Acidentalmente Entrelaçados

By Dessa-i-Rê

Capítulo 14

Kagome olhou por um longo tempo à amiga e depois se virou para o chá. Respirou fundo e levou o líquido a boca.

- Não! Eu... eu não posso fazer isso! – exclamou Kagome, afastando o líquido que estava prestes a engolir.

- Kagome... – sussurrou Sango aproximando-se da amiga que se abraçava, o rosto contorcido em tristeza e os olhos apertados com força.

- Não, Sango... eu não posso... – balbuciava Kagome enquanto suas lágrimas corriam pela bochecha e sua mente ficava mais perturbada.

- Eu sei, Kagome... eu sei... – murmurou Sango, acalentando a amiga.

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As cortinas esvoaçavam, deixando entrar o vento que a cada dia tornava-se mais frio e fazendo arrepiar-se levemente a rainha que repousava em uma elegante cadeira, absorta em seus pensamentos. Izayoi trazia o semblante preocupado, a testa enrugada e os olhos distantes. Por vezes mordia o canto da boca, tentando, de maneira suave, aliviar a ansiedade que sentia.

Suspirou por fim, jogando a cabeça para trás, cansada e observando o teto decorado. Demorou-se mais alguns instantes antes de levantar-se resignada, mesmo que seu rosto demonstrasse certa apreensão. Caminhou pelos corredores do castelo em absoluto silêncio, em direção a ala seguinte, habitada somente pela causa de sua dor de cabeça.

Parou em frente à porta, tentando primeiro escutar algum som proveniente do aposento, mas nada declarava de que havia vida ali dentro. Mesmo assim, bateu de leve na madeira. Houve alguns instantes de silêncio para logo depois ser interrompido por suaves passos em sua direção. A porta foi aberta, revelando Sango a qual olhava surpresa para a rainha.

- Majestade!- exclamou ela e Izayoi meneou a cabeça de leve, esperando pacientemente. Sango, dando-se conta, abriu a porta, dando espaço para a rainha entrar.

Izayoi examinou o quarto com as cortinas fechadas que, sendo claras, ainda deixavam entrar alguma luz. Seus olhos repousaram na cama onde uma garota, alarmada com sua presença, sentou-se depressa, tentando arrumar-se. Izayoi fitou discretamente o corpo de Kagome, antes de caminhar lentamente, em direção a uma cadeira defronte a garota e sentar-se. Sango, sem nada entender, olhando de uma para a outra, sentou-se na cama, junto à amiga.

- Majestade! O que lhe trás a honr... – começou Kagome, cautelosamente, diante da face séria que a outra carregava.

- Sem cerimônias, Kagome. Nós não precisamos mais disso. – cortou Izayoi e Kagome calou-se. Izayoi fitou-a por alguns instantes, antes de perguntar:

- Faz quanto tempo? – Izayoi encarou a princesa que se remexeu desconcertada, seus olhos encontraram-se com os de Sango e voltaram-se para os da rainha que permanecia impassível.

- Quanto tempo o que, Majestade? – perguntou Kagome, sentindo o sangue correr mais rápido em suas veias e as mãos começarem a suar.

- Não se faça de boba, Kagome. A gravidez. Quando tempo? – insistiu Izayoi com firmeza. Kagome sentiu o sangue lhe sumir as faces. Já estava tão óbvio assim? Olhou para Sango que refletiu seu desespero. Voltou-se para a rainha que ainda esperava séria.

- Hm... quase dois meses, Majestade. – respondeu Kagome com a voz fraca. Izayoi suspirou, baixando os olhos.

Kagome, já perturbada e afetada pelas mudanças de humor da gravidez, sentiu a primeira lágrima cair, enquanto baixava o rosto também. Surpreendeu-se ao sentir a cama ao seu lado afundar um pouco mais e um braço passar ao redor da sua cintura. Levantou o rosto surpresa para encontrar a rainha, puxando-a carinhosamente para si.

