Nota:
Inuyasha e seus personagens não me pertencem. Por enquanto...
Se essa fic se parecer com outra é por acaso. Pois ela é baseada em fatos reais e idéias do meu, exclusivo, cerébro ;)
Armações Pirlimpimpin
Décimo quarto capítulo:
Vizinha
No capítulo anterior...
Flaschback:
-Bem...Agora quero a opinião de vocês.Acham que eu devo voltar para a escola?
-Não! – Sango falou rápido.
-Ham?Bem você Sango?Poxa, achei que fosse minha amiga. – falou triste.
-Não!Não, não é isso K-chan!É que...Ah, ta acontecendo muita coisa na escola, acho que é melhor esperar um pouco.
-Acontecendo o quê Sango? – Inuyasha perguntou.
-Ahh não sei ...Quer dizer, ah sabe, o colégio está tão cheio e não sei se vai conseguir entrar. – disse olhando para Kagome como se quisesse falar algo.
Inuyasha e Miroku se entreolharam vitoriosos como se lessem pensamentos.Ela só podia estar temendo uma coisa.
Pirlimpimpin.
Fim do Flaschback.
Capítulo 14
Vizinha
Apesar de confusa, Kagome entendeu do que a amiga falava e resolveu ceder. Pelo menos naquele momento.
-Hum...Entendo. Bem, então você terá que me trazer toda a matéria de cada dia, sem exceção, todos dias aqui em casa até quando eu puder entrar no colégio. – chantageou.
"Ah! Ela sabe do que estou falando e ainda pede como se não entendesse! Safada!"- Err...Tudo bem. – disfarçou.
-Mas...Eu posso ir visitar o colégio amanhã? – perguntou com os olhos pidões.
-De jeito nenhum!
-Mas por que isso Sango? – Miroku questionou inocente.
-Ahh...Que saco! Parem de querer saber de tudo! Não vai e ponto final.
-Chata. – Kagome resmungou.
-Irritada. – Miroku acrescentou.
-Estressada. – Inuyasha continuou.
-Mandona. – Kagome completou.
Miroku ia abrir a boca, contudo, Sango falou antes.
-É complô contra mim é?
-Sim! – os três responderam.
-Ei, eu não fiz nada pra você Inuyasha!
-Hum... – Inuyasha refletiu – É mesmo...Tudo bem! Estou do lado da Sango.
Os três riram.
"É...Ele não é uma pessoa tão rude assim. Pensando de um lado, Kikyou teve um bom gosto...Pelo menos ele e Miroku estão fazendo Sango feliz." Kagome pensou sorrindo.
-Aconteceu alguma coisa Kagome?- Miroku perguntou enquanto Inuyasha e Sango cochichavam algo.
-Não, não foi nada. – respondeu sorrindo.
-Então vamos pensar no plano de complô contra o Inuyasha e a Sango!
Kagome assentiu rindo."A amizadeé boa. Será que vou ter a honra de tê-la novamente? Sem desastres?"
-Maldita música!
Quando eu nasci veio um anjo safado, um chato 'dum' Querubim.
E decretou que eu estava predestinado a ser errado assim!
Já de saída a minha estrada entortou, mas vou até o fim...
"Se essa mulher não desligar essa música em cinco segundos..."
'Inda' garoto deixei de ir a escola, caçaram meu boletim!
Não sou ladrão, não sou bom de bola, nem posso ouvir clarim.
Um bom futuro é o que jamais me esperou, mas vou até o fim...
-Prepare-se para morrer humana.
Sussurrou furioso, oser que correu até sua porta, dando de cara com seu irmão mais novo.
-Ei! Será que dá pra esperar eu entrar? É covardia atacar o inimigo quando ele está despreparado, Seshoumaru!
O yokai respirou fundo. Fechou o punho e contou até dez mentalmente.
-Eu não ia te matar! Eu ia matar a vizinha doida que não abaixa esse som!
-Conhece ela?
-Não!
-Então não a mate sem razões.
-Você não vê razões suficientes para mata-la?
Inuyasha seguiu para dentro do apartamento. Sentou-se no sofá e colocou sua mochila no chão. Fechou os olhos e se concentrou no que ouvia.
Eu bem que tenho ensaiado um progresso, virei cantor de festim.
Mamãe contou que eu faço um bruto sucesso em Quixeramobiiiiiin!
Não sei como maracatu começou.
Mas vou até o fim...
O hanyou abriu os olhos. Olhou para o irmão. Estalou os dedos e disse:
-Vamos matá-la.
Seshoumaru agradeceu aos céus e se dirigiu a porta até sentir uma mão em seu ombro.
-Vai mesmo fazer isso?
-Acabou de dizer que faria junto.
-Prefiro que vá sozinho. Vai saber se o que ela tem, pega. – dito isso, se afastou para o quarto.
-COVARDE!
