Amor de Meia-Noite

Tradução (autorizada) da fic "Amor de Medianoche" (reeditada)

Entrada: www(ponto)fanfiction(ponto)net(barra)s(barra)2086794(barra)1(barra)

Autora: Lady Verónica Black

Tradutora: Inna Puchkin Ievitich


Epílogo

Wolf ergueu a cabeça, atento ao som do cortador de grama que se ouvia do outro lado da porta, e ao riso das crianças que jogavam bola na rua. A brisa mexia as cortinas da janela da sala, e Hermione reconheceu de imediato o aroma de grama recém cortada.

"A vida continua", pensou, com um gesto sombrio, enquanto olhava a xícara de chá que sustinha em suas mãos. As pessoas prosseguiam dormindo, comendo, brincando e cortando a grama do jardim. Mas em sua vida já não havia nem cor, nem claridade, nem coerência. Cada segundo, cada minuto, era como areia escorrendo por entre seus dedos.

Mal podia crer que já houvessem transcorrido três meses. O tempo, para ela, já não tinha sentido, dava no mesmo uma hora, um dia ou um mês. O sol se erguia e se punha; o céu escurecia e se enchia de luz. Dava-lhe completamente tudo na mesma. Inclusive a bagagem que havia preparado para sua viagem ao México continuava onde deixara da primeira vez, no meio da sala, há quase quatro meses. Poderia desfazê-la, ou não... Simplesmente não lhe importava.

Não haviam lhe permitido assistir ao funeral. "Precauções de segurança", lhe dissera Ron. Também lhe advertira que voltaria a colocar-se em contato com ela, embora ainda não o houvesse feito. Hermione continuava chamando-o no número telefônico que Harry lhe dera naquele dia na caverna, mas era como se esse número nunca houvesse existido. Em seguida, havia contatado seis agências federais e em nenhuma puderam dar-lhe a conhecer Ronald Weasley. Lera em um jornal um pequeno artigo sobre a recuperação das três pinturas de Jacques D'mouton, mas em nenhum lugar lera sobre um agente do FBI corrupto chamado Draco Malfoy, e muito menos sobre o tiroteio na biblioteca.

Era como se nada daquilo nunca houvesse acontecido. Se não houvesse sido por Wolf, Hermione teria pensado que tudo havia sido um sonho. Fechou os olhos e emitiu um trêmulo suspiro.

Porém, não fora um sonho, havia sido real. Demasiado real. Tão real como a dor que lhe destroçava o coração a todo o momento.

Contudo, havia outra realidade esperançosa que lhe dava forças para seguir adiante. Estava grávida.

Sorrindo suavemente, deslizou sua mão por seu ventre elevado. Teria um filho de Harry. As lágrimas lhe nublaram a visão com uma mescla de dor e felicidade. Dor porque Harry nunca o conheceria, e felicidade porque levava em seu interior uma parte de seu ser, uma recordação do amor de ambos. Uma recordação que sempre amaria e veneraria.

Não a preocupava ser uma mãe solteira. Afortunadamente, sua avó lhe havia legado um fundo de investimentos, de modo que dinheiro não era um problema. E depois de ter enfrentado Draco Malfoy e seus homens, nunca mais voltaria a sentir medo de algo. Harry lhe ensinara a ser forte, a lutar e não deixar-se vencer. E isso seria algo que ensinaria a seus filhos. Sim, filhos, porque não fora apenas abençoada com um, mas sim com dois, teria gêmeos.

Deixou a xícara de chá sobre a mesa para dirigir-se ao quarto, onde vestiu-se para ir à sua consulta com o médico. Nesse dia queria apresentar bom aspecto, inclusive havia comprado um vestido que sabia que teria encantado a Harry. Nesse dia, ele estaria em seu coração e em sua alma. Sempre a acompanharia.

Acabava de calçar as sandálias em combinação com o vestido rosa, quando ouviu Wolf grunhir ligeiramente. A campainha da porta fez com que o animal começasse a latir furioso. Depois de acabar de pentear seu cabelo, Hermione segurou Wolf pela coleira e abriu a porta.

Encontrou-se com dois homens vestidos de negro, e com óculos de lente fumê. Não conhecia seus nomes, mas sabia quem eram.

