Obs: Sei que não mereço dessa vez perdao algum e desculpas não serão suficientes para me explicar e pedir desculpas... Entao só peço que me desculpem ao ponto de saborearem mais um capitulo...
Bjos e boa leitura que afinal esta linda. Pelo menos eu acho. XD
Capitulo 14 – Amor a três...
Harry fez tudo que Hermione lhe pedia, concentrou-se no elo, conversou com um loiro desacordado e até depois de muito encantamento tentou passar pela parede de magia, mas foi remessado para longe de novo. Começava a se descontrolar de novo, mas se manteve firme. Rony entrou assim que tentava pela terceira vez passar pelo campo de magia.
_ Rony cadê... – começou Mione mais se calou ao ver quem mais entrava na sala. Dumbledore sorriu e Pomfrey simplesmente balançou a cabeça dizendo:
_ Eles bem que poderia ter levado mais tempo. – com sua voz dura.
Hermione correu até eles e começou a explicar o que se passava e o que tinha usado para controlar a magia do loiro sem nenhum progresso. Harry se aproximou e já ia começar seu relato, mas foi calado com a mão de seu mentor em seu ombro.
_ Harry, porque você não vem comigo enquanto Pompola cuida de Draco. Prometo que tudo ficara bem. – Harry assentiu o seguindo até a sala. Dumbledore se sentou na poltrona que sempre se sentava e Harry ocupou o sofá se jogando nele desolado e com as mãos no rosto. – Harry meu rapaz não precisa ficar em total devastação. As noticias não são tão ruins. Aquela magia fora de controle não é de Draco.
Harry o fitou confuso.
_ De quem mais seria senhor? – perguntou começando a se irritar.
_ Draco vem passando enjoos desde quando?
_ Faz uma semana, queria chamar Pomfrey, mas ele se recusava então deixei passar dizendo para mim mesmo se isso não melhorasse, eu o levaria na marrar. – disse se pondo de pé e Dumbledore permanecia em sua pose de puro sossego.
_ Harry, o que Draco tem não é uma doença. Para ser mais claro Draco é um veela e como tal podem gerar seus progenitores. – disse seu mentor fazendo Harry novamente cair no sofá dessa vez de boca aberta.
_ Draco esta... – Alvo riu.
_ Sim meu querido, seu conjunge esta gravido e suponho que de dois para três meses.
Harry começou a rir descontroladamente, depois chorar. Dumbledore assistia a tudo com calma. Assim que se acalmou, pediu desculpa pelo seu comportamento, mas a felicidade em seu peito era tamanha, que sua própria magia começava a se descontrolar, fazendo uma pequena onda de vento soprar pelo ambiente.
_ Draco vai me dar um filho... – quase gritou. Avistou Pomfrey vindo do corredor e correu até ela. – Como ele esta e a nossa criança?
_ Sr. Potter se acalme. – pediu ela tentando ser severa, mas o sorriso em sua face reconhecia a felicidade e o desejo que pulsava no coração de Harry. Uma família, Draco estava lhe dando uma família. – Ambos estão bem, mas o Sr. Malfoy está descansando e quero o senhor longe daquele quarto pelas ultimas três horas. Precisamos conversar... Srta. Granger?
_ Sim Madame Pomfrey? – se aproximou Mione.
Pomfrey se sentou na Poltrona restante na sala e Mi dividiu o sofá comigo. Ambos ouvimos todos os comandos e cuidados de Pomfrey. As recomendações parecia não ter vim, Harry já nem mais aprestava a media atenção a partir da parte que Draco teria que ter acompanhamento e que ela viria todo mês olha-lo.
