Ok, primeiro de tudo: acho que devo um pedido ENOOOORMEE de desculpas p vcs, garotas e garotos – se tiver algum. Eu não percebi que tinha ficado tanto tempo sem atualizar a fic. O tempo passou muito mais rápido do que eu percebi. Mil desculpas! Mesmo.
Segundo acho que devido ao tempo sem aparecer - para aquelas que ainda lembram que lêem, ou pelo menos liam minha fic... -, vcs já devem até ter esquecido o que houve, então vamos para uma pequena Recapitulação dos Fatos:
Quando Isabella Swan veio para Forks ela pensou que finalmente iria ter um pouco de paz na sua curta e já tão turbulenta vida. Ledo engano. Logo no primeiro dia de aula ela já tem uma, ou melhor, seis grandes surpresas na sua nova faculdade: os Cullen.
Eles não são pessoas comuns. São vampiros! E sua experiência diz que vampiros e ela não são uma combinação nada boa. Isso porque ela não é uma pessoa comum. Ela não é vampira, não é humana e não é bruxa. Ela é os três.
Sua mãe, Renée, uma bruxa, foi mordida enquanto estava grávida de nove meses pelo seu pai de Bella, Charlie, que recém-transformado não pôde se conter. Como resultado, Renée se transformou em vampira mas antes, graças a uma ajudinha do Dr. Carlisle Cullen, nasceu Bella: meio-humana, meio-vampira e meio-bruxa.
Uma raridade dessas não poderia permanecer em segredo para sempre, assim sendo, os Volturi, resolveram recrutá-la para seu grupo de vampiros super poderosos ou matá-la tentando.
Voltando aos Cullen, depois de uma grande confusão que envolve uma invasão à casa, uma luta frenética e um velho conhecido – James – ela percebe que pode confiar nos Cullen e ela e sua família passam a morar com eles.
Contudo, uma grande surpresa ainda a aguarda.
Ela sente uma inexplicável e incontrolável atração pelo lindo vampiro de cabelos rebeldes, Edward Cullen. Mas ao que tudo indica, o destino não quer ajudá-los, pois sempre que estão perto de um entendimento algo surge e atrapalha. E o último empecilho, ao que tudo indica, acaba de chegar:
# Ponto de Vista da Bella #
"Enquanto eles conversavam comecei a me vestir. Era a única coisa que conseguia fazer.
Seguimos para casa e em pouco tempo estávamos de volta. Alice e Edward seguiam na frente e eu um pouco atrás, perdida nos meus pensamentos.
- Não se preocupa, baixinha – ouvi vagamente ele dizer para a irmã, mas estava distraída de mais para prestar atenção ao que diziam.
É, Edward, está difícil o negócio com você..., me lamentei.
Então de repente um cheiro familiar interrompeu a minha linha de raciocínio.
Estanquei no lugar surpresa.
- Não pode ser... – sussurrei sem fôlego.
Alice e Edward imediatamente pararam e se viraram me encarando com o olhar alarmado.
- Bella? – ouvi aquela voz grave me chamar a alguns metros de onde eu estava e no instante seguinte meu coração parou de bater".
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Agora eu acho que podemos continuar com a história...
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12. Ciúmes
Ainda não conseguia acreditar no que tinha feito. Só sei que quando dei por mim estava com a minha boca a milímetros da dela. Crente que dessa vez ninguém iria nos interromper. Mas que doce ilusão...
Nem de noite, no meio de uma floresta deserta, eu conseguia dar UM simples beijo na Bella sem que alguém me interrompesse.
Olha, se Alice não fosse minha irmã, não estaria andando por aí viva a essa hora, não...
Bufei de raiva. É, definitivamente não era para ser. Acho que nunca vou conseguir beijar a Bella.
- Tudo bem, Edward? – a baixinha quis saber.
- Sim – disse simplesmente.
Eu atrapalhei vocês, não foi?, me perguntou culpada por pensamento.
Não respondi nada.
Desculpa, Edward! Juro que não era a minha intenção!
- Não se preocupa, baixinha – tranquilizei-a.
Ela me mandou um sorriso fraco.
