A GENTE SE VÊ LÁ EMABXIO, NÉ? BEIJO BEIJO.

CAPÍTULO QUATORZE

[Três semanas depois...]

- E onde é que nós vamos? - Edward quis saber.

- Na cidade vizinha, está tendo uma tarde de autógrafos com a Colleen Houck. - expliquei.

- E quem é ela? - ele se jogou no sofá.

- A autora da saga do Tigre. Eu preciso que ela assine todos os meus livros, e eu quero ouvir da boca dela que terá um quinto livro.

- Saga do Tigre?

- Lembra há umas duas semanas, eu te falei do quanto eu gosto da Índia, e do quanto estes livros falam da Índia, e por isso eu sou apaixonada por eles...?

- Não lembro muito, não...

- É, a visão dos peitos da garçonete deve ter sido melhor do que a minha história.

Ele me ignorou. Parecia estar pensando.

- Peraí, aquela história com dois irmãos amaldiçoados, que na verdade são príncipes indianos, e um tem olhos... - ele disse.

Eu fiquei feliz por ele lembrar. Mas ele ainda não tinha terminado. Ficou estalando os dedos tentando lembrar.

- Ah. "Azuis cobalto perfeitos", e o outro "olhos de ouro derretido". - ele me imitou, com uma voz ridícula.

- Eu não falo assim! - protestei.

- "Ai, acho que um príncipe indiano é tudo o que uma garota podia querer." - ele continuou.

- Engraçado você lembrar as palavras exatas que saíram da minha boca, mas quando se trata de Biologia...

- Não dá pra te zoar com Biologia. - ele simplesmente disse.

Joguei as chaves do carro encima dele.

- Vai tirando o carro da garagem, eu vou ver se os livros estão certinhos. - eu disse, abrindo minha mochila.

- A gente vai mesmo? Achei que você estivesse brincando!

- É o seu castigo! - justifiquei.

- Pelo que mesmo?

- Por ter me feito ir ao jogo, e à festa da Jessica, e porque eu fiz uma faixa para você! E porque você me faz usar vestidos todos os dias, e porque você me irrita. Só por isso você vai dirigir até a cidade vizinha, e esperar numa fila enorme comigo. Este é o seu castigo.

- Caramba, se eu soubesse eu jamais teria...

- Só fazemos o que você quer. Eu estou arcando com as responsabilidades de "namorar" um jogador de futebol, por que você não pode arcar com a responsabilidade de "namorar" uma garota... Que adora... Livros?

Vasculhei a minha mochila, em todos os bolsos, só para perceber que tudo estava lá, menos o segundo livro da série: O Resgate do Tigre. Quer dizer, os outros três livros? Certo! Tigre branco de pelúcia? Certo! Pantera preta de pelúcia que se parece com um tigre negro? Certo! Segundo livro da série? NÃO!

- AI NÃO! - exclamei.

Edward parou o que estava resmungando - que eu nem estava escutando - e prestou atenção em mim.

- O que foi? - perguntou.

- O Kishan! Ele sumiu! - eu disse, como se fosse uma tragédia.

Acredite, para mim era uma tragédia.

- Quem é Kishan? - ele perguntou, como se eu fosse uma criança com retardo mental.

- O SEGUNDO LIVRO, EDWARD! CARAMBA! - explodi. - A minha mãe deve ter pego! Ela sabe que não pode mexer na mochila!

- Calma, Bella...

- MÃE! MÃE! MÃE! - subi as escadas gritando.

Eu não sei porque fiz isso, era óbvio que ela não estava em casa. E, mesmo que estivesse, ela jamais, jamais mexeria na minha mochila. Ainda mais para pegar um livro. A minha mãe odiava ler qualquer coisa que não fosse uma revista com dicas de cabelo, unhas e moda. Mesmo assim revirei o quarto dos meus pais. E depois o meu. E desci as escadas em desespero.

- Não está! - eu disse a Edward, realmente chateada.

- Calma, Bella!

- Maria! - chamei, entrando na cozinha. - Você viu meu livro de tigres? Ele era tipo vermelho, e a capa cintilava.

