Yaou!Como estão todos?Bem tenho que correr!Tenho trocentos laboratórios pra fazer!Pessoal tomara que curtam esse cap e caso eu demore a postar o próximo (vou tentar não demorar) é porque estou em fase de provas e pré-projeto!Além de meu job, claro!Beijos a todos que acompanham essa fic!Super feliz pela aceitação!
Respondendo aos reviews:
Flavia Francisquini (Leitora nova?Super lisonjeada pelos elogios, pois sei que não os mereço!Fico muito feliz por minhas fics agradarem alguém!kkk!Esse capítulo vai aguçar sua curiosidade!Pelo menos assim espero!)
Ana Paula (Tks Paulinha!Esse cap de hoje mostra um pouquinho da confusão que o vermelhinho vai trazer pro ruivo!Note os ciuminhos!kkkk)
Luud-chan (Miga, ainda não tive tempo de escrever review pra sua fic, mas eu acompanho!Sentiu a possessão da frase?Vai sentir mais nas de Ichigo! Estou fazendo esse médico perder a cabeça!Coitado!kkkk!Essas duas (Inoue e Senna) ainda vão fazer muita bagunça. Mas a guerra está só começando, minha mente perva tem muito mais veneno pra destilar!kkkkk)
Mi Yuuki (Miga cadê o review? Ainda estou esperando!kkkkk!Melhorou?Espero que sim. Estou terminando meu review de EAR!Leiam eu recomendo é a fic mais kaway que conheço!Vou ficar aguardando seus reviews!)
Disclaimer: Bleach pode não ser meu, mas nos sonhos eu me deleito! Tio Tite faz parte deles!kkkkkkk
–Sem internet por uma semana! Não poderá sair com seus amigos por duas semanas e... – Não consegui ouvir mais nada do que minha querida mãe falava comigo. Tenho dezoito anos, não tenho mais idade pra castigo, mas parece que ela esqueceu-se que estamos no século 21. Continuando minha divagação. São quase cinco horas da manhã e estou agüentando essa ladainha desde que cheguei. Meus pés estão pisando em nuvens. Não acredito que fiz aquilo. Kyah!Como vou olhar na cara daquele ruivo? Será que ele está pensando de mim?
–Kuchiki está me escutando? – A minha mãe percebeu minha fuga mental e me recolocou na realidade. Ainda estou na minha cama tentando explicar/inventar uma desculpa decente para que ela não ache que virei uma rebelde sem causa. Pois minha mãe faz terrorismo quando faço algo errado. E o pior de tudo é chamar meu pai.
–Estou mãe! Mas eu já disse que a reunião se estendeu e tive que ficar até tarde! Tive sorte de pegar carona com Ichi-... Kurosaki-san! – Quase me entrego. Podem acreditar minha mãe fareja mentira. Olhou-me pelo canto do olho e fez aquele rostinho isso-está-me-cheirando-a-mentira, mas tenho que sustentar isso, senão não sei como ela irá reagir.
–Ok!Mas o castigo de não sair continua! Assim você aprende a ser mais responsável e me liga quando tiver que atrasar! Quase liguei pra polícia! Faz idéia do medo que me causou? Não tenho a saúde muito boa e você ainda... – Novamente sumi em minhas lembranças. Afinal foi a primeira vez que senti aqueles braços fortes me envolverem daquela maneira. E os beijos. Ah que beijos. Ainda sinto o calor de sua respiração em meu pescoço, o sabor delicioso em meus lábios. Meu corpo está adormecido e sinto minha alma leve. Ele corresponde o que sinto. Mas tem a noiva dele. Ai, porque nunca é como eu quero? Mas não vou desistir. Se isso é uma guerra, eu vou lutar! Pois no amor e na guerra vale tudo, certo?
–RUKIA? Você está bem, carinho? Acho melhor chamar o doutor Kurosaki-san! Está vermelha e suas mãos estão tremendo! Vem comigo! – Não sei bem o significado das palavras dela, mas resolvi segui-la para. Espera. Para a casa do Ichigo?
