Capítulo XII – Fogo
Narrado por Brian
Desde o momento em que meus olhos pousaram sobre ela, antes de sairmos, eu já sabia que estava perdido. Mel iria ser a minha ruína. Ela iria me matar. Meu corpo todo reagiu furiosamente quando a vi dançando tão sensualmente na pista de dança. De olhos fechados, ela remexia os quadris sem se dar conta de que vários olhares cobiçosos se voltavam para ela. Minha menina estava ali: linda, sexy e perigosamente tentadora. Aproximei-me dela sem que ela percebesse e envolvi fortemente sua cintura. Ela se assustou, provavelmente se lembrando do que aconteceu em seu aniversário de 16 anos, mas eu a segurei impedindo que ela se afastasse de mim. Meu corpo estava mais uma vez fora de controle, eu precisava tê-la colada a mim, eu precisava tocá-la, senti-la. Colei meu peito em suas costas e comecei a mover os quadris no ritmo da música. Ela se colou ainda mais em mim, suas mãos agarrando meus quadris me trazendo para mais perto. Enlouqueci. Deixei que o fogo tomasse conta de mim e comecei a sussurrar em seu ouvido o quanto ela estava tentadora, minha voz saindo rouca de desejo, enquanto minhas mãos apertavam sua cintura com força. Para o meu total delírio, ela correspondia aos meus movimentos, seus quadris movimentando-se sinuosamente rentes aos meus, me deixando cada vez mais louco por ela. Eu não conseguia mais me segurar, eu precisava dizer o que o meu coração gritava, embora ela já soubesse:
_ Eu amo você, docinho! – eu disse sem conter a rouquidão na minha voz.
Ela se virou de frente para mim, suas mãos macias e delicadas segurando o meu rosto. Meu corpo não conseguia mais ficar distante do dela. Puxei-a de volta para mim, colando-me totalmente a ela.
_ Eu amo você, bebê! – ela respondeu com a voz trêmula de desejo.
Não tive tempo de dizer mais nada. Mel me beijou quase com violência, deixando bem claro que ela estava tão enlouquecida de desejo quanto eu. Correspondi à intensidade do seu beijo apertando-a com toda a minha força, sentindo o meu corpo estremecer. Mel se agarrava a mim de uma forma desesperada, parecia estar ardendo no mesmo fogo que me consumia. Separamos nossos lábios em busca de oxigênio. Colamos nossas testas e eu fechei os olhos procurando recuperar um pouco do meu autocontrole. A batida mudou de repente e continuamos abraçados nos movendo no ritmo lento e sereno da música que tocava. Nossos beijos se tornaram mais calmos e perdemos a noção de quanto tempo ficamos ali, nos encarando em silêncio, dizendo coisas com o olhar que nenhuma palavra poderia traduzir.
Sofia e Seth haviam desaparecido, provavelmente tinham voltado para o bangalô. Mel e eu caminhávamos na areia da praia de mãos dadas em um silêncio confortável. Uma imensa lua cheia que brilhava no céu apinhado de estrelas lançava seu reflexo prateado na água escura do mar nos proporcionando um cenário perfeito e romântico. Continuamos a caminhar trocando olhares e beijos durante o percurso. Depois de algum tempo, Mel parou diante de mim, me encarando de uma forma intensa, fazendo meu corpo estremecer. Meu coração batia acelerado no peito pela expectativa do que estava para acontecer. Ela abriu os lábios para dizer alguma coisa, mas fomos surpreendidos pela chuva que desabou sobre nossas cabeças. Isolados em nosso próprio mundo, não havíamos percebido a mudança no tempo e agora corríamos de mãos dadas de volta ao bangalô. Mel segurava suas sandálias e ria como uma criança enquanto corríamos totalmente encharcados. Eu também me sentia incrivelmente leve, livre e sabia que tudo aquilo só era possível por causa dela. Somente ela conseguia me fazer sentir assim. Chegamos à varanda do bangalô ainda rindo como dois tolos. Olhamos na direção do mar e só então nos demos conta da força com que a chuva caía. Ainda sorrindo, olhei nos olhos brilhantes de Mel que me encarava de forma profunda. Aproximei-me de seu rosto devagar e pousei levemente meus lábios sobre os dela. Ela instantaneamente agarrou meus cabelos me trazendo para mais perto, o beijo novamente se tornando mais intenso, eliminando de vez o pouco do autocontrole que eu tinha conseguido recuperar. Senti suas mãos pequenas e delicadas puxando a minha camisa para cima e tentando passá-la por minha cabeça. Assim que a camisa pousou no chão da varanda, suas mãos voltaram para o meu corpo, acariciando o meu peito ... me deixando sem ar. Agarrei-me a ela com desespero, tentando fundir os nossos corpos. Eu não conseguiria mais ficar longe dela. Seria insuportavelmente doloroso.
