Oi meus amores!
Estou muito feliz pelos comentários sobre o capitulo passado! Adoro saber tudo o que pensam da trama!
Para quem não leu, já postei a primeira side story da fic, e o casal é Aiolos e Shunrei. Fiquei muito contente com a boa aceitação dessa one-shot, e pretendo fazer outras futuramente.
Agora desfrutem, e boa leitura!
Capítulo 14 – Surpresas e certezas I
Seis meses se passaram, e o Santuário continuava um lugar de muita paz, ainda mais depois da categórica vitória de Atena ante seus parentes divinos.
Conseguiu não só a abolição da retrógrada lei da máscara, como também sua liberdade, pois ficou decidido que dali por diante, toda a encarnação da deusa terá o direito de decidir se mantém ou não o voto de castidade. Além disso conquistou um importante acordo, que manterá sua amada Terra longe da cobiça de seus ambiciosos familiares.
Depois desse considerável êxito, assumiu seu romance com Ikki e se casaram em menos de um mês, pois tinham pressa em consumar o amor que sentiam e não tinham a menor intensão de esperar nem um minuto a mais.
E para a surpresa de ambos, três meses depois, Saori descobriu que estava a grávida, o que fez com que o indomável cavaleiro de Fênix se tornasse o mais feliz dos homens, porque enfim teria sua própria família. Sua única tristeza, era não ter seu amado irmão por perto. Apesar de Shun ter tentado explicar seus motivos para o repentino afastamento, Ikki sabia que havia algo mais profundo o atormentando. Orava aos deuses para que seu caçula encontrasse a paz que tanto precisava.
E falando no aumento da família, havia alguns dias que June tinha dado à luz a uma linda menina. Dite estava totalmente rendido ante aquela criaturinha tão linda e inocente. Não lhe importava a mínima se ela não tinha o seu sangue. Ele a amou ainda no ventre de sua mãe e seu amor aumentou ainda mais depois que viu aquele lindo rostinho e as pequenas mãozinhas que agarravam seu enormes dedos. Estava verdadeiramente feliz, como nunca em sua vida esteve antes.
Ikki, como bom tio que era, foi junto com Saori visitá-la assim que June voltou do hospital, e ficou impressionado ao ver o quanto a neném era igual ao seu irmão, só que loira e de olhos azuis, como a mãe.
Ele pega com muito cuidado aquele frágil ser e se emociona ao sentir o calor que emana dela. Era linda! Um pequeno anjo! Estava com os olhos marejados pela emoção de ter um pedacinho de Shun junto dele.
Passa com cuidado a bebê para os braços de Saori que também se emociona com o contato.
Senta-se na beirada da cama e dá um singelo beijo na testa de June, que retribui o carinho, beijando as mãos de seu ex-cunhado. Olha pra Dite, que está em pé ao lado da deusa e fala com a voz embargada.
- Obrigado Dite por cuidar das duas... você é um bom homem, merece a felicidade que está vivendo agora.
- Não tem o que agradecer! Eu... as amo mais do que tudo! Agora elas são a minha razão de existir! – fala visivelmente emocionado.
- Que lindo! – diz Saori quase em lágrimas – Já escolheram um nome? – pergunta acariando os loiros cabelos da neném.
- Sim. – fala a amazona sorridente – Vai se chamar Esmeralda!
O cavaleiro de Fênix sorri amplamente e abraça June com muita ternura. Apesar de amar Saori com todas a forças, guardava a recordação de Esmeralda num lugar especial em seu coração, pois foi seu primeiro grande amor.
- Obrigado June! E a você também Afrodite! Sinceramente não sei o que dizer.
- Não precisa dizer nada, Ikki. Você nunca nos julgou e nem ficou contra nós. Sempre se preocupou com a nossa filha, nada mais justo do que lhe prestar essa pequena homenagem. – fala o pisciano com um sincero sorriso no rosto.
O japonês acena positivamente enquanto vai para junto de sua esposa e sobrinha.
- Vou te dar três meses de licença Dite. June precisa de você e assim também terá tempo para curtir sua filhinha! – fala a deusa encantada em segurar aquela linda neném.
