Olá leitores!
A partir desse capítulo como havia mencionado no anterior eu vou começar a contar como o Sesshoumaru e a Rin se conheceram e se apaixonaram ainda que eles não soubesse disso naquela época.
O texto está em itálico e continua sendo narrado em terceira pessoa, apesar disso vocês devem interpretar como se o Sesshy estivesse contando ao pai sobre o que aconteceu.
Boa leitura!
Naquele verão Sesshoumaru havia retornado aos Estados Unidos depois de anos sem pisar naquele país, para fazer uma especialização. Ele havia se formado com honras na universidade mais conceituada do Japão e há cerca de dois anos atuava como médico no Hospital Central de Tóquio, considerado modelo no país e que pertencia a sua família. Logo ao término do curso de graduação ele fez o mestrado conciliando o curso com o trabalho no hospital, mas o jovem queria mais. Era tão apaixonado por seu trabalho e sua profissão que estava sempre buscando aprimoramento e não se cansava das pesquisas ou o que fosse necessário para torná-lo um profissional melhor.
Sesshoumaru ficou durante três anos, envolvido em pesquisas conjuntas na área de neurocirurgia entre a Universidade de Tóquio e a Universidade de Harvard nos Estados Unidos e no último ano ele viajou a cidade americana de Boston onde deu andamento às pesquisas e a sua especialização no Massachusetts General Hospital vinculado àquela Universidade. Ao final do programa Sesshoumaru tinha seu doutorado somando-se as horas de estudos, pesquisas e residência médica. Apesar de jovem ele já alcançara um nível bastante elevado no meio e detinha o respeito de todos como profissional e confirmava o conceito de seus mestres que diziam que ele era brilhante.
O jovem se preparava para retornar ao Japão e rever a família e amigos, ainda teria um mês inteiro de férias antes de voltar ao trabalho no hospital, queria aproveitar esse tempo para descansar. Ele estava no apartamento em que morava em Boston quando recebeu um telefonema.
- Hello?
- Hello?! Ah é mesmo esqueci que estamos na América. Sou eu Bankotsu.
- Eu sei que é você cara. O que houve?
- Liguei pra te fazer uma proposta.
- Proposta?
Bankotsu também estava nos Estados Unidos naquele período só que em outro estado. Tinha ido visitar uma parte de sua família que havia migrado para aquele país. Ele e Sesshoumaru sempre conversavam, eram amigos desde a faculdade.
- É uma proposta tentadora... – Falou rindo. – Nós alugamos uma casa para passar vinte dias no Havaí. O que me diz?
- Nós quem?
- Eu e meu irmão, além de um amigo e do seu irmão caçula.
- Você quer que eu passe vinte dias debaixo do mesmo teto que Inuyasha. Ficou louco?
- Ah qual é? Não pode ser tão ruim assim, além do mais ele não vai ter tempo de perturbar você porque nós teremos festas atrás de festa e nós dois sabemos o quanto seu irmãozinho junto com o meu irmãozinho adora uma farra.
- Não sei, não...
- Vamos Sesshoumaru, você está precisando de umas férias. Passou três anos enfurnado em laboratórios e hospitais, tá na hora de relaxar. Você já conseguiu o que queria.
- Quando vocês vão?
- Amanhã de manhã. Inuyasha e Suikotsu já estão a caminho para receber as chaves da casa e preparar tudo para quando chegarmos.
- Tudo bem. Eu vou aceitar essa proposta indecente.
- Isso aí. Nós podemos nos encontrar no aeroporto, daí alugamos um carro e vamos juntos até a casa. Vamos nos divertir muito, mal posso esperar por essas férias.
- Um monte de caras numa casa de praia... não sei porque, mas acho que vou acabar me arrependendo disso. – Sesshoumaru disse divertido causando risos ao amigo.
- Não seja por isso. Com certeza vai haver lindas mulheres lá e nós podemos convidá-las para ficar com a gente.
- Eu já tenho uma mulher Bankotsu, você esqueceu?
- Claro que não, mas você ainda não se casou e até lá essa pode ser sua última oportunidade de se divertir antes de ser "amarrado". - Falou irônico - Bom, eu vou indo tenho que arrumar minhas malas.
- Ok. Amanhã nos vemos então.
