Capítulo 12
Bella ficou surpresa quando Edward se submeteu à sua exigência para ele se deitar de costas. Ele moveu-se até que estivesse no meio da cama, as suas feições selvagens, sensuais. Os seus olhos inclinados, o reflexo azul nos olhos dele e as curvas bem desenhadas dos lábios sexy dele eram o suficiente para fazer qualquer mulher molhada.
Mas a aprovação dele em aceitar suas carícias enviou uma carga poderosa de fluídos femininos por sua vagina. Aquela pequena rosnadura sexy que ele deu quando ela acariciou suas pernas, e se moveu subindo pelo corpo dele, fazendo o coração dela palpitar como louco.
E o seu corpo. Aquele corpo foi definitivamente o tema das conversas de muitas mulheres que o viram. Os blogs online e a web site das Raças estavam cheios de conversas sobre o corpo dele. Um metro e noventa e quatro e amplo. Proporcional. As pernas eram musculosas e fortes, a força e poder sob a pele traria á tona os instintos femininos de qualquer mulher.
O instinto para submeter-se embaixo dele. Para fazer que ele a cobrisse, a possuísse, e arrancasse gritos de prazer dela.
Mas ela não esperava que ele se dispusesse a aceitar suas carícias tão facilmente. O animal masculino dentro dele era mais forte do que a maior parte dos homens; ela sabia só pelo tempo que passou com ele. E ele estava com fome. Muito e acordado. O comprimento grosso do seu cogumelo gigante aumentou o tamanho do saco pesado entre as suas coxas, ao longo da superfície dura do seu abdome musculoso.
Espessamente cheio de veias, a pele cor de bronze dourado, combinando com o resto da sua pele. Mas aquele pênis grosso era ausente dos pelos fininhos que cobriam seu corpo.
Era seda sobre ferro, a cabeça enorme, úmida com um pouco de sêmen. E com uma Raça, não havia nenhuma necessidade de incomodar-se com o controle de natalidade ou doenças sexuais. Eles eram os amantes perfeitos. Ele quebraria seu coração e ela sabia.
Mas até lá, ela podia desfrutar. Abaixou a cabeça e acariciou com a língua ao longo da sua ereção, lambendo e acariciando. Ela provou a ponta grossa, contornou e chupou a ponta, sugando a essência dele com a língua e gemeu ao sentir o gosto dele. Parecia com a meia-noite. Como um fogo se queimando na lareira enquanto o vento frio soprou do lado de fora. Terreno. Nem doce, não azedo, mas limpo e completamente masculino. E ela queria mais dele.
Sua língua dançou por cima da fenda muito pequena, ciente que ela o fez crispar as mãos enquanto ele se arqueava contra ela.
Tanto poder. Ela pôde senti-lo pulsando no ar em volta deles e embaixo da cabeça grossa do seu pênis. Enchendo ela. O poder de uma mulher por cima do animal selvagem que ele por dentro dele. Era inebriante. Um afrodisíaco todo próprio. E quando ela encheu a sua boca dele, aquele poder intensificou. O corpo dele ficou tenso, seus quadris se arquearam num empurrão selvagem como se ele não quisesse fazer nada mais que se enfiar na sua boca profundamente, assim como ele tinha tomado o seu corpo antes.
- Caramba! Sua voz retumbou. – Isto é tão danado de bom, Bella.
Ela lambeu e ao mesmo tempo chupava a cabeça grossa de seu pênis. Insistentemente acariciou-o com a boca afoita e deixando seus sentidos se encher dele. O gosto dele, o calor dele.
Uma mão se levantou da colcha, tocou o lado da face dela e ele a olhou. Como se aquela experiência fosse especial, como se ele nunca tivesse tido uma mulher que o sugasse com a sua boca.
Como qualquer mulher poderia resistir? Ver o azul se intensificando nos olhos dele a fez enlouquecer de luxúria. A pequena prova que ela teve do sêmen dele a fez desejar mais, como se fosse viciante. Como se o gosto dele fosse tudo que ela precisasse para sobreviver.
Ela trabalhou a boca na cabeça do pênis dele, chupou com a parte de trás da boca quase que na garganta, movendo freneticamente sua língua contra a fenda sensível e gemendo com a excitação que a encheu quando as mãos dele apertaram os cabelos dela.
Ela nunca gostou dos jogos de poder que os homens jogavam na cama. A dor que eles acreditavam que forçaria a reagir para a sua sexualidade. Havia cálculo em cada ato. Com Edward não havia nada disso, mas cada puxão forte no seu cabelo a fez gemer de dor junto com um prazer que cutucou com força o fundo da vagina, numa aferroada dolorosa de desejo. Ela gostou daquilo com ele. Não foi calculado. Era prazer. Era o homem que a seguia naquele reino sombrio de desejos, de fomes que agora ela sabia que nunca foi saciado até o toque dele. E agora, só seria satisfeito até que ele a tocasse novamente.