Entramos no bangalô aos beijos, nos tocando de forma desesperada. Eu tinha perdido totalmente o controle das minhas mãos que passeavam por todo o seu corpo arrancando gemidos altos de nós dois. A água fria da chuva que havia molhado os nossos corpos fazia um contraste enlouquecedor com o fogo que queimava dentro de nós. Parecíamos dois animais no cio, completamente descontrolados de desejo, arrancando as roupas pelo caminho sem conseguirmos parar. Um cheiro suave de rosas penetrou as minhas narinas chamando a minha atenção. Parei embasbacado no meio do quarto olhando para o cenário romântico cuidadosamente montado para nós. Dezenas de velas perfumadas cuidadosamente posicionadas queimavam pelo quarto deixando a atmosfera ainda mais aconchegante. Pétalas de rosas vermelhas espalhadas pelo chão até a cama nos convidavam a aproveitar o momento, mostrando o caminho que deveríamos seguir. Em um canto do quarto, uma mesa preciosamente posta nos esperava com um jantar a luz de velas que, eu tinha certeza, estava maravilhoso.
_ Foi você quem fez isso, docinho? – perguntei sem conseguir segurar o sorriso idiota que surgia em meus lábios.
_ Eu pedi ajuda a Sofia! Na verdade, ela fez tudo praticamente sozinha! – ela respondeu abraçando a minha cintura e distribuindo beijos pelo meu peito.
_ Você tem certeza de que é isso o que você quer, amor? Eu não sei se eu vou conseguir parar se nós recomeçarmos! – eu disse segurando seu rosto e olhando-a nos olhos.
_ Eu não quero que você pare, Brian! Eu quero ser sua esta noite! Eu preciso ser sua! – ela disse me olhando intensamente.
Eu não precisava ouvir mais nada. Colei nossos lábios novamente com toda a paixão que eu sentia naquele momento sendo correspondido à altura. As mãos de Mel voltaram a passear pelo meu peito, me apertando ... me arranhando ... me enlouquecendo. Meus lábios desceram para o seu pescoço enquanto minhas mãos a erguiam do chão, suas pernas envolvendo a minha cintura. Mel gemeu em meus lábios ao sentir-se prensada contra uma parede, meus quadris pressionados contra os dela provocando um atrito enlouquecedor em nossas intimidades. O quarto, antes fresco, já se tornava abafado pelo calor dos nossos corpos em contato. A fricção de nossas intimidades nos fazia soltar gemidos altos de prazer. Eu estava adorando vê-la tão entregue a mim. Não queria ter que parar, mas não poderia tomá-la ali, de pé, pressionada contra uma parede. Não na sua primeira vez. Eu poderia machucá-la se o fizesse.
Carreguei-a em meus braços até a cama sem interromper o nosso beijo. Seus cabelos sedosos se espalharam pelo travesseiro e eu me perdi completamente ao olhar em seus olhos azuis, tão brilhantes, tão intensos, tão cheios de amor.
_ Vem, amor! Me faça sua! – ela me chamou me puxando para ela.
_ Você é minha, docinho! Só minha! – sussurrei em seu ouvido.