–NÃO! Eu estou bem sim mãe! Vou tomar um banho e vai ficar tudo bem! Não precisa se preocupar! Prometo que não faço mais isso! – Acho que meu desespero foi visível, pois minha mãe resolveu me deixar. Deu-me um beijo na testa e um tapinha em meu traseiro. Minha mãe é uma gracinha quando está nervosa. E por falar em nervosa, não consigo ordenar minhas idéias. Onde está a Ran quando preciso? Ela chega daqui a duas horas. Preciso conversar com alguém. Desabafar e descobrir como uma garota CDF, com cara de menina boba e fama de ninja conseguirá tirar um gato bem dotado de uma modelo profissional? Preciso de ajuda, agora.
–Acha que é alguma doença grave doutor? – Minha paciente fala, fala e fala, mas não consigo entender o que quer. Já falei todo o diagnóstico que ela tem, mas essa senhora não larga do meu pé. Como eu queria ter terminado o que comecei. Minha nossa o que estou falando? Sou noivo, droga. Tem a Inoue. A promessa. Meu pecado. Ah!
–Doutor? – Acho que preciso voltar aqui.
–Sim senhora Kazuiro? Acho que Alzheimer é uma doença importante, mas não significa que o mundo acabou! Fazendo o tratamento que prescrevi sua qualidade de vida será muito boa, e não perceberá tanto os sintomas da doença! – Tenho que voltar ao meu lado profissional. Mas, Rukia está corroendo minha mente. Aquele corpinho delicado. Aquela cintura finíssima. A pele de avelã. Os lábios... Meu kami-sama, estou ficando pervertido igual meu velho. Preciso parar com isso.
–Mas o tratamento é seguro? Tem alguma reação doutor? Doutor? – Ótimo era só o que me faltava. Se eu falar que é bom, é porque é. Droga. Se não tivesse sem dormir talvez não estivesse assim. Ou seria frustração de não ter conseguido ir até o fim com Rukia? Porque não a levei pro meu quarto?
–ESTÁ LOUCO? – Opa. Acho que não falei só na minha mente. A senhora Kazuiro está me olhando com o rosto aterrorizado. Droga.
–O senhor está bem? – Não minha senhora. Não estou. Estou louco por uma deidade que não tenho direito. Mais alguma pergunta?
–Sim! Desculpe-me! Vou explicar a medicação e a posologia que vai precisar administrar! – Ninguém tem culpa de nada. Mas sinceramente me sinto um lixo. E estar neste hospital não me ajuda muito.
–Ran é você?Precisamos conversar urgente! – Puxei minha prima que parecia o bagaço da laranja passada. A coitada sempre chega com essa cara quando volta do trabalho noturno. Pobre. Mas preciso dela agora.
–Ah Kia!Não dá pra conversar depois? – Jogou-se na cama ao lado e esfregou os pés na tentativa de retirar os saltos agulha. Ajudei a tirar e joguei no canto do quarto. Organização é minha vida, mas tenho algo urgente aqui pra resolver.
–Você precisa me ajudar Ran! Eu... eu-falei-pro-Ichigo-que-gosto-dele! – Falei. Tudo de uma vez. Mas ainda tem mais. – E... Beijei-abracei-e-quase-fizemos-aquilo-no-jipe! – Agora foi tudo. Hum. Ran não reagiu da maneira que pensei. Continua deitada. Será que apagou?
O QUEEEEE? – Acho que não tenho tanta sorte pra isso. Ajoelhei-me no chão ao lado da cama dela e deitei minha cabeça sobre os braços encostando-me na cama. Agora que penso, fiz uma coisa muito errada. Não sou assim. Mas Ichigo me tira do sério.
...
–Estou esperando! – Acho que não tem jeito mesmo. Já comecei tenho que terminar. E quem melhor do que minha prima pra entender dessas coisas?
Contei com detalhes tudo o que aconteceu desde o início da reunião até minha chegada em casa. Rangiku não parecia piscar. Ela não estava morrendo de sono? Parece que desgraça alheia é o remédio para qualquer problema. Mas confio em Ran. Afinal somos amigas. E a quem mais poderia contar isso? Minha mãe? Acho que não.
–Kia você... – Olhei apreensiva esperando a maior bronca de minha vida. Acompanhada de sermões como: "Logo você? Tão certinha." Ou mesmo, "Nunca pensei que você pudesse fazer algo tão depravado!" Mas o que veio me tirou do torpor.
–KYAAAAAHHHH! Precisamos comemorar! Preciso contar pra Nel que minha prima é uma mulher incrível! Ah e não é mais "BV"!Rukia você é o máximo! – Ok. Acho que esperava essa reação vindo de minha descabeçada prima.
