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Donzela Guerreira
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Capítulo 14
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Meia dúzia de homens de Higurashi, em suas cotas de malha jazia no chão como se estivessem mortos. Seus escudos a um lado, suas espadas silenciosas. Os cavalheiros de Taysho, ao meio vestir, e nenhum deles armado, estavam parados em um semi círculo no campo. E contra a cerca, Sir Nobu e Sir Koishi furiosos, olhavam com os olhos muito abertos para Kagome. Ela estava vestida com a armadura completa exceto pelo elmo. Enquanto soltava sua trança e sacudia sua espada seus olhos cintilaram com um brilho assassino.
InuYasha não podia começar a adivinhar o que tinha acontecido. E não podia, se quisesse articular as palavras para perguntar.
Felizmente, Sir Nobu se aproximou para dar uma explicação.
— Meu lorde. — ele balbuciou enquanto lutava por conter a sua escorregadia cativa. — Resgatamos a sua esposa.
Resgatada? Ela parecia algo menos que uma agradecida donzela resgatada de uma situação perigosa.
— Resgatada! — Kagome gritou. — Estúpido grandalhão!
Nobu diplomaticamente lhe tapou a boca com sua mão antes que ela pudesse terminar de insultar.
Mas InuYasha estava mais preocupado pelos cavalheiros Escoceses atirados no campo de treinamento.
— Estão...?
— Oh, não! — Nobu disse. — Só lhes demos um pequeno golpe, nas bolas, porque não estávamos armados. Eles só... — ele soltou um súbito grito e retirou sua mão abruptamente. Kagome não só tinha garras, Inuyasha notou, também tinha dentes. E os usava. Sir Koishi continuou.
— Estavam atacando-a, meu lorde. Seus próprios cavalheiros. — Sacudiu a cabeça com descrença. — Cinco deles contra a moça.
Kagome lutava contra seu aperto.
— Imbecis! Idiotas!
Os homens começaram a comentar entre eles. Claramente não esperavam insultos, a não ser gratidão, da beneficiária do resgate.
InuYasha levantou uma mão para pedir silêncio. Todos menos Kagome obedeceram.
— Me soltem, idiotas! — gritava.
Inuyasha assentiu ao Nobu, e a soltaram.
Amaldiçoando entre dentes, ela sacudiu sua cabeça e os empurrou a um lado para abrir-se caminho para os cavalheiros caídos. InuYasha a teria deixado passar, mas quando esteve ao lado dele lhe lançou um olhar de ódio como se ele de algum jeito fosse culpado do ocorrido. Irado, Inuyasha a apanhou pelo braço.
— Me solte! — ela gritou.
— Te explique. O que é tudo isto?
— Me diga. Que tipo de bárbaros formaste, Normando?
Doía-lhe a cabeça, e já tinha ouvido suficiente dos insultos dela. Seu aperto se esticou.
— Não difame a meus cavalheiros, moça.
— Cavalheiros? Como podem chamar-se cavalheiros quando têm feito isto! Ela assinalou aos escoceses no chão.
— Então me diga. O que aconteceu?
— Seus cavalheiros atacaram a meus. — ela replicou. — Asquerosamente. E sem a menor provocação.
— O que? — Nobu gritou com descrença. — Isso não foi assim por nada, meu lorde.
Koishi adicionou. —Salvamo-la, meu lorde. Salvamo-la porque estava em perigo.
— Idiotas! — ela disparou. — Nunca estive em perigo. Meus homens sabem perfeitamente como...
— Basta! Todos — InuYasha demandou. Estava começando a entender o que tinha acontecido, e já via o começo de sua primeira grande briga com sua nova esposa. Soltou um esforçado suspiro. — Estava treinando com eles?
Ela levantou orgulhosamente seu queixo.
— É obvio. Estava treinando com eles. Verdadeiramente crie que meus próprios homens me atacariam?