Mas antes que pudesse dizer qualquer outra coisa, ouvi algo que me deixou sem ação.
Ela está aqui!, ele pensou contente se aproximando a uma velocidade assombrosa. Finalmente te encontrei, Bella!
De repente na mente de Alice, tudo escureceu. Eu, ela e Bella estávamos sumindo à medida que o estranho se aproximava. Aquilo não era bom.
- Não pode ser... – ouvi Bella sussurrar quase sem fôlego.
Eu e Alice nos viramos para encará-la. Tenho certeza que minha expressão não era das melhores.
Senti aquele cheiro fedorento e enjoativo. Aquele cheiro que eu conhecia e que nunca foi um bom sinal.
Um homem enorme de quase dois metros e meio apareceu na orla da floresta. Ele tinha a pele morena e o cabelo escuro liso e comprido que iam até depois dos ombros. Os olhos dele eram pretos e as feições rudes. Ele tinha um espantoso ar selvagem, como o de algum animal, como o de um lobo, como o que ele era, um lobisomem.
- Bella? – a sua voz grave a chamou.
Ela se virou para encará-lo e ficou parada por um tempo sem reação.
Eu tinha dado dois passos para me aproximar quando ela fez algo totalmente inesperado que me deixou sem saber o que fazer.
Bella correu até o estranho e o abraçou com força enquanto lágrimas caíam do seu rosto.
- Jacob! – exclamou o apertando mais. – Você está bem. Você está vivo!
- Estou sim, minha linda – respondeu dando um beijo nos cabelos dela.
Segurei-me para não avançar naquele imbecil. Mas o que estava acontecendo aqui?
Ela o encarou com um sorriso de alívio e alegria.
- Como você...? Quer dizer, eu te vi, você estava cercado e... – Um soluço saiu da sua garganta e ele a abraçou tentando acalmá-la.
- Shh... Está tudo bem agora. Não precisa se preocupar.
- Eu fiquei tão preocupada com você. Eu pensei que você tinha... que você tinha... – Ela não conseguiu terminar a frase.
- Já disse, está tudo bem, pequena. Olha. – Ele se afastou e deu uma voltinha. – Tão gato como sempre e ainda totalmente disponível para você.
Ela riu e eu senti meu coração ficar apertado. Eles tinham uma intimidade muito grande. Preocupavam-se um com o outro, se importavam um com o outro. Eles... gostavam um do outro.
Se eu pudesse chorar estaria fazendo isso agora. Não conseguia ficar ali. Ver aquilo. Era demais para mim. Era demais para eu suportar.
Eu estava tão feliz, tão aliviada. Ali estava ele, Jacob, meu melhor amigo, meu irmão. Minha segunda família. Quando nós fomos atacados por James em Bergen na Noruega, ele ficou para trás para que pudéssemos fugir. Ele os atrasou e pensei que tivesse sido morto por causa disso.
Eu chorei por dias, culpada e triste. Foi a pior sensação da minha vida.
O que você sentiria se seu irmão morresse por sua causa? Para te salvar? E você não pudesse ter feito nada porque estava fraca demais até para se mexer?
Jacob era tão importante para mim quanto meus pais. Quando achei que tivesse morrido uma parte do meu coração morreu com ele. Mas eu estava enganada. Ele havia sobrevivido. Aqui estava ele e eu iria apresentá-lo a todos.
Virei-me para Alice e Edward, estava tão surpresa e feliz que quase me esqueci deles. Mas... cadê o Edward? Afastei-me olhando para todos os lados tentado ouvi-lo ou sentir seu cheiro.
- Está tudo bem? – Jacob me perguntou.
- Ele não está aqui – Alice respondeu como se pudesse ler minha mente.
- Onde ele foi?
- Não sei.
- Hum... – Por que ele tinha ido embora daquele jeito? Será que estava tudo bem? Tive o impulso de procurá-lo. Algo me dizia que não.
- Bella, o que houve?
Virei-me e encarei Jacob. Fazia tanto tempo que eu não o via... Eu queria tanto ficar com ele depois de tanto tempo longe...
