Olá pessoal! Zilhões de desculpas e dracmas pela demora! Lá embaixo explico a vocês melhor. Boa leitura.
Capítulo 14-
#EPOV#
Já haviam se passado três meses depois do dia em que Bella soube mim. Ela aceitou tudo, e isso foi o suficiente para eu amá-la mais ainda, se é possível. Finalmente pude me livrar daquela tensão, e minhas dúvidas logo foram para o Olimpo.
Meu relacionamento com ela fortalecia a cada dia que passava. Ela e seu pai tornaram mais próximos da minha família e dos pais de Jazz e Rose. Inúmeras vezes seu pai, o meu e Eleazar saíram em noite de homens. Seu pai também era tímido, mas assim como Bella, foi se soltando aos poucos. Bella foi se aproximando também de Carmen, que era fascinada pela sua afilhada. Ela e minha mãe davam muitos conselhos maternos a ela, mesmo que tenha os recebido de Zafrina. Era lindo vê-la interagindo com todo mundo.
Havia também vovó Elizabeth. Ela tratava Bella como uma neta, e ficara feliz ao saber que a avó paterna de Bella, Lilian, ainda estivesse viva. Pelo o que eu soube, ela ainda estava em Seattle, mas que talvez viesse para Londres e ficar perto de sua neta. Bella ficara encantada com todas as histórias que vovó havia contado-lhe. Claro, não seria constrangedor se ela não tivesse revelado que eu era um magricela tímido que vivia as pirraças de Emmett. Mas havia me dito, em segredo, que ficara feliz com o resultado final. Isso me deixou nas alturas, carregando um sorriso arrogante pelo rosto.
Claro, nossos amassos aumentavam cada vez mais. Bella era maravilhosa. Sua voz era suficiente para deixar-me desejando-a. Muitas vezes eu a masturbei, e era adorável e excitante vê-la gozar sob minhas mãos. Seu sabor parecia o néctar dos deuses. Era divino, e muitas vezes eu ostentava uma ereção enorme.
Lembro-me no dia em que ela masturbou-me. O que eu senti foi intenso demais, primitivo demais. Segurei-me muito para não rasgar o restante de suas roubas e fodê-la fortemente na minha cama. Eu agradecia muito a Alice por conseguir arrastá-la para dormir lá em casa. Ela e Rosalie faziam da noite das garotas um belo prêmio para mim.
Quando as duas estavam dormindo, Bella seguia de fininho para meu quarto, e ficávamos horas nos beijando e nos tocando.
Amanhã seria o seu aniversário. Ela estaria completando dezoito anos. Eu já tinha em mente o que daria como presente de aniversário, e contava com a ajuda de Esme e Alice. Bella já havia me dito há alguns dias que estava praticamente pronta. Então, decidi que essa data seria inesquecível.
Lá estava eu, em plena quinta-feira, sentado no sofá aconchegante da minha casa com Jasper e Emmett ao meu lado, vendo Rose e Alice tentando convencer a Bella de ir ao shopping amanhã.
-Alice, eu não quero passar o dia todo num shopping com sacolas e mais sacolas em meus braços!
-Mas Bella, por favor, vamos fazer compras! É seu aniversário e você precisa de roupas novas! Será divertido. –implorou Alice.
-Bella, qual é! Talvez poderemos até comprar umas coisinhas... –murmurou Rose, e Emmett deu uma gargalhada com a malícia em sua voz. Cara, esse dois só pensavam em sexo?!
-É Bellinha, compre algumas lingeries sexies para Edward! –e voltou a gargalhar ruidosamente. Dei um tapa em sua nuca e o adverti com o olhar.
-Por favor, Bella. Por mim. Não é todo dia que se comemoram dezoito anos. Vamos nos divertir muito. –pediu Alice com cara de cachorro pidão. Bem, eu esperava que Bella aceitasse, pois tudo fazia parte do plano. Bella suspirou derrota e sussurrou um breve "Sim", fazendo Alice e Rosalie gritarem animada e dar beijinhos uma nas outras. Bella olhou-me pedindo ajuda, e resolvi que era hora de livrá-la daquelas histéricas. Levei-a ao meu quarto, não sem antes ouvir assovios maliciosos de Emmett e Jasper.
