O Edward vampiro é da Meyer, o casado é da JustFork. E a danny e eu perdemos a linha com homens (ou vampiros) de jaleco...
Exatamente como eu tinha aceitado fazer terapia com a Esme era algo que eu nunca iria entender. Tenho certeza de que devia estar bêbada ou dopada, quando Edward me sugeriu isso e eu concordei. E agora estou aqui, tentando duramente não pirar de vez, já que estava sentada neste sofá de couro numa sala de espera, fria, estéril e insensível.
Por conta do meu nervosismo, comecei a me remexer para tentar conter os meus nervos. Meus joelhos saltavam para cima e para baixo, e continuaram assim por cerca de cinco minutos, até que o Edward pousou firmemente sua mão ali para me controlar. A partir de então comecei a tamborinar meus dedos contra o braço do sofá. Eu provavelmente estava na quinta parte da sinfonia de William Tell Overture quando a mão de Edward se enroscou em torno da minha.
"Bella, acalma-se." Edward sussurrou, enquanto se inclinava e beijava a lateral da minha cabeça.
Acalme-se? Sério?
Revirei os olhos para a forma muito casual e normal na qual ele estava. Isso não era normal. Nada sobre fazer terapia com a sogra era normal!
"Seus pais estão atrasados." Eu comentei quando comecei a vasculhar na minha bolsa alguma goma de mascar.
Edward só fazia me encarar enquanto eu puxava vários itens aleatórios, em busca do chiclete que eu tinha certeza de que estava ali em algum lugar. Depois que lhe entreguei uma garrafinha de água e uma maçã, ele me parou.
"Eles não estão atrasados, eles estão na outra sala de espera." Ele roubou a bolsa das minhas mãos, e depois começou a jogar a tonelada de trecos de volta dentro dela. Logo em seguida ele colocou a mesma na cadeira ao lado dele. "Bella, se você não se acalmar vou pedir para sedarem você. Eu juro, vai ficar tudo bem."
Minha mente perguntou-se brevemente, se a sedação seria realmente uma ideia tão ruim assim. Mas depois me lembrei o Réveillon e descartei imediatamente a possibilidade.
"O que significa 'eles estão na outra sala de espera'?" Perguntei mais alto do que eu pretendia. Os poucos casais que estavam na recepção ali conosco, levantaram as cabeças ao som da minha voz. Ignorei-os e esperei que Edward me respondesse.
"Quando há duas partes que estão tendo conflitos, separá-los em duas áreas de espera diferentes. Um de nós irá entrar e falar com o médico primeiro, e logo em seguida é a vez do outro casal. Depois disso, a terapeuta irá juntar todos nós lá dentro." Edward explicou, trazendo o tom da nossa conversa para um sussurro abafado.
Bem, isso fez com que eu me sentisse um pouquinho melhor. Pelo menos, eu teria a chance de contar meu lado da história sem que Esme estivesse lá para me fazer sentir culpada. No entanto, isso também significava que eu não poderia estar lá e ouvir o que ela irá dizer sobre mim.
"Edward e Bella Cullen?" Pediu uma voz calma. A porta a nossa esquerda estava aberta e uma mulher mais velha sorrindo, procurava em volta da recepção
Edward ficou de pé, entregou-me de volta minha bolsa de volta e me ajudou a levantar. Eu caminhei nervosamente em direção à porta aberta, apavorada de que Esme e Carlisle já estivessem sentados ali. E se não me dessem a oportunidade de me explicar?
Senti a mão de Edward na base de minhas costas e respirei fundo antes de atravessar a porta. Felizmente, o consultório estava vazio. Enquanto Edward se apresentava à médica, eu dei uma olhadinha ao redor. O ambiente era completamente comum, embora eu nunca tivesse feito terapia. Havia uma mesa grande, logo a frente das amplas janelas, duas poltronas de couro frente a frente, um pequeno sofá e uma cadeira estilo executiva logo atrás da mesa. Meus olhos encontraram um conjunto de espetos em uma das prateleiras do armário, e eu tive que admitir que meu humor melhorou um pouquinho. Se eu pudesse botar pra ferrar na Esme numa guerra de espetinhos, tudo isso poderia valer a pena.
"E você é a Bella, eu presumo?" a médica pediu gentilmente enquanto apertava minha mão. Eu só consegui assentir, com medo de que se eu abrisse minha boca, poderia vomitar em cima dela. Felizmente, ela devia estar acostumada a se reunir com as pessoas socialmente desajeitadas, porque ela simplesmente prosseguiu. "Eu sou Alana Carmen. É muito bom conhecê-la. Sentem-se, por favor."
Ela acenou com o braço em direção ao sofá vazio, e depois que eu lancei um olhar apavorado ao Edward, ele tomou minha mão e nos levou para o sofá de frente para a porta, no lado oposto da sala. Porta a qual, Esme e Carlisle estariam sem sombras de dúvidas do outro lado.
"Bem, Bella e Edward." ela disse, apontando para cada um de nós, respectivamente. "Eu quero começar dizendo que o fato dos quatro estarem dispostos a, pelo menos, tentar uma terapia em família é o primeiro passo na direção certa." Ela novamente me deu um sorriso tranqüilo, antes de começar a folhear um arquivo que estava sentado em seu colo. Meus olhos se estreitaram na direção do seu bloco amarelo, onde ela já tinha começado a escrever. Será que ela já tinha falado com o Carlisle e a Esme?