- Kagome. Eu gosto muito de você. Eu sei que é uma pessoa muito boa e... eu sei que InuYasha realmente ama você. – disse Izayoi suavemente para a princesa.- Eu farei de tudo para que... vocês fiquem juntos. Eu irei falar com...

- Não! Meu pai não pode saber! Por favor!- esganiçou Kagome e Izayoi balançou a cabeça, apertando-a com firmeza.

- Não se preocupe. Eu sei disso. Vou fazer o possível sem poder falar o... o real motivo. Ai... Se ao menos nós tivéssemos cometido a besteira de separar vocês dois, agora... agora tudo seria mais fácil. - lamentou Izayoi, balançando a cabeça. Suspirou mais uma vez antes de desvencilhar-se de Kagome e levantar-se. As duas garotas olharam para a rainha, esperançosas.

- Falarei com eles hoje à tarde.

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- Aboslutamente, não! – negou Musashi com o rosto fechado. Izayoi suspirou, olhando para seu marido em busca de apoio. InuTaisho observava, sentado numa ornamentada cadeira em sua sala de estudos, sua mulher tentar convencer seu aliado a mudar seus planos. Massageava as têmporas diante da agitação do outro e da insistência da rainha. Izayoi viera procurá-lo pela manhã confirmando o que mais temia. Todavia, insistira em não revelar a verdade para Musashi, temendo pela garota. Sentia o mesmo pesar, sabendo a intolerância da qual o Senhor do Leste era provido.

- Musashi, se o que Izayoi está dizendo, sobre a maneira como o relacionamento dos dois evoluiu, seria de bom grado que InuYasha se casasse com sua filha ao invés da outra pretendente. Um reinado precisa ter prosperidade, harmonia, e não conseguirá isso se não obtiver essas virtudes dentro do próprio castelo! – argumentou InuTaisho vendo o aliado caminhar de um lado para o outro ranzinza.

- Não. – insistiu ele, e Izayoi suspirou uma vez tentando não perder a paciência.

- Meu caro! Permanecerem separados só irá causar problemas e tristezas a eles próprios! Eles se gostam! – tentou convencer, Izayoi, mas foi interrompida por um giro brusco de Musashi.

- Há! Isso é puro capricho deles! Até então estavam se matando feito cão e gato! Não! Absolutamente, não! – declarou ele, irritado.

- Mas... – começou Izayoi, mas InuTaisho levantou a mão pedindo silêncio. O youkai olhou sério para o humano.

- Você tem certeza disso? – perguntou InuTaisho e Musashi virou-se, ele agora massageando as têmporas.

- Meu amigo, por favor. Não insista nesse assunto. – pediu Musashi, virando as costas. Izayoi sentiu o coração apertar diante daquela decisão. Com os nervos a flor da pele, já começara a sentir os olhos umedeceram, mas como orgulhosa governanta segurou-se e focou o pensamento em pelo menos fazer o melhor para a garota.

- Mesmo assim, você deveria casar Kagome o mais rápido possível. – declarou Izayoi surpreendendo aos dois homens que tornaram-se a elas.

- E por que a pressa, cara rainha? – perguntou Musashi, enrugando a testa. Izayoi não deixou transparecer seu alarde, respondendo:

- Não seria bem visto pela corte a princesa que estava noiva até a pouco ficar abandonada. Não seria nada bom para seu reinado, numa época dessa, ficar ocupado com fofocas da corte. – Musashi suspirou, fechando os olhos.

- Eu não tenho tempo de ficar procurando pretendentes para minha filh...

- Não precisará! Eu mesmo faço isso!- garantiu Izayoi – A não ser que o senhor...

- Certo! Tudo bem... – resmungou Musashi e Izayoi meneou a cabeça saindo do aposento. Não bem virou as costas, seu rosto transformou-se numa máscara de pesar. Como é que contaria isso para Kagome agora?

