A Flautista de Gaia
Capítulo 14:
Lupus
Respirou fundo, entrando com o carro no Santuário. Saíram com cuidado do carro, de forma silenciosa. Ainda não tinham certeza do que estava acontecendo e era melhor não alertar que estavam ali.
Não foi necessário sequer entrarem na floresta. Uma ninfa arrastava-se pelo chão de pedra. Lohoama correu em direção à ninfa, ajoelhando-se ao seu lado e apoiando a cabeça da aparentemente jovem em seus braços. Os cabelos antes longos e sedosos, de tons lilases e roxos, cacheados, caíam lentamente aos tufos da cabeça da Hamadríade. Uma trilha formada pelos cabelos vinha desde a floresta. Os olhos roxos e brilhantes perdiam lentamente a cor, transformando-se brancos como as órbitas. A linda pele morena em tons de ébano estava pálida.
Lohoama: Cosme, o que aconteceu?! – perguntou desesperada à ninfa. O corpo de Cosme ganhava lentamente a cor da areia seca e árida do deserto, começando pelos pés.
Cosme: Gaia... Está furiosa... Por causa... – a ninfa não pode terminar a frase. Quando ficou inteiramente da cor da areia, transformou-se em areia. Uma brisa vinda do sul levou-a embora, deixando montinhos de areia nas mãos e no colo da Flautista; Lohoama olhava estática para suas mãos, em seguida, fechou-as com força. Cosme não precisava terminar a frase, ela sabia bem o motivo da raiva, não, do ódio da deusa. Seu cenho fechou-se e os dentes trincaram raivosos. Gaia estava furiosa consigo, não tinha motivos para castigar as ninfas que viviam em seu Santuário.
Mas então algo mais preocupante acendeu-se em sua cabeça. Halcyone, sua mestra. Levantou-se e correu pela floresta, com Fenrir lhe seguindo.
Fenrir: O que houve?! – gritou para a jovem, sentindo a preocupação crescer dentro de si.
Lohoama: Gaia. Está furiosa com algo e está descontando nas ninfas do Santuário. – estancou ao ver um dos tigres transformar-se em areia. Conforme passavam, ninfas e animais iam transformando-se em areia. – Ou melhor, nas ninfas e nos animais do Santuário. – sua voz soou fria por detrás dos dentes serrados. Como Gaia podia ter tamanha ousadia? Sabia que era uma armadilha, a deusa à conhecia há trezentos anos e sabia que a Flautista presava demais os animais e ninfas, e que se eles corressem perigo, ela seria a primeira a correr para socorrê-los.
Balançou a cabeça, continuando a correr. Precisava ver sua mestra o quanto antes. Mesmo após se tornar a Flautista, ainda precisava dos conselhos dela.
Fenrir: E para onde estamos indo? – pergutou ao perceber que não se dirigiam para a casa da Flautista nem para o Palácio-Templo de Gaia.
Lohoama: Preciso ver se minha mestra está bem. Ela é uma ninfa! – disse rapidamente, correndo ainda mais rápido sobre o solo da floresta. Seus pés leves mal tocavam o chão.
Lentamente as árvores começaram a abrir-se, e o chão de pedra fêz-se à frente, uma longa passarela de pedra, e, não muito distante de onde os dois haviam saído, uma gruta, a única de todo o Santuário; dela escorria para fora um pequeno riacho que seguia até uma pequena fonte cavada na pedra. Lohoama não pensou duas vezes e correu para a gruta.
Halcyone estava caída no meio da caverna, o pequeno riacho que escorria por entre as pedras no fundo da gruta estava ao seu lado, os longos cabelos presos em uma trança e num meio-coque no alto da cabeça mergulhavam nas águas límpidas. A pele alva estava mais pálida que de costume. Seus olhos, opacos. Seus lábios mexiam-se, num sussurro inaudível. A Flautista ajoelhou-se ao seu lado. Apoiou a cabeça da Oréade em seu braço e encostou o ouvido em seus lábios.