- Obrigado Atena! Vou trazer um lanche, devem estar famintos. – dá um longo selinho em sua amada camaleoa – Volto já, meu amor! – vai em direção à cozinha.
- Marin e Mask serão os padrinhos, você se importa Ikki? – indaga a etíope receosa pela resposta.
- Nenhum pouco. Sei o quanto vocês se gostam, não tenho nada contra. – responde com sinceridade.
- Obrigado Ikki! Você mudou muito... e pra bem melhor! Fez um verdadeiro milagre com ele Saori! – dá uma piscadinha pra jovem deusa.
- Eu sei June... nada que muito amor e compreensão não resolvam! – sorri feliz ao ver seu turrão marido totalmente sem jeito.
- Já voltei com o lanche. Servidos? – fala o peixinho amavelmente.
Passaram assim uma agradável tarde, onde se estreitaram ainda mais aos laços de amizade e carinho dessa inusitada família.
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No dia seguinte, Seiya desce as escadarias distraído, tinha ido a Sagitário dar uma olhada na casa, pois Aiolos estava em lua-de-mel com Shunrei e pediu esse pequeno favor ao Pégaso.
Ao passar por gêmeos, revira os olhos de tédio ao ver sua irmã com um curtíssimo baby doll se agarrando com Kanon. Estavam namorando há alguns meses e morando juntos há pelo menos dois, porém, não tinha se acostumado a vê-los assim, ainda mais com tanta intimidade.
Acena para seu cunhado e para Seika, que o convidam para o café da manhã. Agradece a gentileza, porém recusa, alegando estar com pressa. Continua descendo as escadas e pensa no quanto Kanon mudou depois que começou a namorar sua irmã. Assumiu definitivamente a armadura de Gêmeos, depois que Saga foi novamente nomeado Patriarca. Parou com as gracinhas e provocações com os seus amigos e aos poucos está reconquistando o respeito e a confiança de todos. Analisando melhor, concluiu que Seika fez muito bem pra ele e que não tinha sentido toda essa implicância com o relacionamento deles. O mais importante é que ela era feliz.
Chegando à Áries, viu Minu sentada nas escadas, com Kiki ao seu lado colocando sua curiosa mão na saliente barriga da japonesa. Ele se emociona ao ver a cena. Minu sempre foi sua melhor amiga e sentia-se bem por ela ter encontrado sua felicidade ao lado de Mu. Agora ela tinha uma família: um marido amoroso, Kiki que era como um irmão mais novo e seu bebê, que já sabia ser um menino e nasceria daqui à alguns meses.
Sorriu sincero e continuou sua descida, não queria atrapalhar aquele terno momento.
Perto do acampamento dos prateados, ele encontrou Hyoga, que estava com uma expressão nervosa.
- Bom dia, Hyoga!
- Bom dia, Seiya! Preciso de um favor meio urgente. Você pode ir ao aeroporto em Atenas pegar o Mestre Camus e o Shura?
O japonês o olha intrigado, pois o loiro sempre fez questão de ir pessoalmente buscar seu mestre, e hoje estava querendo que outra pessoa o pegasse?
- Sim, eu posso. Mas... porque você não vai?
- Tenho que ir com a Eire acertar os últimos detalhes para o nosso casamento, e ela está muito nervosa. E você sabe como são as mulheres...
- Sei... – responde não muito convicto – Fica tranquilo, eu vou quebrar essa pra você. Cadê as chaves do carro?
- Toma! – retira as chaves do bolso, as entregando ao moreno – Tenha cuidado com o meu carro, Pangaré! – dá um risada sacana.
- Você é quem tem que ter cuidado com a loirinha, senão ela te depena antes mesmo do casório! – sai sorridente vendo a cara indignada do russo.
" O Pato tá ferrado! Vai acabar de pagar esse casamento só daqui à uns dez anos... e ai dele se reclamar!" pensa divertido rumo ao aeroporto
Chegando ao saguão de desembarque, vê o Guardião de Aquário muito sorridente ao lado de Hilda. Ficou curioso, pois nunca, em sua estada no Santuário, havia visto o aquariano sorrir, ainda mais feito um bobo, como estava fazendo agora.
