Domo minna:)

Como vcs estã... HAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

O grito da autora pode ser ouvido em uma galáxia muito distante, fazendo os aliens de cabeças enormes e corpos pequenos se assustarem e dizerem, em sua língua:

Esses aliens da terra são muito estranhos.

A autora, dentro de uma nave espacial, aumenta a velocidade, tentando fugir do foguete que a seguia, onde dentro dele encontravam-se todos os leitores de Recomeçando, com rostos super feroses... ela acelera mais ainda e por fim pousa no planeta dos aliens onde, -agradeçendo a deus- seus leitores não podem entrar...

Bem, deixando a brincadeira de lado, eu queria pedir mais que desculpas, perdões ou qualquer coisa do tipo, mas eu tive muitos motivos:

1º) a 8ª série é bem mais difícil do que eu pensei (imagino o ensino médio, aiai), pois além das matérias normais (Matemática, etc) terem se tornado 1000 vezes mais difíceis, eu ainda estou tendo química e mais para frente terei física, e as duas misturadas com Biologia (passei a detestar ciências), então, estou tendo que (pela primeira vez na minha vida, já que eu sempre tive uma grande capacidade de absorção de informação) estudar de verdade.

2º) como eu vou tentar passar no CEFET, acho que todo mundo sabe o que é, eu comecei a fazer um cursinho preparatório, mas para isso, eu tentei uma bolsa e tive que estudar d (eu falo mutíssimo sério) mesmo para a prova, e pensem: estudar p/ a escola e p/ cursinho ao mesmo tempo não dá, néh?

3º) meu pai (aleluia, glória ao pai, ao filho e ao espírito santo, amém) assinou uma net de verdade, com velox e tudo mais, e eu naum tenho mais que esperar até o fim de semana para postar, mas, como tudo tem seu preço, eu tive que esperar ainda mais uma semana para ele instalar o modem, e por isso, me atrasei ainda mais.

Bem, espero que tenham entendido e que acreditem (é tudo verdade)...

Então, vamos à fic:

12º- Bebê à vista

-Levem-nas para a Emergência agora! Vamos precisar fazer uma transfusão de sangue e verificar se não há nada mais grave.

As luzes passavam muito rapidamente, não sabia onde estava ou o que havia acontecido, só sentia uma dor agonizante atingindo-a, quase insuportável. Percebeu que entravam em uma sala e que logo injetavam alguma coisa em sua veia, fazendo com que sentisse sua cabeça muito pesada e que logo adormecesse.

OOooOOooOOooOO

Lentamente, Kagome abriu os olhos... A cabeça estava doendo um pouco, mas nada que não pudesse suportar. Olhou ao seu redor: havia várias camas, quase todas preenchidas, mas a sua direita tinha uma com uma pessoa sentada e escorada na cabeceira, lendo um livro. Olhou-a e reconheceu que era Sango.

"Sango-chan está lendo um livro? Eu estou tendo alucinações ou o quê?".

Kagome tentou se ajeitar melhor na cama, mas então sentiu uma dor na barriga e tocou-a. Viu que havia um ferimento profundo do qual começava a sair sangue.

Olhou para o lado novamente e fixou seus olhos em Sango. Realmente era ela, embora fosse meio improvável que isso realmente fosse verdade, já que desde os tempos de escola, os únicos livros que Sango pegava eram os livros para estudar na véspera das provas, quando estava desesperada. Não que ela fosse uma má aluna, pelo contrário, tinha até raiva – e sendo sincera, uma pontadinha de inveja – por Sango conseguir aprender quase tudo somente prestando atenção nas aulas e quase nunca estudando, mas ela realmente nunca fora muito estudiosa.

Mas era ela. Os cabelos castanhos, longos e lisos eram os mesmos, os olhos cor chocolate também. A única coisa que não reconhecia nela era um corte profundo que havia em sua bochecha, que estava coberto por um curativo.

