CAPÍTULO 13
- Laurent Gathegi! - Respondeu uma voz.
- As chaminés! - Falei rápido demais, as palavras saíram atropeladas.
- O quê? Quem esta falando? - Perguntou o delegado confuso.
- Bella Swan.
- Ah, Sta. Swan, o quê...
- O Coringa entra nas casas pela chaminé, e é lá que ele fica enquanto as vítimas são procuradas.
- Do que você está falando? - Perguntou Edward confuso.
- Por isso havia pegadas na parte de cima da janela, é por onde ele saiu. E é por isso que havia carvão na roupa do Percy.
Houve um silêncio do outro lado do telefone, e então veio a resposta:
- Isso - Falou o delegado - É realmente uma ótima teoria. Obrigado Sta. Swan.
- Delegado? - Chamei.
- Diga.
- Por favor, pegue esse cara! - Implorei.
- Sta. Swan - Falou calmamente - Nós. Vamos. Pegá-lo!
Respirei fundo e desliguei o telefone.
- O que foi isso? - Perguntou Edward.
- Você não tinha que ir embora? - Perguntei irritada.
Ele me olhou preocupado.
- Você está bem?
Eu suspirei.
- Você pode levar o Nick - Falei.
- Mas o que aconteceu? Quem é coringa? E quem é Percy? - Perguntou intrigado.
Eu abri a boca para dizer algo, mas minha voz parecia ter sumido.
- Você está... chorando? - Insistiu Edward chocado.
Eu não havia notado, mas lá estavam as lágrimas escorrendo dos meus olhos. Passei as mãos nos olhos, os enxugando.
- Caramba... - Falou Alice ao me ver chorar - O que você fez Edward?
- O quê? Eu não fiz nada - Defendeu-se Edward.
- Olha só - Falei - Eu estou bem, ok? E como eu disse, pode levar o Nick, mas volte antes do jantar.
Saí em disparada pelas escadas. Eu queria ficar sozinha, sem ninguém me perguntando como eu estava.
Eu estava deitada na minha cama, refletindo sobre o que eu havia acabado de descobrir. Como uma lareira poderia tornar uma casa tão vulnerável. Ouvi a porta se abrir e me virei para ver Jasper entrando.
- Eu cheguei e me falaram que você estava deprimida aqui.
- Jasper - Falei - Sobre o coringa... acho que ele entra pelas lareiras...
- Do que você tá falando Bella?
- Ontem, o delegado me ligou e disse que a mancha na roupa do Percy era carvão.
- Carvão?
- Eu associei o fato de ser carvão com o fato da marca de pegada no telhado.
- E chegou á conclusão de que o coringa pode ter entrado pela chaminé da lareira?
- Você não acha isso possível?
- Acho. Mas por que você deprimiu?
Suspirei.
- Jasper, eu não estou mais suportando isso. Toda essa dúvida está me matando. Por que esse maldito coringa escolheu o meu filho? O que Percy tinha que o interessou tanto?
Eu comecei a chorar.
- Bells - Falou Jasper me abraçando - Você precisa entender, que esse coringa é doente, ele faz essas loucuras sem motivos, é um doente.
- Eu não consigo Jasper, não consigo entender como alguém pôde machucar Percy.
- Eu também não...
Neste momento a porta se abriu novamente e Nick entrou. Separei-me de Jasper e enxuguei os olhos.
- Edward disse que você me deixou sair com ele! - Anunciou.
- Sim, eu...
- Eu não quero sair com ele - Falou sem rodeios.
- Ah, Nick, não vamos começar com isso agora. Tínhamos combinado que você ia se comportar.
- Mas Edward não tem se comportado.
- Nick, quer parar de ser tão mesquinho.
- Não sou nada disso. Ele tem sido maldoso, não gosto disso e não quero ser amigo dele.
- Nesse caso - Falou Jasper - Sua mãe pode ir junto...
- Não - Falei - Jasper a última coisa...
- Você precisa sair um pouco e se descontrair.
- Você ta falando igual á Tanya!
- Porque a Tanya é a voz da razão.