— Treinando?— Koishi perguntou.
Nobu deixou cair sua mandíbula. —O que? OH, não, não, meu lorde.— ele sacudiu a cabeça veementemente. —Foi um assalto, um ataque. Cinco contra ela. Completamente armados. Com espadas afiadas. Não era um treinamento.
— Oh? — Kagome o desdenhou. — E com o que treinam os Normandos? Com plumas?
Nobu cuspiu no pó.
— Direi-lhe isso com o que os normandos não treinam. Não treinamos com moças.
Os olhos de Kagome se estreitaram, e Inuyasha viu um brilho perigoso neles.
— Talvez gostaria de tentá-lo. — ela desafiou.
— O que? — Nobu a olhou horrorizado, como se ela tivesse sugerido comer-se gatinhos vivos.
InuYasha tinha que parar esse intercambio sem sentido.
— Escutem! O próximo homem que tire espada terá que responder ante mim.
Higurashi e Taysho são aliados agora, e por ordem do rei era Inuyasha quem devia unificar aos escoceses e aos normandos em uma força coesiva. Não tinha tempo para brigas infantis. Tampouco tinha paciência para uma esposa que desejava jogar jogos perigos com homens duas vezes maiores que ela.
Além disso, estava irritado pelo rechaço de Kagome na segunda noite de seu matrimônio. Se a moça queria um pouco de ataque e investida, ele estaria encantado de dar-lhe na cama.
— Nobu, ajuda a esses homens a levantar-se. Deixem-nos descansar. Treinaremos à tarde com os Escoceses, quando estiverem mais descansados. — Estalou sua língua, e murmurou. — Sem dúvida será um desafio pô-los em forma, considerando que ainda completamente armados, não podem defender-se de homens semi nus.
Kagome rara vez perdia o equilíbrio. Era algo do que se orgulhava. Em diferença de Sango, ela mantinha o controle de suas emoções, apoiando-se no uso da razão antes que o coração. Mas essa manhã, sua capacidade de controle estava sendo seriamente posta a prova.
Com o insulto de InuYasha, lentamente se deu volta para encará-lo, e levantou sua espada. E se tinha que responder ante ele por isso, faria-o com gosto. Com muito prazer.
Seus homens imediatamente se congelaram, alguns deles retrocederam, confirmando a Kagome que eram um punhado de covardes.
— Os Escoceses não necessitam nenhum treinamento de sua parte. — Ela olhou a seus cavalheiros, quem já estava de pé com a boca aberta pela perplexidade. —Nem de seus homens.
Um pequeno músculo se moveu na mandíbula de InuYasha, e enquanto ele só a olhava, sua expressão era indecifrável. Sua boca se curvou para cima em um lento sorriso de desdém. Ela se deu conta que InuYasha não tinha a coragem de brigar com ela diante de seus homens.
Mas justo quando ela suspeitava que ele estava por se conceder derrotado, InuYasha a surpreendeu desembainhando sua espada.
— Limpem o campo! — ele ordenou.
Todos ao redor dele, apressaram-se a obedecer, alguns deles transportando aos homens de Higurashi ainda inconscientes.
Era uma pena que Inuyasha tivesse feito ir a seus homens. Ela desejava lhe provar, não só a InuYasha, mas também a todos seus cavalheiros, que os Escoceses eram feitos de boa madeira, de uma madeira forte e resistente.
Enquanto os cavalheiros de Taysho se apressavam a esvaziar o campo, InuYasha fixou um olhar sombrio nela. Ela encontrou seu olhar, e a sustentou. Mas a coragem indiscutível e a crua determinação em seus olhos eram inquietantes. Ela recorreu a distraí-lo com palavras.
— Meus cavalheiros jamais fugiriam assim. — ela disse, olhando aos homens dele esvaziando o campo de treinamento. —Brigam até o final.
— Possivelmente lhe temem, minha lady. — ele disse com calma. Ela sorriu. Era fanfarronice infantil.
