Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos

Obs: Então eu to baseando mais ou menos essa fic em uma serie de TV que eu adoro. BabyDaddy, quem não viu corre pra ver, três solteirões confusos cuidando de um bebê, é hilario, também me baseei em uma fic em ingles muito fofa que li a um tempo, logico que a minha vai ser diferente, em alguns aspectos, mas a ideia básica é a mesma, três homens que não tem nenhuma noção de como cuidar de um bebê, De repente se veem pais.


Capítulo Quatorze

Bella se afastou de mim, me olhando magoada e grunhi.

- Não é assim, Bella...

- Mas... mas... ela disse... – podia ver que ela estava realmente chateada, também se livrou do bombado e aí vem e descobre que eu sou um conquistador.

Maldita Tânia!

- Tânia, o que faz aqui? Você terminou comigo. – achei melhor me livrar dessa louca primeiro, daí explicaria as coisas para Bella.

- Eu não!

- Terminou sim, disse que quando eu cansasse de brincar de papai fosse atrás de você. Bem, eu não cansei, eu vou ser pai da minha filha, então está tudo acabado. – ouvi Bella suspirar, eu não sei se de choque ou de alívio.

Tânia, ao contrário, bufou.

- Vai mesmo ficar com aquela criança remelenta?

- Hey, a minha filha não é remelenta. – grunhi irritado, ela cruzou os braços.

- Que seja... E quem é essa aí?

- Minha namorada.

- Edward... – Bella começou, mas não dei atenção, ela querendo ou não, seria a minha namorada, afinal, veio até aqui, não foi?

- Eu sou sua namorada! – Tânia guinchou batendo o pé e bufei.

- Mais uma vez, Tânia, nós terminamos! Você queria que eu escolhesse entre você e a minha filha, eu a escolhi. Achei que tinha entendido já que não liguei. Tem semanas que não falo com você, mulher.

- Achei que estava ocupado.

- E estava com a minha filha.

- Argh! Maldita hora que essa criança veio! Por que quer ser o pai dessa melequenta mesmo?

- Porque ela é a minha e eu a amo. E pare de chamar a minha filha desse jeito.

- Mas achei que me amasse...

- É nem era pra tanto... – ela soltou um bufo irritado.

- Você não presta Edward Cullen, espero que apodreça! E você, querida, fuja enquanto pode, pois esse escroto só vai te usar e jogar fora. – e com mais um bufo ela se foi.

Maldita hora em que saí com aquela mulher.

Voltei-me para Bella que me olhava ansiosamente e suspirei.

- Desculpe-me por isso.

- Uh, tudo bem. Eu acho melhor eu ir...

Merda!

- Bella, por favor, não deixe aquela idiota estragar as coisas com a gente.

- Eu não sei... – suspirando voltei a pegar o seu rosto entre as minhas mãos e olhei em seus lindos olhos castanhos.

- Olha, eu não irei dizer-te que fui um santo, porque nunca fui, mas eu também não sou um idiota... Eu gostava de Tânia, já estávamos juntos há semanas quando Mel apareceu, mas quando ela a viu, ela a rejeitou, eu ainda não sabia se seria um bom pai, e nem se iria ficar com ela, mas na hora em que ela rejeitou Mel, eu já não quis mais nada com ela. – ela soltou um longo suspiro e para a minha felicidade me abraçou.

- Está tudo bem Edward, é só... Eu já tenho uma vida bem confusa, não sei se é uma boa idéia, adicionar mais aos seus problemas.

- Hey, como eu te disse antes, você assim como Mel, são a solução dos problemas, nunca ao contrário, eu quero você em minha vida Bella, assim como quero Mel, não nos afaste... – ela suspirou mais uma vez, contudo acabou sorrindo.

- Você é muito bom com as palavras.

- A gente faz o que pode. – ela riu e se inclinou para me dar um beijinho rápido.

