Uma porra do caralho de gravidez

— Caralho da puta que pariu Bella, NÃO — Edward disse bravo.

— Porque porra? Eu estou grávida, preciso disso. Posso até sentir o gosto na minha boca — ela disse lambendo os lábios e fechando seus olhos por um momento, como se tivesse apreciando lentamente.

— Esse é a porra do desejo mais estranho do caralho que alguma grávida já teve na vida, prefiro que coma cebola com ketchup de novo — ele disse passando a mão em seu cabelo.

Bella fez cara de choro.

— Mas nós queremos — ela disse passando a mão em sua barriga redonda de quase cinco meses de gestação.

Edward suspirou.

— Você não vai — ele disse apenas, mas firme.

Ela chorou.

Ah, os hormônios das grávidas.

— Você não me ama, não é? Não ama nosso bebê?

Ele rolou os olhos a abraçando.

— Caralho Isabella, para de falar asneira, você sabe que amo vocês mais que tudo nesse mundo fudido de merda e é por isso mesmo que não vou deixar você beber sangue. Sangue. Que porra de desejo é esse? Virou vampira agora é? — ele disse.

Ela fez biquinho.

— Mas eu estou com tanta sede, Edward, quero sangue — Bella falou infantilmente.

— Puta que pariu, vai beber agua mulher, porque eu já tive que aguentar você por uma semana com bafo de cebola, mas sangue é de mais, fala sério — ele disse.

Ela fez biquinho.

— Por favor.

— Não.

— Eu vou fazer greve — ela ameaçou.

Ele riu.

— Do jeito que você está me atacando toda hora? Duvido que consiga — ele disse cheirando os cabelos dela, lembrando que acordou aquele dia com ela massageando seu membro — Outro desejo, baby, mas não esse — Edward disse acariciando seu rosto — Não vou deixar você beber sangue, minha vampirinha — disse.

— Sangue? Eca Edward não acredito nisso — ela disse fazendo careta — Beber sangue? Que nojo! Nunca, never — Bella falou.

Ele riu.

Homônimos, ela mudava toda hora de desejo e de humor, ele disse lembrando-se da vez que ele saiu duas horas da madrugada apara comprar rosquinhas de chocolate do outro lado da cidade e quando chegou ela vomitou o jantar só de sentir o cheiro.

— E o que você quer? — disse aliviado dela ter mudado de ideia.

— Você me fodendo forte com seu pau — ela disse e ele gemeu a virando e ficando por cima dela na cama.

Com certeza aquele desejo ele poderia realizar.

...

— Isso... Isso foi o que eu estou pensando? — Edward perguntou abismado deslizando sua mão pela barriga da esposa.

Bella levou sua mão em cima da dele.

— Sim — ela disse com a voz embargada.

Ele abriu um imenso sorriso, voltando a encostar seu ouvido na barriga da esposa.

— Hey, papai está aqui, você está bem quentinho aí hein? — Edward começou a tagarelar de novo com a barriga da esposa e sentiu outro chute — Porra fodida, você tem um chute bem forte — ele disse.

Bella deu um beliscão em seu braço.

— Edward você sabe que ele pode ouvi-lo para de xingar se não a primeira palavra que nosso bebê vai dizer vai ser porra e se for pode ter certeza que você vai se dar muito mal, Cullen — Bella disse brava.

— Prometo que vou tentar controlar — ele disse beijando seus dedos em frente aos lábio.

Ela sorriu.

— Ai espero que amanhã, nosso bebê esteja de perninhas abertas, estou ansiosa querendo saber seu sexo — Bella disse.

— Eu também, mas seja o que for o que importa é que venha forte e com saúde.

— Com toda certeza — Bella assentiu puxando o cabelo dele suavemente e Edward depositou um beijo na barriga dela e se levantou ficando com o rosto da altura dela beijando seus lábios lentamente.

...

— Prontos para saber o sexo? — a médica perguntou deslizando o aparelho pela barriga de Bella, ao fundo eles ouviam o coração do bebê que batia forte.

— Dar para ver? — Edward perguntou animado.

— Sim — a médica sorriu.

— Mas está tudo bem com ele ou ela? — Bella perguntou, sua mão entrelaçada na de Edward.

— Ela está bem — a médica respondeu.

