Notas da Autora

Enfim, a nave decola de Bejiita rumo a Arians.

Porém, a viagem mal inicia e já começam as confusões a bordo, como de costume...

Bardock anseia aprender a técnica de Gine de ocultar o poder de luta, ludibriando o scouter...

Enquanto isso, Gine está tentando compreender os seus sentimentos para com Bardock.

Então, ela descobre que Kale...

Yo, minna!

Sempre que puder, atualizarei as fanfictions a cada dez dias.

Porém, a partir do próximo mês, a atualização poderá demorar até vinte dias. Eu tentarei sempre que possível manter os dez dias entre cada atualização de capítulo, mas, será difícil manter esse prazo a partir de agosto.

Só queria avisar, pois, mesmo que demorei mais de dez dias, irei atualizar assim que puder ^ ^

Agora, tenham uma boa leitura XDDDDD

Na imagem abaixo, estão as imagens de: Kale, Seripa e Spinaki.

Capítulo 12 - Rumo a Arians Parte 1 Provocações.

Então, após a partida, já no espaço, todos se levantam de seus assentos e imediatamente, Seripa abraça os ombros de Bardock e pergunta, maliciosamente, enquanto o acariciava, sensualmente:

- O que gostaria de fazer?

- Seripa! Ele é só um filhote! Parece que está no cio!

Kale exclama irritada pela extrema malícia que viu nos orbes dela e as carícias desta, erguendo-se do assento, irada, com as mãos na cintura.

- Ué? Só perguntei o que ele queria fazer. - responde fingindo inocência, enquanto que se preocupava de posicionar as mãos estrategicamente no tórax de Bardock.

- Você está com segundas intenções... Afinal, não precisa passar a mão nele! Pensa que não percebi? Sou contra abordar filhotes. Só abordo adultos. - fala orgulhosamente.

- Kale! Eu adoraria que me abordasse! Que acha de demonstrar comigo? - Asparakus fala manhosamente com um sorriso bobo no rosto e a sua usual face sonolenta.

Uma veia estoura na testa de Kale e ela dá uma cotovelada nele, para depois golpear o rosto dele com o dorso das mãos, fazendo-o cair no chão.

- Nem morta!

- Mas, se estiver... - Panbukin que assistira a confusão ia falar algo, quando recebe um olhar mortal de Kale, tão gélido, que o faz silenciar-se, enquanto suava frio.

- Baka! Não provoque Kale. Sabe que ela é uma dos saiya-jins mais fortes de nossa equipe.

Toma comenta e antes que se dirigisse para a sua cabine, vê Seripa, praticamente, apoiando os seus seios na cabeça de Bardock, para este depois suspirar, amargurado, ao ver tal cena.

Punpkin sabia que o amigo desejava Seripa como parceira de procriação, porém, ela tinha uma queda, não, um tombo por Bardock e por isso, com certeza, recusaria o ritual de acasalamento dele e por isso, nunca executara seu ritual para ela.

Mas, quando Bardock apareceu com Gine, Toma percebeu que ele a havia escolhido como parceira de procriação por causa de sua possessividade e ciúmes que demonstrara perante a jovem saiya-jin, nutrindo assim esperança, que quando Seripa fosse recusada por causa disso, desistiria de seu jovem amigo e com isso, teria alguma chance com ela, sendo que jurara a si mesmo esperar o tempo que fosse necessário para tê-la.

- Vou treinar Gine. Afinal, só chegaremos daqui a alguns dias.

Bardock fala, enquanto saía do abraço de Seripa, embora tivesse gostado em seu íntimo, percebendo que muitas fêmeas se jogavam em cima dele, mesmo sendo, ainda, um filhote.

Porém, ao ver a face levemente triste de Gine, embora que ela tentara a todo o custo não demonstrar, se sentiu culpado, vendo-a levemente cabisbaixa, sendo que nunca imaginou se sentir assim e por isso, recusou o toque da saiya-jin.

Seripa fica chateada, mas, passa a mão no tórax dele e percorre os ombros deste, provocando arrepios involuntários de prazer em Bardock, sussurrando no pé do ouvido dele, com a voz maliciosa, antes de se afastar:

- Mais tarde vou vê-lo.