Edward deve ter percebido o bloco também, porque ele imediatamente embrulhou um braço em volta dos meus ombros e me puxou para perto dele. Eu relaxei - ligeiramente.
Nós conversamos coisas primordiais; quantos anos nós tínhamos, como nos conhecemos, por quanto tempo namoramos, como foi o nosso noivado. Ela nos questionou sobre o nosso casamento, e quais nossos objetivos futuros. Tudo isso era muito normal, até que ela trouxe nossa vida sexual.
Eu fiquei mortificada quando ela perguntou ao Edward sobre nossa freqüência sexual numa escala de 1-9 e ele deixou escapar "dez". Será que não dava pra disfarçar alguns segundinhos só pra terapeuta não achar que nós dois éramos ninfomaníacos?
Tudo se complicou quando ela me perguntou qual eram os motivos que atrapalhavam nossa vida conjugal. Eu fervilhei e só pude dizer uma palavra: Esme. Daí então, eu desatei a falar, nada me impediu de calar. Coloquei tudo que estava sentindo pra fora, com o simples fato de ouvir a palavra Esme. Tudo fluiu livremente da minha boca por mais de trinta minutos. Edward continuou calmo ao meu lado, ocasionalmente esfregando minhas costas e ombros, enquanto eu me queixava sobre quão maluca era a mãe dele.
Dra. Carmen preencheu pelo menos três páginas do seu caderno amarelo. Quando terminei, ela apenas meneou a cabeça antes de olhar para Edward. "E você, como se sente sobre isso Edward?" a médica perguntou educadamente.
Lentamente, Edward puxou o braço do meu ombro, descansando seus cotovelos sobre os joelhos, pra depois soltar um longo suspiro. Tal gesto imediatamente apertou meu coração. Eu Sei que ele era quem mais sofria por ter que ficar no meio desse cabo-de-força de merda, dividido entre não querer me machucar ou acabar com a relação que tinha com sua própria mãe.
"Basicamente, eu só quero que isso tudo seja corrigido. Eu quero que a minha mãe e a minha esposa possam ficar num mesmo ambiente, sem que a tensão seja tão grossa ao ponto de poder sufocá-lo." Edward disse claramente.
"Bem, então eu acho que todos os quatro irão se beneficiar com a terapia. Seu pai e sua mãe manifestaram a vontade mesma, e não vejo razão para que não sejamos capazes de fazer alguns progressos muito bons por aqui." Dra. Carmen fechou o bloco que estava pousado em seu colo e nos deu um sorriso genuíno.
Tanto quanto gostaria de acreditar nela, eu não entendia como ficar sentados aqui e discutir nossos sentimentos fosse adiantar alguma coisa. A menos que ela fosse fortemente a favor de medicar seus pacientes, eu não via como isso iria funcionar.
Quando ela se levantou, a minha frequência cardíaca aumentou a tal ponto que eu podia ouvir meu sangue pulsando em meus ouvidos. Meu estômago se embrulhou, e segurei o braço de Edward com tanta força ao ponto dele saltar e tentar puxar a mão.
"Calma, Bella. Eu estou aqui" ele sussurrou enquanto eu observava a médica caminhar até a porta oposta.
Será que ele não entende que Satanás iria passar por aquela porta em questão de segundos? Não só isso, mas ela basicamente iria ter livre arbítrio para me insultar e fazer comentários sarcásticos e rudes sobre mim, tudo sob o disfarce de "estar sendo honesta".
Esme passou pela porta, e imediatamente ouvi seu fungado. Eu comecei a encarar o chão; Não queria vê-la. Não queria falar com ela. Caralho, eu nem queria estar aqui, porra!
Eu continuei seguindo o padrão do tapete e escutei Carlisle oferecer um breve olá para mim e para o Edward, mas de maneira alguma eu me atrevi a olhar para qualquer um deles. Alguns podem dizer que meu comportamento era infantil, nas pra mim eu dizia que era auto-preservação.
Os cinco ficaram lá parados em total silêncio, mais desajeitados do que nunca. Eu podia sentir meu estômago começa a rolar, então me concentrei na minha respiração a medida que a mão de Edward traçava padrões cima e para baixo em minhas costas.
"Bem, eu presumo que devo começar", Dra. Carmen anunciou corajosamente, e ouvi-la virando mais uma página de seu caderno. Até o dia em que se terminar essa merda de terapia, provavelmente ela vai ter um livro do caralho. "Ao ter conversado com todos os quatro, agora eu já tenho uma boa ideia de quais são os principais problemas. A boa notícia é que todos parecem estar juntos na mesma página, querendo resolver esse problema. E que está mais premente aqui é a falta de comunicação ".
Eu senti meus olhos se estreitarem em desacordo, mas continuei a olhar para o chão. "Bella, quando você tem algum conflito com sua sogra, você fala diretamente com ela sobre isso, ou prefere chamar o Edward para que ele lide com isso?" Dra. Carmen perguntou na sua voz doce.
Imediatamente, eu fiquei com raiva por ter sido apontada primeiro. Os pelos do meu corpo se eriçaram, e eu resisti à vontade de cruzar os braços sobre o peito como uma criança mimada. "Eu acho que você mesma pode dizer que eu confio no Edward", murmurei enquanto ainda olhava para o chão.