- Sabe, você já me apresentou como a sua namorada duas vezes no mesmo dia, mas eu não ouvi nenhum pedido. – ri e dei um beijo nela, um mais demorado, provando os seus lábios deliciosos e me perdendo neles.

Quando nos afastamos sorri.

- Isabella, quer ser a minha namorada?

- Ok. – sussurrou toda corada, ofegante e absolutamente deslumbrante.

Voltei a beijá-la, enquanto caminhava para o sofá, ela se agarrou em mim rindo, quando caímos, eu sorri contra os seus lábios, afastando o seu cabelo do rosto, ela estava deslumbrante, sorrindo, feliz, perfeita.

Beijei-a novamente, passando as mãos pelo seu corpo, ela gemeu e suspirou se agarrando a mim, o seu corpo se esfregando contra o meu, da forma mais deliciosa possível, as minhas mãos estavam a ponto de entrar por sua camisa, quando ouvi um ofego e grunhi enterrando o rosto entre os seios dela.

Que inferno...

Eu não devia ter saído da cama hoje.

Ouvi Bella rindo e quando a olhei, ela estava corada e sorrindo.

Na verdade, valeu à pena sim, pois agora ela era minha.

Com um bufo me levantei e olhei para o meu novo visitante.

- Mãe? – ela sorria com uma sobrancelha arqueada.

- Desculpe, mas se não queria ser incomodado, fechasse a porta.

- Estava fechada.

- Mas não trancada.

- Valeu pela dica mãe. Agora vaza!

Ela me ignorou entrou no apartamento e me entregou Mel. Em seguida, colocou as coisas dela no sofá.

- Olha como fala com a sua mãe, ainda posso te colocar no colo e dar umas boas palmadas.

- Duvido! – murmurei para Mel e ouvi Bella rir, enquanto ajeitava as roupas.

- Eu ouvi isso rapazinho.

- Mãe... – grunhi, mas ela me ignorou e ficou olhando para Bella.

Rolei os meus olhos e beijei Mel, afinal eu morria de saudades dela.

Ela sorriu e agarrou o meu rosto, fingi morder as suas mãozinhas, o que a fez sorrir mais e fazer vários ruídos fofos.

- Olá Bella, como está?

- Bem Sra. Cullen.

- Rosie, querida, não me faça me sentir mais velha do que eu já sou. – bufei e ela me mostrou a língua.

- Muito maduro, mãe.

- Vai te catar Edward. Então, vocês pareciam bem agora à pouco...

Tão sutil.

- Estamos namorando.

- Oh, mesmo! E desde quando?

- Tem uns dez minutos. – ela olhou de mim para Bella que corou um pouco, em seguida deu de ombros.

- Ok, isso é bom. Já era hora. Então presumo que deu o fora naquele pedaço de merda de namorado?

- Uh, sim.

- Melhor ainda. Mas onde está morando? Porque eu o vi ontem, o escroto. – Bella suspirou.

- Na casa da minha mãe, em Jersey.

- Isso é meio longe.

- Muito longe. – resmunguei e ela riu.

- Sinto muito, mas é o único lugar que eu tinha para ir.

Abri a boca para dizer que ela podia ficar aqui, mas minha mãe começou a negar freneticamente.

- Bem, imagino que não queira morar em Jersey para sempre, então em breve voltará para cá?

- Eu até queria, mas eu preciso arrumar um trabalho antes.

- Não trabalha? – ela corou um pouco e abaixou a cabeça, evitando o olhar da minha mãe.

- Não.

- Mas tem quantos anos?

- Eu, uh... 24.

- Então como...

- Mãe, eu acho que está na hora de você ir.

Ela abriu a boca, em seguida olhou para Bella que evitava olhá-la e torcia as mãos nervosamente, vi minha mãe suspirar e ir até Bella, puxá-la para um abraço, o que a assustou um pouco.

- Sinto muito querida. Mas estou feliz que as coisas entre vocês se acertaram.

