14. - De regresso em Hogwarts
Made in yatta´s Brain
**Ou-ou**
Ruper tinha-se ido correndo, não se ia ficar a ver que classe de criatura era essa, enquanto Harry se ficou a sós com seu amado professor.
Que tinha ocorrido? Talvez Snape tinha atuado como seu cúmplice? estava-o apoiando? isso significava que não o odiava? Sentia que seu coração batia com força uma euforia percorrer seu corpo, ainda que a iluminação não era boa podia ver o rosto de seu professor, este estava sorrindo divertido, era como seu Severus, aquilo o impulsiono a se acercar para dar um entusiasmado abraço supressivo ao maior.
–obrigado…
Severus ficou sem saber que fazer, supôs que a ação de Harry era parte de sua gravidez, após tudo sabia que teria seu cambiante humor de vez em quando, em que confusão se tinha metido ao lhe oferecer sua ajuda, mas estava feito, feito esta, ademais não se arrependia de nada.
–vejo que não se imutou ante tal visão ou é que talvez esses óculos que traz não lhe são suficiente. - disse o professor dando por sentado que assim acabava o abraço. Harry ficou pensativo, sabia o por que lhe tinha sugerido aquilo a Lancelot de modo que só contesto –esse tipo de criatura é muito popular nos filmes de terror muggle, não são próprias do mundo mágico, ademais você não se pôs em guarda pensei que relaxar-me estava bem, após tudo se que você me protegerá se passa algo. - ele tinha dito, esse ultimo não tinha sido necessário! Ele e seu grande boca.
Severus ficou muito sério, estava por dizer algo quando Lancelot fez seu triunfal aparecimento –Severus como saiu?
Severus sorriu divertido –fico-te estupendo, suponho igual que naquela ocasião, te felicito, mmm não acho que baixo melhor tens estado praticando verdadeiro?
O fantasma acercou-se –essa é minha especialidade após aquele valioso conselho de Henry, se me ocorreu ao ver a este rapaz. - aponto ao jovem.
–de quem falam?
Severus encaminhou à saída. –de nada nos vamos Potter.
O fantasma acompanhou-os à saída despedindo-se com um amável sorriso.
–por verdadeiro Potter- disse ao sair da casa.
O jovem volteou a vê-lo –você deve de pôr de sua parte e se cuidar por si mesmo, não posso estar como uma sombra atrás de si.
Harry baixo a mirada –sim sinto muito- por um instante o escuro professor pensou que o garoto ia chorar, o tomo do braço para o obrigar a que o olhasse –qualquer coisa perigosa que passe por sua mente a realizar, quero que primeiro me consulte. - o liberto –só se cuide faz favor.
Harry entendeu ou ao menos isso quis pensar, que lhe era difícil para Snape demonstrar suas emoções, mas igual se preocupava por ele, supôs que seu maior temor era não estar sempre pendente e com seu historial não lhe tinha fácil, de modo que agora tinha outra escusa para poder o ver, sorriu feliz. –sim professor.
Ou-ou
Todos os estudantes estavam reunidos o diretor Sinclaire estava falando –esta é a despedida exitosa deste intercâmbio de estudantes o qual marcasse o reinicio desta atividade graças aos estudantes Mossiere. - a garota que parecia veela se inclino em agradecimento –a estudante Linier –a outra garota do grupo só agito sua mão a maneira de saúdo –o senhor Tranker. - o búlgaro se pôs direito como se de um soldado se tratasse e golpeio com seu pé fortemente o solo. –senhor Potter que prazer. - disse enquanto o tomava da mão, Snape tossiu para chamasse sua atenção. –claro como esquecer do professor Snape!
Este só assentiu, o intercâmbio tinha concluído com sucesso, agora era tempo de regressar a sua querida Hogwarts, onde o esperavam não só seus inquietos amigos quem o iam bombardear de milhares de perguntas sobre a viagem, se perguntava se seria capaz de mencionar sua gravidez com eles antes de lhe dizer a verdade a Severus, isso devia lhe pensar muito bem, após outras muitas palavras que disse o diretor este pôs uma taça de cristal, este era o trasladador que os regressaria ao colégio, Harry estava formado ao final, o professor Snape se pôs por trás dele, aquilo deixou estranhado a Potter ao início da viagem o professor tinha sido o primeiro e agora ia ser o ultimo?