Lohoama: O que você viu? – sentiu a trança lentamente soltar-se do couro cabeludo da ninfa. Sentiu um nó na garganta e esforçou-se para engoli-lo. Não Halcyone, por todos os deuses, não sua mestra; esses pensamentos rodavam sua mente como um vírus. Queria expulsá-los, mas não tinha o remédio para isso.
Halcyone: Uma espada... Curvada... Vermelha, uma rosa negra entalhada em rubi no cabo... – começou fracamente. Lohoama franziu o cenho, reconhecendo a espada. Era da armadura de Gaia, ficava escondida nas costas e a deusa usava-a em último recurso. – Ela voa... Atinge alguém, mas não vejo o rosto... Está coberto pelo véu negro das Moiras... – um arrepio percorreu a coluna de Lohoama. O véu negro das Moiras era sinônimo da foice mortal de Tânatos numa visão. Quem quer que fosse, a morte era iminente. – Muito sangue... E então... Um grito... A voz de Gaia... Uma luz forte... – nesse instante, a ninfa transformou-se em gelo. Lohoama virou o rosto, encontrando Skadi e Bhrünhilde. A deusa do inverno, da caça e da colheita tinha um sorriso sereno e carregava um pacote. Bhrünhilde usava elmo e carregava sua lança. Seus olhos azuis eram enigmáticos. Estava montada em seu corcel branco que irradiava a luz da Aurora Boreal.
Skadi: Assim ela não se transformará em areia e não desaparecerá. – disse puxando a Flautista pela mão, ficando entre ela e Fenrir.
Lohoama: E as demais ninfas e os animais? – perguntou, sentindo os olhos marejarem por nenhum motivo aparente.
Skadi: Congelei aqueles aos quais cheguei à tempo. – sua voz saiu embargada como se houvesse um nó. – Quando Gaia voltar ao normal, irei descongelá-los.
Lohoama afastou-se de súbito da deusa.
Lohoama: Como fazê-la se acalmar?! O último surto de raiva demorou! Demorou tempo demais! O Santuário quase foi dizimado! – sua voz era ferina e seu olhar, raivoso.
Skadi: Pensa que eu não sei, Flautista de Garça?! Eu estava aqui quando isso aconteceu! – elevou a voz, com um machado de guerra com runas aparecendo em suas mãos. – Você tem que enfrentá-la, Lô! Ela não vai se acalmar sozinha! Levará muito tempo! Só se ela for selada ela se acalmará. – sua voz abrandou. – E eu vou ajudá-los à selarem-na. – sorriu enigmaticamente. Fenrir e Lohoama se entreolharam.
Lohoama estremeceu. Selar uma deusa primordial como Gaia não seria nada fácil. Podiam morrer tentando. E se o que ouvira de Halcyone fosse verdade, se fosse mesmo acontecer, podia acontecer enquanto tentavam selar a deusa. O problema era saber quem seria a vítima. A Flautista esperava que fosse ela. Não suportaria perder Fenrir. Além disso, já vivera tempo demais...
Fenrir fitava Skadi de forma indagadora. A deusa devia estar enlouquecendo, simples mortais não podiam selar deuses. Mas revogou imediatamente esse pensamento quando viu o machado da Giganta de Gelo brilhar e seu cosmo se elevar.
Skadi: Você precisa de sua Epigéia, Lô, mas antes tenho um presente pra você... – sorriu, desdobrando o pacote, a malha de Mitril brilhando arco-íris com a luz da Aurora Boreal.
Os lábios de Lohoama se desprenderam ao contemplar a malha de Mitril, fascinada. A reação de Fenrir foi parecida.
Skadi: Vista. – a deusa disse, estendendo a malha para a Flautista.
Lohoama deslizou a malha pela cabeça, sentindo-a se adaptar perfeitamente ao seu corpo, como se tivesse sido feita sob medida. Skadi sorriu ao perceber que a malha de Mitril servira perfeitamente.
A Flautista suspirou, em seguida chamando sua armadura. A Epigéia cobriu seu corpo e empunhou o báculo das Oréades. Fenrir contemplou a amada, preparada para a batalha, suspirando resignado. Ela ficava ainda mais linda usando a armadura.
Fenrir: E a minha armadura? – perguntou, cruzando os braços e apoiando as costas na parede de pedra. Uma sombra de pavor cruzou o rosto da jovem.