Agentes.

O coração começou a bater com força. Aspirou lenta e profundamente, negava-se a que a vissem alterada pela sua presença. O mais baixo dos dois, de cabelo curto e castanho, mostrou-lhe sua identificação e a de seu companheiro. Eram os agentes Walters e Fosters.

- Senhorita Granger – disse o agente Walters -, lhe agradeceria se nos acompanhasse. Há um assunto pendente na central que requer a sua atenção.

A histeria começou a apoderar-se de Hermione. Um assunto pendente? Havia perdido o único homem que amara, e eles se preocupavam em esclarecer um assunto pendente? Considerou muito a possibilidade de soltar Wolf e deixar que esses homens fossem o seu café, mas logo desfez o pensamento, não queria que o pobre animal tivesse uma indigestão.

- Agente Walters. – disse-lhe com voz fria e tensa, a qual não reconheceu como sua – Há quatro meses, três agentes vieram me buscar, me pediram que os acompanhasse para resolver um assunto pendente e, em seguida, tentaram me assassinar. Dê-me uma boa razão para que eu vá com vocês.

O homem se mexeu incômodo, e voltou-se para olhar o carro azul que estava estacionado em frente a casa. Hermione seguiu a direção de seu olhar e viu que o vidro fumê da parte traseira descia lentamente.

Era Ron.

A jovem sentiu um nó na garganta. Ron era o único laço que tinha com Harry. A única pessoa que poderia contar-lhe coisas sobre o pai de seus filhos. Era a única pessoa em quem Harry havia confiado.

Enfiou Wolf dentro da casa e pegou sua bolsa.

- Voltarei logo, pequeno. – abraçou o animal – Vigie a casa por mim, enquanto isso, sim? – quando entrou no veículo e sentou-se ao lado de Ron, comentou-lhe, olhando-o fixamente: - Você parece surpreendentemente real para ser um homem que não existe.

- O que significa isso? – perguntou-lhe o ruivo, com o cenho franzido, ao mesmo tempo que indicava a Fosters que pusesse o carro em marcha. O agente Walters entrou em outro veículo que também estava estacionado em frente da casa de Hermione.

- Eu estive chamando a todo mundo para tentar encontrar você, mas parece que ninguém o conhece, é como se não existisse.

- Tivemos que reorganizar tudo. Sinto ter demorado muito em voltar a colocar-me em contato com você.

- Se você voltar a me dizer que sente... – replicou ela, mal controlando sua voz - ... juro que lhe darei uma porrada.

Ron fitou-a, surpreso, e em seguida assentiu com a cabeça.

- De acordo, entendi a mensagem.

- Aonde vamos? – perguntou-lhe Hermione.

- A um lugar seguro em que poderemos falar tranqüilos. – respondeu mecanicamente, enquanto cruzava seus braços sobre sua camisa cinza. – Não está muito longe daqui.

- Já conheço essa canção.

- Sei o que está pensando, Hermione. Tem todo o direito do mundo de não confiar em mim.

- Você não tem nem a menor idéia de como eu me sinto. – sussurrou e teve que piscar várias vezes para conter as lágrimas.

- Tem razão, não sei... – considerou Ron, em voz baixa. – Eu me desculparia com você, mas prefiro que não me bata.

Hermione sorriu fracamente, mas a partir daí não voltaram a falar. Demoraram uns quinze minutos para sair da auto-estrada, para dirigir-se a um centro industrial situado no Vale de São Fernando. A jovem distinguiu um pequeno aeroporto particular detrás do grande armazém, junto ao qual o agente Walters estacionou o carro.

Um teco-teco rugiu sobre suas cabeças, quando Ron abriu-lhe a porta para que saísse.

- É aqui. – gritou para fazer-se ouvir acima do barulho, apontando o armazém.

Havia quatro teco-tecos dentro do edifício, e uns escritórios na parte traseira. Ron pegou-a pelo braço e guiou-a até a primeira sala. Quadros de aviões e helicópteros decoravam as paredes de madeira do lugar.

- Por que não se senta? – perguntou-lhe o ruivo, apontando um par de cadeiras que havia na frente de uma mesa de mogno.