Ela chacoalhou a cabeça. Corri até a cozinha de serviço, onde as outras três empregadas estavam comendo algum lanche - que a Maria devia ter acabado de fazer.

- Meninas, vocês viram meu livro de tigres? O segundo, vermelho... Um tigre preto na capa? Cintilava...?

Ela chacoalharam a cabeça. Voltei para a sala, Edward pegou meu pulso e me fixou no lugar.

- É só um livro! - ele disse.

- Não, não é! É como se fosse meu filho, Edward! E agora os irmãos dele estão se sentindo sozinhos! Eu posso até imaginar o Ren...

- LIVRO! - Edward repetiu. - Vem, eu compro um novo para você!

- Mas e as anotações que estavam naquele?

- Você refaz. O importante é que esse vai ser assinado pela Colin Hack.

- Colleen Houck. - corrigi.

- Que seja! Depois você vai acabar encontrando o livro de novo.

Olhei de volta para a minha mochila. De certa forma Edward tinha razão. Eu podia comprar outro livro, e então tudo ficaria bem.

- A gente vai no meu carro, pode ser? Eu não gosto de dirigir outro... - ele avisou.

- Se você acha que o seu aguenta a viagem.

- Ele aguenta!

Dei de ombros. Edward pegou minha mochila no sofá e segurou a porta da sala aberta para mim.

- Vamos lá. - chamou.

Passei pela porta, caminhando até o carro dele. De certa forma ainda me sentia estranha por causa do meu livro. Eu sei que eles não eram pessoas, e não tinham sentimentos, mas... E cada anotação que eu fiz nele? Ele tinha os meus sentimentos. E mesmo que eu os reproduzisse em um livro novo não ia ser a mesma coisa.

"Tarde de autógrafos: Colleen Houck.

A partir das 15h.

NÃO PERCA!"

Este era o anúncio na frente do café. Edward olhou para o relógio.

- Uma da tarde agora. Estamos duas horas adiantados. E a fila que você falou nem começou. Dá tempo de ir na livraria da rua debaixo e comprar o Quiche. - disse Edward.

- Kishan! - corrigi.

- Vem logo. - ele respondeu, mau humorado.

Nós caminhamos até a livraria - o carro de Edward estava fazendo uns barulhos estranhos. Ele achou melhor deixá-lo descansando um pouco. Eu concordei.

A dita livraria parecia mais um sebo - o que era ótimo. Era pequena e aconchegante. E tinha várias sessões com livros antigos. Eu pirei. Adorei o lugar.

- Qual você disse que era mesmo o nome do livro? - Edward perguntou.

- O Resgate do Tigre. - eu respondi, dando uma boa olhada num exemplar (que parecia primeira versão, ou algo perto disso) de As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago. - Uau.

Edward apareceu por trás de mim.

- Achei. - estendeu o livro.

Eu virei de frente para ele, sorrindo, pegando o livro em mãos e abrindo na minha página preferida. Meu coração ainda doía com a história, mas o que eu podia fazer? Olhei de volta para Edward, e levantei o livro.

- Ótima, ótima história. - declarei.

Ele rolou os olhos.

- Por favor, diz que eu não vou ter que ler isso. - ele pediu.

Eu ri. Resisti ao impulso de comprar a coleção antiga de Nárnia, e aceitei que Edward pagasse pelo livro.

- Dá tempo de comer... Você está com fome? Foi uma viagem de três horas. - ele disse.

Assenti. Ele estendeu o braço para mim, e eu enrosquei o braço no dele. Caminhamos umas três ruas depois da livraria e encontramos uma lanchonete. Eu pedi apenas suco e uma porção de batatas fritas com queijo. Edward pediu o mesmo - e um enorme sanduíche. Sério, o sanduíche era tão grande que eu comi um pedaço enorme, e mesmo assim Edward não conseguiu terminar. E olha que ele comia pra caramba. Olhei a hora no relógio dele: 14h30.

- Edward! Falta meia hora! Até chegarmos lá... Caramba, a fila!

Ele pagou, e então nós praticamente voamos até o café onde a sessão de autógrafos aconteceria. Como eu previ, a fila estava praticamente dobrando a esquina!

- É... - eu disse, quando chegamos ao final dela. - Ainda bem que acabamos de comer.

