Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Capitulo Treze
|Pov. Bella|
Como alguém podia viver assim.
A qualquer momento ele me deixaria. Eu podia sentir. Tê-lo era pior do que sonhar com ele. Era agonizante não ter certeza do seu amor.
Desde que ele chegara em casa as seis eu me tranquei em meu quarto. Não queria vê-lo ir. Era frustrante saber que haviam mulheres como Rosalie Hale. Tão bonitas e atraentes, e eu era uma adolescente. Mas eu não queria perder Edward.
Eu não ia.
Lutei contra as lágrimas, mas quando ele forçou a maçaneta e me chamou, covardemente corri para o banheiro. Se eu o visse confessaria meu amor e imploraria para ele não me deixar.
Mas eu tinha que manter as dicas de Vic. Nunca encontrá-lo quando eu me sentia abalada pelos meus sentimentos. Tinha que me preparar para vê-lo quando ele chegasse mais tarde.
Eu podia suportar algumas horas. Mesmo que fossem as horas mais longas da minha vida. Voltei para o quarto quando ouvi seu carro saindo e peguei as roupas esperando que ele ainda me quisesse quando voltasse.
Fui até seu quarto e guardei algumas roupas em seu armário e senti lágrimas em meus olhos. Eu sonhei tanto com esse momento, e agora talvez nem durasse.
Eu e Victoria nunca pensamos que Edward com sua beleza devia atrair várias mulheres. Eu nunca me preparei para enfrentar o ciúme que me corroia.
- Bella? – ouvi a voz de Esme e ela me olhava com pesar. Ela estava perto da porta e quando me viu veio até mim.
- Oh Esme... – eu chorei e ela me abraçou. Levou-me até a cama de Edward e se sentou deitei a cabeça em seu colo, sentindo seus dedos em meus cabelos.
- Eu sei que você nunca teve um tempo com sua mãe. Sabe só para sentir o carinho de uma mãe. Mas eu estou aqui por você querida. – chorei mais lembrando de Renée. - Não chore querida. Pode me dizer o que há de errado. – eu funguei e suspirei.
- Ele não me ama. – ouvi seu riso baixo. De alguma forma eu sabia que Esme sempre soube como eu me sentia com relação a Edward. E sabia que ela não me julgaria.
- Sabia que desde a morte de Renée ele nunca trouxe ninguém aqui.
- Mesmo? – ela sorriu e levantei para encará-la.
- Sim. Ele nunca se abriu para ninguém e ele está fazendo isso agora. Eu não aprovo nem desaprovo o que vocês estão fazendo. Mas eu vi meu menino sofrer durante anos e pela primeira vez eu vejo seus olhos brilharem, e se você é a causadora eu só fico feliz.
- Mas há tantas mulheres... – ela sorriu e afagou meu rosto.
- Bella, Edward não é assim. Mesmo antes de Renée, Edward sempre foi discreto. Ele nunca foi mulherengo. – eu dei um sorriso fraco, não querendo enchê-la com meus temores.
- Obrigada. – sussurrei e ela beijou minha testa.
- Sempre que precisar. Vai querer jantar? – eu neguei a ultima coisa que queria era comer.
Ela suspirou e me deixou sozinha.
As horas se arrastavam e continuei remoendo meus medos de perdê-lo. Até ouvir o barulho do carro. Podia ser Alice, mas eu sabia que era ele. Sequei meu rosto rapidamente e engoli o choro. Não podia ter outra crise de ciúmes. Isso só o afastaria de mim. Mas ele podia somente vir aqui e dizer que não podia acontecer nada entre nós. Que Rosalie era a mulher certa para ele.
Ouvi a porta do quarto se abrir e ouvi ele se mover pelo quarto e a cama afundar, funguei e me encolhi esperando que ele virasse e me afastasse.
Mas me assustei quando ele me puxou me fazendo olhá-lo e me encarou preocupado.
- Isabella? – assim que olhei em seus olhos senti meu medo aumentar e falei a primeira coisa que veio em minha cabeça. O que me atormentou desde que ele saíra de casa de manhã.
- Achei que você ia me deixar. – ele sorriu e me abraçou.
