Oiê! Depois do recesso de fim de ano estamos de volta com mais uma postagem. Infelizmente esta será a única antes da volta às aulas, em 22 de fevereiro, pois ñ virei mais para a facul até lá. Ou, pelo menos, acho que não. SE eu passar por aqui, posto mais. Desculpem pelo transtorno XD Fazer o que, pobre é foda XD Fora isso, vamos à apresentação deste próximo capítulo!

Bom.. Agora é a vez de um dos meus preferidos, Escorpião! Bom, eu tenho ascendente em escorpião e dos meus melhores amigos a maioria é de escorpião, então eu tenho um certo encanto por esse signo xD

Mas enfim... Vamos ao capítulo. Espero q gostem ^-^ Boa leitura e comentem, onegai!

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O Deus "sem cosmo"; Podridão da aura:

Shura olhou em direção à casa de Escorpião. "Estranho..." – pensava sozinho, pois todos os seis cosmos que sentia seguiam direto para Sagitário. Dalila já esboçava um sorriso combatente, pensando que seria ela a próxima a dar uns pontapés naqueles Deuses Primordiais metidos e injustos, mas seu olhar torna-se sério e surpreso ao sentir o mesmo que seu amigo percebera.

- Mas que droga... Onde pensam que vão, seus covardes?

Ela correu para a saída de seu templo, não queria ser a única a não lutar, muito menos a única a não ajudar seus amigos e mestres a vencer aquela batalha. Um poderoso raio avança contra ela, sem ser percebido, atingindo-a pelas costas e atirando-a contra um pilar. A menina cai, levantando-se com dificuldade e sem nada entender, ainda zonza pelo ataque recebido. Olha pelo templo, sem encontrar nem uma sombra do inimigo, e por mais que se concentrasse não podia detectar seu cosmo. De repente ouviu uma grave voz que parecia vir de todos os lados do salão.

- Huhuhu... Pensou que seria poupada, humana?

- Quem é você? Apareça, covarde!

- Covarde? Ora que audácia... E quem é você para pensar que pode me dar ordens?

- Sou Dalila, Amazona dourada de Escorpião!

- Que gracinha... Então se prepare, Dalila, pois você não poderá sequer me encontrar, muito menos me derrotar, já que sou um Deus sem cosmo.

- O que...?

Seus olhos se enchem de pura surpresa. Como poderia alguém possuir poder sem desenvolver seu cosmo? Mas ela sentira o ataque daquele homem, e era realmente poderoso. Ela não sabia para onde olhar, não fazia idéia de como encontrá-lo, sua expressão tensa e séria mostrava o quanto estava numa enrascada. Outro ataque avança, ela se vira para ele, percebendo apenas sua luz, mas já era tarde e ela é novamente atingida. Seria difícil confiar nos sentidos básicos, já que era um ataque silencioso e rápido demais para sua visão. Apostar na percepção pela energia só funcionaria se aquilo fosse o cosmo do inimigo, mas não o era. Ainda pensando em qual seria a fonte de energia daquele Deus, e em como o venceria, ela se levanta novamente. O sangue escorre de sua testa, mas ela finge não ser nada, e o inimigo novamente lhe fala.

- Oh, desculpe a má educação. Esqueci de me apresentar, sou Tisífone, o castigo.

- Não se preocupe. Isso não vai mudar muita coisa em nosso combate, vai...?

- Ora, que grosseria... Devia castigá-la por sua falta de educação.

E com tais palavras, um novo raio a atinge, ela grita de dor, e novamente cai.

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Na casa de Libra, o Cavaleiro guardião anda nervosamente de um lado para outro, sentindo o cosmo de Dalila lutar e ser ferido, mas não detecta nenhum cosmo inimigo. "Droga... O que está acontecendo?" – pensava nervosamente, e saindo em direção ao templo superior. "Eu vou ajudá-la, Dalila, me espere."

- Não, Shura. – ecoa a voz paterna em seu cosmo – A luta mal começou, você não deve interferir.

- Mas... Se ela também não sentir o cosmo desse Deus... Como poderá lutar?

- Você terá que confiar nela. Não pode ajudá-la.

- Por que? Como posso deixá-la numa situação dessas? Se alguma coisa acontecer com ela eu...

- Por que Dalila é a única que pode enxergar a fonte de energia desse Deus. Por isso só ela pode vencê-lo.

Ele ficou quieto, baixou a cabeça e cerrou os punhos nervosamente, fitou uma vez mais o templo da garota, com olhar preocupado. Mas ele nada poderia fazer além de confiar nela e rezar para que descobrisse o modo de detectar a energia do inimigo e vencê-lo.