_ Sr. Potter esses descontrole de magia vai acontecer com frequência nesse começo de mês, Draco e o bebê se tornaram bastantes independentes de sua magia. Por isso, por mais que queira brigar com seu companheiro não o faça, pois o veela gerando é bastante volúvel, a insegurança dele também aumentara, por isso mostre a ele a cada momento que o ama e que só se importa com ele. – Ela se virou para Dumbledore severa e altiva. – Você-sabe-quem pode estar colocando a comunidade bruxa em um caos, mas Harry não pode em hipóteses alguma sair do lado de Draco, pois pode ocorrer um aborto espontâneo, além de o Sr. Malfoy morrer no processo. Ouviu senhores? – ela olhou a todos firmemente.
_ Sim Pompola. Nossa querida Hermione cuidara de ambos e os manterá seguros aqui, não é minha querida? – disse o velho sorrindo.
Hermione assentiu.
_ Sim. Passarei a Firbby sobre a nova alimentação de Draco com licença e boa tarde a todos.
Harry ainda ouviu algumas recomendações de Pomfrey sobre os temperamentos de Draco durante a gravidez que o moreno já começava achar nenhum pouco fácil para ninguém. Ambos, Pomfrey e Dumbledore foram embora logo após todo o monologo da enfermeira. Rony que estava velando o sono de Draco entrou na sala e se esparramou no chão.
_ Cara você está bastante ferrado, lembro-me de Fleur gravida meu Merlim quase colocou minha casa de cabeça para baixo e isso que ela nem é cem por cento veela, como seu namorado. Boa sorte. – disse seu amigo sorrindo.
_ Obrigado Rony pelo seu apoio incondicional. – falou irônico e o ruivo riu.
_ Qual é estou te preparando para o pior. – Harry o chutou e foi em direção ao quarto. ' Tá bom que se manteria longe' – pensou sorrindo.
O quarto estava calmo e bastante escuro, as cortinas estavam fechadas e com a coloração escurecida. Draco ressonava na cama como se não tivesse acontecido lhe nada. Sorriu. Aproximou-se com cautela da cama e se sentou nela. Passou a mão com carinho pelos cabelos macios e pela face ainda molhada de lagrimas do loiro. Beijou-lhe a face com carinho.
_ Eu te amo tanto, meu anjinho. – sussurrou com doçura no ouvido de Draco, que suspirou adormecido. Harry riu baixinho, com o peito acelerado. – Vamos ter uma família completa Dray.
Harry se ajoelhou no chão e levantou a camiseta do pijama do outro e beijou-lhe a barriga com carinho e sentando ali permaneceu não sabe quanto tempo acariciando o rosto e a barriga ainda lisinha de seu amor. Seu filho crescia ali seguro.
#####################################################
Fazia uma semana desde o grande descobrimento e susto com o loiro. Harry pensava acariciando cabelos sedosos enquanto Hermione falava algo que já nem mais ouvia. Sua mente estava presa na ficha que lhe caiu no mesmo momento que acariciava a barriga de Draco pela primeira vez. O fato que tomava sua mente e sonhos desde então, Draco e seu filho corriam mais perigo ainda, se Voldemort descobrir... não gostava nem de pensar e desde então tem feito Draco mudar de ideia sobre essa ideia mais do que absurda de lutar na guerra ao seu lado. Ouviu alguém lhe chamar ao longe, mas não deu atenção. Colocar seus amigos nesse risco já lhe dava pânico, colocar sua família... Harry sabia que não suportaria.
_ Harry Potter. – Draco deu-lhe um cutucam na barriga e Harry xingou. – Olha a boca suja acha que meu filho vai crescer em volta de palavreados tão esdrúxulos?
_ Desculpe meu amor. – disse beijando-lhe os lábios com carinho. – Mas dá próxima vez é só chamar seu soco doeu.
Draco andava cada vez mais temperamental.
_ Se tivesse ouvindo a pobre da Hermione chamando-lhe a atenção por não ouvi-la eu não precisaria partir para agressão física. – disse Draco saindo de seu colo e se sentando. Sim ele e Hermione estavam cada vez mais ligados, Rony já não ligava pela aproximação, afinal quem queria um loiro temperamental e com a magia instável com uma varinha em punho pronto para lhe deferir uma azaração das piores? Acho que ninguém se habilita e Rony era o primeiro a sair de perto quando Draco explodia seguido de Firbby.