- Se a minha mãe for, eu vou. Mas só com ele eu não vou - Falou Nick.
Jasper me olhou com cara de quem avisou.
- Vocês me deixam louca.
Jasper e Nick riram.
- Você vem com a gente? - Insistiu Nick.
Antes que eu pudesse responder ouvi o meu celular tocar.
- Droga... Onde ele está? - Falei me levantando.
Encontrei o celular na mesa de cabeceira e o atendi.
- Bella, é do Hospital - Falou a conhecida voz da secretária - Tivemos uma pequena intercorrência.
- Ah, não... - Resmunguei.
- O médico que iria fazer plantão hoje está com intoxicação alimentar...
- Não, por favor, eu já...
- Por favor, Bella... - Insistiu a moça - A emergência está sem médico...
Suspirei com raiva.
- Certo, eu chego aí em mais ou menos uma hora.
Desliguei o telefone e me virei para minha platéia.
- Desculpe meninos...
- O quê? - Perguntaram ambos ao mesmo tempo.
- Era do hospital, eu vou ter que ir.
- Mas hoje é sua folga - Reclamou Nick.
- Eu sei, mesmo assim terei que ir.
- Fugindo da guerra, Bellita? - Falou Jasper.
- O que foi, Jasper?
- Nada.
- Então se você não vai com a gente, eu não vou - Falou Nick.
- Nicholas não começa, você vai sair com o Edward e ponto final.
- Mas mãe...
- Vai logo se arrumar, e saiam os dois do meu quarto que eu preciso me trocar.
- Por favor, mãe...
- Nick, vai logo.
Nick se levantou e saiu a passos pesados. Jasper saiu logo em seguida.
Trabalhar realmente parecia a melhor coisa a se fazer nesse momento. Esquecer por algumas horas os meus problemas.
POV Edward
Fui sozinho com Patrick no meu carro. Ele se manteve sério e em silêncio durante todo o trajeto. Fomos até uma loja de donuts chamada Cock-a-Doodle Doughnuts. Escolhemos alguns donuts e depois Patrick me guiou até o pier para comermos.
- Você gosta de vir aqui? - Perguntei tentando puxar assunto.
Ele deu uma mordida num donut e respondeu com a boca cheia.
- Muuuito!
Sorri com a resposta dele.
- Atlantic City também tem praia, e um pier. Só que no pier de lá existe um parque de diversões chamado Crazy Mouse.
Ele mordeu mais um pedaço do seu donut.
- Aqui é bem tranquilo - Falei tentando manter uma conversa - Apesar do vento gelado.
- Eu gosto do frio - Ele falou dando de ombros.
- Ah, não estou reclamando, eu também gosto. Atlantic City também faz frio nessa época do ano. Lá até neva um pouco.
- Mas eu gosto mais daqui.
Peguei um donut e mordi um pedaço. Prometi pra mim mesmo que evitaria conflitos com Patrick.
- Qual seu time de baseball favorito? - Perguntou ele de repente.
- Os Cullens são todos Yankees - Respondi, feliz que ele estivesse entrosando.
Ele pareceu pensar a respeito.
- E qual o seu time favorito? - Pergutei de volta.
- Eu tenho dois. Eu gosto muito do Athletics, e também gosto do Mariners.
Não pude deixar de soltar um riso.
- Mariners? - Perguntei incrédulo.
- É o time que meu avô torce, e eu gosto de torcer com ele.
Ignorei a referencia ao avô e mordi outro pedaço de donut. Mas Patrick continuou a se defender.
- Pelo menos Washington tem um time de baseball, e Nova Jersey?
Fiquei mudo. Ele sabia como atacar.
- Tem razão, me desculpe.
- E o Mariners não é um time ruim, eles só não tem muita sorte.
Sorri, a conversa realmente fluia quando o assunto era esporte.
- E de futebol, você gosta? - Perguntei.
- Não muito, meu avô entende tudo, mas minha mãe diz que é igual luta livre com uma bola.
- Bobagem, você gosta de algum time?
- Seahawks.
- Me deixa advinhar, é o time do seu avô?