- O-obrigada.

Mãe assentiu e saiu rapidamente.

Grunhindo, entreguei Mel para Bella, que pareceu muito feliz em tê-la nos braços, assim como Melissa pareceu extasiada em estar com Bella.

Sorri para as duas e fui trancar a porta.

- Desculpe a minha mãe, ela é meio intrometida, às vezes.

- Está tudo bem... Eu... Eu sei que é meio estranho eu não ter um trabalho ou estudos nessa altura da minha vida.

- Eu não me importo Bella.

- Eu sei, e obrigada, mas ambos sabemos que não é legal.

- Pode até ser, mas também sei que não é culpa sua. – ela suspirou.

- É um pouco, Jake sempre foi reticente, no fato de que não queria que eu trabalhasse, achava que eu devia ser uma mãe e esposa, eu não preciso de um trabalho para isso, então aceitei e só fiquei em casa cuidando das coisas.

- Está tudo bem pensar assim.

- Mas eu não pensava, apesar de tudo, eu tomava a pílula escondida de Jake, eu não queria ser uma mãe, tão nova, como ele queria que eu fosse. Eu só... só queria aproveitar com o meu namorado, fazer coisas. Mas tudo que ele parecia querer de mim é... eu nem sei, uma escrava. – cuspiu a palavra e suspirando fui até ela sentando-me ao seu lado. Coloquei a minha mão em sua coxa e ela sorriu pra mim.

- Que bom que apesar de tudo, você não se deixou dominar completamente por ele.

- Eu tentei não me perder, ele tentou muito me mudar, mas no fundo, eu nunca fui o que ele quis, assim como ele acabou não sendo o que eu queria também.

- E o que você quer agora?

- Eu não sei. Mas arrumar um trabalho seria bom, e quem sabe arrumar o meu próprio apartamento chulezento. Sabe, toda a experiência de Nova York.

- Eu dispensaria a do apartamento chulezento.

- Se eu conseguir, eu também. Mas nunca tendo trabalhado, eu duvido muito que vá conseguir algo melhor que isso.

Abri a boca para convidá-la de novo, mas a fechei.

Era muito cedo, eu sabia disso.

Minha mãe com certeza sabia, então aquilo não iria prestar.

Ela acabou de sair de um relacionamento opressivo, eu não precisava me tornar o mesmo cara, ela precisava da liberdade de estar sozinha e ter as suas coisas, de tomar as suas próprias decisões e eu iria ajudá-la, e o melhor modo de fazer aquilo, era não me impondo algo a ela.

Deixá-la sozinha para decidir o que fosse melhor.

-Tenho certeza que quando for à hora certa, vai encontrar algo perfeito para você. Hey, pode achar uma colega de quarto.

- Colega?

- Sim, ache alguma garota perto de sua idade. Além de poder ter um apartamento, vai ter alguém pra passear, uma amiga.

- Seria legal. Mas não vamos nos apressar, preciso arrumar um trabalho antes.

- Já começou a procurar?

- Na verdade sim, e tenho algumas entrevistas hoje.

- Mesmo?

- Sim, foi por isso que vim aqui, já que tinha que vir na cidade.

- Hey, tô me sentindo meio insultado.

- Por quê?

- Se não tivesse as entrevistas não teria vindo? – ela riu.

- Claro que eu teria! Talvez eu apenas tivesse demorado um pouco mais.

- Por quê?

- Vergonha...

- Bella...

- Eu estava mal Edward, eu ainda estou. – olhei para o seu rosto, embora ela tivesse olheiras não havia hematomas, então... ...os meus olhos foram para o seu corpo, só agora percebendo que ela usava camisa de mangas cumprida e calças, daí estremeci.

Ela evitou os meus olhos se concentrando em Mel, que sorria e enfiava o cabelo dela na boca, Bella não parecia se importar, o que era bom, porque a minha filha era louca por cabelo de mulher.