Sango pareceu reparar que havia acordado e virou-se para ela, e logo depois sorriu.

-Finalmente acordou, K-chan! Eu estava ficando preocupada! Faz várias horas que eu acordei e logo depois as enfermeiras ligaram para os outros avisando e chamando-os aqui, embora eles ainda não tenham chegado...- Tinha uma pontada de desapontamento na voz de Sango -... Demo, você parecia não querer acordar.

-Onde nós estamos?- perguntou olhando mais um pouco envolta.

-Estamos na UTI de um hospital.- Kagome olhou-a e perguntou:

-E o que aconteceu?- o sorriso deixou os lábios de Sango e ela olhou para baixo, os olhos acabando por ocultos pela franja.

-Gomen ne, Kagome. Eu… Eu bati o carro, eu... gomen.

-Tudo bem, Sango-chan, o que importa é que estamos bem, certo?- Foi então que uma fala de Sango veio à sua mente: "Os freios que não querem funcionar" -Os freios foram cortados...

-Nani?- disse Sango. Kagome falara tão baixo que ela não pode ouvir. Olhou para Sango e disse um pouco mais alto:

-Os freios foram cortados, Sango! Lembra-se de ter dito isso para mim?

-Hai, demo...- disse Sango, pensando:- Acha mesmo? Quer dizer, eles podem só ter falhado...

-Onde o carro está?- perguntou Kagome.

-Não sei... Não tinha me preocupado com isso antes...-disse, deixando completamente o livro de lado.

-Depois nos preocupamos com isso...- Kagome tentou ler o título do livro, mas Sango abriu-o novamente e pôs-se a lê-lo, tampando sua visão.-...Que livro é esse, Sango-chan?

Sango olhou-a e depois lhe mostrou a capa do livro. Dizia: Mil e Uma formas de fazer seu namorado pedir-lhe em casamento. Kagome olhou do livro para Sango incrédula e disse:

-Eu não acredito no que eu estou vendo. Onde arranjou isso?

-Uma colega de trabalho me emprestou... Disse que funciona.- respondeu, sem olhar para Kagome. Essa balançou a cabeça negativamente e disse:

-Não gostaria que Miroku lhe pedisse em casamento por vontade própria? Seria realmente romântico, Iie?

-Hai, demo... Como ele não vai pedir dessa forma, pelo menos que seja desse jeito.- disse, virando uma página. Kagome balançou a cabeça mais uma vez e rodou os olhos, pegando uma revista que estava no criado-mudo ao lado de sua cama. Começou a folheá-la desinteressadamente, quando Sango completou:

-Não custa nada tentar, não é?

Kagome fechou a revista e encarou Sango nos olhos. Logo depois, sorriu-lhe, dizendo:

-Você o ama muito, Iie?- Sango suspirou profundamente e disse, com uma lágrima se formando em seu olho, embora essa não lhe rolasse pela face.

-Como você sabe?- disse, fechando o livro e colocando-o no pé da cama. Kagome sorriu ternamente e disse:

-Doushite... Eu sinto a mesma coisa pelo Inuyasha. E eu tenho certeza Sango, que o Miroku sente o mesmo por você.

-Então, porque o Inuyasha já te pediu em casamento e o Miroku não?- Kagome passou a olhar para a revista ainda em suas mãos e passou a folheá-la lentamente, embora ainda sorrindo para Sango.

-Embora eles possam sentir a mesma coisa, eles são pessoas diferentes, Sango. E sendo assim, tem vidas e conceitos diferentes. Simplesmente não podemos pedir que ajam da mesma forma e que pensem igual.

-Sei que você está certa K-chan...- disse Sango, encostando a cabeça na cabeceira da cama e fechando os olhos, fazendo com que a lágrima rolasse solitária.- Somente sinto como se não fosse realmente importante para ele.

