Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus... a colher sempre se meteria na torta kkk.

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Bella

Obs. Historia para maiores de 18 anos


CAPITULO DOZE

Edward grunhiu e me abraçou com um pouco de força, imagino que para afastar os meus tremores.

- Bella? O conhece?

- É o meu padrasto... - consegui murmurar e o seu abraço se tornou mais forte.

- Diaxo! Como ele te achou?

- Não sei...

- Quer dar meia volta?

Olhei para o avô com a espingarda e para Phil, a minha vontade de fugir era grande... Tipo, muitooo grande... Mas eu não poderia... ...ou poderia?

- Senhor, por favor, eu só estou procurando a minha enteada Isabella... A mãe dela está doente de tanta preocupação.

- Não conheço Bella alguma!

- Isabella, então! Disseram-me que ela morava com o Senhor.

- O que quer com essa moça?

- Que ela volte para casa! A mãe dela, o noivo e inclusive eu, bem, estamos todos preocupados...

- Mentiroso! - gritei sem me conter e todos me olharam, corei um pouco, mas empinei o meu queixo, pronta para brigar se ele voltasse a mentir.

- Isabella, graças a Deus... - assim que ele deu um passo em minha direção, avô atirou próximo ao pé de Phil, o vi congelar e olhar para o avô.

- Eu avisei para não se mexer!

- Isabella, por favor, mande esse homem me deixar te abraçar.

Neguei, enquanto Edward me ajudava a descer de Caius, então me aproximei dele só um pouco, mas com o meu Cowboy quase colado em mim.

- O que quer Phil?

- Te levar de volta para casa.

- Eu já estou em casa?

- Mas... A sua mãe e James, e... Bem, a nossa casa não é aqui.

- A sua não é, mas a minha agora é. Moro com o avô e vou casar com Edward.

- Quem é Edward? - como se na sugestão, o meu cowboy imediatamente me abraçou por trás, puxando-me contra o seu peito e olhou firmemente para Phil.

- Sou Edward!

- Mas e James?

- Sabe muito bem que me recuso a casar com aquele idiota.

- Mas, temos um acordo e...

- Chega! Nós não temos nada! Vocês fizeram tudo pelas as minhas costas, agora se fodam! - ele grunhiu.

- Menina insolente, sabe quantos milhões estão envolvidos nesse casamento?

- Nem ligo! - o vi ficando vermelho, e com certeza, se não tivesse uma espingarda apontada para a cabeça dele agora, ele estaria me esganando.

- Isabella, escute... Se não voltar, a sua mãe e eu... Nós estaremos na miséria, precisamos que se case com James e... - neguei e dei um passo para trás, Edward me seguiu ainda agarrado a mim.

- Não, eu já lhe disse! Eu não gosto de James e não iria me casar com ele. Você foi quem inventou de fazer as coisas pelas as minhas costas. Agora dê um jeito! Eu não sou sua propriedade!

- Maldita menina!

- Acho que está na hora de ir, Senhor. - Edward me soltou, me empurrando para trás dele. Ele cruzou os braços na frente do peito, avô engatilhou a arma e Phil empalideceu.

- Eu vou, mas isso não acabou.

Virando de costas, ele partiu, eu me agarrei em Edward, enterrando a cabeça em suas costas, respirando aliviada, rapidamente, ele se virou e me abraçou com força.

- Calma moça.

- Estava com medo...

- Não precisa ter medo. - assenti contra o seu peito e senti os seus lábios em meus cabelos, em seguida, os seus braços me levantaram, eu me agarrei a ele, enquanto ele me levava para a casa.

Edward parou por um momento e senti uma mão em minha testa, suspirei e olhei para o avô.

- Está bem querida?

- Um pouco triste...

- Vai ficar tudo bem, ninguém vai tirá-la de nós.

- Obrigada avô, eu te amo! – o seu lábio tremeu e ele pigarreou.

- Também, te amo querida. - sorri fracamente e voltei a deitar a cabeça no peito de Edward.

- Vou colocá-la na cama.

