N/A: Gente, foi mal a demora, mas meu computador resolveu ter um ataque existencial e decidiu não ligar e quando ligou demorou só meia hora para entrar no msn, então já da pra ver que não tinha como eu postar antes, mas aqui esta o capitulo, quentinho :D
O capitulo continua na parte em que eles se beijaram, entao quem não quiser ler ele fazendo... é... amor, não leia o começo, vo deixa uma notinha dizendo quando acabar o ato hahaha, mas não é nada de muito explicito, ja que sou eu que estou postando, hahaha, não tenho idade real para ler esse tipo de coisa, mas minha idade mental é bem mais velha que isso, minha amiga diz que estou com 45 anos hahaha, daqui a pouco entro na menopausa :D
Então vamos mentir e dizer que eu tenho 25, hahahahaha, mas se você não tem minha "idade" não leia o começo só procura a notinha dizendo que já é seguro ler :D
Capitulo dedicado à... pera ai deixa eu ir lá ver... ele vai para a su-chan e todos ou outros que mandaram review, não vou botar todas que me mandaram review no ultimo capitulo, porque meu olho ta doendo, hahaha, mas saibam que esse capitulo tambem é para vocês!
Capítulo Quatorze
Jasper a beijou como se tivesse todo o tempo do mundo, lentamente, procurando todo o prazer. Não houve pressa por satisfazer sua própria necessidade, só uma tranqüila exploração. Alice, assombrada e farta, devolveu-lhe os beijos com um prazer lânguido; teria se conformado permanecendo ali, entre seus braços, para sempre, e não fazendo nada mais.
Deslizou as mãos preguiçosamente por seus braços, desfrutando do tato de sua pele sob as palmas, traçando a curva de seus músculos. A tensão que não se notava em seus beijos estava em seu corpo. Alice sabia que era presa do desejo, e que aqueles beijos tranqüilos e ternos eram o resultado de um controle férreo. Agradava-lhe a intensidade de sua paixão, o fato de saber que a desejasse tanto. Acariciou-lhe o centro do peito, e o estremecimento do Jasper acendeu um novo calor nela.
Não tinha acreditado que pudesse excitar-se tão rapidamente depois do cataclismo que já tinha experimentado, e o fogo que começou a devorá-la a deixou atônita. Devia ter feito algum movimento que mostrou sua surpresa, porque Jasper ergueu a cabeça e a olhou com um sorriso.
- Acreditava que isso era a única coisa que iria ter? - murmurou, e quando Alice assentiu, beijou-lhe a comissura dos lábios - Há mais. Muito mais. Prometo isso.
Jasper lhe beijou as faces, o queixo, as sobrancelhas, as pálpebras. Depois se concentrou no lóbulo da orelha; o lambeu e mordiscou até que ela sentiu dardos de sensações e calor no abdômen. Alice se moveu com inquietação debaixo dele, incapaz de permanecer quieta ante suas carícias brincalhonas. Alice deixou escapar uma exalação e lhe passou as mãos pelas costas. Achava excitante a textura suave de sua pele e a firmeza dos músculos, as linhas duras de suas costelas, os pontos ossudos de seus ombros e clavículas, os cachos de pêlo que lhe adornavam o peito.
Jasper se deitou sobre ela e colocou uma perna entre as suas, fazendo com que as separasse. Apoiou seu peso sobre os antebraços, mas sua carne estava apertada contra a longitude do torso de Alice, e ela o sentia contra a parte mais tenra e íntima de seu corpo, duro e pesado, pulsante. Jasper lhe beijou todo o pescoço, mordiscando-a, e posou a mão sobre um de seus seios, acariciando a suave curva. Depois a beijou, movendo-se com infinita paciência sobre o arco do seio, chegando por fim ao botão endurecido do mamilo. Com a língua, traçou a borda exterior da aréola, desenhando lentamente círculos, uma e outra vez, até que finalmente tocou a ponta ereta do centro. Acariciou-a, brincando com ela de modo que se endurecesse mais e mais.
Alice queria que o tomasse em sua boca. Recordava como o tinha sugado, com a boca quente e úmida, e como cada sucção tinha sido como o puxão de uma corda que conectava com suas vísceras. A cada lambida de sua língua, ela queria mais. Desejava-o tanto que, inconscientemente, afundou os calcanhares e se ergueu. Passou-lhe as unhas, ligeiramente, pelas costas, e afundou os dedos nas nádegas. Ele emitiu um grunhido e, finalmente, tomou o mamilo com a boca, sugou-o e o rodeou com a língua. Ela emitiu um soluço ao sentir o calor que se estava gerando em suas entranhas de novo, tão prazenteiro, tão intenso que quase era dor.
