Capítulo XIII – Into Your Dream
"Feel the vibe,
feel the terror,
feel the pain,
It's driving me insane.
I can't fake,
For God's sake why am I driving in the wrong lane
Trouble is my middle name.
But in the end I'm not too bad
Can someone tell me if it's wrong to be so mad about you (…)
Give me all your true hate and I'll translate it in our bed,
Into never seen passion, never seen passion
that is why I am so mad about you."
Mad About You - Hooverphonic
Era uma manhã de segunda. Dois dias após Hermione falar com a irmã, e um depois de terminar seu plano. Ela levantou um pouco mais cedo do que o de costume, e seguiu em disparada com uma lista na mão para o banheiro. Tinha cerca de meia hora para se arrumar como queria. E ver como seu plano seria na prática.
Pregou a lista na parede do banheiro, ao lado do espelho com um aceno de varinha.
Pegou o uniforme e deixou em cima da cama, depois pôs as botas pretas surradas que tanto amava, no chão, ao lado de sua cama. E foi tomar seu banho matinal, que hoje foi realmente rápido. Em questão de dez minutos, ela já estava vestida em uma lingerie preta e andava de um lado para o outro no quarto, procurando as coisas que iria precisar.
Narrado por Hermione Jane D. Granger
Argh. Um dia eu tenho que arrumar esse quarto. Na hora que eu preciso, eu não acho nada. Uh. Cadê aquele livro? Pra quê eu trouxe tantos livros pra Hogwarts mesmo? CADÊ AQUELA PORCARIA? Ótimo, vou acabar chegando atrasada naquela maldita aula que me tira o sono. Achei, graças a Deus. Minerva ainda ia me matar se eu ousasse chegar atrasada e com uma roupa dessas.
Folheei o livro em busca da página sobre penteados que eu havia visto ontem. Página 52, página 52. O dia não tá bom hoje.
Voltei pro banheiro, peguei minha varinha e fiquei mudando o penteado, até achar um que prestasse. Pelo andar da carruagem vou levar a semana inteira. Argh. Chega, vou ficar com esse. Totalmente liso e cacheado nas pontas. Perfeito.
Maquiagem. Entendi porque eu raramente pego nisso. Opções demais, e tempo de menos. Cinco pras oito. Vou me atrasar pro café, que maravilha. Isso porque eu acordei sete e meia hoje. Mais um item pra me atrasar: essa porra de enjoo desgramado. O inferno já começou. Tenho que ir à enfermaria hoje, acabar com essa coisa terrível. Três pras oito. Só estou me atrasando mais.
Quando eu decidi passar o lápis de olho, aquela coisa nojenta veio na minha garganta e eu tive que vomitar. Que ótimo, começamos muito bem Hermione. Em seguida, lavei a boca e enxuguei na toalha. Voltei ao meu processo de tortura. Lápis de olho, rímel, blush e batom. Perfeito.
Peguei minha varinha e retornei ao quarto. Vesti meu uniforme. Magnífico Mione. A saia não serve. Argh. Porque eu não experimentei essa? Qual é a porra do feitiço mesmo? Lembre-se do primeiro ano. Engorgio, claro. Oito e quinze. Calcei minha bota favorita e peguei minha mochila, saindo do quarto.
Muito bem Hermione, muito bem. Mesmo estando com fome, você consegue se atrasar pro café da manhã. Lerdeza sem limite.
Foque-se no seu plano agora. Você está no corredor. Tem pessoas por aí. Não rebole demais. Não ande normal demais. Lembre-se do que a Hil te disse. Isso. Concentre-se nisso. Seja uma desgraçada absurdamente sexy. Não pense no Malfoy. Ou melhor, pense que isso é um passado muito distante. Você vai conseguir. Pare de ser essa Hermione. O Salão Principal vai estar cheio. Respire fundo e siga em frente.
Como afetar Draco Malfoy?
Um moreno apareceu de repente. Will, ah, eu te amo. William Rodham, mais conhecido como Will, era da Sonserina e melhor amigo do Malfoy. Eu o conhecia há uns dois anos, mas não quase não falava com ele. Isso, passado, vou passar a falar agora. Huhu. Vou amar fazer isso. Draquinho que me aguarde.
