Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo 14

Com um suspiro, peguei as suas mãos entre as minhas.

- Escute Amani, você é minha tia e eu te amo, mas eu sou quem governo a minha vida, não você! Eu decido como devo viver, onde morar e, principalmente, com quem eu me casaria... Não você... Nem mesmo o meu povo poderia decidir a minha vida por mim.

- Vai desistir de tudo por essa mulher?

- Talvez, se eu precisar. Eu a amo Amani, e vou onde ela for.

- Igualzinho ao seu pai. Não pensava em mais nada além da indigna com quem se casou.

- L'na! Não fale de minha mãe assim.

- Aasef, eu sinto, mas não pode me fazer aceitá-la.

- Não farei! Assim como o meu pai nunca a fez aceitar a minha mãe. Mas nem por isso, deveria desrespeitar a minha mãe, ou a minha esposa.

- Irá mesmo manter o casamento com a moça?

- Sim, a amo, e nada me fará desistir dela.

- Entendo... - ela assentiu e começou a se afastar, tendo um mau pressentimento, chamei-a de volta.

- Amani? Irá me apoiar?

- Não nisso Ibnee.

Grunhi enquanto ela partia e voltei para o meu quarto.

Precisava abraçar a minha Ghazal, assim tudo ficaria melhor.

Ao chegar ao quarto, sorri ao vê-la enrolada no lençol, olhando todas as pequenas coisas no quarto com muito interesse. Lá havia fotos, bugigangas, tudo parecia lhe interessar, fechei a porta e ela se virou sorrindo.

- Voltou?

- Perdoe-me pela demora, estava resolvendo alguns assuntos.

Ela suspirou e veio até mim, ficando de frente, ajudou-me a tirar a minha camisa, em seguida deu a volta, subindo na cama ficando atrás de mim. Já ia lhe perguntar o que ela estava fazendo, mas me calei quando ela começou a massagear os meus ombros.

- Meu pobre Sheik, tão tenso.

Gemi baixinho perdido no prazer de suas pequenas mãos, amassando os meus músculos, ela me dava um beijinho ocasional, o que só fazia tudo melhor e melhor.

- Então, você conseguiu resolver as coisas? - ela perguntou depois de alguns minutos, sem parar sua massagem.

- Algumas... Hassan parece inclinado a conhecer Rosalina.

- Isso é bom.

- Sim, o meu irmão merece alguma felicidade, e se essa moça for capaz de fazer isso, ela terá a minha eterna gratidão.

- Eu acredito que ela goste dele.

- Sim, eu também. Mas espero que Hassan goste dela. Eu nunca a imporia ao meu irmão, se ele não vir a amá-la, ela partirá...

- Você é um bom irmão.

- Eu aprendi com o melhor. - senti outro beijo em meu ombro, em seguida ela voltou com a massagem.

- E quanto a sua tia?

- L'na! Amani é impossível, às vezes. Mas eu não devia me surpreender, ela agiu do mesmo jeito com a minha mãe.

- Por quê? Ela tem algum motivo para ser tão amargurada, ou esse é simplesmente o jeito dela?

- É difícil dizer, eu só tinha 10 quando os meus pais morreram, Amani era a minha única família, além do Hassan, então não é como se ela revelasse os seus problemas para mim.

- Acha que Hassan sabe qual o problema dela?

- Talvez, mas ele nunca me disse nada. Talvez ela só seja muito apegada as nossas tradições... É difícil dizer com Amani, ela se fecha muito.

- Hmmm, posso perguntar uma coisa?

- Qualquer coisa.

- Quando chegamos, ela te chamou, Ibi... eu não lembro, mas percebi que chateou Hassan. Por quê?

- Foi Ibnee.

- Isso, o quer dizer?

- Filho.

- Oh, isso é estranho... Por que o chama assim?

- Ela me vê como um filho, mas eu me lembro de minha mãe, sabe, de seu rosto, os seus sorrisos, a sua voz dizendo Ibnee, então, eu não posso ser o filho de Amani, me incomoda. Já Hassan, assim como eu, lhe dói ouvir essas palavras da boca de outra mulher. Elas pertenciam a nossa mãe.

- Entendo, sinto muito.