- Maravilhosa, ele gemeu. – A sensação da sua boca, Bella. Droga! Ele se arqueou, pressionando mais contra a boca dela quando ela recuou.
Ela enrolou seus dedos em volta de seu pênis carnudo, sem esperança de rodear ele completamente, e acariciou. Seus lábios acariciaram a ponta, acariciou por baixo do cabo, lambeu e chupou o saco endurecido embaixo, enquanto as mãos dele se afundaram no couro cabeludo dela.
Ela sentiu a raspagem das unhas contra a sua cabeça. Aquelas garras embotadas, a representação física do animal dentro dele, e ela quase o sentiu naquelas garras.
O clitóris dela estava inchado, pulsando. O desejo estava esfaqueando pelo corpo dela e a fome por mais dele guiava a sua boca.
- Mantenha isto, Bella, eu vou gozar. A voz dele era grossa, quase um ronronado, com um rosnado que pulsou por baixo da voz. - Eu vou encher essa sua boca bonita se você não parar.
Ela sugou-o mais fundo, apertando os lábios e sua boca em volta da cabeça grossa e fodendo o pênis dele com sua língua, contra o céu da boca. Ela amou isso, lavando ele; gemeu envolta dele.
A mão dele apertou mais na sua cabeça e ela choramingou com o prazer extático. Ela sugou-o mais, precisando do gosto dele. Ela precisava disso, morria por isso.
- Oh Bella! Você é maravilhosa. Ele puxou seu cabelo novamente.
Movendo o pênis para um lado ela raspou as unhas nas coxas dele e teria gritado pela força com a qual os quadris dele se moveram aos arrancos.
As suas mãos mantiveram-na contra seu pênis; um rosnado deixou os lábios dele e sua porra jorrou forte, quente, enchendo boca sugadora daquele gosto selvagem enquanto ela lutava para mamar cada jato quente.
Ela estava quase gozando ao sentir o gozo e o gosto dele. O sabor era como fogo, queimando através de suas células e enchendo-a de alguma coisa tão selvagem quanto à luxúria que se queimava entre eles.
Quando ela tomou tudo que ele tinha para dar, ele a pegou de surpresa novamente. A chocou. Ele a puxou ao longo do corpo dele agarrou os quadris dela e antes que ela percebesse sua intenção, que ele já tinha enterrado vários centímetros do pau duro dentro das profundidades molhadas da sua concha.
Ele ainda estava excitado. Ainda duro como ferro e faminto.
Resistindo à força das mãos dele, ela se ergueu, abrindo os olhos para encará-lo antes de se baixar sobre o pinto novamente, os centímetros entrando mais fundo, se mexeu sobre o pênis amando cada segundo daquilo.
Ela nunca teve um amante que a possuísse depois de achar o prazer dele. Inferno, ela nunca esteve com um homem que achava o prazer dele mais de uma vez num período de quarenta e oito horas.
- Possua-me. Edward a olhou.
Ela sorriu para suas feições ferozes. Luxúria selvagem raiou nos seus olhos, nos contornos agudos de seu rosto.
- Me tome.
Provocação. Desafio.
Edward fitou nos olhos de Bella e viu coisas que nunca viu em outra mulher. Aceitação.
A luxúria animal estava subindo dentro dele, algo que ele sempre controlou e combateu antes, algo que ele não tinha nenhuma capacidade para lutar com Bella. E ele viu a aceitação dela disto.
Ele nunca teve uma mulher se abaixando sobre ele. Elas temiam a explosão da porra quente, tinham medo de serem infectadas pelo esperma.
Ele nunca teve uma que o tomasse. A sua Bella estava literalmente tomando-o todo. Lutando contra ele, o desafiando a possuí-la, implorando a ele.
- Você não quer que eu faça isso, Bella, ele gemeu com as mãos apertando os quadris dela. - Me leve, meu bem. Não faça isto a nós dois.
Ele não queria machucar ela. Ele não queria libertar a luxúria primitiva que palpitava nas veias dele, exigindo que ele fodesse furiosamente a vagina dela como ele queria.
Ela fez um pequeno e sensual beicinho para ele, levantou seus quadris, remexeu-se contra o pênis duro, o provocando mais. Sua vagina estreita, fodendo ele bem apertada, queimando sua carne dele, apertou e ordenhou a ponta grossa de seu pênis. Mas somente a cabeça bulbosa, enorme. Ela o atormentava se esfregando no pênis dele. Ela tentava uma parte dele que ele nunca permitiu crescer dentro dele.
- Talvez seja isto exatamente o que quero Edward. Ela inclinou-se para frente e mordiscou os lábios dele.
Quando ele tentou pegar o seu beijo, ela afastou sua cabeça e soltou um riso suave, sexy.