Tomo em suas mãos a taça e então sentiu um puxão, curioso não se sentia como a ultima vez chegou a uma habitação, não tinha sentido aquele mareio nada, esse tinha sido a viagem mágica mais prazerosa que tivesse tido sem mencionar que o único, sem contar a vassoura todos os outros transportes mágicos não eram o que ele considerava bons, alguém pôs sua mão em seu ombro –bem vindo Harry. - disse baixinho uma idosa voz que ele conhecia
O moreno volteou, era Dumbledore, este lhe sorriu –é bom voltar. - então apareceu Snape, este caiu ao solo tal como o fazia Harry em todas suas viagens, tinha sentido esse mareio, aquela viagem tinha sido terrível, não recordava que fosse assim, seguramente o inepto de Sinclaire lhe tinha jogo algo para lhe jogar uma broma pesada, esse maldito já regressaria a esse lugar após tudo não tinha tido a oportunidade de buscar a Henry, não sem seus meios.
Os outros dois ficaram pasmados, Harry não sabia se rir ou simplesmente se preocupar pelo que tinha visto, Dumbledore sorriu. –Severus te estávamos esperando, já está tudo preparado ademais lhes tenho uma surpresa.
Snape só bufou, se era uma surpresa dada por Dumbledore seguro não era nada bom, ademais a surpresa que Potter lhe tinha era muito melhor, de seguro o velhote ia ter um infarto ou algo parecido, de só pensar na cara que este poria lhe pôs feliz.
Chegaram ao grande salão, este estava enfeitado de maravilha, a mesa tinha manteies segundo a mesa com as cores de sua casa, a decoração estava harmoniosamente arranjada com todas as cores da escola, a mesa estava cheia dos pratos, mas deliciosos que Harry tivesse visto, tudo se lhe antojava, meu filho tem fome pensou, mas não podia simplesmente chegar direto à comida supôs que Dumbledore diria primeiro de que se tratava a surpresa antes de iniciar o banquete.
Em frente da mesa dos professores tinha uma mesa com 5 assentos, supuseram que eram para os recém chegados, então o diretor lhes indico tomassem assento nessa mesa inclusive o professor Snape, Malfoy de imediato se pôs a um lado de Severus e Harry também o fez vendo que nenhum dos outros estudantes o ia tolerar, então o diretor falou
–meus queridos estudantes e professores de Hogwarts, é um prazer para mim informar que este intercâmbio estudantil foi todo um sucesso, graças à colaboração das pessoas nesta mesa. - indico a mesa dos recém chegados –tudo é um sucesso, agora procederemos ao banquete de boas-vindas, mas antes um presente para eles. - tomo sua varinha e fez elevar um pequeno saco. –a cada um tome uma bolinha do faz favor. - indico o diretor, tinha visto aquilo em um programa de concursos muggles e lhe pareceu boa ideia, todos sacaram uma bolinha de cor negra, só Harry tinha sacado uma de cor vermelho, o diretor sorriu satisfeito
–bem, Senhor Potter pode vir aqui faz favor, o garoto não objetou nada, simplesmente se pôs de pé e foi com Albus. –meu rapaz como tirou a bolinha vermelha é você quem receberá o prêmio o qual consiste em uma confissão secreta.
Harry elevou uma sobrancelha –isso que significa?
–significa que poderá lhe confessar a alguém seu mais escuro segredo enfrente de nós.
–supõe-se que isso é um prêmio? Nem de chiste farei algo como isso.
Dumbledore sorriu –trata-se de que você confesse te tirando esse peso de cima, para depois ser esquecido por todos claro menos por ti.