_ Desculpe Hermione, mas fui longe.
_ Percebemos nos deixou falando. – reclamou o loiro fazendo bico e Hermione sorriu. "Amiga da onça."- pensou com revolta.
Harry se aproximou do loiro e lhe beijou o rosto abraçando e quando sentiu Draco relaxar confessou.
_ Estava pensando na guerra agora...
_ Harry não começa. – pediu Draco afundando ainda mais em seus braços. – Harry, adaptamos todo o plano até chave de portal temos para uma urgência que me levaria direto para a toca... – Draco lhe tocou o rosto e Harry derreteu ao toque. – Hermione até afirmou que não teria um risco tão grande. Harry, estou treinando tanto, comigo lá as baixas na guerra será reduzida significativamente. Não pode negar isso. Meus poderes de cura essa semana eu consegui um resultado tão alto.
_ Eu sei amor, mas você está esperando nosso bebê e... – Harry respirou fundo ao toque dos lábios do loiro em sua bochecha, não tinha como ganhar aquele jogo. Draco tinha argumento e artimanhas para vencê-lo.
_ Prometi, não ficar no cruzamento de fogo. Ficarei na enfermaria com Pomfrey, como o planejado. Harry, quero estar lá caso você se ferir muito grave, sabe que serei o único que... – Harry ouviu um soluço e quase se chutou por convocar aquele assunto de novo que sempre terminava em Draco chorando e ele se sentindo péssimo, pois se lembrava de que faria o mesmo e que longe dele no estado que estava poderia matar ambos: Draco e o bebê.
_ Desculpe não chore... Draco não chore amor... – Harry sentiu o loiro se acalmar aos poucos.
Beijou-lhe a face com carinho e segou lhe o rosto.
_ Tudo bem seguiremos o plano, não vou mais tentar convencê-lo.
_ Já que é tempo perdido neh Harry. – disse Hermione sorrindo, acostumada à novela. Harry lhe mostrou língua e a castanha saiu para o quintal, onde Harry sabia que Rony treinava com Dumbledore.
DM
Draco se sentia uma dinamite de emoções, não sabia quando explodiria. Muitas das vezes terminava ele chorando compulsivamente nos braços de Harry depois de brigar com o mesmo. Harry estava sendo tudo que precisava em cada momento. Sua paciência era grande para aturar a Draco e isso o próprio admitia para si mesmo. Harry estava sendo o companheiro perfeito.
Draco reclamava desde as comidas da pobre Firbby até as estrias de sua barriga, tinha ciência disso. Sabia que a comida de Firbby não era terrível como dizia na raiva e que em sua barriga não tinha uma estria em seus ataques de auto rejeição. Draco ia tudo ao extremo, felicidade, depressão, raiva e tristeza.
Mas sabia também que o que mais fazia Harry sofrer era seus ataques de depressão, quando incluía não vê-lo, mesmo sabendo que ele era o único a aplacar sua dor. A guerra também estava afetando seu sono, sonhava que perdia Harry quase toda a noite.
Hermione era sua grande aliada naquela batalha consigo mesmo, foi a única que não deferiu sua bomba de sentimentos. De alguma maneira ela lhe acalmava, ou melhor, mantinha sua magia em controle. Weasley, mal ficava no mesmo cômodo que ele e isso Draco agradecia aos céus. Dumbledore e Pomfrey intercalaram os dias daquela semana para treina-lo a controlar sua magia e seu dom de cura.
*** HD***
Os dias e os meses foram se passando. Draco já estava em seu sexto mês. Uma mão segurava a sua firmemente e seus olhos não tirava o foco de Harry que travava uma batalha com Snape de feitiços e legilimencia. Sua mão livre depositou em seu ventre avantajado e arredondado, sentiu o bebê dá uma chutadinha e sorriu. Mione apertou sua mão com mais força e Draco deu um puxão a olhando feio.