Os dois jovens despediram-se e Sesshoumaru se deitou na cama pensando no que aconteceria nessa viagem. Seria como nos tempos de colégio quando todos os amigos viajavam juntos e se divertiam entre festas e namoros. Ele gostava daquela época sem preocupações.
Antes de dormir o jovem pegou o telefone e discou um número. A chamada demorou a ser atendida, mas logo uma voz feminina foi ouvida.
- Moshi, moshi?
- Izayoi?
- Sim? Oh, meu filho, tudo bem?- Ela indagou finalmente reconhecendo a voz.
- Tudo bem sim. Eu liguei para dizer que vou retardar a minha volta.
- Por que querido?
- Eu vou ao Havaí e devo passar pelo menos duas semanas lá.
- Ao Havaí? Seu irmão também vai para lá, isso não é uma coincidência, é?
- Não. Bankotsu e alguns amigos alugaram uma casa para passar a temporada e me chamou eu resolvi ir.
- Ah sim. Acho isso ótimo querido, você precisa descansar e aproveitar a vida. Não se vive só de trabalho e estudos.
- Pois é. Bankotsu acabou me convencendo.
- E a sua noiva já sabe disso? – A mãe perguntou em um tom que Sesshoumaru sabia exatamente o que significava.
- Não. Eu ligo pra ela quando estiver lá. – Respondeu despreocupado.
- Ela provavelmente não vai gostar nada disso meu filho.
- Provavelmente não, mas eu vou assim mesmo. Eu não a impeço de fazer nada, não controlo seus passos e não vou permitir que ela controle os meus.
- Está bem. Se ela me perguntar, eu digo...
- Diga que não sabe de nada. – falou seriamente.
- Certo. – Izayoi concordou.
- Nos vemos quando eu voltar então.
- Tudo bem. Ligue avisando quando vai chegar, está bem? Divirta-se e tome conta do seu irmão. – Sesshoumaru riu ao ouvi-la.
- Que irmão?
- Sesshoumaru?!
- Ou eu me divirto, ou tomo conta dele não dá para fazer as duas coisas. Ele está bem grandinho você não acha?
- É, ele diz o mesmo quando eu peço para que ele tome conta de você. – Sesshoumaru riu com mais vontade.
- Está bem Izayoi. Eu tenho que ir agora, diga ao papai que eu liguei.
- Eu direi não se preocupe.
- Ja ne. – Ele despediu-se em seu idioma natal.
- Ja ne querido.
No dia seguinte ao anoitecer, Sesshoumaru e Bankotsu aterrissavam no Aeroporto Internacional de Honolulu. Eles foram logo a uma agência e alugaram um carro colocando toda a bagagem ali e rumando para o local onde ficava a casa. Bankotsu já havia falado com o irmão mais novo pelo telefone e este havia confirmado que chegara bem e que a casa estava em perfeita ordem.
- Cara, o Bankotsu consegue ser chato quando quer. – Suikotsu disse após terminar a ligação com o irmão.
- Duvido que ele seja mais chato do que o Sesshoumaru. – Inuyasha retrucou.
- Talvez dê empate já que eles são tão amigos. – Os dois gargalharam enquanto terminavam de arrumar o que haviam comprado dentro da geladeira.
Logo Bankotsu e Sesshoumaru chegaram. No total seriam cinco rapazes na casa, além dos dois médicos e de seus respectivos irmãos mais novos, haveria um rapaz americano que era amigo de Suikotsu e que sempre passava férias no local, ele é quem organizara tudo e conseguira a casa para eles alugarem.
Sesshoumaru e o irmão mal se cumprimentaram quando se encontraram na casa, apesar de não se verem a pelo menos oito meses. O mais novo apenas o fitou com uma seriedade pouco comum a ele e nada disse. O mais velho seguiu para o quarto que lhe foi indicado e depositou as malas sobre a espaçosa cama. O quarto era amplo assim como toda a casa que era imensa. Ele seguiu para a janela e a abriu sentindo a brisa fresca balançar seus cabelos e observou maravilhado, a lua sendo refletida pelas águas do mar. O jovem sorriu e pensou que aquela talvez não tivesse sido uma má idéia afinal. Aquele lugar era simplesmente maravilhoso.
