AVISO: Okay, antes que alguém comece a ler e depois a barulhar no meu ouvido (sim, sempre tem uma toupeira que faz isso!) neste capítulo tem LEMMOOOMMMM!!! Sim, sexo, ou seja lá como queira chamar. xD Numa opinião pessoal, é um pouco gráfico, portanto se você não gosta de ler, tem medo, tremedeiras ou qualquer sintoma estranho, esteja avisado e não venha puxar meu pé, pq vou dar coice.

Divirtam-se!


Título: Somos Simplesmente Pessoas Estúpidas Fazendo Coisas Estúpidas em um Mundo Estúpido

Autor: XO'MagickMoon'OX

Casal:Yuki/Kyou

Disclaimer: Não possuo nenhum dos personagens de Fruits Basket, essa história é apenas para divertir as pobre almas perdidas deste site.

Avisos: Contém linguagem ofensiva, cenas pesadas e é uma fanfic claramente shonen ai/slash. Portanto se você não se sente a vontade com isso, por favor não leia.


A luz solar de um sábado de manhã atravessou a janela do silencioso quarto. Meus dedos deslizavam facilmente pelos cabelos de Yuki, e sorri. Ele era adorável quando estava dormindo daquela forma.

"Você está sugerindo que eu não sou uma gracinha o tempo todo?"

Sua voz ressoou pela minha cabeça, fazendo-me rir. Sim Yuki, você é uma gracinha o tempo todo. Adorável, lindo, gostoso, sexy e tão comível. Palavra engraçada. Comível.

De qualquer forma.

Eu suspirei contentemente. Pensar no que havíamos feito na noite passada. Deus, ele era tão maravilhoso. Recordava-me de tudo, cada detalhe... até mesmo dos pensamentos que haviam atravessado minha mente zonza de prazer durante todo o tempo. Os sons que ele fazia, a forma com que jogava sua cabeça para trás, a maneira com que seu cabelo se grudava a sua pele, a forma como eu o podia sentir e o quanto ele era malditamente apertado. Sempre soube os significados dessa palavra, mas Yuki dava a ela um novo sentido. Um ótimo significado. Nn, estou ficando excitado de novo.

Mas colocando tudo isso de lado, acho que a parte mais satisfatória foi saber que ele me ama. Ele me ama! Só de pensar nisso começo a dar risadinhas. Wow, estou soando como uma garotinha colegial toda apaixonada. Mas não estou nem ai. Abracei seguramente com meus braços a forma adormecida de Yuki, mantendo-o contra mim.

"Mmm…Kyou?" ele grunhiu cansadamente, começando a despertar.

"Yeah?"

Ele piscou algumas vezes, os olhos ametistas nublados de sono. E subitamente ele me encarou, fazendo com que suas íris clareassem e resplandecessem como as jóias que eram. Um lindo sorriso se formou em seu rosto. "Bom dia," ele murmurou.

Rocei meu nariz no topo de sua cabeça. "'Dia." Eu ri, de repente, murmurando. "Você não está no modo zumbi hoje."

"Yeah, bem, eu dormi muito bem."

"Você estava tão exausto assim?"

"Heh, o que eu posso dizer?"

"Que tal 'Eu te amo'?"

"Isso deve servir." Ele ergueu a cabeça um pouco para roçar a boca na minha, afastando-se depois de um tempo, murmurando próximo aos meus lábios. "Eu te amo."

"Eu também te amo," respondi.

Ficamos em silêncio por um momento até ele tornar a falar. "Então, o que iremos fazer agora?"

"O que você quer dizer?"

"Bem... nós iremos contar para as pessoas que a gente... uh..." Uma expressão confusa cruzou sua face angelical. "Kyou? O que nós somos um do outro?"

"Eu poderia dizer 'namorados', mas isso soa estranho."

"Amantes?"

"Tecnicamente, sim, a menos que você não queira repetir a dose."

"Céus não!" Ele afundou a cabeça em meu peito. "Claro que quero fazer de novo."

"Então acho que 'amantes' é uma boa palavra para nós."

"Okay. Mas, nós iremos contar para alguém? Claro que Honda-san já sabe. A Uotani-san e a Hanajima-san também. Todas sabem que... estamos... juntos. Mas... e o Shigure? Como nós vamos... fazer... na casa dele sem que ele descubra? E a escola? Quero dizer, claro que continuaremos discutindo e brigando – sempre fazemos isso – mas nós não nos... odiamos mais. As pessoas irão começar a notar. E então-"

"Yuki!" Coloquei meu dedo indicador sobre seus lábios para silenciá-lo. "Pare de ser precipitado." E como em um segundo pensamento, eu disse, "E além das garotas, o Shishou já sabe também."

