N.A.: Só tenho uma coisa a dizer... Capítulo tenso, então preparem seus corações e um tenham uma ótima leitura. :)
Aviso: Capítulo contém Lemon, então se não goste fique alerta ou não leia, mas perderá parte da estória.
XIV
Já na estrada com Bobby ao volante, Dean no banco do carona e Alex no banco de trás todos começaram a ficar preocupados com a horrível tempestade de neve que caía.
- Essa nevasca está bem feia... - Dean falava com receio olhando para estrada que quase não dava para o tráfego, e pensando no seu irmão sozinho.
- Tenha calma, garoto! – Bobby disse tranqüilizando-o. – Nós já estamos chegando, eu conheço bem essa estrada pode ficar tranquilo, estamos quase chegando. – Olhou de relance para os meninos.
Bobby estacionou em frente à cabana e assim que chegaram, Dean e Alex correram, subindo as escadas da entrada e pararam, estranhando o fato de Sam não estar esperando por eles na varanda. Alex deixou sua mala no chão e nenhum deles entrou.
- O que aconteceu? – Disse Bobby com preocupação na voz.
- Bobby... – Alex disse com a voz calma e ao mesmo tempo alta por causa do som da nevasca. – Tem alguma coisa estranha.
- É claro que tem – disse o velho. – Nós estamos congelando aqui fora.
Dito isso eles entraram, Dean correu para o quarto de Sam, Alex foi para sala e ficou olhando para a lareira. De repente o loiro veio correndo de volta do quarto e gritando por seu irmão.
- Sam... Sammy! – Ele parou entre a cozinha e a sala encontrando com o velho. – Bobby você o viu?!
- A lareira está com algumas brasas. – Alex se juntou aos dois. – Foi usada, mas não há mais lenha.
- Merda, será que esse garoto saiu nessa nevasca... – Bobby olhou para Dean que subia correndo as escadas. – Alex olha lá no porão, eu vou procurar lá nos fundos.
O loiro desceu as escadas, apavorado se encontrando com Alex que voltava do porão sem sucesso.
- Ele não está no porão, Dean. – Disse um pouco ofegante.
- Lá em cima também não – O mais velho passou a mão pelo rosto preocupado. – Sammy cadê você?
- Dean, vamos procurar na mata – Singer voltou dos fundos. – Pegue uma lanterna, pode escurecer a qualquer momento.
- Alex você espere aqui caso ele volte. – Dean falou ao garoto depois de voltar com uma lanterna. – Caso isso aconteça ligue no meu celular.
- Vou tentar ligar para o Sam também. – Alex pegou o aparelho celular nas mãos e começava a digitar os números, mas sem sucesso, pois o celular estava fora de rede. – Está sem sinal por causa do mal tempo.
Os outros dois o encararam por um tempo e sem dizer nada foram procurar pelo garoto lá fora, Alex viu os dois passarem pela porta e sentiu o vento gelado que entrou e um medo passou por seu estômago.
- O que será que ele estava pensando quando saiu nesse tempo?! – Dean perguntava a Bobby aos gritos por causa do vento enquanto caminhavam com dificuldade entre os pinheiros e a neve fofa.
- Eu não sei provavelmente ele deve ter ido atrás de lenha. – Bobby respondeu analisando a situação. – A lareira estava apagada e não tinha mais lenha no porão.
- Por que diabos ele não esperou que chegássemos! – Dean dizia isso em voz alta sem perceber.
- Dean... – Bobby parou após andarem mais um pouco – O que é aquilo?
Ele olhou para onde o velho apontou com a mão livre da espingarda e viu que tinha algo debaixo de uns galhos de pinheiro meio cobertos por uma camada de neve, automaticamente os dois correram naquela direção e ao chegar viram um machado de lado e Sam meio enterrado na neve.