-NÃO ESQUEÇA DE ABAIXAR O SOM DEPOIS DE MATÁ-LA!
-Trouxa.
Abriu sua porta e pode ouvir ainda mais alto o som da música.
Por conta de umas questões paralelas, quebraram meu bandolim.
Não querem ouvir mais ouvir as minhas mazelas e a minha voz chinfrim.
Criei minha barriga, minha mula empacou.
Mas vou até o fim...
"Que inútil..."
Limitou-se até a porta vizinha, tal como denominada, numero 52. Apertou a campainha estridente e esperou ser atendido.
O yokai preparou as garras e a voz, treinou o olhar e suspirou. Esperava por uma mulher dos seus quarenta anos, seu cabelos pulando evestindo roupas do avesso. Maluca.
Pressionou novamente o botão.Dessa vez sem cessar, até que pode ouvir um "Oh!" lá de dentro, fazendo com que ele parasse.
Graças a sua ultra-yokai audição e focinho.
Sentiu o cheiro da mulher se aproximar e treinou mais uma cara fria e medonha. Atiçou suas garras e levantou-a na altura da orelha.
A porta foi aberta.
Seshoumaru visualizou uma bela moça.
Aparentava ser um pouco atrapalhada. Tinha cabelos castanhos que iam um pouco abaixo dos ombros. Possuía um rosto angelical de uma jovem inocente e tímida. Usava um curto vestido laranja junto de seu corpo, acompanhado de uma par de chinelos brancos.
Seshoumaru a observava atentamente, até lembrar-se que seria aquela a vizinha barulhenta.
-Q-que isso? – perguntou assustada, observando as garras do yokai.
Este fechou os olhos e levantou mais um pouco o braço.
-Ahhhhh! – ela gritou se afastando – Sai pra lá! O que pensa que está fazendo?
-Pretendia te matar. – respondeu indiferente de olhos abertos.
-C-como? Vou chamar a polícia seu louco! – disse rápido se virando.
Foi impedida pelo yokai que segurou forte o punho dela.
-Faça silêncio. – sussurrou em seu ouvido.
-Se não me soltar vou gritar. – ameaçou baixo – Me diga quem é você. – pediu depois dele a soltar.
-Mora sozinha?
-C-como?
-Quero saber se tem alguém aí dentro? – perguntou friamente.
-E-e...eu não te conheço! Diga quem é imediatamente!
-Te respondo assim que me dizer se existe mais alguém nesse apartamento. – disse friamente.
A jovem abriu a boca indignada, levantou o dedo, porém a fechou se rendendo.
-Sou a única desse apartamento e você quem é?
"É a vizinha doida". – Seu vizinho.
-Sou Rin.
-Seshoumaru. – respondeu sem pensar.
-Posso ajuda-lo? – perguntou atenciosamente.
-Será que pode abaixar o som por um longo ano?
-Oh! – ela corou – Me perdoe! É que estava assistindo TV. Não percebi.– disse timidamente.
"Assistir TV com a música ligada é o cúmulo".-Não acha que isso atrapalha qualquer morador menina?
-Essa menina tem nome. Me desculpa tá!
-Apenas desligue isso garota.
-Huh!Como você é... – não continuou. Não haviam boas palavras que lhe cabiam...
Ele ignorou, se dirigindo ao seu apartamento e fechou a porta atrás de si. Apesar de vizinha estranha, ela parecia ser uma boa pessoa.
Ainda de seu apartamento, pode ouvir uma outra música que estava começando.
Olha...Será que ela é moça?
Será que ela é triste?
Será que é o contrário?
Será que é pintura, o rosto da atriz?
Não. Ela não parecia ser quem pensou que fosse. Ou pelo menos, ainda não a conhecia direito.
Se ela dança no sétimo céu.
Se ela acredita que é outro país.
E se ela só decora o seu papel?
E se eu pudesse entrar em sua vida.
O som baixou.
"Isso é...Escroto..."
Continua...
Oi!
Me desculpem a demora...Eu fui no acampamento do colégio na sexta feira e só voltei ontem! To exausta e com fome... Mas aí está.
Gente...Nessa parte do Sesshoumaru e da Rin, as músicas são do Chico Buarque. Não sei se o povo daqui gosta, mas eu gosto um pouco. A primeira se chama: Até o fim. E a outra se chama: Beatriz. Por que será que eu botei essa música... Brincadeira.Não é só por que é o meu nome, mas sim por que tinha um pouco haver.
E pra quem achou que foi meio rápido essa música se ligar com o momento, seguinte, apesar de não parecer, foi meio que 'atração a primeira vista'. Ainda vai ter muita briga.
Nah Durden: Oi! Me desculpa pela demora...Obrigada pela review e elogio! Bom... Os sentimentos vão ir aparecendo, vagarosamente. Até eles perceberem e tal vai demorar um poquinho. Mas vai chegar!
Bjinhus! Ja ne