Não foi surpresa pra Camus ver o japonês por ali, pois Hyoga já havia lhe dito sobre o imprevisto que o impediu de ir.
O rapaz se aproximou do casal e os cumprimentou com simpatia.
- Olá Camus, senhorita Hilda! Onde está o Shura? Não veio com vocês?
- Não, ele preferiu ficar mais alguns dias em Asgard. – responde o francês.
- Ele não quis deixar a Lifya sozinha enquanto estamos Fler e eu aqui na Grécia. Não é romântico da parte dele? – fala a asgardiana empolgada.
- Sim, muito romântico... – responde distraído, procurando a jovem com os olhos – Fler está aqui? Mas eu não a vi com vocês. Teve algum problema com a alfândega? – indaga preocupado.
- Não, é só a mala dela que foi parar no outro terminal. Não deve demorar. – olha para os lados e avista sua irmã – Ali está ela! – acena para a loira - Fler! Aqui irmã!
Seiya olha para o lado e fica atônito com a divina visão que teve. Linda. Foi a única palavra que veio a sua mente. Estava muito diferente da última vez que em que a viu. Os cabelos estavam um pouco mais curtos, presos num rabo-de cavalo alto, seu corpo estava mais voluptuoso e seus seios maiores, também estava mais alta, mais confiante. Vestia uma calça jeans clara, uma regata marinho, um cardigã branco de poá preto, e uma sapatilha cor de palha nos pés. Era uma belíssima visão aos olhos do jovem Pégaso, que se aproximou e cumprimentou-a bastante animado.
- Olá Fler! Faz tempo que não nos vemos. Como está?
- Estou bem Seiya, e como vão os demais?
- Estão todos bem! – passou as mãos pelos cabelos, demonstrando o nítido nervosismo – Senti sua falta no casamento da Marin. Porque não veio?
- Eu estava doente, não tinha condições de vir. Minha irmã explicou à ela, acho que não ficou chateada... mas, teremos bastante tempo para conversarmos. Vou ficar uma boa temporada por aqui!
- Mesmo!? – pergunta o moreno, com a cara abobalhada, fazendo o outro casal rir da falta de jeito do garoto e se afastarem discretamente – Posso levar você pra conhecer todo o Santuário, dar um passeio pela capital, na praia e...
- Calma Seiya! - ri da espontaneidade e simpatia do rapaz – Vamos ter tempo pra tudo isso, e vou adorar a sua companhia! Que tal me ajudar com as malas? Acho que exagerei! – dá um lindo sorriso, que ilumina o coração do jovem.
- É claro que te ajudo! – abaixa para pegar uma das malas, que parecia bem pesada, e sua mão toca a da loira que também foi pegar a mesma mala que ele.
O toque de ambas as mãos fizeram seus corpos arrepiarem. Seus olhares se cruzaram e se perderam, como se o tudo ao redor tivesse parado. Ambos sorriram. Sentiram algo especial, e teriam oportunidade para desenvolver essa gostosa sensação que tiveram.
Ele a olha com ternura e gentilmente lhe dá a mão.
- Vamos Fler!
-Sim, vamos Seiya... – e saem os dois, encantados um pelo outro, rumo ao Santuário de Atena.
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Geist voltava cansada do treinamento com os demais cavaleiros de Prata, pois os exercícios eram bastante exaustivos. Chegando em casa abre um largo sorriso ao encontrar a mesa posta e um delicioso cheiro de comida que tomava conta do ambiente. Sentiu ser abraçada por trás, e seu corpo arrepiou ao contato de sua pele com a do lindo lemuriano.
Virou-se e o beijou com amor. Adorava chegar em casa e vê-lo se esmerando em fazer as entediantes tarefas domésticas. Desde que ele tinha renunciado ao posto de Patriarca, estava aproveitando a licença de um ano que Saori lhe deu, para viver ao lado de sua bela morena. Queria muito se casar oficialmente com ela, mas com a abolição da lei da máscara, a ariana preferiu que morassem juntos informalmente, sem pressões ou cobranças, vivendo um dia de cada vez, contando, claro, com as bênçãos de sua deusa.