Os olhos dele se arregalaram, me encarando novamente. "Você contou para ele?"

"Bem, eu o procurei para pedir conselhos. E meio que... bem, yeah, Eu contei tudo para ele. Mas confio nele, sabe?"

"Sim, eu também. Mas isso não responde a minha pergunta. O que iremos fazer a respeito? E se..." Sua face ficou obscura. "E se Akito descobrir?"

Assustei-me, arregalando os olhos. "Akito? Ele... ele na irá descobrir," tentei assegurar Yuki, enquanto silenciosamente repetia o mesmo comigo. Era um pensamento definitivamente horrível. "Como ele iria ficar sabendo?"

"Bem, e se formos descuidados como naquele dia no telhado e se alguém como o Haru ou Momiji nos ver? E se for o Shigure? È impossível ele não descobrir... Quero dizer... Nós vivemos com ele!"

"Mas, Haru e Momiji não iriam nos dedar. Eles só... Ele não seriam capazes disso! E tenho certeza que o Shigure é um bastardo doente, mas ele... ele não é perverso. Ele não nos entregaria."

"Mas… Akito… ele simplesmente… ele simplesmente sabe quando alguma coisa acontece. Há segredos que não conseguimos esconder dele. Ele é manipulador, furtivo e... e..."

"Que tal nós não nos preocuparmos com isso agora, huh?" Beijei sua testa ternamente. "Vamos só... lamber uma pata de cada vez."

"O quê?"

"Li isso em um livro."

"Que livro?"

"A Hora do Gato."

Ele piscou. "... Gato estúpido."

"Rato maldito."

"… Não entendi a citação."

"Bem, o gato só pode lamber uma pata de cada vez quando está se limpando. Significa basicamente: ir por partes, não colocando a carroça na frente dos bois, entendeu? Viver o presente ao em vez de ficar se preocupando com o que ainda não aconteceu."

"Hn, entendi. Okay, não soa tão estúpido agora." Eu o afaguei levemente. Ele apenas deu uma risadinha. "Bem, nós estamos completamente sujos." Yuki sorriu com a minha cara emburrada. "Acho que deveríamos tomar um banho."

"'Nós?" Ecoei, erguendo uma sobrancelha de forma divertida.

"Sim, nós." Ele afastou-se de mim e se sentou, o lençol rodeando sua cintura. Ele pareceu dar-me uma piscadela, mas eu posso ter apenas imaginado, porque logo em seguida me presenteou com um sorriso sensual.

Apenas pisquei estupidamente para ele assistindo-o sair da cama, meus olhos nunca abandonando seu corpo. Porque ele tinha que ser tão sexy? Ele cautelosamente abriu a porta, olhando para os dois lados no corredor, soltando uma exclamação de surpresa logo em seguida. Ele arrancou algo que havia sido pregado ao lado da porta e começou a ler. "Bom dia, Yuki-kun, Kyou-kun. Vou passar o dia com a Uo e a Hana. Shigure-san continua na cabana do lago. Nós dois estaremos em casa a tempo do jantar. Oh, quanto ao café da manhã e o almoço... Espero que vocês consigam encontrar algo para comer. Desculpe-me por isso! Amo vocês, Tohru."

Yuki sorriu suavemente. "Temos a casa todinha só para nós novamente."

Saindo do meu luxuriante estupor, encarei Yuki nos olhos. "Porque tenho a impressão de que Tohru se encontra fora quase sempre nesses últimos dias?"

Yuki sorriu travesso. "Talvez porque ela realmente esteja fora quase sempre. Acho que ela está apenas nos dando espaço para que fiquemos a sós."

"E quanto ao Shigure? Não é como se ele algum dia irá nos dar um pouco de privacidade, especialmente sabendo que algo estranho está acontecendo entre a gente."

"Às vezes, quem sabe ele não tenha escondido uma câmera por aí. Mas o melhor é não nos preocuparmos, acho. Venha. Vamos tomar uma ducha. Agora."

E com isso ele saiu do quarto, não sem antes dedicar a mim o mais sedutor sorriso juntamente com uma jogada de quadris. Maldito seja.

Eu já estava fora da cama em um passe de mágica, e cheguei ao banheiro no exato instante em que Yuki fechava a porta. Eu parei para recuperar o fôlego. Um minuto depois comecei a ouvir um barulho de água caindo. Mais outro minuto e abri a porta lentamente, deixando o ruído suave do chuveiro começando a inundar o corredor.