Ele me fitou dos pés a cabeça. Até parecia que eu estava em seus sonhos. Passei por ele o cumprimentando, o que ele deve ter percebido um segundo depois, pois me acompanhava quase babando.
- Tudo bem Will? – Perguntei só pra não ter uma séria crise de riso ali.
- Hum? Tudo bem sim, Her... Hermione.
- Que bom.
- O que aconteceu com você?
- Como assim? – Conte até dez. Conte até dez. CONTE ATÉ DEZ! Um, dois, três, quatro, cinco... Chega, crise de riso já controlada. Ufa.
- Você está, uau, diferente.
Olhei para o lado. Ele estava muito próximo da parede. Peguei-o pelo colarinho da camisa do uniforme e encostei-o na mesma.
- É mesmo? – Perguntei, passando levemente a unha pelo rosto dele e descendo até o seu pescoço. Ele ficou paralisado e mudo. Parei meu joguinho quando meu estômago começou a me incomodar. Eu estava com muita fome. – Tchau Will. – Soltei-o e continuei meu caminho até o Salão Principal nem sabendo da situação em que ele se encontrava. Eu estava muito atrasada.
Já eram oito e vinte e sete. Argh. Tonks vai me matar se eu não aparecer pra tomar café. Não que eu tenha medo, é claro. Mas se eu não for, vou acabar desmaiando de fome, e ela vai me encher o saco depois.
Oito e meia. Encontrei quem eu procurava, na porta do Salão Principal. Em seus sonhos, que eu estava procurando ele. A doninha absurdamente irritante e traidora olhou pra mim dos pés a cabeça, assim como o melhor amigo. Meu dia... melhorou? Hermione, controle esse acesso de riso, apesar de que essa cara dele é fantástica. Não ri. Não ri. NÃO RI PORRA!
- Quer um balde, Malfoy? – Perguntei rindo debochada. Não deu certo.
- Um balde? – Ele respondeu me lançando um olhar desejoso e raivoso ao mesmo tempo.
- É, sabe, pra pôr essa sua baba. Filch vai te matar se ver alguma sujeira no castelo logo de manhã.
- Haha. Muito engraçado.
- Também acho. – E passei por ele, rindo. Tive que parar na hora que o meu estômago protestou de novo. Respirei fundo e entrei no Salão Principal.
Metade das pessoas desviou a atenção de seus pratos e olharam pra mim. Não se importe, não se importe. Ouvi murmúrios, mas apenas continuei meu caminho para a mesa da Grifinória.
- Olha quem deu o ar de sua graça. – Ralhou Tonks.
- Qual é o problema com ela hoje, Gina? – Perguntei, ignorando Ninfadora e tirando a minha mochila.
- O Vítor está saindo com a Sophie Charlotte.
- Não me fale no nome desse garoto. Ele não existe mais pra mim.
- Aposto dez galeões que em menos de um mês, eles voltam.
- Aposto cinco que eles voltam em no máximo duas semanas.
- Feito. – Concordei. Tenho um certo palpite que isso vai demorar mais. Completei mentalmente. Meu estômago protestou mais uma vez. Comi até não querer mais.
Gina já até havia se acostumado com a minha nova rotina de café da manhã. Tonks, ao contrário, nem estava comendo direito. Tinha o olhar fixo na mesa da Corvinal. Não, isso não vai dar o que preste. Mas vai ficar ainda pior. Que beleza, eu ia cutucar a onça com a vara curta, muito esperta você Mione.
- Esse era o seu plano? – Perguntou Gina depois de um tempo em silêncio.
- Hum? Era.
- Você enlouqueceu. – Ela riu.
- Eu não enlouqueci. Alguém sim vai perder a cabeça, não eu. – E ri junto com ela.
- Que maldade Mione.
- Adooooooooro.
- Tenho dó do Malfoy.
- Não tenha minha cara amiga, não tenha.
- Sua irmã te ajudou não foi?
- Claro. Como eu conseguiria sem ela? - Perguntei cínica. A ruiva riu.
- Fazendo o que você faz de melhor.