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Dalila se atenta cada vez mais ao ambiente à sua volta, o próximo ataque que se aproxima é percebido por ela através da luz que emana, e com o cosmo mais elevado que antes, consegue adquirir velocidade suficiente para evitá-lo. As próximas rajadas do inimigo são igualmente esquivadas com grande velocidade, ela girava no ar como se dançasse, parecia-se com seu mestre, um verdadeiro balé russo em meio ao combate.

- Você tem estilo, mocinha, e é graciosa nos movimentos. Mas acha que poderá fugir para sempre? Acha que poderá me vencer sem saber onde estou?

Era verdade, ela poderia escapar de cada um de seus golpes, mas uma hora ou outra ele a atingiria novamente, o poder do inimigo tornava-se cada vez mais destrutivo e veloz. Quando ela se cansasse, não haveria como escapar, e acabaria novamente no chão, ela tinha de encontrá-lo o quanto antes para poder combatê-lo de igual para igual. Mas não fazia idéia de como fazê-lo, e seus olhos se estreitaram com a tensão destes pensamentos.

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Nos templos mais adiante, em Aquário e Peixes, os dois guardiões tentavam manter a calma, mas seus corações pareciam querer saltar para fora de seus peitos. Eles falam através dos cosmos, ambos preocupados com a garota.

- Mestre Hyoga, Dalila... Ela está encrencada.

- Eu sei... Droga, que diabos de inimigo é esse?

- Ele não possui um cosmo. Como ela poderá vencê-lo?

- Talvez haja um modo, mas ela terá de descobrir isso.

- Não podemos ajudá-la?

- Não. Só Dalila pode utilizar essa forma de vencê-lo. Nós só atrapalharíamos.

- E o que a gente pode fazer?

- Nos manteremos calmos, não podemos deixar nossos sentimentos atrapalharem.

- Calmos, calmos, calmos... Não agüento isso!

- Eu sei. É difícil para um aquariano, imagino para uma pisciana, ou escorpiniana.

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Novo golpe a atinge, tão rápido e forte já estava, mandando-a novamente para o chão. A menina está quase inconsciente, mas ainda tenta se erguer, quando repentinamente uma idéia lhe surge na mente, como um milagre.

"Claro..." – pensa ela – "Mesmo que não tenha um cosmo, todo ser vivo tem uma alma, e sendo assim, emana sua aura. Se eu não tivesse aprendido a controlar essa minha percepção já teria visto!"

Ela ganha forças, se erguendo novamente, fecha os olhos e se concentra, o Deus ri.

- Hahaha, o que pretende fazer? Seus olhos eram os únicos que a ajudavam a perceber meus ataques. Agora que não consegue mais seguí-los, quer se render?

Ela sorri com ironia, de forma desafiadora.

- Render? Não conheço essa palavra. Eu vou lutar com todas as minhas forças, até a última gota de meu suor e sangue, até a última fagulha de meu cosmo!

- Hum... Estou esperando para ver como o fará.

Ela sente a presença da aura inimiga, abrindo novamente os olhos em sua direção, fazendo-o se espantar com o olhar direto dela. Uma fumaça negra está ao redor daquele homem, sua feição é deformada, a pele é enrugada como uma imensa queimadura, não tem cabelos, possui uma enorme corcunda, pernas tortas, garras sujas em lugar de unhas e dentes pontiagudos para fora da boca. Parecia-se com uma imagem da besta, mas o que ela via não era sua aparência real, mas a aura horrenda do Deus Primordial. Ela se assustou com aquela visão medonha, dando alguns passos para trás, mas logo se acalmou.

- Como... Como pode me ver, se não tenho uma imagem material nem um cosmo?

- Eu vejo sua aura, um demônio horroroso, o que quer dizer que sua alma é podre!

- Engula o que disse, mocinha!

E furioso por ela ter descoberto a fonte de sua energia, e por ser capaz de vê-la, mandou mais uma rajada poderosa em sua direção. Mas desta vez ela facilmente se esquivou, abrindo novamente o sorriso anterior.

- Quanto azar, né? Resolveu lutar justo com uma paranormal.

Ele rangeu os dentes, indo para cima dela, movia-se muito rápido, ela tentou evitar, mas não conseguiu, as mãos daquela imagem horrível tocaram sua testa e imagens antigas, porém nunca esquecidas voltaram à sua mente.

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Tinha sete anos e vivia numa vila da Sibéria, estava na padaria com sua mãe e seu pai as esperava do lado de fora. Um homem parou ao lado delas na fila, e olhou sorridente para a menina, oferecendo-lhe uma bala. Mas repentinamente a face do homem se transformou, uma sombra negra o envolveu, seu rosto tornou-se monstruoso, deformado, e a menina, sem saber o que estava vendo, se desesperou, agarrando-se à perna da mãe.

- Dalila, querida, o que deu em você? Agradeça o moço.

- Quero ir embora.

- Que é isso? Não te ensinei a ser mau educada assim. Peça desculpas.

- Não! Quero ir embora!

