Capitulo Doze
O que Ginny havia escutado da boca de Harry tivera a mesma conseqüência de um choque; Sua o quê? Noiva! A noiva dele. Levou as mãos à cabeça e imediatamente começou a se sentir tonta e enjoada. Mary veio ao seu socorro e colocou os braços ao redor dela.
- Oh, Deus meu. – ela sussurrou desamparada. – Você contou para ele.
Mary parecia preocupada com toda aquela situação, e também assustada.
- Ginny, eu não tinha opção, não poderia deixar você cometer... Aquela estupidez.
Harry avançou contra Malfoy, que continuava caído e com um olhar de incredulidade, com uma face ameaçadora.
Pela expressão dele, Ginny sabia que mesmo ferido ele não seria incapaz de assassinar o soldado, mas ela estava tão desorientada que não conseguiria abrir os lábios nem se sua vida dependesse disso.
Malfoy, por sua vez, parecia completamente disposto a isso.
- Sua noiva? – ela grasnou. – Você só pode estar doente! Esta enfermeira não é a sua noiva!
Aquela encenação de Malfoy apenas serviu para deixar Harry ainda mais furioso. Erguera Malfoy e estava pronto para voltar a socá-lo quando a tenda do dormitório se abriu, revelando a imagem de quase todas as enfermeiras, mais Amélia e Charles. Os olhos do irmão de Ginny arregalaram-se ao ver a cena.
- Mas que diabos é tudo isso? – ele perguntou, apoiando-se em uma bengala.
Harry lançou Malfoy contra uma das camas improvisadas, quebrando-a, e olhou para Charles. Apontou para o soldado e disse ao cunhado:
- Ele ia molestar sua irmã caçula. – respondeu com a voz assustadoramente suave, mas que Ginny estranhamente a interpretou como um sinal de perigo.
Charles piscou, absorvendo o que Harry havia acabado de lhe dizer, antes de derrubar a bengala e estar pronto para avançar sobre o soldado.
O local virou um completo caos. Quando Charles dera sinal de que iria voar sobre o homem, as enfermeiras trataram de segura-lo com todas as suas forças e gritarem pedindo para que ele não fosse; ao mesmo tempo, Draco Malfoy se levantara e aplicara um murro em Harry, exatamente no local em que ele estava mais frágil, no estomago.
O comandante perdera o ar e a cor imediatamente, e inclinara-se para frente, levando as mãos ao estomago. Charles urrou furiosamente, mas surpreendentemente, fora Ginny quem chegara primeiro, com a face de quem estaria disposta a matar.
Um som baixo, seguido por um uivo de dor; Malfoy inclinara-se e caíra de joelhos, com a mão entre as pernas e uma careta de sofrimento, de quem estava sentindo uma dor insuportável.
O ambiente ficara pior do que antes; Além das enfermeiras, agora era Malfoy quem berrava obscenidades contra a Ginny. Amélia parecia estar incrédula o suficiente para dizer alguma coisa. Para completar, Frank e Johnathan haviam chegado, e começaram a gritar a procura de informações.
Harry, além de Amélia, parecia ser o único a não dizer nada. Na verdade, parecia até mesmo ter se esquecido da dor. Seu olhar estava concentrado em Ginny, em uma mescla de surpresa e admiração.
Ela o defendera quando Malfoy o atingira. E parecia ter perdido completamente o choque de que anteriormente o homem a ameaçara de molestá-la, porque sua face e pescoço estavam vermelhos e suas íris brilhavam em uma fúria cega.
Malfoy parecia pronto a ofender toda a sua arvore genealógica, mas a enfermeira não lhe deu tempo:
- Seu verme bastardo e nojento! – ela gritara em plenos pulmões, silenciando toda a tenda. – Apenas com um homem ferido, apenas sendo sujo, que você consegue vencer? – ela cerrou os punhos. – Seu porco imundo! Pois eu te digo que você não vai tocar em um fio de cabelo dele – e apontou para Harry – enquanto eu tiver fôlego para impedir!
