Discleimer: Inuyasha e Cia não me pertencem o q é uma lastima p/ qualquer um.
Diários do vampiro ou The Vampire Diaries também não me pertence é usado p/ fazer esta ADAPTAÇAO. PS: Algumas coisas vão ter q ser mudadas.
Texto original: Lisa Jane Smith.
Adaptação: Dreime.
Capitulo 13
Sexta Feira, 19 de Junho, 11:54 p.m. Querido Diário,
Oh meu deus! O Que vamos a fazer?
Esta semana tem sido a mais longa de toda a minha vida, hoje foi o ultimo dia de aula e amanhã Inuyasha Esta indo embora. Vai para a Europa procurar um vampiro que foi transformado por Naraku. Ele disse que não quer nos deixar desprotegidos. Mas vai de qualquer jeito.
Não conseguimos achar o Bankotsu, seu carro desapareceu do cemitério, mas não voltou a ir ao colégio, Ele perdeu todos os exames finais desta semana, Não que nos tenhamos ido muito bem. Gostaria que a Robert E. Lee fosse como as outras escolas onde os exames finais são feitos antes da graduação. Eu não sei se eu tenho escrito em inglês ou Swahili estes dias…
Eu odeio o Naraku. Pelo que eu vi ele e tão louco quanto a Kikyou... Ou até pior. O que ele fez a Kaguya… Mas não posso nem sequer falar sobre isso ou começarei a chorar de novo. Ele só estava jogando com a gente na festa da Ayame, como gato e rato. E ter feito isso no aniversário de Sango também... Embora eu ache que ele não sabia disto. Entretanto, ele parece saber muita coisa, não fala como um estrangeiro, não como Inuyasha parecia a primeira vez quando chegou a América, ele sabe tudo sobre as coisas Américanas, inclusive canções dos anos 50, Talvez ele tenha ficado aqui por um tempo...
Rin parou de escrever. Ela pensou desesperadamente, todo o tempo haviam estado pensando nas vitimas da Europa, de vampiros, Mas da maneira que ela estava falando de Naraku, dava há entender que Naraku havia estado na América por muito tempo. E ele havia escolhido atacar as garotas no aniversário de Sango…
Rin se levantou, pegou o telefone e discou o numero de Sango. Uma sonolenta voz masculina a aténdeu.
- Senhor Sulez, é a Rin, posso falar com a Sango?
- Rin! Não sabe que horas são?
- Sim, - Rin pensou rapidamente, - Mas sobre o exame final que tivemos hoje. Por favor, preciso falar com ela.
Houve uma longa pausa, seguida de um forte suspiro. - Só um minuto.
Rin tamborilou os dedos impacientemente enquanto esperava. Até que escutou o clique de outro telefone sendo aténdido.
- Rin? - disse Sango - Qual o problema?
- Nada, quero dizer… - Rin estava extremamente, consciente de que a outra linha ainda estava ligada, e que talvez o pai de Sango estivesse escutando. - É sobre aquele problema de Alemão, aquele no qual estávamos trabalhando, lembra. Aquele que não conseguíamos resolver para o exame. E sabe que nos estávamos procurando alguém para nos ajudar a resolver? Bem, acho que eu sei quem é.
- Sabe? - Rin pode sentir Sango procurando as palavras certas. - Bem… E quem é? Envolve alguma chamada à longa distancia?
- Não - disse Rin. - não envolve. Esta perto da sua casa, Sango, muito perto, para dizer a verdade pode encontrar no jardim da sua casa, em sua arvore da genealógica.
A linha ficou em silencio e Rin se perguntou se Sango ainda estava ali. - Sango?
- Estou pensando. Esta solução tem alguma relação com a coincidência?
- Não - Rin se relaxou e sorriu ligeiramente. Sango já havia entendido. - nada haver com coincidências, e, mas um caso de historia repetitiva. Deliberadamente repetitiva se entende o que quero dizer.
- Sim. - Sango disse e suou como se ela estivesse se recuperando do choque e não estivesse mais espantada. - Sabe, acho que você esta certa, mas tem um problema... Persuadir esta pessoa para que nos ajude.
- Acha que teremos problemas?