- Está tudo bem Ghazal, tem um tempo agora.

- A dor não é menor, você não pensa tanto nela, mas ainda está lá.

- Fala de seu pai? - ela suspirou e me abraçou pelos ombros, deitando a cabeça em meu pescoço.

- Sim, eu ainda sinto falta dele como uma louca.

- Sinto falta de meus pais o tempo todo.

- Mas devemos pensar que eles estão em um lugar melhor, muito mais felizes e em paz.

- É um bom modo de ver as coisas.

- Sim, um muito bom. Não é assim que você vê?

- Será agora.

Ficamos quietinhos por um momento, quando ouve uma batida na porta. Com um suspiro me afastei, peguei um robe no armário e o vesti indo até a porta.

- Sim? - olhei irritado para Hassan que sorria.

- Vim buscar a minha Ikhet para conhecer a sua nova casa.

- Mais tarde, estávamos conversando e...

- Já estou indo Khay. - ela gritou ao fundo me ignorando e grunhi.

L'na!

Ela não podia conhecer a casa outra hora? Eu tinha planos muito mais divertidos do que um tour bobo...

- Isso tem que ser agora?

- Sim, a moça precisa conhecer mais do que só o seu quarto.

- É um quarto muito bom.

- Eu sei que é, mas ela é sua esposa, não sua amante, tem que conhecer a sua casa, onde viverão e como tudo funciona.

- L'na!

- Que bom que concorda.

- Isso não fui eu concordando...

- Sim foi, sabe que estou certo.

- Mas... - mal terminei de falar, Isabella apareceu toda sorridente.

- Estou pronta!

- Está linda Ikhet, conseguiu descansar?

- Sim, tirei um cochilo, estou bem melhor.

- Excelente, vamos então. - ele estendeu o braço e ela o pegou.

- Hey!? - resmunguei e ela riu e o soltou.

- Desculpe amor. - me deu um beijo estalado na boca e foi embora com Hassan.

Ainda olhei atônito para onde eles foram, mas em seguida ri.

Era bom saber que eles se davam tão bem.

Já conformado que perdi a minha Ghazal por algumas horas, fui cuidar de outros assuntos.

Voltei para o quarto para me vestir.

Assim que cheguei ao meu escritório, tratei de ligar para Jaspar e Alina, precisava resolver os principais problemas primeiro.

Anunciar o meu casamento e arranjar roupas adequadas para Isabella.

As que compramos em Nova York, só serviriam para quando viajássemos para outros lugares, em casa ela teria que se vestir de acordo como uma esposa de um Sheikh.

Assim que terminei as minhas ligações, voltei para a sala e pedi um café. Ah que saudade do café turco, os americanos não sabem fazer um café como o nosso. Não eram ruins os que eu provei, mas nada iguais.

Estava na minha segunda xícara de café quando Rosalina entrou na sala.

- Rosalina.

- Meu sheik, perdoe-me, estava huh, procurando por Hassan ou Isabella? - sorri e fiz um gesto para que se sentasse comigo.

- Café?

- Sim, obrigada. - a servi, e voltei a bebericar o meu.

- Hassan está mostrando a casa a ela.

- Oh, é muito gentil da parte dele... - murmurou parecendo confusa e dei de ombros.

- Eles são irmãos.

- Não... ...huh, não teme deixá-los sozinhos? - ri, porque era impossível não o fazer.

- Hassan e Isabella? Claro que não!

- Mas são homem e mulher.

- São irmãos.

- Não de sangue. O meu pai nunca me permitiria andar por qualquer lugar com um homem que não fosse nada meu.

- Então por que ficou com Hassan na sala de minha mãe?

- Não o vi saindo, mas assim que percebi que nós estávamos sozinhos, eu me apressei em sair.

- Entendo. Mas está sozinha comigo agora.

- Não conta, como o dono da casa, você praticamente se torna o meu guardião e protetor, além disso, nós estamos em uma área aberta.

- Você é boa!

Ela riu e bebeu o seu café.

- Bem, sei que devia seguir mais os costumes, mas com uma mãe inglesa, era um pouco difícil, eu sigo, é claro, e respeito quem eu sou e a minha herança, mas ainda assim, não sigo todos.