Ginny se colocara estrategicamente entre Malfoy e Harry, à frente do comandante. Ela ainda conservava aquele brilho enlouquecido em seus olhos.
Harry não sabia se deveria ficar nervoso com ela pelo fato de que estava sendo ofendido com o fato de estar sendo defendido por ela na presença de seus soldados e porque ela quase perdera sua inocência por pura idiotice, ou se deveria ficar admirado com o fato de que sua noiva era incrivelmente corajosa.
- Ginevra. – Harry a chamou sério, como quem exigia que ela se reportasse a ele. Ginny o ignorou.
Malfoy voltara a xingar de todos os nomes possíveis, e a mesma continuava o encarando como uma cobra pronta para dar o bote.
- Pode me ofender da maneira que quiser! – ela gritou. – Mas você não vai tocar em Harry!
- Sua vadiazinha de quinta, sua...
- Já chega! – Amélia gritou por fim. Parecia finalmente ter se recuperado. – Já chega! – ela repetiu, suas faces começando a ficar vermelhas, muito vermelhas. – Malfoy, saia desta tenda agora! Não me faça essa cara, você não está ferido o suficiente para ficar aqui. – Seus olhos faiscavam, como se ela estivesse testando-os a ousarem a desafiá-la. – Vocês dois. – ela disse a Frank e John. – Tirem-no da minha vista antes que eu me sinta na obrigação de terminar o que Ginevra estava fazendo.
Ambos os soldados não seriam idiotas de contradizê-la. Imediatamente e sem cuidado algum, levantaram Malfoy e o arrastou para fora da tenda mais rápido que um piscar de olhos. Mas isso não os impediram de lançar um rápido olhar para o comandante.
A enfermeira chefe agora olhara para as enfermeiras e Charles, que se encolheram.
- Isso aqui é um lugar para tratar de feridos, não um show de horrores. Vão realizar seu trabalho, já! – as mulheres saíram às pressas, empurrando umas as outras. – Charles, volte para seu leito, você precisa descansar. – o soldado franziu o cenho, e pareceu realmente relutante antes de obedeces-lha. Finalmente, ela voltara-se para Ginny. – Arrume suas coisas, Ginevra, você vai embora.
Toda a coragem que revestia a jovem evaporou-se a partir do momento em que escutara aquelas palavras. Não fora questão de minutos para que Ginny perdesse a cor em seu rosto, e sua expressão mostrasse choque, desapontamento e medo.
-... Embora? – ela disse com a voz baixa, incerta. Amélia nem fizera questão de realmente prestar atenção nela, dando-lhe as costas.
- Sim, embora. O acontecimento de hoje foi a gota d'água para tudo que vem acontecendo. Você vai voltar para a casa de seus pais, ou para onde bem entender, isso não me importa realmente.
Harry observava as reações de sua noiva silenciosamente, e absorvendo cada detalhe daquela situação: Ginny admitira definitivamente um tom esverdeado em seu rosto, e ele duvidava que ela havia notado que estava tremendo.
- Amélia... Por favor... – ela pediu com a voz entrecortada.
- Minha decisão está tomada, Ginevra. Espero que parta ainda hoje.
Harry estudou a noiva por mais meio segundo, antes que Amélia se adiantasse até ele e o ajudasse a se levantar. Por fim, parecendo não muito satisfeito com o que diria a seguir, falou à Amélia:
- Ginevra não irá embora.
As duas mulheres expressaram surpresa ao seu comentário, mas fora Ginny quem ficara mais admirada e incrédula com o que ele havia dito. Harry Potter estava com uma carranca e nada satisfeito com o que havia dito, mas sua expressão corporal e facial deixava claro que ele não mudaria sua opinião.
- Desculpe, Comandante, mas mesmo com Ginevra sendo sua noiva, eu não vou admitir -.
- Pois vai. – Harry a interrompeu, erguendo uma sobrancelha. – Ginevra continuará sendo enfermeira.
Os lábios de Ginny entreabriram-se ainda mais, se é que era possível. Ela observou, noivo e enfermeira-chefe medindo-se, analisando-se.