–Ran! O que eu faço? Ele tem noiva! Como vou sair disso? – Parei quando vi minha mãe entrar acompanhada de...
–RENJI? – Corri até meu melhor amigo e o abracei forte. Afinal faz um ano que não o via. Eu adoro esse tatuado maluco. Ele é tudo de bom e... Acho melhor parar, pois a cara de minha prima não está muito convidativa.
–Como vai baixinha? Sentiu minha falta? – Ren me beijou na testa e me apertou num abraço demorado. Minha prima que me desculpe, mas não posso perder um abraço desses. Ela pigarreou alto para que saíssemos de nosso mundo.
–Rangiku minha doce namorada! Não vem me dar um abraço, não? – Dei espaço para que ele pudesse se aproximar de Ran. E tanto eu como minha mãe – ela ainda está no quarto – sorrimos feito boba. Amo esse relacionamento deles. E sinceramente tenho ciúmes. Quero ter um assim também. E porque não com Ichigo?
–Bem! Tenho chá e bolinhos na sala! Acompanham-me? – Minha mãe sempre social e educada. Não quis atrapalhar o encontro, mas não posso desfazer dos doces dela. Peguei Ran e Ren pelo braço e os encaminhei a sala.
–Kia e aquele assunto? – Ran me questionou. Coisa que até já tinha me esquecido.
–A gente conversa mais tarde! – Fim de papo. Agora temos que atender Renji. Tenho muita coisa que perguntar. Como será conhecer o continente Africano? E a savana? Os leões? Ah deve ser maravilhoso!
–Inoue? Será que posso dormir no seu apartamento hoje à noite? – Devo ser o maior crápula desse planeta. Eu sei, eu sei. Isso é errado. Mas o que posso fazer? Estou louco por Rukia. Não posso fazer isso com ela. Ela é uma garota importante pra mim. Não posso fazê-la sofrer por um relacionamento impossível.
–"Você será meu Kurosaki Ichigo! Pode dizer isso a Inoue ou a qualquer outra mulher! Não vou desistir! Entendeu"? – Aquelas palavras. Não parece que Rukia queira desistir assim tão fácil. Preciso mostrar a ela que nosso amor não será possível. E a melhor maneira é fazê-la perceber que tenho Inoue. A quem quero enganar? Percebi Inoue me chamar ao telefone. Tinha me esquecido dela. Novidade?
–Estou sim! Desculpe-me! Olha, esquece o que te pedi! Acabo de lembrar que tenho alguns exames para analisar! A gente se vê outro dia! Abraços, tchau! – A cada dia que passa me sinto mais idiota. Porque tinha que fazer essa maldita promessa? Deixa pra lá. Bem, vou passar em casa pro almoço. Acho melhor esfriar a cabeça.
Quando cheguei, estranhei o carro esportivo vermelho estacionado na casa dos Kuchiki. Será que Rukia tem visita? Quem será? Droga de curiosidade. Ah! Estão abrindo a porta. QUEM É ESSE MALDITO AGARRADO A RUKIA?
–Kurosaki-san, querido! Veio almoçar em sua casa hoje? – Hisana falou qualquer coisa que não prestei muita atenção. Só assenti com a cabeça. Rukia quando me viu ficou azul. Vermelha ela já tinha passado há instantes atrás. Quem esse cara pensa que é? Abraçado com MINHA Rukia?
–Olha se não é nosso adorável vizinho! Kia o que acha de devolver MEU namorado? – Rangiku disse namorado? Ufa. Mas espera. Isso não explica a proximidade com que esse tatuado está com Rukia. Hisana-san não se importa e Rangiku, também é conivente?
–Ah!Esse é o pródigo de Ishin-san! Prazer! Abarai Renji! – O cara que Rukia falou. O tal "amigo" de adolescência. Nunca vi na minha vida. Tatsuki me falou de um amigo esquisito, mas não pensei que fosse assim. Quer dizer. Ele é bem forte. Alto e pra uma garota isso deve ser bem... Hum... Atrativo? Droga.
–Vamos meninos! Yuzu-chan ficará triste se não apreciarmos a comida dela! – A senhora Kuchiki me tomou pelo braço e entramos em minha casa. Não paro de olhar de cima a baixo esse abusado tatuado. Rukia deveria ter mais respeito e não sair abraçando qualquer um. Afinal, não foi ela quem disse que não fazia isso? Por acaso mentiu?