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Sango suspirou pelo que parecia pela décima vez aquela tarde. Trazia seu rosto preocupado como muitas pessoas nos últimos dias. Mirok ao ouvir o som que a noiva emitira, novamente, suspirou, ele mesmo, cansado.

- Sango... – começou o monge, preocupado também.

- Mas olhe para ela! Parece uma moribunda! Como você não quer que eu fique preocupada. Eu não sei qual foi a última vez que a vi sorrir. E ela não anda comendo direito e o que come os enjôos matinais roubam do seu corpo. – contou Sango balançando a cabeça enquanto observava Kagome passear em volta daquele lago, novamente. – Sinceramente, eu não sei como ela se agüenta em pé. E ainda tem que suportar ver InuYasha com aquela mulher todos os dias. Ela está quebrada, Mirok! E eu temo que ela não vá agüentar.

O monge olhou assustado para a garota que só balançava a cabeça.

- O que você quer dizer com isso? – perguntou Mirok, temeroso.

- Ela anda deprimida demais. Só caminha em volta desse maldito lago! Eu... eu não sei. Temo que morra de desgosto. – disse Sango, deixando escapar um soluço. Mirok abraçou a noiva, acalentando-a.

- Sh... não. Não pense nisso. Por favor. A rainha disse que tentaria convencer Musashi a mudar o casamento. Temos esperança ainda! – tentou Mirok, mesmo não tendo muita fé no que dissera.

- Infelizmente trago más notícias. – declarou Izayoi detrás deles, fazendo-os pularem surpresos.

- Majestade... – disse Sango, cumprimentando-a. – O que voc...

- Sim. Infelizmente, Sango, eu não consegui. Eu tentei o máximo, mas o teimoso daquele maldito homem não cedeu nem um pouco! – informou Izayoi, surpreendendo-se com a irritação, raramente demonstrada, da rainha. Sango empalideceu.

- E agora? O que vamos fazer? O que acontecerá com Kagome?

- Calma!- pediu Izayoi, séria. – Pelo menos eu consegui convence-los de casar Kagome o quanto antes.

- O quê? – exclamou Kagome que caminhara até eles sem que a notassem. Kagome olhava sem entender de um para o outro. – Como assim, me casar? Majestade a senhora não...

- Sinto muito, Kagome. – disse a rainha, baixando os olhos. Kagome sentiu o mundo parar a sua volta, sua respiração tornar-se ofegante e as lágrimas encherem seus olhos. Sango fez menção de caminhar até a amiga, mas Kagome respirou fundo, arqueando o rosto.

- O que nós vamos fazer? Com quem vou me casar? – Izayoi fitou-a por alguns instantes antes de falar suavemente:

- Kagome, escolher um noivo será complicado mediante a sua situação. Não podemos contar sobre sua gravidez sem ter certeza que te aceitarão mesmo assim, sem contar nada a ninguém. - Kagome escutou aquilo seriamente, confirmando com a cabeça.

- Que tal Kouga, Kagome? Tenho absoluta certeza que ele não se importaria, já que ele gosta tanto de você e até mesmo já a pedira em casamento. – sugeriu Sango, mas Kagome balançou a cabeça negativamente.

- Não.

- Mas por que, Kagome? Essa pode ser uma ótima chance de você ter um casamento feliz! – apontou Izayoi.

- Não. Eu não posso fazer isso com Kouga. Absolutamente não. – disse Kagome, firmemente, fazendo Izayoi suspirar ao ouvi-la dizer as mesmas palavras que o pai.

- Tão teimosa quanto o pai. – resmungou Izayoi. – Você tem certeza, Kagome? A única opção que eu tenho é de um barão que só aceitará as condições em razão do dinheiro. E ele não será como Kouga seria com você. Definitivamente, não.

- Tenho certeza, Majestade.- afirmou Kagome, depois olhando para seu ventre. – Farei isso pelo fruto do meu amor com InuYasha.