Não devia ter acontecido nada com o Edward, certo? Ele devia estar bem.
Eu corri para longe dali o mais depressa que pude. Corri sentindo a pior sensação da minha vida. Então eu estava certo desde o começo. Bella não gostava de mim, ela já tinha alguém... Já amava alguém... esse Jacob.
Soltei um rugido abafado quebrando o tronco de uma grande árvore ao meio. Que grande idiota eu sou! Como pude achar que ela gostava de mim?
Cheguei à beira do lago em que estávamos a apenas alguns minutos e parei me sentando nas pedras da margem. Fiquei ali alguns minutos parado como uma estátua de mármore.
- Está fazendo o que aqui? – ouvi.
Virei-me apressadamente. Eu estava vendo certo?
- O que você está fazendo aqui? – exclamei surpreso.
Ela riu.
- Acho que perguntei primeiro.
- Mas... Eu pensei que... E o Jacob?
- Ele foi falar com os meus pais.
- E você não está lá por quê?
- Bem, é que eu queria você o conhecesse. Sabe, ele é uma pessoa muito importante na minha vida e você também tem sido um ótimo... amigo – Aquilo fez a pressão estranha no meu peito aumentar fazendo um outro sentimento crescer também: a raiva.
- Olha, eu agradeço a sua consideração mas... eu a dispenso – respondi friamente.
- O que?
- Não estou com vontade de conhecer o seu... Jacob agora.
Ele me olhou com espanto e mais algum outro sentimento que eu não consegui identificar.
- Mas... Por que...? Eu não entendo.
- É que... Lobisomens e eu não nos damos bem – disse com desprezo.
A expressão no seu rosto ficou rígida e ela travou o maxilar com raiva.
- Esse é um preconceito idiota! – exclamou. – Jacob é uma boa pessoa, ele é importante para mim, você não pode falar assim.
- Não sei por que está tão nervosinha, eu não falei nada demais do seu amiguinho – comentei me fazendo de desentendido.
Ela estreitou os olhos com ódio.
- Você é ridículo, sabia?
- É? Engraçado, achei que fosse seu amigo – respondi sarcástico.
- Bem, acho que eu me enganei quanto a isso – e dizendo isso foi embora.
Assim que deixei de ouvir seus passos, esmurrei a pedra próxima fazendo-a em pedaços.
Merda!
Não conseguia entender, porque Edward agiu assim? Porque falou daquele jeito do Jacob? Fiquei muito irritada e magoada com ele. Não queria vê-lo nem pintado de ouro hoje. Mas, feliz ou infelizmente, ele não apareceu até agora.
Eram quase dez da noite. Todos os Cullen tinham recebido Jacob com muita educação e simpatia. Meus pais ficaram radiantes em saber que ele estava vivo. Jacob era como um segundo filho para eles.
- Então, nos digam como vocês se conheceram? – Carlisle perguntou educadamente.
- Foi em Chicago, há dez anos. Eu estava perseguindo os Volturi e acabei esbarrando neles – ouvi vagamente Jacob explicar. – Fiquei surpreso ao perceber que os vampiros queriam atacá-los e me propus a ajudar. Os Volturi haviam destruído o meu bando e eu estava atrás de vingança. Mas com o tempo acabei me afeiçoando a eles e nós nos tornamos grandes amigos.
Eu quase não estava prestando atenção na conversa porque ele não me deixava.
Mas que droga, Edward! Até quando você é um imbecil, não sai da minha cabeça!, me lamentei irritada.
Ele havia estragado a minha noite e o reencontro com meu amigo. Fiquei distraída e nervosa quase a noite toda e quase não aproveitei a chegada de Jacob. Mas felizmente para mim, os outros não perceberam nada. Meu amigo lobisomem era a atração do dia e ele estava ocupado demais para me dar atenção.
Quando ficou muito tarde, me despedi de todos e subi. Mas não sem antes marcar um passeio com Jake, como também o chamava, para podermos conversar direito.
Cheguei ao meu quarto e me joguei na cama sabendo que demoraria a dormir.