–Ren-san? Ah velho! Renji voltou! – Que alegria é essa de Karin? Já não basta Rukia? Minha família inteira está toda em polvorosa com esse... Esse desengonçado troglodita. Afinal ninguém está prestando atenção em mim? E quando vejo todos seguindo pra sala, noto Rukia ficando pra trás para retirar os sapatos. Ótima oportunidade. Fecho a porta que dá pra sala e retorno até a morena distraída.
–Quem disse que permiti alguém te abraçar além de mim? – E sem esperar resposta a empurrei pra parede e a beijei. Ok. Devem pensar, não era ele quem não queria que a menina se apaixonasse? Até queria sair com a noiva pra esquecer-se dela? Mas te pergunto: quem manda no coração? Meu beijo foi mais profundo que imaginei e minhas mãos apertaram sua cintura contra a minha. Confesso, sou possessivo. E Rukia é minha.
–Sua fa-mí-lia vai no-tar! – Quero essa nanica agora! Ligo à mínima se tem convidados ou o diabo a quatro em casa. Quero Rukia, e quero já.
–Vem comigo! – Puxei-a pelo braço e corri escada acima. Os protestos de Rukia não me importavam, afinal ela não parece muito contra o que estamos fazendo. Preciso senti-la ou vou enlouquecer. Ou será que já enlouqueci? Afinal só a conheço há pouco tempo. E só nos beijamos há um dia.
–O que pensa estar fazendo? Minha mãe e sua família estão lá embaixo! Isso é falta de res-... – Beijei novamente aqueles lábios maravilhosos. Apertei-a contra a porta de meu quarto. Estamos no meu reduto agora. Minha mente já era. Meu corpo tomou iniciativa própria. Tenho que limpar essa escultura daquelas mãos imundas do tatuado. Ela é minha. Avancei mais no contato físico, e beijei desesperadamente o pescocinho alvo. Minha musa gemeu. Que prazer tê-la comigo assim. Lambi seu lóbulo e esfreguei meu corpo contra o dela. Sinto que meus instintos mais selvagens acordaram. Amo esse perfume.
–I-ghi-go? Pá-ra por-fa-vor! – Como? Se puder me dizer como, eu paro e faço o que você quiser. Mas não sei como conter esse desejo. Então, creio que Rukia tenha um anjo da guarda, pois ouço alguém gritando o nome dela. Karin? Droga, perceberam nossa falta.
–Isso não vai ficar assim Kia! À noite quero conversar com você, entendeu? – Isso é perigoso, mas me desculpem não posso me controlar.
–Es-tá bem! – Me odeio por isso.
Recoloquei a blusinha dela no lugar, já que estava quase na altura dos ombros com meu ataque. Abotoei a calça jeans que tinha aberto. A calça dela. E arrumei as minhas. Respirei fundo e abri a porta. Esperei-a sair para descer atrás, pouco depois para não levantar suspeitas.
–Rukia? Onde estava, meu bem? – Hisana perguntou a baixinha que estava com as bochechas vermelhas. Linda. E só minha. Desafiei o tal Renji com o olhar. Creio que ele entendeu, pois fechou a cara na hora.
–Estava tirando meu sapato e... Divaguei! – Minha princesinha tentava explicar algo que não tinha culpa. Mas o que posso fazer? Nunca imaginei que teria tantos ciúmes dela.
–E você meu filho? O que estava fazendo? – Cretino. Como ele sabe dessas coisas? Sexto sentido?
–Dando uma olhada em uns exames que deixei no meu quarto! – Todos me olharam estranhos e voltaram sua atenção ao almoço. Preciso fazer algo urgente, ou não respondo por mim.
Não sei se perceberam, mas temos um ruivinho fugindo do controle!Isso não vai dar certo!kkkkkk!Renji finalmente aparece para apimentar essa "relação"?Podemos considerar assim?Inoue, ou mais carinhosamente Orivaca, não vai reagir?Bem problema dela, né?Alguém tem dó?kkkkkkk!Mas Rukia precisa tomar o controle da situação!E não esquenta quanto a chamar a atenção dele, precisa encontrar como mantê-lo afastado!kkkkk!Enfim, espero que curtam e não esqueçam os reviews!São o combustível pra que eu possa escrever, sem eles me nego a continuar!
JJ