Kagome ia responder, mas a porta se abriu e por ela passaram Miroku, Inuyasha e Sesshoumaru, embora as duas mulheres pudessem ouvir claramente Sakura do lado de fora, berrando algo parecido com: "Como só podem entrar três de uma vez" e por isso vai. Sesshoumaru rodou os olhos e voltou para tentar controlar a noiva.

No entanto, um segundo depois nem Kagome nem Sango conseguiram ver mais nada. Inuyasha e Miroku as abraçavam tão forte que nem conseguiam mais destingir que corpo era de quem. Eles começaram a murmurar coisas como "Vocês nos preocuparam" ou "Quase tivemos um infarto". Sango e Kagome se entreolharam e sorriram, mas os olhos de Sango se arregalaram quando ouviu o que Miroku tinha dito.

-Nani?- Miroku a olhou ternamente e disse:

-Eu tive muito medo de te perder, Sango. Não imagina como. Aceita se casar comigo?

Sango começou a chorar e o abraçou. Miroku arregalou os olhos, mas correspondeu ao abraço.

-Isso é um Hai?

-Hai!!!- ela disse, feliz.

-Tudo terminou bem, afinal de contas.- Disse Kagome, sorrindo e Inuyasha concordou com um simples aceno de cabeça, também sorrindo.

Quando Sango e Miroku iam se beijar, porém, uma enfermeira entrou no quarto e gritou:

-NANI? Isso é um hospital, dê-se ao respeito!

-Ora, Damare!- disse alguém atrás dela a qual a voz todos reconheceram. Parecia que Sakura tinha conseguido com que deixassem os quatro entrar. A ruiva passou pela enfermeira e disse-lhe:- Elas quase morreram, deixe-os em paz! Sem contar que, além de ser um grande momento, quem deve lembrar que isso é um Hospital é você, onde já se viu ficar gritando aqui dentro?

-Chega, Sakura- disse calmamente Sesshoumaru. Ela olhou para ele e suspirou.

-Wari, wari.

Sakura virou-se para Sango e Kagome e sorriu.

-Daijoubu?- Sango e Kagome se entreolharam e sorriram, ao responder:

-Hai, arigatou, Sakura-chan.- elas sabiam que Sakura não era muito dessas que fica abraçando as amigas o tempo todo, mesmo quando era um caso de tragédia. Então, claro que foi uma grande surpresa quando Sakura abraçou as duas. No entanto, o momento não durou muito, depois que Kagome disse:

-Gomen ne, Sakura-chan, nós acabamos com seu carro!

Sakura desfez o abraço e deu um soco fraco na cabeça de Kagome e disse brava:

-Baka yarou! Vocês duas quase morreram e você está preocupada com um carro idiota! Eu esperava uma idiotice dessas da Sango, mesmo porque era ela quem estava dirigindo, mas não de você, Kagome!

Sango fuzilou-a com o olhar, mas Sakura somente balançou os ombros.

Nesse momento, uma médica entrou no quarto e disse:

-Ah, finalmente acordou, Srta Higurashi.

Kagome viu Sakura olhar a médica com um pouco de raiva e, se não estivesse enganada, com uma pontadinha de ciúmes, só não conseguiu entender por quê. Tudo bem que a médica fosse bonita; cabelos negros, ondulados até a cintura, olhos azuis claros e corpo magro, mas a ruiva ganhava dela de longe. Mesmo porque – pelo menos Kagome sempre achara – que os cabelos ruivos e os olhos violetas sempre deram um toque exótico e sensual a amiga.

Foi então que entendeu. A médica olhava direto e descaradamente para Sesshoumaru, e não se preocupava em avaliá-lo de cima a baixo na frente de todos. Embora não parecesse se importar, Sesshoumaru também não fazia nada para evitar.

A médica balançou a cabeça saindo de seu "transe" e voltou a falar, após fazer alguns exames básicos nas duas mulheres (medir a pressão, etc) disse:

-Acho que em alguns dias, não mais do que quatro, creio, poderão receber alta.