- E o que seria?
- Se vingando. Já viu o Malfoy?
Não comece com uma crise de riso agora, Hermione. Controle é essencial.
- Quase caiu duro quando me viu.
- Literalmente ou figurativamente?
- Deixe-me lembrar direito, pra te contar. – E ri, me lembrando daquela cena fantástica. – Literalmente. E o melhor amigo dele, o William, também.
- Mione arrasando corações. – Ela riu, e completou: - E outras coisas também.
- Gina ainda é quinze pras nove!
- E daí?
- E daí que tá muito cedo pra você falar essas barbaridades. – Censurei Gina com muito mais vontade de rir.
- E não está muito cedo pra você andar com roupas desse tamanho, não?
- É diferente.
- Em que ponto?
- Eu não sou uma criança.
- Falou a adulta.
- Mas eu sou Gina. Heeeeeeeeey. – Não agüentei, e comecei a rir de novo.
- Eu te odeio. – Ela fez bico.
- Eu também te odeio tomate. – Ri, apertando as bochechas dela.
- E odeio quando você faz isso e me chama de tomate também.
- Tomou sua dose de Maracugina hoje?
- Ei! Quem precisa disso é a Tonks, não eu. – Ela brincou.
- Como é que é? – Perguntou Ninfadora ao ouvir seu nome sendo citado na conversa. Levantei-me junto com Gina e peguei minha mochila, saindo do Salão Principal.
- Nós não dissemos nada, Tonks. Você está ouvindo demais.
- Sei.
- Hermione, Gina, – começou Cho, se aproximando – vocês souberam que...
- Cho, calada.
- Você não contou?
- Não, e nem você vai contar.
- Tchau garotas. – Disse Gina, logo em seguida, ao ver Jackeline, uma das garotas de seu ano, se aproximar pra falar com ela.
- Tchau.
- Por que está com raiva da garota, Tonks? – Perguntei ao vê-la fuzilar a loira com o olhar. Se olhar matasse Jackeline Jason já estaria morta.
- Nada. – Afirmou, indo até a sala de Transfiguração, irritada.
- Vítor estava com Jackeline anteontem.
- Que bela amiga você, hein Cho Chang? – Falou Tonks com uma voz meio amarga.
- Mas ele não está saindo com a Sophie?
- Não me pergunte, porque eu não sei.
- Hum.
Estou inspirada pra montar planos esses últimos dias, que que isso. Mais um pra lista. Ok, eu tenho que listar isso mesmo. Oh gosh. Draco, William, Vítor/Tonks, quem que falta mais? Uh. Preciso de sombra de água fresca. E de onde eu tirei isso? Argh. Tudo bem, meu primeiro plano mal começou e antes dele continuar eu preciso passar por duas aulas de tortura. Transfiguração e Poções. Será que dar um tiro na minha cabeça não é mais fácil? E eu ainda preciso entregar aquela música pra Minerva, isso se ela não for folgada o bastante pra me pedir outra. Tô ferrada. Será que vão me prender depois de morta por eu usar o Avada Kedavra? Acho que não, mas meu corpo seria mutilado por papai, e transformado em cinzas. Ainda mais porque ele odeia o tio Voldy, as maldições imperdoáveis e blábláblá. Ok, não é uma boa alternativa. Mesmo depois de morta quero meu corpinho lindo conservado. Será que não existe nada trouxa por aqui? Estou aceitando qualquer sugestão. Pistola, revólver, faca, arma branca. Até vodka eu aceito, muito obrigada.
QUEM É A CRIATURA FILHA-DA-MÃE QUE ESTÁ ME ACOTOVELANDO? Ah tá, é a anta da Cho. QUE PORRA DE PAPEL É ESSA? Hermione, controla. Acho que tenho que fazer ioga pra aprender a me controlar. Não, isso é entediante.
Li a micro papel que ela rasgou falando sobre a coisa do Vítor e a Jackeline, e respondi qualquer coisa. Meus pensamentos estavam em outro lugar.
