Boa noite, gente!
Um aviso: eu não postei mais cedo porque os meus fãs gostam de se manter no silencio. Sem reviews, não há post! : p
Mas pronto…
Esse capitulo está… exagerado? Mas compreendam, Edward não sabe lidar com este tipo de situações.
Ele nem sabe o que está sentindo!
OBS GERAL: Todas amam Edward desse jeito. Meninas, ATÉ EU! : o
DETESTANDO Edward
Décimo quarto Capitulo – SKI
_ SAI DAQUI! – Gritou-me.
_ Não precisas entrar em pânico! – Respondi a primeira coisa que me veio à cabeça.
_ Sai! – Empurrou-me e fechou-me a porta.
Fiquei alguns segundos apenas a olhar a porta branca sem saber bem como reagir.
_ Isabella! – Suspirei. – Pára de fazer escândalo.
Pude ouvir seus soluços do outro lado.
_ Vai embora! – Ela chorou.
_ Por amor de Deus! – Resmunguei perante tanta criancice. – Eu apenas te vi nua.
Colocar em palavras a imagem que acabara de ver, tornava tudo mais… difícil.
_ E não é que chegue? – Soluçou.
_ Isab…
_ Que é que você quer de mim?
_ Desculpe?
_ Já me tirou tudo! Até minha privacidade.
_ Isabella. – Tentei abrir a porta.
_ FIQUE AÍ!
_ OK, – Levantei as mãos no ar mostrando a uma simples porta que não voltaria a fazer nada. – ok. Eu não te tirei tudo. Pára com isso.
_ Eu te odeio.
Revirei os olhos.
_ Óptimo. – Disse. – Já somos dois! Eu vou ao bar!
Mas que era eu agora? Psicólogo?
Bella POV
Encostei-me à porta ouvindo o seu respirar ofegante do outro lado.
A porta fechou-se eu caí no chão, deixando também a toalha cair.
Que… Havia… Com… ELE?
Eu quase gritei!
Que havia com o mundo, com Deus, com o destino ou quem quer que fosse em querer mostrar-me insistentemente que ele estava sempre ao meu redor?
Aaah, eu estava chorando de irritação, de vergonha, de nervosismo. Meu coração quase tinha parado quando vi esse intrometido, depravado na porta, me olhando como se nunca tivesse visto um par de seios na sua vida!
Eu vi nos seus olhos surpresa, indignação e até mesmo embaraço. Eu vi!
Pior, eu senti isso mesmo.
Dava para acreditar que eu poderia mesmo estar me deixando levar por esse… eu já não tinha adjectivos para ele!
Desde àquela conversa com Alice que eu ficara pensando se meus sintomas não seriam mesmo…
Mas como poderia ser?
Como poderia eu estar apaixonada por Edward e, ao mesmo tempo, o odiar tanto?
Ouvi a porta abrir-se novamente.
Rodeei a toalha a minha volta, novamente, e saí.
_ Ouça lá seu… - Vi uma sombra musculada deambulando pelo quarto. – Jacob?
Ele ligou a luz.
_ Bella, - Sua cara estava estranha. – Eu estou apaixonado!
Bufei.
_ Que… - Ele me olhou de alto abaixo. – Você vai tomar banho?
_ Eu ia até… - Pausei sem saber bem como dizer o que acontecera.
_ Até? – Ele perguntou quando eu não acabei à frase. Correu para a cama acabando por saltar para ela.
_ Até ele entrar pela casa de banho adentro me vendo nua! – Eu disse.
_ Não. – Ele ficou chocado. Depois surpreso. Depois sorriu.
_ Sim. – Eu chorei.
_ Não! – Repetiu saltando no seu lugar.
_ Sim! – Confirmei imóvel no meu.
Então Jacob desatou numa gargalhada, como se aquilo tivesse verdadeiramente piada. Como se a violação da minha privacidade tivesse alguma piada para ele.
_ De que te estás a rir? – Perguntei furiosa.
_ Vocês os dois têm que aprender que se gostam! – Ele olhou para mim, com a cabeça apoiada numa das mãos.
_ Você parece Alice! – Revirei os olhos.
_ Eu e Alice somos apenas realistas! – Ele sorriu.