Como suspeitei, fiquei rolando durante um bom tempo até que o sono finalmente me vencesse e como não podia deixar de ser, acordei no dia seguinte sentindo os olhos ainda pregados.
Arrastei-me até o banheiro e me encarei no espelho. Hoje eu parecia mesmo uma vampira de tão profundas que estavam as minhas olheiras. Era em horas como essas que era horrível ter uma Rosalie em casa. Uma olhadinha nela e eu já estaria planejando o meu suicídio. Ela podia não ser tão irritantemente bonita e perfeita, não é? Ou pelo menos ser legal...
Não, pensando bem, era melhor ela ser mal-humorada assim mesmo porque aí eu podia odiá-la sem culpa nenhuma.
Tive meu momento humano matinal, me troquei e desci para comer.
- Ei, pequena? Você está um charme hoje, hein? – Adivinhem só quem disse isso? É isso mesmo, Jacob. Não chegou nem há um dia acha que pode zoar com a minha cara. E ele não podia ter feito isso em uma hora pior.
Nem me limitei a responder. Simplesmente levitei o seu copo de suco em o virei em cima dele. Isso fez meu mau-humor diminuir consideravelmente.
- Ei! Eu acabei de tomar banho, sabia? – reclamou indignado.
- Duvido, Jake! – respondi provocando-o.
- Sabe, acho que esse tempo longe de mim, fez você desaprender a boa educação que eu te dei.
Olhei-o incrédula e não pude evitar, caí na gargalhada. Só ele para me fazer rir numa hora dessas mesmo.
- Acho que se tivesse posto em prática as "lições de etiqueta" que você me deu, não teria derrubado só um copo de suco em você! – respondi.
- Oh, Jacob, o que houve com você? – Renée exclamou entrando na cozinha.
- Ah, isso? Uma prova de amor da Bella.
Minha mãe se virou para mim me lançando um olhar zangado.
- Ah, nem vem, eu nem encostei nele – tentei me defender.
- Como se você precisasse mesmo encostar nele para causar algum estrago – duvidou. Droga, sabia que não ia funcionar.
- Bem, eu já vou indo que já está na minha hora. – Achei melhor sair antes de levar bronca.
- Não esquece que eu vou te pegar depois da aula, Bells.
Bells? Ele sabia que eu odiava que me chamassem assim. Humpf! Dirigi-me rapidamente para a saída e no caminho quase esbarrei no Edward.
Encarei-o surpresa, presa no seu olhar. Como sempre. Droga! Será que eu poderia por um dia não ser tão idiota quando ficava perto dele?
- Você aqui? – Boa, Bella, foi uma coisa muito inteligente de se dizer!
- Bem... Eu moro aqui.
Toma! Já comecei bem o dia.
- É verdade – desviei os olhos envergonhada.
- Bella... – ele começou hesitante. – Será que a gente podia conversar?
Abri minha boca para responder mas uma voz irritantemente fina e melodiosa soou no alto da escada.
- Eddie! Você já vai? Achei você só tivesse aula mais tarde hoje.
Levantei meus olhos para encará-la. Quem era aquela mulher linda, perfeita e... e... tão íntima do Edward?
- E tenho, Tanya, eu não estava de saída.
Ah, então ela era a Tanya?
Olhei-a de cima a baixo avaliando a sua figura procurando inutilmente por algum defeito. Ela tinha longos cabelos loiro-claro, um corpo fantástico, o rosto era liso e perfeito como o de uma estátua grega e as roupas eram elegantes e chiques. Eu tive agora um grande baque na minha auto-estima. Como se a Rosalie não fosse suficiente para isso...
Ela se aproximou deslizando pelas escadas. Será que ela não poderia andar como uma pessoa normal?
Dã, mas é claro que não, Bella, ela é uma vampira!
Senti muita vontade de ir embora, mas Edward não deixou.
- Bella, essa é a Tanya Delani, a amiga da qual eu te falei. Ela acabou de chegar de viagem do Alasca. Tanya, essa é a Bella, uma amiga da família.
- Oi, Bella – ela me cumprimentou apertando minha mão. E, pela primeira vez, não gostei de alguém me chamando de Bella.