E então, se afasta, rebolando os quadris, assim como fizera questão de executar movimentos languidos e sensuais com a sua cauda, prendendo o olhar de Bardock, até que ele desperta ao ouvir a voz de sua companheira de equipe.

- Você não ia treinar Gine, Bardock? - Kale pergunta arqueando o cenho, para depois cerrar os olhos com raiva para Seripa, pelo descaradamento dela de cortejar um filhote.

- É verdade! - ele bate a mão na testa, se lembrando de seus planos.

Nisso, Kale revira os olhos e pensa consigo mesma, amargurada:

"Machos...".

- Se quiser, pode ser mais tarde, não sei se está ocupado... - Gine fala com um sorriso fraco, enquanto tentava sorrir, se culpando de não demonstrar a devida gratidão por aquele que a salvou.

- Vou treina-la, sim, Gine. - ele fala sorrindo, vendo que esta correspondia. - Vamos.

E pega a mão dela, a puxando dali, com Kale suspirando feliz ao ver o casal se afastando, confessando que formavam um casal lindo.

- Queria que ela fosse tão poderosa quanto você. - Kabbage fala, suspirando mal humorado.

- Eu os acho perfeito... Além disso, nunca senti atração por seu filho. Para mim, é só um companheiro de equipe que estimo muito, sendo que agora estimo Gine, também.

- Não entendo porque nunca pensou em corteja-lo quando ele crescesse, pois ele é poderoso, também, mesmo para uma terceira classe. Acredito, que quando Bardock aumentar ainda mais os seus poderes, será promovido para Segunda classe.

- Isso não me importa... E deve saber também, que para alguns poucos, a escolha de um parceiro de procriação não é somente baseado em poder, pelo menos, no meu caso, já que eu almejo mais do que isso.

- Sério? Mas, é estranho... Afinal, já faz tempo.

- Sim. Mas, sei lá. Nunca consegui sentir atração por ninguém, ou melhor, quase ninguém depois do que aconteceu comigo. Tem um que mexe comigo, mas, não tão profundamente, até por causa da minha desconfiança.

- Se aquele idiota não tivesse feito a sacanagem que fez contigo, não teria o problema de confiar em alguém.

- Ele foi um erro - ela fala levemente triste.

- Bem, ele pagou muito caro. Você é um membro da minha equipe e devo cuidar de todos vocês, pois estão sobre as minhas ordens. Bardock queria ajudar, mas, o impedi.

- Obrigada.

- Que seja... E qual é o macho que você está de olho?

- Se-gre-do.

Nisso olha carinhosamente para Asparakus, ainda caído no chão pelos seus golpes e completa em pensamento.

"Uma pena que ainda não consigo acha-lo confiável, mas, acho ele bonitinho."

- Bem, vou dormir um pouco, pois tive que aturar aqueles desgraçados do hangar. - fala mexendo os ombros, enquanto se dirigia ao seu quarto, mas, não sem antes dar seu costumeiro "aviso" em alto e bom tom, sendo que revibrou pela nave - E vocês, corja de desgraçados! Se comportem ou irei quebrar os ossos do bastardo que aprontar algo!

Todos o ignoraram, pois, já estavam acostumados com o linguajar dele e ameaças, por ser algo usual, sendo que Gine ficara um pouco preocupada, até que foi tranquilizada por Bardock, que apoiou a mão no ombro dela, falando:

- Com o tempo, você se acostuma. Repare que os outros não estão nem aí.

Ela olha para Toma e Punpkin que conversavam animadamente em um canto, sendo que Seripa estava entretida lendo algo no seu scouter, rindo em alguns momentos, enquanto que Kale rumava para a cozinha e nisso, Asparakus se levanta com dificuldade e põe-se a segui-la. Já, Brokko e Spinaki, estavam discutindo algo, até que decidem brigar um com o outro, combinando que o vencedor estaria certo e nisso rumam para a área de treino.

Enfim, não estavam nem aí e ignoraram por completo a ameaça de Kabbage, não se abalando nem por um segundo.

- Verdade... Acho que ainda é cedo para eu me acostumar. - ela fala sorrindo, se sentindo melhor.

- Com o tempo, você vai ignorar do mesmo modo que ignoramos.