Não, aula de Poções não dá pra executar meu plano. Agora não. Aulas da tarde... Herbologia é nojento e sujo demais. Feitiços? É me parece uma boa opção. Huhu. Mione, não comece a rir logo agora. Seu disfarce indiferente estava tão bom. Meus lábios vão começar a sangrar daqui a pouco, isso sim. E se isso acontecer, acaba com tudo. Mal estou conseguindo pensar em como sair da sala.
- Professora...
Minerva me olhou com aquela cara de poucos amigos, muito familiar dela.
- Sim Srta. Granger?
- Não estou me sentindo bem. Poderia ir até a enfer...? – Mas aquela vaca louca não me deixou terminar de falar e já foi me interrompendo. Melhor assim, me economiza saliva. Mione, Mione, você está pirando.
- Sim. Pode ir até a enfermaria Srta. Granger e ficar lá até a sua próxima aula.
- Obrigada. – Peguei a minha mochila e olhei pras garotas em tom de riso, depois que ela havia virado as costas, e sai da sala. Esperei chegar até meio longe de alguma sala de aula, e comecei uma crise de riso louca. Tudo bem que eu precisava ir na enfermaria, mas depois de botar todo esse riso pra fora. Olhei em volta e estava num corredor meio escuro e sem saída. Aquele castelo me arrepiava às vezes. Ok, eu assumo. Pirei de vez. Deixei minha mochila cair quando senti alguém me puxar pra uma espécie de "beco" e me empurrar na parede.
- Por que está fazendo isso? – Perguntou, sussurrando no meu ouvido. Minhas pernas ficaram bambas.
- Não é da sua conta, Malfoy.
- Claro que é amor.
Eu senti um nojo cruel dele, quando ele disse aquilo. Já estava ficando enjoada de novo, quando ele tomou meus lábios com os dele.
- Qual é Malfoy? Me deixa em paz. – Disse com a voz meio abafada, enquanto ele dava mordidinhas no meu pescoço e suas mãos passeavam pelo meu corpo, indo em direção a minha saia.
- Você não quer isso. – Ele riu. Garoto irritante. Argh.
- Ah, eu quero sim. – Mas eu desisti quando uma de suas mãos havia chegado aonde ele queria. – Que se dane. – Agarrei um punhado de cabelos dele, puxando-o pra mim e beijei seus lábios que me faziam ir até... Deus sabe lá onde.
Uh. Por que eu sempre transava com ele, exatamente quando devia estar com raiva? Argh. E, meu Deus, eu estava muito perto disso. Acho que nem indo pro Alaska, Pólo Norte, Pólo Sul, pra Groelândia ou sei lá que porra de nome tem esses lugares com gelo, esse fogo que começou agora iria acabar. Isso porque ainda deviam ser uma nove e pouco da manhã. E pra que é que eu estou incutida com horário hoje?
Olha que gracinha: na hora do vamos ver, vem essa porra de enjoo que insiste em querer me matar.
- Não Malfoy. – E o empurrei de leve. – Chega. Nós não temos nada, nadinha, nenhuma relação daqui por diante. – Não que eu não quisesse. Ok, eu não queria. Uma parte de mim, queria. Mas a parte que realmente contava, não queria. Argh. Decida-se.
Ok, sem Malfoy. Ele me agarrou de novo. Eu já estava meio ofegante com aquilo, mas não, eu não vou fazer isso em um corredor onde pode passar alguém e te pegar no flagra com o Malfoy, e ainda ter a possibilidade de papai realmente te transformar em cinzas, principalmente se for Minerva, Filch ou Snape que te pegar.
- E por quê? – Draco perguntou depois de um tempo. Fechei os olhos, quando ele tornou a levantar a minha saia.
- Eu tenho motivos suficientes pra querer ficar longe de você. E você insiste em não colaborar.
- Olha pra mim e diz que não quer.
- Eu... – E olhei pra ele. Não deu outra, não consegui falar. Argh. - Anda, faz logo o que você tem que fazer. Já que eu vou morrer mesmo...
Ele riu. Minha sentença de morte era essa. Eu realmente estou com dó de mim mesma.
