Esse capítulo ofereço para um doce de pessoa, acredito que o nome que ela usa Sun, representa o que ela faz, ilumina a vida com o seu carinho, amizade e bondade. A conheci através da Ivys, Obrigada Ivys sempre! A Sun é uma das minha amizades mais antigas nesse mundo virtual de fics, e depois de insistência da Ivys para ela começar a escrever e minha para ela escrever uma Padackles, conseguimos essa façanha! E como sempre não decepcionou.
Leiam: E vejam se não tenho razão, se eu não tiver pode mandar reviews para ela reclamando!
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Ia esquecendo essa fic é presente para mim! Digo isso com bastante humildade! Srsrsrrs
J&J J&J
Porto de Ilha Bonita.
O Comandante Geral John Schneider, Almirante Lafferty e Comodoro Kane, observavam o horizonte, quando avistaram três navios.
- Pelo visto o Almirante Smith, fez uma excelente campanha, voltou com os seus dois navios e mais um. – Falou o Comandante geral. – Pelo menos não teremos a tristeza de ontem.
- Isso são ossos de ofícios. – Falou o Almirante na defensiva. No dia anterior quando apenas um galeão voltou houve muitos choros e lamentações, pelas famílias dos que faziam parte da tripulação do Queen Elizabeth II.
A notícia da volta das fragatas correu pela ilha, amigos e parentes dos homens de Smith foram para o porto, quando o El Matador II, aportou e viram que o Capitão Somerhalder comandava este navio, a população presente vibrou, palmas, gritos e lágrimas de alegria.
O Henrique II foi o ultimo a aportar, e quando Jensen desceu pela rampa, a população gritava o nome dele, apesar de não saberem o que tinha acontecido. O loiro era o Comandante Geral daquela frota, então era responsável pelas suas vitórias e derrotas.
- Seja bem vindo! Almirante. – Cumprimentou o Comandante geral.
- Obrigado senhor! – Respondeu Jensen com um sorriso, que morreu ao cumprimentar Kane.
- Vou chamar os soldados para descarregar os prisioneiros. – Informou Schneider.
- Não tenho prisioneiros senhor. – Nesse momento o Almirante Lafferty riu. – Tive que solta-los para poder trazer os nossos homens, que foram abandonados pelo seu Comandante para morrer sob o fogo dos canhões do Colibri. – O sorriso de Lafferty morreu.
- Foram muitos prisioneiro libertados? – Perguntou o Comandante.
- Nem tantos.
- Acredito que está sendo modesto, pois sua cabeça está a prêmio. Os piratas clamam por vingança, afinal foram 15 navios a pique. – Na verdade Jensen contou sete.
- 15, senhor? Exagero! Foram apenas...
- 14, senhor! – Disse Hartley. – Décimo quinto, foi apenas requisitado. – Jensen mordeu os lábios para não rir.
- E soltaram todos os prisioneiros? – Perguntou Lafferty.
- Fizemos prisioneiros apenas na segunda semana. No resto do tempo nos divertíamos, treinando tiros. Pois não tínhamos espaços para todos que tiveram a infelicidade de cruzar nosso caminho. – Explicou Jensen com o seu característico sorriso de lado. – Temos homens feridos para desembarcar, permissão para ir ao convento. Tenho que deixar Dean e a Condessa Durance com as irmãs.
- Condessa Durance? – Perguntou o Comandante. – Parece que temos muitas histórias a serem contadas.
- Realmente principalmente essa, de que a minha cabeça está a prêmio. – Disse Jensen sorrindo, como se esse fato não o perturbasse; o que era verdade.
- Por que para o convento? Na minha casa todos estarão mais bem acomodados. – Falou Kane pela primeira vez.
- Obrigada, Comodoro! Mas não quer dar trabalho. – Disse Érica que vinha acompanhada do pequeno Dean.
- Mas e o Dean, ele não precisa ficar no convento. – Disse Kane, desafiando Jensen com o olhar.
- Eu fico a onde a Condessa ficar. – Se pronunciou Dean.
- Ah! O primeiro amor. – Falou Jensen fazendo os presentes rirem, menos Kane. – Comandante, Comodoro e Almirante. – Jensen pediu licença, bateu continência e se retirou. – Logo estarei de volta.
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- Almirante. Seja bem vindo de volta. – Disse a Madre Superiora.
- Obrigado, Madre. Hoje estou aqui para lhe pedir dois favores. – Falou Jensen. – Gostaria que o Dean ficasse interno até eu encontrar uma residência própria, e que hospedasse a Condessa Durance. Ela perdeu tudo durante um ataque de piratas, bens materiais e o seu amado marido. – Nessa a Condessa baixou a cabeça para não rir, pela ironia disfarçada de Jensen.