- Certo! Vou mandar os rapazes darem uma olhada pelo Rancho, não confio naquele homem, tem olhos de cobra. - senti Edward assentindo e me agarrei a ele.

- Também percebi isso, o ex-noivo dela é pior.

- Você o conheceu?

- Sim. Quando estava entrando na lanchonete, trombei em um cara que nunca vi na cidade antes, quando encontrei Bella, presumi que aquele fosse o noivo.

- Ex... - sussurrei e o senti rir.

- Sim, eu sou o seu noivo! - sorri um pouquinho e ouvi o avô pigarrear.

- Considerando que a moça está na minha casa, você tem que pedir a minha benção rapaz! - senti Edward suspirar.

- É claro avô! Senhor será que poderia me dá a benção para que eu me case com Isabella?

- Huh... ...não sei...

- Avô?! - guinchei rindo e ele piscou para mim.

- Oh, está bem! Eu dou! Crianças apressadas! - resmungou.

Sorri mais relaxada agora.

- Vamos moça, vamos deitar um pouco.

- Ok...

Edward subiu as escadas e foi diretamente para o seu quarto. Ele me deitou gentilmente, tirou os meus sapatos, me ajudou a me livrar do uniforme, quando estava só de calcinha, ele sorriu e foi até a porta, trancando-a e tirou as suas próprias roupas, ficando só de calça, então subiu na cama ficando ao meu lado.

Mordi o lábio, admirando o seu corpão.

- Acho que deveria tirar tudo, vai ficar mais confortável. - ele riu.

- Se tirar a sua... - mal deixei que ele terminasse, já tinha me livrado da calcinha e estava completamente nua. Ele riu e tirou a calça, suspirei ao ver o seu corpo nu.

Edward rolou, ficando em cima de mim e abracei o seu pescoço.

- Edward...

- Sim, moça?

- Não vai deixar alguém me levar embora, né?

- Nunca! Você é minha agora...

Suspirei aliviada e o puxei para baixo, até os seus lábios roçarem nos meus.

- Eu te amo meu Cowboy.

- Te amo, minha Bella. - sussurrou antes de esmagar os seus lábios nos meus.

O nosso beijo era urgente e meio desesperado, em seguida, não era só as nossas bocas que estavam desesperadas, eram as mãos, os nossos corpos... Queríamos estar colados, grudados como um...

Quando a sua boca largou a minha, para que respirássemos, os seus lábios passaram a tocar o meu corpo, o meu pescoço, os meus seios, o meu estômago e o meu centro necessitado... A minha mente apagou, quando a sua língua invadiu a minha entrada.

Beijando e chupando, me deixando molinha, molinha em seus braços, ele sugou o meu clitóris com tanta força... Eu era apenas uma bagunça arfante e excitada, mas quando eu estava a ponto de vir, ele se afastou e voltou a me beijar, afundando dentro de mim com força.

Gemi alto, ele engoliu o meu gemido com um beijo faminto, o seu pau parecia imitar a sua língua, entrando e saindo da minha boca, devorando os meus lábios assim como ele devorava o meu sexo.

Gritei em sua boa, lamuriei, choraminguei, pedi por mais e ele me deu... Meteu forte e rápido, e quando eu estava no limite, o seu pau bateu naquele lugar que me fez ver estrelas, o meu corpo inteiro tremia com a força do meu orgasmo.

A minha boceta piscava e apertava o seu pau tão forte, que desencadeou o orgasmo dele, quando ele veio, o seu corpo caiu sobre o meu, eu o abracei com força, não querendo nunca mais soltá-lo.

- Te amo... - sussurrei, e ele passou os braços em volta de mim e me abraçou apertado também, enterrando o rosto entre os meus seios.

Adormeci agarrada a ele e tive um sonho agitado. James e Phil voltando e me levando...

Quando abri os olhos, estava sozinha na cama.

Olhei pela janela e já era dia.

Levantei-me espreguiçando-me inteira, fui atrás de roupas, peguei uma camisa de Edward e uma cueca, amarrei a cintura da cueca para que ela não caísse e calcei os meus stilletos mesmo e saí em busca de Edward ou do avô.