Naquela noite os rapazes se recolheram cedo, estavam cansados da viagem e cada um ficou em um quarto da ampla casa. Dormiram tranqüilos até a manhã seguinte quando os raios solares invadiram os quartos através das janelas que possuíam finas cortinas de cor clara.
Sesshoumaru foi despertado pelo som de seu celular, ele procurou pelo aparelho que estava sobre uma poltrona que havia ali e atendeu a chamada sem muita emoção quando identificou quem chamava pelo visor.
- Moshi, moshi? – falou calmamente.
- Amor, onde você está?
- Se você está me ligando há essa hora, e acho que já sabe onde eu estou. – o tom de voz dele era impassível, ele respirou fundo antes de continuar - Kagura ainda é madrugada aí, o que está fazendo acordada?
- Eu soube que você ficaria mais duas semanas fora porque iria passear no Havaí. Isso é verdade?
- É. Eu já estou no Havaí.
- O que? – ela disse num tom raivoso. – faz três meses que não nos vemos Sesshoumaru, eu estou ansiosa pra te encontrar e você ao terminar o curso ao invés de vir para casa vai viajar com seus amigos?
- Eu preciso descansar e não consigo fazer isso quando estou em casa. A oportunidade apareceu e eu aceitei. – Ele respondeu calmamente tentando controlar a irritação pelo tom utilizado pela mulher.
- Mas eu estou com saudades Sesshoumaru. – Ela disse chorosa. - eu quero tanto ver você.
- Eu logo estarei aí Kagura. Você não pode agüentar só mais alguns dias?
- Não. – respondeu emburrada. – amor eu preciso de você...
- Não faça tanto drama, são só alguns dias a mais.
- Você jura? – ela usava o tom manhoso de sempre quando queria alguma coisa.
- Eu juro. – ele falou sorrindo. – agora vá dormir, devem ser quatro da manhã aí.
- Quatro e quinze. – ela corrigiu. – Você me liga para dizer como estão as coisas?
- Ligo sim.
- Está bem, eu vou desligar. Eu te amo. – A mulher disse de forma provocante, mas ele não correspondeu.
- Ja ne.
...
Depois de encerrar a ligação, Sesshoumaru foi ao banheiro onde tomou um banho e depois colocou uma bermuda azul e camisa branca. Ele desceu logo depois e encontrou o irmão, Bankotsu e o americano reunidos na cozinha. Bankotsu preparava o café da manhã enquanto os outros dois estavam sentados à mesa conversando.
- Ohayou. – Sesshoumaru cumprimentou, ao que todos escutaram e se viraram para ele. – O amigo americano não fala nossa língua, não é?
- Não. – Bankotsu disse sorrindo. – é melhor falarmos inglês nesse caso.
- Ok. Good morning Brad. – Sesshoumaru disse olhando para ele.
O rapaz finalmente compreendendo o que lhe era dito respondeu prontamente.
- Good morning.
Daquele momento em diante ficou decidido que falariam inglês naquela casa a fim de não excluir o americano das conversas.
Uma semana passou rapidamente entre idas diárias à praia e passeios pela cidade à noite. As boates estavam cheias naquele período de alta temporada e os rapazes se divertiam muito em cada noite que passavam nelas.
Todos os dias impreterivelmente, Sesshoumaru recebia um telefonema de Kagura que se insinuava para ele por telefone à exaustão e cobrava-lhe o retorno ao lar o mais rápido possível.
Numa tarde após o almoço, Sesshoumaru e Bankotsu conversavam sentados na varanda da casa quando Inuyasha chegou dirigindo um dos carros que eles alugaram e Suikotsu o acompanhava.
- Eu tenho uma ótima pra gente hoje. – O caçula dos Taisho falou tão logo alcançou os mais velhos.
- Que ótima? – Bankotsu perguntou interessado, sabendo que Inuyasha era um mestre em arrumar coisas interessantes para fazer.
- Nós conseguimos entradas para uma festa exclusiva que vai acontecer hoje na boate Character. Eu soube que um grupo de modelos veio à cidade para fazer um ensaio e elas estarão todas nessa festa. – falou sorrindo maliciosamente.
Inuyasha tinha vinte e dois anos e desde a adolescência tinha um talento especial para se entrosar com as pessoas, fossem elas quais fossem de idosos a crianças, de executivos a freqüentadores de rave. Sua capacidade de se adaptar e compreender a peculiaridade de cada grupo era impressionante e havia algo de irresistível nele que atraía as pessoas e que o irmão mais velho não conseguia compreender, mas sabia que existia.