Ela chorava de medo, mas a mãe não entendia, o homem se fez de sem graça e a mulher lhe pediu desculpas, mas não saiu dali, mandando a menina ficar quieta, pois estava dando vexame. Mas ela estava apavorada, soltou-se da mãe e saiu correndo sem ver para onde ia. Atravessou a rua na frente de um carro, e o pai, vendo a cena e se desesperando, saltou na frente para salvá-la. Ele foi atropelado em seu lugar, falecendo já no hospital.

- O que deu em você Dalila? Quase me matou do coração... Você...

A menina a olhou com olhos lacrimosos ao ouvi-la dizer aquilo, fazendo a mãe perceber que falaria besteira, mas ainda assim a criança completou.

- Matei o papai...

- Não... – disse pegando-a no colo - Desculpe, foi um acidente. Não é culpa sua. Mas por que ficou daquele jeito?

- Ele era um monstro, mamãe. Você não viu? Parecia os demônios dos livros.

- Do que está falando? Era um homem normal!

Ela procurou um psicólogo para a filha, nunca acontecera nada como aquilo, mas às vezes a menina se assustava sem motivo aparente, tinha medo. Algum tempo depois, porém, souberam que o homem fora preso por seqüestro de crianças, ele o fazia para pedir o resgate depois. Aquilo fora o suficiente para deixar a mãe muito confusa com as visões da menina, pensando que ela teria algum poder premonitório.

O Santuário soube do ocorrido, mandando Hyoga, que ali vivia e treinava há um mês a pequena Nala, para buscá-la. A garota possuía um leve cosmo desperto por causa dos estresses que vivia com estas visões, e ela gostou da idéia de ser treinada para se tornar Amazona, até por que via uma aura clara e linda ao redor do futuro mestre e da menina que viera com ele. A mãe certamente não queria, mas não poderia trancar para sempre as capacidades e desejos da filha.

- Eu vou aprender a controlar isso, mamãe. Para consertar o acidente do papai.

- Você não precisa fazer isso.

- Mas eu quero.

- Ela tem que treinar, – disse Hyoga – ou nem a energia que está levemente despertando ela saberá controlar no futuro.

Mas mesmo aceitando essa necessidade, a mulher tomou-se de triste medo pelos perigos do treino e da vida de Amazona. Sabia que a menina sempre amara a idéia de heróis e salvadores da humanidade, e que sonhava ser uma heroína, mesmo que a mãe acreditasse que algo assim não existisse. Pouco antes de Dalila terminar seu treino e se tornar Amazona, a mãe adoeceu, e foi tudo tão rápido que a garota não teve tempo de visitá-la quando soube, ela já estava morta. Essas lembranças eram as que mais assombravam e entristeciam Dalila, que lhe enchiam de remorsos. Por mais que ela tentasse sorrir e ser feliz, não podia, como tentava, superar as coisas pelas quais se achava culpada.

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- Ora, ora, o que temos aqui...? – disse Tisífone com ironia. – esse seu estranho e incompreendido poder a fez culpada da morte de seus pais.

- O que está fazendo, seu desgraçado? – disse já de joelhos, com o rosto banhado em lágrimas de culpa.

- Te lembrando de seu maior pecado, esse poder amaldiçoado. Eu não tive azar por escolher este templo, eu sabia de seu poder. Só não esperava que você fosse se lembrar de utilizá-lo. Eu a escolhi por que queria ser o castigo por seus pecados.

Ele faz surgir um chicote em suas mãos, com o qual a fere inúmeras vezes. Levada pelo pranto e pela culpa, ela não consegue reagir, e os raios de poder que saem da outra mão a ferem ainda mais.

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Um garoto salta pela sacada do quarto, no templo de Escorpião, descendo pelas pilastras e correndo para a casa de Libra. Estava desesperado, quando lá chegou, ofegante, deixou Shura cheio de preocupação, ainda mais do que já estava.

- Você? O que faz aqui? Não devia estar escondido?

- Eu... Eu estava mas... Dalila...

- O que aconteceu com ela? – perguntou tomando-se de preocupação.

Ele havia ouvido a voz de um espírito, uma mulher, que dizia ser a mãe de Dalila, e ela lhe contara o passado da menina, o mesmo que o Deus mostrava para sua filha, e era isso que fazia a Amazona não conseguir lutar, a aguda dor de culpa de seu coração. Ele contou tudo a Shura, depois lhe pediu.

- Vocês conseguem se comunicar pelos seus cosmos, e eu atrapalharia se aparecesse lá. Por favor, fala com ela. Diz que a mãe dela pediu que não morresse, que ela não tem culpa de nada o que aconteceu e que apenas seguiu um caminho que achava honrado e justo. Ela disse: "Descobri que o caminho que Dalila escolheu, ainda tão pequena, era realmente o certo para ela. Mas ela não pode morrer." Por favor fala com ela!