Abri a porta e dei passagem para que ela entrasse, sentando-se logo na cama. Arrastou-se até o centro da cama, retirando seus sapatos no processo. Fechei a porta e tranquei. Não queria nenhuma interrupção ou invasão de algum tipo de momento fodidamente íntimo.
-Querida? –chamei-a. Ela olhava a paisagem fora da janela. O outono já havia chegado a Londres. As árvores possuíam poucas folhas amarelas e secas, o restante caído ao seu redor; os dias já não eram muito ensolarados, apenas nublados com ventos gelados, suficiente para sair devidamente agasalhado. Mas, apesar de tudo, a vista ainda era linda.
-Sim, Edward?
-Está tudo bem?
Ela mordeu o lábio e desviou o olhar para o edredom dourado da minha cama. Suspirou antes de voltar seu olhar para meu rosto, carregado de hesitação e carinho.
-Edward, estou um pouco ansiosa em relação ao meu aniversário. Como se algo fosse acontecer e eu não soubesse disso. –tencionei-me levemente, mas recompus a postura. Merda, agora Bella desconfia de algo! –Mas não algo ruim. É como se fosse acontecer e mudar minha vida para sempre. E estou feliz porque poderei comemorar a data ao seu lado. Sabe, estarei completando dezoito anos, tornando-me finalmente adulta ao lado da pessoa que mais amo. E ao lado dos meus amigos também. Eu sempre agradeço por ter você e sua família ao meu lado, ou eu não seria quem eu sou hoje e não teria reencontrado pessoas muito importantes para minha família, ou o que sobrou dela... –desabafou. –Fico feliz que Alice e Rose sempre estão aqui comigo, mas às vezes não gosto que queiram sempre me tratar como uma boneca de porcelana. E justo no meu aniversário!
-Bella, Bella! Calma, amor, eu estou aqui. –e a abracei em seguida, com ela enterrando seu rosto em meu peito. Ela não chorou, mas ficou ali recebendo meus afagos e carinhos, ouvindo meus sussurros tranquilizadores.
Ficamos um bom momento ali abraçados, deixando todas nossas preocupações esvaírem-se. Senti seu corpo relaxar e encarei-a. seus olhos chocolates exibiam um brilho amoroso e belo, fazendo meu coração saltar no meu peito.
Acariciei sua bochecha suave e rosada, deliciando-me com sua maciez feito seda. Encostei minha testa à sua, nossos narizes se tocando. Ela suspirou, banhando meu rosto com seu hálito delicioso e doce.
Levei meus lábios ao seu pescoço, tirando suavemente seu cabelo que estava para o lado dali. Desci e subi ao seu lóbulo, dando beijo e mordidas leves, arrancando gemidos baixos dela. Beijei a linha do seu maxilar lentamente, sem deixar nenhum pedaço de pele de fora.
Subi meus lábios para sua bochecha, e agarrei sua cintura, sentando-a em meu colo. Ela gemeu ao sentir minha ereção latejante, e jogou seus braços em meu pescoço, aproximando-me mais ao seu corpo. Beijei os cantos dos seus lábios e passei a língua sobre eles, antes de atacá-la com um beijo fervoroso.
Ela gemeu alto, pressionando seu corpo ao meu. Seus dedos puxavam firmemente meus cabelos, enlouquecendo-me. Meu aperto em sua cintura intensificou-se, e movi para seu bumbum perfeito. Nunca, nem mais belas modelos do mundo, eu tinha visto um bumbum tão redondo e empinado como o de Bella. Cabia perfeitamente em minhas mãos.
Deitei-a sobre a cama, ficando por cima de seu belo corpo. Nossos beijos eram frenéticos, viciantes e apaixonantes. Carregados de desejo e luxúria, mas ainda tinham o carinho e romantismo característico do nosso amor.
Ficamos nesse amasso, apenas de beijos e mãos bobas, sem masturbação ou outra coisa do gênero. Isso foi bom e ao mesmo tempo ruim. Bom porque foi algo mais romântico e carinhoso. Ruim, pois não pude aproveitar direito com minha namorada. Mas tudo estaria reservado para amanhã, que seria recheado de amor, desejo, cumplicidade, luxúria e descobertas.
#BPOV#
Hoje.
