuro até que a pessoa que vivia essa vida miserável sinta saudades de limpar privadas e passar o dia espirrando em cima de livros velhos. Conheçam o ser mais patético da face da Terra: Lily Evans. Ou melhor... Lily Evans Potter.
Bluh. Eu nunca vou gostar desse nome.
Lílian,
Se você está com Dumbledore, já sabe que ele sabe quem você é. Eu estive com ele semana passada, e entreguei essa carta enquanto contava sobre o meu plano. Ele o achou brilhante, de uma maneira que apenas Dumbledore poderia acha - ou eu também, claro. Dumbledore, então, aceitou não saber como o feitiço funcionava, e eu levei o livro comigo, como você já deveria saber, então ele não sabe como te ajudar. Ele apenas vai estar aí para você, como ele sempre esteve aí para mim, e vai ser bom para você como sempre foi bom para mim. Aliás, se você está com Dumbledore, é porque se deixou ser arrastada pelos Marotos, e se você foi arrastada pelos Marotos, é porque não está bem. Então confie em Dumbledore, ele sabe como te fazer se sentir melhor quando James desaparece numa das missões para a Ordem.
Agora, sobre a Ordem da Fênix... Você já ouviu falar dela. Claro, nunca com esse nome, mas a Ordem é relativamente famosa no mundo dos que querem ser Aurores. A Ordem da Fênix é um grupo que atua contra Voldemort, e que tem sua existência marcada próxima da queda de Grindewald. Ela foi criada por Dumbledore, e é simplesmente brilhante no quesito de criar esquemas e acabar com os planos dos Comensais da Morte. Você faz parte dos estrategistas, normalmente, e James é um dos homens de campo. E, é claro, como todo grupo que luta contra os Comensais, tanto os estrategistas quanto os homens de campo estão sujeitos a terem mortes doloridas em um momento ou outro, de uma maneira ou de outra. Eu e James tínhamos pleno conhecimento disso quando entramos na Ordem, então não tente mudar a cabeça dele – ela já está feita, e James consegue ser um tanto quanto obstinado quando se fala sobre seus ideais. Tente entender, eu e James queremos um mundo livre de maldade no qual criar nossos filhos – inclusive esse que você está carregando neste dado momento – e a única maneira de fazer parte da paz, de verdade, é fazer parte da guerra. Portanto, nós lutamos, lutamos com unhas e dentes para acabar com essa loucura. Você não entende quão terrível o mundo está, mas vai entender. Fale com Dumbledore.
Isso é tudo o que eu posso dizer para você por enquanto.
Fale com Dumbledore.
Da sempre sua,
Lily Potter.
Lily encarou a folha de pergaminho, que havia se amassado levemente entre seus dedos, os olhos desfocados e opacos. Dumbledore estudou sua figura, parecendo interessado - não sabia o que Lílian havia escrito na carta – e esperou. Esperou por longos minutos, enquanto as palavras da carta se repetiam como uma música fúnebre em sua cabeça. '...sujeitos a mortes doloridas em um momento ou outro, de um jeito ou de outro...' e a imagem de James morto aparecia envolvida por essas palavras, e ela tinha mais certeza do que nunca de que o marido de seu eu-futuro morrera, e era tudo sua culpa.
Finalmente, Lily largou as cartas e enfiou o rosto nas mãos. Quando sua voz saiu, foi abafada e rouca, e Dumbledore se pegou sorrindo diante disso.
"Ele morreu" a ruiva suspirou, e o homem mais velho se levantou lentamente do lugar, estendendo uma mão e a colocando gentilmente no ombro dela, que tremia da maneira mais leve.