— Bem, não precisam fazê-lo. Você e eu sabemos que somos bastante hábeis com a espada, verdade normando?
Suas sobrancelhas se levantaram.
— Não te referirá a mim dessa maneira. Pode me chamar 'meu lorde' ou me chamar por meu nome. Mas não usará esse término depreciativo outra vez.
— Quando te tiver ganhado meu respeito então o farei.
Sua espada se dirigiu a sua garganta com tal velocidade que assobiou no ar, fazendo-a conter a respiração involuntariamente. Meu Deus! Ela nunca tinha visto algo se mover tão rapidamente.
— Tem muito que aprender a respeito de respeito. — ele disse. — Não se trata de quem é o mais veloz ou o mais forte ou quem derrotou mais homens em batalha. Está relacionado com a honra.
Kagome tragou em seco. Seu coração pulsava contra suas costelas. Ainda não podia compreender como sua espada tinha ido parar a sua garganta tão rapidamente.
— Agora. — ele disse. — Eles se foram. Queres retirar seu desafio? — Grunhiu-lhe.
— Não.
— Fiz ir a todas as testemunhas. — ele disse. — Para te economizar a vergonha da rendição.
— Rendição? — Não lhe acreditava nem por um momento. Ninguém podia ser tão cavalheiro. Estreitou seus olhos, tratando de adivinhar seus pensamentos. Finalmente ele tinha prevalecido sobre ela ontem, mas não tinha sido uma vitória fácil.
— Não, penso que me teme. Tem medo de perder ante uma mulher em presença de seus homens.
InuYasha não riu dela, só um gesto de ironia cruzou sua cara. Com uma sutil sacudida de sua cabeça, ele tirou sua espada da garganta.
—Bem.
— Esperarei enquanto te põe à armadura. — ela disse.
Ele sacudiu a cabeça. Ela franziu o cenho.
— Não tolerarei que depois diga que nossa briga foi injusta.
— Oh, não me interessa fazer comentários sobre nossa briga para ninguém. — ele murmurou.
—Obrigado por sua cortesia.
Ela pigarreou. Não era nada menos do que um cavalheiro faria. Assentindo com a cabeça, ela se plantou no terreno, levantou sua arma, e começou a briga mais curta de sua vida.
InuYasha estava ansioso de pôr um ponto final a essa estupidez e mais ainda mais ansioso de voltar para a cama para dormir umas horas mais. Kagome tinha que aprender que uma mulher de seu tamanho nunca poderia ganhar de homens como os cavalheiros de Taysho. Ela era uma pessoa determinada, sim, incansável sim, e tinha uma série de truques ardilosos em seu haver, mas seu entusiasmo excedia por muito suas habilidades e sua força.
InuYasha tinha jogado com ela em sua primeira briga. Era uma questão de cortesia não ultrapassar o nível de um oponente em um combate amistoso. Provavelmente todos os rivais de Kagome fizessem isso, fazendo-a ter uma segurança em si mesmo que finalmente poderia resultar mortal para ela.
Travou seu olhar com sua esposa bela e cabeça dura. Seria uma tarefa não prazenteira, mas devia desarmar a essa a moça antes que ela resultasse ferida.
Ele não ia cruzar espadas com ela. Em troca, apanhou-a pelo braço com que ela dirigia a espada, à altura do braço obrigando-a a arrojar a arma com uma força brutal. Então a empurrou contra a parede do estábulo, pressionando-a até que se olharam aos olhos.
Inuyasha pôde ver seu pulso acelerado na veia torcida de seu pescoço. Sua respiração era superficial e errática, sua boca ao meio abrir pelo choque. Mas contrariamente ao que esperava, não havia uma gota de medo em seus olhos. Inuyasha não podia dizer por que, mas de algum jeito isso o aliviou.