Desci as escadas e ao chegar à sala, parei abruptamente.

- Que diabos! - grunhi ao ver a avó, Rosie e Emmett, o avô e Edward, todos arrumados.

- Dia moça!

- Vão à missa? - murmurei torcendo o nariz e eles riram.

- Bem, temos um Padre, mas ele não veio celebrar uma missa. Ele veio para casar vocês! - explicou o avô, eu reparei no Padre sentado no sofá, tomando um café e comendo um pedaço de bolo.

Eita!

Vou casar? Agora?

- Edward?!

- Sei que queria um casamento grande, mas quero me casar com você imediatamente moça. Eu não quero ter medo...

- Tem medo de quê?

- De que tirem você de mim. - suspirando o abracei.

- Tenho medo disso também.

- Estão vamos nos casar! - anunciou e ri.

Jesus, eu vou casar, AGORA!

- Ok, mas eu não tenho vestido... - a avó de repente, veio para perto de mim com um pacote.

- Venha querida, vou ajudá-la a se vestir.

- Oh, ok...

Sem esperar que eu entendesse o que estava acontecendo, fui levada para cima com Rosie logo atrás de nós.

Ao chegarmos ao meu quarto, Esme me entregou a caixa e sorri.

- O que é?

- Abra... - rindo abri a caixa e suspirei ao ver o tecido branco, tirei o vestido de dentro e ri.

Que vestido feio!

Era todo volumoso, e cheio de babados.

- Quer que me case com isso?

- Prefere se casar de cueca e uma camisa? - segui o seu olhar e corei.

Merda! Eu fui lá embaixo vestida assim.

- Eu acho que é um vestido lindo. - Rosie mentiu na maior cara de pau, eu estreitei os olhos para ela.

- Que bom que pensa assim menina, já estou costurando o seu.

- O quê?

- Vai ter mais babados que esse. Eu adoro um babado. - falou orgulhosa e vi Rosie fazendo uma careta e ri.

Toma!

Suspirei olhando o vestido mais feio que já vi, mas fazer o quê? Melhor do que se casar de cueca.

Com a ajuda de Esme, coloquei o vestido.

E tipo, ela teve que me ajudar mesmo, porque tinha tantos babados, que eu não achava os buracos das mangas ou da cabeça.

Quando ela terminou, eu já estava suando. Esme suspirou e forcei um sorriso, já Rosie nem segurava a risada, ria, ou melhor, gargalhava, a infeliz.

Ah, ela vai ver no casamento dela!

Alisei o vestido com uma careta, ele parecia um vestido daqueles filmes de época, mas tinha tanto babado, que quase não conseguia ver a forma do infeliz.

- Está linda!

- Maravilhosa! - Rosie riu e mostrei o dedo do meio para ela, o que a fez rir mais.

As duas me ajudaram a me maquiar e arrumar o meu cabelo, o deixamos solto e advinha? Esme tirou, não sei de onde, um pequeno véu, cheio de babados também!

Rosie guinchou uma risada e Esme grunhiu e apontou para a porta.

- Rosie, vá fazer algo de útil, avise que Bella descerá em alguns minutos.

Quando finalmente achei os meus pés, no meio daquele monte de babados, calcei os meus stilletos.

Eu passo vergonha, mas não perco a pose.

Assim que Rosie se foi, Esme pegou em minhas mãos e me levou para a cama, nos sentamos na beirada.

- Escute querida, sei que esse é um momento importante, e que devemos ter a mãe da gente nos acompanhando...

- Sim... - falei tristemente e ela bufou.

- Não sei quem é a sua mãe, mas já a acho uma idiota por perder esse momento maravilhoso.

- Obrigada avó...

- Só falo a verdade, meu bem. Agora como a sua mãe não está aqui, devo lhe dar os conselhos que a sua mãe daria.

- Conselhos?

- Sim, sim, sabe para a vida de casada e para a... huh, noite de núpcias.

- Oh... oh, esses conselhos...