O loiro sentiu seu peito doer e ficar mais gelado que a tempestade que ainda caia forte, piscando nervosamente enquanto olhava para seu irmão caído e inconsciente. Seu mundo desmoronou só de pensar que poderia perdê-lo também. Percebeu que estava prendendo a respiração, sua vista escurecia um pouco o fazendo puxar o ar dolorosamente e com isso veio o medo da morte.
- Me ajude aqui! – Bobby gritou para chamar a atenção do loiro que estava parado, pálido e com o rosto retorcido. – Precisamos tirá-lo daqui e rápido!
Tiraram os galhos caídos de cima do garoto e ao ver sangue ambos arregalaram os olhos, o velho verificou a pulsação e mais que depressa o tiraram da neve, cada um apoiou o garoto pelo braço, um de cada lado e o levaram para a cabana.
- Bobby... S-será que ele... – O Winchester engoliu o bolo que se formou na garganta e tinha medo de terminar a frase, mas ela permanecia na sua cabeça... - Será que ele está morto? O velho não respondeu.
Bobby dera um chute na porta e Alex deu um pulo do sofá assim que a porta bateu contra a parede tanta a força que seu pai colocou no chute para abri-la.
- O que aconteceu com ele? – Alex disse assim que eles entrarem com o moreno desmaiado e o colocarem no sofá da sala.
- O encontramos desmaiado embaixo da neve, sua pulsação está fraca – Singer começou a explicar para seu filho. – Acho que algo o acertou na cabeça fazendo com que desmaiasse.
- Sammy... Acorda! – Dean gritava e batia no rosto do irmão, ele não estava com uma aparecia muito boa, sua pele estava num tom meio azulado fazendo o loiro ficar louco de medo de perder seu irmão também. – Você não pode morrer... Não agora!
Bobby agachou perto do sofá e passou a analisar a cabeça do rapaz e viu que tinha um corte um pouco grande, mas não era profundo na parte de cima da cabeça com sangue coagulado e congelado.
- H-humm – Sam recobrou a consciência por uns instantes mais não consegui falar coisa com coisa, pois tremia muito.
- Alex me ajude tirar as roupas dele. – Dean chamou o outro e começou a tirar as roupas frias e úmidas de Sam enquanto Bobby corria para fora.
- Bobby, onde você está indo? – Alex perguntou ao ver que o pai estava saindo.
- Tenho que pegar lenha – Robert parou na porta antes de sair novamente. – Esse garoto vai precisar da casa bem aquecida. Ajude-o, limpem bem a ferida e tente costurar se precisar... Eu te ensinei como fazer isso, lembra? – O filho assentiu. - Eu volto logo não se preocupe.
- Onde vocês o encontraram? – Alex tirava as botas dos pés enquanto Dean se encarregava do casaco e a camisa.
- Ele estava desmaiado embaixo debaixo um pinheiro e tinha um galho quebrado perto. – Dean tentava controlar as mãos que tremiam.
- Meu Deus! – O mais novo foi direto ao zíper da calça e depois de abrir tratou de puxar a calça para baixo o deixando apenas de cueca e por um momento se perdeu na beleza daquele corpo – Quanto tempo ele passou desmaiado? Temos que levá-lo á um hospital!
- Eu não sei... Se ele saiu assim que fomos buscar você, então ele passou muito tempo na neve. – Ele torcia para que não fosse tanto tempo assim, não sabia muito sobre pessoas com hipotermia, a única coisa que vinha em sua mente era em aquecê-lo bem. – Não tem como sair daqui, você não viu como estava a estrada! – Falou nervoso.
- Eu vou pegar alguns cobertores... – Disse Alex depois de um tempo em que ficou encarando o outro que se virou para Sam e tentava acordá-lo de novo. Voltou arrastando um colchão. – Esse sofá é muito pequeno, não acha?
Arrumaram uma cama com bastantes cobertores em frente à lareira da sala, o deitaram o deixando apenas de cueca e cobriram bem. O moreno ainda tremia de frio, e às vezes parecia voltar a si, mas depois logo caía no sono de novo.