- Como poderia. Não posso mais viver sem você. – meu coração inflou. Oh eu não poderia viver sem ele também.
Enterrei a cabeça em seu peito e senti as mãos dele afagar meus cabelos.
- Cadê a minha pequena corajosa e que me deixa louco hein? – ele sussurrou em meu ouvido e ri.
- Ela tem suas fraquezas. – murmurei contra seu peito e senti ele me apertar mais.
- Não tenha. Eu sou seu. – eu levantei os olhos e segurei seu rosto entre minhas mãos e sorri.
- Eu sou sua também. – falei e beijei sua boca linda.
- Queria que fosse verdade. – ele sussurrou contra meus lábios e o encarei vendo incerteza em seu olhar. Sorri. Seria possível que Edward tivesse os mesmos medos que eu?
- É a verdade. – murmurei e voltei a beijá-lo, ele me abraçou pela cintura e nos beijamos por longos minutos, sentindo o gosto um do outro.
Nos separamos em busca de ar e encostei a testa na dele sorrindo. Como alguém podia ser tão bonito. Dei beijinhos por todo seu rosto e me aconcheguei em seu peito.
- Então como foi o jantar? – senti seus lábios em meus cabelos e ele me apertou mais em seus braços.
- Um pesadelo. Queria que você estivesse lá. – sorri fechando os olhos e beijei seu peito.
- Para que. Nem poderia te tocar. – ele suspirou.
- Sim. E até quando agüentarei essa situação.
- Que situação? – levantei o rosto e ele estava serio.
- Nada. Me diga como foi seu dia?
- Chato. Mas amanhã vai ser ótimo.
- É mesmo? Por quê? – ele fez cara de pensativo e bufei dando um tapa em seu peito.
- Edward! – ele riu.
- Meu dia amanhã será perfeito também. – sorri e deitei em seu peito.
- Quais são os planos?
- Passar o dia na cama.
- Edward! – ele riu de novo e beijou minha boca.
- Ok, ok, metade do dia. A outra metade nós fazemos o que você quiser. – sorri e mordi o lábio.
- Ok. – assenti fechando os olhos e sorrindo. Agora que eu estava em seus braços, todos os meus medos sumiram. Só esperava que essa segurança durasse.
Adormeci rapidamente sentindo os lábios dele em minha pele e suas mãos em minhas costas.
Quando abri os olhos o sol já brilhava e tinha um par de olhos verdes me encarando. Corei e ele sorriu enormemente.
- Isabella Swan corando? – eu ri e o abracei pelo pescoço.
- Culpa sua. – ele riu e beijou meu rosto.
- Bom dia pequena.
- Bom dia gostoso.
- Às vezes eu me sinto um pedaço de carne com você. – eu gargalhei e avaliei seu corpo gostoso e suspirei.
- Não tenho culpa se você é tesudo. – ele riu e beijou minha bochecha.
- Adoro o seu jeito. – mordi o lábio.
- Não gostaria de mim se eu fosse tímida? – perguntei receosa e ele sorriu.
- Adoro tudo em você. E sei que você é tímida minha pequena Isabella. Mas adoro os seus momentos como tarada.
- Ah não sou tarada. – ele sorriu e mordeu meu queixo.
- Oh sim você é. – ele aproximou os lábios do meu ouvido e chupou o lóbulo antes de sussurrar. – E eu adoro seu lado tarada. – eu ri e o empurrei ficando em cima dele.
- Hummm. Então você gosta é? – ele arqueou uma sobrancelha e sorriu malicioso. Deus como ele é gostoso.
- Oh sim. – eu ri e me abaixei ficando a centímetros da sua boca linda, e quando ele tentou me beijar eu me afastei sorrindo e beijei seu peito.
Ele suspirou e lambi seu mamilo e chupei. Senti seu copo estremecer e comecei a brincar com seu peito e ele movia suas mãos por meu corpo. Eu estava usando uma camisa dele e senti ela sendo puxada para fora de mim.
Meus seios ficaram nus e suas mãos tocaram ambos e ofeguei deixando de provocá-lo e gemi baixinho. Senti-o beliscando os mamilos e arquei o corpo, movendo meu corpo sobre seu membro.