Devia ter uma armadilha em tudo aquilo –pode confiar neste velho diretor Harry - lhe deu um frasco, esta continha uma poção –deve a beber enquanto pensa nesse segredo que vai dizer e então eu lançar um feitiço sobre ti uma vez que diga as palavras ' isso é tudo' terá concluído o encantamento
Harry estava um pouco nervoso, e se não funcionava? Então que ia fazer, toda a escola se ia inteirar, olhou a Snape e este assentiu, ao que parece era algo conhecido por ele e se o aceitava então o ia fazer –estou pronto. - Dumbledore assentiu e uma vez que Harry bebeu agito sua varinha.
Por um instante sentiu sua mente muito despejada, movia-se por inércia, caminhou até onde estava Severus, se pôs em frente a ele lhe sorriu, todos olhavam expectantes, aquela atitude do Gryffindor já não lhe era tão incômoda, imaginava que falaria de sua gravidez ou algo assim, ele já o sabia de modo que não seria nenhuma surpresa para ele, sentiu as suaves mãos de Harry sobre suas bochechas, se inclino e deposito um beijo em seus lábios, todos estavam assombrados, Malfoy tinha uma cara de espanto e outros olhavam com asco a cena, Snape era o mais assombrado, Harry se separo para olhar aos olhos –não sabe quanto te amo e a prova esta neste bebê já que sou Henry- já não lhe era possível abrir mais os olhos ao escuro professor. –isso é tudo. - finalizo o Gryffindor se afastando um pouco de Severus, se foi sentar a um lado de Snape como se nada daquilo tivesse passado.
Então tudo se fico em silenciou, o professor Dumbledore voltou em si e falou de novo –meus queridos estudantes é um prazer lhes anunciar que o intercâmbio tem sido um sucesso graças às pessoas que estão nesta mesa…
Tudo seguiu como Dumbledore lhe tinha dito nenhum deles recordava nada, bom se o fizesse já lhe tivessem dito algo não?
Em verdade que se sentiu bem lhe confessar aquilo a Severus e mais que nada tocar seus lábios, ainda que ele não o fosse recordar jamais, talvez alguma vez também poderá dizer sobre esse dia e rir de todas as tolices que tinha jogo.
Ou-ou
Dumbledore estava em seu escritório permitiu que alguém passasse, se travava de Snape, este chego e não estava só, o pocionista tinha pedido uma junta com ele dizendo que era algo importante, mas não esperava que chegasse acompanhado de seu pior nêmeses, se perguntava que tinha jogo Harry para molestar ao professor.
–adiante Severus disse sem maior cerimônia. - deixando fixa sua mirada no rapaz.
–Professor Dumbledore, a razão desta reunião.
–já. - interrompeu –talvez Harry fez algo mau durante o intercâmbio, algum problema?
Harry apressou-se a falar –não professor, não é nada do intercâmbio, isto é algo que passo antes de entrar a classes e acho que é conveniente que você o saiba.
Dumbledore olho interrogante a Severus –deve ser o rapaz quem diga-lhe.
Dumbledore viu um pouco de indecisão nos olhos do rapaz e convido-o a sentar-se e comer um caramelo de limão Harry respiro o mais profundo que pôde e soltou aquilo
–estou grávido.
Definitivamente era mais singelo se sabe que eles não recordassem nada, respirou aliviado de por fim o confessar agora era hora de escutar a reprimenda por parte de seu diretor, mas este estava muito sério, não dizia uma só palavra e seu rosto estava imutável, se pôs de pé inesperadamente e lhe deu as costas, ao que parece estava buscando as mais adequadas palavras, deu uns passos longe da mesa, Severus estava expectante, esse homem se estava comportando mais chifrado do acostumado, e quando menos o pensou este já estava abraçado de Harry com um enorme sorriso nos lábios.
–muitas felicidades meu rapaz por fim vou ser avô!
Os dois ficaram bastante desconcertados pelo comportamento do velho professor.
–professor Dumbledore?
O idoso compreendeu que sua reação tinha sido um pouco exagerada, mas, em verdade que essa notícia lhe tinha parecido maravilhosa, seu rapaz tinha encontrado o amor!