- Coitadinha. Claro que você pode ficar aqui. Vamos lhe arrumar roupas limpas. Simples mais limpas. – Disse a Madre, já chamando uma irmã para acomodar a Condessa.
- Obrigada, Madre. Antes de ser Condessa, ajudava na escolinha de um orfanato em Londres. E se a senhora me permitir. – Disse Érica, que não pretendia ir embora tão cedo, sairia do convento somente para casar com o Capitão Hartley.
- Será de grande ajuda. – Respondeu a Madre. Érica se despediu de Jensen e seguiu com a irmã para conhecer seus aposentos.
- E o pequeno Dean, o senhor como sempre impetuoso, mas admiro o amor que criou por seu filho. – Disse a Madre para o loiro.
- Madre, me perdoe, mas tenho certeza que esse tempo afastado não atrapalhou o seu aprendizado. Por sinal acredito que até enriqueceu. Ele tinha aulas todos os dias, de canto, piano, violino, esgrima, matemática, literatura, latim, e entre outras coisas.
- Muito bom, espero que ele esteja apto para os exames.
- Com certeza estará.
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- Ei cambada de cães sarnentos, mexam essa bunda inútil e vamos aposta corrida, o último é um merda n'água. – O pequeno Dean gritava com os colegas para o horror das irmãs, e da Madre Superiora que olhou de maneira interrogativa para o Almirante.
- Pelo jeito ele aprendeu outras coisas também. – Disse a Madre séria, querendo rir de Jensen que estava vermelho, pois sabia que o palavreado do filho era sua culpa.
- A senhora sabe: Marujos têm uma boca meio porca. – Disse Jensen sem jeito. – Dean. – Chamou o filho.
- Claro! Almirante.
- Sim, pai. – A criança veio sorrindo.
- Meu filho, você não deve usar essas palavras, pois elas são feias de se falar. – Disse Jensen.
- Mas quando o senhor fala, eu acho tão bonito, e todo mundo obedece. – Comentou a criança sem entender a proibição.
Jensen olhou para a Madre deu um sorriso sedutor, do tipo que se ele xingasse o papa, a Madre Superiora o perdoava.
- Dean se você continuar falando assim, terei de lavar a sua boca com sabão, a sua e a do seu pai. – Disse a Madre séria. – E esse seu sorriso não me impressiona. – Falou sorrindo mostrando que estava mais do que impressionada. – O senhor pode ficar tranqüilo, o Dean será bem cuidado aqui. E re-educado, para ser um cavalheiro, igual ao pai.
- Eu sei. Mais uma vez obrigada. – Disse Jensen, dando um beijo e um abraço no filho, que quis chorar. – Não chora, logo teremos a nossa própria casa. Hoje eu não virei, mas amanhã lhe contarei histórias até dormir. Prometo.
- Te amo, papai.
- Também te amo.
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Jensen voltou para o porto, ele gostava de acompanhar os trabalhos realizados. Almoçou no navio, assim como toda a tripulação desde os oficiais até o marujo mais raso.
O serviço de organização e limpeza varou a madrugada, eram duas horas da manhã quando dispensou os homens, deu dois dias de folga para todos. Colocou os guardas da Rainha para vigiarem os navios, foi dormir no El matador II, para tentar fugir de Kane que durante toda tarde o cercou, desistindo quando percebeu que Jensen não lhe daria abertura para conversarem.
Depois de um sono sem sonhos, coisa rara, Jensen acordou. O sol já estava alto, feliz, como há muito tempo não se sentia, parecia que a luz do dia trazia boas novidades. Realmente isso acontecia, no momento em que Jensen abriu os olhos, o Arpoador, aportou em Ilha Bonita, ao lado do Henrique II.
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Por Jared ele iria atrás de Jensen imediatamente, mas Crowley conseguiu convencê-lo a esperar pela noite, pois a luz do dia, se tentassem algo contra o Almirante, talvez não conseguissem fugir.
- Mas eu preciso somente vê-lo. – Implorava Jared.
- Jared, você não vai conseguir apenas vê-lo. – Dizia Misha.
- Me acorrenta no convés. – Pedia Jared. – Apenas para poder vê-lo nem que seja de longe.
- Paciência! Já esperamos tanto tempo sem esperança. Podemos esperar um pouco mais. – Disse Roger, apesar de estar louco para abraçar o filho.
- Bom dia soldados! – Jared saiu correndo quando ouviu a voz de Jensen, no navio ao lado. Por sorte Cliff o segurou.
O Capitão Padalecki se acalmou e apurou os ouvidos tentando ouvir novamente a voz de Jensen.
- Eu vou ter que falar com o Almirante sobre o meu navio. – Disse Roché.
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- Capitão Crowley. Capitão Roché que surpresa. – Falou Jensen quando avistou os dois corsários no convés do Henrique II.