13 de setembro.
Meu aniversário.
Completos dezoito anos.
Tudo isso caiu em cima de mim quando acordei com o barulho do meu alarme. Eu estava completando meus dezoitos anos, atingindo a idade adulta.
O pensamento me levou a Edward.
Finalmente éramos maiores de idades, podendo aproveitar nosso namoro de qualquer forma, por nossa livre e espontânea vontade.
O pensamento trouxe um sorriso malicioso aos meus lábios. Logo comecei a lembrar do membro longo, grosso e belo de Edward.
Bella, controle seus pensamentos! Mal acordou e já está sendo uma pervertida? , repreendi a mim mesma. Suspirei e coloquei minha escova de dente no suporte. Mal saí do banheiro e vi meu pai e Zafrina adentrando meu quarto. Esta carregava uma bandeja repleta de comida e um pequeno embrulho, assim como meu pai.
-Feliz aniversário! –entoaram juntos. Fui pega de surpresa com a aparição deles e a extrema gentilidade. Realmente eu amo a minha pequena, mas amável, família!
Recuperei-me do choque e dei-lhes um sorriso. Zafrina depositou a bandeja delicadamente em minha cama, vindo me abraçar.
-Oh Bella, estou muito orgulhosa por você está virando legalmente uma mulher. Desejo-lhe tudo de bom e do melhor. Aqui está seu presente. –entregou-me o embrulho prateada. Era um pacote leve, mas não pesado. –Espero que goste.
Antes de abrir seu presente, depositei-o na cama e virei-me para meu pai, que observava tudo sorrindo. Seus olhos exalavam orgulho e um amor fraternal tão intenso que trouxe uma leve umidade aos meus olhos. Pisquei antes de avançar e lhe dar um grande e apertado abraço.
-Feliz aniversário, querida. Não sabe o quanto estou orgulhoso por você. Eu te amo minha pequena. –sussurrou ele em meu ouvido, abraçando-me gentilmente. Lágrimas caíram dos meus olhos com suas breves, mas lindas palavras. Abracei-o com mais força, enquanto ele enterrava seu rosto em meu pescoço.
-Eu também te amo papai. –sussurrei-lhe. Afastei-me e meu pai manteve suas mãos em meus ombros, analisando meu rosto.
-Olha como você está linda filha. Sua mãe deve estar muito orgulhosa de você neste momento. Eu nunca poderia desejar uma filha melhor. Fiquei muito feliz quando encontrou seu Edward. Desde então, nunca a vi tão radiante antes.
Apenas balancei minha cabeça, enquanto mais lágrimas escorriam pelas minhas bochechas rosadas. Meu peito vibrava com o de felicidade, mas com uma pontada de dor por minha querida e desconhecida mãe não estar presente. Apesar de tudo, eu sentia falta de ter uma mãe ao meu lado.
Afastei aqueles pensamentos dolorosos da minha mente e sentei-me a minha cama, curiosa para ver que presente eu havia ganhado. Primeiro, peguei o pacote de Zafrina, rasgando o embrulho rapidamente, revelando um livro. E não era qualquer livro, mas sim um dos livros que mais desejava, A Infiltrada. (N/A: Sim, estou louca para ler o romance de Natália Marques. Pena que na época eu ainda não lia fanfics e não pude ler a história. Agora tenho que esperar ter dinheiro para comprar o livro ¬¬)
-Oh, muito obrigada Zafrina! Realmente adorei o seu presente. Estava muito ansiosa para comprar esse livro, mas ganhei de você. Muito obrigada! –agradeci a ela, dando um leve abraço.
-Oh, não foi por nada, querida. Apenas comprei-lhe um livro que tanto quer ler.
Ri com suas palavras e virei-me para o embrulho azul do meu pai. Eu estava muito curiosa para abrir o presente. Peguei e abri, ficando em estado de choque ao ver o conteúdo.
Era uma pequena caixa de madeira cara, com safiras incrustadas, criando um belo desenho. Dentro, havia um colar e um par de brincos de prata. Os brincos eram simples diamantes pequenos, com poucos quilates. O colar era uma espécie de flor de cerejeira, creio eu, em diamantes também. Eram pequenos, mas lindos e delicados. Notei também uma nota ali.