Findando o terno carinho, dirigiu-se ao banheiro para se refrescar, e depois se deliciar com os quitutes feitos por seu prendado marido. Estava se ensaboando quando sentiu as enormes mãos de seu homem esfregarem suavemente seus seios. Sentiu-se quente. Desde que Shion a fez mulher, estava mais madura, segura. Gostava de cada nova experiência que tinha ao lado daquele belo espécime masculino. Tanto nas coisas triviais, quanto nas questões sexuais. Demorou pra aceitar que o que tinha, na verdade, era muito ciúme dele, mas depois viu que nada era como ela pensava. Ele a amava, e ela é quem estava vendo fantasmas onde não existia. Depois que se libertou de seus próprios medos, se permitiu ser feliz e disfrutar de tudo que o sedutor ariano podia lhe oferecer.
Saiu de sua divagação e voltou-se pra ele. O olhou em seus olhos rosáceos e indagou excitada.
- Está feliz comigo?
Ele sorri e sussurra sensualmente em seu ouvido.
- Você ainda tem dúvida?
Ela o beija ardentemente e o traz para baixo do chuveiro. Quebra o ardoroso beijo, e responde ofegante.
- Não, com você só tenho certezas. – voltaram a se beijar e fizeram amor embaixo daquela água morna e gostosa, tendo a convicção de que escolheram o melhor para as suas vidas. Escolheram se amar.
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Na cozinha da casa de Câncer, Marin acabava de colocar na geladeira o tiramisu que fez para o seu fogoso Caranguejo, quando sentiu ser abraçada por trás e uma quente lambida em sua orelha direita. Era Angello, que voltava já no início da noite, de sua ronda pelo Santuário. Estava faminto, porém qualquer fome poderia esperar, primeiro sempre ia acariciar e beijar sua doce ruiva.
Ela voltou-se para ele, e o beijou possessivamente. Nesses meses em que estavam casados, descobriram muitas outras afinidades além do prazer no sexo. Descobriram o amor, sincero, verdadeiro. Estavam realmente felizes juntos.
Quebraram lentamente o contato e a Águia se dirigiu à mesa para preparar um reforçado lanche para o seu amado, enquanto Angello foi tomar uma refrescante ducha depois de um exaustivo dia de trabalho. Quando voltou, viu uma farta mesa posta e olhou sorridente para a sua meiga esposa. Era linda! Nunca se cansava de admirá-la, e se casar com ela, foi de longe a melhor decisão que tomou na vida.
Aproximou-se da pisciana, e aproveitando-se de sua distração, deu um beijo na curva de seu pescoço, ato que deixou a garota extremamente excitada. Ela traz as mãos do italiano para si, que a envolvem num caloroso abraço. Sente a virilidade de seu homem em suas nádegas e sorri divertida. Provocá-lo era um de seus maiores prazeres.
Pegou um envelope que estava na mesa, virou-se, e o entregou ao canceriano. Ele levantou uma das sobrancelhas e a ruiva sorriu ao vê-lo intrigado.
- Abre Angello! – diz ansiosa.
Mesmo desconfiado, sua curiosidade foi maior, e abriu o envelope, desdobrando com certa pressa a folha que veio dentro deste. Leu que estava escrito com muito cuidado, e aos poucos seus olhos azuis foram se arregalando, e um sorriso bobo foi brotando em seus lábios.
- Marin... vo-você... está... – gagueja nervoso .
- Sim Angello, estou grávida! – sorri amplamente, enquanto é abraçada e beijada por seu adorado italiano.
- Ma-mas isso é... – suspira feliz – maravilhoso!
Ela pega um outro envelope, e o entrega ao marido. Ele olha com atenção e concluiu que era um ultrassom.
- Porque não me esperou para ir contigo? – indagou com uma fingida raiva.
- Não fique assim, amor... - o olha ainda ansiosa – Olha bem pra imagem.