- Almirante. Nunca em minha vida agradeci tanto por ser um corsário, 20 navios afundados em apenas dois meses. – Disse Crowley, sorrindo.
- Vinte? – Perguntou surpreso Jensen. – Acredito que essas histórias têm de para de aumentar o número de navios, por que caso contrário, logo não sobrará nenhum pirata nesses mares. – Completou sorrindo.
- O meu navio já serviu a Rainha, será que ele poderia voltar para as minhas mãos? – Perguntou Roché esperançoso, olhando com amor em direção ao El Matador II.
- Acredito que isso não será problema. O navio é seu. A Rainha agradece por esse serviço prestado e por outros no futuro. – Disse Jensen para a felicidade do Capitão Roché.
Jensen, Crowley e Roché foram para o El Matador II, juntos com uns dez tripulantes, para começar a preparar o navio para partir, desejo de Roché. Seus homens o esperavam, e ele sabia que se conseguissem raptar o loiro, assim que descobrissem o seu desaparecimento, os corsários seriam os primeiros suspeitos.
Jared trancado na cabine de comando do Arpoador, pela escotilha via o convés do El Matador, e seu coração parou, para depois acelerar, quando ele avistou o loiro, com o seu casaco azul de oficial, com botões dourados, camisas e as calças brancas justas ao corpo, botas de cano longo, espada na cintura, com os cabelos loiros presos em um rabo de cavalo, e alguns fios rebeldes libertados pela brisa marítima. Fixou o olhar em Jensen esperando algum reconhecimento, que infelizmente não aconteceu, mas procurou dominar a tristeza que quis invadir seu coração.
Jensen se sentiu observado e olhou em direção ao Arpoador e encontrou os olhos de um homem que lhe encarava fixamente, mesmo a distância. O Almirante percebeu toda a beleza do desconhecido, seu coração bateu mais rápido, seu corpo esquentou, uma reação que ele reconheceu como a mesma que sentia quando sonhava, com o aquele que sabia amar.
Crowley e Roché perceberam as reações no Almirante e sorriram entre si. Jensen respirou fundo, e passou a língua umedecendo os lábios imorais, antes de mordê-lo levemente, gesto percebido por Jared, que quase pulou pela escotilha, para tomar o loiro em seus braços para nunca mais deixá-lo sair.
- Almirante. – Jensen sentiu seu coração gelar imediatamente ao ouvir a voz do Comodoro Kane.
- Comodoro. – Disse batendo continência.
- Preciso conversar com o senhor.
- Claro. – Disse Jensen sabendo que esse confronto era inevitável. Antes de seguir o Comodoro, olhou novamente em direção ao Arpoador, porém não tinha mais ninguém na escotilha.
Jared, quando viu Kane, se escondeu por que o Comodoro poderia reconhecê-lo. "Tenho certeza que esse maldito está por trás do que esta acontecendo com Jensen. Mas na primeira oportunidade, vou matá-lo e de maneira rápida para o mundo se livrar logo desse canalha!" pensou Padalecki vendo loiro acompanhar Kane.
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Jensen e Kane seguiram para o forte, onde encontraram o Capitão Somerhalder. – Comodoro. Almirante! – Falou batendo continência para os dois. – Meu pai, Conde Somerhalder, organizou um Sarau em sua homenagem, Almirante, em agradecimento por ter me salvado e gostaria que o honrasse, comparecendo. Por isso estou aqui pessoalmente para lhe entregar esse convite. – Disse Ian, entregando um convite nas mãos de Jensen e outro nas mãos do Comodoro.
- Será uma honra, Capitão. – Disse Jensen sorrindo, e Ian lhe sorriu também. Kane sentiu que o moreno de olhos azuis estava apaixonado por Jensen, e sua vontade era de desafiá-lo para um duelo.
- Capitão. Dispensado. – Falou Kane, Ian se despediu, mas antes lançou outro olhar para Jensen, coisa que não passou despercebido para o Comodoro.
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- Dean, o que significou aquela cobra? – Perguntou Kane, como se tivesse sido injustiçado.
- Acredito que não preciso explicar. – Respondeu Jensen sem entrar no jogo dele.
- Claro que precisa. – Disse Kane avançando em sua direção, mas foi parado pela ponta da espada que Jensen. – O que significa isso?
- Se você me tocar novamente, eu juro que lhe mato. Qualquer sentimento de gratidão, amizade ou lealdade que sentia por você, acabou no dia em que descobrir as mentiras e os fingimentos, para conseguir... Me seduzir. – Disse Jensen, sério e suas ultimas palavras saíram com tom de asco.
- Eu confesso, sou culpado. – Disse Kane com falsa humildade. – Mas não foi apenas para te seduzir, foi para você lembrar-se do nosso amor. Eu estava me sentindo tão perdido, sem saber como reviver a nossa relação. – Kane tentava se aproximar, porém Jensen não abaixava a guarda.