Quando achou que não poderia suportar mais, que explodiria de prazer, ele liberou seu mamilo. Durante um momento, ficou imóvel, com a respiração entrecortada e os músculos contraídos. Depois a beijou entre os seios e tomou entre os lábios o outro mamilo. Alice gemeu e se arqueou contra ele. O desejo pulsava entre suas pernas; estava úmida e dolorida. Ele desceu a mão e a deslizou para as dobras escorregadias de seu corpo; ela tinha achado que não podia estar mais excitada, mas o calor que sentia se fez quase insuportável ao receber as carícias de sua mão e seus dedos. Moveu os quadris contra ele e ouviu um grunhido de Jasper, que indicava sua última capacidade de controle.
Então, ele se moveu e se colocou entre suas pernas, separando-lhe Alice notou a ponta de seu membro contra o corpo e gemeu, elevando o corpo para receber a Jasper. Notou uma pontada de dor e se queixou brandamente. Ele se deteve, com o corpo rígido e trêmulo pelo esforço. Entretanto, não lhe importava a dor, não podia esperar mais, e lhe acariciou os quadris para urgi-lo a que continuasse.
Jasper penetrou em seu corpo e ela ofegou, assombrada e deleitada. Ele a encheu e a estendeu até seus limites, e foi maravilhoso, como se o vazio que tinha por dentro por fim tivesse sido repleto. Entretanto, ao mesmo tempo, queria mais. Queria que ele penetrasse mais nela, queria que a possuísse, queria possuí-lo.
Ele começou a mover-se, e Constance se deu conta de que isso era exatamente o que queria. Jasper se retirou lentamente, e ela esteve a ponto de protestar para que não a deixasse, mas não foi necessário. Em vez disso, ele a investiu e voltou a afundar-se em seu corpo, mais profundamente e com mais força. Alice emitiu um suave som, em parte gemido, em parte risada, ante o puro gozo que lhe provocavam seus movimentos. Ele a estava acariciando por dentro, movendo-se a um ritmo constante que cada vez era mais rápido, mais duro...
E ela se movia com ele, notando como se formava em seu interior uma bola de prazer que cada investida convertia em algo mais intenso. Alice cravou os dedos na manta que havia debaixo dela e se agarrou com força para não sair voando. Naquela ocasião, a sensação que se estava apropriando de lhe resultava familiar. Sabia como ia explodir a paixão em seu interior, e isso fazia que o desejasse mais. Salvo que então, o gozo era inclusive mais forte, mais selvagem, porque estava unida a ele naquela dança de desejo.
E finalmente, chegou... o prazer a cegou, estalando ao vermelho vivo em seu centro e estendendo-se por cada centímetro de seu corpo. Ela gritou e se arqueou contra Jasper enquanto ele continuava investindo-a até que sua própria respiração se uniu ao de Alice.
Ela o abraçou, e seus corpos ficaram grudados um ao outro, fundidos naquela tormenta de paixão. Jasper se relaxou contra ela, com o rosto contra seu pescoço. Alice percebeu sua respiração, acalmando-se, e sentiu que seu corpo perdia a tensão anterior; de fato, ela mal tinha a energia necessária para falar ou para agir.
Ele a beijou no pescoço. Depois rodou e se deitou no chão, e passando o braço pelos ombros, fez que se encolhesse a seu lado. Alice achou que sua cabeça se adaptava perfeitamente à curva do ombro do Jasper. Estirou o braço sobre seu peito e começou a lhe acariciar a pele suavemente. Sentia-se um pouco dolorida... e completamente satisfeita.
(N/A: A partir daqui vocês podem ler seguramente sem nenhuma cena... hum... é... constrangedora, isso!)
Aquilo, pensou Alice, era amar a um homem. Ela alguma vez o tinha sabido antes, como ia sabê-lo? Nunca havia sentido o alcance do amor ao completo, a maneira em que o coração, a alma e o corpo se abraçavam a outra pessoa, acariciavam-no de todas as formas possíveis. Era algo muito belo.
Entretanto, Alice sabia que tudo se tornara muito mais complicado, e não queria pensar nisso. Naquele momento só queria desfrutar do momento, abandonar-se à alegria e a satisfação. Japer a beijou na fronte e tomou a mão, entrelaçando seus dedos com os dela. Depois de lhe beijar cada um dos dedos, disse-lhe:
- É a mulher mais bonita do mundo.