E então alguém estava agarrando meu braço e me puxando para dentro do recinto. E a segunda coisa que notei, foi que eu estava sendo prensado contra a parede do banheiro com uma quente cascata de água percorrendo meu corpo, deixando meus cabelos ensopados.

"Y-Yuki?" Sussurrei, finalmente voltando a dominar meus sentidos.

Yuki estava logo a minha frente, localizado debaixo do jato de água quente do chuveiro, me segurando contra a parede fria a onde eu apoiava minha cabeça. Ele se inclinou para frente pressionando os lábios molhados contra os meus, suspirando contra a minha boca.

Passei as mãos por suas costas, deslizando-as pelos seus ombros e ao longo de sua espinha. Ele estremeceu com o toque, e quando alcancei o final de sua coluna, ele ficou tenso, arquejando. Aquilo não fora um movimento de quem estava gostando. Foi mais um arquejo do tipo Oh-Céus-Isso-Dói-Demais . "Yuki?"Sussurrei.

Ele sorriu para mim. "Me desculpe, eu estou apenas um pouco... dolorido."

Duh. Eu mentalmente me dei um soco por não ter percebido isso antes. Como eu não notara o desconforto dele quando ele havia se sentado na cama? "Não, eu que tenho que me desculpar."

"Você não tem que se desculpar por nada."

"Muito menos você!"

Ele deu uma risadinha e recostou a cabeça em meu peito, exalando contentemente. Ficamos em silêncio por alguns momentos, sendo perturbados apenas pelo silvo da água do chuveiro caindo e se chocando contra o chão. Eu ainda me sentia culpado por Yuki estar sentindo dor, e subitamente um pensamento cruzou minha mente.

"Eu sei como te fazer se sentir melhor," Sussurrei contra o cabelo bagunçado de Yuki.

"Oh?"

"Mmhm." Em menos de um segundo eu reverti nossas posições prensando Yuki na parede. Beijei-o na boca, mordiscando seu lábio inferior enquanto me movia para baixo, passando por seu queixo e continuando a traçar uma linha pelo centro de seu corpo. De seu pescoço para o seu peito, depois passando pelo seu estômago, movendo-me diretamente para baixo, capturando gotas de água com meus lábios.

Sua respiração ficou nitidamente mais forte quando alcancei sua virilha. "K-Kyou?"

"Shhhh," pedi. "Não se preocupe."

"O quê você…?"

Continuei descendo, passando por sua agora-óbvia ereção e me movendo para beijar sua coxa. Sua respiração subitamente ficou entrecortada como se ele estivesse prevendo o que viria.

"Kyou…" Olhei para cima para ver seus olhos fechados com força, mordendo os lábios, as mãos pregadas a parede, tentando encontrar algo em que pudesse se segurar. "Nnn... Kyou você realmente não irá...?"

"Yeah, eu vou." Beijei sua coxa voltando minha atenção para os seus quadris, provocando todos os pontos localizados ao redor de seu desejo. "Você não quer que eu faça isso?"

"Eu só... Eu quero... Mas acho que deveria ser eu fazendo isso com você..."

"E porque acha isso?"

Ele deu de ombros, os olhos ainda fechados. "Por - porque... eu fico por baixo..."

"E por causa disso você acha que tem sempre que me satisfazer?"

Yuki confirmou de leve. "Algo do gênero."

"Em primeiro lugar, como é que você saberia o que precisa fazer?"

"Eu posso... improvisar...?"

Eu balancei a cabeça em negação, mas ele não viu porque continuava de olhos fechados. "E em segundo lugar, prefiro assim. Eu simplesmente amo ouvir você gritar."

Ele gemeu quando escutou isso e conseguiu se agarrar firmemente a saboneteira, usando-a como apoio. Com um último beijo em sua virilha, me movi um pouco para baixo e provoquei sua ereção com minha respiração, para logo em seguida dar-lhe uma lambida experimental. Ele arfou, começando a tremer de antecipação. Outra lambida, outro arfar.

"Pa-pare de me provocar," ele grunhiu, sua mão livre afundando em meus cabelos e se agarrando a eles.

"Aw, mas eu to me divertindo tanto," cantarolei.

"Bastardo."

"Sim, eu sou." E vendo a angustia em sua expressão eu resolvi satisfaze-lo. "Okay, okay." Entreabri meus lábios e comecei a tomá-lo com a boca. E ele gritou.