Querida Bella,
Mesmo não podendo estar presente ao seu lado filha, estou orgulhosa por minha querida filhinha estar completando dezoito anos. Tenho certeza de que está mais bela que qualquer deusa. Afinal, é minha primeira e única filha, meu bem mais precioso do mundo, junto de Charlie, seu pai.
Ganhei esse colar e os brincos de seu pai quando completei dezoito anos. Eu tinha ficado tão feliz, filha! E agora, mesmo estando grávida de você, aos sete meses, doente e feliz por estar ao lado do meu marido e com minha filhinha segura em meu ventre, desejo que esse presente seja repassando a você, querida.
Tenho certeza que já deve ter encontrado um homem que a ama mais que tudo. Ma, se não, ele chegará na hora certa.
Feliz aniversário!
Da sua querida mãe,
Renée.
Eu não conseguia controlar minhas emoções. Eu chorava copiosamente. Soluços rompiam do meu peito, enquanto eu lia novamente a nota deixada pela minha querida mãe antes de ela falecer. Meu coração estava tomado de tristeza e compaixão, batendo furiosamente em meu peito.
Senti os braços do meu pai ao meu redor, suas lágrimas silenciosas juntando-se as minhas. Ao longe, pude ouvir a campainha e vislumbrar Zafrina descer as escadas para atender a porta. Abracei de volta meu pai, e tentei controlar minha respiração.
Quando estive mais controlada, desvencilhei-me do meu pai, olhando seus olhos levemente vermelhos. Ele apenas olhava-me triste, mas feliz e amoroso.
-Bella... quando sua mãe completou sete meses de gestação, escreveu essa nota e pediu-me que, quando nossa filhinha nascesse e completasse dezoito anos, queria que eu lhe desse o presente que havia lhe dado quando também fez dezoito anos. Sua mãe e eu já estávamos juntos na época. E depois de muito trabalho, comprei-lhe os brincos e o colar. Eu os achei tão delicados que não pude resistir vislumbrar eles em sua mãe. Comprei sem hesitar, e Renée havia adorado o presente. Nunca deixou de usá-los. Mas ao saber que estava muito doente e que poderia não resistir ao parto, decidiu passá-los à sua primogênita. E esperei até que esse dia chegar, Bella, para realizar seu desejo.
Abracei-o mais uma vez, um sorriso tomando meus lábios. Olhei meu pai mais uma vez, e agradeci ao presente.
Guardei-os seguramente em meu porta-joias. Meu pai pediu licença e retirou-se do meu quarto, juntando-se a Zafrina e ao visitante no andar inferior.
Desfrutei do meu delicioso café preparado por Zafrina. Havia ali panquecas, torradas, bacon, chá e leite com Ovomaltine. Estava tudo um paraíso.
Tomei um banho rapidamente para tirar os vestígios das lágrimas e logo me vesti. Ouvi uma batida em meu quarto e uma voz melodiosa e rouca soar.
-Posso entrar, querida?
Suspirei e um sorriso enorme apareceu em meus lábios. Abri a porta e dei de cara com meu deus grego particular. Edward olhava-me vitorioso e amoroso. Seus belos olhos esmeraldinos brilhando, sua mandíbula quadrada e máscula destacando-se. Suas bochechas magras estavam com um tom leve de pêssego. Seu nariz reto e anguloso, seus lábios finos, mas cheios, e vermelhos, exibiam seu belo e fascinante sorriso torto. Vestia uma calça escura e uma camiseta do Iron Maiden. Em seus pés, seus inseparáveis All Star cinzas.
-Bom dia namorada. Posso desejar-lhe um feliz aniversário?
Nem respondi à sua pergunta, apenas lancei-me em seus braços e o beijei com fervor. Logo nos separamos por falta de ar. Edward largou seus lábios dos meus, olhando-me deslumbrado, ambos ofegantes.
-Feliz aniversário, querida.
-Muito obrigada. Fico feliz que tenha vindo me visitar. É realmente prazeroso comemorar aniversários. Assim você é sempre mimada, apesar de que em breve envelhecerá.
Edward riu e depositou um leve beijo em minha bochecha, e logo eu estava rubra. Este homem ainda iria tirar-me a insanidade.