Hermione voltou-se para olha-lo, com os braços cruzados e o cenho franzido.

- Não quero me sentar. Quero que me responda umas quantas perguntas, Ron. Você me deve.

- Devo-lhe muito mais que isso, Hermione. – considerou ele, em tom sincero – Mas primeiro, você tem que sentar-se.

- Disse-lhe que não quero me sentar. Quero que me conte do que se trata, agora.

- Creio que o melhor será que se sente, Hermione. – disse, de repente, uma voz às suas costas.

A jovem ficou gelada ao instante, os lábios começaram a tremer, para, em seguida, dar lugar a uns quantos soluços, as pernas mal conseguiam manter-se devido aos nervos, e os olhos eram dois aquários chorosos e brilhantes.

"Deus meu, não pode ser... não pode ser, Deus, não... estou sonhando... Deus meu, isso não pode ser..."

O coração batia selvagemente no peito. Respirando profundamente e contendo o ar, girou com lentidão.

...Har-ry...

...Harry...

O lugar começou a girar ao seu redor, e Ron teve que segura-la para que não caísse no chão. O moreno rapidamente aproximou-se e tomou-a entre seus braços, para em seguida senta-la com delicadeza na cadeira mais próxima. Ron, lentamente, fazendo um sinal para o de olhos verdes, saiu do recinto.

Harry. Era realmente ele.

Hermione olhava-o fixamente, sentia-se incapaz de falar. Estava vivo... Maravilhosa e incrivelmente vivo. Segurando suas mãos entre as suas, Harry ajoelhou-se diante dela.

- Você não... não es-tá-tá... não está morto.

- Não, Hermione, não estou. – disse ele, enquanto sorria lentamente e lhe retirava um par de lágrimas do rosto. – Estou tão vivo como você e Ron.

- Mas, como? O quê...?

Harry interrompeu-a, beijando-a profundamente, de forma apaixonada. Hermione abraçou-o com força, ainda temendo acreditar que aquilo não era um sonho a mais. Ao instante se separaram, e Hermione tomou seu rosto entre as mãos, assaltada pela necessidade de toca-lo, de confirmar que era verdade, que não era um sonho; passou os braços por seu pescoço e abraçou-o com força, pressionando seu corpo ao dela.

Harry grunhiu baixinho e apartou-a unos centímetros.

- Perdoe-me, é que ainda não estou completamente bem... às vezes a ferida dói um pouco... – disse ele, abaixando a vista para seu lado.

- Malfoy atirou em você. – sussurrou ela.

- O desgraçado conseguiu me fazer muito estrago com apenas um disparo; graças a Deus, embora tenha sido um tiro fatal, consegui me salvar. Mas precisei de muito tempo para me recuperar... – ao ver a cara de preocupação que a garota colocou, agregou: - Mas não se preocupe, estarei perfeitamente bem dentro de mais duas semanas.

Harry observou a gama de emoções que passaram pelo rosto de Hermione. Incredulidade, alívio e um sentimento que havia temido não voltar a ver. Amor. Via tudo ali, tudo o que ansiava e poderia chegar a ter.

De repente, ela se apartou dele, furiosa.

- Você me mentiu!

- Não exatamente... Ron, bom, ele disse a você que Harry havia morrido... ele não quis dizer que eu havia morrido, mas sim que 'o agente Harry Potter' havia morrido, o que era certo. Tão logo terminaram a operação, me trasladaram para um hospital particular. Estive internado todo este tempo.

- Você me deixou pensar, por três meses, que estava morto... – replicou ela, enojada – Tem idéia do dano que me provocou? Sabe como passei estes três meses, acreditando que você havia morrido?

- Eu sinto, Hermione... eu...

- Se alguém mais voltar a me dizer, 'eu sinto', eu...

Harry sorriu e continuou com sua explicação.

- Durante as primeiras semanas, estive sob sedativos muito fortes, e quando logrei recobrar a lucidez e pude perguntar a Ron sobre você, já havia se passado quase um mês. Ron me contou que fez você acreditar que eu tinha... que você acreditava que eu havia morrido.

- Foi muito mais que acreditar que havia morrido, Harry. – replicou a morena, desesperada e furiosa – Eu pensei que eu morreria de dor, não entendo como puderam brincar com algo assim, como puderam brincar assim comigo e com...