- Caramba. - ele reclamou. - Tenho certeza de que o jogo, a faixa, a festa, e todo o resto não foram tão ruins quanto essa fila.

- Para de reclamar! Olha o meu sorriso, está me deixando feliz.

- Uau, que recompensa incrível. - ele ironizou.

Ele sentou na calçada. Olhei para ele, desacreditada.

- O quê?! Tá com cara que vai demorar. - ele disse.

Rolei os olhos, continuando firme e forte no meu lugar. Três horas depois, tinha apenas sete pessoas na minha frente.

- Vai, me passa os livros. - eu disse a Edward.

Ele abriu a mochila e tirou de lá os quatro livros. E ficou com eles na mão.

- Olha só, Monte de Músculos - eu disse, puxando os livros. - Segurar livros pesados é o único exercício que eu realmente faço, tirando caminhada. Então não tire isso de mim.

- Está pesado. Tira os seus brinquedos da mochila, quando chegar lá, eu te entrego. Relaxa, Monte de Pelanca!

Tirei o tigre branco da mochila e bati com ele em Edward.

- Ai que dor. Quase não posso suportar. - ele disse, em uma voz extremamente entediada.

Rolei os olhos. Dez minutos depois, eu estava dizendo:

- Colleen! Ai meu Deus, oi! Sou uma grande fã!

- Olá, obrigada! - ela disse, com um sorriso que me deu vontade de chorar. - Qual é o seu nome?

- Bella! - eu disse. - Ed, por favor, coloca os livros aqui?

Ele colocou os livros na mesa.

- Faz uma dedicatória, por favor? Ou só assina, só de ser você já está ótimo! - eu disse, empolgada demais.

Colleen riu, escrevendo algo na contracapa de cada livro. Edward passou um braço pelos meus ombros e eu me encostei nele, sentindo vontade de pular e abraçar a escritora. Ela demorou bastante escrevendo no primeiro livro, até virou a página! Eu fiquei tão feliz, tão feliz!

- Prontinho, Bella. - ela disse.

- Ah, se não for pedir demais... Assina meu Ren e Kishan? - pedi, colocando os tigres de pelúcia na meda.

- Wow! - ela exclamou. - Esse Ren é igual ao meu!

- Sério?

Ela assentiu, sorrindo, pegando um canetão.

- Ed, é igual ao dela! - eu me gabei.

Ela assinou nos dois tigres.

- Pronto. - ela disse. - Quem é o seu preferido?

- Tampa os ouvidos do Kishan, mas eu acho que o Ren ganha... - confessei.

Ela riu.

- E o Ren dorme com você também?

- Às vezes... Quando eu não estou com raiva dele. Mas, geralmente, eu estou.

Colleen riu mais alto.

- Você me lembra muito a Kelsey. Não sei se você toma isso como um elogio, mas seu jeito, e sua aparência.

Alarguei meu sorriso.

- O melhor dos elogios! - agradeci. - Só lembra disso, se for ter algum filme, ou qualquer coisa... Eu não sou atriz, mas pela Kelsey faço um esforço.

Colleen alargou mais o sorriso. Ela tinha gostado de mim! Uma das minhas escritoras favoritas tinha gostado de mim!

- Vou lembrar. - ela prometeu.

- Então... Só mais uma perguntinha, eu preciso saber... Vai ter um quinto livro?

- Estou trabalhando nisso. A previsão é para 2015.

- AI MEU DEUS! - exclamei feliz. - Desculpe, totalmente desnecessário. Obrigada, Colleen.

- Eu que agradeço.

- Uma foto. - Edward disse. - Ela pode? - perguntou a Colleen.

- Claro!

Ela se levantou e eu fui para o lado dela, sorrindo empolgada demais para me preocupar se estava bonita. Collen estaria perfeita, e isso importava. Edward tirou a foto, e Colleen me abraçou em seguida.

- Que belo rapaz você tem ali. - ela comentou. - É seu namorado?

- Mais ou menos... - eu disse.

Finalmente tinha me virado para olhar a fila atrás de mim.

- Colleen, foi um prazer. Mas a julgar pelo olhar daquela garota ruiva ali... É melhor eu ir embora. Obrigada. Mesmo. - eu disse.