- Creio que é compreensível. E vejo que confia em seu irmão e em sua esposa.

- Com a minha vida. Eles são tudo para mim.

- Mesmo a sua tia?

- Amani é diferente. Ela me criou quando os meus pais morreram, mas ainda assim ela nunca foi uma mãe, eu não pude sentir aquele amor por ela, e nem ela demonstrou por mim... Ela sentia como obrigação, entende?

- Sim. Era o dever de ela cuidar de você.

- Exatamente. Ela foi uma boa tia, mas não era para ela que eu corria quando algo me chateava, era para Hassan.

- Às vezes é difícil de acreditar que não são irmãos, o elo entre vocês é muito forte.

- Mas somos irmãos. - ela sorriu.

- Sim são. Perdoe-me...

- Não tem problema.

Voltamos a tomar o nosso café em silêncio, quando uma ideia me iluminou.

- Rosalina, posso lhe pedir um favor?

- É claro.

- Chamei Alina, para vir amanhã, ela vai tirar as medidas de Isabella para fazer um vestuário completo, poderia ajudá-la?

- Será um prazer.

- Obrigado.

- Sheikh? - me virei e uma das moças que trabalhava na casa me olhava com a cabeça baixa.

- Na'am?

- Seu convidado chegou.

- Mande-o entrar.

- Na'am sheikh.

Assim que a moça se foi me levantei.

- Deve ser Jaspar.

- Deseja que saia?

- Não, pode ficar Rosalina.

Poucos minutos depois o meu bom amigo Jaspar entrou.

- Edward. - ele me cumprimentou com um abraço, sorri ao nos afastarmos.

- Salaam Jaspar, tem um tempo, sim?

- Salaam meu amigo! Um muito longo. Soube que estava na America, teve uma boa viagem?

- Foi muito boa.

- Trouxe alguma lembrancinha?

- Algumas. - eu ri, mal sabia ele.

- Que bom, então por que me chamou? Só pra conversar ou tem algo para mim.

- Na verdade, tenho algo.

- Diga então.

Indiquei o sofá e pedi mais café, vi que ele olhava para Rosalina com curiosidade.

- Ah, perdão essa é Rosalina. Rosalina esse é Jaspar, um grande amigo meu.

- Olá.

- É um prazer senhorita.

Depois de se cumprimentarem ele se voltou para mim.

- Então, o que posso fazer por você meu amigo?

- Eu me casei. - ele olhou para Rosalina significativamente e ri. - Não, Rosalina é noiva de Hassan.

- Oh, não sabia que o seu irmão estava noivo, na verdade, certa vez Hassan me disse que nunca se casaria, pois preferia ter suas b... - ele parou de falar e olhou para Rosalina que havia arregalado os olhos.

- Muito obrigada Jaspar.

- Desculpe...

- Não dê atenção a ele Rosalina. Hassan deve ter dito isso quando éramos mais novos, sim?

- É claro... - murmurou, mas não parecia muito convencida.

L'na!

Olhei feio para Jaspar que teve a decência de ficar envergonhado.

- Como estava dizendo, eu me casei, com uma americana.

- Oh, por essa não esperava.

- Na'am, nós nos casamos no civil em Nova York, mas quero um casamento aqui no religioso.

- Bem, estava falando sério quando disse que trouxe algumas lembrancinhas da América. Amani, com certeza, não gostou.

- Não, ela não gostou nadinha.

- Imagino. Então quer que faça um anúncio?

- Sim, quero um grande casamento, todos serão convidados.

- Muito bom, posso trazer o fotógrafo amanhã?

- Pode! Quanto antes anunciarmos o casamento, melhor.

Jaspar assentiu e começou a fazer algumas anotações.

Ele era um tipo de publicitário, faria a notícia de meu casamento ser espalhada da forma certa.

O som de risos, nos fez virar a cabeça e sorri ao ver Isabella ao lado de Hassan.

- Khay. - ele me cumprimentou.

Isabella sorriu, mas o seu sorriso passou para uma careta.

- Se divertiu conhecendo a sua nova casa? - ela parou de olhar para as minhas roupas e se voltou para mim.