Logo Bobby entrou pela porta dos fundos trazendo nas mãos toras de madeira cortadas, indo direto para a lareira e depois de um tempo as chamas fortes ardiam e aqueciam o interior da casa.
- Como ele está? - Bobby encostou a mão nele para verificar temperatura e voltou a falar. – Ele ainda está um pouco gelado, filho faça uma bebida quente pra ele, pode ser um café ou o que você quiser.
Alex assentiu, correndo até a cozinha.
Depois de algum tempo o loirinho voltou com uma caneca de chocolate quente. – Eu coloquei um pouco de uísque, vai ajudar a esquentá-lo.
- Espere esfriar um pouco. – Bobby segurou o ombro de Dean assim que seu ele pegou a caneca. – Se não vai queimar a boca dele.
Dean começou a soprar dentro da caneca, uma fumaça com cheiro de canela subia, deixando-o um pouco menos nervoso. Agachou perto do colchão, fitando o mais novo. – Sam... Acorde. – Disse, o segurou pela nuca e aos poucos foi dando a bebida ao irmão, ficou feliz por ele aceitar a bebida e tomado tudo aos poucos.
Bobby e o filho assistiam toda a cena, sentados no sofá da sala até que o Winchester mais velho inquieto se levantou. - Quer saber... - disse. – Eu preciso de uma bebida também.
Bobby se levantou e logo em seguida trouxe um copo com uísque para o rapaz.
O loiro não saía mais de perto de Sam um minuto se quer, sentou-se ali na cama mesmo, bebeu e ficou observando seu irmão dormir.
- Mãe... N-ão... – Sam começou a resmungar, sua cor tinha voltado ao normal, mas vez ou outra ele voltava a tremer. Seu irmão, aflito ao ver isso pensava no quão o amava e que não conseguiria viver se ele morresse, não podia assistir isso e não fazer nada.
Dean levantou pegou a garrafa de uísque e bebeu direto no gargalo, um, dois, três goles e então começou a tirar os sapatos e em seguida o resto das roupas ficando apenas com as roupas de baixo e meias.
- O que você vai fazer? – Perguntaram confusos ao ver o rapaz indo se deitar junto de Sam.
- Eu vou esquentá-lo! – Ele puxava os cobertores e se ajeitou ao lado do irmão colando bem seus corpos, ele abraçou o irmão, sentindo seu corpo forte. – Não ficar aqui só olhando e sem fazer nada eu não suporto mais vê-lo assim. Ou vocês querem que ele morra. Não tem como tirá-lo daqui a neve tomou conta de tudo, não tem como passar.
Os outros ficaram apenas observando, o rapaz se aconchegou ao lado do irmão o abraçando, seu peito em contato com as costas morenas do irmão e torcendo para que o calor de seu corpo ajudasse a aquecê-lo. – Eu estou aqui irmão. – Sussurrava no ouvido dele. – Eu estou aqui com você.
Antes de ir se deitar Bobby colou mais lenha na fogueira e depois de um tempo ele e seu filho foram para seus quartos dormirem e Dean acabou perdendo a luta contra os encantos de Morfeu e pelo cansaço caindo no sono também.
Teve um sonho estranho e não sabia dizer se era sonho, mas teve a impressão que tinha visto seu pai como se estivesse ali com eles. Por fim acordou meio atordoado, olhou para a janela rapidamente e viu que ainda era noite e que a tempestade forte tinha parado. Sam também estava acordando e estava suando um pouco, ambos estavam.
- Dean...? – Ele tinha a voz baixa então pigarreou um pouco e se virou para olhar quem é que estava ao seu lado. – O que você esta fazendo?
- Te aquecendo. - Parou de falar um momento e ouviram os estalos de um fogo baixo. – Você estava desmaiado embaixo de um galho de pinheiro... Congelando na neve.
Sam voltou todo o seu corpo para ficar de frente como o seu irmão, salvador e também amor de sua vida e sua memória voltou no tempo se lembrando de que queria procurar lenha. Olhou ao redor e viu umas toras de madeira meio espalhadas perto da lareira até que percebeu que estava deitado numa cama apenas de cueca com seu irmão que também estava só com roupas debaixo.