Alice soltou um risinho. Sabia que ele era um bobo por pensar aquilo, e se sentia imensamente contente por que o pensasse. Ele enumerou todos os detalhes de sua beleza, até que ela teve que beijá-lo, rindo-se, para que calasse. E então, passaram alguns minutos sem que nenhum dos dois falasse.
- Alice - disse ele por fim, e ela percebeu um tom de voz de algo irrevogável em sua voz, o tom da razão e o pensamento. Estava muito segura de que não queria ouvir o que ele estava a ponto de lhe dizer.
- Não - sussurrou Alice rapidamente, e lhe pôs o dedo sobre os lábios para sossegá-lo. Beijou-o na face, apoiou o rosto no dele e acrescentou - Não falemos disso agora. Mais tarde haverá tempo suficiente.
- Temos que voltar.
- Sei.
Custou-lhe um enorme esforço separar-se dele. Ficou em pé e procurou sua roupa interior, que tinha terminado perigosamente perto do fogo. Ao menos, os trajes já estavam quase secos. O traje de amazona, entretanto, continuava bastante úmido. O rico veludo de que estava confeccionado tinha absorvido muita água. Não obstante, não havia mais remédio que pô-lo. Quando terminou de vestir-se, Alice arrumou o cabelo o melhor que pôde com as poucas forquilhas que ficavam.
O fogo já se apagara, mas depois de vestir-se, Jasper o removeu para assegurar-se de que não ficasse nenhuma brasa. Depois, os dois saíram da cabana, tomaram os cavalos e começaram a descer pela colina, levando aos animais pelas rédeas. Tudo estava tranqüilo e cheio de paz; o ar cheirava a chuva. As nuvens se afastaram e estava saindo o sol, banhando tudo em uma luz dourada.
Seguiram caminhando segurando as mãos, olhando o um ao outro cada pouco tempo. A Alice parecia que eram as duas únicas pessoas do mundo. Tudo mudaria quando se reunissem com outros, mas se negava a pensar e se aferrava a aquele doce momento.
Quando se reunissem com outros, com efeito, teriam que vigiar muito suas palavras e seus atos. Ele não poderia tomá-la pela mão nem abraçá-la. Ela não poderia olhá-lo com o coração nos olhos. Inclusive os movimentos de um casal de noivos se viam restringidos, assim que os de um homem e uma mulher que não estavam comprometidos... bem, simplesmente não poderiam mostrar nenhuma fraqueza pelo outro, e menos fazer algo tão escandaloso como tocar-se, salvo da maneira mais formal.
À medida que se aproximavam da casa de verão, Alice viu que todo mundo de seu grupo estava nas escadas, observando como se aproximavam, e sentiu que lhe encolhia o estômago. Olhou ansiosamente ao Jasper. Ele também estava olhando para o grupo, e a expressão de seu rosto era pétrea. De repente, Alice se deu conta de que não tinham tomado nenhuma precaução para dissimular sua chegada, e Jasper e ela estavam à beira do escândalo.
Não tinham podido evitar que chovesse, é obvio, nem haver-se visto obrigados a procurar refúgio. Entretanto, não havia nenhuma explicação para o fato de ter passado duas horas juntos e a sós, e a maior parte daquele tempo, na privacidade da casinha.
Já não havia modo de ocultar aquilo. E as poucas esperanças que tivesse tido Alice de que não estalasse o escândalo se desvaneceram quando viu Jessica descendo as escadas para eles, com uma cólera fria refletida no semblante.
- Maldita seja - resmungou Jasper enquanto descia do cavalo. Não olhou a Jessica enquanto rodeava ao animal para ajudar Alice a descer também.
Depois de um momento, Jessica, incapaz de conter-se, perguntou-lhes:
- Onde estiveram?
Jasper deu um passo adiante e ficou entre Jessica e Alice. Arqueou uma sobrancelha com altivez e disse:
- Receio que a tormenta nos pegou de surpresa.
- Sim, isso já o vejo - replicou Jessica, e olhou expressivamente a Alice.
Constance se ruborizou e, por instinto, levou uma mão ao cabelo. Era consciente de que todo mundo a estava olhando. Também era consciente de que seu traje estava molhado e manchado de barro, e de que estava muito despenteada. Nem sequer levava chapéu, porque o ar frio da tormenta o tinha tirado da cabeça.