Com a minha visão periférica, eu vi Esme se movimentando e quando eu olhei para cima, vi seu assentimento presunçoso para a terapeuta. Dra. Carmen abriu a boca para responder, mas eu a cortei na mesma hora. "Mas só faço isso, porque toda vez que eu tento ter uma conversa decente, ela acaba transformando numa briga onde só faz me insultar!" Desabafei, me encostando no sofá, e agora encarando a Esme.
Se ela acha que eu vou dá uma de besta e perder a oportunidade de jogar umas verdades na cara dela, então ela está fudidamente enganada!
"Viu só?" Esme se mudou para a ponta do sofá, que estava dividindo com Carlisle e apontou a mão magricela na minha direção. "Nada, além de desrespeito com minha pessoa! E isso sempre começa a partir dela!"
Minha boca se abriu, enquanto ela continuava jogando alegações imbecis na minha cara. "Ela nunca deixa que eu terminei o que tenho a dizer, ela sempre presume que eu a julgo! Isso é: quando ela mantém a boca fechada por tempo suficiente para deixar que eu complete a frase ..." Esme continuou , enxugando as lágrimas de crocodilo dos seus olhos .
"Mãe!" Edward avisou.
"Pois é, tenho quase certeza de que quando você diz: 'Eu acho que você só está com meu filho por conta do dinheiro dele', me dá um motivo suficiente para te julgar, Esme! " Eu revidei em sua direção.
"Esme, por favor, me diga que você não disse isso." Carlisle pareceu chocado, e isso fez com que eu me sentisse um pouco melhor.
Eu senti Edward jogar a cabeça para trás e balançou-a lentamente.
"Bem Carlisle, eu só estou cuidando do nosso filho", Esme disse enquanto alisava pernas de sua calça.
"Ah, sim, porque Bella parece ser justamente o tipo de pessoa golpista, mãe" Edward sibilou sarcasticamente, mantendo sua cabeça contra o encosto do sofá.
"Tudo o que eu estou querendo dizer é que você mudou muito Edward, e nenhuma dessas mudanças ocorreram até que você começasse a namorar a Isabella!" E Esme outra vez apontou seus dedos em minha direção.
Comecei a dizer alguma coisa, mas Edward me impediu. "Nunca lhe ocorreu que talvez não seja a Bella? Pode ter sido porque eu, oh não sei, fui para a faculdade? Fui morar sozinho ... Cresci? Por que você assume que é tudo culpa dela?" Edward perguntou, finalmente olhando com muita raiva para sua mãe.
Eu fiquei surpresa ao ver que Edward tinha dito isso. Quer dizer, não foi lá muuuita coisa, mas imagino que para ele tenha sido o suficiente.
Esme olhou para o Edward antes de fitar de soslaio o Carlisle. Ambos estavam a encarando, esperando por uma resposta.
Depois de vários segundos desconfortáveis, a Dra. Carmen limpou a garganta e nós quatro voltamos a olhar para ela. "Esme, você conhece qualquer um dos hobbies da Bella ou quais são seus interesses?" a médica perguntou-lhe, enquanto o resto de nós nos recuperávamos e olhávamos para Esme.
"Bem ... eu ..." Esme gaguejou, obviamente desconfortável por ter sido colocada em foco.
"E você Bella? Você sabe qualquer um dos interesses da Esme?" A Dra. Carmen me questionou. Corei quando senti quatro pares de olhos me encarando, e balancei a cabeça negativamente em resposta.
"Eu acho que um dos maiores problemas que vocês estão enfrentando é que a Bella e a Esme, não conhecem uma a outra." Dra. Carmen cruzou as mãos e sorriu, olhando para entre nos quatro. "Talvez vocês duas só necessitem passar algum tempo juntas, e a sós."
Passar. Algum. Tempo. Juntas. E. A. Sós.
Ótimo.
[...]
Uma semana depois, eu estava fuçando meu closet, tentando achar algo adequado ao encontro da Junior League¹, enquanto Alice estava deitada no colchão, tirando sarro da minha cara.
"O que vão fazer você fazer, separar por cores retalhos de tecidos para alguns lençóis?" perguntou ela com um sorriso, a medida em que ficava sentada na ponta da cama, com os pés pendurados pro lado de fora .
"Eu pareço alguém que sabe o que diabos se faz numa reunião da Junior League?" Eu perguntei, puxando uma blusa para fora do armário.
Ergui a peça para que ela desse sua opinião. Ela balançou a cabeça e ignorou meu gemido quando voltei para dentro do closet.
"Então, a Esme está fazendo você assistir uma reunião da Junior League como hobby dela. Que tipo de tortura você está planejando para ela?" Alice perguntou enquanto Edward entrou no quarto com as mãos nos bolsos. Ele se jogou na cama ao lado de Alice, com uma expressão divertida no rosto.
Eu olhei para os dois, lhes mostrando uma outra roupa, e ambos colocaram seus polegares pra baixo. "Não sei! E já cansei de procurar alguma roupa.", murmurei enquanto encostava a cabeça contra a moldura da porta do closet.
"Talvez você deva dizer que é uma boa samaritana. Diga que você lê para pessoas cegas no seu tempo livre, isso irá deixa-la se sentindo super culpada. Eu faria isso." disse Alice, antes de pular da cama e me empurrar de lado para que ela mesma procurasse uma alguma coisa.
"Oh, essa é uma ideia excelente, porque mentir e encher os outros de culpa são excelentes maneiras de se seguir com uma terapia", Edward disse sarcasticamente.