Ela sorriu, também agradeceu e voltou a sentar em sua cadeira, sendo simpática com a fila que seguiu.

Edward guardou os livros e os tigres de volta na mochila. Sorri para ele.

- De volta ao normal? - ele perguntou.

Assenti, mas eu ainda estava um pouco alegre demais. Ele dirigiu calmamente até a minha casa, e quando ele estacionou, o relógio dele marcava nove e quarenta e sete da noite. Eu tenho que admitir que estava surpresa porque o carro dele aguentou a viagem. Eu achei que teríamos que chamar um táxi em algum lugar.

- É... Chegamos. - eu constatei o óbvio. - Você quer entrar um pouco?

Ele olhou para minha casa, as luzes todas escuras.

- Acho melhor não. Parece que seus pais estão dormindo. - ele disse.

- Ah, vai! Tenho certeza de que a Maria fez bolo, e meus pais não vão nem se importar. Só um pedaço?

Ele sorriu, desligando o motor do carro.

- Vamos lá.

Entreguei a ele o maior pedaço do bolo de chocolate da Maria, e cortei um menor para mim, folheando meus livros.

- Olha só! Ela escreveu uma dedicatória enorme para mim! - eu exclamei, começando a lê-la:

"Bella, a maioria das fãs dos meus livros são garotas que sonham em encontrar o amo verdadeiro, e encontram nos meus personagens exemplos do que querem - ou do que pensam que querem. Eu fui uma dessas garotas um dia, e tive a sorte de encontrar o meu Brad - que é o exemplo vivo de que caras como Ren e Kishan existem por aí. E mesmo assim, Brad não é exatamente o que eu sempre sonhei. Ele teve que me mostrar o quanto o amor era inesperado, e podia ser bom.

O que eu quero dizer é que, hoje você tem um alguém que parece muito especial ao seu lado, enquanto está em pé na minha frente. Ele parece maravilhoso, e eu não sei de nada sobre vocês dois. Mas, se tiver medo de alguma coisa, lembre que sempre vale à pena arriscar. E não perca as coisas boas porque elas não estão na embalagem que você imaginou. Você se parece com Kelsey, e eu tenho certeza de que Kelsey não imaginou que fosse encontrar o amor em um tigre branco de circo. Eu não estou falando deste rapaz, por favor, não! Não sei de vocês dois. Mas eu sei que, se alguém aguentou esperar numa fila com você o dia inteiro, merece o título de especial.

A você desejo tudo de melhor, e toda a magia e sorte desse mundo. E que o amor esteja com você em cada passo. E deixe seu coração te guiar, e jamais faça algo se sentindo forçada por situações ou pessoas. Seja você mesma, por você mesma. Sempre.

Colleen Houck."

- E o que ela diz nessa dedicatória enorme? - Edward perguntou.

Eu levantei os olhos do livro, para olhar para ele. O canto da boca sujo de bolo, os olhos intensos olhando para os meus. Ele era mesmo especial. A única coisa que me deixava um pouco triste era como eu tinha chegado a conhecê-lo - exatamente forçada e pressionada por uma pessoa e situação. Abri um sorriso.

- Ela me desejou tudo de bom, e disse para eu não ter medo de arriscar, e nunca fazer coisas por causa de pessoas, ou sob a pressão de situações. Nos outros ela só assinou "Para Bella, com amor Colleen". - eu disse.

- É, ela parece bem legal.

Sorri. Deixei que ele terminasse o pedaço de bolo. Fiquei olhando para ele.

- Apreciando minha beleza? - ele perguntou.

Sorri, chacoalhando a cabeça.

- Eu estava apenas lamentando que a gente tenha se conhecido sob circunstâncias tão... Chatas. Com mentiras. - confessei.

Ele olhou para mim, limpando a boca com as costas das mãos. Parecia uma criança.

- Mas e se fosse mesmo para ser desse jeito? Talvez, se a gente tivesse começado a conversar só pelas aulas, ou só pelos corredores, não seria do jeito que é agora.

Suspirei, baixando o olhar. Ele pegou minha mão.