- Começo a gostar muito da idéia. Como você conseguiu isso? – Bankotsu perguntou.
- Ainda não inventaram alguma coisa que eu não possa conseguir se eu quiser. – Ele falou sorrindo e lançou um olhar sobre o irmão.
- Então está certo, vamos à boate hoje à noite.
Vendo que Sesshoumaru não se manifestara a respeito, Bankotsu o questionou.
- Você vai, não é?
- Não. – ele respondeu simplesmente.
- Não?? O que você vai ficar fazendo em casa Sesshoumaru?
- Qualquer coisa. - Disse sem se importar.
- Deixe-o Bankotsu. Sesshoumaru não sabe o que é se divertir. – Inuyasha provocou e pela primeira vez desde que chegaram ali o irmão olhou para ele nos olhos e o olhar não era nada amistoso. – Eu vou subir e tomar um banho – Inuyasha disse saindo dali.
A noite chegou e os rapazes foram à festa dispostos a só voltarem quando esta terminasse. Apenas Sesshoumaru ficou na casa como disse que faria. Ele era o único comprometido no grupo e circular por uma boate repleta de mulheres lindas seria tentação demais até mesmo para ele que podia ser considerado um homem bastante centrado e controlado.
...
Na boate, Inuyasha e os amigos entraram sem o menor problema como se fossem convidados vips, o caçula dos Taisho foi cumprimentado por um sem número de pessoas que pareciam conhecê-lo há anos. Quando chegaram eles foram até o bar onde pediram seus drinques e logo Inuyasha se aproximou de um grupo de belas mulheres, entre elas uma de feições asiáticas como as suas.
- Boa noite senhoritas. – falou cortês e recebeu um sorriso de cada uma delas.
- Boa noite. – responderam em uníssono com exceção da asiática que apenas os observava com atenção.
- Quero apresentar meus amigos. Estes são Bankotsu, Suikotsu e Brad. – Os três cumprimentaram as moças e logo Bankotsu desapareceu dali ao ser abordado por uma morena nativa da ilha.
- Ela é maravilhosa. – Disse Suikotsu a Inuyasha em japonês, pretendendo não ser compreendido. Ele se referia à bela e jovem nissei que estava acompanhada de outras duas mulheres. – É a mais linda de todas.
- Diga ao seu amigo que agradeço o elogio. – A mulher disse a Inuyasha no mesmo idioma e Suikotsu arregalou os olhos surpreso.
- Não sabia que você falava japonês. – Inuyasha falou à mulher.
- Eu falo japonês porque sou japonesa.
- É mesmo? – Ela apenas confirmou com a cabeça enquanto tomava um gole de seu drinque, depois exibiu um belo sorriso ao ver o quanto o jovem Suikotsu estava envergonhado. – Achei que você fosse apenas uma nissei. – Inuyasha concluiu.
- Não se preocupe... Suikotsu, não é? – Ela voltara a falar em inglês. – Eu fiquei lisonjeada com o que você disse. - Eu me chamo Rin, Nagasahi Rin. - ela estendeu a mão para ele.
- Prazer em conhecê-la senhorita Nagasahi. – O jovem falou da forma respeitosa comum em seu país e as mulheres que estavam próximas de Rin sorriram.
- Então nós somos irmãos de pátria?
- Exatamente.
- Interessante... – o jovem Taisho disse fitando a mulher com intensidade.
A noite toda passou tranqüilamente e durante muito tempo Inuyasha e a bela Rin conversaram, beberam, sorriram e se divertiram em companhia um do outro. Suikotsu, assim como o irmão mais cedo, fora para algum lugar com uma das jovens que estavam com Rin.
O dia já amanhecia quando eles finalmente deixaram a boate. Rin seguiu para o hotel em um dos carros que levaram as moças para lá e Inuyasha foi para casa de táxi.
Na manhã seguinte, aqueles que voltaram para casa ainda dormiam. Sesshoumaru acordou cedo e bem disposto, ele preparou o café da manhã e fazia a refeição sozinho até que Inuyasha apareceu na cozinha.
- Bom dia. – o mais novo disse e o irmão pôde perceber que ele estava chegando em casa naquele momento.