Ou a tiraria novamente, já que a havia perdido várias vezes durante os maravilhosos orgasmos que ele me proporcionou.
Puxei-o para o meu quarto tentando acalmar minha respiração. Ele sentou-se em minha cama enquanto eu terminava de me arrumar. Percebi que não carregava nenhum embrulho, e fiquei curiosa. Será que ele não me presentearia? Ou está planejando alguma surpresa para mim? Não verbalizei meus pensamentos, mas esperava que não fosse nenhuma festa.
Arrumei minha mochila e peguei na mão de Edward. Despedimo-nos do meu pai e de Zafrina, que desejaram sorte à mim. Fui para a escola no Volvo de Edward, segurando sua mão durante todo o percurso.
Lá fui parabenizada por Alice, Rose, Jazz e Emm, que me deram belos presentes. Alice havia me dado uma pulseira da amizade, assim como para Rosalie. Esta me deu um conjunto de lingerie vermelha, que me fez corar absurdamente, enquanto Edward deliciava-se com o presente. Emmett não poderia ter sido pior: um vibrador preto e um frasco de gel lubrificante. Foi preciso muito esforço para não sair correndo de vergonha, receando que alguém a nossa volta tivesse visto tudo. Mas consegui dar uns bons tapas nele.
Jazz havia me dado uma coleção de CD's limitada do Nirvana. Eu fiquei muito feliz. Todos os presentes foram guardados muito bem no carro de Edward, principalmente os de Rosalie e de Emmett.
Infelizmente tive que ouvir provocações de Tanya e Victoria quando fui ao banheiro durante o intervalo. Apenas retruquei-lhes, mas não haviam desistido. Apenas ignorei o seu último insulto, quando estavam saindo do banheiro.
"Acho bom que aproveite esse seu namorado, otária."
Logo depois da aula, tive que suportar Alice e Rosalie durante uma "passadinha" no shopping. Elas haviam me feito comprar algumas roupas e tinham passado na Victoria's Secret. Compraram cinco pares de lingerie e cremes corporais, e não consegui refreá-las.
Logo Alice havia me levado para minha casa e levaram-me direto ao meu quarto. O que estava acontecendo aqui?
Elas apenas mandaram-me tomar um longo banho. Vesti um dos conjuntos que compraram. Era o mais simples, mas sexy. Era composto de um sutiã e uma calcinha de renda azul bebê. Tive que vestir também uma saia preta e meio rodada, no meio das minhas coxas. Não era muito curta. Vesti também uma blusa branca e calcei um par de sapatilhas. Elas arrumaram meu cabelo, deixando-o em ondas suaves e brilhantes. Tinham feito também uma leve maquiagem.
-Alice, que diabos é isso? Por que estou toda arrumada? É algum tipo de evento de gala?
-Bella, não é nada disso. É apenas a surpresa que Edward preparou para você. –e deu uma piscadinha para mim, trocando um olhar malicioso com Rosalie. Riram levemente, e fiquei frustrada e confusa. Por que é que ninguém me dizia o que está acontecendo?
De repente a campainha tocou e Alice gritou eufórica. Ela puxou minha mão e levou-me para o andar inferior, seguindo de Rosalie. Quando vi Edward ali, arfei.
Ele estava ali sentado ao lado do meu pai no sofá, um lindo sorriso tomando seus lábios ao me encontrar. Vestia uma calça escura e uma camisa de botões vermelha. Segurava um lindo buquê de flores de cerejeira. Estava magnífico!
Eu ainda estava inebriada com sua beleza para perceber Alice me levando a ele. Sorria como uma boba. Eu era muito sortuda por amar um homem tão magnífico e românico que, por sorte, me amava com igual intensidade.
-Feliz aniversário, Bella. –e entregou-me as flores. Levei-as ao meu rosto, sentindo a fragrância suave das delicadas flores. Voltei-me para ele e dei-lhe um sorriso tímido, seguido de um leve selinho. Eu não me precipitaria com meu pai no mesmo ambiente.
Pedi que me aguardasse para colocar as flores em um vaso com água. Encontrei um belo vaso transparente e pousei as flores ali com água, o aroma impregnando a cozinha e, consequentemente, eu.