- Presumo que o senhor acabou de presenciar o que é capaz de acontecer por causa dessa garota... – ela começou com a voz controlada.
- Sim, não nego. Mas a senhora deve reconhecer que tudo isso apenas aconteceu por infantilidade de Ginevra ao não me dizer quem era. – ele franziu o cenho. – A senhora não pode estar falando sério, ao desistir de uma de suas melhores enfermeiras por causa de sua falta de cérebro.
Ginny franziu o cenho em direção à ele, incrédula que ele a elogiara e em menos de um segundo a criticara ferozmente, mas Amélia balançou a cabeça.
- Como pode estar querendo que ela continue aqui...?
Harry pareceu desgostoso, mas encolheu os ombros.
- Se Ginevra Weasley mal consegue sobreviver aqui sem tentar contra a própria vida, duvido que consiga chegar viva em sua casa e esperar até meu retorno decentemente. Então presumo que não me reste outra alternativa.
Amélia balançou a cabeça.
- Ela tem me causado problemas desde que pisou neste lugar...
- Ela também tem salvado metade dos homens que aparece por aqui. – Harry contrapôs. Amélia o estudou por mais um tempo, antes de suspirar.
- E quando esta guerra acabar...
- Partirei com as enfermeiras e consequentemente com Ginevra para casa, e não existirá mais a possibilidade de que volte a vê-la. – ele respondeu indiferente. Amélia suspirou aborrecida.
- Está bem. – sem dizer mais nada, deu as costas a ambos e rumou para a própria tenda, mas não antes de voltar-se para o casal, mais especificamente para Ginny e dizer: - Você tem trabalho a fazer.
- Quero conversar com ela antes. – Harry respondeu educadamente, fazendo a enfermeira assentir e desaparecer da tenda.
Ginny mal podia acreditar no que havia acontecido. Sempre que imaginava a situação em que Harry Potter descobria sua identidade algo como um pesadelo em que ele a humilharia horrorosamente e a mandaria diretamente para casa... Mas acontecera exatamente ao contrário.
Claro que ele a humilhara, de certo modo dizendo que não tinha cérebro, mas ele defendera sua oportunidade de continuar.
Após a saída de Amélia, o ambiente ficara silencioso. Ginny parecia tão perdida em seus pensamentos que até perdera a noção de que estava sozinha com seu noivo, até que Harry quebrasse o silêncio e a tirasse de seu devaneio:
- Suponho que tenha explicações a me dar.
O tom frio e seco fez com que ela caísse de sua nuvem sonhadora e, quando seus olhos se encontraram com as íris verdes escurecidas, ela soube que ele não tivera uma atitude de salvador, e que de certo modo seu pesadelo poderia se tornar real.
Ela olhou para o chão e mordeu o lábio. Detestava o fato de se sentir menor em relação a ele, mas sabia que todas as suas atitudes haviam sido erradas e indignas para uma mulher que acreditava tão fervorosamente em tudo o que ela acreditava, então olhar para Harry de queixo erguido seria pedir demais.
Mas era exatamente o que ele queria que ela fizesse.
- Quando se dirigir a mim, olhará em meus olhos e responderá não com medo, mas com a firmeza da mulher que conheci, Ginevra. – Harry retrucou seriamente ante sua postura de cabeça baixa. Ginny percebeu que ele não admitiria que ela demonstrasse fraqueza de maneira alguma, e se sentiu ainda mais boba por sentir que não conseguiria, por se sentir tão humilhada.
Mesmo assim, segurou o ar e o encarou nos olhos, aborrecida.
- E o que milorde também gostaria que eu respondesse? – ela não conseguiu evitar o tom sarcástico que saíra em sua voz, mas de certo modo ela queria deixar claro que não estava gostando do modo dele de achar que ele ficaria mandando nela, dizendo o que deveria fazer ou não.
Bem melhor, Harry pensou quando seus olhos se concentraram nos dois jaspes brilhando para ele em profundo sarcasmo, por mais acabada que a enfermeira Weasley poderia se sentir. Ele não poderia negar que não estava surpreso com tudo o que acontecera, mas mais por causa dos desenrolar dos acontecimentos.