- Acho que sim, às vezes esta pessoa e muito agitada… Por causa das provas, muitas vezes perde até a cabeça.
O coração de Rin afundou isto e algo que ela não havia se passado em sua mente. E se ela não pudesse dizer a eles? E se ele tivesse ido longe demais?
- Tudo que podemos fazer e tentar. - Ela disse, fazendo que a voz soasse o mais otimista possível. - Amanhã iremos tentar.
- Bom, te pego de carro amanhã de manhã. Boa noite Rin.
- Boa noite Sango... Me desculpe. - acrescentou Rin.
- Não, acho que é melhor. Para que isto não continue se repetindo mais, Tchau.
Rin desligou o telefone. Ela se sentou por alguns minutos, seu dedo ainda no botão "desligar", olhando a parede, colocou o telefone sem fio na base e pegou seu diário novamente, foi até a ultima linha que tinha escrito e escreveu mais uma frase.
Amanhã vamos ver o avô de Sango.
- Sou um idiota. - disse Inuyasha no carro de Sango. Enquanto iam para West Virginia, onde era a instituição onde o avô de Sango era paciente esta ia ser uma viagem muito longa.
- Somos todos idiotas. Exceto Rin. - disse Kouga. Mesmo em meio a sua ansiedade Rin sentiu o rubor em seu rosto ao ouvir o que ele disse.
Mas Sango apenas acenou com a cabeça e manteve os olhos fixos na estrada. - Inuyasha não havia como você saber, então pare de se culpar. Você não sabia que Naraku havia atacado na festa de Ayame no aniversário de ataque do meu avô. E Kouga e eu também não chegamos a pensar que Naraku estava há muito tempo na América, porque nunca o vimos ou escutamos sua voz. Nós apenas pensamos nas pessoas que ele poderia ter atacado na Europa. Realmente, Rin era a única que poderia ter juntado todas as peças, ela tinhas todas as informações.
Rin mostrou a língua para ela, Sango viu pelo retrovisor e arqueou uma sobrancelha.
- Não quero que você fique muito convencida. - Continuou Sango.
- Não irei, modéstia é uma das minhas maiores qualidades. - Rin respondeu.
Kouga bufou e disse: - Ainda acho que você é a mais inteligente. - E Rin sentiu que corava novamente.
A instituição era um lugar terrível. Rin tentou o máximo que pode esconder o horror e desgosto que sentia, mas sabia que Sango podia senti-lo.
Os ombros de Sango estavam rígidos em um orgulho defensivo enquanto ela caminhava para o Hall a frente deles. Rin, que a conhecia há tantos anos, viu a humilhação por baixo daquele orgulho. Os pais de Sango consideravam a condição do avô uma mancha tão grande que eles nunca o permitiram falar com estranhos. Era uma sombra que pesava sobre a família inteira.
E agora Sango estava mostrando este segredo para estranhos pela primeira vez. Rin sentiu amor e admiração pela amiga. Porque fazia isso sem exagero, com dignidade, sem deixar ninguém ver o quanto isso custava pra ela. Mas ainda assim a instituição era terrível.
Não era suja ou cheio de maníacos delirantes ou nada parecido. Os pacientes pareciam claramente bem cuidados. Mas havia algo neste hospital, seu cheiro e as salas cheias de cadeiras de rodas e paisagens sem emoção faziam que Rin quisesse correr.
Era como se o prédio estivesse cheio de zumbis. Rin viu uma senhora, seu coro cabeludo rosado mostrando através de seu cabelo fino e branco, logo em seguida a senhora afundou sua cabeça na mesa junto a uma boneca de plástico nua. Quando Rin sentiu o desespero emergindo, sua mão encontrou a de Kouga que já procurava pela sua. Seguiram Sango de mãos dadas, segurando tão forte que chegava a doer.
- Este é o quarto dele.
Dentro do quarto se encontrava outro zumbi, tinha o cabelo branco mais ainda tinha algumas listas pretas parecido com o preto dos cabelos de Sango. Seu rosto estava cheio de rugas e linhas e nas linhas dos olhos haviam pintas escarlate. Ele olhava fixamente para o nada.