Eu me juntei ao Edward na cama, e depois de me encolher contra seu corpo, percebi que nada disso mudaria nada. A Esme seria sempre a Esme, e ela iria continuar me odiando, mesmo que eu disse pra ela que eu alimentava os sem-teto, lia para cegos, e cuidava dos cachorrinhos abandonados em abrigo para animais.
"O que elas fazem nessas reuniões, afinal?" Perguntei-lhe depois inclinar a cabeça em seu abraço e olhar para ele.
"Eu não sei. A última vez que estive naquele lugar, eu tinha 13 anos e tive que ajudar a arrumar as mesas para que elas pudessem pintar papéis machê ou algo assim. Elas estão sempre fazendo alguma tabaquice manual tipo a Martha Stewart.", respondeu ele.
"Que beleza, uma tarde de ofícios com sua mãe." Sibilei plantando um sorriso sarcástico no rosto.
No final, decidi usar apenas o que eu normalmente uso. Afinal, ponto crucial de toda esta besteira de "passarmos mais tempo juntas" era para que pudéssemos aprender a gostar uma da outra, sendo quem nós realmente éramos. E assim - três horas mais tarde e três vezes mais nervosa - fiz meu caminho para um dos salões de reunião do Harbor Club em Seattle.
Eu tinha estado aqui antes, quando Esme estava tentando me convencer de que casar em um clube seria muito mais elegante e adequado do que me casar na igrejinha de Forks. Isso aqui me lembrava mais um museu, e estava bem longe de ser o lugar que eu tinha imaginado para nosso casamento.
Tentando ignorar o chiado que meu tênis estava fazendo contra o assoalho de ladrilho, eu andei tão rápido quanto podia, uma vez que eu ainda estava usando a bota ortopédica no outro pé.
"Desculpe-me, mas a entrada de serviços é do outro lado", disse-me um oficial de segurança volumoso enquanto ele me abordava.
Bem, isso só faz com que você se sinta confortável e bem vinda, não é mesmo? Será que eu estava parecendo alguém que deveria entrar pela área de serviço? E pra completar, eu estava carregando alguma bandeja ou alguma caixa? Não. Eu estava apenas caminhando, cacete!
"Eu não sou uma funcionária", disse secamente. "Eu vou me encontrar com minha sogra aqui, para a reunião da Junior League."
Ele deixou seus olhos viajarem de cima a baixo pelo meu corpo antes de finalmente me encarar. "Você vai ter que esperar na recepção, antes de ser escoltada para o salão." Ele meneou de volta para o corredor, por onde eu tinha acabado de vir.
Eu ri, pensando que ele estava de brincadeira. Mas, quando ele apenas continuou a me fuzilar, eu rolei os olhos e caminhei de volta até a recepção. Isso foi absolutamente ultrajante. O que diabos ele acha que irei fazer? Rasgar uma dos quadros das paredes? Roubar um vaso e enfiá-lo na minha calcinha?
Irritada, me sentei em uma das poltronas da recepção e vi quando ele tranquilamente falou ao telefone ao mesmo tempo em que mantinha o olho em mim. Cara inteligente - uma garota com uma perna quebrada poderia muito bem dar uma escapadinha.
Mandei uma mensagem rápida para Alice, contando-lhe que o segurança havia me parado por suspeita de atividade ilegal. Ela respondeu de volta dizendo que eu não pertencia a lugares como aquele, e que eu devia trazer minha bunda branca e gorda de volta pro nosso trailer. Isso me causou uma crises de risos, e eu ainda estava arfando quando Esme desceu pelo corredor da recepção vindo me "escoltar" para o encontro.
"Você está bem?" perguntou ela, com uma voz de quem não se importava muito com isso.
Enxuguei os olhos, que tinham se enchido de água quando eu estava rindo, e balancei a cabeça afirmativamente. Quando me levantei não pude deixar de notar que Esme não parecia muito satisfeita com a minha aparência.
"Fico feliz em ver que você pode nem se vestir adequadamente, Isabella." Ela se virou e foi embora sem sequer olhar duas vezes.
Bem, me desculpe, mas eu não sabia que havia um código de vestimenta para ser uma cadela que irá pintar um vaso de flores, porra!
Eu segui logo atrás dela, me perguntando o que diabos havia de errado com o que eu estava vestindo. Calça social preta e uma camisa de mangas longas parecia bastante inofensivo para mim, então percebi que ela devia estar se referindo ao meu sapato solitário. Se ela cogitou a ideia de que eu usasse saltos ou algum outro tipo de sapato absurdo quando ainda tinha essa bota na outra perna, ela estava louca. Ela que fizesse vista grossa para o meu solitário All-Stars.
Quando chegamos ao salão de reuniões, eu me preparei para o pior. Eu me reuni com algumas dessas mulheres no meu chá-de-cozinha, e umas tinham até mesmo vindo para o casamento. Essas mulheres a principio, pareciam ser toleráveis o suficiente. No entanto, se no fundo elas fossem versões copiadas da Esme, achando que todas eram as Sras-eu-quero-ser-Beaver, então aqui era uma convenção de mulheres fodidas da cabeça.
Eu transitava de pessoa em pessoa, sendo apresenta apenas como "a esposa de Edward", nunca como Bella. Apertei a mão e mantive minha boca fechada, esperando realmente que essas pessoas não me convidassem para participar das funções que eles estavam realizando hoje.
Eventualmente, todas nós acomodamos-nos, e para minha grande sorte, eu fiquei sentada entre Esme e mãe de Tanya. Eu devo mesmo ter jogado pedra na cruz na vida anterior.