Ele observa aquela imagem meio confuso, e pergunta animado.
- Esse pontinho branco aqui é o nosso bebê?
- Sim... – diz sorridente.
- E esse outro pontinho branco aqui é o que? – pergunta sem entender.
- É o nosso outro bebê... – a linda ruiva sorriu com os olhos cheios de lágrimas – São gêmeos, Angello! Vamos ser pais de gêmeos!
Os olhos do homem ficam marejados, e as lágrimas caem sem que ele perceba. Beija ardorosamente sua amada esposa, a levanta pela cintura, e rodopia feliz pela casa. Estava eufórico. Desde que se casou queria ser pai, e seu sonho realizou-se em dobro. Estava radiante.
Pôs Marin delicadamente de volta ao chão, e fala emocionado.
- Você foi a melhor surpresa que tive em toda a minha vida! Acabou com a minha solidão, me ensinou a amar de verdade, e vai me dar a família que eu sempre sonhei! Eu te amo, princesa! Sei que não mereço metade de todas as coisas boas que estão acontecendo, mas...
A japonesa o cala com um longo selinho. Se afasta devagar e o olha com muito amor. Limpas a lágrimas do seu belo marido com seus finos dedos e fala serenamente.
- Você é um novo homem, Angello! Tudo de ruim que passou ficou pra traz, e o importante mesmo é viver o presente, e nos esforçamos para fazer um futuro melhor, cheio de alegria, de felicidade! – o beijou ternamente no rosto – Vamosser uma família linda... eu te amo! – o abraça forte – Te amo!
Ele a pega no colo, e a leva para o quarto, onde fariam amor e comemorariam aquele momento tão único. O momento em que o amor dos dois jovens apaixonados deu frutos, os tornando as pessoas mais afortunadas do planeta, pois teriam enfim, uma família só deles.
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Shina estava sentada em sua cama, com uma agenda aberta e vários papéis espalhados e seu celular nas mãos. Nunca pensou que realizar uma simples reunião pra comemorar o aniversário de Aiolia daria tanto trabalho. Tinha pressa em organizar tudo, pois o evento aconteceria nesse fim de semana.
Estava tensa pois não era acostumada à nada disso, e apesar de ter obtido ótimas dicas com Saori, que tinha mais experiência com esse tipo de coisa, não estava conseguindo relaxar.
Fazia uma lista com tudo o que faltava, para no dia seguinte retomar os exaustivos telefonemas, quando sentiu duas mãos fortes massageando seus ombros com muita firmeza. Largou o que estava fazendo, e deixou-se relaxar por aquela divinas mãos que a tocavam.
Aiolia além de ser lindo, carinhoso e bom de cama, era também um ótimo massagista, e sabia como ninguém acalmar a sua cobrinha.
- Ah leãozinho... assim eu não vou terminar essa bendita lista. – fala manhosa.
- Deixa isso pra amanhã e relaxa. – beija as costas dela, que se arrepia intensamente – Já disse que não precisava de nada disso.
- Mas eu faço questão! – responde com uma fingida irritação – E o melhor que vão estar todos aqui: seu irmão e Shunrei vão voltar da lua-de-mel; Milo, Any, Aldebaran e Fran já estarão de volta da viagem que fizeram ao Rio, e Saga também voltará de sua missão, e deve trazer a Pandora, já que estão saindo, namorando, ou sei lá como devo chamar o que eles tem. – sorri divertida.
- Eles se gostam, só não querem um compromisso sério... por enquanto. – para a massagem e vira a esverdeada para si – Mas... vamos falar de nós... que tal você parar com tudo isso, e nos divertirmos um pouco? – indaga sedutoramente.
- E o que você quer, Leão? – dá vários beijos nos cantos dos lábios de seu homem, fazendo seu membro enrijecer de imediato.
- Vou deixar por conta da sua imaginação, lindinha! – a beija com luxúria, com posse.