- Avô. - disse Sango, ajoelhando-se na frente de sua cadeira de rodas. - Vovô sou eu Sango. Eu vim te visitar e tenho algo muito importante para te perguntar.
Os olhos dele nem pestanejaram.
- Às vezes ele nos reconhece. - Disse Sango, sem emoção. - Mas na maioria das vezes não.
O senhor continuava olhando o vazio.
Inuyasha se ajoelhou e disse: - Me deixe tentar. - olhando o rosto enrugado ele começou a falar suavemente, calmamente como havia feito com Kaguya.
Mas os olhos escuros piscaram, mas ainda olhavam o nada. O único movimento foi o tremor de suas mãos sobre os braços da cadeira de rodas.
E não importava o que Sango ou Inuyasha fizessem esta era a única reação que receberiam. Rin também tentou usar seus poderes psíquicos, Ela podia sentir uma faísca de vida no avô de Sango, mas esta faísca estava presa embaixo da carne. E ela não conseguia alcançá-lo.
- Desculpe. - Ela disse sentando-se novamente e tirando o cabelo da frente dos olhos. - Não funciona. Neste caso não posso fazer nada.
- Talvez nos possamos volta em outra ocasião. - disse Kouga, mas Rin sabia que isto não era verdade. Inuyasha estava partindo amanhã, não haveria outra ocasião. E isso parecia uma ótima idéia... Aquele entusiasmo que ela havia sentido mais cedo agora eram cinza, e sentiu seu coração pesar como chumbo. Virou-se e viu Inuyasha já saindo da sala.
Kouga colocou sua mão sob seu cotovelo e a ajudou a se levantar e sair da sala. Depois ficou em pé com a cabeça dela curvada de desanimo, Rin se afastou, Era muito difícil convocar energias para poder colocar um pé na frente do outro. Ela olhou de relance para trás para ver se Sango os seguia...
E gritou. Sango estava para no centro da sala, encarando a porta, desanimo escrito em seu rosto. Mas atrás dela, a figura na cadeira de rodas havia se mexido, e estava atrás dela abraçando-a alertamente e com os velhos olhos abertos e a boca também, o avô de Sango parecia que ia saltar, com os braços abertos, e sua boca formando um silencioso uivo.
Rin gritou.
Tudo aconteceu muito rápido, Inuyasha voltou para o quarto, Sango caiu para p lado e Kouga a segurou. Mas a figura não pulou, olhou para todos e espero, esperando ver algo que nenhum dos outros conseguia ver. Por fim sons saíram de sua boca, sons que formaram um grunhido.
- Vampiro! Vampiro!
Os enfermeiros estavam no quarto, tratando de tirar Rin e o outros dali, dominando o velho, seus gritos se adicionaram ao pandemônio.
- Vampiro! Vampiro! - O avô de Sango gritava, como se estivesse avisando a cidade. Rin se sentiu assustada ele olhava para Inuyasha? Era uma acusação?
- Vocês têm que ir embora agora. Me desculpe, mas vocês tem que ir! - disse uma enfermeira para eles. Foram tirados de lá a força, Sango gritava enquanto era levada para o Hall.
- Vovô...!
- Vampiro! - dizia a voz em resposta. E então: - Cinzas de Madeira Branca! Vampiro! Cinzas de madeira branca...
A Porta se Fechou.
Sango arquejou, lutando contra as lágrimas, Rin tinha suas unhas no braço de Kouga. Inuyasha se virou para eles, seus olhos verdes arregalados de choque.
- Eu disse! Vocês têm que ir agora. - repetiu impaciente a enfermeira enfurecida. Os quatro a ignoraram. Eles olhavam um por outro, atordoados a confusão dando lugar para a realização em suas caras.
- Bankotsu disse que existe apenas um tipo de madeira que pode feri-lo… - Kouga começou a dizer.
- Madeira branca acinzentada. - disse Inuyasha.
- Teremos que descobrir onde ele esta se escondendo. - disse Inuyasha enquanto voltavam para casa. Ele estava dirigindo, desde que Sango tinha deixado as chaves caírem na porta do carro. - Isso em primeiro lugar. Se nos corrermos com isso, podemos pega-lo despreparado.