- Ah sim, foi ótimo, essa casa é um palácio, dá medo de toca em tudo que parece que vai quebrar.

- É a sua casa, pode quebrar tudo e compraremos novos.

- Bom saber, pois meio que quebrei um vaso lá em cima. - ri.

- Não tem problema. Compraremos mil vasos se isso lhe agradar.

- Ok.

- Então fora o seu pequeno incidente, gostou da casa?

- Sim, é muito... - ela grunhiu, imaginado que não aguentando mais – O que está usando? - olhei para baixo e ri.

- Uma túnica. - ela se aproximou de mim e cochichou no meu ouvido.

- Parece um vestido. - ri.

- Mas não é... É um traje comum para homens.

- Tem certeza? Parece um pijama, e esse robe?

- Sim Ghazal, eu tenho. Esse é um Bisht.

- Ok então... Ainda parece pijama.

Sorrindo, ajeitei o meu manto e peguei a sua mão.

- Venha conhecer o meu bom amigo Jaspar.

- Claro.

- Jaspar essa é Isabella, a minha habibiti arus.

- Prazer Isabella.

- Prazer. - ela murmurou me olhando.

- O quê?

- Do que me chamou? - ri.

- Querida noiva.

- Oh, ok, gostei. Como digo querido? Do mesmo jeito?

- Não, o certo é habíb.

- Habíb.

- Habibiti.

Ela sorriu, levei as suas mãos aos lábios.

- Por Allá! Vocês serão um casal dos sonhos, todos vão amá-los.

- Hein?

- Jaspar vai noticiar o nosso noivado.

- Ah, como assim noticiar?

- Farei um anúncio que nos casaremos. Amanhã ele virá tirar fotos nossas e depois qualquer notícia positiva sobre o nosso casamento, ele publicará.

- Ele é um jornalista?

- Mais como um publicitário.

- Entendo. E vamos tirar fotos amanhã?

- Sim.

- E você estará vestido assim?

- É claro.

- Então não posso tirar essas fotos.

- Por que não?

- Por que eu sou muito ocidental. - resmungou e saiu da sala.

L'na.

- A fará tirar fotos com as suas roupas americanas Khay?

- Claro que não! Alina virá amanhã logo cedo para tirar as suas medidas e encomendarei um guarda-roupa completo para ela.

- Muito bom.

Hassan foi cumprimentar Jaspar e sem me despedir, corri para cima. Encontrei o vaso quebrado e ri, imaginei que Isabella tinha ido para o nosso quarto, ao chegar lá, bati levemente na porta e entrei, ela estava sentada na cama, parecendo arrasada.

- Ghazal o que houve? - ela ergueu os olhos e deu de ombros.

Suspirando fui até ela e a puxei para o meu colo.

- Me diga Ghazal, o que a aflige? Deixe-me cuidar de você. - ela suspirou e deitou a cabeça em meu ombro, enquanto me olhava.

- Eu quero causar uma boa impressão ao seu povo.

- E você vai.

- Não com roupas ocidentais.

- E é por isso que amanhã, logo cedo, alguém virá tirar as suas medidas e você terá roupas apropriadas.

- Oh, verdade?

- É claro.

- Parece bom.

- Ainda algo a incomoda! O que é?

- Nada... - desviou os olhos e grunhi pegando o seu queixo para que ela me olhasse.

- Isabella, o que houve? - ela suspirou.

- Enquanto caminhávamos Hassan e eu, encontramos Amani.

- L'na.

- Sim, com certeza foi um "L'na" dos grandes.

- Ela ofendeu?

- Não, só disse a verdade.

- Que verdade?

- Que eu nunca vou me adaptar, sempre serei uma mulher do ocidente, e que ninguém ia me aceitar como a sua esposa.

Amani estava começando a me irritar, iria ter outra conversa com ela.

- Isso é besteira Ghazal, a minha mãe era inglesa, e foi muito amada pelo nosso povo.

- Hassan disse isso também.

- Viu? Então por que se chateou?

- Quando disse que íamos tirar fotos, com você vestido assim, quando eu só tenho roupas normais, me senti fora do lugar.

- Isso é bobagem Ghazal, mas nunca iria expor você dessa maneira.