— Ela?

— Sim é uma garotinha.

Bella sentiu lágrimas em seus olhos.

Edward sentiu cabelos brancos nascerem.

Uma menina.

Uma garotinha.

Pura e inocente.

Ele sorriu beijando as lagrimas da esposa.

— Obrigado — sussurrou apenas.

...

— Edward, chega não vamos comprar tudo de uma vez — Bella disse tentando impedir o marido que pegava cada vestidinho e macacãozinho que via pela frente e colocava dentro de uma cesta.

— Caralho Bella olha esse — ele disse pegando uma blusa que tinha escrito "Garota do Papai".

Bella riu segurando em sua mão.

— Nós viemos para ver roupas para mim lembra? — ela falou. Haviam ido ao shopping comprar roupas para ela já que as suas não serviam mais e assim que viu uma loja de roupas de crianças Edward largou a mulher e correu para dentro da loja, encantando com as várias roupinhas de menina que tinha ali.

— Eu sei, mas porra não consigo resistir — ele disse.

— Eu sei, querido, também estou com vontade de comprar a loja toda, mas vamos ver algumas roupas para mim, depois a gente começa a montar o enxoval dela — Bella prometeu.

Ele sorriu.

— Posso levar essa? — perguntou mostrando a blusinha, seus olhos dourados estavam pidões.

— Claro — ela sorriu o beijando levemente nos lábios.

Edward pagou pela blusa e foram para uma loja especial para gestantes.

— Boa tarde, possa ajudar? — uma mulher loira com um coque o uniforme da loja perguntou.

— Sim queria ver algumas roupas — Bella disse colocando a mão em sua barriga avantajada.

— Claro, está de quantos meses?

— Cinco — Edward quem respondeu com um sorriso — É uma menina — falou.

A mulher sorriu educadamente de mais para ele.

— Bom, você deve ser o papai — ela disse.

— E meu marido — Bella acrescentou rapidamente — As roupas...

— Claro por aqui — ela disse acostumado do jeito que as gravidas iam ali.

A mulher pegou várias roupas para Bella que escolhia algumas peças e experimentava outras. Edward apenas ficou sentado na frente do provador, fazendo Bella mostrar cada roupa que vestia.

— Edward fecha aqui para mim — Bella pediu abrindo a porta do provador e ficando de costas para Edward, ela vestia um vestido preto sem mangas, suas costas estavam nuas e mostravam o começo de um elástico azul de cetim de sua calcinha.

Ele lambeu os lábios e pegou o zíper, olhou para um lado e para o outro e sorriu ao invés de subir o zíper empurrou Bella para dentro do vestiário e fechou a porta a travando.

O provador era de um tamanho normal, tinha um banquinho estofado, cabides, mas o que o deixou sorrindo foi que ele tinha espelhos nas quatro paredes dele.

— Edward o que está fazendo? — ela perguntou.

— Fodendo você — ele respondeu a puxando e beijando sua boca com desejo.

— Edward não aqui! — ela disse tentando se separar dele.

Ele respirou fundo, passando a mão em seu cabelo.

— Por quê? Vamos baby, se que quer isso tanto quanto eu — ele disse roçando sua crescente ereção nela, seus lábios deslizando em seu pescoço.

Bella suspirou.

— Porra se alguém pegar a gente eu mato você — ela disse se rendendo e o puxou para um beijo.

Ela puxou seu cabelo, mordendo seus lábios e entrelaçando a sua língua na dele, ele gemeu apertando a bunda dela com força roçando seu membro ereto já no quadril dela.

Ele a ajudou tirar o vestido com cuidado, deixando a só com um sutiã reforçado de gravida e com uma calcinha azul que era bem sexy.

— Caralho, você está gostosa para puta que pariu — ele disse gemendo tirando seu sutiã, deixando seus seios inchados para o bel prazer nele.

Ela puxou a blusa dele enquanto sua boca brincava com seus peitos, depois desceu sua calça e a puxou para baixo junto com a cueca, segurou seu membro em suas mãos e o acariciou.

— Tão gostoso — ela disse o apertando.

— Cacete — ele gemeu mordendo os lábios dela.

— Quero sua boca na minha boceta, baby, me chupa — ela pediu. Ele sorriu ultimamente ela estava bem mandona, não que ele se importasse. Era um feliz capacho sexual dela.