- Oi... Olha, eu já estou indo. Tenho aula agora e... já estou atrasada – inventei a desculpa. Na verdade eu estava era adiantada.
- Sério? Achei que você fosse ter aula mais tarde.
Droga! Por que o Edward tinha que saber meus horários?
- É, mas eu fiquei de me encontrar com a Ângela mais cedo e já estou atrasada.
- Mas a gente nem conversou...
- Deixa ela, Eddie. Não vê que ela está com pressa? – Tanya se intrometeu passando as mãos no ombro de Edward. – Além do mais você não ia me levar para caçar?
O que? Me segura, senhor! Eu estou com minha vontade de dar na cara dessa vampira!
- Bella? – Alice apareceu do nada. Já tinha me acostumado com isso. – Você já vai?
- Já... – respondi querendo dizer: 'Não mudei de ideia, acho que vou caçar com o seu irmão e essa bruaca loira!'
- Então vamos juntas, eu te dou uma carona. Você vai voltar com o Jacob, não é?
- É verdade – respondi e percebi com uma pontinha de satisfação Edward travar o maxilar. – Vamos então.
A aula foi longa e entediante e a todo momento a imagem daquelazinha com as garras no Eddie não saía da minha mente.
Meu humor estava assombroso hoje, eu senti pena de quem veio falar comigo durante as aulas. Resolvi então para o bem de todos ficar afastada das pessoas antes que acabasse quebrando o braço de alguém por engano.
Quando finalmente o sinal tocou anunciando o fim da aula, eu saí quase correndo da sala para me encontrar com Jacob. Finalmente uma coisa boa no meu dia!
Segui até o estacionamento e logo notei aqueles cabelos cor de bronze próximo ao volvo esperando pelos irmãos. Virei-me para vê-lo e percebi que tinha um ser de cabelos amarelo-palha pendurado no pescoço dele. Era a bruaca loira.
Senti meu sangue ferver e me controlei para não arrancar os fios daquele cabelo não-oxigenado dela.
- Bella – ouvi a voz de Jacob me chamar.
Tudo bem, se é assim que você quer...
Fui até Jake consciente de que Edward estava olhando para mim e dei o mais carinhoso e apertado abraço que pude no meu amigo.
- Oi, lindão! – provoquei o vampiro de cabelos cor de bronze.
- Ah, estou vendo que o seu humor melhorou muito desde a manhã, hein? – ele se admirou.
E eu só pude sorrir travessa dando uma olhada de esgueira para Edward e vendo o olhar de ódio que ele tinha. Mas então ele fez algo que me surpreendeu.
- Vamos, Tanya, você não queria que eu te levasse para conhecer a cidade? – perguntou pegando-a pela mão.
- Mas e os seus irmãos?
- Eles vão com Alice no carro dela.
Ok, meu queixo foi no chão com aquela cena. Mas que descarado! Como ele ousava fazer aquilo? E na minha frente ainda?
Ele abriu a porta do carro e a ajudou a entrar, depois deu a volta e me lançou um olhar indecifrável antes de também entrar e sair com ela.
- Acho que o seu plano não deu muito certo, não é? – Jacob me perguntou de repente.
- O que?
- O seu planinho de tentar fazer ciúme ao Edward.
- Não sei do que está falando – respondi me virando para qualquer outro lugar para que assim não tivesse que encará-lo.
- É claro que não sabe. – Mas obviamente ele não acreditou em mim.
- Vem, Jake, vamos logo antes que fique muito tarde e não dê para eu te mostrar o que quero.
- Ok, ok, pequena.
- FIM DO CAPÍTULO -
Bem, acho que não tenho mais nada para falar... só, agradecer por todos os reviews. Eu li todos e muitas acertaram quem era o visitante-surpresa. ^^ Só não vou responder por que a essa altura do campeonato, vocês não devem nem mais lembrar sequer que me mandaram review, quanto mais o que escreveram... ¬¬'
Então acho que agora vou-me embora, me desculpando mais uma vez pela demora e esperando que vocês não me abandonem e deixem mais reviews...
BEIJÃO!