"Não, ele não morreu" Lily podia sentir uma onda de calor gentil e suave se estendendo pelo corpo, partindo da mão ossuda de Dumbledore, e levantou os olhos verdes para encarar os azuis dele. Havia algo brilhante lá no fundo, e ela sentiu como se não houvesse segredos que ela pudesse guardar dele e, com um suspiro triste, ela se endireitou na cadeira e puxou a garrafa de leite, de onde tomou mais um gole. Por alguma razão, o líquido branco não conseguia afastar essa dor, especificamente.
"Ele morreu" ela murmurou mais uma vez, e limpou o bigode com as costas das mãos. Dumbledore lhe sorriu gentilmente, e sentou-se na cadeira ao seu lado. A ruiva finalmente notou que ele segurava alguma coisa numa das mãos, a que não estava em seu ombro, e suas sobrancelhas se levantaram contra sua própria vontade – mas, de novo, seu corpo estava em rebelião, e ela não tinha dizer sobre suas ações.
"Ele está vivo" Dumbledore se estendeu e confiou o objeto nas mãos finas de Lily, e ela o segurou por um instante, os olhos ainda presos nos de Dumbledore, antes de checar o que era.
Encontrou uma esfera, do tamanho de uma bolinha de gude, deslizando suavemente entre seus dedos; o toque era acetinado, contra sua pele, e era quase como se a esfera transparente estivesse tentando conforta-la. Era morna, e algo parecido como uma luz – talvez fosse mais como um brilho – faiscava levemente dentro dela. Não iluminava nada, apenas pulsava, como um coração ou uma vida. Observando melhor, encontrou algo que se parecia com uma rachadura, perdida no brilho espectral, e se viu suspirando.
"Ele está vivo" Dumbledore afirmou mais uma vez, mas Lily se encontrou surda às palavras dele; encarava a bolinha como se hipnotizada, e havia acabado de perceber que por toda a esfera haviam os mais leves entalhos de escritas. Suspirou, e sentiu-se de repente mais leve.
"Eu sei" ela murmurou de volta, para o próprio espanto, e então baixou as mãos, fechando os dedos ao redor da esfera morna, e levantou os olhos para encarar Dumbledore, que sorria mais gentilmente do que nunca.
"Isso é uma vivita" ele esclareceu, e ela balançou a cabeça afirmativamente; já havia lido sobre elas nas aulas de feitiços, mas não se lembra especificamente o que faziam ou como eram feitas. Esperou por uma continuação, e ela veio "Ela vai existir enquanto James estiver vivo" ele acenou uma mão para cima de sua mesa, onde havia um cálice de vidro recheado de bolinhas idênticas "Eu tenho um para cada membro da Ordem... Eu assumo que você já saiba o que é a Ordem da Fênix?" ela afirmou, balançando a cabeça, e Dumbledore se levantou lentamente, andando de volta para sua cadeira, e esquecendo propositalmente a vivita na mão de Lily "É necessário que eu saiba como estão os membros... Portanto eu pego um fio de cabelo de cada um, coloco-os dentro das esferas de vidro e faço o feitiço para criar a vivita no dia da iniciação na Ordem" ele abriu um sorriso um pouco mais enigmático, e sentou-se com um leve 'tump'. Lily o encarou "Portanto, como você pode ver, James ainda está bem e saudável. E vai continuar assim até que não haja mais luz aí dentro" ela acenou afirmativamente mais uma vez, e abriu os dedos para espiar. Alívio pulsou dentro dela enquanto percebeu, mais uma vez, que a luzinha continuava a brilhar levemente. Sorriu.
"Ok" murmurou, e de repente estava de pé, e Dumbledore lhe guiava lentamente até a porta; seu corpo era quem fazia as escolhas mais uma vez, portanto, enquanto a mente de Lily gritava que queria saber mais sobre a Ordem, sobre a vida dela com Potter, sobre o que raios povoava a mente de seu eu-futuro além de ar poluído e um pouco de estrume de vaca, o corpo dela se deixava levar até as escadas giratórias, e depois ficava de pé calmamente enquanto ela descia para encontrar os Marotos, que a esperavam do lado de fora.