Aí eu lembrei.
_ Você sabe o que essa louca arranjou para mim? – Eu perguntei para ele.
Ele ergueu uma sobrancelha.
Eu corri para a minha mala e tirei o que queria dela correndo, depois, para a casa de banho onde me troquei.
Quando apareci na frente de Jacob ele engasgou.
N/A: http: // .blogspot. com /_ouhtmF_EjR4/Sm3nfOf6GCI/AAAAAAAADio/GveyimN7Ki4/s1600-h/lingerie+preta . jpg (retirar os espaços)
Ele se levantou, com um olhar provocador e me agarrou pela cintura, me levantando o queixo para ele.
_ Você lembra do que eu disse quando cheguei?
_ Que estava apaixonado? – Evitei rir.
_ Sim. – Disse. – Por você.
Me arrastou para a cama e brincou comigo, acabando por haver uma grande luta de almofadas. Tivemos o maior cuidado para não rebentar com elas, o que pareceu quase impossível.
Eu olhei várias vezes às horas.
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E Edward não aparecia por nada desse mundo.
_ Sabe Bella. – Jacob disse quando estávamos dentro dos lençóis. – À vida não é difícil. Você é que a torna assim.
E adormecemos.
Edward Cullen POV
_ Sabe, você é muito bonito! – A mulher bêbada tocou com o indicador em meu nariz enquanto ria. – Eu lhe podia providenciar uma grande noite de prazer.
Eu vi algo nela quando entrei nesse bar.
Tinha cansado de estar no bar do hotel onde não havia ninguém dançando uma música quase inaudível. Na verdade, não havia ninguém a não ser eu e o barman que estava sempre olhando no relógio, esperando ansiosamente que eu saísse logo dali, para ele poder ir embora.
Mas eu não fora por ele. Eu fora porque, excepcionalmente, eu precisava de barulho em meus ouvidos para que nada, alem de uma música qualquer insuportável, pudesse entrar em meus pensamentos que, naquele bar sossegado, me estavam assombrando.
Foi então que escolhi um qualquer que parecia ter muito barulho.
E, mal entrei, aquela mulher que tinha cerca de trinta e cinco anos, um grande decote e uma saia muito curta me chamou a atenção.
Os seus olhos eram castanhos, cor de chocolate e amendoados. O seu cabelo também castanho, um pouco ondulado, caía-lhe sobre o peito.
_ Eu sei. – Bufei.
_ E você quer? – Ela me sorriu.
Porque não? Porque não aliviar a imagem de Isabella nesta mulher desesperada?
Eu sorri para ela e ela não precisou de dizer mais nada.
Pegou na minha mão e me arrastou para fora do bar, para a noite.
Viramos na esquina e lá estava um jipe negro que apitou mal ela carregou num botão de um comando.
Encostou-me no carro e me beijou fortemente. Não me importei. Nada me importava na verdade.
Tudo o que interessava, naquele momento, era apagar a imagem da minha "quase-irmã" nua na minha frente.
Meu coração não saltou uma única vez e nem ofegante fiquei. Ela abriu a porta e nos levou para o banco de trás, me obrigando a ficar por cima dela.
Ela tirou seu corpete e seus peitos ficaram desprotegidos. Uma imagem assolou de novo a minha mente. A imagem delA.
Eu desci a boca para o seu peito e o comecei lambendo, trincando e chupando. A mulher ia gemendo ao meu toque enquanto eu apenas me mostrava indiferente. Nada, nada mesmo, me deixava minimamente interessado naquilo.
Quando ela começou mexendo em mim por fora das calças eu fechei os olhos.
E, desesperadamente, a imagem tentadora de Isabella, ali, na minha frente, reapareceu.
_ Isabella. – Sussurrei no ouvido da mulher.
_ Isabella? – Ela parou.
_ Desculpa! – Eu franzi o sobrolho. – Não sei o seu nome.
Ela rangeu os dentes e arrastou-me para fora do carro, insultando-me.
Eu sabia. Eu sabia que as mulheres não gostavam que chamasse os nomes de outras num daqueles momentos. Mesmo que essas mulheres estivessem a fazer aquilo com um desconhecido.