-Hountou ni?- disse Sango, com os olhos brilhando e a médica fez que sim com a cabeça.- Sugoi!

-Eu vou indo.- disse a médica, dando mais uma olhada para Sesshoumaru.- O horário de visitas está quase acabando, sinto ter de dizer que devem ir embora.

Quando ela saiu, surpreendendo Kagome, a expressão de Sakura voltou automaticamente ao normal e disse:

-Bem, então acho que temos que ir embora.

Sango e Kagome suspiraram, concordando em seguida com um aceno de cabeça.

-Sore ja.- disse Sakura, despedindo-se delas. Os homens também se despediram e eles estavam quase na porta, quando Sesshoumaru se aproximou de Sakura e ela simplesmente desviou dele e saiu do quarto. Inuyasha e Miroku trocaram olhares e saíram atrás da ruiva, enquanto Sesshoumaru ainda estava um pouco perdido. Um segundo depois, um mínimo sorriso surgiu em seu rosto e ele saiu do quarto também.

Ele mal saiu do quarto e Sango disse para Kagome:

-Você viu como aquela médica estava olhando para o Sesshoumaru? Não sei como Sakura-chan não a atacou.

-Ora, mas o Sesshoumaru não estava ligando.- disse ela começando a ler um artigo da revista antes esquecida.

-Hai, mas também não estava fazendo nada para evitar.

-Você queria que ele chegasse para a mulher e dissesse: 'Onegai, poderia parar de olhar para mim para minha noiva não ficar com ciúmes, e por sinal, ela está aqui'.

-Não sei o que eu iria querer, mas se fosse com o meu namorado, eu iria ter estrangulado aquela mulher, ou no mínimo, matado ela a pauladas.

-Acho que a Sakura-chan decidiu descontar sua raiva no Sesshoumaru, você viu como ela ignorou ele? Parecia muito brava.-disse Kagome, desistindo por fim de ler a revista.

-Hai, mas se eu não estou enganada, eu poderia jurar que eu vi o Sesshoumaru sorrindo.

Kagome olhou para ela, tendo quase engasgado com sua própria saliva.

-Sesshoumaru, sorrindo? Certo, Sango-chan. Acho que esse livro idiota está fazendo mal para seu cérebro, está queimando neurônios.

-Eu sei que parece absurdo, mas é como se ele tivesse ficado feliz em ver que Sakura-chan estava com ciúmes.

-Esquece isso, vai.- disse Kagome.- Está contente agora?

Sango pareceu se lembrar de que agora estava – como ela desejara tanto – noiva de Miroku e sorriu tanto que parecia que seu maxilar iria se deslocar.

-Muito. Eu estou com vontade de gritar.- Kagome arregalou os olhos e tampou os ouvidos, dizendo:

-Onegai, Iie! Meus ouvidos não suportariam a força de sua euforia.

-Foi só força de expressão...- disse Sango, cruzando os braços como uma criança emburrada. No entanto, sua alegria era tanta que logo seus braços se soltaram e ela estava quase dando pulos de alegria.- Ureshii!!!!!

Kagome sorriu e pensou: "Essa será uma noite longa, se Sango continuar desse jeito!" e se virou para dormir.

OOooOOooOOooOO

Sesshoumaru mantinha seus olhos fixos na rua movimentada de Tóquio, mas de vez em quando lançava um olhar para Sakura. Ela mantinha no rosto uma expressão neutra, mas seu olhar expressava toda a raiva e – se não estava enganado, e tinha certeza que não estava – seu ciúme. Ela olhava para a rua, mas ele sabia que era apenas para não conversar com ele. Sorriu levemente. Ela ficava ainda mais bonita quando estava brava.

Numa súbita idéia, virou à esquerda. Sakura olhou para ele, mas não comentou nada. Sorriu novamente. Sabia que ela estava brava demais até para questioná-lo.