Lohoama: Você não vai lutar, Fenrir. Eu jamais me perdoaria se acontecesse algo com você por culpa minha e de uma deusa neurótica e psicótica! – seu olhar era desesperado. Skadi girou os olhos e bufou levemente, exasperada.
Fenrir: E eu jamais me perdoaria se acontecesse algo com você sabendo que eu poderia ter evitado. – disse com a voz calma, lenta e cravando seus olhos nos da Flautista. Não deixaria-a lutar sozinha contra uma deusa psicótica mal-humorada.
Lohoama suspirou resignada, desviando o olhar e engolindo em seco. Não podia deixá-lo se arriscar. Amava-o demais para fazer isso. Mas sabia que, se por algum acaso tentasse impedi-lo, ele tentaria lhe seguir depois e seria pega por sua presença de surpresa, e isso só dificultaria as coisas. Decidiu que não valia à pena tentar impedi-lo.
Lohoama: Está no Salão de Reuniões, embaixo do mapa-mundi, onde as Epigéias Continentais costumam ficar. Quando formos para o Palácio Templo, vamos lá pegar sua Safira de Odin. – saiu da caverna, ignorando parcialmente a expressão de Fenrir e embrenhando-se na floresta que já começava a morrer lentamente. Engoliu em seco, tendo consciência de que aquilo era culpa sua.
Apoiou as costas numa árvore, olhando para o céu que lentamente escurecia mais ainda. As lágrimas lhe marejavam os olhos, e piscou para afastá-las. Não podia nem imaginar Fenrir morrendo. Era o mesmo que pedir para se suicidar e deixar sua alma se quebrar em algum dos nove círculos do Inferno.
Precisava se acalmar e ter a cabeça fria para a batalha. Lutar contra Gaia não seria fácil. Mas seria muito difícil concentrar-se sabendo que Fenrir estaria ali, tão perto de si para, à qualquer momento, Gaia pegar sua espada e matá-lo. Não suportaria vê-lo morrer... Antes morresse à ver isso.
Fenrir parou ao seu lado e puxou-a para um abraço. Sentiu-a se encolher ante o ato, mas não se intimidou. Esfregou uma parte do braço que a armadra deixava exposta. Lentamente, a Flautista relaxou e abraçou-o também. Apenas fechou os olhos, engolindo o medo de perdê-lo que a assolava e as lágrimas que desejavam escorrer por seu rosto. Não podia chorar naquele momento.
Apertou-o contra si, desejando que, naquele momento, não estivesse de armadura nem naquele lugar, mas em sua casa, deitados na cama, com seus corpos entrelaçados. Queria sentir o calor de seu corpo, mas sabia que isso teria que esperar. Ou ainda nem tivesse oportunidade para tal...
Abriu os olhos e, lentamente e com delicadeza, desviou dos braços do Guerreiro Deus.
Fenrir aceitou que ela se afastasse. Compreendia vagamente porque ela não queria que ele fosse com ela. Presumia que fosse pelo mesmo motivo que sentia seu coração se acelerar com desespero ao pensar nela enfrentando uma deusa psicótica. Sentia medo que ela se ferisse. Sentia medo que ela morresse. Imaginava... Não, tinha certeza, de que era aquilo que a fazia querer que ele não fosse com ela. Mas a amava demais para deixá-la enfrentar Gaia sozinha.
Lohoama virou parcialmente o rosto para ele, vendo Skadi e Bhrünhilde vindo na direção deles.
Skadi: Bhrünhilde vai voltar para Asgard. Ela já se ausentou demais como Valkíria, minha filha deve estar uma arara por conta disso. – girou os olhos, impaciente. – Eu vou verificar se o Gerion está bem quietinho, e se não, vou cuidar pra que ele não cause problemas. – sorriu marota, o machado de guerra brilhando, os olhos cinzentos com um brilho sangrento.
A Flautista engoliu em seco. Sabia que Skadi não lutava fazia muito tempo e devia estar ansiosa para tal. Apenas acenou afirmativamente, logo vendo a deusa e a Valkíria sumirem por entre as árvores.