Mas o que eu sabia era que aquela imagem insuportável não me saía da cabeça. Maldita adolescência ou o que quer que fosse que me deixava assim!
Aquela imagem nojenta continuava a assombrar-me a memória mesmo com uma mulher que até eu poderia considerar bonita atrás de mim, seminua.
_ Desculpa. – Disse. – Eu… não posso.
E não podia. Eu não podia fazer aquilo.
Que havia comigo?
Fazer sexo com alguém somente porque me senti atraído por um bom corpo?
Estaria eu a endoidecer? Ou já era doido?
Decidi então que talvez fosse boa ideia dormir um bom sono. Talvez isso ajudasse, melhor do que qualquer noite de prazer.
Quando cheguei no hotel tiveram que me vir abrir a porta, pois esta já estava trancada.
_ Boa noite. – Disse o empregado.
Acenei-lhe e subi para o meu andar.
Quando entrei no quarto perguntei-me se tudo aquilo não teria sido apenas um sonho. Ou melhor, um pesadelo.
Mas não, os roncos fortes de Jacob, mantinham-me bem acordado. E ainda mais desperto manteve-me a respiração compassada de Isabella.
Bella POV
Acordei sobressaltada.
Não me quis lembrar do pesadelo que acabara de ter por isso vagueei na minha mente por algo que pudesse focar a minha atenção.
Não fui muito longe: Edward!
Olhei imediatamente para a cama outrora vazia. Mas agora não, ele estava ali. Provavelmente dormindo.
Não pude notar se estava ou não no mundo dos sonhos pois Jacob era muito… sonoro!
Subitamente tive uma vontade enorme de ir ao WC.
Passei por Edward e, ao ligar a luz da casa de banho, não consegui evitar a maldita vontade de ficar a olhá-lo para sempre. Mas eu ainda me lembrava do sonho que tivera há uma semana atrás no seu quarto. Não me podia dar ao luxo de cair na tentação.
Quando fechei a porta e me olhei no espelho vi-me dentro de uma lingerie preta. Quase… sexy!
Ri daquela figura idiota que Alice pensava que eu ia fazer diante de Edward.
Naquela manhã, talvez fosse boa ideia levantar-me assim que os dois resolvessem sair. Não queria dar oportunidade daquele insuportável poder rir de mim.
Quando saí não pude evitar um gritinho que, notei, não acordou Jacob.
Edward estava acordado – BEM ACORDADO -, sorrindo (SORRINDO) para mim!
_ Que estás a fazer acordado? – Sussurrei irritada.
_ Lingerie? – Ele riu baixinho.
_ Foi uma ideia parva de Alice. – Desculpei-me.
_ Para quem?
_ Não te interessa. – Levantei a cabeça, empinando o nariz, ignorando-o. Apaguei a luz e, quando me preparava para voltar para a cama, irritada com o facto de Edward me ter apanhado naquela figura, uma mão puxou-me para dentro duma cama quente. – Que pensas que estás a fazer?
Podia notar no escuro, uma cabeça um pouco acima da minha. Os seus olhos verdes eram bem visíveis e eu olhava-os irritada.
_ Não sei. – Respondeu-me. Talvez sinceramente. – Mas admite que queres.
A sua mão pousou sobre a minha cintura.
_ Não. – Afastei a sua mão de mim. – Não quero.
_ Isabella. – O meu coração parou quando ouvi a sua voz aveludada sussurrar-me.
_ Sim?
_ Andas de lingerie para mim?
Arregalei os olhos no escuro e dei-lhe um estalo na cara.
Um estalo bem sonoro.
_ Convencido. – Saí da sua cama, empurrando o seu peito nu para o lado. – Bipolar!
Que havia com aquele homem? Ora me queria, ora me repelia! Ora me tocava, ora me afastava!
Ele estava a brincar com os meus sentimentos. Era isso! Ele queria obrigar-me a dizer que eu o amava porque era isso que ele gostava. Que todas o amassem e que ninguém o pudesse ter. Ele era viciado nisso!
Mas isso… eu não lhe ia dar.
-x-
Até o riso da mulher era bonito.