"Eu não iria mostrar isso agora, pretendia fazer surpresa por mais algum tempo, mas acho que isso seria uma das poucas coisas que a acalmaria". Ele seguiu por alguns quarteirões até chegar em um prédio em um bairro nobre da cidade. O prédio era muito grande e muito bem localizado. Ele parou com o carro em frente ao portão, onde ao lado havia uma guarita com um guarda.

Sesshoumaru conversou com o guarda e esse logo abriu o portão. Ele dirigiu até uma vaga específica do estacionamento subterrâneo e parou o carro, saindo em seguida, enquanto Sakura ficou apenas olhando-o contornar o carro e abrir a porta para ela.

-O que está fazendo?- ela disse, sem aceitar a mão estendida dele. Sesshoumaru sorriu mais uma vez, segurando a vontade de rir do ciúme infantil dela e eles seguiram até um elevador. Ele apertou o botão do último andar.

-Aonde está me levando?- Sakura disse, olhando-o com o canto dos olhos.

-Você vai ver.- ele disse simplesmente. Ela respirou fundo e virou o rosto. Ele olhou-a mais atentamente. Estava realmente linda. Usava um vestido lilás de tecido leve, longo até os joelhos, falsamente tomara-que-caia, solto desde abaixo do busto, onde ainda era colado ao corpo, com a barriga bem saliente. Possuía uma parte como se fosse um casaco de mangas longas e coladas, na cor branca, como se fosse de outra blusa. Os cabelos estavam quase totalmente soltos, mas com duas mechas laterais presas atrás, por cima do cabelo, deixando a franja de lado, dando um charme a mais.

"Como ela pode pensar que eu olharia para outra mulher sendo tão linda?" Pensou o youkai.

Alguns segundos depois o elevador parou e as portas se abriram. Ele dava diretamente dentro do apartamento. Esse já estava todo mobiliado e era muitíssimo espaçoso, sendo a cobertura. O Elevador dava em uma sala bem espaçosa com dois sofás de cor azul marinho, um de três lugares na parede à esquerda do elevador e um de dois, na parede oposta ao elevador além de uma poltrona na parede esquerda. No centro, havia uma mesa de vidro muito grosso meio azulado (puxado para o azul escuro) e alguns quadros na parede. Havia três portas.

(Eu vou descrever o resto do apartamento, para não ter de fazer isso depois, mas eles continuam em frente ao elevador, viu gente? Quem não quiser ler é só pular 5 parágrafos sem contar com esse e começar do próximo) A da parede à direita, ao lado da poltrona levava a outra sala, essa de TV. Era uma sala muito grande, com um sofá de quatro lugares cor de creme na parede à esquerda da porta e uma poltrona no lado oposto à porta, e na parede em frente ao sofá havia uma estante de marfim com uma TV de 42 polegadas de tela plana, DVD, Som e todas essas coisas. No centro da sala havia uma mesa também de marfim com alguns enfeites, tudo isso sobre um belo tapete branco (Como se fosse feito de pele de urso polar, mas não é). Na parede da porta, ainda havia uma cômoda de marfim com várias fotografias. Ao lado da estante com a TV, havia uma porta de varanda, toda de vidro. Era uma varanda bem grande para um apartamento, mas nela não havia nada.

Na parede onde está o sofá cor de creme tem uma porta do lado direito do sofá (Entre ele e a poltrona) que leva à sala de jantar, composta por uma mesa com oito cadeiras, feita de vidro. Na parede à direita da porta, há outra porta, que leva a cozinha, toda em branco. Voltando à sala de TV, existe uma porta ao lado direito da poltrona, mais perto da estante com a TV, que dá para uma suíte de hóspedes bem espaçoso. Tem uma cama de casal muito confortável, um rack com uma TV de 20 polegadas e tela plana e um DVD, um guarda roupa escuro e uma porta para um pequeno banheiro. Ainda na sala de TV, ao lado dessa mesma porta, há outra que leva a cobertura, onde existem duas piscinas, uma retangular e outra redonda, as duas fundas, cercadas por algumas esteiras. Existem dois cômodos ali, um com um grande sofá preto e uma TV Gigante, de 53 polegadas e um DVD e outro, com três computadores.