- Eu sei, perdoe-me pela birra.

- Eu faço algumas, não vejo porque você não poderia.

Rindo ela deitou a cabeça em meu ombro.

Beijei a sua testa. Ambos sorrimos.

Ela nunca esteve mais bonita e minha.

- Ana Habebik ya habibi. - ela sorriu mais.

- O que isso quer dizer?

- Outro dia eu te conto. - ela estreitou os olhos e sorri.

Em breve eu lhe diria, eu esperava que ela pudesse me dizer de volta.

- Não vai me dizer?

- Não. - ela suspirou.

- Nem se eu for muito persuasiva?

- O quanto persuasiva? - ela riu e saiu do meu colo, balançando os quadris começou a tirar as roupas e gemi.

- Então meu Sheik, vai me contar agora?

- Não.

- Tem certeza? - ela tirou a blusa ficando só de sutiã e gemi.

- Ghazal...

Sorrindo, ela tirou a calça e dançou na minha frente, tentei abraçá-la, mas ela negou se afastando.

- Não Senhor! Só pode tocar quando eu disser.

- Mas...

- Vai dizer agora? - grunhi quando ela levou as mãos atrás das costas, soltou o sutiã e o deixou deslizar por seus braços.

Os seus lindos seios balançaram livres me fazendo gemer alto, ela riu e virou de costas brincando com as laterais da calcinha enquanto rebolava.

- Por Allá, está me matando...

- Quer me tocar? - ela olhou por sobre os ombros, com um sorriso travesso.

- Muito.

- Então traduz o que disse.

- Não, mais pra frente. - fez um biquinho.

- Me diz Edward.

- Não.

Ela estreitou os olhos e sorri, mas o meu sorriso morreu quando ela veio em minha direção, me empurrou na cama e se sentou bem em cima do meu pau.

- Oh...

- Acho que preciso ser mais persuasiva.

- Com certeza. – rindo, ela se esfregou em mim e começou a rebolar e a me provocar. Eu estava no meu limite já, ergui uma mão em direção ao seu seio direito e ganhei uma tapa.

- Nada de tocar, até me dizer.

- Mas... ...não é justo. - ela sorriu e se esfregou mais em mim, já podia sentir o meu pau vazando e mordi o lábio para não gritar.

- Hmmm, queria tanto ser fodida por meu Sheik.

- L'na.

- Mas já que ele não quer.

- Eu quero. - quase gritei, e ela se inclinou, os seus peitos esfregando contra o meu.

- Então me diga. - sussurrou puxando o meu lábio inferior entre os dentes e quase vim.

- Ghazal... - choraminguei, ela suspirou começando a se afastar.

Não ela não poderia ir.

- Eu te amo! - gritei e ela congelou em cima de mim.

Aproveitei a sua distração e nos virei, ficando sobre ela.

Eu a vi engolir com força e me encarar.

- Me ama?

- Ana Habebik ya habibi. - repeti e ela suspirou.

- Nem sei o que dizer.

Foi a minha vez de estreitar os olhos.

- Acho que sei o que tem que dizer.

- Ah é?

- Sim, e acho que é a minha vez de ser persuasivo. – os seus olhos brilharam e ela corou deliciosamente.

- Acho que terá que ser muitooo persuasivo.

- Ah, eu vou ser Ghazal, e quando eu terminar vai saber exatamente o que me dizer.

Ela ofegou e sorri maliciosamente.

Não sairíamos daquela cama até que ela dissesse que me amava... Era uma promessa...


N/A: Oi povooooooooooo pervooooooooooooooo \o/

Mais um capítulo e o Sheik ja confessou seu amor *.*

Só falta a Bellinha, alguem acha que Edward será persuasivo o suficiente? kkkkk

Caraaaaaaa Amani é chata em, num se manca

Alguem arruma um chá de se mancol pra essa chata u.u

Ah sobre os nomes, eu mudei, pq achei que ficavam mais oriente :p

Assim como eu mudei no alienward u.u, então vai ser assim e pronto :p

Amandoooooo os coments, vcs são divasticaaaaaas

E nos vemos semana que vem \o/

fuiiiiiii povo pervoooo dormir kkkk