Seus olhos verdes brilhavam com uma textura parecida com Triunfo e Determinação, ele falou uma voz sagaz e rápida. Eles estavam esgotados, pensou Rin, como se tivessem ficado acordados a noite inteira. Seus nervos estavam desgastados tão finos que qualquer coisa podia acontecer.
Ela tinha sentindo, também esse iminente desastre social. Como se tudo estivesse vindo à tona, desde os acontecimentos da festa de aniversário de Sango, chegando a uma conclusão.
Essa noite pensou ela. Essa noite tudo acontece. Isso parece estranhamente apropriado que devia ser a véspera do solstício.
- Véspera do que? - Kouga disse.
Ela não tinha se dado conta de que estava falando em voz alta.
- A véspera do solstício. - disse ela. - É o que hoje é. O dia antes do solstício do verão.
- Não me diga. Druidas, certo?
- Eles o celebram, - Rin confirmou. - é um dia para a magia,marca a troca de estações. E... - ela hesitou - Bom,acredito que seja outro dia festivo, como o Halloween, ou o solstício de inverno. Um dia em que a linha entre o mundo visível e o mundo invisível fica fina. É quando você pode ver fantasmas, eles costumam as coisas acontecem.
- Coisas. - disse Inuyasha, virando para a estrada principal que levava de volta para Fell's Church. - Vão acontecer.
Nenhum deles tinha percebido o quão perto.
A senhora Flowers estava no jardim dos fundos. Eles haviam dirigido diretamente até sua casa, procurando por ela. Ela estava podando as rosas, e o aroma do verão a cercava.
Ela fechou a cara e piscou quando os viu todos ao seu redor,e perguntaram rapidamente a ela onde podiam encontrar uma arvore branca acinzentada.
- Calma, calma agora. - ela disse os olhando por baixo da borda de seu chapéu de palha. - O que vocês querem? Madeira branca acinzentada? Há um pouco lá em baixo, depois desses carvalhos aqui atrás. Agora, esperem um minuto... - Adicionou ela, como se eles fossem se exaltar novamente.
Inuyasha cortou um ramo da arvore com um canivete que Kouga levava no bolso. Eu me pergunto quando ele começou a carregar aquilo? Rin pensou. Ela também se perguntou o que a Sra. Flowers pensaria a respeito deles ao ver os dois garotos carregando um tronco de quase dois metros nos ombros.
Mas a Sra. Flowers apenas olhou sem dizer nada. Como eles estavam próximos a casa, ela logo disse. - Tem um pacote para você garoto.
Inuyasha virou sua cabeça, o ramo ainda em seus ombros. - Para mim?
- Tem seu nome nele, um pacote e uma carta, eu os encontrei na entrada da casa esta tarde, deixei lá em cima no seu quarto.
Rin olhou para Sango, depois para Kouga e Inuyasha, encontrando eles perplexo e com olhares suspeitos em volta. A ansiedade tomou conta do ar de repente, quase insuportavelmente.
- De quem pode ser? Quem pode saber que você está aqui... - disse ela começando a subir as escadas para o sótão. E então ela parou um pavor subindo por suas costelas. Premonições se lançavam dentro dela, como um vôo nauseante, mas ela afastou isso. Não agora, ela pensou, não agora.
Mas não tinha como não ver o pacote na escrivaninha de Inuyasha. Os meninos apoiaram o tronco branco acinzentado na parede e saíram para olhar, um longo e plano pacote embrulhado com papel pardo, com um envelope creme em cima.
Na frente estava escrito em uma caligrafia familiar a Inuyasha.
A caligrafia do espelho.
Todos olharam o pacote como se ele fosse um escorpião.
- Cuidado. - disse Sango a Inuyasha, cuidadosamente. Rin sabia o que ela queria dizer. Ela sentia como se toda a coisa pudesse explodir ou soltar um gás venenoso ou se tornar em algo com garras e dentes.
O envelope que Inuyasha pegou era quadrado e solido, feito de um papel bom e com acabamento fino. Como o convite de um príncipe para o baile, pensou Rin. Porem, incompativelmente, na parte superior havia grandes marcas de digitais e as bordas estavam encardidas. Bem- Naraku não parecia muito limpo no sonho.