- Mas, Brokko e Spinaki foram lutar na área de treinamento.

Bardock suspira cansado e fala:

- Conhecendo bem aqueles dois, um lugar que dava para todos usarem, não poderá ser usado, pois eles se "entusiasmam" demais. Mas, pode me mostrar uma técnica exclusiva sua.

- Qual? Que técnica? - ela pergunta curiosa, pois nem sabia que tinha uma.

- Você consegue ocultar-se do scouter. Seu poder de luta não é detectado se você quiser. - ele sorri.

- Ah! Isso! Bem, posso tentar explicar. Mas, meio que sempre fiz naturalmente pelo desespero em me esconder.

- Tudo bem. Explique-me o melhor que puder que com certeza, encontrarei um método para conseguir realiza-la, também. - ele fala determinado e ela sorri, adorando o olhar de convicção dele.

- Aonde posso explicar?

- Vamos para o seu quarto ou para o meu? Para termos privacidade?

- Por que não aqui?

- Bem, não quero atrair, ainda, atenção demasiada para você e considere, como sendo um segredo só nosso.

Nisso, vê Gine sorrindo imensamente, até que o abraça, confessando que adorava os abraços dela, sentindo seu coração se aquecer de uma forma agradável.

- Estava ansiosa para treinar. – confessava, enquanto se dirigiam ao quarto dela.

- Não se preocupe. Amanhã teremos a área de treino só para nós, com alguns usando, esporadicamente, menos Brokko e Spinaki.

- Por quê? – pergunta, arqueando o cenho.

- Simples. Eles se entusiasmam demais e normalmente acabam se nocauteando e mesmo que um caía e o outro continue de pé, este está tão ferido, que precisará ficar na Medical Machine por algum tempo. De um jeito ou de outro, ficarão em cura até chegarmos ao planeta que iremos invadir. Normalmente, é isso que acontece e acredito que não será diferente.

- Nossa... É tanto assim? - fica surpresa.

- Não podemos usar o poder de luta, aqui. Apenas socos e chutes e eles tem uma resistência absurda, ao ponto de levarem vários golpes e não caírem, sendo que são tão orgulhosos que ficam de pé, mesmo gravemente feridos, sendo mais uma batalha de resistência do que qualquer outra coisa, durando, inclusive, horas a fio.

- Entendi... Eles amam lutar. - Gine comenta pensativa.

- Isso, eles amam. Por isso, lutam. Assim como todos nos saiya-jins.

- Eu não gosto de lutar. Adoraria treinar, mas, não aprecio as lutas. Sinto muito.

Ela fala tristemente e nisso, sente seu queixo sendo erguido, enquanto que Bardock a olhava com um olhar repleto de ternura, fazendo o coração dela se aquecer.

- Não se desculpe... Eu já disse. O fato de você ser única, a torna especial. Você não é como os outros e aprecio isso. És diferente e não me importa que seja assim. Inclusive, para mim, isso a torna mais atraente. - ele fala a última palavra, levemente envergonhado e vira a face para o lado, constrangido, pois saiya-jins tinham dificuldade em expressar seus sentimentos verbalmente.

Gine fica enrubescida, mas, depois sorri imensamente, sentindo seu coração batendo rapidamente, até que o segue, segurando na mão dele, que olha e sorri, com ambos retornando a andar pelo corredor.

Algumas horas mais tarde, já no quarto de Gine, sentados no chão, ela terminara de explicar e agora, Bardock tentava recriar, sendo que usariam o scouter dela para saber se ele conseguira ou não, recriar a técnica.

Porém, tudo o que Bardock conseguira em algumas horas, fora baixar seu poder de luta e eleva-lo, consideravelmente, controlando-o parcamente, sendo que se entusiasmara com isso, quando Gine comentou que provavelmente, ela começara assim e que acreditava que era questão de treino e tempo.

Então, sentindo fome, eles decidem ir para a cozinha e quando passavam pelo corredor, surge de um dos quartos, Asparakus fugindo com algo nas mãos, uma espécie de broche ou algo assim, passando por eles, correndo, sendo que Bardock é empurrado e fica de frente para Gine, sem os seus corpos se tocarem, enquanto que ela ficava enrubescida, sentindo que seu coração queria sair do peito devido aos batimentos acelerados.