- Eu quero surrar aquele cara! – ela finalmente olhou pra mim, olhei de volta esperando alguma critica, mas ela sorriu.

- Eu também. Mas ele é passado Edward, e é onde ele deve estar... Eu quero viver a minha vida, e você tem Mel, não se meta em problemas, ainda mais por mim.

- Mas vale à pena...

- Eu? – ela pareceu tão surpresa que rolei os olhos e me aproximei mais, me colando a ela e passando o braço em volta do seu ombro.

- Você vale muito à pena, Bella. – ela sorriu e se inclinou em minha direção e a beijei, e teria beijado para sempre, mas a minha filha riu, sim riu de verdade, e me fez afastar a boca da de Bella.

- Você ouviu? – Bella guinchou e ri agarrando Mel.

- Sim, você riu pra nós, Mel? – a ergui e soprei um beijo em sua barriga e ela riu de novo.

Uma verdadeira risada, alta, gostosa e perfeita.

Valeu muito à pena esperar por ela.

Bella e eu ficamos fazendo cócegas e brincando com Mel, nos deleitando com as suas risadinhas, até a hora dela ir. Ela me passou o seu celular e combinamos de sair no dia seguinte, em um encontro.

Eu iria folgar, e iria levar a minha namorada em um lugar legal.

Assim que ela se foi, olhei para Mel que sorria do chão.

- Então meu amor, o que acha de Bella? Ela é a minha namorada agora. – ela sorriu agitando os braçinhos e perninhas gordinhas, eu sorri e me ajoelhei no chão, soprei mais beijos em sua barriga, ela riu alto.

- Sim, eu também gostei da novidade. E o que você acha de Alice? Vou chamá-la amanhã para cuidar de você. – ela pareceu menos animada e ri antes de soprar outro beijo a fazendo gargalhar.

- Hey, eu não posso levar um bebê em um encontro, seria estranho. – ela resmungou e a peguei no colo.

- Desculpe-me amor, mas no próximo você irá, ok? Faremos um piquenique no parque ou algo assim.

Ela agarrou o meu rosto com um sorrisão e beijei o seu nariz a fazendo rir.

Abracei-a contra o peito e senti o momento exato em que ela peidou, encheu a fralda e gemi.

- Por que você sempre espera as mulheres capazes saírem pra fazer isso comigo? – resmunguei a afastando e ela sorriu.

- Você não ama o papai? hein? – fiz cócegas nela, ela riu alto.

Com um suspiro triste, fui trocá-la e esperar que ela não fizesse mais quando a fralda estivesse aberta. Já aconteceu uma vez e não foi bonito.

[...]

Entrei no apartamento da mãe sem bater, ela guinchou de susto, estava no sofá vendo TV.

- Edward, Jesus, você não bate? – arqueei uma sobrancelha.

- E você não tranca a porta?

- Touche! – ela riu e esticou os braços e lhe entreguei Mel. Ela olhou para a fralda com a fita adesiva e riu.

- O quê? – perguntei irritado e ela riu mais.

- Como você não consegue usar os lados adesivos?

- Eu tento, mas essa merda rasga toda vez.

- Tem que puxar delicadamente.

- Eu puxo! – ok, eu tentava, mas quando eu finalmente conseguia colar, não ficava tão firme, aí eu tinha que tirar e recolocar, e meio que fazendo aquilo muitas vezes, ou ele perde a cola, ou rasga, então eu voltava pra fita adesiva.

- É claro que puxa, tente mais delicadamente da próxima vez, sabia que tem uma fralda que parece uma calcinha.

- Sério?

- Sim, você só coloca nela.

- Que incrível! Eu preciso comprar algumas dessas. – ela riu, imagino que dos meus olhos arregalados, mas nem liguei.

Eu realmente precisava daquelas fraldas. Primeira coisa a fazer amanhã.