Inuyasha olhou para frente e pra trás e rasgou o envelope, abrindo-o. Ele puxou um pedaço pesado de papel. Os outros três se juntaram a ele, olhando por cima de seus ombros, olhando como aquilo era desdobrado. Kouga se surpreendeu.
- O que... Está em branco!
E estava. Dos dois lados. Inuyasha virou e examinou os dois lados, seu rosto parecia tenso,todos os outros relaxaram, pensando,fazendo sons de desgosto. Como uma piada de mau gosto. Sango pegou o pacote, que era plano o suficiente para estar vazio, então de repente a tensão de Inuyasha aumentou, sua respiração oscilando. Rin olhou rapidamente de relance e pulou. A mão de Sango congelada no pacote, Kouga praguejou.
No papel branco, segurado firmemente entre as duas mãos de Inuyasha, letras estavam aparecendo. Elas eram negras e com longos detalhes, como se estivesse sendo cortadas por uma faca invisível enquanto Rin assistia. Conforme ela lia para eles, o pavor dentro dela cresceu.
Inuyasha...
Vamos tentar resolver isso como cavalheiros? Estou com a garota. Venha para a antiga fazenda na floresta a noite e nos conversaremos, Só nos dois. Venha sozinho e eu a deixarei ir. Traga mais alguém e ela morre.
Não havia assinatura, mas em embaixo as palavras aparecia isto e entre você e eu.
- Que garota? - perguntou Kouga, olhando para Rin e Sango para ver se ela ainda estava ali. - Que garota?
Com um movimento rápido. Os elegantes dedos de Sango rasgaram o pacote abrindo e puxando o que havia dentro. Um cachecol verde pálido com um estilo de vinhedo e folhas. Rin lembrou-se perfeitamente e uma visão veio a ela rapidamente. Confetes, presentes de aniversário, orquídeas e chocolate.
- Ayame. - ela sussurrou, e fechou os olhos.
Estas duas ultimas semanas haviam sido tão estranhas, tão diferentes das normais na vida da escola, que ela quase havia esquecido a existência de Ayame. Ela havia ido para um apartamento em outra cidade para escapar, para ficar segura… Mas Sango tinha dito a ele no começo. Ele pode te seguir até Heron. Eu tenho certeza.
- Ele apenas esta brincando com a gente de novo. - Rin murmurou - Ele nos deixou ir tão longe. Nos até mesmo falamos com seu avô, Sango, e então...
- Ele já deve saber. - disse Sango - Deve saber que todos nos estamos procurando uma vítima. E agora ele nos deu um xeque-mate. A menos... - Seus olhos negros brilharam com uma esperança repentina. - Rin, você não acha que Ayame pode ter deixado o cachecol cair na noite da festa? E ele simplesmente o pegou?
- Não. - A premonição esta murmurando perto dela e Rin deu um empurrão nisso tentando o mantê-lo longe da sua mente. Ela não queria isso. Ela não queria saber. Mas de uma coisa ela tinha certeza: Isto não era um blefe. Naraku estava com Ayame.
- O que vamos fazer? - ela perguntou suavemente.
- Eu sei o que nós não vamos fazer. Não vamos escutá-lo. - disse Kouga – "Tentar resolver isso como cavalheiros"... Ele é um canalha, não um cavalheiro. Isso é uma armadilha.
- Claro que é uma armadilha. - disse Sango impacientemente - Ele esperou até que descobríssemos o que era capaz de feri-lo e agora ele quer nos separar. Mas isso não vai funcionar!
Rin olhava o rosto de Inuyasha, com um crescente receio. Porque enquanto Kouga e Sango falavam indignamente, ele silenciosamente dobrou a carta e a colocou de volta ao envelope. Agora ele olhava para baixo, seu rosto continuava entocado por qualquer coisa que acontecia perto dele. E os o que havia em seus olhos assustaram Rin.
- Nós podemos fazer um contra ataque. - disse Kouga. - Certo Inuyasha? Não acha?
- Eu acho. - Inuyasha disse cuidadosamente se concentrando em cada palavra. - Que eu vou para o bosque depois que anoitecer.