- Nunca mais faça isso, Sam... – O loiro dizia com a voz embargada e os olhos começando a brilhar por causa das lágrimas que queriam cair. – Você não sabe o que eu senti quando vi você caído lá daquele jeito... Eu pensei... que... – Um nó na garganta não o deixava mais continuar.
- Ahh irmão. – Sam limpava as lágrimas no rosto do loiro, seu peito apertado e ao mesmo tempo agradecido por saber que era tão importante assim na vida dele. – Você não vai se livrar de mim assim tão cedo. – Ambos riram um pouco e voltaram a se olhar.
- Eu te amo tanto, Sam. – O mais velho disse olhando nos olhos verdes e escuros iluminados apenas pela luz quente da lareira e o beijou nos lábios passando a mão nos cabelos compridos se esquecendo da ferida.
- Ai! – Sam sentiu um arrepio e uma dor na cabeça e passou as mãos, sentindo o corte. – O que é isso?
- Desculpa! – Pediu rapidamente. – O galho lhe acertou aí, você está com um pequeno corte e Alex limpou e como não era profundo não precisou de curativo.
- Alex veio? – Sam perguntou. – Como ele está?
- Queria que ele não estivesse aqui. – Revirou os olhos. – Mas ele esta bem.
- Me desculpa por isso... Pelo susto que eu fiz você passar. – Disse depois de um tempo, começou a se sentir envergonhado e baixou os olhos, mas o loiro ergueu seu queixo delicadamente com os dedos.
- Esquece isso, Sam. – Dean queria acabar com essa lamentação tola e deu um sorriso de lado. – Vamos voltar para a parte em que nós estávamos nos beijando.
O moreno sorriu de forma boba e mais que depressa colou os lábios nos do irmão novamente e aquilo era uma sensação tão maravilhosas, suas línguas de encontro uma com a outra, a maciez do beijo e não conseguia imaginar passar mais nenhum dia sem esses beijos.
- Eu te amo, Dean. – Disse o mais novo assim que se afastaram, olhando bem fundo nos olhos claros do outro que tinha um sorriso feliz e estava com os braços envolvendo seu corpo. Nunca na vida imaginou que isso fosse acontecer assim, de repente estava nos braços dele.
- Eu também te amo... – Riu, pois não acreditava que estava dizendo isso dessa forma para seu próprio irmão, mas Deus, isso era a pura verdade. – Eu amo.
Voltaram a se beijar, um beijo intenso e com mais vontade. Dean desceu a mão para as nádegas do moreno e apertou forte puxando o quadril de encontrou ao seu ao mesmo tempo em que sentia os dedos dele puxando seus cabelos. Suas respirações fortes e o desejo correndo pelo corpo e sem que percebessem estavam se esfregando um no outro a fim de ter mais alivio.
As mãos do moreno desceram pelo peitoral do mais velho e continuaram o caminho de descida passando pelo abdômen até parar onde queria. Sam sentiu sua boca encher de água assim que sentiu a firmeza do loiro, mesmo por cima do tecido fino da cueca cinza.
- Sam... Espera. – O outro juntou todas as suas forças para parar o irmão segurando suas mãos, respirou fundo uma ultima vez. – Você quase morreu hoje... Deve estar debilitado.
- Eu vou morrer se você não me deixar terminar. – O rapaz resmungou e mordeu os lábios em seguida, só de pensar que estava tão perto do que queria há tantos anos. – Eu te desejo há tanto tempo.
- Eu sei que sim, mas... – Dean não teve tempo de terminar, houve outro estalo de madeira queimando e Sam envolveu os lábios dele novamente e com excitação.
O loiro não conseguia resistir, seu corpo todo queria aquilo e novamente sentiu a mão forte do moreno abaixar sua cueca e envolver seu membro, gemendo durante o beijo e mais ainda quando foi massageado por inteiro com os movimentos de vai e vem debaixo dos cobertores.