"AHHHH! Merda… nnng… Kyou… o-oh Céus…" Ele moveu os quadris para frente como em reflexo, e eu os agarrei com firmeza, segurando-os contra parede. Dessa forma ele não poderia, A: apressar as coisas ou B: me sufocar. Nenhuma dessas alternativas o conduziria a um eficiente prazer. Eu o traguei parte por parte, percorrendo minha língua ao redor de seu membro. Porcaria, ele estava gemendo tão belamente, arqueando suas costas, os nós dos dedos ficando brancos enquanto ele se agarrava à saboneteira como se sua sanidade dependesse disso. Sua outra mão estava atrás da minha cabeça, tentando fazer com que eu fosse mais rápido, mas eu teimosamente não o deixava tomar o controle.

Afastei-me, sugando-o mais uma vez, permitindo que meus dentes roçassem a pele sensível. Yuki tirou a mão que estava em meus cabelos e a levou a boca, mordendo os dedos para evitar gritar. Afastando-me dele, eu disse. "Você não precisa ficar mudo, não tem ninguém em casa para nos escutar."

"Eu-eu sei... É só que... oh merda... Porque você parou?", ele reclamou. Eu sorri maliciosamente e voltei à atenção para o que eu estava fazendo antes. Eu nunca ficaria cansado deste Yuki, desesperado e fora de controle. Eu amava vê-lo assim. O traguei profundamente, até o tanto que minha boca permitia, sugando-o levemente e sendo premiado com outro grito. "Oh Deus, K-Kyou… se você parar agora, eu juro que te... que te mato… Mmmmmm…"

Eu ri, e minha risada lhe rendeu um elétrico gemido. Ele estava tentando mover os quadris novamente, mas eu continuava segurando-o firmemente contra a parede. Então instantaneamente ele optou por usar suas mãos, encontrando a parte detrás da minha cabeça, tentando guiar meus movimentos. Nem pensar que ele vai conseguir! Eu irei amarrá-lo na próxima vez.

A combinação de água quente deslizando pelas minhas costas, Yuki em minha boca e os sons que ele estava emitindo, estava fazendo com que eu ficasse extremamente excitado e quente. Movi a boca rapidamente ao redor do membro dele, provocando-o sempre com minha língua e meus dentes, até que seus gemidos fossem todos incoerentes e acompanhados de gritos.

"K-Ky…ou…p-pare … Eu vou... vou…"

Eu mentalmente sorri malevolamente e chupei com mais força.

"Ahhhhhhh…! Merda, KYOU!"

Minha boca foi invadida por um sabor agridoce. E mesmo com seu gosto estranho, continuava delicioso. Não sei como manejei engolir tudo, mas consegui, igual a um gato faminto. Era algo extrema e completamente Yuki,e eu amava isso. Da mesma forma que eu o amava.

Uma sensação pacifica nos dominou, e dessa vez o som gerado pelo chuveiro se misturava as nossas respirações pesadas, enquanto Yuki escorregava recostado à parede, os olhos ainda fechados, a cabeça apoiada contra a parede. Eu sorri e deslizei meus dedos por entre os fios dos seus cabelos, afastando-os de deus olhos. Sua face estava corada de um rosa claro, os lábios entreabertos para captar o máximo possível de ar.

"Is-Isso foi... isso foi... incrível...", ele sussurrou laboriosamente, ainda ofegando.

Inclinei-me para frente e beijei o canto de sua boca. "Ótimo."

"Onde você aprendeu... isso?" Ele questionou, finalmente abrindo os olhos e me encarando.

Gargalhei, rindo de lado. "Eu disse para você: minha leitura de pornografia gay foi dedicada ao seu benefício."

"Ah, certo." Ele também riu. Ergui-me, colocando-o de pé e prontamente o envolvendo em um abraço apertado enquanto a água do chuveiro nos molhava.

Então, após um momento em que ficamos ali, estendidos, ele disse "E quanto a você?"

"Quanto a mim o quê?"

"Você quer que eu dê um jeito em…?" Ele chocou os quadris sugestivamente contra os meus. Mordi meus lábios para conter qualquer som que ameaçasse escapar da minha garganta.

Repliquei, "Eu... apreciaria isso."


Uma hora depois estávamos limpos e vestidos, caminhando em direção a cozinha. Meu estômago grunhia e subitamente me dei conta do quanto estava faminto. Abrindo a porta do congelador, suspirei, vendo que não havia nada substancial para se comer. Precisávamos fazer compras, urgente. "Porcaria, estou morrendo de fome!" Cruzei meus braços sobre o peito e fiz uma careta para a geladeira. Yuki olhou por cima do meu ombro e fez hum pensativamente.

"Sei não meu, amor. Não há muito o que comer."

Sorri suavemente diante da apelação, a ternura contrabalanceando a retórica que teria sido ácida. "Yeah, notei."

Ele fez hum novamente. "Acho que posso inventar algo para nós."