Voltei para a sala e Edward me esperava pacientemente. Alice e Rosalie olhavam tudo com um pouco de malícia, lançando olhares a mim e a Edward. Papai se levantou e me deu um grande abraço.
-Espero que aproveite bem esta noite, querida. Aposto que vai adorar tudo. –sussurrou em meu ouvido, dando uma piscadinha. Franzi o cenho, confusa.
-Vamos, Bella?
Fui tirada do transe pela voz de Edward clamando-me. Assenti e despedi-me de todos, seguindo Edward em direção ao seu carro. Como o bom cavalheiro londrino que é, abriu a porta do passageiro para eu entrar. Acomodei-me no assento de couro bege confortável, esperando Edward entrar.
Ligou o carro e saiu dirigindo pelas ruas. Não me dei ao trabalho de perguntar para onde estávamos indo. Se for uma surpresa, então eu deveria esperar pacientemente, mesmo que a curiosidade estivesse me matando.
Fiquei surpresa quando Edward estacionou na garagem de sua casa. Os carros de Carlisle, Emmett e Alice não estavam ali.
-Sei que acha estranho. Mas tudo isso faz parte da surpresa. –murmurou. Ele desceu do carro e mal tive tempo de processar as palavras, pois ele já estava ao meu lado abrindo a porta para mim.
Subimos a escada que dava para o interior de casa, e Edward guiou-me para a sala de jantar.
O local estava iluminado a luz de velas, espalhadas por ali. Na mesa, um castiçal de prata adornava velas vermelhas e aromáticas. Um pequeno jantar estava posto. Era muito bonito.
-Decidi dar um belo jantar romântico como presente para minha namorada, e claro, há outros apetrechos...
Apenas assenti levemente, ainda chocada com toda sua gentileza. Apenas senti-o levando-me para a mesa. Puxou uma cadeira para mim, e logo sentei. Ele sentou ao meu lado, e começou a nos servir. Comemos harmonicamente, trocando algumas palavras e conversando sobre nosso namoro.
Quando terminamos, Edward levantou-se e foi até um pequeno aparelho de som que não tinha visto. Uma música suave encheu o ambiente, trazendo ainda mais paixão ali.
-A senhorita me daria à honra de dançar contigo?
Suspirei com seu jeito galante, e logo o ambiente não era apenas romântico. Uma leve tensão sexual adornou o ar. Aceitei seu convite e logo estávamos dançando, mesmo com meu jeito desengonçado.
Edward era um ótimo dançarino, e conduzia-me como um profissional. Nossos corpos estavam muito próximos, nossas cabeças inclinadas uma sobre a outra. Ele depositou um beijo em minha testa, percorrendo o caminho pela minha bochecha, pousando em meu pescoço. Inclinei-me para dar-lhe mais acesso.
Ele dava leves mordidinhas ali, suspirando e beijando. Seu hálito fazia cócegas em mim, arrepiando-me inteira. Joguei meus braços em seu pescoço, pressionando meu corpo ao seu. Gemi quando senti sua ereção em meu ventre. Ficamos dançando assim, sentindo nossas intimidades roçarem com seus beijos em meu pescoço até a música terminar.
Edward pegou meu rosto entre suas mãos e me beijou com um ardor indescritível. Mesmo com o ar faltando em nossos pulmões, ele pegou-me no colo e desceu seus beijos para meu pescoço. Saiu da sala e subiu as escadas em direção ao seu quarto. Quando abriu a porta, avaliei tudo maravilhada.
Iluminadas pelas velas aromáticas, o chão e sua cama estavam cobertos de pétalas vermelhas. Os lençóis eram brancos e vermelhos.
Agora eu realmente entendi o porquê de Alice insistir em comprar lingeries.
-Você havia me dito que já estava pronta, então pensei que poderíamos ter nossa primeira vez em seu aniversário. Nada que uma ajudinha de Esme e Alice.
Lágrimas brotaram de meus olhos. Ele era tão atencioso! O modo como ele havia dito "nossa primeira vez" era tão delicado. Simplesmente eu amava demais aquele homem.
Beijei-o como nunca o beijei antes. Parecíamos um só de tão juntos que estávamos. Num instante, eu estava deitada na cama, com Edward pairando cuidadosamente sobre mim. Em busca de fôlego, ele separou nossos lábios, encostando sua testa a minha.