Voltando à sala de estar, a porta ao lado do sofá de dois lugares dá para um banheiro social. Ele é todo em mármore escuro, possui uma banheira redonda grande preta, ao fundo, ao lado de um Box. Do lado esquerdo, mais perto da porta, há uma pia também em mármore escuro e do outro lado a privada.

A porta ao lado do sofá de três lugares leva a um pequeno corredor. Neste, logo à direita, tem uma porta, que leva a uma suíte (para filhos) com uma cama de solteiro com a cabeceira encostada na parede à esquerda da porta. Na parede oposta à porta encontra-se uma porta de vidro que dá para uma varanda, na parede do lado direito da porta (em frente à cama) há um rack com uma TV de 29 polegadas e tela plana, com um DVD e um play station 3. na parede da porta há uma escrivaninha com um computador. Em uma porta do lado direito da cama, existe um banheiro todo em mármore branco, também com uma banheira redonda. Uma porta do outro lado da cama leva ao Closet. Todo o quarto tem detalhes em rosa claro, mas é basicamente branco.

Voltando ao corredor, caminhando um pouco para a esquerda a uma porta que leva a outra suíte. Na parede da porta, logo ao lado dessa, há uma cama de solteiro. Em frente a essa há uma estante igual a do outro quarto. Na parede há direita da porta há uma escrivaninha com um computador preto. Na parede do lado direito a porta, há duas portas, uma que leva ao Closet e outra que leva ao banheiro, igual ao do outro quarto. Ao lado da estante, na parede oposta a porta, há uma porta de vidro que leva a uma varanda. O quarto é, como o outro, basicamente branco, mas tem detalhes em preto.

No fim do lado esquerdo do corredor há uma última porta, que leva a suíte de casal. Esse quarto é visivelmente maior que todos os outros. Na parede da porta, do lado direito, há uma grande cama de casal. Do lado dessa, há uma porta de vidro que leva a uma grande varanda. Em frente à cama, há um rack branco com uma TV de 29 polegadas e um DVD. Do lado direito desse, tem uma porta que leva a um grande banheiro de mármore branco com uma banheira enorme (para 2) redonda, um Box também grande – e para dois também – e o resto. Do lado esquerdo do rack há uma porta que dá para o closet, que é quase o triplo do tamanho dos closets dos outros quartos. Na parede há esquerda a porta do corredor há uma grande escrivaninha branca, com dois computadores.

Sakura olhou toda a sala e se virou para Sesshoumaru, confusa:

-Que é esse apartamento?- Sesshoumaru sorriu e se aproximou, abraçando-a.

-Esse é o apartamento em que eu, você, Rin e o nosso bebê vamos morar. Eu o comprei para quando nos casarmos.

Sakura ficou encarando-o por vários minutos. Sesshoumaru, cansado da falta de resposta da futura esposa, diz:

-Você não gostou?

-Eu gostei, sim, ele é lindo, na verdade, maravilhoso, demo...

-Demo...- ele a incentivou a continuar.

-Se você acha que eu vou esquecer o motivo de estar com raiva de você está muito enganado!

Sesshoumaru respirou com força. Porque Sakura tinha que ser tão complicada? Ele olhou no fundo dos olhos violeta dela e disse seriamente:

-Eu nunca olharia para qualquer outra mulher com algum tipo de interesse que não fosse você, Sakura. Aishiteru... Nada nem ninguém vai mudar isso.

Sakura respirou fundo e disse:

-Eu sei... Demo, eu não gosto que outras mulheres fiquem olhando para você como aquela descarada ficou, eu morro de ciúmes... Kuso!