- Edward. – gemi seu nome e senti-o se afastando um pouco e o olhei o vendo pegar uma camisinha na gaveta. Sorri mordendo o lábio e ajudei-o a retirar sua boxer e o colocar a camisinha e ele me puxou para cima dele de novo.
- Monta em mim linda. – corei e mordi o lábio, timidamente subi em cima dele, senti seu membro pulsante me preencher e gritei quando ele entrou todo em mim.
- Deus. – ofeguei e ele ficou parado esperando eu me acostumar. Olhei para ele e senti seu membro pulsando e gemi apoiando as mãos e seu peito e me movi sobre ele.
- Porra... Bella... – Edward gemeu apertando minha bunda e me ajudando nos movimentos.
- Edward. – gemi alto sentindo ele me mover cada vez mais rápido sobre seu membro e arquei meu corpo sentindo seu membro pulsar dentro de mim.
Meu centro mastigava o pau de Edward e meu corpo tremia a cada investida de seu membro contra mim. Deitei sobre ele espremendo meus seios sobre seu peito e ele agarrou minha bunda com força, entrando cada vez mais rápido em mim e beijei sua boca.
Pulsamos juntos e trememos quando nosso ápice nos alcançou. Ficamos abraçados por alguns minutos sentindo nossos corpos se acalmarem. Meu coração parecia que ia explodir, mas nunca me senti mais feliz.
Finalmente Edward estava olhando para mim. Ele me olhava, e me queria, mas as palavras dela ainda machucavam. E eu as havia enterrado no fundo da minha mente. Olhei para Edward que me olhava com carinho e me senti sendo transportada para o pior dia da minha vida.
(...)
- Ele nunca vai olhar para você menina estúpida.
- Mãe do que está falando?
- Acha que não notei como olhava para ele.
- Mãe...
- Eu vi. Mais ele nunca olhar para você Isabella. – sequei as lagrimas e não entendia o que ela queria dizer.
- Eu não entendo...
- Claro que entende. Edward é meu. – arregalei os olhos e me afastei dela.
- Eu não...
- Não minta. Eu sei que você quer o meu marido. Mas ele nunca será seu. Você já tirou Charlie de mim. Mais Edward não.
Afastei-me dela em desespero. Eu nunca tiraria o marido de minha própria mãe. Eu o amava, mas eu nunca pensei em fazer nada.
- Mas mãe... – ela me cortou e me segurou pelos ombros, senti cheiro de bebida em seu hálito.
- Finalmente eu tenho uma vida boa. A vida que sempre quis, e você não vai destruir a minha felicidade. Eu não quero mais saber de você Isabella. – senti lagrimas em meus olhos.
- Eu...
- Esqueça que tem mãe. Ela morreu no mesmo dia que Charlie. – me afastei dela sentindo como se ela tivesse me batido, na verdade eu preferia um tapa ao ouvir isso.
- Está bem Renée. – falei com ódio e ela sorriu passando a mão por meu cabelo.
- Você lembra tanto meu Charlie. Por que você o tirou de mim? – eu a encarei confusa. Ela me deu um tapa e me empurrou. – Ele morreu por sua culpa.
- Eu não fiz nada. – esbravejei e ela riu.
- Sim. Você quer saber como seu pai morreu Isabella?
(...)
- Isabella? – senti as mãos de Edward em meus ombros e olhei para ele que me olhava preocupado.
- Hummm.
- Você está bem? – tentei sorrir e assenti.
- Só pensando. – ele beijou minha bochecha.
- Em que?
- Lembrando na verdade. Nada demais. – sorri e beijei seu rosto. – Então, quais os grandes planos para hoje? – perguntei tentando mudar de assunto e ele me olhou serio e evitei seu olhar.
- Podemos ir ao central park fazer um piquenique. – ele falou e sorri voltando a olhar para ele.
- E podíamos andar de barco? – ele riu e me abraçou.
- O que você quiser pequena. Agora vá tomar um banho e se arrumar. – me levantei e olhei para ele.
- Não vem comigo? – ele mordeu o lábio e parecia pensativo, mas balançou a cabeça.