- Estou seguro de que estava preocupada com Alice e por mim – continuou Jasper, olhando Jessica com má vontade - Desculpo.
- Sim, tínhamos medo de que lhes tivesse ocorrido algo - disse rapidamente Rosalie, enquanto descia correndo as escadas para eles - Me alegro muitíssimo de que estejam bem - acrescentou enquanto abraçava a Alice - Pobrezinhos, devem tê-lo passado muito mal.
A Os olhos de Alice se encheram de lágrimas de gratidão. Rosalie, claramente, estava-a envolvendo com o manto de sua aprovação. E se alguém como Lady Hale não via nada mau no que tinha ocorrido, quem eram outros para falar?
- Estávamos muito molhados - explicou Jasper -, mas tivemos sorte e encontramos refúgio no pior momento da tormenta.
- Refúgio? - repetiu Jessica, confusa. Depois, quando entendeu tudo, seus olhos despediram faíscas - Nessa cabana? A que há de caminho ao topo do promontório? Estiveram sozinhos nessa casa?
- Jessica, se cale - murmurou Rosalie.
Entretanto, Jessica já não podia parar. Sorriu com uma expressão triunfante, virou-se para Alice e declarou gritando:
- Esteve nessa cabana com Lorde Jasper durante horas! Sua reputação, senhorita Brandon, ficou feita em migalhas.
Alice ficou tensa. Atrás de Jessica, ouviu os murmúrios de outros convidados. Seu primeiro impulso foi gritar que não tinha ocorrido nada naquela cabana, mas aquilo não era certo, e não sabia se as pessoas poderiam ler-lhe no rosto.
- Jessica, se cale - insistiu Rosalie - Surpreendeu-os a tormenta. O que iriam fazer? Ficar sob a chuva todo o tempo?
- Uma mulher que cuida de seu bom nome, para começar, não teria ido ali só com um homem - disse Jessica com desprezo - E passou muito tempo desde a tormenta, não? Quem sabe o que ocorreu durante esse tempo? - prosseguiu. Era evidente que queria humilhar publicamente a Alice. Voltou-se para ela e lhe disse de novo – Sua reputação ficou pelo chão. Ninguém pensaria em casar-se...
- Lady Jessica! - exclamou Jasper - Estou certo de que se o pensarem bem, darão-se conta de que não há nada que possa danificar a reputação da senhorita Brandon por haver-se resguardado da chuva junto ao homem com o que está noiva.
Houve uma exclamação de surpresa em todo o grupo. Rosalie e Alice olharam ao Jasper com os olhos totalmente abertos. Jessica ficou pálida ao dar-se conta do que acabava de fazer.
- Não, Jasper... - sussurrou.
Ele a olhou com calma. Depois se virou para Alice.
- Querida, sinto tê-lo anunciado tão informalmente. Mas, como compreenderá, não podia permitir que ninguém fizesse uma idéia equivocada das coisas.
Depois se voltou para os convidados, cujos rostos refletiam da mais absoluta surpresa a uma imensa curiosidade. Entretanto, sob o olhar do Jasper, todos adotaram uma expressão de cortesia muito a tom com a conduta inglesa.
Foi Isabella quem rompeu aquele momento gelado, dizendo:
- Que notícia mais estupenda! Rosalie, não deu nem a mais mínima pista.
- Não podia - respondeu Rosalie-. Tinha prometido que manteria o segredo.
- Parabéns, Jasper - prosseguiu Isabella, descendo os degraus para eles - E, Alice, me alegro muito de que vai viver tão perto de nós no futuro. A vizinhança já está mais alegre.
Então, tomou a Alice pelos ombros e lhe deu dois beijos.
- Obrigada - murmurou Alice.
Fez-lhe um nó no estômago. Benditas fossem Isabella e Rosalie por seu aprumo e sua bondade. Tinham relaxado aquela situação tão tensa e, talvez, inclusive tinham irradiado certa veracidade às palavras do Jasper.
- Jasper, não seja tolo! - exclamou Jessica com a voz abafada.
- Estou segura de que está tão surpreendida como outros, Jessica, com esta boa notícia - lhe disse Rosalie, a modo de advertência.
Seus olhos não vacilaram enquanto olhava a Jessica de forma eloqüente. Jessica ficou calada. Jogou um olhar venenoso a Alice, virou-se e montou em seu cavalo. Depois se afastou para a casa principal sem olhar atrás.
- Suponho que já é hora de que todos voltemos para casa - disse Rosalie com calma, como se o comportamento de Jessica fora muito normal.