Ele sorriu divertido. Só faltava ela espernear como uma criancinha.

-O que você queria que eu fizesse? Que mandasse ela parar de me olhar porque você estava com ciúmes?

-Não sei! Mas me deu vontade de pular no pescoço dela e matá-la da forma mais dolorosa que eu conseguisse pensar. E vê se para de sorrir desse jeito!

Sesshoumaru teve de se controlar para não rir. Ele abraçou a noiva e disse:

-Não se preocupe, eu nunca vou deixar você.

Sakura respirou fundo e disse, correspondendo ao abraço:

-Aishiteru.

-Watashi mo.

OOooOOooOOooOO

-Eu odeio esse lugar! Aqui é tão tedioso!- disse pela décima vez Sango, de braços cruzados, como uma criança. Kagome se controlou para não rodar os olhos, também pela décima vez e em vez disso, fechou-os, contando até dez para não mandar Sango calar a boca.

-Sango-chan, pare de falar isso, desde que saímos da UTI à três dias você tem ficado cada vez mais chata!

-Eu estou entediada, K-chan!

-Olha, estamos apenas esperando que Inuyasha Sakura e Miroku venham nos buscar e vamos embora, então pare de reclamar.

Sango bufou e se sentou novamente na cama. As duas já haviam recebido a alta da médica a algumas horas, mas parecia que Inuyasha, Sakura e Miroku estavam do outro lado do planeta, de tanto que demoravam.

Nesse momento a porta do quarto se abriu e o trio chegou. Sakura se antecipou e entregou a elas duas mudas de roupas.

-Aqui está.

-Arigatou.- disse Kagome, Sango se controlou para não bufar novamente. Elas entraram no banheiro e se trocaram. Enquanto isso, Miroku disse baixo, olhando para a porta do banheiro:

-Quem dera se eu tivesse visão de raio-X, ia adorar ver a Sango-chan de lingerie.

Um segundo depois, ele estava recebendo dois socos na cabeça, um de Inuyasha e outro de Sakura.

-Itai! Como vocês são maus, foi só um comentário.

Sango e Kagome saíram do quarto e todos estavam saindo do hospital, quando Kagome lembrou-se, ao ver Sango segurando-o:

-Aliás, Sango-chan, como você conseguiu trazer esse livro para cá?

-Ele estava dentro do carro no dia do acidente. A equipe de resgate achou e trouxe, junto com as nossas bolsas e nossos documentos. E olha o que eu achei:

Ela abriu na última página do livro, onde estava escrito: e por fim, se tudo falhar, só resta uma coisa: sofra um acidente. Isso fará com que seu namorado sinta medo de que você morra e logo te pedirá em casamento. A única coisa que não pode acontecer é você morrer no acidente.

Kagome olhou do livro para Sango e perguntou:

-Você não tinha lido isso antes, tinha, Sango?

-Credo, Kagome! – ela disse, levando a mão ao coração.- eu tenho amor próprio, antes eu do que isso! Você acha mesmo que eu seria capaz de arriscar a minha vida só por isso?

E piscou. Kagome sorriu. Realmente, Sango não seria louca o bastante para quase matá-las apenas para convencer Miroku de se casar com ela, seria?

Mas um chamado tirou Kagome de seus pensamentos.

-SRTA HIMURA! MATTE, ONEGAI!

A médica que as atendera vinha correndo na direção de Sango, que tinha uma expressão de: "Ela é louca?". Kagome olhou brevemente para Sakura e viu que a expressão dela só estava um pouco nervosa e sorriu. Ela e Sesshoumaru provavelmente tinham se entendido, mas Sakura não podia deixar de sentir ciúmes.

-Srta Himura, eu... Tenho...- ofegava a médica, sacudindo alguns papéis em sua mão. -... Uma notícia para... Te dar...