Obviamente ele vinha desconfiando da identidade de sua doce enfermeira ao longo dos dias, uma vez que ela não revelava sua identidade, e se enrolara ridiculamente a respeito de seu suposto noivado, mas o que realmente o deixara surpreso fora o fato de que estava deliciosamente enganado a respeito da mulher que um dia acabaria por se tornar sua esposa; Ginny Weasley não era nada do que ele havia imaginado, e ele de certo modo se sentia grato com isso.
- A verdade seria um bom início. – ele retrucou em um tom absurdamente sério.
Na verdade, ele tinha muitas perguntas que ansiavam por respostas; como havia conseguido fugir? Como se alistara no grupo das enfermeiras? Charles sabia? Quem mais sabia? Como havia enganado Molly Weasley? Onde ela aprendera técnicas medicinais?
- Acredito que você tenha descoberto toda a verdade. – respondeu grosseira. – Sou Ginevra Weasley, filha do Conde Arthur Weasley e -.
- Eu descobri isso. – ele girou os olhos ao interrompê-la.
- Essa é a verdade. – ela encolheu os ombros com certo desdém.
Ela estava inconformado ainda que aquela jovem à sua frente fosse sua noiva; sempre imaginara Ginevra com cabelos roçando os seios fartos e apertados no vestido apertado demais para seu corpo avantajado, atitudes repulsivas e um ar falsamente submisso, enquanto ia sugando toda sua fortuna e seu prestigio, exatamente como Molly fazia com Arthur. E pensando, exatamente como todas as garotas nobres, que sendo tolamente submissa e que sabia algo sobre piano e artes fosse entretê-lo todas as noites.
E novamente, estava redondamente enganado. Ginevra não era muito alta, como ele havia previsto, mas era só o que acerta. Era delicada, inteligente e pelo que deixava muito óbvio, preferia enforcar-se a ser submissa a ele. E diabolicamente linda.
- Por que escondeu a verdade?
- Porque me detesta. – Ginny retrucou desafiadora, erguendo uma sobrancelha em direção a ele. Durante aquela resposta, não se dera ao luxo de deixar de encará-lo, e sustentara olha-lo nos olhos.
Harry sentou-se em uma das camas improvisadas.
- E desde quando tirou essa conclusão ridícula?
Ginny cerrou os olhos ainda mais.
- Oh, vamos ver! – começou, transbordando sarcasmo. – Talvez porque todas as vezes que falou de sua noiva, referiu-se com indiferença, desgosto e talvez até nojo! – ela praticamente gritara a ultima palavra. – Porque deixava bem claro que dormia com outras mulheres... Prostitutas! Enquanto ria-se imaginando que eu estaria sentada aprendendo alguma coisa idiota e sem importância alguma, como cantar alguma musica de igreja para entretê-lo quando estivesse cansado nas noites frias. Porque sugeriu fugir com sua suposta enfermeira, enquanto... Oh! Que vá para o inferno a porcaria da sua noiva!
Ginny dissera àquilo tudo muito rápido, e a cada palavra furiosa ficava mais vermelha na face. Harry não esboçou nenhum sinal de arrependimento, pelo contrário, pareceu brevemente satisfeito que ela estivesse furiosa com ele, o que a deixou ainda mais lívida.
- Então você quer dizer que não disse realmente quem era porque via que eu desgostava você? – E o infeliz sequer fizera o favor de tentar mascarar a verdade! Ginny sentiu que seria capaz de enforcá-lo, se ele não fosse praticamente seu dobro.
- Eu não queria voltar para casa! – ela balançou as mãos acima de sua cabeça, furiosa. Harry estava fazendo um esforço sobrenatural para não rir daquela cena. – E eu não gosto de você, tampouco.
- Essa observação infantil e mentirosa não vai me atrapalhar, noiva. – ele encolheu os ombros.
- Não é mentirosa!