- Então, como foi com Bella? – parei de pensar nas incríveis fraldas e sorri.

- Foi bom. Vamos a um encontro amanhã.

- Vai folgar?

- Sim. – ela sorriu enquanto beijava a bochecha de Mel.

- Isso é bom querido. Ela parece ser uma ótima garota.

- Ela é mãe, e passou por muita coisa, mas agora que ela conseguiu sair do inferno de onde ela vivia, ela merece felicidade.

- Fico feliz por vocês.

Sorri agradecido e ficamos brincando com Mel por um bom tempo, ela deu algumas gargalhadas, fato que fez a mãe gritar extasiada. E o que me fez mais feliz ainda, pois aquilo significava que Mel esperara a mim para dar a sua primeira risada.

Mãe estava fazendo caretas para Mel no sofá, quando olhei em volta do apartamento dela.

- Mãe?

- Huh?

- O seu apartamento é quase igual o meu, né?

- Sim, só que só tem dois quartos, eu acho muito só pra mim, mas como é ao lado do seu, ignorei esse detalhe.

- Legal, legal! E o que vai fazer com o quarto extra? – ela se sentou puxando Mel para o seu colo.

- Não sei. Eu não trabalho, então um escritório seria inútil, assim como uma Biblioteca, sabe que tenho preguiça de ler.

Ri, mãe era uma mulher mais de filmes.

Até na época da Escola, quando eu tinha algum trabalho de um livro, se ela descobrisse que tinha um filme sobre o livro, nos estávamos vendo. Meu professor não gostou muito, mas também quando viu a minha mãe, não reclamou. Tipo, credo, mesmo que tenha evitado que eu tirasse nota baixa, mas ainda assim, credo!

- Sei, sabe você podia arrumar uma colega de quarto.

- Colega de quarto?

- Sim, não acha uma boa idéia? Uma amiga para morar com você, dividir as despesas e fazer coisas de garotas.

- Oh, não acha que estou muito velha pra uma colega de quarto?

- Você? Imagina mãe.

- Tem razão, estou linda como sempre. – ri e peguei Mel do seu colo, beijando a sua bochecha, ela bocejou e se aconchegou contra mim.

- Também acho mãe, e acho que se tivesse uma colega de quarto, iria se sentir mais jovem ainda. Sabe, ir a festas, ter uma amiga para ir ao cinema, pra dividir segredos e essas coisas.

- Sabe, até que é uma boa idéia.

- Com certeza é!

- Mas onde vou arrumar uma colega de quarto? Eu coloco no anúncio? Na internet?

- Você poderia, mas eu já tenho uma perfeita para você.

- Mesmo? Quem?

- Bella.

- Que Bella?

- A minha Bella. – ela abriu e fechou a boca várias vezes, em seguida, grunhiu.

- Seu filho da puta, me enganou!

- Mãe... – grunhi olhando para Mel, que já dormia ainda bem.

- Não me venha com mãe, seu manipulador.

- Hey, só queria te ajudar.

- Tá claro!

- Então?

Ela bufou e se sentou no sofá com os braços cruzados.

- É uma péssima idéia e nunca daria certo.

- Eu acho uma ótima idéia.

- Bem, mas eu, a dona do apartamento em questão, acho péssima e não vai rolar, de jeito algum! Não mesmo! – negou, mas mordeu os lábios, pensativa e sorri.

Ela podia negar, mas eu conhecia a minha mãe e ela queria muito uma colega de quarto agora.

Só tinha que torcer para que ela desse uma chance a Bella.


N/A: Olaaa povo pervo

Mais um capítulo do dadward

E o que acham da idéia dele?

É boa ou muito noção kkkkkk

Eu to na duvida é vs?

Tô no trabalho então postando rapidinhoo pra vcs ok

Amando os comentários

Vcs arrasam como sempre

Bjss e fuiii

N/B – Eu tô aqui torcendo!

TUCA