_ Sim, sim! – Ela dizia a Jacob que se inclinava para a frente dentro das suas quatro camadas de roupa. – Muito bem Jacob
Ela ria. Os seus longos cabelos negros estavam presos por um gorro grosso, apenas se via a sua cara redonda, como a de um bebe, lindíssima. E, mesmo dentro de tanta roupa, a mulher não deixava de ser bela.
_ Muito bem Edward! – Ela corou para ele. – Não precisas de ajuda nenhuma. – Constatou.
Ele apenas acenou, nem lhe dirigiu um olhar.
Emma olhou para mim, desengonçada, dentro da minha roupa volumosa, quase sem conseguir olhar para o chão, quanto mais para as duas "tábuas" que tinha presas nos pés que, naquele momento, me estava a irritar profundamente.
Era verdade! Naquela manhã tinha acordado chateada, mal-humorada. E o facto de não poder mexer os pés naquela altura estava-me a deixar louca. Por isso acabei por amuar.
_ Uou! – Jacob caiu no chão, para trás.
Emma riu e ajudou-o a levantar-se.
_ Edward? – Ela chamou. Este olhou para os dois que estavam a tentar manter o equilíbrio. – Não te importas de dar uma ajudinha a Isabella?
_ Bella! – Eu resmunguei pela milésima vez naquele dia.
Ela apenas sorriu num pedido de desculpas.
Edward olhou para mim de braços cruzados sobre o peito. Ou pelo menos, numa tentativa disso, visto que a roupa não me permitia mexer muito os braços. Ele mantinha as mãos presas aos "paus" que Emma dizia serem essenciais para o ski. Os meus estavam enterrados na neve, imóveis, a meu lado.
Quase pude ver na sua expressão um leve sorriso. Mas eu disse quase, não foi? Porque era mesmo quase. Ele olhou de alto abaixo para mim e depois encolheu os ombros e olhou para a sua frente.
Estávamos no alto do que parecia uma colina. Evitava olhar para o que estava à nossa frente pois as vertigens eram mais fortes do que eu.
Então o meu telemóvel, no bolso das minhas calças, tocou. Edward quase riu do meu toque.
Ignorei-o e peguei nele.
_ Estou?
"Bella?" Era Charlie. "Como estás filha?"
_ Est…
"Dá cá isso!" Ouvi alguém dizer junto do meu pai. "Bella?" Atendeu Esme.
_ Sim? – Ri.
"Então como está isso aí?"
_ Frio! – Resmunguei.
Esme riu.
"Que estais a fazer?" Perguntou.
Olhei para os meus pés numa tentativa de tentar encontrar palavras para aquele pesadelo. Mas foi aí que ele se tornou ainda pior!
_ AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! – Dei por mim a escorregar ribanceira abaixo em cima daquelas duas tábuas.
"Bella?" Chamou Esme. "Que aconteceu?
Olhei para o telemóvel.
_ Isabella! – Chamou Edward.
_ AAAAAHHHHHH!
Encostei o telemóvel ao ouvido.
"Bella?" Ouvi Esme e Charlie chamarem.
_ Eu… EU VOU MORRER!
_ Isabella! – Edward chamou. Olhei para trás. Ele estava-me a seguir andando perfeitamente em cima daquilo! – Inclina-te para a frente.
Eu tentei mas o chão ficava demasiado próximo.
_ !
_ Idiota! – Gritou-me.
"Bella?"
_ EU VOU MORRER! – Choraminguei vendo arvores e mais arvores no meu caminho.
E quando pensei que nada podia piorar vi o chão desaparecer debaixo de mim e ficar a cerca de três metros.
_ !
Edward saltou atrás de mim.
_ POR AMOR DE DEUS ISABELLA INCLINA-TE PARA A FRENTE! – Gritou-me.
Tarde de mais. Quando dei por mim, tinha caído no chão.
Edward POV
Idiota! Idiota, idiota e idiota!, pensei para mim, Quem é que se lembraria de atender o telemóvel quando se está no topo de uma pista de ski?
O médico não havia maneira de nos dizer o que se passava desde que ela entrara meia acordada, meia a dormir no meu colo.
Jacob estava a andar dum lado para o outro no corredor enquanto Emma o tentava acalmar com palavras inúteis.
Eu apenas me mantinha no meu lugar, em frente à janela, olhando para algo lá fora que eu nem sequer sabia bem o quê.