- Sim, Ginevra, é mentirosa. Você gosta de mim, e pode apenas não ter percebido ou não quis enxergar essa realidade. Ou não teria ficado tão nervosa com o fato de eu ter ficado com outras mulheres... Por mais horrível que possa achar minha atitude, não teria ficado tão furiosa se não gostasse de mim.
Ela entreabriu os lábios, provavelmente procurando uma resposta dura e que fosse suficientemente forte para machucá-lo, mas não chegou a emitir som. Harry teve que se segurar horrores para não sorrir. Mas ao se lembrar do que acontecera, sua vontade de sorrir morrera.
Ele se levantara.
- Entretanto... Deixe-me ver se compreendi uma coisa: por guardar seu segredo, estava disposta a permitir ser molestada por um soldado qualquer... Apenas para manter seguro seu segredo de nome?
Ela sabia que ele ficara aborrecido com sua atitude, porque percebera seu maxilar ficar tenso, assim como seus ombros. Ginny o olhou aborrecida, mas não conseguiu evitar sentir certo medo, porque ela não sabia o que Harry Potter era capaz de fazer. E se ele a castigasse fisicamente por sua atitude?
Ela abaixou o rosto, e isso pareceu realmente aborrece-lo.
- Erga o rosto e me responda, Ginevra. – ele ordenou. Ginny, com certa relutância, o encarou nos olhos, mas não respondeu; mas aquilo fora o suficiente para que ele soubesse a resposta.
Harry franziu o cenho, e Ginny percebera que ele realmente ficara furioso com aquela atitude dela, mas surpreendentemente, não a esbofeteara, coisa que não estaria errado se fizesse, é claro, conforme as leis da época. Ela cerrou um punho e fez um esforço descomunal para não desviar seu olhar do dele.
Harry aproximou-se dela e disse com a voz perigosamente suave:
- Se Draco Malfoy tivesse atingido seu objetivo, o inferno seria uma brincadeira de criança para ele.
Ginny arregalou os olhos.
- Você nos mataria?
- Eu não mataria você, noiva. – ele respondeu com a voz fria. – Mas sim, mataria Malfoy até mesmo com prazer de fazê-lo.
- Mas me castigaria.
Harry pareceu aborrecido com aquela afirmação dela, porque suspirou aparentemente cansado.
- Eu nunca lhe machucaria, Ginevra. Nunca relaria um dedo em você para fazer mal.
Eles se analisaram em silêncio por um longo tempo. Os dois jaspes buscando naquela frase algo que parecesse mentira, porque ela não gostou do fato de ter gostado do que ele havia dito, nem do fato de sentir segurança em suas palavras:
- E por quê?
Ele se afastou dela, começando a mancar de volta para o próprio leito, saindo da tenda que servia para as enfermeiras dormirem e se trocarem:
- Porque querendo ou não, Weasley, você é minha noiva, e não um soldado inimigo. Por mais furioso que eu possa estar, eu nunca vou machucá-la. Porém... – ele se voltou, e ela percebeu que ele não estava brincando. – Eu não vou admitir que homem algum, além de mim, toque em você. Espero que se lembre dessas palavras, noiva. Você é minha.
Ela pareceu um pouco surpresa com aquelas palavras.
- Você... Não está pensando em cancelar o casamento?
Harry girou os olhos.
- Você escutou alguma coisa que eu disse? – perguntou com deboche. Ginny franziu o cenho.
- Mas eu fugi de casa. Desrespeitei o acordo.
- E eu respeito a parte do acordo, noiva. Há uma assinatura minha ali, o que significa que você é minha futura esposa.
Ginny cruzou os braços.
- Mais uma coisa.
Harry deu-lhe as costas, como se o que ela fosse impor não fosse importante.
- Você tem tarefas a cumprir, noiva.
- Pare de me chamar de noiva.
- Pois é o que você é.
- Eu tenho um nome! – ela retrucou zangada. – E quero lhe perguntar uma coisa. Além de que temos que estabelecer regras.
Harry balançou a cabeça, não acreditando naquilo.
- Por que eu tenho que me manter casta para milorde enquanto você não me respeita e toca em outras mulheres? E quanto às regras -.