- Bom dia. - respondeu.
Inuyasha encarou o irmão e este o olhou seriamente arqueando as sobrancelhas.
- O que foi? – perguntou.
- Você perdeu uma festa e tanto.
- Não me diga.
- É sério. Tinha cada mulher linda...
- Você por acaso sabe o significado disso?- Sesshoumaru disse erguendo a mão direita e exibindo a aliança de ouro no dedo anelar.
- Sei e daí? Você está noivo, mas não está morto. Vai mesmo se casar com a Kagura?
- Não Inuyasha, eu a pedi em casamento pra curtir com a cara dela. – respondeu sarcástico.
- Sabe, eu até gosto da Kagura, ela é divertida e tal, mas ela pega muito no pé, não sei como você agüenta.
- Foi você quem contou a ela que eu viria para cá? – Sesshoumaru desconversou.
- Não, deve ter sido a mamãe. Se você demorar demais aqui é capaz dela pegar um avião e vir atrás de você.
Sesshoumaru manteve-se calado, ele sabia que aquela idéia não era tão absurda e ele próprio já havia considerado esta possibilidade, embora intimamente rezasse para que não acontecesse. Kagura era impulsiva e extremamente passional, ela tinha um ciúme doentio do noivo e se ele permitisse viveria grudada nele todo o tempo.
- Eu vou dormir um pouco, mais tarde quero ver a sessão de fotos que vai acontecer na praia. – O mais novo disse caminhando até sumir do campo de visão de Sesshoumaru.
Mais tarde Bankotsu, o último a retornar para casa, chegou. Ele parecia muito bem disposto e se tinha passado toda noite acordado em companhia daquela bela nativa, nada podia ser percebido em sua aparência.
- Achou o caminho de casa?- Sesshoumaru perguntou irônico enquanto sorria para o amigo.
- É meu amigo, eu fui surpreendido pelos encantos dessa terra. – O médico falou se sentando ao lado dele em uma das poltronas e colocando os pés sobre a mesa de centro.
- A noite foi boa então...
- Muito boa. Cara, que morena! Você devia ter ido, aposto que iria se divertir.
- Quem sabe na próxima.
- Ok. E os outros, onde estão?
- Por aí, só Inuyasha ainda está dormindo ele chegou pela manhã e ao contrário de você não parece ter dormido.
- É. Eu o vi conversando com algumas modelos lá na boate. Ficou rodeado por elas a noite toda, com uma em particular ele ficou bastante tempo.
Voltei!
Quais foram suas impressões sobre essa primeira parte?
Nossa o Sesshy é muito gabaritado, não? Que currículo impressionante! Talvez eu tenha até exagerado, mas ele é perfeito no anime então tem que ser "perfeito" aqui também. rsrs.
Numa viagem para descansar e curtir, o Sesshoumaru parece mais inclinado ao descanso mesmo, mas será que será todo o tempo assim?
Inuyasha é o rei da zoação, da farra e da mulherada rsrsrs. Ele já chegou à ilha se enturmando e fez dela seu novo lar.
Ah! Não posso deixar de comentar a primeira aparição da Vakura, que dizer, Kagura. Cheia de amor para dar ao Sesshy. Que foi gente? Há três meses eles não se vêem e ela está com saudades ora, vocês não sentiriam saudades dele se ele fosse de vocês? Eu lamento informá-las, mas ela ama o Sesshoumaru de verdade e ele tem um bom relacionamento com ela apesar de tudo, vocês verão. Isso vai mudar, é óbvio, mas vocês terão que aguardar para ver o desenrolar dos acontecimentos.
O que mais?... AH! A Rin, poderosa como sempre e toda segura de si ao conversar com os rapazes. Adoro a postura dela é elegante e observadora, ao mesmo tempo em que é carismática e cheia de vida, por isso vai se dar tão bem com o Inuyasha. Vocês já devem ter percebido o clima entre eles...
Acho que já falei muito, mas ainda quero agradecer a todas que me mandaram reviews. Adorei todos eles e fiquei muito satisfeita com a repercussão que a minha idéia do colar teve. Meu objetivo era criar algo emocionante e que realmente redimisse o Sesshoumaru pelo comportamento anterior dele com a Rin.
Ele a ama de verdade gente!
Beijos!