Novamente apertou o traseiro de Sam, colocou a mão por dentro da cueca dele e o apertou novamente passando os dedos na fenda entre as nádegas tocando a entrada que se contraiu levemente. Dean queria muito consumir tudo naquele momento, mas estavam muito vulneráveis ali na sala e tinha medo de aparecer alguém a qualquer momento.
- Pode aparecer alguém, Sam... – Dizia entre as massagens do irmão até que este lhe encarou sem parar de masturbá-lo. – É muito arriscado. – Mordeu o lábio e depois soltou a respiração. – E eu quero fazer isso com calma, aproveitar cada momento com humm... Você.
- Ok... Ok! – Sam parou, ergueu as mãos e olhou em volta, sabia que era mesmo arriscado e que Dean tinha razão... E se fossem mesmo fazer isso queria desfrutar de cada momento, mas sentia seu membro pulsando e precisava muito de alivio. – Mas a gente pode se aliviar de outra forma.
- O que voc... - O loiro viu seu irmão se contorcendo debaixo das cobertas até que se tocou que ele estava tirando a cueca, depois ele tomou seus lábios, colando seu corpo ao dele com o membro completamente livre tocando o seu. – Humm.
Ainda estavam um de frente ao outro então o mais novo passou uma das pernas em volta da cintura de Dean deixando-o surpreso. Sam pegou a mão livre do irmão e começou a lamber-lhe os dedos e depois chupá-los, deixando o mais velho cada vez mais surpreso e excitado com suas atitudes e tinha certeza de que ele não era tão inocente quanto imaginava, sabia o que devia fazer em seguida.
- Me faça gozar, Dean. – Parou de chupar os dedos do loiro e os levou até sua entrada. – Por favor!
- Seu pedido é uma ordem. – Sua voz saiu rouca, o loiro beijou o irmão mais uma vez e passou a massagear entre suas nádegas.
Sam juntou seus membros e masturbava os dois ao mesmo tempo, bem devagar até que sentiu uma invasão bem vinda em sua entrada completamente exposta, gemeu baixo quando Dean empurrou o primeiro um dedo abrindo passagem, entrando e saindo até que colocara mais um dígito. O moreno movia o quadril levemente, suas respirações se misturando durante o beijo, seus corpos cada vez mais quentes e suados.
- Ahh... I-isso é tão gostoso! – Disse Sam que gemia baixo de olhos fechados para aumentar a sensação, mas não parou de masturbá-los.
- Fico feliz em ouvir isso. – O outro riu baixo observando as expressões do irmão e se empenhava ainda mais nos movimentos com os dedos, ás vezes os movia de forma diferente ainda dentro de Sam.
Eles voltaram a se beijar, o moreno os masturbava devagar e às vezes massageava os testículos do mais velho e este continuava enfiar os dedos em sua entrada que ficava cada vez mais relaxada fazendo Sam gemer, e o loiro descobriu que adorava aqueles gemidos roucos.
- Mais fundo... – Sam insistiu, mantinha os olhos fechados, a boca semiaberta e os masturbava com mais rapidez. – Mais rápido!
Dean puxou os quadris de Sam para mais perto e fez o que ele pediu, sentia a entrada se contrair em volta de seus dedos, assim como também sentia aquela dor gostosa vindo de seu ventre, gozaria a qualquer momento. Mexeu seus dedos com mais rapidez e rodava vez ou outra e teve que tomar os lábios do moreno para abafar os gemidos de ambos.
O prazer vinha em ondas se espalhando pelo lençol e por seus corpos, primeiro foi Sam que deixou seu líquido escorrer de seu membro e agora explodia de uma felicidade que jamais sentiu. E depois foi Dean que ainda não acreditava no que acabavam de ter feio, mas nem se importava mais, só queria abraçar o irmão e não largá-lo nunca mais.
Continua...