O Comandante Harry Potter saíra da tenda, deixando Ginny com o olhar fixo no lugar que ele estivera há poucos segundos.
Ela suspirou, passando a mão pelos cabelos. Aquele homem desprezível complicaria sua vida ainda mais, pensou cansada.
Continua...
Notas: Eu sei! Demorei DE NOVO.
Ahhh gente, eu peço desculpas, sinceras de verdade verdadeira, mas foi como sempre a questão das provas. Acabei ficando tão enrolada com esse monte de provas que não consegui atualizar. Mas eu prometo que termino essa fanfic antes do meu terceiro ano começar, assim não a colocarei em hiatus :D
Ahhhh, espero que vocês tenham gostado desse capitulo, porque eu não achei muito satisfatório, mas não deu pra fugir muito disso não :C.
Bem, vamos aos comentários:
Lis.Strange: Bom, aqui está mais um capitulo :D O Harry como pôde ver, não fez nada com a Ginny :P Mas eu quis meio que ele ainda não soltasse as asinhas, acho que dá para entender, né? Ele tem a imagem do cara grandalhão mala, mas o Harry surpreende de muitas formas ainda (eu espero). Espero que tenha gostado desse capitulo.
angela.xD: Ahhhh eu fico feliz que você tenha gostado do capitulo anterior, e espero realmente que você tenha gostado desse também! Ahhh... bem... com relação a demora, eu juro que me esforço para não demorar, mas acaba sendo inevitável. Vou acabar demorando nesse capitulo novo de novo, tenho certeza, ainda mais porque preciso atualizar a "Ritmo Quente" e a "Ninguém como Você!", que estão mais do que atrasadas :P
Nah M.: Ama? HAHAHA nossa! Obrigada por amar minha fic! E pode ficar sossegada que desistir da fic eu não vou! Minha meta e escrever o FIM dessa fanfic, custe o que custar, nem que eu tenha que deixa-la em hiatus ano que vem e continuar no próximo! (por causa do vestibular, sabe :P). Obrigada por gostar da fic :D
Miaka: A Gina é realmente sem cérebro... às vezes. Ela sabe ser bem espertinha, mas ainda não soltou completamente as asinhas. Ela vai surpreender ainda, prometo ;D
Nani Potter: IMAGINA AQUELE GOSTOSÃO CHAMANDO O DRAQUITO DE BASTARDO! Eu meio que fiquei louca nessa cena, só imaginando :P E conversas de Harry e Ginny ainda vão ter muitas, porque essa daí não esclareceu nada xD. Mas relaxa que tudo se revolverá :D (Eu espero que eu consiga escrever i.i). Amoooo você gigante do meu viver :DD
Andressa: Por que eu to com a impressão de que a frase "Essa é minha noiva, bastardo!", causou tanto impacto? HAHAHA espero que tenha gostado :D Beijooos
Pam: Malfoy não foi tão maltratado, mas espere que cenas dele ainda não acabaram... Quando todo mundo esquecer dele, lá estará de volta:D Beijoos.
MarciaM: O Harry de certo modo TEM orgulho da Ginny, mas ela vai ter que contornar uma perfeita casca grossa antes de aprender como funciona o cérebro do comandante ;D Espero que você tenha gostado do capitulo, Márcia :C. Beijãao.
Sophia.DiLUA: Eu espero que tenha vindo com qualidade esse capitulo hsauehuhsa de verdade, to preocupada, não gostei tanto assim desse capitulo. E o Malfoy é seu? Caramba, mesmo sendo sacana, você AINDA quer o Malfoy? Okay, ele é TODO seu:D shauheuhss Beijoos.