_ Quer arrancar minha mão fora? – perguntou massageando os dedos vermelhos.
_ Desculpe Draco, mas Snape está pegando pesado com Harry hoje. – disse a morena sem nem olha-lo. Draco sabia que se um feitiço Harry não rebatesse Mione interferiria antes do tal atingi-lo. Seu bebê deu um segundo chute. Pegou a mão de Hermione e depositou em sua barriga para relaxa-la, como sempre fazia quando Weasley não estava por perto, pois o ferrugem se encontrava em uma aula com Lupin na sede da ordem e só voltaria anoite. – Oh Draco mexeu, oh de novo.
Draco revirou os olhos. Não sabiam o sexo do bebê por opção dele próprio, Harry não gostou muito da ideia, mas aceitou mesmo assim. O loiro queria só uma surpresa e fazer sua criança ter a liberdade de respirar primeiro e depois seu rumo ser traçado por aqueles que a ama. Primeiro queria olhar seu rostinho e ai sim pensar em um nome como sua mãe fez com ele. Draco voltou a olhar a batalha, a tempo de ver Harry lançar Snape longe com um feitiço estuporante máximo. Sorriu e todo sem jeito com a barriga se levantou e foi até seu moreno. Harry beijou-lhe os lábios com carinho alisando sua barriga como sempre fazia.
_ Está lindo. – disse o moreno em seu ouvido. Draco deu-lhe um soco leve no ombro.
_ Mentiroso, estou enorme isso sim por sua culpa. – disse, mas sem nenhum tom de ironia ou até raiva na voz que saiu até melodiosa.
Harry o ajudou a voltar para dentro com Mione ao seu lado do qual por algum motivo não a largava. No fundo desconfiava que tinha algo a ver com a força espiritual de Mione, mas não pensava muito nisso, já que a tinha sempre que queria. Harry o sentou no sofá com a morena, enquanto um Snape entrava na sala bufando e indo direto para a lareira sem olhar e se despedir de ninguém e fazendo Draco rir descontroladamente.
_ Ai amor você acabou com ele, coitado do meu padrinho... – disse em meio a risos histéricos e fazendo os outros dois rirem e menear a cabeça. Firbby entrou na cozinha com a costumeira bandeja de café para ele e Draco perdeu a graça na hora olhando a elfo.
_ Firbby trouxe café do menino Draco. Meu menino bem melhor hoje. – disse Firbby colocando a bandeja na mesinha de centro e sorrindo para ele. – Firbby fica contente em ver Draco sorrir.
Draco sorriu-lhe sem jeito. Firbby fazia ele se lembrar de sua mãe, da qual nem sabia de sua gravidez por ordens de seu padrinho que achava mais seguro em sua situação. Pegou a xicara de chá que ela lhe oferecia e deixou-a acariciar sua barriga com sua mão em cima da dela. Firbby saiu para a cozinha e Harry sentou no chão aos seus pés para ajuda-lo a pegar as bolachas e frutas na bandeja.
Harry estava sendo cada dia mais prestativo, sempre disponível a ajuda-lo, seja a se levantar ou a acordar no meio da noite, mesmo tendo dormido tarde com treinamentos pesados, para fazer-lhe massagens em suas pernas e mãos quando dava câimbras. Quando não ficava horas ouvindo suas reclamações e levantado o meio da noite também para satisfazer seus desejos. Mas o que mais fazia Harry acordar cada vez que o chamava era as perdas constantes de descontrole em sua magia. Pomfrey havia avisado que seria assim, pois era o tempo exato de seu bebê estabilizar sua própria magia e seu corpo separar a magia de ambos. Pomfrey avisou também que poderia dar a luz antes do tempo. Draco sabia assim como todos que seu parto ia ser de risco e que corria risco de morte, mas isso não o preocupava o que tirava seu sono além das câimbras era o Lord das trevas. Tinha medo de Harry não estar presente no nascimento de seu filho(a), mas tinha mais medo de Harry morrer antes de ao menos olhar o bebe. Draco tinha ciência que se isso vier a acontecer os três tem grandes riscos de morrer, sua morte é certa, mas a da criança só depende de quanta independência em sua magia adquiriu.