- Estamos aqui, agora, e temos isso. Não é o bastante? - ele disse.

Sorri.

- Por agora, eu suponho que seja. Mas o que vai acontecer depois do Natal, quando essa farsa acabar? - a minha voz tremeu.

Eu estava no ponto máximo de sensibilidade. Senti vergonha de mim mesma, praticamente implorando a presença de Edward. Eu não era essa garota carente! Eu não pedia promessas nem mesmo para Alice, de que ela iria ficar comigo para sempre... Por que eu me sentia tão insegura quando o assunto era Edward? Ele apertou mais minha mão.

- Eu não sei. Mas, ei, eu não vou a lugar algum. Você é minha melhor amiga, e eu acho que não se abandona melhores amigos. - ele disse.

Sorri.

- Não, não se abandona. Acho que estou de TPM, desculpe por isso.

Ele me abraçou. Num abraço forte. Daqueles bem fortes mesmo, que te tiram o ar, sabe? Não tanto quanto Emmett.

E foi ótimo ficar ali. E quando ele disse "boa noite" em despedida, eu me senti muito estúpida. Meu coração se apertou. E eu fiquei com uma sensação terrível de perda. Como se eu tivesse pouco de Edward, mesmo tendo ficado com ele o dia inteiro. Olhei bem no fundo dos olhos dele, e me senti mais estranha ainda. Como se eu tivesse um milhão de coisas para dizer a ele, mas ao mesmo tempo, não tendo nada. Eu o levei até a porta. Ele disse:

- Te vejo na segunda.

E eu disse:

- Eu tenho médico na segunda. Te vejo na terça.

Ele passou a chave do carro de uma mão para outra, olhando o movimento.

- Talvez eu passei aqui, na segunda, só para ver se você está bem. - ele disse.

- É só consulta de rotina. Eu estou bem. - garanti.

- Ah, então... Eu passo aqui para... Lançou um filme novo, sabe? A gente podia ir assistir.

- É de comédia?

- Eu não tenho ideia... - ele praticamente sussurrou.

E quando eu abri a boca para falar outra coisa, ele me beijou. Simples assim. Ele me beijou. Aquela coisa com lábios, e língua.

Oi, gente! Lembra quando eu fiz uma brincadeirinha de que só ia abandonar a fic se não me restasse nem 5 minutos por dia? Pois é, estou em um dia assim, CALMA É SÓ HOJE, OU SÓ ESSA SEMANA, então não quer dizer que eu vou abandonar a fic. Só quer dizer que eu pelo perdão pelo atraso e, de novo, perdão por ficar devendo fatos sobre mim E por não poder responder as reviews, só pra variar, né?

Mas eu vou tentar responder as reviews e esclarecer as coisas tudo direitinho pelo celular à noite, (vulgo: madrugada), e aí posto no próximo bônus, porque o próximo capítulo é só um bônus, ok? Mas não hoje, vou tentar voltar no sábado.

É... Só para esclarecer sobre a primeira vez dos dois É MAIS PARA A FRENTE, GENTE, não sei se ficou claro.. Seria lá para o capítulo 23 ou algo assim, ONDE ELES ESTÃO MAIS MADUROS.

Enfim, perdão, porque estou correndo, falo com vocês direitinho no sábado. Beijo, beijo, e obrigada pelas reviews, conitnuem reviewando, please (inclusive algumas leitoras que não voltaram para o último capítulo, poxa, não me abandonem! ;-;)

Adiós ;**

Tenham um dia mágico ~*

P.S: Para você que, como eu, está tentando estudar para o concurso no domingo, que seus estudos rendam muito, muito mesmo! Mais do que suficiente ~3

P.S.2: Eu tenho plena noção do quanto esse capítulo ficou brisado, e que deve estar cheios de erros de digitação e até de português, porque eu não tive tempo de revisar, e peço desculpas por isso, e se alguém é super fã da Colleen como eu, e odiou a forma como eu a coloquei aqui, perdãããão! É só a forma como eu imagino que ela é e, para ser sincera, a forma com eu seria se fosse uma escritora famosa e publicada (sim, escrevendo mensagens intrometidas e enormes nos livros para autógrafos)

Beijão ;*