Mel.Bel.Louca: Ai ai ai, desculpa a demora! X.x Eu juro que não tentei demorar, mas isso ta cada vez mais impossível. E Harry... Esse Harry pode POR ENQUANTO ser uma ostra, mas é meu sonho de consumo...Tá, nem tanto :P O meu sonho de consumo se resume ao Harry da Ninguém Como Você:D Espero que tenha gostado desse capitulo. :D
Dark Fairy Seven: Bem, atualizei... e espero sinceramente que tenha gostado do capitulo :D
Nadeshiko Amamya: Aiiii eu vou acabar tendo que me desculpar com todo mundo em relação a minha demora! Eu juro que não faço de propósito! Sauhushaueh espero que tenha gostado do capitulo :D
Amy Aine: Uma das mais legais que você já leu? OO Nossa! Obrigada digo eu! De verdade:DD
Ana Carolina Guimarães: shauehushauehushae Eu NUNCA ia permitir isso acontecer com a Ginny...eu não sou TÃO perversa assim! Espero que tenha gostado desse capitulo.
Ninha Costa: Ahhh descobriu faz pouco tempo? Espero então ver você mais vezes por aqui :D Beijooos.
Lanni.Lu: Bom, a atualização demorou mas chegou! Espero que você tenha gostado :D Beijoos.
Brousire: É, isso dá pra perceber já que ele não ficou nem um pouco feliz com o fato da Ginny ter preferido ser tocada do que contar a verdade, mas o Harry ainda é uma caixinha de surpresas. Com relação a Ginny, eu tenho uma defesa por sua atitude: ela pode ser auto-suficiente e independente o quanto quiser, mas não pode negar o fato de que ficou trancada em casa todo esse tempo. Por mais madura que ela possa ser, ela É ingênua ainda. DE qualquer modo, espero que tenha gostado desse capitulo :D Beijoos.
Ari Duarte: Capitulo postado :D Só, por favor, não me mate. HAHAHAHA.
Hannah Burnett: Não, não era miragem! HAHA bom, ai está capitulo novo :D
Patii: Aiii eu sei que demorei! Desculpa, desculpa!
E pode ficar sossegada que eu nunca vou deixar isso acontecer com a Ginny, não quando se tem um Harry-Bomdemais-Potter como noivo:D
Aluada The Original: Uma...das melhores? OO
Eu to absolutamente pasmada. Sério. E morta de orgulho... Parece que tão elogiando um filho meu, sei lá HAHAHA. Puxa, obrigada, MESMO. Isso é bem tocante pra mim...to sem palavras, caramba xD Espero que tenha gostado do capitulo :D
Diana P. Black: Ahhhh eu vi eu vi! Me achei ali, nas autoras preferidas! Puxa, me senti honrada, obrigada:D E com certeza MATEM O MALFOY:P É, não gosto dele xD E Harry e Ginny... bem, tem muita coisa surpreendente para acontecer ainda, segurem as pontas:D
Patilion: Caramba...Bem, eu postei o próximo capitulo. Espero que tenha feito jus ao anterior :D
Dessapotter: leitora nova? Apaixonada pela fic? Nossa, espero que tenha gostado desse capitulo, então:D E desculpe pelas demoras, eu sou bem demorada mesmo, mas juro que não é de propósito (isso ta virando uma resposta-padrão, credo). Beijos.
Sra. Ligya Ford : Ah, não se preocupe que mais pra frente o Malfoy vai ter o que mercê ;D (espero :P) Espero que tenha gostado :D Beijinhos
Lady Kourin: Ahhh, a grande dúvida! É, bem, a história dessa fic começa quando eu tenho uma idéia louca de fazer uma fanfic de época, numa lan house na praia! Então eu não me apeguei muito aos detalhes, que incluem, é claro, a data. Eu poderia dizer que se diz a parte da primeira guerra mundial, por causa das trincheiras, mas nessa época já acabou o Feudalismo há um tempinho BEEM considerável. E como eu não sei com que país a Inglaterra se meteu nessa época feudal, sim, eu posso julgar que aconteceu nos séculos XVI, XVII. Anyway, espero que tenha gostado :D
JulyBlack: Texto bom? Com detalhes? Imagens com perfeição? OO
Caramba... Cara...mba. xD
PUXA, OBRIGADA MESMO! (olhinhos brilham extasiados)
Espero que esse capitulo tenha feito MUITO jus então, e que você tenha gostado :DD
Camy Hovarth: Obrigada xD
Raphaela: Desculpe a demora... e obrigada xD
Espero que tenha gostado desse tanto quanto o outro.