_ Só sua, bebê! Sempre sua! – ela sussurrou de volta me levando ao delírio.
Posicionei o meu corpo sobre o dela sem deixar que o meu peso a esmagasse. Nossos quadris roçavam um no outro em busca de alívio para o nosso desejo insano. Minhas mãos passeavam pela pele macia do seu corpo, apertando ... acariciando ... reconhecendo os seus pontos mais sensíveis. Meus lábios desciam pelo seu pescoço, depositando beijos suaves por toda a sua extensão até os seus ombros, descendo até os seios firmes e perfeitos, deliciando-se no bico rosado e sensível enquanto o outro era acariciado por uma de minhas mãos. Mel gemia deliciosamente o meu nome e o seu corpo se remexia inquieto sob o meu. Embora eu estivesse louco para me sentir dentro dela, eu não poderia ter pressa. Eu queria lhe proporcionar a noite de amor mais perfeita da sua vida, algo do qual ela jamais se esquecesse. Ela não merecia menos do que isso.
Meus lábios desceram para a sua barriga lisinha, distribuindo beijos molhados causando-lhe arrepios seguidos. Eu podia ouvir a sua respiração ofegante de excitação e expectativa. Continuei vagarosamente a minha descida, torturando-a, alternando beijos suaves, molhados e leves lambidas e mordidas na pele branquinha e delicada de suas coxas. Parei hipnotizado admirando a vulva clarinha e totalmente depilada que exalava o perfume afrodisíaco mais delicioso que eu já havia sentido: o perfume da sua excitação. Aquele cheiro me tomou por completo e, sem aviso prévio, eu mergulhei a minha língua sedenta em seu sexo fazendo seu corpo pular de surpresa. Eu estava alucinado com o seu gosto e Mel remexia os quadris descontroladamente em minha boca tirando-me totalmente a lucidez. Minha língua, ora provocava seu clitóris, ora se infiltrava em suas dobras tentando se enfiar em seu corpo. Totalmente enlouquecida de prazer, Mel puxava os meus cabelos forçando ainda mais a minha boca contra o seu sexo. Eu a sugava, lambia, mordiscava e soprava querendo cada vez mais sentir o seu gosto em minha boca. Seus quadris se movimentavam cada vez mais rápida e descontroladamente anunciando a explosão do prazer que não demorou a derramar-se em minha língua, fazendo-me sugá-la como um louco até a última gota.
Voltei a subir beijando cada pedacinho delicado daquele corpo que eu faria meu. Deitei-me novamente sobre ela, beijando-a com carinho e delicadeza, sentindo as suas mãos apertando os meus braços me implorando para continuar. Olhei para a gaveta do criado-mudo rezando para encontrar um preservativo. Mel acompanhou o meu olhar e tocou o meu braço me impedindo de abrir a gaveta.
_ Eu não quero que haja nada entre nós neste momento, bebê! – ela disse ainda ofegante. – Eu quero sentir você por inteiro!
Meu corpo se retesou no mesmo instante. Eu sabia que não passaria nenhuma doença para ela, mas será que ela não tinha consciência dos riscos de uma gravidez?
_ Mas, docinho ... – eu tentei dizer, mas ela me calou colocando dois dedos sobre os meus lábios.
_ Shhh... Não se preocupe, amor! Você não vai me engravidar! Eu estou tomando pílula há dois meses! – ela disse me beijando logo em seguida.
Correspondi ao beijo como ela merecia, voltando a roçar os nossos quadris, sentindo novamente a umidade da sua intimidade me chamar. Posicionei-me em sua entrada, o corpo tremendo de expectativa e medo de machucá-la.
_ Se eu machucá-la, você promete que me avisa? Eu não quero que você sinta dor, docinho! – eu pedi ansioso.
_ Você não vai me machucar, bebê! Eu sei que não! – ela disse confiante remexendo os quadris inquietos.
Cuidadosamente, comecei a empurrar o meu corpo contra o dela. Assim que Mel sentiu a primeira pressão contra sua intimidade, seu corpo inteiro se retesou e eu pude sentir suas mãos apertando os meus braços.