Harry interrompeu-a, a abraçou muito forte, e a beijou apaixonadamente. Necessitava beija-la, tê-la entre seus braços, saboreá-la...

- Tem razão de estar com raiva... Mas Ron apenas estava fazendo o que tinha que fazer. Ele tinha que me tirar daquele hospital discretamente, sem que ninguém se inteirasse, e tinha que ocultar o incidente com Malfoy, não apenas porque um agente secreto do governo estava envolvido, senão porque o FBI queria encarregar-se por si mesmo do assunto.

- Acreditei que você estivesse morto. – replicou Hermione, com voz trêmula e os olhos cheios de lágrimas – Eu queria morrer...

Harry abraçou-a mais forte, deixando que a mulher chorasse em seu ombro, enquanto suavemente lhe acariciava o cabelo e as costas. Ao cabo de uns minutos, quando viu que se tranqüilizava, deu-lhe um beijo na testa e continuou explicando-lhe:

- Quando estava na mesa de operação, antes de perder por completo a consciência, apenas podia pensar em você, apenas podia pensar que se morresse nunca mais poderia vê-la. Por outro lado, sabia que nunca poderia voltar a vê-la se sobrevivesse. Não queria arriscar sua vida... – colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha – Quando recuperei a consciência e soube o que Ron fizera, compreendi que essa era a única oportunidade, minha única possibilidade de poder levar uma vida normal.

- De que oportunidade fala? – Hermione olhava-o, sem entender.

- A de continuar morto. – respondeu, em tom suave. – Exceto para Ron e para você, claro. Ele era a única pessoa que podia faze-lo. Me custou muito convence-lo, mas ao final aceitou... – tomou-a pelos ombros, olhando-a fixamente. - Harry Potter está morto, Hermione. Mas este homem que você vê aqui, este que a ama com loucura, que quer estar com você para sempre, que quer casar com você, esse está vivo.

Quando, por fim, assimilou bem suas palavras, Hermione fitou-o boquiaberta e com os olhos muito abertos. Com um grito de alegria lançou-se em seus braços, mas quase de imediato apartou-se, assustada.

- Oh, não! Machuquei você? Oh, Harry... – de repente, recordou algo. – Nem sequer sei como chama-lo.

Sorrindo, Harry tirou de seu bolso um cartão de identidade e entregou à ela.

- Jack Holmes! – exclamou ela, enquanto lia.

- Você me chamou de 'senhor' Holmes uma vez, e Ron decidiu me chamar 'Jack'. Sei que é estranho, mas eu não sabia como me chamar, e justo nesse momento eu estava ganhando uma partida de Black Jack, de modo que você já vê... Agora sou Jack Holmes. Acha que poderá suporta-lo?

- Se eu poderei suportar? – Hermione precisava toca-lo, dizer a si mesma que estava vivo e que não era nenhum sonho, depois de beija-lo repetidamente e de abraça-lo, perguntou-lhe: - E o que acontece comigo? Também terei que mudar de nome?

- Estive pensando nisso... – considerou Harry, ruborizando ligeiramente. – O que lhe parece chamar-se senhora Holmes?

- Soa muito bem, mas creio que esse não vai ser o único nome pelo qual vão me chamar...

- Ah, não? E por qual mais?

- Mamãe.

Harry ficou imóvel, e em seguida se separou dela lentamente.

- Dentro de seis meses, e são gêmeos. – acrescentou Hermione, com os olhos brilhantes.

Estupefato, Harry olhava-l sem dizer nada. Um bebê? Não... Dois bebês? Ia ter dois filhos? Quando, por fim, pôde reagir, abraçou-a com muita força, esquecendo-se de sua ferida, mais que emocionado.

- Suponho que isto quer dizer que você se alegra. – comentou Hermione, quando, ao fim, Harry deixou de abraça-la.

De repente, chamaram à porta, era Ron que, ao vê-los de joelhos no chão, arqueou uma sobrancelha.

- Há alguém aqui que quer vê-los... se vocês têm uns minutos.

Harry franziu o cenho, e em seguida se pôs a rir ao ver surgir Wolf correndo e latindo de alegria, ao ver seu dono.