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InuYasha olhou incrédulo para o monge a sua frente, sem acreditar no que ele acabara de lhe contar. Encontravam-se um pouco mais afastados do campo de treinamento perto de algumas árvores.

- Kagome? Vai se casar?! – ecoou InuYasha, sem acreditar, o olhar perdido.

- Sim. E é sua mãe que está fazendo os arranjos para encontrar um noivo para ela, tendo em vista que Musashi está muito ocupado com outras coisas. – informou Mirok, observando o hanyou a sua frente que permanecia em estado de choque.

- Mas, por quê? – perguntou ele, ainda meio perdido. Mirok olhou com pena para o amigo querendo lhe contar a verdade, mas não podendo.

- Bem, InuYasha. Ela é uma princesa. Ela precisa se casar. – Mirok respondeu apenas aquilo sem saber na realidade o que dizer.

- Precisa se casar? – ecoou InuYasha, sentiu o sangue começar a ferver em sua veias. Apertou a espada que trazia em suas mãos com força. Mirok só viu em seguida o hanyou brandir a espada com raiva e uma explosão. Quando abriu os olhos novamente, metade das arvores perto dele estavam caídas e o hanyou caminhava com rapidez até o castelo.

- Acho que contar pra ele não foi uma boa idéia.

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Sango, Kagome e Izayoi, que caminhavam lentamente pelos corredores do castelo, franziram o cenho ao ouvir um alto barulho destruição seguido de mais alguns estampidos e exclamações de alguns criados. Veio a cabeça delas um ataque ao castelo, mas, ao virarem-se para trás, deparam-se com um irritado hanyou que vinha na direção delas.

- COMO ASSIM KAGOME VAI SE CASAR?! – rugiu ele, fazendo as três dar um passo para trás. Izayoi recompô-se rapidamente, fechando o rosto para o filho.

- Comporte-se, InuYasha! Não faça escândalo! – ralho Izayoi para o hanyoi que encarava Kagome. InuYasha sem tirar os olhos da outra, rosnou:

- Você está por trás disso! Explique-se!

- Eu não tenho que me explicar para você InuYasha! – tornou Izayoi a ralhar aumentando uma oitava da voz. InuYasha encolheu-se um pouco diante da carranca da mãe.

- Mas...

–E o que o casamento de Kagome tem de interesse para você InuYasha? Você já tem uma noiva. – continuou Izayoi, mesmo querendo se bate ao dizer aquela palavras. – Agora pare de importunar Kagome! Ela já tem problemas demais!

- Problemas?- questionou InuYasha, seus olhos correndo da mãe para a princesa. Rapidamente a rainha abraçou os ombros de Kagome, dando as costas ao filho.

- É, InuYasha,.. Problemas. - respondeu Izayoi, afastando-se. InuYasha apertou os olhos para o trio.

- Elas estão escondendo alguma coisa de mim.

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Ao contrário do noivado com InuYasha, esse não tivera banquete, nem orquestra, nem baile, muito menos convidados. Izayoi atendeu ao pedido de Kagome de fazer isso o mais discretamente possível. Musashi estranhou a decisão da filha, mas a rainha dera a desculpa de que Kagome não sentia vontade de ter uma grande cerimônia sem a presença de sua mãe. O rei pareceu aceitar bem isso, olhando com pena para a filha, fazendo Izayoi suspirar aliviada.

Obviamente não era aquele o real motivo da simplicidade da ocasião, tendo em vista que se o noivo fosse InuYasha, Kagome não teria dito uma palavra contra. Todavia, mediante a situação em que ela se encontrava, casando com alguém que, dessa vez, não teria a menor possibilidade de ser feliz, não hesitou em fazer aquilo da maneira menos dolorosa possível. Sem ter que sorrir e fingir que estava tudo bem, quando dentro de si seu mundo desabava.

Kagome observou o seu noivo, sentando em frente a ela numa cadeira de alto espaldar. Deveria ser cinco anos mais velhos do que ela, com os cabelos negros e olhos cobiçosos da mesma cor. Era um barão, mas agia com uma arrogância com a qual se nomeava mais rei do que os que se encontravam no mesmo aposento que ele.