- E você precisa dizer, garoto? Se ela morrer eu morro junto!

Ele torceu a cabeça, depois sorriu, entendendo o que ele queria dizer. O cosmo de Shura chegou ao de Dalila.

- Juan está comigo, Dalila. – disse – Pediu para lhe dizer o recado de sua mãe.

- Shura...? Minha... Mãe?

- Ela pediu que não morresse. Você não teve culpa de nada que aconteceu, e escolheu o caminho certo. Então pare de pensar no passado do qual não teve culpa no que aconteceu e acabe com esse Deus desgraçado!

Ela esboçou um dolorido sorriso, e suas lágrimas agora eram de felicidade e alívio.

- Shura... Esse jeito de falar é meu...

- Eu sei... Por isso achei que te inspiraria mais. Não quero que você morra, Dalila, por favor, vença o inimigo, e continue viva.

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- Mães sempre nos abalam e influenciam demais. – dizia Hyoga consigo mesmo – Acho que não posso pedir frieza dessa vez, ainda mais para alguém de natureza tão emotiva... Mas felizmente alguém já a tirou disso. Obrigado, Shura. Dalila é como minha filha, não conseguiria manter minha frieza se ela se deixasse vencer, e mestre Camus ficaria bravo comigo.

Ele baixou o rosto e sorriu, sabia que agora ninguém seguraria a menina, até por que, além de lhe ensinar seus ataques congelantes, explicou também sobre as técnicas de Escorpião, que uma vez sentira em seu próprio corpo.

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Ela se levantou, seu cosmo explodiu, seu olhar era de um descontentamento que assustou até Tisífone, mas ele continuou atacando, esperando que ela caísse sem conseguir defender seus ataques. Mas por trás dos golpes poderosos a garota continua de pé, os raios nem mesmo chagam ao seu alvo, uma parede de gelo indestrutível se erguera diante dela.

- Mas o que diabos é isso?

- Por que eu explicaria o que é para um mostro que está prestes a morrer.

- Hahaha! Eu sou um Deus! Eu não posso morrer.

- Mas pode ir para o Tártaro! Esse será seu castigo por brincar comigo!

- Não seja tão confiante...

- "TROVÃO AURORA!"

- Que?

Ele tenta desviar, mas o ataque tinha uma velocidade incrível, cheia da raiva que emanava dos olhos da garota, e suas pernas se congelaram. Ele caiu, ela avançou contra ele, mas seu soco atinge o chão, o homem já conseguira saltar. Mira o indicador em sua direção.

- "KALITZO!"

Os movimentos são paralisados, mas ele usa sua energia para se desfazer daquilo, não se esborrachando no chão como aconteceria. Tisífone ataca com o chicote em golpes encadeados e muito rápidos, enquanto Dalila se esquiva habilmente de cada um deles.

- Você quer saber o que é sofrer? – desafia ela – Então experimente isso...

- Mas o que diabos...?

O cosmo da menina se torna rubro, muito forte e brilhante, uma agulha cor de sangue surge em lugar da unha em seu indicador, o olhar desafiador e o sorriso irônico voltam à sua face.

- "AGULHA ESCARLATE!"

Aquilo era rápido e certeiro demais, ele não consegue se desviar, sentindo a imensa dor paralisante causada pelo veneno daquela técnica. Tentou lutar ainda, mas ela desferia golpes rápidos contra ele, até que o havia furado quatorze vezes, formando quase que a constelação completa de Escorpião.

- Essa é a última. Então, você vai me pedir misericórdia ou eu posso te mandar pro inferno de uma vez por todas.

- Eu... Sou um... Deus... Você... Não pode... Me vencer...

- Resposta errada. "AGULHA ESCARTATE, ANTARES!"

O rubro da técnica mais poderosa dos Cavaleiros de Escorpião espalhou-se por todo o templo, e além dele. Das outras casas podia-se ver o escarlate do ataque que fez o monstro cair e desaparecer de vez. Dalila ofegava, exausta, recostou-se a um pilar remanescente e deslizou para o chão, permanecendo sentada, esperando refazer as forças. Shura não esperou um segundo, disparou em direção ao templo de Escorpião, e Juan o seguiu, mas quando lá chegou, ficou de longe, espiando por trás da porta.

O garoto se sentou ao lado de Dalila, vendo-a exausta daquele jeito, colocou as mãos sobre a cabeça da menina, passando para ela um pouco de sua energia.

- O que está fazendo, Shura? Você também está esgotado.

- Eu sei... Mas não tanto assim.

- Por que veio até aqui?

- Queria ficar do seu lado. – e se sentou novamente. – Posso?

- Claro... – respondeu num sorriso – Posso descansar minha cabeça no seu ombro um pouquinho?

- Claro. – disse também sorrindo, com o rosto corado.

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Continua...