Respirou fundo.
_ Quer se deitar um pouco, talvez um banho na banheira... – sugeriu Harry preocupado como se encontrava quase sempre. Para Draco Harry parecia bem mais maduro do que quando havia chegado todo machucado. – Dray o que foi? Está aero novamente.
_ Desculpe, me desliguei, foi mal... – disse colocando um morango na boca. Harry lhe sorriu. Hermione deu um pulo do sofá ao seu lado e correu para a porta onde um ruivo estava parado sorridente, Draco revirou os olhos e enfiou outro morango na boca ainda cheia. Harry lhe recriminou, mas nem deu ouvido.
Após o jantar, onde só o ferrugem falou sobre seu treinamento com Lupin e trouxe noticias de todos e novos relatórios de batalhas para eles analisarem, as coisas não estavam indo muito tranquilamente lá fora, estava claro que Voldemort reunia mais aliados, tentara se conciliar com gigantes, mas Hagrid havia conseguido traze-los para a causa da ordem, mas Voldemort na mesma semana conseguiu controle sobre os dementadores, trazendo grandes riscos aos trouxas e fazendo o ministro trouxa quase quebrar o elo de segredo do mundo bruxo. As coisas se agravam a cada segundo, mas estava claro que a ordem tinha bem mais terrenos 'conquistado' que você-sabe-quem, mas não impedia que Harry ficasse tranquilo, pois a cada morte que presenciava pela mente de Voldemort o moreno se martirizava ainda mais, mas já não tocava mais no assunto de manter Draco longe daquilo tudo. O loiro sabia que Harry esperava que caso a guerra se estourasse naquele momento Draco se manteria longe pelo bem de seu filho, mas o moreno estava mais enganado ainda, pois Draco precisava dele para manter aquele bebe vivo em seu ventre.
Draco que estava na banheira deitado, ouviu duas batidas na porta o despertando de seus devaneios.
_ Entra Harry. – disse sorrindo. Harry entrou cabisbaixo e se sentou na bancada da pia encostando-se ao espelho. Draco suspirou e se levantou da banheira colocando o seu roupão verde, deu um laço no cordão que amarrava o roupão e se colocou no meio das pernas de Harry com sua barriga impedindo de chegar mais perto. – Harry? – chamou e o moreno o olhou. – O que foi?
_ Nada eu só precisava ficar com você. – Draco tocou-lhe o rosto com carinho fazendo o moreno suspirar.
_ É só isso mesmo?
_ Sim. – Harry o encarou com olhos brilhantes e Draco quase se perdeu neles, mas as palavras do moreno o impediu. - Está próximo Dray, não vai demorar, Voldemort planeja invadir Hogwarts novamente.
_ Como?
_ Ele me disse. – Harry tocou seu rosto com cuidado e devoção. – Ele sabe de você, de nós, dos três. Voldemort quer impedir que nosso filho nascesse. – Draco engoliu em seco, mas permaneceu ouvindo. – Preciso caça-lo antes que ele casse você. E se...
_ Harry, vamos acabar com isso junto. Essa guerra não é sua. Proteger nossa família é dever de nós dois. – Draco o fez descer da bancada e o abraçou. – Nós te amamos.
Uma lagrima rolou pelo rosto de seu bem amado e o loiro a secou com um beijo. Fizeram amor ali mesmo. Não importa que a guerra se inicie para Draco contanto que permaneçam juntos tudo daria certo. Os planos que os quatros haviam formulado aqueles meses, e estava claro que Voldemort atacaria Hogwarts, tentaria acabar com dois coelhos (Harry e Dumbledore) numa cajadada só. Mas seu plano não tinha falhas com a mente de Harry e dos outros cada vez mais fortes e seus poderes aprimorados, você-sabe-quem não tinha como manipula-los do modo que mais gostava: Legilimens.