–sinto muito Harry é que a notícia me parece maravilhosa e quem é essa pessoa que tem conseguido tal proeza?
Ambos elevaram uma sobrancelha, de que estava falando? O professor sorriu.
–sim rapaz, quem ganhou-se teu coração e abençoou-te com esse precioso presente?
Severus olhou a Harry –refere-se a quem é o outro pai.
O moreno não disse uma só palavra –por que diz isso de que tem ganhado meu coração. - trato de evadir a pergunta.
Severus apressou a falar –Potter não desconhecia que os magos podiam engravidar.
Dumbledore olho-o com entendimento. –meu rapaz, é uma história velha compreendo que não a conheça, na antiguidade os magos não podiam engravidar, mas isso não era justo dizia esse mago do qual já ninguém recorda, se casou com uma mulher e tiveram um filho, ao final ela lhe levo longe, já que ela só desejava um filho dele, isto é não o amava pelo que decidiu que conseguiria que os homens também pudessem conceber, mas só por amor, se não há amor entre eles não se conseguiria e essa era a bênção e a maldição, um filho é a prova de que existe amor entre essas duas pessoas.
Harry sentia como seus olhos se umedeciam, ainda que Harry não o duvidava, o amor que sentia por Severus e o que este lhe teve naquele momento, ter algo que o confirmasse lhe fazia muito feliz, começou a limpar seus olhos enquanto sorria.
- professor acho que não estou preparado para dizer o nome desta pessoa, mas me ache que se inteirasse.
O diretor deu-lhe umas palmadinhas nas costas. –tudo vai estar bem.
–claro que não! –Replico o professor. –esta grávido e é mal um estudante! Sabem o que passasse quando todos se inteirem, que pensa fazer ao respeito? Só ficar muito feliz não faz sentido preocupar pelo momento, melhor pensar um pouco as coisas e falaremos mais tarde de acordo senhor Potter?
O garoto assentiu –bem. - disse feliz o homem –então pode me deixar a sós com Severus?
Harry pôs-se de pé, não ia esperar a que Dumbledore mudasse de opinião se iria.
Severus ficou a sós com o diretor este o observava muito sério. –não o posso crer Albus, esta drogado ou baixo a influência de algum feitiço?
Dumbledore sorriu –você acha que o que fiz para descobrir a Harry seja uma perda de tempo?
O pocionista bufou. –não, acho que a gravidez é o menor dos problemas de Potter.
Os olhos de Dumbledore brilharam –você sabe algo mais?
Severus negou com a cabeça. –desgraçadamente não, mas por alguma estranha razão Potter contínua muito misterioso, não acho que tenha confessado em frente de todos só o de sua gravidez se já tem podido me confessar a mim.
–isso mesmo te ia perguntar como é que te confessou, até onde se sabe, não são os melhores amigos.
O moreno cruzou-se de braços. –viu-se obrigado a fazê-lo, ele teve febre e a poção que lhe estava oferecendo não a queria tomar então dali saiu o pequeno segredo.
O idoso acariciava sua barba dedutivo. –como seja, esqueci dizer que o encantamento de confissão que se esquece tem um defeito, este fica gravado em uma mente, só uma, o mau é que não se me ocorreu outra forma para reduzir o número de expectantes, de modo que me tomasse tempo buscar na cada estudante, assim que o saiba te conto, agora tenho trabalho que fazer.
Severus saiu da habitação, supôs que para quando averiguara o diretor aquilo o já teria descoberto tudo pela mesma boca do Gryffindor, a esse homem estava tudo menos sensato sua curiosidade o estava afastando do importante que era a gravidez de Potter de modo que supôs que lhe deixaria tudo a ele como lhe era já seu costume, nem falar de todas as formas já lhe tinha dito a Potter que o ajudaria.
Ia pelo corredor, nesse lugar estava Harry esperando.
–Professor?
Severus se deteve, por que estava Harry o esperando?
Continuasse…
Nota tradutor:
Mai um capitulo para vocês, espero que gostem
E porque será que Harry estava esperando Severus?
Vejo vocês nos próximos capítulos
Ate breve
Fui…