- É claro - Respondeu como se isso fosse algo tão óbvio que estivesse escrito nas estrelas - Nova Jersey tem time de futebol?
- É claro - Respondi o imitando - Jets.
Ele soltou um riso zombeteiro.
- Mas eu não torço para os Jets - Defendi-me - os Cullens torcem para os Patriots.
- Por que não torcem pro Jets? - Quis saber.
- Meu pai, o seu avô, é de Massachusetts, assim como os Patriots.
Quando terminamos de comer nossos donuts resolvi aproveitar o entrosamento dele.
- Quer jogar um pouco? - Perguntei.
- De baseball?
- Não, futebol.
- Minha mãe não gosta muito, diz que é violento.
- Não tem nada de perigoso, vem.
Levantamos e Patrick me levou até uma loja de artigos esportivos, comprei uma bola e fomos até o Parque Nacional Olympic.
- Vamos lá, você sabe chutar? - Perguntei quando entramos em uma área livre do parque.
- Sei, mas não tenho muita força nos pés, eu sou melhor no baseball.
- Esqueça o baseball por uns minutos, ok.
Coloquei a bola no chão e a segurei.
- Tenta chutar o mais alto que puder.
Patrick tomou distância, esperou uns segundos e correu para o seu chute. Ele deu chute incrivelmente forte, não foi muito alto mas foi bastante forte para um menino de sete anos.
- Caramba, você foi muito bem.
- Não fui, não. Já disse eu sou melhor no baseball.
- Não estamos jogando baseball agora, se concentra.
- Segura a bola agora, eu vou chutar.
Patrick correu para buscar a bola que havia caído há uns dez metros de nós e voltou para colocá-la em posição para chute.
- Pronto - Falou ele.
Tomei distância e corri para chutar. Infelizmente eu não estava em forma, devia ter me lembrado disso. No momento em que chutei a bola, o meu pé que estava no chão escorregou e eu caí. Caí em cima de Patrick.
POV Bella
Eu estava no box de emergência quando a enfermeira entrou com Edward e um Nick choroso. Eu dei um pulo.
- Ai, droga! - Resmungou Edward - Você trabalha aqui?
Ignorei Edward e coloquei minha atenção em Nick.
- Nick! O que aconteceu? - Perguntei me aproximando dele.
- Foi um acidente - Falou Edward.
- Meu braço - Choramingou ele - Está doendo.
- Você caiu? O que aconteceu? - Peguntei tirando o casaco dele.
- Edward caiu em cima de mim - Falou sob soluços.
Eu fuzilei Edward com o olhar.
- Foi um acidente, eu juro.
- Como isso aconteceu? - Perguntei apalpando o braço de Nick.
- Estávamos jogando futebol americano... Aaaaiiiii - Senti seus ossinhos crepitarem sob minhas mãos.
- Você quebrou o braço dele - Falei virando-me para Edward.
- Foi um acidente! - Insistiu Edward - Eu nunca iria querer machucá-lo.
- Eu avisei que eu preferia jogar baseball - Resmungou Nick.
- Peça pra tirarem um raio-x do ante-braço esquerdo dele - Falei para a enfermeira.
- Patrick, me desculpa - Falou Edward para Nick.
- Eu já disse que meu nome é Nick! - Gritou Nick irritado.
- Me desculpa, Nick. Eu nunca quis te machucar, eu só estava tentando te divertir.
- Venha, Nick - Chamou a enfermeira.
Nick seguiu a enfermeira para a sala de raio-x.
- Segura as pontas pra mim - Pedi para a enfermeira. Haviam dois pacientes já estabilizados no box de emergência - Você vem comigo - Falei para Edward.
- Olha só, já disse que foi um acidente, eu jamais iria querer machucar meu filho - Defendeu-se ele enquanto saíamos da sala.
- Não vou julgá-lo - Falei.
- Olha só, eu juro... O quê você disse? - Perguntou confuso.
- Não vou julgá-lo. Mas da próxima vez que tiver uma ideia brilhante como jogar futebol americano, o que eu desaprovo, ouça o menino, ele parece ter mais noção do perigo que você.