Vire-me para ele, surpreso. "Você? Cozinhando?"

"Mais ou menos."

"'Mais ou menos'? O que você—"

"Apenas me espere na sala."

"Na sala? O que é que você está planejando, rato maldito?"

"Apenas faça isso." Ele me empurrou para fora da cozinha e fiz o que ele me mandou fazer.

Após o que pareceu uma longa espera, algo foi enrolado ao redor de minha cabeça, cobrindo meus olhos e sendo amarrado firmemente próximo a minha nuca. "O quê—"

Alguém me empurrou na direção do chão, montando em minha cintura e agarrando meus pulsos. Minha camiseta começou a ser erguida acima da minha cabeça rapidamente, deslizando por sobre meus braços e sendo utilizada para amarrar minhas mãos (provavelmente) no pé da mesa de café.

"Yuki! O que você está fazendo?" Exigi uma resposta.

"Shhhh…gatinho mau." Ele pressionou os lábios firmementes sobre os meus, cortando qualquer concernimento que transpassou minha voz. Estúpido, sexy rato! O que infernos ele estava fazendo? E porque ele estava me vendando? Ainda melhor, como ele fizera tudo isso sem que eu o impedisse? Estúpido, sexy e furtivo rato!

E então a venda se foi, e Yuki estava sentado sobre minha cintura, sorrindo maliciosamente para mim. Ignorando o fato de que, considerando o que havíamos feito nas últimas vinte e quatro horas, eu deveria estar exausto, pude sentir que eu voltava a ficar excitado novamente. Maldito seja e sua sensualidade!

Vi algo com o canto dos olhos que me chamou a atenção e virei a cabeça, me deparando com diversos tipos de comida espalhadas pelo carpete. Cobertura de chocolate... creme batido... açúcar... e pocky de morango. Pocky? O que diabos isso tinha haver?

"Okay, eu entendi o significado da cobertura, do creme e do açúcar," eu disse lambendo meus lábios, "mas Pocky?"

Yuki se esticou e apanhou um bastão da caixa, colocando entre os lábios e dando uma mordida. Ele sorriu meigamente. "Eu gosto de Pocky."

"E eu também," disse sorrindo de lado.

"Okay, então tome um pouco." Ele se inclinou para baixo, metade do biscoito para fora de sua boca, e eu saboreei metade dele ferozmente. Dividir o Pocky acabou se tornando no mais molhado e doce beijo que um dia eu cheguei a experimentar. O gosto do recheio de morango dançava por entre nossas línguas enquanto brincávamos com nossas bocas. Droga, eu nunca imaginei que comer Pocky pudesse ser tão divertido.

Uma vez que o biscoito havia sido completamente devorado (e se fosse possível, teríamos devorado um ao outro também), ele se sentou novamente e sorriu. A expressão genuína lentamente se tornou em algo malicioso enquanto ele apanhava o tubo de cobertura de chocolate, e a entornava na parte inferior do meu peito. Estremeci prazerosamente enquanto o líquido viscoso saia do tubo e caia sobre a minha pele, sua frieza contra minha carne extremamente quente.

"Você é um torturador," eu disse.

"Oh, muito," ele replicou. "E você ama isso."

"Sim, eu amo."

Ele continuou cobrindo meu torso de um lado a outro com a calda de chocolate, até que todo meu peito e estômago estivessem cobertos de risco marrons. "Eu estou realmente faminto, Kyou," ele anunciou, premiando-me com seu toque. Seus dedos dançaram pelas partes do meu corpo que não tinham chocolate, causando-me cócegas. Estremeci. "E você parece realmente estar tão gostoso." Ele lambeu os próprios lábios, sorrindo maliciosamente para mim. "Posso comer você?"

"Só faça alguma coisa logo, merda! Pare de falar assim que você está fazendo com que eu fique excitado!" Me contorci debaixo dele.

"Impaciente, não? Só por isso, serei descuidado." As palavras deslizaram por sua língua lentamente, de uma forma tão sexy que subitamente minhas calças pareceram ficar desconfortavelmente apertadas.

"Seu bastardo provocador."

Ele se deslizou para baixo, ainda sorrindo maliciosamente, até que sua boca estivesse próxima ao meu ventre. Seus dedos provocando minha coxa coberta com a minha roupa já apertada, passando pela minha necessidade e indo para a borda da minha calça cargo, brincando com a minha cintura. Suspirei de certa forma exasperado, prazerosamente, me movendo para cima, contra ele. Então, sua boca veio até meu umbigo, esquecendo-se completamente da região mais sensível, fazendo-me grunhir de frustração. Logo em seguida ele lambeu a pele mais acima, o chocolate sendo recolhido cuidadosamente por sua língua.