"-Prometi que iríamos tentar. –sussurrou ele, tenso de repente. –Se...se eu fizer alguma coisa errada, se eu machucá-la, você deve me dizer na hora.
Assenti solenemente, mantendo os olhos nos dele.
-Não tenha medo –murmurei. –Nós pertencemos um ao outro.
De repente fui dominada pela verdade de minhas palavras. Aquele momento era tão perfeito, tão correto, que não havia dúvidas " *
Ele voltou a me beijar intensamente, suas mãos vagando pelo meu corpo, acariciando todos os pontos. Eu puxava levemente seus cabelos, contorcendo-me embaixo de si. Dei um suspiro alto quando ele tocou meus seios.
Ele levantou-se e lentamente, abriu os botões de sua camisa, deixando visível seu peito musculoso.
Logo me sentei, tirando minha blusa também. Fiquei de pé e tirei minha saia e sapatos, revelando a lingerie que eu vestia. Edward soltou um gemido animalesco, e pousou sua mão sobre seu membro duro, massageando-o.
De modo sincronizado, aproximamo-nos um do outro. Suas mãos percorreram minhas costas, pousando em meu bumbum. Colei meu corpo ao seu, sua latejante ereção em minha barriga.
-Acho que está muito vestido, Edward. –sussurrei. Ele grunhiu e começou a desabotoar seu cinto. Fiz o serviço por ele e jogando o objeto em algum canto do quarto. Desabotoei sua calça, livrando-o dela.
Seu pênis ereto estava coberto por uma cueca boxer preta, que mal cobria sua excitação evidente. Engatinhei até a cama, estabelecendo-me entre os travesseiros. Edward subiu na cama como um predador, pairando sobre mim.
Beijou-me fortemente, suas mãos massageando meus seios cobertos pelo sutiã. Comecei a gemer em seu ouvido, e logo Edward me seguia. Desceu seus beijos pelo meu pescoço e com suas mãos, tirou meu sutiã.
Suspirou ao ver meus seios tenros com os mamilos endurecidos. Começou a sugar um deles e a massagear o outro com a mão. Minha pulsação martelava em meus ouvidos, e perguntei-me se Edward podia senti-los. Meu quadril havia ganhado vida própria, esfregando-se em Edward.
Ele continuou me beijando, e desceu mais ao sul, parando próximo ao meu umbigo. Deu uma pequena lambida ali e gemi com o gesto ousado. Ele certamente tinha o dom de me torturar lentamente.
Quando estava perto da minha calcinha, olhou-me e deu uma piscadinha, antes de puxar a calcinha com os dentes e rasgá-la. Seus olhos verdes escurecidos encaravam minha boceta com desejo, puro e primitivo.
No momento seguinte, ele estava sugando meu clitóris com firmeza, fazendo-me gemer alto. Com seus dentes, puxou-o levemente, deixando-me a beira do orgasmo.
Ele mudou sua língua para a minha fenda e passou a me penetrar rapidamente, seu polegar pressionando meu clitóris. Meu sangue bombeava em minhas veias, meu ventre com um nó intenso. Minhas paredes logo estavam apertando a língua de Edward, e gozei loucamente, gemendo alto o nome de Edward.
Edward bebeu todo o meu prazer avidamente, não deixando nenhuma gota entre minhas pernas. Eu estava ofegante de arrebatador orgasmo que tive, meu peito subindo e descendo. Eu estava levemente suada, enquanto Edward mantinha apenas um olhar vitorioso e arrogante até. Ele era muito exibido quando me dava um orgasmo daquele. Mas agradecia profundamente.
-Amor? Já está melhor?
-Melhor do que já estou não posso estar. –murmurei com um sorriso satisfeito em meus lábios. –Mas acho que você está vestido demais, querido...
Ele apenas rosnou e livrou seu membro da apertada boxer. Seu pau pulou para fora, exibindo toda a glória máscula. Ele logo estava por cima de mim, seu pau roçando minha boceta. Gememos com o contato.