Mai Amekan: Não percam, o 13º capitulo de Minha Doce Noiva para descobrir:D
Shauehusha brincadeira, espero que tenha gostado (do capitulo, não da piadinha sem graça :P)
Anya McAllister: Olha, não tenho muita idéia de quantos capitulos serão, mas eu calculo que eu to na metade da fanfic já. EU ACHO, não é certeza! Pode ser que tenha 24 capitulos, talvez mais talvez menos. Mas eu vou terminar, não se preocupe:D
Uchiha Nadesco: Mais nova fã? MEU DEUS! Vocês não param de me surpreender, de verdade! Pra alguém que fez uma coisa totalmente tosca em dez minutos numa LAN HOUSE na PRAIA, eu to ficando cada vez mais pasmada, e feliz claro, com todos esses comentários. Obrigada de verdade, espero que você passe mais vezes por aqui :D
Sukita: Ele não vai brigar com ela, pode ficar sossegada! Mas claro que ele não gostou nenhum pouco da atitude dela, né? Aiiiii espero que você tenha gostado :D E EU PRECISO DE CAPITULO NOVO DA ABSINTO, PELO AMOR DE DEUS:PP
Naty L. Potter: Ahh desculpe pela demora, e espero que você dê mais passadas por aqui :D Beijinhos
Ninha Costa: Oi oi oi! Capitulo Novo postado ;D Beijoss
Monique: Será que só eu acho que é surpreendente ELE ter pedido para ela ficar? Bom, de qualquer modo, aí está mais um capitulo, e espero que você tenha gostado dele tanto quanto, mesmo sendo curto :P
Ari Potter: Chorou junto com a Ginny? Ai tadinha i.i Bom, espero que continue passando mais vezes por aqui viu:D
Juli-chan: Sim, ele descobriu:D
LaraLins: Bom, infelizmente a demora me persegue, espero que me desculpe xD Mas aí está, capitulo novo!
Barbie30: HAHAHA sim, ele foi salva-la! Mas não espere que o Harry seja o príncipe encantado, porque ele não é. É um comandante de guerra XD Mas ele é O cara (eu acho) do mesmo jeito. Espero que tenha gostado :D
LeKa Potter: CM? To pensando sobre os dois ainda, mas não se preocupe que tudo irá se resolver:D Não vou fazer o John sofrer :P E relaxe que NÃO vou deixar a Ginny ser estuprada, de jeito nenhum!
Nyx Chan: Obrigada, espero que você possa aparecer por aqui mais vezes :D
Mizinha: Postada! Espero que goste :D
Tonks Butterfly: Ta atualizada Florr! Espero que tenha gostado :D
Mirella Silveira: Xará! Ta postada! Ahhh é bom a gente parar na melhor parte, por causa dos comentários e tal SHAUEHUSAHE mas eu geralmente paro porque acaba a inspiração :P Bom, aí está!
Lara P. : Capitulo novo postado, espero que tenha gostado :D
Luud: Ah, desculpa a demora, sério x.x
BaBi Bouvier: Relaxe, o Malfoy NÃO ia JAMAIS fazer aquilo com ela (não enquanto eu for a fic-writter dessa fic :P). E as demoras são inevitáveis, desculpa xD
Garota Potter: Ahh obrigada pelo elogio:D E sobre a demora.. bem... cof cof.
Jéssica Alves: Sim, tudo na vida se há um motivo:D E com relação as demoras, bem, acaba sendo inevitável, desculpe :C Mas espero que esse capitulo tenha sido tão bom quanto o anterior... E Malfoy aparecerá mais para frente, aguarde ;D
Bia Mostand: Pronto, postado:DDD Mesmo com a demora, né :P
Pati Mello: Relaxa... eu JAMAIS abandonarei a fic, não até colocar "FIM"no ultimo capitulo :P
Bem, é isso gente, espero que vocês estejam gostando:D
E aguardem atualizações ;D