- Ah... - Ele parecia querer dizer algo, mas não parecia saber o quê.
- Agora, já pode ir. Vou colocar o braço dele no lugar, e mandar engessar. Ele vai ficar na observação até o meu turno acabar.
- Tudo bem, eu posso esperar.
- Não, cai fora.
- O quê? - Perguntou incrédulo.
- Tá surdo, é?
- Não vou embora, ele é meu filho.
- É, e foi você quem quebrou o braço dele também.
- Disse que não ia julgar - Defendeu-se ele.
- Não estou julgando, estou apresentando os fatos.
Ele bufou com raiva.
- Vá para o seu hotel e fique tranquilo, logo ele estará em casa e você poderá visitá-lo.
- Olha, eu quero ficar...
- Mas ele não vai querer te ver, não percebeu como ele está irritado?
Ele me olhou por um minuto, abriu a boca pra falar, porém antes que ele pudesse falar algo a enfermeira abriu a porta do box e me chamou.
- Dra. Preciso de você aqui.
- Eu vou indo - Avisei - Faça o que eu disse e vá embora, eu me resolvo com Nick por aqui.
Depois voltei para a sala de emergência sob o olhar de Edward.
Nick quebrou o rádio*. Depois de realinhar o osso e de a enfermeira engessar o braço dele, eu o encaminhei para a observação e prescrevi um analgésico para ele.
*Rádio: Um dos ossos do ante-braço.
Não pude ficar muito com ele porque tinha que ficar na emergência. Por isso liguei para Jasper, que assustadoramente estava indisponível.
- Mas é só até ás seis da tarde - Insisti.
- Desculpa, Bells - Falou Jasper - Eu estou realmente indisponível agora.
- Ok, eu vou ver com a Tanya...
- Ela está em Yakima - Interrompeu Jasper.
- O que ela está fazendo lá?
- Trabalhando, oras.
- Droga, Nick está sozinho.
- Desculpa, Bells.
Desliguei o telefone. Olhei para a sala, eu acabara de encaminhar um dos pacientes para o Hospital Geral de Seattle. Havia apenas uma paciente na sala agora.
- E os sinais vitais? - Perguntei para a enfermeira.
- Estáveis. Os medicamentos estão fazendo efeito.
- Eu preciso de cinco minutos, você pode segurar as pontas outra vez?
- Tô de pé, Dra.
- Eu te amo - Falei saindo da sala.
Fui até Nick. Ele estava sentado na cama, parecia com muita raiva.
- Como você está, anjinho? - Perguntei me aproximando dele.
- Eu quero ir embora - Reclamou ele.
- Eu sei, meu amor. Infelizmente vai ter que ficar aqui até a hora que acabar o meu turno.
- Eu não queria jogar futebol. Eu avisei que preferia jogar baseball.
- Tudo bem, filho, foi um acidente. Ninguém quis que isso acontecesse.
Ele fungou.
- Ainda está com dor? - Perguntei.
- Sim.
- Tudo bem, daqui a pouco vai passar, tá bom?
- Tá bom.
- Mamãe precisa ir, ok. Fique bem.
Dei um beijo em Nick e fui até o posto de enfermagem.
- Seria pedir muito, pedir que fiquem de olho nele? - Perguntei ao enfermeiro chefe.
- Ah... Seria.
- Sério?
- Não - Riu ele - Fique tranquila, eu tomo conta dele.
- Ah, muito obrigada.
- Acho melhor voltar pro box, a coordenação está no pé hoje.
Obedeci e voltei para o meu posto um tanto mais tranquila.
POV Edward
Nunca pensei que fosse admitir isso, mas Bella me surpreendeu. Claro eu fui um idiota dos grandes, ao ponto de quebrar o braço do meu próprio filho. Eu iria me martirizar por isso eternamente, claro que foi minha culpa. O que eu estava pensando? Será que eu me esqueci que já tenho trinta anos e que não sou mais um garoto do colegial? Foi uma idiotice a minha, claro. Mas as palavras dela me tranquilizaram. Não vou julgá-lo! Provavelmente ela seria a única a fazer isso. Já minha família, pelo contrário, iria me crucificar, e eu duvidava muito que Patrick me perdoaria tão cedo, tinha um coraçãozinho ácido.