Olhara aberta e maliciosamente para ela quando a conhecera, ignorando as palavras que Kagome dissera, inserindo-se, logo, numa conversa com Musashi e InuTaisho, o qual trazia uma leve expressão de repugnância. Izayoi sentava-se ao seu lado e Sango do outro, cada um segurando uma de suas mãos as quais periodicamente era apertada por uma delas, dando-lhe apoio. Rin sentava-se também junto a elas, absorta em pensamento.

Kagome suspirou, vagando os olhos em direção a certo hanyou recostado na parede, junto de Mirok e longe de Kikyou, com os olhos fixos no homem desconhecido e o rosto contorcido numa máscara de fúria mal contida. Inesperadamente, seus olhos dourados voaram da conversa em direção a ela. Kagome sentiu o impacto, baixando os seus, marejados, rapidamente.

- Kagome... Não fique assim. Talvez ele não seja tão ruim assim. –sussurou Sango e Kagome teve um espécie de deja vu ao ouví-la. A princesa sorriu tristemente.

- Você disse a mesma coisa quando fiquei noiva de InuYasha, lembra? Você está certa. Entretanto... – disse Kagome pousando os olhos no homem a sua frente. -... temo que dessa vez esteja enganada.

- Ohh, Kagome... – começou Sango, mas foi interrompida pelo pai de Kagome que sugeriu:

- Por que você não leva Kagome para um passeio? – O homem sorriu desdenhoso, medindo-a. Kagome sentiu o sangue lhe subir a cabeça, mas segurou-se, levantando-se. InuYasha assistiu aquilo em silêncio, os punhos fechados com força e um ruído saindo de seu peito. Mirok assistiu a reação do amigo, assustado.

Os dois caminharam sozinhos em direção ao lago, a contragosto de Kagome, em silêncio. A princesa mordia o canto do lábio, nervosa, quando pararam, sua cabeça abaixada. Num simples piscar de olhos, viu-se puxada num frenesi aos braços do outro homem. Kagome arregalou os olhos, assustada debatendo-se e virando o rosto ao homem que buscava seus lábios.

- Me solta! – exibiu Kagome, enjoda diante das ações daquele homem que explorava seu corpo sem sua permissão. O homem riu maliciosamente, fingindo não ouvi-la.

- Me larga, seu... – insistiu Kagome, dando um tapa com força no rosto do homem. Ichiro tocou o rosto de leve, levantando o rosto contorcido em raiva. Kagome sentiu a mão aberta bater em seu rosto, pasmada. Ichiro segurou-a com força pelo belo braço:

- Olha aqui sua vadia! Você faz o que eu mandar sem abrir essa boca! - rosnou ele, sorrindo com maldade em seguida. – Porque, senão, seu querido hanyou e seu querido paizinho vão saber dessa sua barriga aí!

E dizendo isso, jogou-a com lado com força, fazendo-a cair no grama, assustada. Kagome assistiu o homem afastar-se em direção ao castelo antes de ruir em lágrimas.

Continua...

Desculpa, desculpaaaaaa pela demora! AAh não me xinguem eu sei que sou muito má, mas eu adoooro ver meus personagens sofrer Muahahahahah XD Parece novela mexicana isso, cruzes!!

Enfim, espero que tenham gostado, se divertido, ou não né... Capítulo depressivo, mas não posso fazer anda. É necessário.

Review and Story Alert

Beijos,

Dessa-chan

Agradecimentos:

Acdy-chan

Meyllin

Gege-ups

Katryna Greenleaf

Jéh-chan

anny Cullen

Agome chan

Magda Antunes

Saiurychaan

Marismylle

Magdinha

Taís-chan

TG s2

Tchan

Brigada, brigada, brigada! Amo os reviews de vcs!

Até,

Dessa-i-Rê