Kouga acenou, e como treinador de futebol ele começou a criar o plano. - Okay, você vai distrair ele. Enquanto isso nos três...
- Vocês três. - Inuyasha continuou, olhando exatamente para ele. - Vão pra casa, para a cama.
Houve uma pausa, que pareceu eterna para Rin. Os outros apenas o encararam.
Até que Sango disse suavemente: - Vai ser difícil pegar ele enquanto estivermos deitados em nossas camas. A não ser que ele resolva vir nos visitar.
Aquilo quebrou a tensão e apos um grande suspiro. - Tudo bem, Inuyasha, eu entendo como você se sente sobre isso... - Mas Inuyasha o Interrompeu.
- Eu estou morto de verdade, Kouga. Naraku está certo isso e entre ele e eu. E ele disse para eu ir sozinho ou ele irá machucar a Ayame. Então eu vou sozinho. Esta e a minha decisão.
- Este será o seu funeral. - Rin despejou pra fora quase histericamente. - Inuyasha, você esta louco. Você não pode.
- Olhe pra mim!
- Eu não vou deixar você...
- Você acha. - Inuyasha disse olhando pra ela. - Que você poderia me parar se tentasse?
O silencio que se acentuou estava desconfortável. Olhando para ele Rin sentiu que ele havia mudado de alguma maneira diante de seus olhos. Seu rosto parecia trapaceiro, sua postura estava diferente, que fez ela se lembrar da agilidade, duros músculos de predador embaixo das roupas dele.
Todos pareciam distantes, alienígenas. Assustados.
Rin olhou para outro lado.
- Vamos ser responsáveis com isso. - disse Kouga, mudando de tática. - Vamos ficar calmos e conversar sobre isso...
- Não há nada para conversarmos. Eu vou. Vocês não.
- Você nos deve mais que isso Inuyasha. - disse Sango, e Rin se sentiu agradecida por ouvir sua voz. - Tudo bem, você pode nos separar um por um; ótimo sem argumentos. Nós temos um ponto. Mas depois de tudo o que passamos juntos, nos merecemos pelo menos discutir o assunto antes de deixá-lo ir.
- Você disse que era uma briga de garotas também. - acrescentou Kouga. - Quando você decidiu que não era?
- Quando eu descobri quem era o assassino! - disse Inuyasha - É por minha causa que Naraku esta aqui!
- Não é não! – choramingou Rin. - Você fez Kagome matar a Kikyou?
- Eu fiz Kikyou voltar para o Naraku! Foi assim que isso começou. E eu envolvi a Ayame; Se não fosse por mim, ela poderia nunca ter odiado a Kagome, nunca teria se envolvido com o Bankotsu. Eu tenho responsabilidades com ela
- Você apenas quer acreditar nisso. - Rin quase gritou. - Naraku odeia todos nós! Você acha que ele vai deixar você sair de lá andando? Você acha que ele planeja nos deixar em paz?
- Não. - Inuyasha disse, e levantou um galho colocando-o contra a parede. Ele tirou o canivete de Kouga do próprio bolso e começou a cortar o galho, transformando-o em uma estaca branca.
- Ah, Ótimo! Você vai para o combate sozinho. - disse Kouga furioso. - Você não vê o quanto isto é estúpido? Você esta caminhando diretamente para a armadilha dele. - Ele avançou e parou na frente de Inuyasha. - Acha que nos três não somos capazes de te impedir...
- Não, Kouga. - disse Sango lentamente, sua voz cortando o quarto. - Não vou fazer nada bom. - Inuyasha, olhou para ela. Os músculos envolta de seus olhos endurecendo, mas ela apenas retribuiu o olhar, o rosto calmo. - Então você esta determinado a ir encontrar Naraku cara a cara Inuyasha. Tudo bem. Mas antes de você tenha certeza que tem uma chance de luta.
Friamente, ela começou a desabotoar a parte do pescoço de sua blusa.
Rin sentiu solavanco, ela havia oferecido a mesma coisa uma semana antes. Mas aquilo tinha sido privado, Pelo amor de Deus! Ela pensou. Então ela encolheu os ombros. Publico ou privado que diferença faria?