Edward pediu para que ela apoiasse uma perna em um banquinho que tinha ali e a outra ficou no chão mesmo, ela ficou bem aberta para ele e ainda conseguiu se apoiar no espelho do provador, Edward se agachou ficando entre as pernas dela e não perdeu tempo em lamber as entrada molhada, respirando seu cheiro.

Ele beijou e chupou sua virilha, brincando com os pelos pubianos que cresciam ali.

Bella gemeu um pouquinho mais alto.

— Sra. Cullen está tudo bem aí? — ouviram a voz da vendedora perguntar do lado de fora eles congelaram por um momento, mas logo Edward deu um sorriso e voltou a brincar com sua língua nela.

— Huum... Sim — Bella disse mordendo seus lábios com força.

— Onde está o senhor Cullen? — ela perguntou desconfiada.

E Bella ficou com vontade de mandar a vendedora ir se danar e sair dali que seu marido chupando sua boceta, mas decidiu ser educada.

— Ele disse que ia ver umas coisas por aí — Bella respondeu conseguindo formar uma frase inteira, mesmo com dois dedos do marido dentro dela e sua língua em seu clitóris — Eu já estou terminando aqui, pode me trazer mais algumas? — Bella falou sem tentar sair ofegante, mas não deu muito certo, ela rebolava na boca dele querendo mais.

— Claro — a mulher disse.

Bella puxou Edward o fazendo ficar em pé.

— Edward, como você faz isso? Já pensou se ela nos pega?

— Não ouvi você reclamando enquanto rebolava essa boceta na minha cara.

Bella rolou os olhos.

— Me come logo de uma vez, preciso gozar — ela falou.

— Com prazer querida — ele falou meio arrogante e a virou.

Edward acariciou sua bunda e penetrou seu sexo por trás.

— Rápido — ela sussurrou.

E ele foi rápido, com força, as mãos de Bella apoiadas no espelho os fazendo ver, como era todo espelhado eles podiam ver cada ângulo daquilo, deixando tudo ainda mais excitante, fora o medo de ser pego que deixa ainda mais prazeroso aquele momento.

Ele estocava dentro dela, com força e profundo do jeito que a deixava doida ainda levou sua mão ao sexo dela e acariciou seu clitóris, ele a puxou segurando em seus braços, sentindo seu orgasmo se aproximar ainda mais com ela o apertando com sua vagina, massageou seus seios brincando com seus mamilo voltando a descer sua mão e esfregando seu clitóris o corpo de Bella se contorceu e ele a segurou com força, para não cair sem parar de investir nela.

Ele levou sua mão a boca dela e ela beijou e mordeu seus dedos, enquanto gozava e Edward apertou seus lábios no ombro dela derramando seu liquido dentro do corpo dela, que escorreu pelas suas pernas.

Eles estavam ofegantes do recente orgasmo, respiravam fundo tentando acalmar o corpo deles.

— Caralho, isso foi foda — ele disse puxando ela para um beijo.

— Hum... Sim, agora vai antes que ela volte — Bella disse o empurrando — Droga tô toda melada, como vou limpar isso? — ela disse olhando para suas pernas sujas.

Ele deu um sorriso inocente, subindo suas calças e cueca.

— Agora não vou nem poder ir a mais lojas — falou.

— Relaxa baby, ninguém vai notar — ele disse tentando tranquiliza-la e beijando seus lábios.

Ele sorriu saindo do vestuário e sentando ali, passando a mão em seus cabelos que totalmente denunciavam que ele havia acabado de sair de uma sessão de sexo quente com a sua mulher no provador.

— Sr. Cullen não o tinha visto aí — a mulher disse confusa segurava em sua mão mais algumas roupas.

Ele deu um sorriso torto.

— Ah sim estava resolvendo um probleminha — ele piscou galanteador para a mulher, se Bella visse com certeza surtaria — Amor estou te esperando na entrada — ele disse alto para Bella ouvir e saiu dali.

Bella abriu a porta do provador e encontrou a vendedora olhando curiosamente para Bella que estava corada e com cabelo bagunçado.

Desconfiou.

— Vou ficar com esses — Bella disse apontando para as roupas que tinha escolhido.