Estava o suficientemente perto para sentir o calor que vinha de seu corpo, o suficientemente perto para que a respiração dela se misturasse com a sua, o suficientemente perto para sentir-se tentado de cortar a distância entre eles e lhe demonstrar sua opinião sobre o assunto com um beijo triunfante.
Terei que arrumar as coisas de uma vez e para sempre.
— Agora segue acreditando que tinha medo de perder de você? — Ela tragou, ainda obviamente comovida. —Estaria de acordo em afirmar. — ele disse. — Que eu sou o mais capaz de proteger a fortaleza?
Ela franziu o cenho e se mordeu o lábio.
— E depois do incidente dessa manhã, não confia que meus homens cuidarão de seu lar com suas próprias vidas?
Depois de um longo momento, ela assentiu com reticência.
— Então me deixe fazer o que vim fazer aqui — ele disse. — Sou a melhor defesa que tem neste lugar.
— Pode ser maior. — ela murmurou. — E mais forte. E mais perito. Mas eu conheço este castelo. Conheço estas terras. E conheço às pessoas daqui. Não pode desprezar minha experiência. Sei como comandar a meus cavalheiros.
InuYasha sabia que devia discutir esse argumento, mas estava começando a se sentir como um cão tratando de chegar a um osso que estava fora de seu alcance. Seu meio da perna não pôde evitar responder já que Kagome estava tão tentadoramente perto e tão suave e sedutora. E sentir seu corpo tão vivo contra seu peito, gerou-lhe um eriçamento erótico em sua pele. Ela estava voltando-o louco de desejo.
— Sabe, minha lady. — ele sussurrou, baixando seu olhar para seus lábios convidativos. — Estaria disposto a te permitir brincar de ser um soldado, se você estivesse disposta a jogar a ser minha esposa. — Ela conteve a respiração. Apertou os dentes.
— Meus afetos não se negociam.
— É uma pena. — ele disse, lhe dando sorriso carregado de maldade. — Descobriria que seus afetos têm muito valor em uma negociação comigo.
Seu olhar baixou então até sua boca, e ele quase podia sentir que ela estava reconsiderando a oferta.
Mas subitamente InuYasha se deu conta que não queria Kagome dessa maneira. Podia ter pagado a uma mulher por seus favores no passado, mas Kagome era sua esposa. Queria que ela viesse a ele por sua própria vontade, e não porque lhe prometia a permissão de comandar um exército.
Antes que a luxúria superasse sua razão, InuYasha a soltou e retrocedeu.
— Brigas admiravelmente por ser uma mulher, Kagome. — ele se permitiu dizer. — Mais não brigará mais.
Kagome respondeu com um grunhido. Então o empurrou para tirá-lo de seu caminho, recolheu sua espada, e a embainhou. Por um momento, InuYasha pensou que ela ia falar.
Kagome franziu seu cenho e estreitou seus olhos, e seus lábios formaram uma linha expressando sua irritação. Mas, sem uma palavra, afastou-se tão zangada como uma prostituta rechaçada.
InuYasha a observou ir-se. Abriu o portão da cerca e o golpeou ao fechá-lo, fazendo tremer toda a cerca. Por todos os Santos! Ela era muito mais complicada que qualquer mulher que jamais tivesse conhecido.
Odiava admiti-lo, mas ela parecia ter talento genuíno para combater. Sim, era muito magra para uma batalha verdadeira, mas tinha habilidades únicas e uma mente ardilosa. Com um pouco de treinamento...
Guardou a espada na vagem, por sorte não estava manchada com o sangue de Kagome. Essa idéia o estremeceu. Não, ele decidiu, o campo de batalha não era lugar para uma mulher.
Não lhe importava se ela tinha treinado com os camponeses quando era garota, era uma profissão muito perigosa para uma donzela. InuYasha tinha suficientes coisas para preocupar-se, tratando de pôr em forma para o combate aos cavalheiros de Higurashi, para em cima ter que se ocupar de uma moça que se acreditava invencível. Ele havia visto muitas guerras, tinha visto o que as batalhas faziam aos corpos mais saudáveis e aos espíritos mais indomáveis.