"Lily!" Sirius foi o primeiro a pular de seu lugar, sentado contra a parede, e olhar alarmado para ela. Ele parecia preocupado, mas assim que seus olhos pousaram no semblante de Lily e, seguindo o olhar dela, escorregaram até suas mãos para encontrar a vivita, ele suspirou, abrindo um sorriso "Droga" ele falou, dando um soco no ar, enquanto Remus se levantava ao seu lado e os dois deslizavam na direção de Lily; Sirius jogou um olhar entristecido para o amigo, que sorriu para ele, parecendo levemente brincalhão "Parece que afinal nós não vamos conseguir a mão da Lilyeta em casamento" Lily apenas sorriu, e se deixou arrastar de volta para Godric's Hollow, onde Sirius e Remus a deixaram sentada no sofá, explicando que Peter tinha tido de sair para um compromisso, e escapavam para a cozinha a fim de arranjar algo para ela comer além de leite.
Ela se acomodou contra o tecido macio e ajeitou a cabeça contra uma almofada, levando a mão à altura do rosto, onde encarou serenamente a vivita. Havia algo que simplesmente a compelia a olhar para aquela pedra transparente, e ela se pegou se perguntando, durante alguns segundos, o que seriam aquelas inscrições. Passou o dedo lenta e atentamente por uma que se parecia vagamente com um jota, e depois suspirou, fechando os olhos. Sentia-se cansada mais uma vez, e queria voltar para casa. Pensou com um suspiro no pai, e em como ele lhe faria se sentir melhor naquele momento, e lágrimas lhe encheram os olhos mais uma vez, enquanto Sirius e Remus voltavam para a sala, carregando um prato com um embrulho dentro.
"Lily?" a voz que invadiu seus ouvidos foi a de Remus, e ela sentiu alguém se abaixando ao seu lado e segurando sua mão. Mais lágrimas seguiram as anteriores "O que houve? O James está bem!" ela abriu os olhos, e uma cortina de lágrimas cobria a cena à sua frente, mas Remus ainda estava ajoelhado ao lado de sua cabeça, e Sirius ainda segurava a sua mão com um olhar levemente consternado.
"Que se dane o James!" ela murmurou por sob a respiração, e começou, para seu próprio horror, a soluçar "Ele que se exploda!" ela deixou a vivita escorregar por entre seus dedos, e enterrou o rosto nas mãos, vermelha e envergonhada das próprias lágrimas. Soluçou por alguns minutos, enquanto os outros permaneciam em silêncio, e finalmente conseguiu se recompor um pouco. Baixou uma das mãos, e com a outra limpou o rastro das lágrimas. Suspirou "Me desculpem" sentou-se no sofá e encarou o pacote no prato, procurando por um assunto que não envolvesse seu pai ou James Potter. Ou qualquer outra coisa que pudesse a colocar em mais um ataque histérico "O que vocês me arranjaram para comer?" encontrou os olhos de Sirius, que lhe abriu um sorriso trêmulo.
"Peixe com fritas?" ele perguntou, estendendo o prato para ela, e ela desfez o embrulho de jornal para encontrar alguns pedaços de peixe engordurados e batatas gordas; suspirou, abrindo um sorrisinho e pegando uma batata.
"Peixe e fritas" ela deu uma risadinha, e então encontrou os olhos de Remus, e ele parecia preocupado.
"O que foi isso, Lily?" ele perguntou em um tom sério, mas Sirius, que parecia estar pronto para brigar com unhas e dentes para não entrar em uma conversa séria, abanou a mão como que para espantar a pergunta de Remus.
"É obvio que ela estava com fome, Aluado" ele balançou a cabeça, se fingindo desapontado, e Lily se pegou sorrindo contra a própria vontade – geralmente achava as piadas de Sirius infantis e estúpidas, e sem-graça ao extremo, mas o fato de ele estar tentando tira-la de uma situação embaraçosa aumentava sua consideração pelo humor dele "Como se você nunca tivesse chorado de fome..." Remus suspirou, e calmamente lançou um olhar assassino na direção de Sirius.