_ Tente relaxar, amor! Se você ficar tensa, vai sentir muita dor! Eu prometo que vou ter cuidado! – eu disse tentando controlar a vontade de me enfiar em seu corpo.
Segurei uma de suas coxas enroscando-a em minha cintura e ao senti-la menos tensa investi vagarosamente mais uma vez. Mel fechou os olhos com força e mordeu os lábios tentando inutilmente sufocar um gemido de dor. Permaneci imóvel por alguns instantes até que o seu corpo se acostumasse com a invasão e voltei a investir lentamente conquistando seu corpo milímetro a milímetro até que eu estivesse totalmente abrigado dentro dele.
Meu corpo tremia pela emoção de tê-la em meus braços. Meu coração estava disparado por senti-la tão entregue a mim. Tentei mover meus quadris levemente, testando se ela ainda sentia algum desconforto, mas parei ao ouvi-la gemer baixinho.
_ Ainda dói, amor? – perguntei inseguro.
_ Um pouquinho! – ela respondeu baixinho – Mas não pare, bebê! A dor não é mais forte do que o prazer que você me faz sentir!
Lentamente, voltei a me mover dentro dela. Com o tempo, comecei a perceber que o desconforto dava lugar à excitação que aumentava gradativamente. Mel começou a mover seus quadris em harmonia com os meus, me encorajando a ir mais rápido. Um calor abrasador envolvia o meu corpo e eu sabia que não duraria muito tempo. Não depois de ter esperado tanto por isso. Meu corpo estava ansioso por se derramar dentro dela, mas antes eu queria lhe proporcionar todo o prazer que estivesse ao meu alcance.
A voz delicada e deliciosamente rouca de desejo gemia meu nome me levando ao paraíso. O corpo perfeito e quente se movendo sob o meu desafiava a minha sanidade. As mãos pequenas e macias que ora apertavam ora arranhavam a pele das minhas costas me instigavam a investir cada vez mais rápido e mais forte até sentir suas paredes se contraírem me esmagando dentro do seu corpo.
Não consegui segurar o grito de prazer que rasgou a minha garganta quando me derramei inteiro dentro do seu corpo sentido uma completude indescritível. Também não consegui segurar as lágrimas que tomaram meus olhos ao me dar conta de que a mulher que eu amava acima de qualquer coisa no mundo tinha acabado de me dar a maior prova da sua confiança e do seu amor por mim, entregando-se sem medos, sem reservas, sem pudores.
_ Obrigado, Mel! – eu disse com a voz embargada. – Obrigado por me amar, por me deixar fazer parte da sua vida, por se entregar a mim...
Ela abriu os olhos e me encarou, o azul dos seus olhos brilhando ainda mais intensos, fazendo o meu coração disparar como um louco tentando saltar para fora do meu peito.
_ Você não faz simplesmente parte da minha vida, bebê! – ela respondeu docemente – Você é a minha vida! E o que acabamos de fazer agora é só a prova de algo que eu já sabia ... eu sempre soube: o meu coração pertence a você ... os meus pensamentos pertencem a você ... a minha vida pertence a você e, a partir de agora ... o meu corpo pertence somentea você!
Aquelas palavras penetraram a minha alma, me fazendo amar ainda mais aquela criatura doce e linda que estava em meus braços, nossos corpos ainda conectados. Beijei seus lábios com devoção sentindo suas mãos puxando o meu quadril para junto dela. Ela estava pronta para mim novamente e meu corpo já pedia mais uma dose da minha droga preferida.
_ Eu machuquei você, docinho? – quis saber antes de recomeçar.
Ela mordeu os lábios, sorrindo absurdamente sexy, apertando novamente o meu quadril contra o seu corpo.
_ Você foi perfeito, amor! Foi tudo maravilhoso, como eu sabia que seria! – a voz já rouca de desejo sussurrou em meu ouvido, mordendo levemente o lóbulo da minha orelha em seguida.