Neste momento, deitado em minha cama, refleti sobre o quanto minha vida mudou na última semana. Tudo se devia a Bella. Ela poderia muito bem ter escondido o fato de que sabia que Nick era Patrick, ter me privado de reencontrá-lo. Mas ela teve a atitude altruísta de dizer a verdade, mesmo sabendo os riscos que teria.
À esta altura, Alice já devia ter aberto a ação do pedido de guarda. Por mais que eu me simpatizasse com as atitudes inteligentes de Bella, Patrick era o meu filho, e era comigo que ele tinha que ficar.
Mas pensando por outro ângulo, eu começava a entender o que Patrick queria dizer com deixá-la sozinha e fazê-la sofrer. Eu também começava a me preocupar com isso. Bella mostrava-se forte e corajosa. Toda disposta a não julgar ou não machucar ninguém, mas no fundo eu sabia que ela fazia isso para não deixar transparecer a verdade. Agora, qual era a verdade?
Por volta das seis e meia meu celular tocou, me tirando dos meus devaneios.
- Alô.
- Só estou ligando pra avisar que Nick está bem - Falou Bella do outro lado do celular.
- Ah, claro. Obrigado por avisar.
- Sem problemas.
- E como ele está?
- Bem. Já estamos em casa, ele está meio sonolento por causa do analgésico, mas já está bem melhor.
- Se importa se eu der uma passada aí.
- Me importo, mas pode vir. Prefiro que venha com ele estando sonolento do que hiperativo.
Ignorei o me importo e concluí a conversa.
- Chego aí em alguns minutos.
Desliguei o celular e peguei as chaves do carro. Quando saí do meu quarto dei de encontro com Alice na porta.
- Ouviu meus passos, foi? - Perguntou ela.
- Não, estou de saída.
- Pensei que fosse passar o dia com Nick, mas aí o Emmett falou que já tinha chegado.
- Houve um imprevisto.
- Vim só para dizer que já abri o processo.
Senti meu estômago girar.
- Claro. Obrigado, maninha.
- Por nada. Você sabe quem é o advogado dela?
- Jasper? Ele é advogado, não é?
- Sim. Mas sabe se ele vai defendê-la nesse caso? - Insistiu Alice.
- Acredito que sim. Se não me engano foi ele que a defendeu na adoção de Patrick. Por quê quer saber?
- Ah, nada... Só estou preparando o terreno.
Ela deu um sorriso amarelo e saiu. Fui para o meu carro e segui para a casa de Bella, eu queria rever logo o meu filho, saber como ele realmente estava.
Já passava das sete quando cheguei, Bella me recebeu na porta e me deixou entrar.
- Ele foi assistir TV e acabou cochilando - Falou apontando para a sala.
Um corpinho minusculo estava encolhido no sofá. O braço esquerdo engessado até o ombro.
- Droga - Resmunguei - Eu sinto tanto por isso.
- Não sinta. Quer dizer, sinta - Falou Bella - Não foi sua culpa, mas eu entendo que é impossível não se sentir mal com isso. Ele é só um menininho.
Mais uma vez, ela agia como se não quisesse machucar ninguém. Por quê ela fazia isso? A campainha tocou, Bella foi atender e eu fui me sentar no sofá ao lado de Nick... Quer dizer, Patrick, o nome dele era Patrick. Ouvi ela cumprimentar alguém e passos entrarem na casa. A voz do visitante soou pela casa.
- Fiz o que me pediu - Falou uma voz de homem - E encontrei algumas coisas sobre o tal James Olsean.
Epa! Levantei-me imediatamente. Isso era do meu interesse também.
N/A: Aee pessoal, mais um cap especial pra vocês.
Pequena obs: Como é que vocês ainda não perceberam quem é o Coringa? Ele apareceu/foi citado em quase todos os caps. hahaha. E aí, o que acharam do cap? Mandem reviews, e até a próxima.
Thazz Ransom.