Suspirou, sentindo o capacete de sua armadura ser retirado por Fenrir e sendo abraçada pelo rapaz. Segurou com força os braços do Guerreiros Deus, quase fincando suas longas unhas na blusa de moletom do rapaz. Apertou suas costas contra o peito de Fenrir, fechando os olhos e suspirando cansada. O asgardiano beijou-lhe o topo da cabeça, apoiando o queixo sobre seus cabelos.
Fenrir: Eu vou ficar bem, Lô. Não precisa se preocupar. – disse-lhe suave, em voz baixa. Sentiu a Flautista soltar o ar lentamente, levemente aborrecida.
Lohoama: Você não entende, Fenrir. – virou, ainda com Fenrir abraçando-a, para fitá-lo nos olhos. – Se Gaia não for selada, o Santuário será dizimado. Se o Santuáro for dizimado, não haverá Flautistas para defenderem os Pontos de Cosmo da Terra. – inesperadamente, abraçou-o. – Eu não vou me concentrar se souber que você está lá, correndo perigo junto comigo. – Foi sua última cartada. Se nem assim ele iria deixá-la enfrentar Gaia sozinha, não teria opção à não ser concordar que ele também fosse. E, sinceramente, não queria fazê-lo.
Fenrir: Não adianta, Lô. Eu vou. – deslizou os dedos pelos fios finos e castanhos, ouvindo a Flautista suspirar e sentindo-a afastar-se lentamente.
Lohoama: Vamos. Quanto antes à enfrentarmos, mais cedo o Santuário será salvo. – Sua voz soou embargada pelas lágrimas que queria derramar, mas não derramaria. Ficou de costas para o cavaleiro, colocou o capacete novamente e embrenhou-se na floresta. Fenrir balançou a cabeça em negativa e seguiu-a.
XxX
Subiu lentamente as escadarias de acesso ao palácio-templo. Sentiu um aperto ao ver as duas esfinges incapacitadas de cumprirem seu dever, cobertas de musgo e plantas parasitas. Era doloroso ver um lugar tão magnífico com uma aparência tão abandonada...
Fenrir: Por Odin. – deixou escapar, cada vez mais surpreso com o estado do Santuário. Gaia era uma deusa terrível.
Suspirou pesadamente, entrando nos corredores sombrios e sinuosos. Já andara demais por eles, os conhecia como a palma da sua mão, mas com aquelas plantas, eles se tornavam traiçoeiros.
Andaram por um tempo curto, mas que devido ao excesso de cuidados, silêncio palpável e escuridão, pareceu longo, estendendo-se para muito além do possível, até pararem num dos salões. Reira estava lá, junto de Bado e Shido. Lohoama sentiu um aperto, lembrando-se do fato que Hana era uma ninfa. Como será que ela estaria?
Reira parecia nervosa. Mesmo tendo prometido a Bado que pararia de fumar, tinha um cigarro entre os dedos trêmulos. Suava frio, e mesmo com a armadura, era possível perceber que tremia. Ajoelhou-se ao lado da amiga.
Lohoama: Reira? Onde está a Hana? – perguntou, preocupada. A Flautista olhou-lhe, os olhos lilases, normalmente claros, estavam escurecidos e sombrios, uma expressão perdida tomando a face. Shido estava num estado parecido.
Reira: A Hana? – murmurou, um tom de voz estranho, como que procurando o rumo. – Ela... Ela está com uma febre alta... Ela... Está na nossa casa... Repousando... – murmurou. A febre se apossara da jovem quando as plantas parasitas de Gaia começaram a crescer. Já estava ligando alguns pontos, e a possibilidade de a irmã ser uma ninfa parecia improvável, mas era o que parecia. Ainda tinha o fato do atordoamento provocado por alguém que nunca vira a deusa tão furiosa como naquele momento. – Por que Gaia está tão irritada? – perguntou, um tom de voz infantil. Lohoama respirou profundamente, fechando os olhos e abrindo-os. Fez com que Reira olhasse para si. Ao reparar uma mínima mas importante mudança nos olhos da jovem, deixou o cigarro cair. – Por Caos, Lô. – deixou escapar, e antes que falasse mais alguma coisa, a Flautista deu-lhe um olhar suplicante para que ficasse quieta. Deu um leve aceno afirmativo que ficaria quieta.
