Ecos do silêncio
O silêncio. O breve respirar do corpo dela.
Ah, sim. Albus sabia o que aquela aparente calma significava; ele sabia o que o corpo de Ariana representava agora.
Albus sentiu a Morte passando em cada uma das mãos dos outros dois rapazes, sentiu a Morte tocar suas próprias mãos. Quem é o culpado? A pergunta que carregava a vida da irmã nos braços lançava um véu de angústia sobre seus olhos azuis.
Albus sentiu o tempo parar, sentiu o frio no estômago, sentiu dor. Seus olhos passaram de Aberforth para Gellert, sem nada conseguir absorver.
Sim, ele entendia o que significava a morte de Ariana para cada um deles, ele sabia que era chegada a hora da separação.
E então, o grito de Aberforth ecoou pela casa.