Ele passou a pincelar seu membro em meu clitóris, trazendo prazer a ambos. Com grande esforço, apoiei-me em meus cotovelos para visualizar nossos sexos. A visão me fez gritar e jogar a cabeça para trás. Seu membro longo e grosso tinha sua cabecinha roçando meu clitóris com firmeza. Sua dureza apenas inchava mais o pequeno monte de nervos. Seu rosto exibia um semblante de prazer e desejo, seus olhos semicerrados e o maxilar travado.
Infelizmente ele parou os movimentos. Gemi de frustração, mas logo ele abriu a gaveta do seu criado-mudo e tirou um preservativo. Meu rosto logo ficou vermelho. Realmente iríamos fazer sexo? Meu corpo tencionou-se levemente.
-Calma Bella. Vai ser bom. Prometo que serei paciente. Mas não posso prometer que irei durar muito quando eu estiver dentro de você.
Apenas assenti enquanto abria minhas pernas para estabelecer seu corpo. Ele posicionou seu membro em minha vagina, e logo foi entrando devagar. Seus movimentos eram lentos. Nossas respirações ofegantes e pesadas eram o único som presente no quarto.
Quando ele chegou perto da minha barreira, ele parou para que eu me acostumasse com seu volume imenso. Ele esperou alguns segundos antes de ultrapassá-la. Senti uma pontada de dor e exclamei. Era como se estivesse sendo rasgada ao meio. Uma lágrima escorreu pela minha bochecha, e Edward logo a enxugou.
-Desculpe, querida. Não queria que passasse por essa dor. –sussurrou ele.
Ele manteve-se parado até minha dor passar. Quando um leve prazer começou a tomar conta, arqueei minhas costas e me movimentei um pouco. Ele logo entendeu o recado e começou a movimentar-se, um leve vai e vem.
Gememos alto e ele continuou seus movimentos. Impulsionei meus quadris para acompanhá-lo nos movimentos. Com toda a minha excitação, ele deslizava prazerosamente dentro de mim.
Apoiou suas mãos na cabeceira da cama e seus movimentos ficaram mais fortes. Nossos suores misturavam-se, criando um cheiro incrível. Apoiei-me em seus ombros e gemi alto. Edward soltava alguns gemidos animalescos quando dava beijos em meu pescoço e seios. Enlacei minhas pernas em sua cintura e ele aprofundou-se mais ainda em mim.
Gememos alto e nosso ritmo tornou-se frenético. Arranhei suas costas e ele silvou de dor, mas seu rosto emitia uma expressão alenta de prazer. Seus olhos escurecidos refletiam todo o meu amor e desejo por ele.
-Edward...hummm, isso é tão bom... –gemi em seu ouvido. Ele rosnou em resposta e levou uma de suas mãos a base das minhas costas e aproximou nossos corpos.
Eu estava à beira do ápice. Minhas paredes internas apertavam o membro de Edward, que pareceu ter ficado maior. Nossos gemidos intensificaram-se altamente, enquanto nos movimentávamos freneticamente em busca do prazer.
Ambos gememos loucamente quando gozamos juntos. Eu mordi o ombro de Edward enquanto a onda orgástica me tomava, enquanto ele beijava e mordiscava meu pescoço.
Quando aquela sensação indescritível passou, Edward tomou meu rosto em suas mãos e me beijou fervorosamente. Ele ainda estava dentro de mim. Ficamos nos beijando por longos minutos até ele sair de mim. Logo me senti vazia sem ele.
-Bella...não sei dizer como foi essa noite... você foi incrível...
-Eu adorei você Edward. Nunca pensei que seria algo tão maravilhoso! Obrigada. –sussurrei.
-Eu te amo.
-Eu te amo também, querido.
E assim, dormimos entrelaçados, sorrisos satisfeitos enfeitando nossos lábios.
Nota da autora: Gente! O capítulo chegou! Finalmente! E aí, gostaram da primeira vez deles? Se não ficou legal, podem me dizer nos reviews, mas sem esculachar!
Eu não postei antes porque, além do capítulo não estar escrito, meus estudos estão cada vez mais exigentes. Esses dois meses serão pura correria para mim. Tentarei ao máximo escrever, e não demorar tanto assim da próxima vez.
Obrigada por todos estarem lendo a fic.
Quero divulgar a minha nova fic, Sweet Fire: s/ 8594800/1/Sweet-Fire (retirem os espaços)
Bjos, Chelley