Ambos, Hermione e Harry, tiveram que aceitar por um bom tempo as úmidas carícias do animal.

- Forsters me disse que a mala já estava feita, de forma que também a trouxe. Agora os deixo tranqüilos. – comentou Ron, antes de fechar a porta e piscar um olho ao casalzinho.

- Você ia a algum lugar? – perguntou-lhe, olhando-a surpreso.

- Não, era a bagagem que eu havia preparado para minha viagem ao México... essa que nunca consegui realizar.

Harry se quedou pensativo por unos segundos.

- Suponho que aquele biquíni rosa, do qual me falou uma vez, está nessa bolsa, não?

- Sim... – sorriu Hermione, com malícia – Mas se está esperando me ver vestida com ele, terá que apressar-se. Porque dentro de uns meses adquirirei a mesma forma de uma bola de praia.

- Te amo. – confessou-lhe Harry, beijando-a com ternura. – E não me importa que tenha a aparência de uma bola de praia.

- Eu também te amo, senhor Holmes. – disse a garota, com um sorriso travesso.

- E, diga-me, senhora Holmes... aonde você gostaria de ir para viver?

- A uma cabana, uma caverna, um motel... – respondeu ela – Não me importa, enquanto você estiver aqui comigo.

Wolf latiu nesse momento, e ambos puseram-se a rir.

- E você também, Wolf. – acrescentou, divertida.

O lobo deitou-se no chão, apoiando a cabeça nas patas dianteiras, sem deixar de ver como seus donos se beijavam e abraçavam. O animal gemeu levemente.

- Creio que se sente um pouco sozinho. – sussurrou Hermione no ouvido de Harry.

- Hmmm...- Harry observou o animal – Acha que eu deveria conseguir uma companheira para ele, senhora Holmes?

- Ninguém deveria estar só, não lhe parece senhor Holmes? – inquiriu Hermione a escassos centímetros da boca do olhos verdes.

- Absolutamente, senhora Holmes. – murmurou, antes de beija-la nos lábios – Ninguém tem de estar só.

Fim


Nota da Tradutora:

De Harry Potter a Jack Holmes! Juro que, por um momento, eu pensei que a Lady iria chama-lo Jack Bauer! ;-D

Entonces, chegamos ao fim! Finalmente! Não sei quanto a vocês, mas eu fico imensamente feliz quando concluo a tradução de uma fic! Sabem aquela sensação de missão cumprida? Pois é, essa mesma! ;-)

Deixo aquele abraço apertado a todos os leitores da tradução de AdM, que vieram acompanhando a história até aqui. Obrigado por sua compreensão e sua paciência para com esta tradutora em aprendizado!

Um outro abraço grandioso a Lady Verónica Black, autora de Amor de Medianoche, a quem agradeço de todo o coração pela confiança depositada em mim para traduzir uma história sua. Obrigado Lady! Espero que a tradução tenha ficado a contento. Como prometido, não mudei nada da história, apenas fiz o que um tradutor que se digne faz: traduzi contextualmente, adaptando o pouco que foi preciso para o português-abrasileirado.

Por último, mas não menos importante, deixo um abraço carinhoso a todos os que deram-se ao trabalho de "rewiesar" a tradução, mesmo não precisando: Melanie Castilhos, Luma Black, Nathyyyyy, Bárbara Jane Potter, MiaGranger28, ... Miss Veronica ... , Sweet Lie, Pink Potter, FAFA, Lady Voldemort, FranciGranger, Fadinha, Giselle, Pati.nha, Valson, Lady Luna Black, Jéssy e claudia.

Muito obrigado pelos comentários e pelo carinho!

Agora, sim, vou-me! Mas, não sem antes deixar uma perguntinha boba no ar:

Como se chamariam os gêmeos de Harry e Hermione? Fred e George, se fossem meninos? Parvati e Padma se fossem meninas? Ou Lily e James se fosse um casal? ;-)

P.S.: Certamente, Wolf também trocou de nome e desde então é chamado de "Sherlock". ;-D

Com essa... fui! Hasta outra (nova) tradução, amigos!

Inna – se dando umas boas férias de uma semaninha! Ô yeahhhhhhhhhhhh!!