- Sim. Primeiro sobre o casamento. Seja sempre boa, cuide para que o seu marido seja feliz, e o mais importante, não deixe o miserável mandar em você.

- Avó! - guinchei e ela assentiu.

- Isso mesmo, minha filha, porque na hora que ele começar, não parará mais. Mostre que você também manda, e muito!

- Ok.

- Agora sobre a noite de núpcias, sei que vai estar nervosa, mas não fique... Edward é um bom rapaz e te ama. Quando ele huh, enfiar a colher na sua torta, tente aproveitar.

- Colher? - ela corou um pouco.

- Sim, sabe, quando ele colocar o cavalo na baia, mas antes ele vai deixá-la pronta para receber o cavalo.

- Oh meu Deus!

- Não se assuste ao ver a colher dele. Só procure ter certeza de que ele a tenha deixado bem lustrosa, assim quando ele for comer a torta, os dois aproveitarão.

Meu Deus!

- Acho que já é o suficiente de conselhos.

- Tem certeza?

- Sim, sim, sim, absoluta. Vamos logo ao casamento.

- Está ansiosa para colocar o cavalo na baia, né?

- Pode se dizer que sim... - ela riu.

- No meu tempo, eu também ficava.

- E não fica mais? - já sabia a resposta, mas tive que perguntar, ela pareceu pensar e corou um pouco.

- Bem, às vezes, mas eu tenho como resolver esse probleminha.

Eca!

Melhor mudar de assunto.

- Certo, então vamos, estou ansiosa para me casar com o meu Cowboy.

- E é um Cowboy danado de bonito!

- Sim, ele é... - ela sorriu e juntas descemos.

Ela foi primeiro, mas antes que eu chegasse ao andar de baixo, avô veio até mim.

- Me daria à honra de me deixar te acompanhar?

- Sim. Obrigada avô.

- Não conheci o seu pai, mas sei que ele estaria orgulhoso de você querida.

- Acha mesmo?

- Sim, foi embora do lugar que te fazia mal, e agora vai se casar com um homem que te ama, que você escolheu. Estamos todos orgulhosos de você.

Beijei a sua bochecha.

- Obrigada avô... – funguei, ele sorriu e beijou a minha testa.

Respiramos fundo e descemos, ao entrarmos na sala, todos se voltaram para nós, vi que Edward estava parado de terno ao lado do Padre, tão bonito... Ele segurava o chapéu na mão, havia também, vários rapazes dos que trabalhavam no Rancho.

Quando Edward me viu, ele sorriu, mas quando os seus olhos chegaram ao vestido, ele torceu o nariz, eu segurei a risada. Ao nos aproximarmos, avô beijou a minha mão e entregou a Edward.

- Olá moça!

- Oi...

- Pronta para se casar?

- É claro!

Ambos nos viramos para o Padre com as mãos dadas, então o Padre começou a discursar sobre amor e casamento e blá, blá, blá, enfim, olhei para Edward que me fitava também e sorrimos, em seguida, ele franziu o cenho e sussurrou.

- Onde arrumou esse vestido danando de feio? - ri baixinho.

- Nem me pergunte... Só se case comigo.

- Certo, moça!

Voltamo-nos para o Padre que murmurou as palavras temidas.

- Existe alguém aqui que seja contra esse casamento?

Edward e eu prendemos a respiração, e pelo canto do olho vi o avô engatilhar a espingarda.

Eita, mesmo se tivesse alguém, iria se calar!


N/A: Eita que até o casório desses dois é bagunçado kkkkkkk

to muitooooo cansada povo pervo

Então amo vcs, comentam muitão e aaaaaaaaaaaaaah adorando os coments e todo o blá, blá, blá que eu sempre falo :p

kkkkkk

me vou fuiiiiiiiiiiiiiiiii

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N/B – SORTUDA! Enfim o casamento mais esperado! Espertinho esse Cowboy, pegou a moça e se casou mesmo! E agora? Que venham os rebentos! Mas... Será que Phil e James vão mesmo desistir? O que acham povo pervo? Comments please!

TUCA