Se separam arfantes e a italiana passa a sua mão suavemente sobre o falo do leonino, que ainda estava coberto pela boxer branca. Ele deita na cama, e ela lentamente retira a inconveniente peça. Pega o órgão rígido e o manipula com maestria, arrancando sôfregos gemidos do homem. Engatinha como uma felina e lambe toda a extensão de seu enorme pênis, alternando entre chupadas e pequenas mordidinhas na glande bronzeada. Massageia os testículos com carinho, e aprofunda sua molhada boca no mastro do rapaz. Inicia um delirante movimento de vai e vem, que deixa o grego louco. Ele grunhe, e geme com rouquidão, ela fazia aquilo com perfeição, e ele adorava. Ela se excita ao senti-lo pulsante em sua boca, e caprichava em seus primorosos movimentos, principalmente na hora de abocanhar com vontade o latejante membro. Ele agarra os verdes cabelos com uma das mãos e incentiva ela a aprofundar-se ainda mais. Adorava quando ela o chupava. Aquela boca úmida e quente sempre o fazia enlouquecer de tesão. Sente um arrepio por seu másculo corpo, e derrama-se ofegante na boca de sua adorada Cobra, que engole o perolado e quente líquido de seu marido, limpando com o dorso de sua mão o pouco do precioso sêmen que escorria pelo cantinho de seus lábios.
Se beijam descontroladamente, e o leonino aproveita para deitá-la na cama e abrir o fecho frontal de seu sutiã. Suga um dos alvos seios com avidez e aperta o duro bico do seio livre com delicadeza. Ela arqueia o corpo e se sente ainda mais molhada. Abandona o apetitoso seio, e desce sua língua pelo ventre de sua amada, até chegar em seu objeto de desejo, e devagar, desce a calcinha preta que vestia. Contempla a inspiradora visão e pensa que nunca se cansará de vê-la desse jeito tão entregue. Adentra dois de seus dedos pela intimidade encharcada, e os movimenta com lentidão, aumentando o ritmo das investidas conforme os gemidos e gritinhos de sua esposa se intensificam. Sorri ao ver a expressão de prazer estampado no rosto de sua bela mulher, não precisava de mais nada para fazê-lo um homem plenamente realizado.
- Eu quero mais, Aiolia ... aahhhh! – grita a ariana sedenta por mais de seu homem.
Ele prontamente a atende, investindo com mais força e rapidez a apertada vagina da esverdeada. Ela segura os lençóis da cama, e se contorce ao sentir violentos espasmos invadirem seu corpo. Ela treme, e goza seu fluído quente na mão de seu sedutor marido.
O loiro se deita ao seu lado e a traz para cima de seu peitoral, acariando seus braços e beijando seus perfumados cabelos. Ela o olha com admiração e carinho. Aprendeu a amar o orgulhoso cavaleiro de Leão, com todos os seus defeitos e suas qualidades, e não imaginava mais a sua vida longe desse homem tão especial. Agradeceria eternamente por sua teimosia e persistência, pois sem esses "defeitos" dificilmente estariam juntos hoje.
- Eu te amo, leãozinho... – seus olhos pesam pelo cansaço de um dia cheio – Te amo muito...
- Também te amo! – beija sua testa com muito amor - Agora dorme, meu anjo! Amanhã temos um longo dia pela frente. Boa noite, minha linda...
- Boa noite, meu amor...
Os dois jovens adormecem nos braços um do outro, esperançosos por mais um dia feliz, dos muitos que teriam daí por diante.
Continua...
Então, meus lindos, o que acharam do capítulo?
Fiz essa passagem de tempo para deixar a história mais dinâmica, e dar o desfecho à trama, pois só faltam mais dois capítulos para o final.
A neném de Dite e June nasceu, e só trouxe alegrias e união. O que acharam da visita de Ikki e Saori à pequena Esmeralda?
Seiya e Fler? Será?
E os babys de Marin e Mask?
Shion e Geist se acertaram de vez. Que sejam felizes então!
Fiz esse hot dos pombinhos da Casa de Leão com muito carinho. Não chega a ser um hentai... mas, espero que tenham gostado.
Fiquem à vontade para darem suas opiniões. Amo os comentários de vocês!
Mil beijos e até sexta!