Uma porta abriu-se e todos olhamos para lá. Mas não era ninguém. Era apenas uma enfermeira jovem que nos olhou e sorriu ao ver a atenção que lhe dávamos.
_ O senhor está bem? – Perguntou-me quando passou por mim, pondo uma mão no meu ombro.
Afastei-me dela.
_ Sim.
Sorriu.
_ Se precisar de alguma coisa.
_ Sim, está bem. – Despachei.
Mas que havia com aquela doida? Porque diabos ela só se metia em complicações acabando por me deixar preocupado?
Afinal, era minha responsabilidade tomar conta dela, assegurar-me de que tudo estava bem com ela e que ela voltaria para casa direita, assim como saíra. Mas, pelos vistos, ela já estava a fazer de tudo para que esta simples tarefa que me encarregaram não fosse cumprida.
O meu telemóvel vibrou no meu bolso.
"Edward?" Disse Charlie quando lhe antendi.
_ Sim, Charlie. – Respondi.
"Graças a Deus que alguém atende!" Suspirou. "O que se passa?"
_ Nada, Charlie. – Tentei fazer uma voz divertida. – Isabella teve apenas um ataque de pânico ao fazer ski!
E tinha caído. E tinha-se magoado provavelmente. E chorava como uma doida. E…
"Está tudo bem?"
_ Sim, sim! – Respondi. – Está tudo direito.
Ou assim esperávamos todos.
"Deixa-me falar com ela!"
_ BELLA! – Chamou Jacob quando ela saiu da sala onde tinha sido examinada. Abraçou-a. Parecia sorridente.
_ Espera só um pouco. – Tapei o telemóvel para me assegurar que Charlie não ouvia o escândalo de Jacob.
Fui até Isabella que estava a contar a Jacob que estava tudo bem, que ele não se precisava de preocupar. Ela olhou para mim e sorriu. Um sorriso esperançoso.
_ Edward!
Franzi o sobrolho.
_ Ah… o teu pai está ao telefone. – O seu sorriso caiu. – Disse-lhe que estava tudo bem, que só tinhas tido um pequeno ataque de pânico quando começaste a fazer ski.
Ela fez um sorriso falso e pegou no telemóvel.
_ Pai? – Atendeu.
Beeeeem, este está um pouco exagerado não? : s
Não levem a mal Edward. Ele está confuso com tudo o que está acontecendo na sua vida. E não nos podemos esquecer que, apesar de tudo, ele ainda é jovem, ainda é adolescente. Para ele, tudo é mais complicado! : P
Que acharam? : D
Agradecimentos a:
Rose; Dany Cullen – NOSSA!! : O Você adorou mesmo! : D Sim, sim. Eu só vou começar a postar a nova quando esta acabar. Não quero correr riscos de começar a postar e, como acontece com esta, não ter capítulos. Quando chegar aos vinte, penso se posto ou se espero esta fic acabar. É que é difícil para mim manter duas. E ainda estou tentando organizar minhas ideias para a nova. Quero que seja bem bonitinha e engraçada. Quero um bom romance e sobretudo quero postar dia sim, dia não. preciso de um bom numero de capítulos para poder fazer isso. : ); ArcanjaDhaja – Veja só como esses dois se encararam : p minha imaginação é demais! Pouca, mas espero que suficiente!; rossi – Não demorei muito dessa vez, demorei? : D; Zatari – E ninguém esperou muito, esperou?? : D; Gabitenorio – Orbigada! : D Ele se passou nesse capítulo. Está bem confuso!; ana marinho.; Beatriz Vieira – Eu sei que são curtos! : s Mas eu acho que não os consigo fazer maiores; Raquel; Lyka Cullen; V. Keat; kellynha Cullen – Seja bem vinda Kely, eu também gosto do nosso Edward de qualquer jeito mas pronto, decidi pô-lo assim: um génio maravilhosamente lindo!: o; Leninhaa' – Onde é que ela o viu nu a ele? : o Não me lembro.
"REVIEWS MOVEM MONTANHAS. VEJA SÓ O QUE ELES NÃO FARIAM POR UM POST NOVO"
Comentem! : D
Beijinhos
AT^^