Ele pressionou um beijo na bagunça que havia feito ao redor de meu umbigo, gemendo por entre os lábios apertados contra minha pele, fazendo uma série de ondas de prazer percorrerem meu abdômen. Ele continuou indo para região acima do meu estômago, beijando e lambendo o caminho a seguir, sensualmente movendo sua língua por entre a cobertura de chocolate. Arqueei diante de seu toque, esperando por mais, mas sabendo que Yuki não me satisfaria tão fácil.

E então mais do líquido frio foi espalhado por meu peito, enquanto ele brincava comigo, ainda havia inúmeras marcas avermelhadas da noite passada em minha pele. Meus previamente olhos fechados se abriram para olhar para Yuki logo abaixo de mim, que agora espalhava creme sobre minha pele escaldante, tendo a garantia de espalhar bastante ao redor dos meus mamilos.

"Merda," sibilei. Eu sabia a onde isso iria parar. E tinha ainda mais certeza quando ele me provocou eficientemente com os dedos, dando logo em seguida espaço para sua boca, que se apoderou do meu mamilo esquerdo, mordiscando-o e chupando-o... com força. "AH! Yuki… Oh Céus…" Sua língua era talentosa. Incrivelmente talentosa. E enquanto minha mente viajava produzindo inúmeras fantasias envolvendo aquela língua e outras partes do meu corpo, uma nova onda de calor me percorreu, minhas calças agora se encontravam dolorosamente apertadas. Continuei a gemer enquanto ele continuava a tocar meu sensitivo mamilo. Ele sabia quais os pontos exatos que deveria explorar para me reduzir a uma pessoa completamente submissa. Apesar de tudo, acho que eu deveria odiá-lo por tomar vantagem de seus conhecimentos sobre mim ou de seu amor por isso, não tinha tanta certeza de qual das suposições seria a mais correta odiar. Talvez as duas.

E então ele se moveu para o outro, a área ao redor suficientemente coberta de calda e creme. Eu arquei diante das sensações da melhor forma que pude, isso levando-se em conta minhas mãos atadas. Eu ia fazê-lo pagar caro por isso depois. Mas por hora, eu iria apenas aproveitar. Havia algo incrivelmente erótico de estar a sua mercê, algo masoquista. Enquanto sua boca se mantinha ocupada com meu peito, suas mãos passeavam por meu corpo, descendo para a parte logo abaixo do meu melado e grudento abdômen, roçando por sobre as minhas calças e deslizando por debaixo delas. Gemendo, tentei mover-me contra as sensações causadas sobre a minha ereção, somente para isso me ser negado por seu outro antebraço que foi pressionado contra os meus quadris, segurando-me, sua boca nunca abandonando o que fazia. Sua perversa mão percorreu novamente sobre minha necessidade, de uma forma mais brusca dessa vez. "S-seu maldito... torturador…" Arfei em busca de ar.

Ele não prestou atenção a mim e continuou a me torturar, sua boca percorrendo meu peito e mordiscando meu pescoço. "A-Ah... Yuki..." Sugar, lamber, sugar, mordiscar, mordiscar. "Céus, você é perverso!"

"Mmhm." As mãos de Yuki subitamente flutuaram das minhas pernas para o lado do meu corpo para apanhar alguma coisa, presumivelmente o açúcar, já que era a única coisa que sobrará além da caixa de Pocky. Ele pegou a caixa recheada do pó doce e a segurou sobre o meu rosto, liberando um pouco de seu conteúdo. Fechei meus olhos para evitar que caísse açúcar neles, e senti uma língua molhada e quente percorrendo meu pescoço até meu queixo, logo em seguida se conectando aos meus lábios. Eu os entreabri e permiti que ele invadisse minha boca, e mais uma vez estávamos envolvidos em um apaixonado e doce beijo, literalmente. Suspirei feliz, um sentimento amoroso dominando meu peito.

Então ele se afastou e começou a distribuir beijos em minha face, capturando o açúcar que havia ali enquanto sua mão retornava a minha necessidade, massageando-a, fazendo-me gemer e contorcer. "Você tem um gosto tão bom, Kyou-kun," ele suspirou contra a minha bochecha coberta de açúcar. " E você faz os mais belos sons quando faço isso—" Ele dessa vez agarrou meu membro, se esquecendo da massagem. Eu quase gritei, mordendo meu lábio para me controlar. "Você irá gritar para mim? Gritar o meu nome?"

Ri diante da me desesperada falta de ar, dizendo, "Isso depende de você."