E não queria que nada disso acontecesse a sua esposa Não veria Kagome cair sob o fio de uma espada, nem a ela nem a sua irmã.
Um grito de fúria cresceu na garganta de Kagome enquanto golpeava o portão detrás dela. Um grito que ela temia lhe pudesse escapar se não matava a alguém antes. Felizmente, pôde controlar sua irritação antes que alguém cruzasse seu caminho.
Mas o mero feito de que ela sentisse tal fúria significava que estava perdendo o controle, o que a punha mais furiosa ainda. Devia recompor-se. Recuperar o equilíbrio de seu temperamento. De seu corpo. E de seu castelo.
Não brigará mais! Como se atrevia determinar o que ela faria ou deixaria de fazer? Maldito! Ela não necessitava que nenhum homem a protegesse. Não importava se ele era capaz. Ou valente. Ou bonito.
Por Deus! O que ele pensava que ela tinha feito antes dele chegar a sua vida? Como acreditava que tinha sobrevivido sem ele? Jesus. Sua arrogância era insofrível.
Devia haver dito isso a ele. Mas tendo-o parado tão perto, fascinada com a força de seu olhar, consumida pelo poder de seu desejo, afligida pela essência masculina que destilava de seu corpo, ela tinha sido incapaz de raciocinar.
Kagome chegou a um curral abandonado e ela entrou, desejosa estar muito longe dos olhos da gente do castelo quem poderia divulgar rumores sobre o estado de perturbação em que se achava. O aroma de mofo era intenso, e embora seus olhos não via bem na escuridão, ouviu ratos correndo no recinto. Fechando a porta detrás dela, começou a caminhar de uma ponta à outra do lugar.
Maldito normando! Ele não era outra coisa que um invasor tal igual ao eram os Ingleses. Chutou um fardo de palha. Inuyasha podia afirmar que estava fazendo uma honra a ela sendo seu... O que havia dito ele ontem... Seu campeão. Mas ela podia ver a trama detrás desse engano. A raposa tinha a intenção de minar o poder dela.
Chutou outra vez o chão imundo, fazendo que o pó se elevasse. Deus! Ainda nesse curral frio, ela se sentia intoleravelmente quente. Possivelmente o sangue fervia em suas veias, ela pensou.
Deixou de caminhar e suspirou, tratando de acalmar-se. A fúria não lhe serviria de nada. Precisava esclarecer sua cabeça para considerar suas opções.
Não tinha intenção de submeter-se aos desejos do normando. Este era seu lar. Ela era a senhora dessa fortaleza. Se queria comandar a seus cavalheiros ou mandar sobre todo o maldito castelo, então por Deus, que o faria.
Golpeou seu punho contra a parede para dar ênfase a sua determinação e subitamente um grupo de pombas levantou vôo criando um redemoinho de pó e plumas sobre a cabeça de Kagome. Ela gritou surpreendida, as assustando ainda mais.
Maldição! Os normandos haviam trazido suas pombas com eles. Nem sequer esse curral estava livre sua invasão.
— Shh. — Ela estendeu suas mãos, as palmas para frente, como se com esse gesto pudesse acalmar as aves. Tivesse sido mais fácil voltar a prender uma flor a sua planta do que sossegar a essas pombas. Ou, ela pensou, que restaurar Higurashi ao estado anterior à chegada dos normandos.
Com mandíbula firmemente determinada, Kagome se deslizou cuidadosamente pela porta para que nenhuma das pombas histéricas pudesse escapar. Estava começando a pensar que tivesse sido mais sábio adotar a idéia de Sango desde o começo. As irmãs deveriam ter emboscado aos malditos normandos no bosque antes que chegassem aqui.
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Continua...