Eu tentei agir como se estivesse realmente prestando atenção, enquanto elas discutiram questões triviais como qual deveria ser o tema do baile de gala deste ano, e que a cor da nova sede.
Em algum lugar entre os argumentos se o verde musgo seria mesmo uma cor apropriada, eu deixei minha mente vagar. Olhei ao redor do salão que se encontrava lotado de mulheres que - sinceramente - pagavam o olho da cara para serem membros desta sociedade elitista, que juravam estar fazendo uma grande diferença para a comunidade.
Eu sei que em alguns pontos ao longo do ano esse grupo, de fato, contribuía para instituições de caridades, mas eu duvidava muito de que qualquer uma destas mulheres já tinha visto o que era pobreza de perto. Mas, grande parte delas sentiam-se "as tais" ao se encontrarem duas vezes por mês, tendo uma refeição que custa mais do que Edward e eu gastamos nas compras do mês, discutindo como elas iriam ajudar a comunidade.
"Então, gostaríamos de anunciar que a comissão decidiu sobre a adesão das novas sócias que estaremos aceitando este ano" uma mulher com um martelo na mão disse com uma voz cantante.
Os aplausos que se seguiram fizeram com que eu olhasse ao redor para descobrir o motivos dos sussurros animados daquele multidão de mulheres. Por um momento, quis saber se a Junior League era como uma irmandade, onde poderiam torturá-lo para que você pudesse fazer mesmo "parte da família". Seguindo essa linha de pensamento, pude concluir que talvez, esse fosse o motivo da Esme ser tão odiosa comigo, talvez essa fosse sua forma de adesão para que eu entrasse para a sua família.
Sorri ao pensar nisso, mas quando ouvi meu nome ser anunciado, pisquei surpresa. "Sra. Cullen, por que você não se junta a nós aqui na frente?" A mesma mulher disse na mesma voz tintilante. Pisquei mais uma vez, olhando para Esme, que apenas sorriu vitoriosa e continuou aplaudindo.
Devagar, eu fiquei de pé e fiz meu caminho até lá na frente, o tempo todo pensando o que diabos estava acontecendo. Certamente, alguém poderia ter me contado o que estava rolando, né? E para que eu pudesse participar dessa merda, eu não teria que assinar uma solicitação antes? Se Edward já estava sabendo disso e não tinha me contado, eu o mataria. Pior que isso: Provavelmente eu iria arrancar cada pentelho do seu saco com a pinça e depois matá-lo!
Quando cheguei na frente do salão, fui puxada para cima do palco. Eu tentei não pensar nas centenas de rostos que olhavam para mim agora.
"Senhoras, esta é Sra. Edward Cullen ..."
"Meu nome é Bella," interrompi sem pensar; isso havia se tornado um hábito ao longo dos anos por todos me chamarem primeiramente de Isabella.
Ela me olhou com rancor por alguns segundos antes de continuar. Ouvi-la dar um resumo de toda a minha vida - embora as únicas coisas que ela falava tinha mais a ver com Edward do que comigo mesma. "… E ela foi indicada para adesão ao nosso grupo pela sua sogra, Sra. Carlisle Cullen", ela continuou.
Mais uma vez, estouraram aplausos animados , e quando eu olhei para Esme, lá estava ela sorrindo em agradecimento. FAAAALSA! Eu não tinha nem ideia de que inferno a Esme estava me jogando, mas tinha certeza de que sendo um inferno vindo da Satanás, nada disso seria pro meu benefício.
"Nossa segunda associada a ser aceita na sociedade hoje é Tanya McBride," a locutora continuou. Senti meu rosto corar de raiva, e apostei qualquer coisa de que meus olhos agora se tornaram tão amplos quanto dois pires.
Momentaneamente, fiquei aliviada de que pelo menos a Tanya não estivesse lá. Mas, quando minha frequência cardíaca já começava a voltar ao normal, eu ouvi alguém gritando do fundo do salão. Assim como nos filmes, Tanya veio correndo lá de trás com o seu cabelo flutuando perfeitamente contra o vento, a roupa impecável, e sem fôlego.
Vadia Miserável! Que ela se fôda um dia!
"Desculpem, desculpem, o meu voo estava atrasado", disse ela apressada, enquanto parava para beijar sua mãe e a Esme na bochecha e então prosseguir até o palco. Ela me deu um abraço rápido, e eu respondi acariciando suas costas pateticamente.
A história da vida de Tanya estava sendo contada, com muito mais entusiasmo do que a minha. Aproveitei a ocasião e olhei para Esme: ela parecia satisfeita consigo mesma - quase presunçosa.
Tinha que haver algum motivo para ela encontrar alegria no fato de que eu estaria a partir de agora, passando mais tempo ao lado dela nessas merda de reuniões. Talvez ela tenha pensado que eu iria recusar a adesão que ela gentilmente ofereceu pra mim – Só que se eu fizesse mesmo isso, ia parecer que eu era um vadia ingrata.
Respirei fundo tentando entender tudo isso, enquanto a Tanya sorria triunfante, a medida que seus predicados continuaram a serem anunciados. Esme queria que eu desistisse. Ela queria que eu declinasse a sociedade, fazendo parecer que estava me recusando a compreender qualquer coisa relacionada ao "seu mundo". E tenho certeza absoluta que o fato da Tanya também estar sendo empossada como membro dessa merda no mesmo dia em que eu, não foi coincidência. Era um esquema bem bolado. Esme sabia que Tanya me intimidava. E foi aí que ela se fudeu.