Ele sorriu maldosamente, lambendo o resto de açúcar da minha face. Então ele passeou os dedos pelo meu peito, lambuzando os dedos de calda e creme, para logo em seguida passa-los sobre minha boca para pintar meus lábios, colocando-os para dentro da minha boca e os puxando para fora. Esse ato deixou um doce gosto na minha língua, e enquanto eu saboreava isso, sua outra mão deslizava para a borda da minha calça, desabotoando-a e começando a abaixá-la. Meu coração começou a dar solavancos ansiosos. Logo fiquei livre das minhas calças e apenas minha cueca retinha minha ereção.

"Mmm, por favor Yuki… Eu…"

"Você…o quê?"

"Eu-eu…preciso…" Oh Céus, ele ia me obrigar a implorar.

"Você precisa…do quê?" Maldito seja com seu sorriso divertido.

"Maldição, você sabe do que é que eu estou precisando!"

"Mas… como você quer que eu dê isso para você?"

Se eu ao menos pudesse usar minhas mãos agora, eu iria estrangulá-lo!" "De qualquer forma! Não me importo..." Implorei. "Por favor!"

Yuki sorriu de lado. "Você é péssimo para pedir as coisas."

Ele realmente queria me ver implorando? Certo então. Arqueando sensualmente as costas e usando a voz mais submissa que pude forjar na minha desesperada posição, implorei quase sem ar. "Por favor, Yuki-sama… Por favor faça o que quiser comigo... Por favor, preciso de você, meu Príncipe."

Ele pareceu ter sido pego desprevenido, e celebrei minha pequena vitória sobre ele enquanto seus olhos me fitavam com uma descarada luxúria. Recobrando sua compostura, ele sorriu maliciosamente, inclinando-se e dando um beijo no meu ventre, ronronando. "Bom gatinho. Você merece um prêmio por isso."

"Então dê logo o meu prêmio, seu bastardo!"

Ele consentiu, puxando para baixo minha cueca e agarrando minha ereção com força.

"AHH MERDA!"

"Então o gatinho gosta disso, hm?" Ele aumentou o apertão ao redor do meu membro.

"Oh, droga…sim!" Meus quadris instintivamente começaram a se mover contra sua mão, procurando acabar logo com aquela tortura.

"E isso?" Ele deslizou seus dedos para cima e para baixo, pressionando, provocando e me apertando.

"Ahhhhhhh! Oh merda…oh droga…"

"Céus, que boca suja você tem."

"C-cale-a-a b-boca!" Ele estava lentamente, mas com certeza, me enlouquecendo. Minhas costas arquearam, as amarras se apertando contra meus pulsos. Então correu pela minha mente que era a segunda vez que ele me colocava nessa situação. Ele continuou suas administrações, lenta e languidamente. "Por favor, Yuki... forte... rápido..." Implorei, incapaz de formar sentenças completas.

Para o meu alívio, ele concordou. Ele estava me levando ao limite, não iria demorar muito. Especialmente quando ele—"AHHHHHHH!"—começou a usar a boca. "Oh Céus…Yuki…tão…bom…" Se meu professor de japonês me visse agora (Deus me perdoe!!), eu certamente seria reprovado. Dizer sentenças completas era algo fora das minhas capacidades no momento.

Ele começou emitir vibrações com a garganta, gerando choques no meu sistema. E então—"YUKI!"—tudo ficou branco. Tudo era apenas…realização. Pura e absoluta realização. Nirvana, euforia, Céu na Terra, quente e brilhante e eletrizante.

E então acabou, e meus sentidos lentamente retornavam a mim. Minha respiração entrecortada, repleta de ofegos, e Yuki se movendo para longe da minha área mais sensível, lambendo os lábios. Movendo-se para cima do meu estômago, ele puxou minha cueca recolocando-a no lugar. "A-Ainda... faminto...?" Perguntei sem ar, rindo de forma divertida.

"Não mais. Isso foi extremamente…satisfatório."

"Sim, foi. Você é…Maravilhoso…" Ele rastejou sobre mim, a bagunça melada sobre meu peito sujando sua camiseta. Ele pareceu não se importa. Acariciando meu pescoço com seu nariz, ele sussurrou, "Eu te amo."

"Eu também te amo."

Alcançando minhas mãos acima da minha cabeça, ele as liberou. Trouxe-as para baixo, flexionando meus pulsos, para logo em seguida enlaçar sua cintura, mantendo-o próximo. Ficamos em silêncio por alguns segundo, para logo em seguida eu perguntar, "Yuki...?"

"Hmm?"

"Você acha…que isso algum dia irá acabar?"