A vendedora sorriu sem achar graça, pois estava na cara o que tinha acontecido ali, mas ela não comentou nada.

— É claro, vou leva-las para a senhora.

...

Bella se virou na cama com dificuldade, sua barriga estava enorme, suas costas doíam, seus pés estavam inchados. Não via logo a hora de Renesmee nascer.
Sim.
Esse foi o nome que escolheram para a filha deles.
Renesmee Carlie Swan Cullen.
Um nome nada comum e único.
Mas Edward disse que queria colocar o nome de Renée e Bella disse que estava pensando em fazer uma homenagem a sua sogra também. Eles tentaram Esme Renée e Renée Esme Cullen falaram e acabou nascendo Renesmee e decidiram fazer a mesma coisa com o nome do meio juntando o nome dos avôs corujas que não viam a hora da primeira neta nascer, Carlisle e Charlie.

O quarto o da princesinha deles já estava todo decorado. As paredes eram brancas e um metro do chão tinha uma decoração bem delicada. Em baixo era branca em cima pintada de grafiato lilás bem delicado, o berço branco ficava e já estava todo preparado só esperando a chegada do bebê, tinha ainda uma cadeira de balanço e um guarda roupa branco já repleto de roupas, alguns bicinhos de pelúcia e brinquedos.

Há dois meses, eles haviam feita um chá de fralda e foi muito divertido, ganharam várias coisas e ainda puderam rever seus pais.

Bella já estava na 39º semana e não via a hora dessa menininha nascer. Não conseguia fazer nada com aquele barrigão, nem sexo mais ela estava disposta e olha que eles haviam feito quase todas as posições para gestantes.
Duas semanas atrás ela havia começado a sentir contrações havia até parado no hospital pensando que tinha finalmente chegado a hora, ledo engano. Havia sido apenas contrações falsas, o que era normal com o corpo se preparando para o parto.

Mas aquele dia ela havia acordado com uma sensação de que finalmente teria chegado a hora. Havia passado o dia todo sentindo as benditas contrações. Doía muito e Edward massageava suas costas a todo instante. Mal havia conseguido dormi e ele ressonava tranquilamente ao seu lado. Mal havia sentido sua menina mexer e isso podia ser um sinal que estava chegando a hora.
Ela suspirou se levantando da cama com um pouco de dificuldade. Sua bexiga estava cheia.

— Ei espere — Edward disse acordando quando ela se levantou da cama. Ele também estava ansioso com a chegada da primeira filha e mais ainda com o parto, tinha medo de que algo acontecesse e por isso mesmo, ele pouco dormia e quando isso acontecia ficava acordando toda hora para ver se Bella estava bem, ou tinha algum pesadelo com Bella e sua filha morrendo.

Ele afastou os pensamentos e ajudou Bella a levantar da cama indo com ela para o banheiro.

— Sai — ela disse quando abaixou sua calcinha e sentou no vaso.

Ele saiu sem discutir, não querendo estressar ela, quando ouviu a descarga voltou para dentro do banheiro.

Ela rolou os olhos, lavando as mãos e as secou.

Edward pegou em sua mão e foi com ela para cama. Ela apertou forte sua mão quando sentiu uma pontada.

— O que foi? — ele disse preocupado.

— Essas pontadas estão ficando mais forte — ela disse.

— Vamos para o hospital, caralho — ele falou.

— Ainda não, Edward, não deve ser nada... Ai — disse colocando a mão em sua barriga — Puta fudida da merda, essa doeu — ela assoviou.

Ela se sentou na cama com a ajuda dele, apenas para sentir algo escorrendo por suas pernas.

Oh sim.

Ela olhou para o marido.

— O que foi? — ele disse franzindo sua testa.

— Acho que minha bolsa estourou — ela disse.

Depois disso Edward não se lembra bem de com tudo aconteceu.

Lembra-se de ter sentindo seu sangue gelar e seu coração se apertar. Mas ele tentou agir calmamente, para a surpresa da mulher que pensou que ele ficaria desesperado, eles ligaram para a médica que disse que estaria indo para o hospital, Bella trocou de roupa e Edward a levou para o carro, as bolsas de maternidade da filha e de Bella já estavam lá.