É claro que a Tanya era linda - e sim, ela tinha conhecido o Edward bem antes de mim. Mas no final das contas não tinha sido ela com quem o Edward se casou. Eu era a Sra. Edward Cullen, e a Tanya continuava como a Srta. Tanya McBride.
Então, eu ouvi com falso interesse todas as coisas a medida em que a reunião avançava. Ouvi todas as besteiras nas quais eu teria que participar, e assenti o tempo todo. Se Esme achava que eu ia fugir da raia, ela estava muito enganada! Eu aceitaria essa adesão, odiando cada segundo dela, mas seria a associada mais foda de todos os tempos na Junior League . Entrei comissões, me ofereci para ajudar com as atividades, e concordei até que Edward e eu ofereceríamos um cocktail de apresentação. Pelo menos, nos era permitido beber nesse clube de merda.
Quando saí - sem dúvida com uma Esme puta da vida com o fato de que eu estava aceitando entrar nessa vida de falsa elitista com um entusiasmo fingido - eu estava entupida de livros cheios de regras e orientações. Eu também tinha um pedido para adesões ao Harbor Club e para a Sociedade das Mulheres de Seattle. Eu não tenho a minima ideia do que uma sociedade de mulheres faz, mas já que eu possuo seios e uma vagina, poderia ser muito bem incluída.
"Então você entrou pro lado negro da força?" Alice perguntou, enquanto eu tropeçava pra dentro de casa, com meus braços cheios de livros e papéis ao mesmo tempo em que tentava equilibrar meu celular entre o ombro e a orelha. "Você vai se tornar uma vadia esnobe?"
"Não, na verdade eu estou agindo mais como uma inimiga infiltrada" rebati, jogando todo aquele lixo em meus braços no sofá.
"Você sabe que a partir de agora você tem que seguir em frente com essa merda, né?"
"Alice, eu não vou ficar como a Esme. Você me conhece melhor que isso. Além do mais, você pode pedir pra que o Jasper faça uma doação pra entidade e depois disso vocês podem ser convidados para todas as festas também. Aí então, podemos sentar no cantinho e zoar todas aquelas ricaças, nos encharcando de licor. " Eu propus sorrindo enquanto ela gemia.
"Igualzinho na faculdade, só que desta vez estaremos acima da idade legal para beber." ela sibilou sarcasticamente.
"Ah, qual é, Alice? Você poderá usar um vestido bonito e ainda ajudar a salvar os leões marinhos ao mesmo tempo!", tentei persuadi-la.
Ela suspirou, mas finalmente acabou cedendo "Eu vou te passar um cheque amanhã", ela concordou. "Mas vou querer coquetéis que prestem! Nada dessas merdas de cerveja barata."
Após finalmente Alice concordar que seus coquetéis teriam que ser de Gin importando, ela desligou.
"Edward?" Gritei, mas ninguém respondeu.
Puxei o meu casaco e levantei-me do sofá, pegando o pedido para adesão para participar Sociedade de Mulheres. Folheei as diferentes folhas que seriam necessárias preencher enquanto caminhava através da casa até nosso quarto.
Por que diabos precisam saber qual era o nome do meu tataravô e o que ele fazia da vida, estava além da minha imaginação. Ao continuar lendo aquele formulário, percebi que se o meu sobrenome não fosse Cullen, não havia havia jeito e maneira dessas pessoas me aceitassem nessa merda.
Eu expulsei meu tênis e me arrastei pro meio da cama, ainda lendo todas aquelas besteiras que eles queriam saber sobre nós dois. Já estava pensando seriamente em escrever "Meu marido é Edward Cullen", no topo do formulário, quando ouvi uma batida suave na porta.
Olhei por cima do papel, sem esperar ver nada de espetacular ali. Mas, quando meus olhos focaram no que eu tinha li, soltei o requerimento e me sentei.
Edward estava vestindo uma daquelas calças azuis de médico, pendurada bem abaixo de sua cintura, o cordão nem sequer amarrado. Um jaleco branco aberto, revelando os contornos e as definições maravilhosas do seu peito e de seu tanquinho. E pra completar um estetoscópio envolto em seu pescoço.
"E-Edward?" Gaguejei enquanto ele caminhava lentamente, pegando os documentos jogados na cama e anexado-os numa prancheta.
"Eu prefiro ser endereçado como Dr. Cullen", ele corrigiu-me ao mesmo tempo em que se sentava na beirada da cama. Ele abandonou a prancheta no colo dele e me perguntou: "E como você está se sentindo hoje Sra. Cullen?"
Pisquei várias vezes, pensando que depois de um dia igual a esse, isso só podia ser um sonho.
Ele me fitou com expectativa, o canto de seus lábios se contraindo, enquanto lutava contra um sorriso. "Hum, eu estou... bem?" Respondi, limpando minha garganta e continuando a deixar que meus olhos vagueassem sobre seu peitoral e abdômen.
"Bem?" , perguntou ele ligeiramente divertido.
"Devo dizer que eu estou mal?" Perguntei baixinho.
Ele riu, sacudindo a cabeça, mas acabou ignorando o quão tola eu parecia. Ele se levantou, caminhou até o pé da cama, e lentamente começou a desfazer o velcro da bota enrolada no meu pé.