- Deve cavalgar a meu lado, Alice - lhe disse Isabella - Quero que me conte todos seus planos de bodas.
Rosalie e Isabella flanquearam a Alice durante todo o trajeto de volta a casa. Apesar das palavras de Isabella, não falaram sobre as supostas bodas nem sobre o compromisso. De fato, suas duas companheiras falaram muito pouco. Alice se sentiu muito agradecida por isso. Não queria falar com ninguém, nem sequer com Rosalie. Estava muito preocupada com o que sua amiga pudesse pensar dela, e se sentia muito culpada pelo fato de que Jasper tivesse tido que anunciar daquela maneira seu compromisso.
E se ele pensava que Alice tinha dirigido a situação para que ele se visse obrigado a casar-se com ela? Não acreditava que pudesse suportar que Jasper tivesse uma opinião tão baixa dela.
Quando chegaram à casa, os cavalariços se apressaram a tomar as rédeas dos cavalos. Jasper se aproximou de Alice para ajudá-la a descer. Quando ela esteve no chão, olhou-o com ansiedade, mas não viu nada refletido em seu rosto.
- Sinto muito. Devo ir - disse Jasper em voz baixa - Tenho certo assunto de que me ocupar.
Ela sentiu uma pontada de insegurança. Temia que aquele assunto tivesse algo que ver com sua afirmação de que estavam comprometidos.
- Jasper, não... - sussurrou-lhe.
- Rosalie ficará com você - disse ele e olhou a sua irmã, que se tinha aproximado deles.
- Claro - disse Rosalie.
- Bem - Jasper tomou a mão a Alice e fez uma reverência – Falaremos mais tarde.
Jasper partiu a grandes passadas para a casa e entrou pela porta principal. Alice o olhou com consternação, e depois se virou para Rosalie com nervosismo.
- Eu não queria isto! Não queria que ocorresse nada semelhante! Oh, é uma terrível confusão. O que vamos fazer?
- Nada, querida - murmurou Rosalie com um sorriso, tomando-a pelo braço - Mantenha-se erguida e sorri. Não deve permitir que ninguém pense que Jasper não disse a verdade.
Alice quis protestar, mas sabia que Rosalie tinha razão. Não podiam falar daquele assunto em público. Tinha que pôr boa cara até que estivessem sozinhas. Assim sorriu e caminhou junto a Rosalie para a casa. Outros convidados se dirigiram a ela para felicitá-la por seu compromisso, e alguns tentaram lhe fazer algumas perguntas, mas Rosalie fugiu das questões com habilidade, dizendo que devia acompanhar a sua futura cunhada para tirar aquela roupa molhada se não quisesse que adoecesse.
Quando por fim conseguiram chegar ao quarto de Alice, Rosalie fechou a porta atrás delas e puxou o cordão da campainha.
- Rosalie, por favor, tem que me acreditar - disse Alice – Nunca acreditei que pudesse acontecer algo assim.
- Claro que não - disse Francesca - Quem ia pensar que Jessica se comportaria de uma forma tão tola? Estou segura de que sua mãe vai repreendê-la duramente por ter-se feito tanto mal a si mesma. Não é mais do que merece, mas não posso deixar de sentir certa pena dela. Sua mãe é um demônio quando se zanga.
- Mas não está bem! Não é justo que Jasper tenha tido que fingir que estamos comprometidos. Não é culpa dela. Falamos no promontório, e o tempo nos passou voando. Não nos demos conta de que se formou uma tormenta. Então, quando nos surpreendeu a chuva, refugiamo-nos na cabana. Não ocorreu nada - disse, mas ao mentir daquela maneira, Alice não pôde olhar a Rosalie no rosto. Voltou-se, dizendo - Jasper não me fez nada mau. Ele não deveria ter que casar-se comigo. Por favor, deve me acreditar, eu não tinha intenção de obrigá-lo a algo assim.
- Isso já sei - respondeu Rosalie - Acaso pensa que não sei que tipo de pessoa é? Foi muito desafortunado que sua ausência fosse tão longa e, além disso, pública. E é ainda mais desafortunado que Jessica tenha sido tão idiota para tentar feri-la de qualquer modo, e arriscar-se a perder precisamente o que mais desejava.
- E por que fez semelhante coisa? - perguntou Alice.