***HP****
Harry se sentia cada dia mais casado e preocupado com o bem estar e segurança de Draco. O sol do amanhecer batia no rosto e na barriga avantajada do loiro, fazendo sua pele branca brilhar como um anjo. Sorriu lembrando-se da noite passada, Dray sabia acalma-lo como ninguém. Tudo daria certo se permanecem juntos, como Draco sempre lhe dizia. Harry acreditava naquelas palavras. Draco faria aniversario dali três dias e Harry deixara Hermione encarregada dos preparativos da festa. Faria uma surpresa para o loiro, contava os segundos para esse grande dia chegar, mesmo seu coração se apertando no peito sempre que pensava nisso.
Depositou sua mão nos cabelos sedosos do namorado e começou a afagar-lhe as madeixas. Draco ronronou em seu sono profundo e enterrou a cabeça em seu peito para se livrar da luz e o apertou contra sua barriga.
Meu filho – pensou com carinho.
Não importa o quanto dizia para si que tudo ia ficar bem, sua mente travava uma luta interna de táticas para manter aquele buchudinho a salvo, pois em um só corpo estavam as duas pessoas que mais amava na vida. Por elas morreria e por elas e seu bem estar sabia que não podia se dar esse luxo, pois Draco morreria também levando consigo involuntariamente o bebê de ambos. Ah seis meses pensou que morrer não era uma ideia tão ruim, já que a morte tentou abraça-lo por duas vezes, tirando os pequenos esbarrões nela que deu a vida inteira. Era um sobrevivente e isso jamais mudaria. Voldemort cairá no momento que invadir Hogwarts. Mal sabe ele que todas suas Horcruxes estão liquidadas.
Fechou os olhos e voltou a dormir com um sorriso no rosto, uma decisão na mente e dois motivos para viver em seus braços. Naquele momento não precisava de nada mais que dormir nos braços de Draco Malfoy.
_s2_
Nota: Fala se Dray gravidinho não é coisa mais linda do mundo? ;-)
Harry tao preocupado e dedicado...ahhhh...simplesmente tudo de bom...
Mas devo dizer que as coisas vao ficar difíceis por aqui...
Desculpem mais uma vez a demora, mas tive uns probleminhas por aqui em casa e sem tirar que ontem fiquei ontem o dia inteiro sem energia... afff
Mas espero que daqui para frente tudo flua como antes...
Bjos e não esquecem que preciso e necessito de reviews para escrever com mais rapidez e as ideias fluírem... *cara de cachorro abandonado e na chuva* consegue resistir?
Reviews...
Adoro vcs e obrigado pelos reviews que me mandaram em todos os capítulos, não tenho palavras para dizer e agradecer os elogios e ate as duvidas que me mandaram me ajudam e muito continuem, se ficou confuso em algum momento da fic reviews e responderei o mais rápido que puder. Obrigado mais uma vez e ai esta mais uma palhinha do próximo capitulo:
Feliz aniversario.
"Os olhos de Draco não saiam de cima do pingente para agradecer a Harry, simplesmente era divino o que via. Lembra-se com clareza do dia que viu aquilo em uma revista, quando bateu os olhos a primeira coisa que pensou: Minha família. Harry havia notado seu fascínio pela pequena arte do pingente. Harry tirou o colar de suas mãos e aproximou colando seus corpos e colocando a corrente em seu pescoço.
_ Feliz Aniversario, quer sair comigo hoje? – Draco o olhou confuso e o moreno que ainda o abraçava riu gostosamente.
_ Sabe que...
_ Podemos sim. Hermione preparou poção polissuco para nós dois e temos dois cabelos de dois homens trouxas. – Draco sorriu involuntariamente e empurrou Harry para o lado que caiu desajeitado na cama. – Acho que essa atitude nada gentil quer dizer que adoraria sair comigo."
Reviews e bjos e abraços apertados...
S2 xD