Eu assisti enquanto ele gentilmente a removia deixando-a cair no chão. Suas mãos lentamente traçaram o formato do meu pé, e embora não machucasse, eu pulei quando seus os dedos acariciaram meu tornozelo.
"Tá doendo?" ele me perguntou em voz baixa.
Eu balancei minha cabeça negativamente, e sorriu se inclinando e beijando o topo do meu pé com cuidado antes de se rastejar na cama e pairar sobre mim.
"Você não tá muito afim desse joguinho, não é?" ele sussurrou antes de seus lábios roçarem suavemente nos meus.
"Hmm". Eu sorri e empurrei meus quadris contra a dele, satisfeita quando consegui que um gemido escapasse de sua boca. "Eu não diria que não gosto, mas é que agora eu estou querendo logo partir pro que interessa."
"Eu posso lidar com isso", ele sussurrou contra meu pescoço.
Meus olhos se fecharam, e eu mordi meu lábio em antecipação, a medida em que seus lábios fizeram um trajeto do meu pescoço até em meu ombro. Um arrepio eclodiu pelos meus braços enquanto ele continuava a descer sobre meu peito, em direção a minha barriga. Suas mãos deslizaram por baixo de minha blusa empurrando-a, seus lábios deixando beijos leves ao longo da minha costela e abaixo do meu umbigo.
Eu puxei a blusa por cima da minha cabeça e joguei-a num canto do quarto, antes de empurrar o jaleco que Edward vestia de seus ombros. Eu me sentei, puxando todo o resto daquele tecido branco impecavel. No momento em que a bata atingiu o chão, ele me empurrou de volta no colchão, onde eu tentei inutilmente rolar e ficar por cima .
"Nuh uh, Bella." Ele murmurou no meu ouvido, empurrando seu corpo no meu e me prendendo contra a cama.
Abri a boca para argumentar, mas no segundo seguinte, sua boca possuiu a minha, e assim eu deixei que ele tomasse as rédias da situação.
Cerrei me olhos, quando as mãos dele envolveram suavemente meus seios através do meu sutiã, e não pude reprimir um gemido suave. Os lábios de Edward beijavam a linha da minha mandíbula enquanto ele sussurra "eu te amo" mais e mais. Eu mordi meu lábio inferior assim que seu polegar circulou ao redor meu mamilo.
Meus dedos se roscaram na parte de trás de seus cabelos, puxando-o para perto de mim, enquanto sua boca se movia do meu queixo para a pele logo abaixo do meu ouvido. Instintivamente, meus quadris investiram contra os dele. Um das mãos de Edward deslizou pelo meu corpo, me puxando contra si. Enrolei a minha perna boa em torno de sua cintura me imprensando ainda mais nele, aumentando nosso desejo através do atrito que estávamos criando.
"Bella..." Edward ofegou enquanto sua cabeça descansava contra o meu ombro. Sua voz baixa e rouca fez meu coração bater alto no meu peito e meu estômago encher de borboletas. Afastei cabeça para trás, olhando dentro dos seus olhos enquanto seus dedos acarinhavam meu quadril, fazendo círculos lentos.
"Eu te amo e quer-" ele começou, mas eu o interrompi e trazendo seu rosto em minha direção e atacando seus lábios. Ele respondeu apaixonadamente me pressionando ainda mais no colchão macio. Mordi seu lábio inferior suavemente enquanto meus dedos viajavam contra os músculos tensos em suas costas.
Era como se minha mente se desligasse por completo: meu corpo estava focado apenas na maneira como ele me fazia sentir. Eu adorava o jeito que meu estômago se agitava quando a mão dele tocava minha pele; a forma como eu tremia quando sua língua percorria o meu pescoço; a sensação da protuberância em suas calças roçando contra meu sexo já molhado.
Eu precisava...dele. Melhor, eu necessitava dele.
"Eu acho que temos roupa demais," Edward disse com uma voz ofegante. Ele me fitou com aquele maldito sorriso torto e perfeitamente sexy, e eu não pude deixar de sorrir de volta ao perceber sua aparência: o cabelo descontroladamente pra tudo quanto era lado e seu rosto corado.
Ele soltou minha perna e retirou seu peso de cima de mim, para em seguida começar desabotoar minha calça. Suas mãos apressadamente empurraram o tecido pelo meus quadris, mas ao mesmo tempo sendo cuidadoso com a minha perna doente. Eu estava quase ofegando quando sua boca começou a mordiscar meu pescoço enquanto ele retirava o meu sutiã.
Eu senti cada músculo do meu corpo se retesar quando sua mão escorregou por dento da minha calcinha. Mas quando seus dedos lentamente circundaram meu clitóris, eu relaxei. Mordi meu lábio, movimentando meu quadril, combinando no ritmo que ele estava impondo.
Cravei meus dedos sobre os seus ombros, a medida em que Edward sugava suavemente meus mamilos enrijecidos. A minha cabeça rolava de um lado para o outro, quando seus movimentos se tornaram mais rápidos. A cada toque circular dos dedos deles, faziam que meu corpo todo respondesse e ansiasse aquela sensação de clímax.
"Mas forte", eu implorei descaradamente.
Seus dedos adentraram meu calor, enquanto seu polegar agora, contornava meu clítoris. Meus pés começaram a se curvar e meu baixo ventre a formigar. Eu gemia alto quando a propagação daquela sensação familiar e celestial, se espalhou da ponta dos meus dedos para o topo da minha cabeça.