"Lily, chorar assim não é normal" ele falou, e abriu um sorriso gentil para ela; Sirius, ao lado dele, abriu um sorriso também, mas tão mais maroto e traquinas que Lily sentiu-se rir antes mesmo de ele abrir a boca para fazer o próximo comentário.
"Acredite no Aluado, aqui, Lily, ele é o Rei dos Anormais! Ele sabe tudo o que há para se saber sobre ser anormal!" riu um pouco da própria piada idiota, escolhendo ignorar o mais novo olhar assassino que Remus lhe jogava, e continuou "Mas o Esquisitão está certo, Lily. Chorar assim de fome não é normal. Algumas lágrimas, tudo bem, mas um piti completo?" ele soltou um muxoxo, e Lily riu contra a própria vontade, acompanhada timidamente por Remus, que ainda tentava manter o olhar assassino "Remus! AO RESGATE!!! Vamos levar a Lily até o veterinário, para cura-la de sua fomitis agudis" todos riram suavemente, e a risada foi morrendo devagar, e Lily baixou os olhos para o chão, respirando devagar para recuperar o controle, e então seus olhos pousaram sobre a vivita. Ela olhou pela janela e percebeu que ainda chovia.
"Meninos" ela lançou um olhar para os Marotos presentes, que ainda riam um pouco, e os risos se silenciaram, olhares preocupados tomando o lugar deles, e Lily sorriu um pouco para os dois "Obrigada por tudo, mas... Eu acho que vou esperar por James, agora" ela baixou os olhos, e se estendeu para frente, pegando a vivita mais uma vez entre os dedos. Sirius suspirou, exasperado que todo o seu esforço humorístico havia sido em vão, e Remus pareceu levemente satisfeito.
"Está bem" ele respondeu pelos dois, e puxou o amigo pelo ombro até ficar de pé. Os dois encararam Lily no sofá, e ela abriu um sorriso encorajador, puxando mais uma batata frita do embrulho e a levando até a boca "Você sabe onde encontrar a gente se precisar, certo?" ela não sabia, percebeu, mas balançou a cabeça afirmativamente do mesmo jeito. Enquanto os dois saiam pela porta da frente e aparatavam imediatamente, tentando fugir da chuva fria, Lily se pegou perguntando o que estava acontecendo. Levantou os joelhos e apoiou o rosto neles, puxando mais uma batata e a comendo calmamente, enquanto sua mente vagava longe.
Havia algo de muito estranho em tudo o que acontecera com ela. Desde quando os Marotos eram seus amigos? Desde quando ela não sentia raiva quando via a cara de Sirius, ou chiava quando ouvia uma de suas piadas idiotas? Desde quando ela se permitia chorar na frente deles, e eles a consolavam? Desde quando ela chorava tanto assim, aliás?
Percebeu, com essa pergunta, que havia algo pesando dentro de seu peito. Fechou os olhos, espantando a imagem da chuva para longe, e deixou-se perguntar que era aquilo. A imagem de seu pai veio à sua mente, e ela sentiu vagamente as lágrimas.
Afundou no sofá, ouvindo a chuva, os olhos fechados, o ar frio lhe enregelando lentamente os ossos, e chorou. Chorou em silêncio, sem soluçar, apenas lágrimas escorrendo pelo rosto, o frio a envolvendo por completo. Suspirou algumas vezes, abraçou-se e lutou contra aquele peso no peito, mas o medo começou a subir-lhe pelas veias como um shot de tequila, um veneno de ação lenta. Começou a tremer pouco tempo depois, e um único soluço escapou por entre seus lábios. Enrolou-se no sofá, até se transformar numa bolinha ruiva, e espremeu os olhos tanto quanto pôde.
