N/A : FullMetal Alchemist não me pertence, mas ainda estou me convencendo disso...

Olá pessoas humanas!

Sei que querem me matar pela demora! Mas façam um fila organizada para isso, e não gritem!huahua

Peço desculpas pela demora, mas as meninas que me tem no msn sabem que eu tive uma "momentanea" crise criativa! E não conseguia escrever nem uma palavra, e ainda estou em fase de recuperação por isso me perdoem novamente!

Sei que não querem um falatório e sim ler! Então let's go!

OBS:

"negrito" = pensamentos do Roy

OoOoOoOoOoOoOoOoOoOo = mudança de tempo, espaço ou personagem


Cap XIII

OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO

- Riza, onde está a convocação do Fuery? – perguntou Roy numa quarta a tarde.

- Estava em sua mesa. – apontou para uma das pilhas que se acumulavam sobre o móvel.

- Seja mais específica. – disse olhando para o mesmo ponto.

Ela suspirou se levantando e indo procurar.

- Não sei o que seria de mim sem você... – o moreno sorriu quando ela pôs o papel em suas mãos.

- Nem eu sei... mas um dia essa moleza vai acabar. – deu as costas e foi se sentar novamente.

- O que quer dizer com isso? – indagou num tom preocupado.

- Nada.

- Responda-me. – pediu já se aproximando dela.

- Eu só não pretendo ser sua secretária para sempre! Um dia terei que tirar licença para cuidar dos nossos filhos! – respondeu alterando um pouco o tom de voz.

"Filhos... depois do baile nem sei se os teremos..."

Algumas horas mais tarde quando Riza se ausentara para ajudar Gracia a arrumar a festa de aniversário de Elysia, Roy recebeu uma visita.

- Como vai meu jovem? – perguntou Haruno prestando continência.

- Vou bem, mas o que o trás aqui General? – questionou Mustang estranhando a visita inesperada.

- Galhardia meu jovem! – disse o velho observando a expressão do moreno transformar-se de surpresa à raiva.

- Esse lugar está começando a me irritar. – disse se sentando e fazendo um gesto para que o visitante o imitasse.

- A mim também, mas não há outra solução a não ser seguir com o combinado, alguns soldados meus já estão se preparando para a viagem.

Mustang não conseguia esconder a cara de desaprovação diante do plano e da viagem até o país.

- Eles sabem que podem não voltar? – perguntou sério.

- Sim, eu mesmo os preparei para isso. – uma ponta de dor podia ser sentida na voz do General.

- Não queria que chegasse a esse ponto... mas precisamos resolver as coisas por lá, por que se isso chegar a Amestris pode não haver tempo para salvar a todos...

Haruno concordou com um gesto de cabeça, sabia tanto quanto Roy que a situação estava se tornado critica.

Ele mesmo havia presenciado o horror em Galhardia, memórias que ele não gostaria de ter...

Não sabia que um "ser humano" poderia manipular esse poder, nem se tinha o direito de possuí-lo.

- Só não entendo por que Galhardia? – indagou Mustang mais para si.

- Os nativos eram muito ligados ao Deus deles, não cultuavam nada nem acreditavam em coisa alguma que não fosse ligadas a crença da região.

- Essa história me é familiar – sua mente voltou a Ishibal e um temor fez seu corpo estremecer.

- Sim e tenho receio de que acabe quase da mesma forma, exceto por um item...

- E qual seria?

- Lidamos agora com um inimigo ainda mais poderoso, alguém que não se deixa guiar por um plano definido, alguém que age pelo simples desejo de matar e destruir.

- Assassinos loucos são previsíveis General. – disse Mustang fitando-o com a esperança que concordasse.

- Não quando possuem inteligência tão peculiar de matar as vitimas com tanto sangue frio, ele nem mesmo parece humano. – tirou alguns papeis do bolso e entregou ao Marechal.

- O que significa isso? – atônito o moreno perguntou sem tirar os olhos das fotos.

- São Galhardianos, eles foram encontrados nas florestas da fronteira. – apontou o dedo para o rosto dos homens e mulheres nas fotos. – Eles tem a cor da pele amarelada e cabelos loiros, os olhos são de um negro intenso, quase como os seus.

- E por que estavam no pais? – engoliu em seco

- Por que tentavam fugir de Galhardia, essa foto foi tirada a 5 anos, repare que apenas os corpos estão destroçados, o "ser demoníaco" que fez isso mantém as faces intactas, mas estranhamente elas são as primeiras que se decompõe.

Aquilo parecia um conto de terror, Roy não podia conceber tamanha frieza, mesmo para um homem habituado ao pesadelo de uma guerra, sentiu seu estomago se contrair quando viu na ultima foto um bebê em estado semelhante.

A conversa a respeito de filhos deixara Roy um tanto sensibilizado, admitia que não gostava de crianças mas adoraria ter uma correndo pela mansão e a imagem que agora via a sua frente parecia uma aviso de que no futuro um herdeiro seu poderia ser cruelmente morto assim.

Levantou-se rapidamente como se um raio lhe atingisse e fitou Haruno desesperado.

- Temos que dar seqüência ao plano, custe o que custar. – o ultimo trecho foi dito com uma ponta de amargura, sabia que custaria talvez o amor de Riza e todo o seu futuro.

- É por isso que gosto de você meu jovem! Você é determinado! – nisso o velho se levantou e saiu da sala, consciente que Mustang se abalava com o que poderia perder, mas seu sangue guerreiro falara mais alto.

OoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoOoO

- Alô – disse Riza sonolenta ao acordar com o telefone tocando insistentemente.

- Que bela voz a sua quando acorda, espero podê-la ouvir também nas manhãs daqui em diante. – disse a voz sensual do outro lado da linha, voz essa que provocou um calafrio na loira que olhava o guarda roupas com olhos arregalados.

- O que você quer Forsyth? – perguntou num tom baixo percebendo que Roy estava no banheiro.

- O que seria além da sua companhia no baile e na minha cama durante o resto da vida. – disse sorrindo como se ela o pudesse ver.

- Você está louco? Bebeu ou o que? Sou uma mulher casada! – disse indignada com a forma que fora tratada.

- Desculpe minha querida, mas não pude me controlar, e não fique chateada, você deve se acostumar com meu jeito, afinal, você será minha mais cedo do que pensa. – dito isso desligou o telefone deixando Riza intrigada e boquiaberta.

- Quem era? – perguntou Roy saindo do banheiro e vestindo um robe azul.

- Engano. –mentiu, não estava com a menor vontade de agüentar qualquer crise de ciúmes dele, que nesse caso seria fundamentada.

- Entendo – disse sem acreditar, foi até o closet e procurou uma roupa. Virando-se disse calmamente:

- Diga a Forsyth que da próxima vez que ligar para minha esposa pela manhã ou em qualquer horário, sentira minha fúria.

Riza engoliu em seco, será que jamais conseguiria esconder alguma coisa dele?

Continua...

Ai está!!!!

Ouvindo: Take a bow - Rihanna (cada vez estou ficando mais pop, mas fazer o que né...) e Last drop Falls - Sonata Arctica

Pequenino capitulo, I know! Mas já é um começo de recuperação!

Tenho lido muitos romances no meu celular nos ultimos dias, e por isso fiquei inspirada, agora quem sabe essa fic vá em frente!

Desculpem novamente! E me deixem uma review peloamordeDeus!

Kisu