- Kane, eu não sei qual é o nosso passado, mas acredito que esse amor não exista, e que nunca existiu, pois todas as vezes que sua boca beijava a minha, ou suas mãos tocavam o meu corpo, a minha vontade era enfiar uma faca no teu peito e arrancar o teu coração, de tanto nojo que sentia com as tuas carícias. – Ao falar isso Jensen se retirou do gabinete de Kane.
"Infelizmente terei que tomar outras providências, mas você será meu!" Pensou Kane enquanto jogava um vaso contra a parede. "E será essa noite, já que o destino te trouxe de volta para mim outra vez, não vou perder tempo com joguinhos de sedução."
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- Almirante Smith. Espero que tenha feito uma boa viagem– Quando Jensen olhou em volta reconheceu o seu Advogado John Glover. – Estava lhe procurando, se ainda está interessado, acredito que encontrei a casa ideal para o senhor e o seu filho. Ela é perfeita, próximo ao porto, mas com um belo quintal, se o senhor quiser podemos conhecê-la agora.
- Melhor noticias para mim no momento não haveria. Passarei primeiro no orfanato, gostaria que o Dean conhecesse a casa também.
- A Madre irá permitir a saída dele agora? – Perguntou o advogado incrédulo.
- Tentarei! E o máximo que ela pode fazer é dizer não. – Disse o loiro pegando uma carruagem e segundo em direção ao convento.
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-Almirante, por favor! O senhor quebra todas as nossas regras, tudo bem que é o nosso maior benfeitor, mas acredito que esteja abusando. – Disse a Madre Superiora.
- Madre, desculpe! Não é a minha intenção, parecer desrespeitoso, ou mesmo me aproveitar por ajudar a instituição, apenas estou muito feliz, pois esse problema da casa estará resolvido e queria que ele fosse comigo. Assim nós dois poderíamos ver pela primeira vez, juntos, onde talvez, vamos morar. – Disse Jensen com humildade. – Mil perdões pelo abuso. – O loiro baixou a vista pedindo licença para se retirar.
- Almirante! Espere! – Pediu a Madre. – Irmã, vá buscar o pequeno Dean, ele terá de sair com o pai dele. Rezei tanto para Deus tocar o seu coração para aceitar seu filho, que acredito que ceder aos seus caprichos seja o preço por minhas preces serem ouvidas.
- Obrigado! Madre! – Disse Jensen com um sorriso de lado.
- E tire esse sorriso dos lábios. – Disse a Madre se esforçando para não mostrar seu encanto diante daquele sorriso.
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A casa era linda, não muito grande pelos padrões da época. Um sobrado de dois andares, um sótão e um porão, na parte de baixo, existia a cozinha, sala de jantar, uma sala de estar, um pequeno salão para pequenas reuniões e uma biblioteca. No andar de cima cinco quartos e uma varanda de onde podiam avistar o porto. A casa não tinha jardins na frente, porém o quintal era enorme com muitas árvores e plantas.
- Um balanço. – Correu Dean onde brincou um pouco sob os olhares divertidos do pai e do advogado.
- As mobílias estão todas incluídas no preço, menos o piano. – Disse Glover. – Mas ele também está à venda.
- Então compre. – Disse Jensen passando os dedos pelas teclas do enorme piano de cauda todo negro, uma perfeita obra de arte.
- Então devo fechar o negócio? – Perguntou o advogado.
- O que você acha? – Jensen perguntou para Dean. – Gostou da casa?
- Sim! Tem um balanço! – Disse a criança sorrindo.
- Um balanço, realmente isso é muito importante. – E Glover e Jensen sorriram com a felicidade do pequeno Dean.
Os três almoçaram juntos, e no final saborearam manjares celestes*, um doce feito no convento, a base de ovos, queijo e açúcar.
- Nós apenas podemos comer manjar no Natal. – Disse Dean que já ia comendo o terceiro, mas foi impedido pelo pai.
- Não quero te devolver doente para a Madre. Quantas crianças moram no orfanato? – Perguntou para a criança.
- Um monte. – Respondeu Dean com os olhos compridos para o doce.
Jensen pediu dos Bolos do Paraíso* e mais dois manjares celestes para a Madre Superiora depois de saber que era o doce predileto dela, pelo pequeno Dean.
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- Madre, trouxe esses bolos para serem distribuídos para as crianças, sei que foram produzidos aqui *, mas são os melhores. – Disse Jensen que sempre esbanjava charme para a religiosa, que apesar de ser bondosa, tinha fama de rígida, mas não resistia ao Almirante.
- Como sempre querendo me comprar. – Disse à Madre que apesar do clero, era mulher.
- Comprar com bolos do Paraíso, nunca cometeria esse erro! – Disse Jensen sorrindo. – Mas acredito com esses eu consiga. – Falou dando uma caixa com os manjares para a Madre.