Ele ergueu a cabeça e me encarou, preocupação ficando clara em seu olhar, o desejo de antes sendo apagado e dissipado. "O que você quer dizer?"

"Quero dizer... ficaremos juntos... dessa forma... para sempre?"

"Você quer isso?"

"Você quer?"

"Claro que sim!"

Concordei, sorrindo aliviado. "Eu quero... também... mas não posso evitar de me preocupar."

"Se preocupar com o quê?"

"Eu…não sei. É só uma sensação de insegurança, acho." Virei minha cabeça para lado, sentindo-me subitamente medroso e infantil.

"Gato estúdio… O que aconteceu com o 'lamber uma pata de cada vez'? Não se preocupe tanto com o futuro. Aproveite o momento, certo?"

Ri. "Yeah, isso mesmo." Virei-me, aproximando nossas faces, capturando seus lábios novamente. "Eu te amo tanto," sussurrei por entre nossos lábios enquanto quebrava brevemente o beijo.

"Amo você também." Ele pressionou sua boca novamente contra a minha, dessa vez iniciando um profundo e terno beijo. Eu podia sentir o meu próprio gosto em sua língua, misturado à doçura das guloseimas que ele usara em mim.

"Entre, Ha'ri, Aaya!"

Nós dois pulamos, meu coração batendo dolorosamente. Trocando brevemente olhares desesperados e arregalado, que significavam "Oh merda!", Yuki agachou-se rapidamente, apanhando toda a comida que fora abandonada sobre o carpete. Apanhei minhas calças presa aos meus tornozelos, vestindo-a o mais rápido possível. Inclinei-me para apanhar a minha camiseta enquanto Yuki desaparecia na cozinha, se livrando da comida. Eu estava para deslizar a camiseta por sobre meus braços quando ele retornou para a sala, no mesmo instante em que Hatori, Shigure e Ayame entravam em cena.

Os três congelaram quando nos viram.

"Oh céus…" Ayame sorriu maliciosamente, cobrindo a boca para esconder sua expressão de diversão.

Hatori ergueu uma sobrancelha curiosa, e Shigure começou a ri incontrolavelmente. Oh yeah, parecíamos uma piada. Tenho certeza. Eu provavelmente estava ainda coberto de cobertura e creme, sendo que minha face provavelmente devia ter ainda remanescentes de açúcar. E Yuki não estava melhor que eu, principalmente devido a sua camiseta toda lambuzada. Nossa aparência desleixada, bochechas coradas e lábios extremamente avermelhados também não ajudavam em nada.

"Uh…" Yuki lançou-me um olhar preocupado, e apenas dei de ombros. Havíamos sido pegos, claro e simples.

Shigure deu o braço a Ayame, sussurrando em seu ouvido. "Viu? Viu? O que eu te disse!", alto o suficiente para qualquer um ouvir, claro. Aquele bastardo.

"Uh…Yuki…Kyou…" Hatori parecia de certa forma sem palavras, o seu olho não escondido pelo cabelo indo da minha pessoa para Yuki, e voltando novamente.

Ayame aproximou-se de Yuki, dando palmadinhas em suas costas e rindo gostosamente. "Isso aí, Yuki-kun! Você tem a minha benção."

Yuki prontamente se corou de rosa e empurrou o irmão para longe. "Cale a boca!"

"Ha'ri, Ha'ri!" Shigure se inclinou sobre Hatori, excitado. "Você vai ter com eles 'A Conversa'? Huh? Huh?"

"A Conversa"? …Oh… Não, nem pensar. Hatori suspirou pesadamente antes de dizer, "Yuki, Kyou, venham comigo."

Não. Merda. Não.


Nota da Tradutora: Sim posso pressentir os desejos assassinos quanto a minha pessoa. Mas antes tarde do que nunca, ne? x

Ok, sem desculpas, só justifico como sendo a maldita facul, mas agora que organizei meu horário e arranjei uma beta para pegar no meu pé, acho que as coisas começaram a andar xD

Bem, esse capítulo, obviamente não foi betado porque a Drica(Dollua), muito atoa, deve tá no quinto sono, mas logo que a bixinha acordar, colocarei ela pra trabalhar

Desculpem novamente a demora, mas como eu havia dito para quem me mandou PM, eu NÃO desisti de nenhuma fic, em hipótese alguma, é só a vida corrida que anda me impedindo de cumprir os meus deveres para com vcs.

Agora chega de lenga lenga ne? xD

Agradeço sinceramente a todas as reviews e a quem me apoiou e acreditou em mim nessa demora pra atualizar xD

Adoro todos vocês, espero que tenham gostado deste capítulo gigantesco.

E eh isso aew

Tamo de volta