Então, ele vai ralhar com Asparakus pelo empurrão, quando surge correndo atrás do saiya-jin, uma Kale possessa, gritando e acabando por pressionar o corpo de Bardock contra o de Gine, colando os corpos de ambos, enquanto o perseguia, sendo que as costas da jovem estavam prensadas na parede e então, ele ouve os batimentos cardíacos dela alterados e olha para a mesma, sentindo que seu coração estava batendo rapidamente, também, além de que, ambos sentiam uma espécie de descarga elétrica que se espalhava pelo seu corpo, sendo que estavam em uma completa hipnose, perdidos no olhar um do outro, enquanto que as caudas circundavam a cintura do outro, possessivamente, com os lábios quase se tocando, quando ouvem o grito de Tale, que os desperta, estando esta completamente alheia ao que acontecia logo atrás dela:

- Me devolva isso, desgraçado! - ela exclama rosnando com os punhos fechados, sendo que conseguira encurralar Asparakus no corredor.

- Se me tocar nos lábios, eu dou o seu broche de volta. - ele fala maliciosamente, mantendo o objeto seguramente atrás dele.

Ela suspira e fala, controlando a raiva:

- Eu farei isso. Apenas, jure por sua honra que irá me devolver o broche.

- Prometo. É sério?! – então, sorri imensamente, pois, um dos sonhos dele acabara de se tornar realidade.

- Sim.

Nisso, ele se prepara para o beijo, mas, ela, rapidamente, o golpeia no rosto e depois, pega o broche enquanto este estava caído no chão, sentindo o golpe, falando em um tom chateado, enquanto acariciava a face:

- Você disse que me beijaria. Não cumpriu com a sua palavra.

- Você disse para "tocar nos meus lábios". Mas, isso não implica um beijo. Foi o meu punho que tocou os seus lábios. Portanto, cumpri com a minha promessa - ela fala vitoriosa, guardando o broche dentro da sua armadura.

- Maldade... - ele fica emburrado, enquanto ela vira e se afasta, com o nariz erguido, sendo que no fundo apreciava a inteligência e sagacidade dela.

Nisso, ela vê Bardock e Gine assistindo todo o ocorrido, percebendo então que as caudas deles encontravam-se entrelaçadas na cintura um do outro e sorri para eles, que então, percebem as caudas, retirando-a um da cintura do outro, enquanto olhavam surpresos para as mesmas, pois não haviam percebido que elas haviam entrelaçado a cintura um do outro.

E nisso, Asparakus se ergue e desfazendo a face emburrada, põe-se a seguir Kale, falando, agora, um pouco animado:

- Se meus lábios tocaram a sua pele, eu tenho uma chance! - ele passa a se animar ao encarar por outro ângulo o ocorrido.

- Vai sonhando! Pois, isso é o máximo que vai conseguir dessa Kale. - ela fala de mau humor.

- Não fale uma crueldade dessas, minha fêmea - fala sorrindo, vendo-a ficar nervosa, torcendo os punhos ao lado do corpo.

- Não me chame de sua fêmea! Não sou de ninguém!

- Minha, minha, fêmea! – ele confessava que adorava vê-la zangada.

- Não sou sua! - ela exclama rosnando.

- Minha... - mas, antes que continuasse, esta dá um soco nele que voa pelo corredor, indo se chocar na parede do início do mesmo.

- Hunf! Que irritante! Parece um filhote! - Kale grita, irritada, enquanto sente sua cabeça latejar.

- Quem são os filhos da puta que estão fodendo com o meu sono?!

Kabbage ruge de raiva da cabine dele, fazendo todos se apavorarem, sendo que fogem dali o mais rápido possível, enquanto ouvem a porta do quarto deste sendo aberta.

Bardock e Gine chegaram em tempo recorde na cozinha. Já, Kale, correra para o seu quarto, o mais rápido que conseguia e Asparakus se levanta, como se tivesse recebido um choque e vai para a ponte de comando, cuja porta estava ao seu lado.