- O que o senhor quer Almirante? – Perguntou a Madre com os olhos brilhando olhando para o doce.
- Apenas o que a senhora faz, cuide bem do meu filho, logo estaremos instalados. E se não for pedir muito gostaria que indicasse alguém para ser a governanta da minha casa.
- Claro, lhe ajudarei com prazer.
- Se eu conhecesse esses doces antes. – Comentou Jensen sorrindo.
- Ainda bem que tenho confissão amanhã! Por sinal lhe espero na missa aos domingos.
- Sim, Madre. – Jensen se despediu e foi falar com o Dean que chorava no colo da irmã Cecily.
- O que aconteceu? – Perguntou Jensen estranhando a atitude do filho.
- Estou com medo. – Disse a criança entre soluços
- Medo? Por quê? – Perguntou Jensen.
- Parece que nunca mais vou lhe ver.
- Isso é bobagem! Acredito que amanhã ou o mais tarda depois de amanhã, estaremos dormindo em nossa casa. Enxugue essas lágrimas. – Disse Jensen, tirando um lenço e entregando para o filho. – Depois do jantar estarei aqui.
A criança abraçou o pai de maneira forte, Jensen percebeu que os medos do menino não estavam acalmados.
A sensação que os ventos iam mudar perseguiu Jensen durante o dia todo, e isso o preocupou devido o choro do filho. O preocupava, mas não o deixava triste, ele estava em uma expectativa que se ele parasse para avaliar diria que isso o deixava feliz, então com certeza o filho estaria com ele nessa mudança.
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Jensen voltou para o Henrique II, quando chegou ao convés ficou olhando em direção ao Arpoador, tentando encontrar o homem que tinha visto anteriormente.
- Procurando alguém? Almirante. – Disse Crowley.
- Não! – Respondeu Jensen se assustando como Capitão corsário. – Já esta de partida, mal chegou!
- Vi apenas buscar uma carga preciosa para um amigo. – Disse Crowley de maneira enigmática.
Jared era pura agonia, quando ele sentia o loiro perto a vontade de sair correndo e tomar Jensen em seus braços era tanta, que às vezes Cliff o segurava para não fazer nenhuma besteira.
Jensen volta e meia vasculhava com o olhar o Arpoador, buscando o desconhecido que tinha o perturbado tanto. Ele se controlava para não invadir o navio do corsário, perdeu as contas em que chegou ao convés com essa intenção e depois voltava para a sua cabine.
Para se acalmar Jensen tomou um belo banho, evitando pensar na beleza do desconhecido, pois seu corpo reagia querendo satisfação. Olhando pela pequena escotilha da sala de banho do Henrique II o loiro viu quando Jared mergulhou no mar, todo seu corpo tremeu de desejo, mas resistiu. "Droga, não vou fazer isso! Mais tarde vou atrás dele!" Pensou Jensen tomando uma decisão.
O desejo queimava Jared por saber que Jensen estava tão perto mais ao mesmo tempo tão inacessível. Cansado de ficar preso no navio resolveu dar um mergulho sempre à vista de Cliff. "O tempo de separação está acabando, logo o terei em meus braços".
Jensen vestiu seu uniforme de gala, um casaco longo vermelho com botões e bordados dourados, no punho detalhes azuis e dourados, com uma camisa branca e um colete também vermelho, a calça branco com listas vermelhas duplas, botas pretas. Completava o visual com chapéu de três pontas e os cabelos loiros amarrados, o Almirante dispensava a peruca branca.
Antes de sair olhou novamente para o Arpoador, sentiu que era observado, mas não viu um par de olhos azuis esverdeados cujo dono suspirava por ele.
- Aonde o Almirante está indo seu uniforme de gala? Temos algum baile na cidade? – Perguntou Crowley a um dos guardas do Henrique II.
- Há um Sarau organizado em sua homenagem, na casa do Conde Somerhalder. – Disse homem. – Esse é o nosso melhor oficial. Essa será apenas uma das festas preparadas para ele, estão preparando um grande baile de máscaras. – Informou o guarda com orgulho. – Os piratas estão com os seus dias contados. Foram 22 navios afundados somente nessa viagem que durou apenas dois meses.
"Jensen tem razão logo ele afundo todos os navios piratas dos mares do Caribe. Mas acredito que essa será a única festa em que ele comparecerá." Pensou Crowley observando o Almirante caminhando pelo porto.
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- Almirante. Ele já adormeceu, chorou até dormir. – Informou a irmã Cecily, assim que viu Jensen no parapeito da janela no quarto do filho.
- Mas por quê? – Perguntou Jensen, olhando preocupado, para a criança adormecida.
- Ele está com medo de lhe perder. O senhor tem alguma missão perigosa a ser cumprida? – Perguntou a freira.