Comecei a me mover lentamente dentro dela, embora o meu corpo gritasse por algo mais vigoroso. Eu precisava ter em mente que aquela era a sua primeira vez e que seu corpo ainda não estava acostumado a ser invadido com força. Mel passou as pernas em volta da minha cintura, dando-me completo acesso ao seu interior. Suas unhas arranhavam a pele das minhas costas me fazendo queimar novamente, dor e prazer misturados de uma forma surpreendentemente deliciosa.
O fogo aumentava em nossos corpos na medida em que o meu corpo investia mais rapidamente contra o corpo de Mel. Seus quadris se moviam com os meus e ela arqueava as costas me oferecendo os seios delicados. Minha boca passou a lambê-los, mordiscá-los e sugá-los com força enquanto meus quadris descontrolados investiam cada vez mais forte contra os dela, nos fazendo gemer alto completamente tomados pelo prazer que nos arrebatou ao mesmo tempo. A última gota do meu sêmen já tinha se derramado dentro dela, mas meus quadris não me obedeciam mais. Insistiam em continuar a se mover tirando totalmente a minha autoridade sobre eles. Meu corpo estava louco de paixão, sedento por continuar dentro dela até que eu não tivesse mais forças. A desobediência valeu a pena quando percebi que Mel atingia mais um orgasmo, o mais intenso de todos. Ela se agarrava a mim de forma desesperada. Seus braços me apertavam contra o seu corpo na tentativa de me unir ainda mais a ela, seus quadris se moviam se chocando fortemente contra os meus, suas pernas em volta da minha cintura me prendiam dentro do seu corpo e ela gritava alto o meu nome levando-me outra vez ao clímax.
Meu corpo desabou sobre o dela depois do prazer intenso. Nossas respirações descompassadas custavam a voltar ao normal e nossos corações batiam com tanta força que podíamos senti-los sobre a pele suada dos nossos corpos.
Ergui meu rosto até então enterrado em seus cabelos e me assustei ao ver que ela chorava.
_ Mel? – eu a chamava, mas ela continuava de olhos fechados, as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos – Amor, fala comigo? Por que você está chorando? Eu machuquei você, foi isso?
Ela negou com a cabeça e mordeu os lábios ainda de olhos fechados. Meu alívio foi imediato.
_ Prazer! – sua voz saiu entrecortada pela respiração ainda ofegante - São lágrimas de prazer, amor!
Ela então abriu os olhos me encarando e eu pude ver que ela estava bem. Lentamente, ela ergueu a cabeça do travesseiro aproximando o rosto do meu sem quebrar o contato dos nossos olhos. Seus lábios tocaram suavemente os meus e o meu corpo se arrepiou ao sentir a sua língua pedindo passagem. Um beijo lento, suave, cheio de carinho e de declarações silenciosas selou aquele momento tão perfeito e tão esperado. Rolei o meu corpo de lado trazendo-a comigo. Eu não suportaria mais ficar um minuto sequer sem senti-la colada a mim. Mel deitou a cabeça em meu peito, abraçando-me pela cintura. Meus braços a envolveram antes mesmo que eu pensasse em fazê-lo, minhas mãos seguindo automaticamente para os seus cabelos. Ficamos em um silêncio confortável repassando em nossas memórias cada instante que tínhamos vivido naquela noite até que a senti totalmente relaxada em meus braços.
Fiquei ali observando seu rosto sereno enquanto ela dormia. Eu ainda não conseguia acreditar que tínhamos finalmente feito amor e de forma tão intensa. Como não podia deixar de ser, ela tinha sido maravilhosa proporcionando-me um prazer de uma intensidade que eu jamais havia sentido em toda a minha vida. Agora, eu a tinha dormindo tranquila em meus braços tornando aquela noite ainda mais perfeita. Eu não precisava de mais nada para ser feliz. A única coisa que eu realmente precisava na vida dormia lindamente com a cabeça repousada em meu peito: minha menina ... minha noiva ... minha mulher.