Lohoama: Temos que ir. Gaia, Ísis e Neftis devem estar nos salões mais internos. Precisamos correr, ou o Santuário não sobreviverá... – disse, levantando-se, sorrindo para a amiga, dando-lhe ânimo e forças. Shido seguiu-os, ainda um pouco perdido, os pensamentos em Hana, mas preparado para a batalha.
XxX
Acariciava as pétalas negras da rosa, aveludadas ao toque. Contemplava a flor, viçosa e bela, sentada na árvore trono. Néftis estava deitava num divã, contemplando as próprias unhas, e Ísis, deitada no chão, no centro de um pentagrama.
Gaia: Incrível, não, como uma rosa pode ser tão bela e mortífera... – disse distraída, colocando a rosa junto com de um montinho de rosas negras. Neftis virou o olhar para si, Ísis apenas fez um barulho com a garganta, indicando para continuar. – Essas rosas, minhas caras, irão provocar a queda de Lohoama. Eu não queria perder minha melhor Flautista, mas é necessário. Ela quebrou um contrato. Mas ele não sabe da história dela. – deu uma pausa, deixando as outras duas deusas ansiosas. – Cada rosa contém um pedaço da memória dela. Para cada rosa negra que Fenrir encontrar, ele verá uma parte do passado que ela não contou. – fez um aceno, elevando o cosmo brevemente, transportando as flores para locais estratégicos do palácio templo. – Ela caíra pela solidão e abandono. – pronunciou em tom baixo a última frase, admirando o som que ela tinha. Contemplava um futuro próximo em sua própria mente.
Neftis sorriu sadicamente imaginando as diferentes reações. Ísis sentiu um mal-estar. Não estava confortável com o que estava fazendo. Ela era o exemplo de Mãe e Esposa. Estava agindo errado, mas não sabia o que fazer. Era ficar com as outras duas deusas, ou contra elas. E definitivamente não queria ficar contra elas...
Cara, minha vida tá complicada... Mil desculpas pela demora, mas acho que finalmente estou me acertando com as histórias, os desenhos e o colégio. Terminei o capítulo ONTEM, finalmente, fazia tempo que ele tava "quase pronto", tava dando raiva! Gente, recebi meu boletim hoje! Acho que vou ganahr alamar! (olhos brilhando) Alamar é o que sinaliza que um aluno tirou na média geral nove ou mais! E minha média geral foi 9,6! Uhu! E também, não fiquei de recuperação em Matemática, apesar de minha média em matemática ter sido 6,7. Por pouco!
Uhu, as lutas começam no próximo capítulo!
Krika Haruno: Kkkk. Realmente, a Gaia é intrometida, mas malamada, nem tanto... Finalmente, cá está a continuação. E tenha certeza que o Fenrir vai bater e muito nela nos próximos capítulos! xD
Pure-Petit Cat: Very Cute mesmo, eles aparecerão mais, mas agora suas participações serão um tanto mais importantes... xD Pois é, a Hana nem sabe quem é, mas as coisas vão melhorar! Verdade, a Acaiah começou a ver que não adianta ser tão ciumenta. Ho ho ho, pois é, no climáx! E, minha querida amiga, CADÊ DESTINYS CHILD?! Estou necessitada da sua fic!Eu sei que também não sou um exemplo de periodicidade, mas... Estou tentando melhorar! Beijos, amigona!
Gente, pelos óbvios motivos dos atrasos, decidi fazer que nem minha grande amiga Chiisana Hana, uma grande FicWriter também! Uma lista com a ordem de fics que eu vou escrever um capítulo e postar, e ao chegar no final da lista, começo tudo de novo. Acho que assim fica mais fácil.
Beijos da Tenshi Aburame!
Próxima fic a ser atualizada: Minha original Crônicas dos Wolves Tutela The Prócer Lamia, no Nyah e no Fictionpress. O capítulo tá quase pronto, o que ajuda.
Até a próxima. (a lista com a ordem das fanfics será postada no meu perfil)