- Não posso. Vou preparar umas coisas e se entrar nesse banheiro com você eu não saiu mais. – eu ri e corri para o banheiro.
Liguei o chuveiro e ouvi o barulho da porta batendo. Tomei um banho rápido sem lavar os cabelos, deixando eles preso. E voltei para o quarto enrolada em uma toalha, e fui até o closet ver alguma roupa.
Senti braços em minha volta e sorri apoiando a cabeça em seu ombro e ganhei um beijo.
- Você está cheirosa.
- São os efeitos de um banho. – ele riu e mordicou minha orelha.
- Hummm, vou tomar um também.
- Quer companhia? – ele riu e beijou minha boca, somente um beijo rápido.
- Não. Queria muito, mas se eu te pegar não saímos de casa hoje.
- Sabe que eu não me importo né? – falei com um sorrisão e ele riu me abraçando apertado.
- Oh eu sei. Mas eu quero mais que sexo Isabella. – sorri evitando olha-lo. Eu queria muito mais que só sexo, e era bom saber que ele se sentia assim também.
- Então vá tomar seu banho. – falei fazendo um biquinho e ele riu. E foi para o banheiro.
Aproveitei e peguei um vestido leve azul. Estava sol e ia aproveitar para pegar uma cor nas minhas pernas branquelas. Amarrei meu cabelo em um coque mal feito deixando alguns fios soltos e deitei na cama de Edward de barriga para baixo e peguei meu celular.
Assim que Edward saiu do banheiro usando a toalha amarrada na cintura e passando as mãos nos cabelos molhados e PQP ele estava sexy demais eu liguei a câmera e tirei uma foto. Ele ouviu o barulhinho e me olhou com uma sobrancelha arqueada.
- Você acabou de tirar uma foto minha? – soltei uma risadinha e fiz minha melhor cara de inocente, mordendo o lábio e assenti. Ele riu.
- Que foi? Você estava muito gostoso e eu não resisti. Agora sempre que você me ligar eu vou ver sua foto sexy. – falei movendo as sobrancelhas e ele riu alto.
- Tarada. – ok eu era mesmo. Mandei um beijinho para ele, e enquanto ele se vestia no closet, comecei a arrumar no meu celular para sempre que ele ligar aparecer sua foto.
Ele voltou para o quarto usando uma camisa pólo azul escura, e uma calça jeans e tênis. Se era possível estava ainda mais gostoso. Sorri avaliando seu visual e ele sorriu e bagunçou os cabelos. Confesso eu gemi e ele sorriu mais me puxando da cama.
- Vamos minha pequena Isabella. – sorri e segurei sua mão. Assim que chegamos a cozinha eu o soltei e fui até Esme que me deu bom dia e um beijo.
- Querido a cesta já está no carro.
- Obrigada Esme. – ele sorriu e beijou minha bochecha e foi para fora. Olhei corada para ele e depois para Esme que sorria e corei mais.
- Vejo que você estava sofrendo por nada ontem.
- Pois é. – ela riu baixinho. Ela ia dizer mais alguma coisa, mas Alice entrou na cozinha toda elétrica.
- Bom dia pessoas maravilhosas. O dia não está maravilhoso. Devemos aproveitá-lo fazendo coisas...
- Maravilhosas. – completei e ela sorriu mais.
- Exatamente. O que fará nessa manhã maravilhosa Bella?
- Deus! Nunca vi alguém usar a palavra maravilhoso tantas vezes. – falou Edward entrando da cozinha e Alice sorriu.
- Edward você está...
- Maravilhoso? – Esme e eu falamos juntas e rimos.
- Eu ia dizer gostoso. Mas maravilhoso é melhor. – uma musica barbie girl, começou a tocar e Alice tirou do bolso um celular pink e deu um gritinho quando olhou no visor quem era.
- AAAH que maravilha. – e saiu correndo da sala nos fazendo rir.
- Bem vamos logo aproveitar esse dia maravilhoso. – falou Edward e ri segurando sua mão que ele estendia para mim e fomos em direção ao seu volvo.
Realmente seria um dia maravilhoso.