- Não, irei a um Sarau e depois pretendo dormir. – Informou Jensen.
- Não coloque a sua vida em risco. Estarei rezando para que nada de ruim lhe aconteça.
- Obrigado irmã. – Falou Jensen se despedindo.
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O Sarau na casa do Conde Somerhalder era na verdade uma verdadeira festa regada com as melhores bebidas e comidas, tudo acompanhado por belas músicas e poesias.
Quando Jensen foi anunciado, os presentes bateram palmas, moças em idades de casar suspiraram com esperanças de ser a sua eleita. As casadas honestas ou não, o desejaram em sua cama. Os homens o invejavam e outros também o desejavam. Parado na porta onde entregou o seu chapéu ao mordomo, brindou a todos com o seu belo sorriso.
- Almirante, gostaria de lhe agradecer por ter salvado a vida de meu único filho homem, o futuro Conde Somerhalder. – Disse a mãe de Ian ao cumprimentá-lo.
- O que é isso, fiz apenas a minha obrigação. Mas fico imensamente feliz por trazer alegria ao coração de uma mãe, principalmente uma tão bela. – Disse Jensen beijando a mão da Condessa.
- Ouvir dizer que o senhor canta muito bem, espero que nos honre com esse talento. – Continuou a mulher encantada pelos olhos verdes de Jensen e seu sorriso.
- Acredito que ficarei envergonhado, pois canto para os marujos, homens rudes do mar e não para pessoas com tão fino ouvido. – Com falsa modéstia, pois Jensen com memória ou não, humildade não era sua maior qualidade.
- Não aceito desculpa! – Disse a mulher o puxando para o piano. – Cante algo alegre. Musica de marujo. – Pediu sorrindo de maneira insinuante.
Yo-ho A Pirate's Life For Me
Yo ho, yo ho, a pirate's life for me.
Yo ho, yo ho, uma vida de pirata para mim.
We pillage, we plunder, we rifle, and loot,
Nós pilhamos e saqueamos e nós assaltamos tudo
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
We kidnap and ravage and don't give a hoot,
Nós sequestramos e destruímos e não deixamos pistas
Drink up me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
Yo ho, yo ho, a pirate's life for me.
Yo ho, yo ho, uma vida de pirata para mim.
We extort, we pilfer, we filch, and sack,
Nós extorquimos, nós chantageamos, nós colocamos tudo no saco,
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
Maraud and embezzle, and even high-jack,
Saqueamos e fraudamos e até raptamos
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
Yo ho, yo ho, a pirate's life for me.
Yo ho, yo ho, uma vida de pirata para mim.
We kindle and char, inflame and ignite,
Nós queimamos e carbonizamos, causamos incêndios
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
We burn up the city, we're really a fright,
Nós queimamos cidades, somos realmente aterrorizantes
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
We're rascals, scoundrels, villans, and knaves,
Nós somos malandros, salafrários, vilões e canalhas,
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
We're devils and black sheep, really bad eggs,
Nós somos demônios e ovelhas negras, ovos muito ruim,
Drink up, me 'earties, yo ho.
Esvazie seu copo, companheiro, yo ho!
Yo ho, yo ho, a pirate's life for me.
Yo ho, yo ho, uma vida de pirata para mim.
Yo ho, yo ho, a pirate's life for me
Yo ho, yo ho, uma vida de pirata para mim
- Almirante. – Falou Kane. - Essa música é infame.
- Perdoe-me. – Pediu sorrindo ao ver os rostos corados das damas, muitas imaginaram o Almirante um belo pirata que as capturava para o seu prazer, outras sonharam com o Almirante a resgatando de piratas e elas tendo que pagar com o corpo, o fato de terem sido salvas.
- Vamos brindar a sua volta gloriosa. – Disse Kane entregando o cálice de vinho a Jensen. E fazendo com que o Almirante Lafferty, saísse da festa, indignado.
- Obrigado Comodoro, mas não bebo. – Falou Jensen devolvendo o cálice ao Kane, quando foi interrompido.
- Não senhor. Acredito que um cálice de vinho não faça mal a ninguém. – Disse o Comandante Schneider.
- Um brinde a Rainha e ao Almirante Smith, que com coragem e inteligência, limpou os mares de 15 navios piratas e trouxe de volta nossos valorosos filhos. – Brindou o Conde Somerhalder.
Jensen tomou o gole de vinho, sob os olhos atentos de Kane, que tinha colocado uma substância que logo faria efeito e o loiro estaria em suas mãos.
- Estou precisando de um pouco de ar. – Disse Jensen, que começou a sentir um pouco de tontura.
- Eu lhe acompanho. – Disse Kane, solicito.