Ele dirigiu de pernas bambas para o hospital os dois em silêncios, apreciam muitos calmos para pais de primeira viagem, mas por dentro tremiam, mas que tudo.

Edward levou algumas multas de transito, mas não se importou, era noite e o transito estava calmo, conseguiram chegar ao hospital sem nenhum problemas. Um enfermeiro já os esperava na entrada, Edward ajudou Bella a se sentar na cadeira de rodas, ouvindo um ofego dela.

Pegou as bolsas da maternidade e foi atrás da mulher apressado.

— O senhor não pode passar daqui — um outro enfermeiro disse bloqueando a porta.

— Uma porra que não posso, minha mulher está lá dentro prestes a ter minha filha e eu vou ficar ao lado dela caralho — ele disse.

— Assine os papeis na recepção, eles vão te dar um crachá depois poderá entrar — falou calmamente.

Edward bufou e foi até a recepção, preencheu os papeis com pressa, não se importando com sua letra que era sempre linda e organizada ficar feia, pegou o crachá e quase que esfregou na cara do homem que o deixou entrar.

Encontrou Bella deitada numa maca, ela vestia roupas de hospital e estava sozinha.

— Você está bem? — ele perguntou.

— Sim — ela assentiu respirando fundo — A médica já fez o exame de toque estou com quatro centímetros e minhas contrações estão... aah — ela deu um gritinho quando outra contração a atingiu — regulares — falou ofegante — Ela disse para eu relaxar, fazer alguma coisa, pode demorar ainda — disse.

Edward assentiu e beijou a testa dela e sua mão. Durante as próximas horas ele leu para ela, brincou com ela, a descontraiu e a si próprio, ainda recebeu a visita de Alice e Rose, que falaram que já haviam avisado para os avós que já estavam a caminho e provavelmente chegariam só quando a netinha nascesse.

Depois de intermináveis horas e xingamentos de Bella, falando que Edward nunca mais chegaria com o pau dele perto dela, Renesmee Carlie Swan Cullen nasceu.

A menininha estava meia roxa e com a cara enrugada, mas os pais se apaixonaram por ela assim que a viram, na verdade, eles já a amavam desde que ela era uma sementinha dentro da barriga da mãe.

A menina parecia careca, seus cabelos ralinhos e bem clarinhos, pareciam não ter sobrancelha e seus olhos fechados.

Os pais choravam de emoção, a menininha foi colocada no peito da mãe e Edward soltou um suspiro de alivio quando Bella soltou sua mão, que ela apertava com força. A menina parou de chorar ao sentir o cheiro conhecido da mãe, foi se acalmando pouco a pouco Edward com o maior cuidado do mundo colocou seu dedo mindinho na mão da filha e só perceberam depois que aquele momento havia sido registrado por um enfermeiro.

— Obrigado, obrigado — ele disse beijando a testa de Bella que sorria emocionada, olhando o pequeno bebezinho em seus braços.

E é assim a vida. Duas pessoas se conhecem, se apaixonam, casam, brigam, tem filhos, o fruto do amor deles. Finalmente Edward e Bella estavam tendo um, que só vinha para complementar a vida deles que felizmente, já era tão feliz.

Graças a Deus, Renesmee veio com saúde, o parto não teve complicações e Renesmee e Bella estavam bem. O único problema foi a filha que demorou para pegar o peito de Bella que começava a ficar desesperada já que se pequeno anjinho se esgoelava de fome, mas não conseguia mamar em seus seios que estavam cheios de leite.

Mas finalmente ela pegou e Bella respirou mais aliviada.

Os avos se apaixonaram pela neta assim que a viram, assim também como os tios e amigos do casal.

Edward não saiu um dia do hospital ficando sempre ao lado das suas garotas, ostentando um sorriso enorme que até dormindo ainda estava ali.

Quase quatro dias depois elas receberam alta do hospital e eles puderam voltar para casa, finalmente começando essa nova etapa da vida deles.

— Ela é tão perfeita — Bella disse boba acariciando a mãozinha de sua filha a vendo mamar com vontade em seu peito.

— Assim como a mamãe dela — Edward disse também olhando boba para elas.

Bella balançou a cabeça, mas sorriu. Olhou para o marido e eles sorriram um para o outro.

Trocaram um simples selinho, com uma promessa muda de que se amariam para sempre.