_X_
Dez minutos depois, lá estava eu, tremendo mais que vara verde e indo pra enfermaria. Aliás, por que é que eu estou tremendo? Será que eu tô com febre? Será que o calor foi tanto, que subiu até a minha cabeça e eu fiquei com febre e frio? Eu hein. O Malfoy consegue fazer coisas inacreditáveis com... Deixa pra lá. Que maravilha, eu já estava meio perto da enfermaria. Mas a Minerva não pode nem desconfiar que eu cheguei aqui tão tarde, e muito menos o porquê. Ela não vai descobrir, não ela não vai.
- O que está fazendo aqui Srta. Granger, que não está em uma de suas aulas? – Eu já fora parar ali tantas vezes, que Madame Pomfrey já sabia o meu nome de cabo a rabo, de frente pra trás e de trás pra frente.
- Eu estava, ou melhor, eu estou meio enjoada. Tem alguma coisa que... – Mas eu me calei quando ela pegou uma garrafa de vidro com algo laranja dentro, e me deu um pouco em um copo.
- Beba isso.
- Obrigada. – Só de sentir o cheiro daquilo, já tava me dando ânsia, de novo. Credo. Consegui fazer aquela coisa horrível descer pela minha garganta, mas quando eu cheguei na porta da enfermaria, voltou tudo pra fora, junto com o meu café da manhã. Eu mereço.
- Srta. Granger, está tudo bem? – Ela perguntou, correndo até mim, ao ver o efeito do remédio.
- Está.
- Isso vem acontecendo freqüentemente?
Não adianta mentir Mione, só vai piorar o seu caso.
- Às vezes.
- Durante quanto tempo?
- A senhora quer saber quanto tempo eu fico... vomitando? – Momento loira. Argh.
- Não. Há quanto tempo isso vem acontecendo?
- Há alguns dias. Não contei exatamente quantos. – Fiz alguns cálculos mentais. – Há uns 4 ou 5...
De repente eu consegui ver tudo aquilo que eu não queria. Eu estava...
- Granger, você está grávida?
- Não.
Mas é claro que eu estava, eu sabia que estava. Era a única explicação para os enjôos constantes e a dor, e... OMG! Eu estava mesmo... Nem consigo pronunciar essa palavra.
- Sei. Você tem... - Eu já havia entendido o sentido da frase, antes dela terminar, então nem havia prestado atenção até ela dizer o nome. – com o Sr. Malfoy?
- O QUÊ?! O que eu fiz ou não com o Malfoy diz respeito apenas a mim e...
- Eu compreendo, mas...
O sinal tocou. Graças a Deus.
- Poderia fazer alguma coisa pra amenizar esses malditos enjôos?
- Se você conseguisse beber o remédio.
- Eu vou tentar.
- Tudo bem. Tente na hora do almoço, – ela me entregou uma micro garrafa - e volte aqui amanhã. Se não fizer efeito me diga.
Olhei o tamanho da garrafa e não precisava ser nenhum gênio pra descobrir que aquilo dava pra beber só três vezes.
- Obrigada Madame Pomfrey. – E saí em direção às masmorras antes de dar a chance dela responder.
Não, não vou contar as minhas suspeitas provavelmente verdadeiras a Tonks, Gina, Cho e... e muito menos pra ele, não por agora. Podia ir em casa depois da aula de Feitiços, já que Dumbledore autorizara sem nenhum motivo específico, a saída do colégio. E ainda voltaria a tempo pro jantar e o ensaio.
Fim do Capítulo 13
N/A: O melhor capítulo até agora :D (?) Próximo provavelmente só no fim de semana que vem (: Kisses :*
July: Não :D Mas daqui a pouco eu vou precisar de férias HUAHAUHAUHAUA /zoei gerals :} Que bom (: SCI é um problema MUITO grande :O HUAHAUHAUHAUHAHUAH
Poisé né?! xD Mione&Bella ever (L)
Também te amo demais Julyzita (L)
Anne: Sim, ela está grávida. Vai, mas não vai saber, por enquanto. Só isso que eu posso adiantar, por agora (: Obrigada por ler amor. Bjos ;*
LorinhaCullenBlack: Oi :D Yes, yes. Ela está grávida. Ele não vai saber, por enquanto. Só isso que eu posso adiantar (: Semana que vem. Bjo ;*