- O que é isso Comodoro, Mary minha filha o acompanhará. – Disse o Conde, que via em Jensen um excelente partido, apesar de não ter o titulo de nobreza importante, mas isso era temporário, logo ganharia um titulo das mãos da própria Rainha.
- Mas...
- Não atrapalhe os planos do Conde. – Falou o Comandante baixinho, para a contrariedade de Kane a garota tomou o braço de Jensen e se encaminharam em direção ao jardim. Mary era uma versão feminina do irmão Ian.
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- Mary, quero falar com você. – Pediu Ian, interrompendo a irmã, estava enciumado.
- Ian, o que foi? – Perguntou a garota irritada.
Assim que Mary o deixou para falar com o irmão, Jensen seguiu sozinho para o jardim, Kane quis segui-lo, mas foi impedido pela mãe do Conde querendo saber notícias de sua mãe.
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Jensen percebeu que Kane tinha colocado algo em sua bebida, pois apenas um gole de vinho não o deixaria assim tonto. Essa foi a sua sorte, não ter tomado a taça inteira. O loiro caminhou rapidamente buscando um abrigo no jardim que era enorme e assim ficaria mais fácil de encontrar um refúgio para se esconder de Kane. Ele tinha de fazer isso antes de perder a consciência. Infelizmente a noite estava iluminada por uma grande lua.
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Jared, Misha e Crowley foram até a casa do Conde, e se esconderam no jardim, viram quando Jensen saiu e se encaminhou para o interior do mesmo. Os três foram atrás dele.
Jensen viu Misha se aproximando e começou a caminhar de costa quando sentiu alguém atrás de si, e reconheceu Crowley. Achou estranha a presença do corsário, e nervoso por se sentir indefeso correu, tentando fugir do desconhecido e do Capitão.
O jardim fazia limite com um bosque, cansado e mais tonto, Jensen se recostou em uma grande árvore tentando se esconder na escuridão da noite.
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- Calma. Você está seguro. – Jensen reconheceu a voz dos seus sonhos e olhou na direção que vinha o som. Por Jared estar de costa para a lua não deu para ver o seu rosto e nesse momento Jensen achou que devia ter perdido a consciência e que estava sonhando.
Jared puxou Jensen de encontro seu corpo, com um braço lhe abraçava pela cintura e com a outra mão acariciava o rosto amado iluminado pelo luar. Com a ponta dos dedos contornou os lábios perfeitos.
- Quando você vai me encontrar? – Perguntou ao sentir Jared lhe enlaçado o corpo.
- Eu já lhe encontrei, meu amor. – Disse Jared antes de tomar os lábios do loiro com os seus, em um beijo apaixonado e cheio de saudade.
J&J J&J
http: / /rcc/?p=6328(A música que o Jensen cantou!
N.A.: Por amar você estou adiantando o capítulo de Piratas, espero que tenham gostado, estou nervosa afinal a maior expectativa era essa, espero que não tenha decepcionado.
A minha Anja gostou, ela é meu controle de qualidade, apesar de acha-la meio suspeita! Srsrsrs te Amo tá? Srsrrss Os erros são delas e se não gostarem a culpa é dela também!
Vou fazer uma pequena cirurgia, e espero está de volta logo!
Beijos no coração de todos!
Respondendo Reviews do FF.
Perola
O Jensen é perfeito, um cavalheiro sempre! Srsrrss
Acho que coloquei esse lance de sanguessugas baseada no meu medo que tenho das bichinhas!arggggg! srrsrs
No momento o Ian esta salvo! Srsrs Não sei por quanto tempo! Ou se nessa fic! Mas se preocupe que ele vai ter um pequeno castigo por trair o Jensen! Srsrrsrs
O pequeno Dean Falta muito para ele seduzir uma mulher! Se ele ficar parecido com o pai, nem precisa é só respirar que seduz qualquer uma! Srrs
Logo tudo será resolvido! E esses mal entendidos será esclarecidos! Srsrs Fique fria!
Amo o Roche, fiquei triste com a morte dele em SPN
A Alona é terrível, mas ela é carinhosa e meiga!1 Que diga o Misha! Srsrsr A Amizade dos dois é muito grande o Misha podia ser utili ajudando o Jensen, pois com certeza na hora do seu parto... srrs
Você vai ganhar mais um capitulo, estou pensando em qual! Srsrsrsr Não mata meu loiro, sei que tem pedidos para isso, mas se controla! Vsrsrsrsr Por favor!
E nada de carta branca, que pode maltratar o loiro aqui sou eu, pois sou carinhosa com ele, sei os limites!
Tem a Katy que disse que quando eles se encontrarem ficarão trancados na cabine, quem sabe! Srsrrsrs
Acredito que o único artista que não deu certo que quase estragou um personagem, por sorte esse personagem era muito bom, e pela atriz anterior conquistou o publico ,e por isso esse personagem não se perdeu!1 Adivinha de qum estou falando? Srsrsr
Até o Alaistar foi fantástico! Os dois! Roche e Sheppad sem comentários!