Miroku se aproximou e Sango disse, impaciente:

-Então fale logo!

-Você... Está...

-Nani?

-Grávida.

-Nani?- disseram Inuyasha e Kagome. Miroku não conseguia expressar nada, Sakura tinha os olhos arregalados e Sango...

-Miroku!- gritou Sakura bem a tempo. O Houshi conseguiu segurar Sango antes que ela caísse contra o chão, desmaiada.

-Vamos levá-la para uma...- começou a médica, mas Sakura entrou na frente.

-Pode deixar, Dra., nós cuidamos dela.

-Demo...- A médica arregalou os olhos, quando Sakura começou a dar tapas fracos no rosto de Sango.- Kami-sama! Esse não é o jeito correto de tratar uma pessoa passando mal!

Kagome se afastou e se encostou a Inuyasha quando viu uma veia latejando na testa de Sakura. Sango despertou e ela e Miroku se afastaram, quando Sakura virou-se para a médica e disse:

-Olhe, eu já cansei de você tentando se meter em tudo, você sabia que aquele homem a quem você tanto olhava aquele dia é o meu noivo e que o filho que eu vou ter é dele?

-Eu não...- falar a médica, mas Sakura não deixou.

-Eu sei a melhor forma de tratar alguém que desmaiou graças a essa notícia porque eu já sofri disso duas vezes, a segunda na frente de um restaurante inteiro e...

Sakura parou de falar e levou a mão à barriga com tamanho de sete meses de gravidez. Desceu um pouco mais e notou que estava sangrando.

-Minha bolsa estourou!Itai!

Inuyasha e Miroku a ampararam, e a médica guiou o grupo até uma sala de parto, indo depois chamar um médico especializado.

-Como pode ser, você não tem nem quatro meses de gravidez, e pelo que eu me lembre, você disse que a gestação de filho de youkai dura cinco meses.- disse Sango, ainda abalada pela própria notícia de gravidez.

-Vai nascer... Itai! Prematuro, Baka!- disse Sakura.

Kagome se afastou e avisou Sesshoumaru por telefone. Logo se aproximou e disse:

-Sesshoumaru está vindo, acabou de abandonar o tribunal para vir para cá.

-Shimatta! Esse Julgamento era importante.

-Não mais que o filho dele.- disse Miroku.

O médico entrou na sala e disse:

-Peço que saiam todos, o pai está aqui? Soube que já estavam aqui quando a bolsa rompeu.

-Hai, mas o pai não está aqui.- disse Inuyasha.

-Bem, teremos que começar sem ele. Seja forte.

OOooOOooOOooOO

E aí, minna-san, gostaram?

Esse capítulo é mais felizinho, embora eu ache que ele ficou detalhado d (principalmente na parte do apartamento), mas enfim, eu gostei XD

Espero que tenham gostado, e que me desculpem pela demora (Sumimasen)

Vamos às reviews:

Cris: muito obrigada pela review, me deixou muito feliz.Bem, no fim acabou tudo dando certo, não? Foi apenas um sustoXD espero que não tenha ficado brava...

Eu? Cruel? Nãooo! Eu só não podia continuar, e mesmo porque, como eu disse, foi apenas um susto, não aconteceu nada (quer dizer, com isso, a Sango descobriu que estava grávida, né?)

Muito obrigada pela review, mil desculpas pela demora em postar e continue acompanhando a fic.

Até a próxima.

Val Higurashi: olá, muito obrigada pela review, estou muito contenteXD olha, nesse capítulo nem teve tanta tortura, sabe, eu fui até muito boazinha, afinal, nem aconteceu nada no acidente... realmente, a polícia não presto mesmo, mas eu não podia colocar que ela ia interferir senão perderia a graça (bem, graça não teve, mas perderia a ação) Desculpe pela demora em postar, continue acompanhando, espero que tenha gostado desse capítulo. Bjos e até a próxima.