- Estou segura de que não teria feito se soubesse como ia reagir Jasper. Entretanto, julgou equivocadamente a meu irmão, porque não o conhece absolutamente. Ela assume que todo mundo tem a mesma falta de honra e de escrúpulos que ela. Acredito que Jessica deve ter pensado que se destroçasse sua reputação, Jasper se distanciaria de você. Não entendeu, é obvio, que ele não permitiria que sua reputação sofresse, que agiria de uma maneira honrosa.
Enquanto falava, Rosalie ajudava a Alice a tirar a jaqueta e a saia do traje de montar.
- Jessica está desesperada. Isso pode lhe haver nublado o entendimento. Sem dúvida, considera que meu irmão é sua última esperança de casar-se. A fortuna de sua família lhe tinha assegurado muitos pretendentes, mas seu temperamento frio e implacável os afugentou a todos. E, é obvio, o número de homens disponíveis aos que ela aceitaria era bastante pequeno de partida, pois Jessica não se conforma com um mero barão como marido. Jessica não vê utilidade ao matrimônio se não for para subir de posição.
Alice sacudiu a cabeça.
- Jasper não deve casar-se com essa mulher - disse, e se voltou para Rosalie - Mas tampouco deve casar-se comigo. Você sabe melhor que eu. Ele me falou das cargas que há sobre o imóvel; sei que deve casar-se de modo que ajude à família. Não pode casar-se com alguém que nem sequer tem um dote decente, e menos uma fortuna. Não posso deixar que cometa semelhante engano.
Rosalie a observou durante um longo momento.
- Querida, deve deixar que Jasper dita por si mesmo. Francamente, não tem mais remédio. Ninguém pode obrigar ao Jasper a fazer algo que não queira, disso estou segura.
Mesmo assim, Alice não deixava de preocupar-se. Não podia permitir que Jasper arruinasse sua vida por um sentimento de obrigação para com ela.
Depois que Rosalie saíra do quarto, enquanto Alice tomava um banho quente, e mais tarde, enquanto Maisie a ajudava a vestir-se, continuou preocupando-se com aquele problema. Não podia suportar que Jasper se visse forçado a casar-se com ela. O que fazia que aquilo fosse pior ainda era que ela queria casar-se com ele.
Constance se tinha dado conta do muito apaixonada que estava do Jasper. Era uma das razões pelas quais tinha feito amor com ele na cabana. Quando se permitia pensar em ser sua mulher, sentia um grande entusiasmo.
Entretanto, não podia deixar-se levar por aquele desejo. Não podia deixar que Jasper sacrificasse seu futuro para conseguir sua própria felicidade. Ele era um homem com responsabilidades, e se casasse com ela, estaria fazendo caso omisso de seu dever.
Além disso, Alice estava segura de que não queria casar-se com ela; tinha anunciado que estavam comprometidos só para proteger sua honra. Ele não a queria. Nem sequer quando estavam fazendo o amor o havia dito. Ele a desejava, disso sim estava certa. Mas não a queria como ela o queria a ele.
As coisas teriam sido diferentes se lhe tivesse pedido que se casassem porque não podia suportar a vida sem ela. Se tivesse passado por cima de seu dever para sua família porque não podia enfrentar à infelicidade de não ter junto a ele à mulher a quem queria, então Alice não teria tido nenhuma objeção. Não lhe teria importado ter que passar o resto de sua existência na pobreza, contanto que estivesse com Jasper.
Mas ele não a queria. Não lhe tinha pedido que se casasse com ela. E naquelas circunstâncias, Alice não queria Jasper. Sabia que devia fazer algo, e ela era a única pessoa que podia fazê-lo. Olhou o relógio de seu quarto. Ainda restava um pouco de tempo para o jantar. Devia fazer o possível para arrumar a situação.
Tomou ar e saiu, decididamente, de seu quarto.
N/A: UUhh... O que será que a Alice vai fazer? Será que vai aceitar? Ou vai lutar contra isso? hahahaha, parei já :D
Querem saber minha idade real? Hahaha, vou da uma conta para vocês resolverem, quem não quiser saber ignorem, é o que eu faria :D
Conta (muito tosca, mas sou um cocô em matemática): 24-10+2-1=?
Se eu receber (não sei porque mais quase escrevi resolver) bastante reviews posto mais rapido, mas lembre-se: Tudo irá depende das forças do computar!, se ele funcionar normalmente, se não, vou ter que esperar ele resolver funcionar para postar, mas ele normalmente liga, depois da decima tentativa :D
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Quem dizer minha idade nas reviews vai ter um capitulo dedicado!
Como é uma conta porca de tão facil, todo mundo vai ter um capitulo dedicado!
Mande sua review hoje mesmo!!
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