O meu loiro não te culpa ele esta sofrendo muito! Quase foi abusado pelo Kane, que coisa pior, apesar do Kane ser tudo de bom! Srsrsr Você já viu uma foto dele? srsrsrrs Um vilão muito gostoso!
Ela esta sendo escrita a fic se chama Jogo do Amor, estou na parte em que o Jensen comprou o Jared! Srsrsrsr E nessa que eu queria fazer o loiro mal muito mal para ele abusar do Jared, ainda não conseguir!1 Apesar que o Jared ia amar ser abusado! Srsrsrs Quando eu terminar essas duas postarei essa fic.
Não sei escrever finais infelizes, acredito que serei sempre previsível! Na verdade o que acho mágico é essa capacidade de mudar as coisa, são tantos dramas e com tudo para dar errado e no final as coisas se encaixam e dão certo!
Tem uma fic em que o Jensen morre fiquei muito mal, a história em si o Jensen não tinha salvação, mas acho que o autor devia ter terminado com u final aberto, tipo todos sabiam que ele ia morrer, mas quando? Não importava, e terminou de uma maneira tão triste ecom final aberto! Foi tão terrível que nem brigar eu briguei! Me arrasei mesmo!
E em A cura imaginava outro final, e sem o lance de felizes para sempre, agora esta apanhando para se redimir e sabe que não vai conseguir! Srsrsrrsrs De repente em vez do Jensen se reconciliar com o Tom, faz ele ficar com o Ian! Srsrsr Ideia que surgiu agora, mas mesmo assim não vai agradar! Srsrsrrs Que menina má eu sou!
Não sei se o próximo irá demorar!
Mil beijos!
Masinha
Fico feliz que salvei o teu dia com o capitulo novo de Piratas2, então esse deve ter salvado outro, e acredito que a surpresa veio antes! E estou muito feliz pois ganehi reviews duplo! Adorooooooo! Já li no Nyah, responderei depois!
Beijos no coração
Sun spn
Estou respondendo os reviews assim agora na própria fic.
Tentei te responder por aqui direto, mas não consegui, senti falta dos teus reviews, mas sei que você tem que ter um dia de 25 horas para cunprir a sua agenda! Srsrsr Então no pego no pé! Sei que você sempre volta, e não errei!
Deixa comigo se sumir de novo faço onda, mas te lembrei por que esse capitulo era o seu, então tinha de te avisar, e não passar batida!
Eu queria escrever algo com eles juntos e o sonho com encontro das almas foi perfeito, eu amei, e fiquei doida para eles se encontrarem novamente!
O Dean me conquistou de maneira única, acho aquele garotinho fofo, mas sofrer... Ops spoiler! Srsrsr mas logo você va ver! srsrsr
A Alona é fogo, e o Misah é louco pela esposa e tmabem você sabe que os pirtas do Colibri eram cavalheiros, então nunca ele maltrataria a esposa, nessa história apesar dele esta sofrendo muito, eu queria ser o Jared! Srsrsrrs
Coloquei para dar aquele impacto será que eles vão entrar em combate? srsrrs
Não ainda não postei o reencontro dependia de você! Srsrsr Olha a responsabilidade!
Cuidado esse capitulo avo pode até ler! Mas vai que ela se interessa pelos outros! srsrsrsr
A alona ficou uma fera mesmo, mas você viu que apesar de tudo ela ouve o maridão! Srsrrsrs
Ainda bem que o Jensen poupou o Crowler em Piratas, senão iria demorar mais ainda o encontro dos dois.
Essa conecxão entre eles está me dando trabalho! Srsrsrsr
Machuquei ele na medida certa! Nada demais! Eu acho! Mas vamos ver! srsrs
Se tem médico confiável e o estrado dele atual você já sabe! Ver bem o que disse ESTADO ATUAL algo me diz que ele pode sofrer uma infecção espro que não! Srsrsr Estado maligno on!]
Desculpa! Srrsrs
Premonição coorreta, mas gostou do reencontro?
Sabe que depois do capitulo 11 depois da Nynazinha eu percebi que estava sendo pura angustia, não gosto disso, mas aconteceu! Sério! Srsrrss
Que esta amando, minha intenção é essa.
O Dean como dia a minha Anja ele é um bocudo derruba qualquer um! Srsrsr
A idéia é essa pegar o Jensen e depois resolver o que fazer com os inimigos, o Jared não sabe o estado real do Jensen, mas ele já sabe que o loiro não o reconheceu!
Devia trocar o nome da ilha para Ilha Linda! Srsrrs
To ficando mole! Vou ter que tirar sangue de alguém! Acho que vou pegar o Jared! srsrsr
Mil beijos e vou adiantar um dia!