"Bella...", Edward sussurrou, puxando minha orelha entre os lábios. Balancei a cabeça contra ele – não conseguia falar palavras coerentes, formar uma frase. Meu corpo todo tremia, ele me puxando firme contra seu peito, enquanto seus dedos abrandavam o ritmo mas não paravam.
Aos poucos ele retirou seus dedos de meu sexo e arrastou-os sobre o meu estômago enquanto eu abria meus olhos. "Você é tão linda", ele sussurrou antes de beijar-me ávidamente.
Eu sorri, tentando recuperar o fôlego, a medida que ele abaixa a calça que ele estava usando. "Sem cueca", eu disse que ele se revelou. "Legal". Eu não evitar a risada que me escapou.
Ele afastou minhas pernas com seus joelhos, vindo pairar sobre meu corpo e deixando seus dedos preguiçosamente traçarem minha pele. Logo depois disso ele encheu de beijos minha barriga e os meus seios.
Eu adorava isso. Eu adorava a sensação de tê-lo tão perto de mim, sem barreiras. Edward era a única pessoa que me conhecia desse jeito. Ele conhecia cada curva do meu corpo. Sabia que quando ele ia corria suavemente os dedos para cima e para baixo no meu braço ou na minha coxa me levava a loucura.
"Edward". Ele parou de me beijar e olhou para mim. "Eu quero você", eu sibilei, envolvendo meu pé em torno de sua cintura, puxando-o para perto de mim.
Eu mordi meu lábio em antecipação enquanto ele acomodava seu membro na minha entrada, mantendo seu peso sobre um braço enquanto o outro puxava meu quadril ao dele.
Eu gemi alto quando ele empurrou-se dentro de mim, me preenchendo completamente. Ele parou por um momento, nós dois ofegantes enquanto nos ajustávamos um ao outro. Quando ergui meu quadril contra o dele, lentamente ele começou a se mover.
Edward impôs um ritmo lento no início, salpicando pequenos beijos contra o meu peito, ombros e pescoço, enquanto eu inclinava minha cabeça para trás.
"Eu te amo", eu gritei assim que suas estocadas aceleraram, e a pegada de suas mãos em meus seios ficava mais e mais bruta.
Ele se pôs de joelhos entre minhas pernas e envolveu suas mãos em volta do meu quadril, puxando meu corpo contra o dele a cada impulso. Minhas costas se arquearam para fora da cama, joguei meus braços acima de minha cabeça e minhas mãos cravaram firmes entre os nossos travesseiros.
"Oh Deus ..." eu sibilei entorpecida pelo prazer que ele me dava. Eu não conseguia raciocinar direito; a única coisa na qual eu podia me concentrar era na forma lasciva que Edward possuía meu sexo sedento, e de como eu precisava de estar mais próxima dele em todos os sentidos possíveis.
"Baby?" , ele perguntou com uma voz baixa e sexy. Seu aperto sobre meus quadris se intensificou, e eu envolvi minhas pernas em torno de seu corpo. "Me diga o que você quer, Bella."
"Mais...mais...", eu lhe implorei. Era a única coisa que pude dizer, sem contar que, o Edward sabia exatamente do que eu precisava. Ele passou suas mãos pelas minhas costas, me erguendo até que eu ficasse sentada sobre o seu colo.
Eu grunhi alto, por conta da sensação que a mudança de posição me causou e passei meus braços em torno de seus ombros. Ele deslizou uma mão entre nós dois e lentamente começou a massagear meu clitóris.
"É isso que você queria?" Ele perguntou num tom presunçoso enquanto se empurrava mais fundo dentro de mim.
Eu balancei a cabeça assentindo, cravando meus dedos em seus ombros.
"Responda, Bella!", ele exigiu, acelerando seus movimentos e beliscando meu ponto mais sensível.
Gemi descaradamente, gritando que era exatamente isso que eu queria.
Ele acelerou o ritmo de suas investidas, e com um último gemido profundo ele se derramou dentro de mim. No entanto o movimento frenético dos seus dedos, me ajudaram que eu atingisse meu ápice. Nós dois estremecemos quanto Edward me abraçou contra o seu corpo.
Quando comecei a relaxar, deitei minha cabeça em seu ombro, e Edward deixou suas mãos deslizam suavemente nas minhas costas.
"E foi por isso que eu considerei minha vida sexual como nota 10", disse ele com um pequeno sorriso. Seu comentário idiota nos levou para uma crise de riso, onde caímos abraçados na cama.
Momentos como esse eram o meu motivo para amar Edward Cullen com todo meu coração. Porque no final do dia - não importa o quão ruim tinha sido- ele era o único que me fazia rir e acreditar que tudo isso valia a pena. O sexo fodástico era apenas um bônus, no fim das contas.
1 - Junior League = Sociedade internacional de mulheres da alta sociedade que contribuem com a elaboração de projetos em benefícios a sociedade onde vivem. Essa sociedade está presente na Inglaterra, nos EUA, no Canadá e também no México. Já contou com presenças ilustres de ex-primeira damas americanas e atrizes de Hollywood
Ok... Não me matem! Sou filha única!
Foi mal a demora pessoal, mas tive um bilhão de broncas nesse mês de maio! Ufa, até que fim ele se foi!
Bem, só quero deixar um recadinho pra vocês... Quem clicar no ex-verdinho irá ganhar uma visitinha do Dr. Edward Cullen! **abana**
E isso aí, um xero bem grandão!