Não queria ficar sozinha. Não queria ser sozinha, estar sozinha, sofrer sozinha, chorar sozinha, se aquecer sozinha. Não queria ser órfã, ou ter de viver com a irmã abominável nos verões, e não queria ter de carregar todo o peso de ser Monitora-chefe enquanto Marcus Cole coçava o saco o dia inteiro; não queria estar presa naquela vida onde ela podia ter feito Potter morrer, e onde ele aparentemente estava tão perdidamente apaixonado pelo seu eu-futuro que podia comprar milhares de rosas e descobrir seus segredos mais obscuros, inclusive sua secretiva cosquinha entre os dedos. Não queria ter de se afogar constantemente em um mar de leite para controlar seus nervos, que pareciam estar mais grávidos do que ela, e não queria ter de enfrentar o parto de um bebê que provavelmente era cabeçudo, vide os genes do pai, enquanto nem mesmo havia perdido a virgindade. Não queria estar sozinha. Não queria estar sozinha.
Ficou chorando por um longo tempo, e quando ela finalmente dormiu, a chuva já havia se abrandado, e parecia cair mais devagar e suavemente, como que dançando. Quando James finalmente voltou, a chuva havia se transformado em neve, e havia se grudado carinhosamente nos cabelos e nos cílios dele, e quando ele se abaixou sobre o sofá, ele tremia, e seus lábios estavam secos e roxos.
Lily estava afundada em almofadas e enrolada em um casaco de lã fino, as pernas praticamente de fora, o vestido enrolado quase até a cintura; ela também tremia, e apesar de já ser quase noite, e várias horas terem se passado desde a hora em que adormecera, ainda havia sinais de que ela havia chorado. James se curvou sobre ela, pousou sua mão sobre a dela que segurava a vivita carinhosamente, abriu espaço e se deitou, a envolvendo nos braços ridiculamente quentes, talvez quentes demais para tal projeto patético de ser humano...
N.A.: Quem quer matar a autora ao perceber que o melhor sneak-peek de todos os tempos eram os parágrafos finais de mais um capítulo pesado? Hhuahauhauahuahua Vocês não sabem como eu estou aliviada, entretanto, que chegamos nesse ponto da fic. A partir de agora tudo fica melhor, e apesar do próximo capítulo ser um daqueles ridiculamente curtos, os seguintes são melhores...
Thaty, eu sou a The Flash! Atualizo como um trovão! huahauhua Anyways, espero que tenha gostado mais desse capítulo e prometo que você vai gostar ainda mais do outro! hauhauuahauauha
Nathalia Eastford, espero que você tenha ficado feliz com a historinha. Eu fiz o meu melhor para que ela fosse no mínimo interessante e expressasse o porque do James sentir medo, espero ter atingido o alvo... Anyways, obrigada por parabenizar a imperfeição da Lily (porque o Jamisey-poo é perfeito, claro)... E sim, ela está apaixonada pelas privadas e de casamento marcado com elas! hauhauhaua E você acha que a Lily do passado já ama o James...? Não sei. Quem sabe? Esperemos mais uns capítulos para saber hauhauhauuah
AnnaMel, em sua homenagem e honra eu comecei a escrever ontem a fic com o primeiro beijo do James, do Remus, do Sirius e da Lily. Deve estar pronta em algumas semanas, fique de olho! E você está certa, a Lily do futuro se conhece bem demais... Exatamente porque ela já calçou essas botas e lavrou esses campos. Em minha defesa sobre a esquisitez da idéia de voltar no tempo, eu digo que é tudo culpa de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban; xinguem a J. K., se tiverem de xingar alguém! huahauhaua
Nise Potter, concordo plenamente. Dumbledore é phoda com "ph"! Eu amo ele, e não consegui resistir a fazê-lo saber de toda a mazela... hauhauah
Mary M Evans, você é uma pessoa com visão periférica, garota, parabéns! hauhauah É incrivelmente difícil entender que a Lily do futuro já fi a Lily do passado, e que portanto está agindo assim pelo bem da Lily... Parabéns por conseguir enxergar! Aqui está o segundo capítulo, postando tão rapidamente quanto possivel! (muitas reviews a responder, este cap bateu o record com 10 reviews... hauhaua) Obrigada mais uma vez pelos elogios... Tô toda vermelha! hauhaua
Mel.Bel.louca, obrigada por ter gostado do capítulo mais pesado de toda a fic! Você não sabe como tirou um peso dos meus ombros ao dizer que ele estava bom! (a mestra falou que esse capítulo "passou como uma lesma", e que foi o que ela menos gostou - em palavras mais bonitas, claro, huahuahua)
Linah Black, obrigada pelos elogios! hauhauhau Anyways, Dumbledore praticamente nasceu para ser coruja, com a personalidade que tem... hauahuahua Just kiddin'!