Ela olhou para Kouga, cujo rosto refletia sua aflição. Então ela viu as sobrancelhas castanhas de Kouga e começando a obstinação, fazendo a expressão de touro que usava para intimidar os treinadores dos times adversários. Seus olhos azuis se viraram para os delas e ela acenou. Sem nenhuma palavra ela abriu o a gola da blusa e Kouga tirou a camiseta.
Inuyasha encarou um a um das pessoas quase nuas em seu quarto, tentando esconder seu próprio choque. Mas ele balançou a cabeça, a estaca branca a sua frente como uma arma.
- Não!
- Não seja idiota, Inuyasha. - rebateu Kouga. Mesmo na confusão deste terrível momento alguma coisa dentro de Rin parou para admirar seu peito nu. - Nos somos três. Você deve ser capaz de tomar o bastante sem machucar nenhum de nós.
- Eu disse, não. Não por vingança, e não para combater o mal com mal! Não por nenhuma razão. Eu achei que você entenderia isso! - O olhar de Inuyasha para Kouga foi desgostoso.
- Eu entendo que você vai morrer lá fora! - Kouga gritou.
- Ele tem razão. - Rin pressionou a junta dos dedos contra seus lábios. A premonição estava atravessando as suas defesas. Ela não queria deixar entrar, mas ela não tinha mais forças pra resistir. E com um tremor, ela sentiu isso perfurar e ouviu as palavras em sua mente.
- Ninguém pode lutar com ele e sair vivo. - disse Rin dolorosamente - Isso foi o que Kaguya disse e é verdade, Inuyasha, ninguém pode.
Por um momento, apenas por um momento ela pensou que ela a tivesse ouvido. Mas seu rosto se endureceu novamente e ele disse friamente.
- Não é problema seu. Deixe que eu cuide disso.
- Mas não um jeito de você vencer... - começou Kouga.
- Isso é o que a Rin disse. - repetiu Inuyasha.
- Sim, é! O que diabos você esta falando? - Kouga gritou. Era difícil fazer Kouga perder seu temperamento, mas uma vez não era facilmente recuperado. - Inuyasha eu já tive o bastante…
- E eu também! - Gritou Inuyasha de volta em um rugido. Um tom que Rin nunca avia visto ele usar. - Eu estou cheio de todos vocês! Cheio dos seus questionamentos das suas falta de coragem e das suas premonições também! Este problema é meu!
- Pensei que nós fossemos um time... - disse Kouga.
- Nós não somos um time! Vocês são um bando de humanos estúpidos! Mesmo com tudo que aconteceu com você, lá no fundo, você só quer viver a sua vida pouco segura em sua casa pouco segura até você ir para a sua sepultura pouco segura! Eu cada como você e também não quero ser! Eu tive que aturar vocês esse longo tempo, porque eu tinha, mas agora acabou! - Ele olhou um a um e disse deliberadamente, enfatizando cada palavra. - Não preciso de nenhum de vocês. Eu não quero vocês comigo, e eu não quero vocês me seguindo. Vocês irão estragar a minha estratégia. Qualquer um que me seguir, eu vou matar! - Com uma ultima olhada ele girou nos calcanhares e saiu do quarto.
N/A: Oi gente eu ia postar ontem, mas estava viajando e cheguei hoje à tarde. E também ontem (27/12) foi meu niver e hoje estou presenteando vocês pelo meu niver não tão legal assim. Esse cap. é dedicado a todos vocês.
Respostas as Reviews:
Flor do Deserto:
Essa é uma das melhores cenas.
Disso eu sei que Naraku significa inferno e não fundo do inferno. Ah e obrigada pelo presente. ;)
Ayame Gawaine:
Não precisava pedir desculpas.
Você voltou no dia no niver do meu priminho. Mas tem uma fato super importante você não perdeu o final!
Você vai gostar do final. Todos querem que isso aconteça.
Feliz Natal atrasado e um Próspero Ano Novo.
Tchauzinho o/.
Ah quase esqueço um pequeno AVISO talvez eu demore um pouco, de novo, para postar talvez eu vá passar o Ano Novo com meu pai, vou ver se peço para uma amiga minha postar para mim.