Kabbage então saí do quarto, sonolento e olha para os lados, procurando os culpados, para depois bufar aborrecido, enquanto que percebera que estava sem o scouter ao apalpar o seu rosto, pois queria usa-lo para saber quem eram os responsáveis pela bagunça no corredor, já que sonolento, não prestou atenção nas vozes.

Então, dando uma última olhada, entra novamente no seu quarto, para voltar a dormir, praguejando maldições por ter sido acordado.

Na cozinha, Bardock e Gine escorregam para o chão, enquanto acalmavam seu coração e ela fala, após alguns minutos.

- Mas, vocês não se importaram com o que ele gritara antes.

- Sim. Mas, nesse caso, Gine, duas coisas para saber sobre ele. Primeiro, não ria dele. Segundo, nunca o acorde. Ele fica possesso quando está dormindo e alguém o acorda. Tale e Asparakus, pelo visto, se esqueceram disso.

- E se precisar acorda-lo para alguma mensagem? - ela pergunta curiosa.

- Tiramos na sorte e o pobre coitado liga o scouter de Kabbage, entrando de surdina no quarto dele, colocando o aparelho próximo do ouvido deste, enquanto que pedimos ao louco que quer acorda-lo para ligar para o scouter dele.

Nisso, Gine fala, enquanto ria, levemente:

- Sinto pena de quem é escolhido para fazer isso, sendo que quem o acorda é sortudo, pois está do outro lado do scouter, a salvo da fúria dele, não tendo que lidar pessoalmente com um saiya-jin enfurecido.

- É só ser cuidadoso, quem vai ligar o scouter e posiciona-lo. Kabbage tem um sono pesado, que só vendo.

Nisso, ele explica como preparar a comida, com ela vendo que a mesma vinha em pequeninos potes, sendo que estes cresciam absurdamente, após serem colocados em uma espécie de forno especial, sendo que poucas daquelas espécies de potinhos viravam um verdadeiro banquete e nisso, ambos se fartavam de comer, entusiasmante.

Nisso, Asparakus surge e pega um pedaço de carne da imensa bandeja, pondo-se a comer, amargurado.

- O que foi Asparagus? - Bardock pergunta.

- Eu queria tanto que Kale fosse minha parceira de procriação... Vocês são sortudos de terem um ao outro.

Nisso, Bardock e Gine se entreolham e nisso, ele vira o rosto com a face levemente avermelhada, enquanto que Gine está completamente enrubescida, sendo que tal hipótese passa a habitar a mente dela, sendo que aquele momento, não era o ideal para analisar tudo o que se sucedeu entre ela e seu salvador.

- Não desista amigo. Você sabe o que aconteceu com Kale. Senão tivesse acontecido isso, com certeza, seria mais fácil lidar com ela. Você sabe, assim como todos, que Kale não consegue confiar mais em um macho para se unir e acasalar.

- Verdade... Eu queria matar o desgraçado!

- Ele morreu em uma invasão. Porém, quase um ano antes, Kabbage conseguiu surra-lo, fazendo-o ficar em uma medical machine por seis meses. - Bardock fala, recordando-se - eu gostaria de ter participado, mas, Kabbage me impediu, já que ele era o responsável pela equipe e, portanto, cabia somente a ele cuidar de seus companheiros, assim como dar a devida lição ao miserável que aprontou com a sua subordinada.

- Não era moderna, né? - pergunta, achando pouco tempo.

- Não. Era uma moderna. É que ele quebrou todos os ossos dele, sendo que o único inteiro era o crânio. - fala casualmente, servindo-se de mais um pedaço.

- Bem feito para o bastardo. - Asparakus fala malignamente.

- Por isso, persevere... - Bardock fala, encorajando o companheiro, dando tapinhas no ombro dele.

- Claro!

- Desejo sorte a você, Asparakus. - Gine sorri.

- Obrigado, Gine...

Nisso, vai pegar na mão dela para agradecer, quando escuta um rosnado de aviso de Bardock, sendo que via a face irada deste.

- Calma... Sabe que só tenho olhos para a Kale.

Nisso, ele saí dali, sorrindo, com a sua convicção renovada, deixando o casal sozinho na cozinha, sentados em uma espécie de banqueta.

Após alguns minutos, Bardock relaxa, pois o outro macho saíra dali.

- O que aconteceu com Kale? - Gine pergunta preocupada.