Mah Prongs, senti sua falta! huahuahua Ohhh! Você chorou!! Não precisava chorar, vai dar tudo certo, querida! hauhaua James surtando é o máximo, né? E a Lily é MUITO cabeça-dura sim... Pobrezinha! É tão confortável viver eternamente na caverna escura! Anyways... Que bom que você achou que as aparições do Sirius e do Dumbie boas, porque a idéia é que eles acalmassem tanto a Lily quanto suavizassem o peso do capítulo... Quanto a sua fanfic... Foi um prazer lê-la! Continua escrevendo sim, viu/especialmente reviews gigantescas, que eu aprecio imensamente/
KiNe Evans, sim, continua sendo maldade, mas acontece, né? XP hauhauaauhauha Cortei de novo e mais uma vez aqui! Eu sou má! BUAHAHA! Pelo menos vc leu a carta e soube até onde o Dumbledore - o sempre conhecer Dumbie - sabia do plano... E... De nadaaa!
Lady Delmas, que bom que você gostou! Elogios são sempre bem vindos! Continue plugada neste mesmo bat-site, nesta mesma bat-hora! hauhauhua
Camila \o, EU TE AMO!!!!! hauhauahuauahua /abraça/ Obrigada pelos elogios, pelos prêmios, por amar a minha fic e por ter postado o chall! Aproveite a releitura e lembre-se que eu sou a voz da sua imaginação! TE AMOOOOOO!!! hauhauahuahua
Okkk, acabaram as reviews, e eis aqui um sneak-peek do próximo capítulo (esse vai ser curtinho, em coordenação com o tamanho do capítulo), Na Digníssima Residência Fedida de Sirius Black, que é uma curta volta no tempo:
O que eu estou falando? Morrer, apesar de aceitável, não é viável. Eu não posso ficar anos esperando pela Lily. Se eu morrer, quer dizer, eu não vou conseguir passar anos pacientemente esperando ela morrer também pra gente ficar junto. Eu não conseguiria ficar sem ela. Eu preciso dela. Mesmo que ela talvez não precise mais de mim.
E porque não existe tal coisa chamada propaganda demais, vou colocar aqui um pequeno pedaço de minha mais nova shortfic, que eu adoraria que vocês lessem... Claustrofobia:
"Eu tenho síndrome do pânico" James murmurou, como se o ar fosse precioso "Claustrofobia" Lily fechou os olhos, soltando as mãos dele devagar, finalmente entendendo tudo. Mas... Se ele tinha claustrofobia, por que os Marotos o prenderiam dentro de um armário?
Ela está postadinha ali no meu profile, então se ficaram interessados, leiam/se joga de joelhos no chão, implorando pateticamente/ POR FAVOOOOOOR! hauhauhauahua
Anyway... Obrigada pela atenção, pelo amor, pelo carinho e pelas reviews! Continuem com o trabalho maravilhoso de me fazer extremamente feliz!