- Bella. O aviso foi ignorado quando ela levantou novamente, quase soltando o pênis dele do seu corpo, mas ele empurrou os quadris com força para cima, tomando mais dela, mas não bastante. Agora é uma hora incorreta para provocar, querida.
- Me tome novamente Edward, ela sussurrou, suas unhas se fincando no tórax poderoso. – Eu te desafio.
Ele sentiu o suor cobrindo seu peito enquanto ele tentava se forçar para entrar mais nela e ela lutou contra isso. Ela estava em uma posição de controle, escorregadia e molhada, e tentando ele. Tentando alguma coisa que ele não reconhecia dentro da sua própria luxúria.
Ele tentou inspirar, clarear a cabeça da maré vermelha da luxúria que correu por cima dele, mas todo que ele pôde cheirar foi o desafio dela, o desejo dela por ele correndo por seus sentidos.
Ele se forçou para cima, contra ela e ela levantou novamente. As suas mãos apertaram-se nos seus quadris para prendê-la com força sobre ele, ela se mexeu, lutando até que ela ficou livre sem ele.
Aquilo foi a gota d'agua.
- Eu desafio você, ela gemeu.
Com uma onda de poder, ele a ergueu, virou o estômago dela e subiu em cima dela. Ele a envolveu com um braço embaixo dos quadris dela, a ergueu, a firmou e se enterrou dentro dela.
Ela tomou uma parte dele na primeira estocada com um grito estrangulado. Ela tomou mais com o segundo; no terço golpe poderoso dos quadris dele, ele enterrou todo o comprimento do pênis dentro dela e quase rugiu o triunfo dele quando ela gritou de prazer.
Isto era prazer. A sua racha se contraiu em espasmos em volta dele do cogumelo gigante, seus sucos derramados ao longo do pênis duro e o seu corpo se retorceu com o prazer que se aproximava.
- Tomada. Ele subiu por cima dela, trancou os seus dentes no seu ombro para mantê-la no lugar e começou a empurrar com força dentro dela com toda a luxúria feroz e fome que esteve dentro dele por uma vida.
Não levou muito tempo para nenhum dos dois. Os golpes duros, poderosos do seu cogumelo gigante dentro da vagina dela enviaram espasmos de puro prazer, que os dois logo estavam perto de gozarem. Edward sentiu-a apertar-se, sentiu o espasmo de prazer da sua racha e ouviu o seu gozo no grito estrangulado que encheu a sua cabeça. Os gritos dela misturaram-se com as suas rosnaduras enquanto ele sentiu que o seu próprio orgasmo começava a vir sobre ele. Ele ainda continuou empurrando, acariciando, e rosnou com o poder do prazer. Gozou até que tivesse dado a ela tudo que tinha mais que jamais pensou que poderia dar a uma mulher, e desabou sobre ela.
Diabos, ele ainda não tinha tirado a roupa dela. Ele não tinha acariciado e chupado os lindos seios dela. Ele não tinha provado o doce clitóris entre suas coxas novamente. Ele tinha acabado de possuir ela. Selvagemente. Ele nunca gozou tão profundamente um orgasmo, de modo tão delicioso e explosivo.
Ele ainda estava deitado em cima dela e ainda enfiado nela, era tão gostosa ele pensou ao se remexer um pouco, só para senti-la, mas odiava o pensamento de puxar seu pênis de dentro dela, de libertá-la da posse dele e enfrentar realidade mais uma vez.
Ela não tinha nenhuma ideia o poder dela sobre o pau dele e não era somente no aspecto físico. Aprofundou-se mais. E chamou alguma coisa nele, isso não fez sentido nenhum, algo que ele sabia que devia ser cauteloso e atento, mas ainda não pôde achar forças para procurar respostas para aquilo.
- Se você se mover eu vou te matar, ela suspirou sonolentamente.
- Eu sou pesado. Ele beijou seu ombro.
Ele a tinha mordido. Uma mancha de sangue tingia o ombro dela agora; a marca de quatro caninos afiados estava gravada na carne dela.
- Você está tão quente, ela suspirou e ele ouviu o cansaço na voz dela. - Eu estou tão cansada de estar fria, Edward. Mantenha-me aquecida, só por mais alguns minutos. Por dentro e por fora. Deixe-me ficar aquecida.
Ele se acalmou contra ela, olhou para o perfil dela. As pálpebras cobriram os olhos dela e ele jurou que ela levou menos de dois segundos para cair no sono. E ela só queria estar aquecida por um mais alguns minutos.
Ele poderia recusar isso a ela? Ele sabia como era sentir frio, aquele sentimento de que não havia nada para aquecê-lo, que a solidão tinha cavado seu caminho tão profundamente no interior dele, que ele nunca saberia o que era o verdadeiro calor humano.
Mas ela tinha aquecido ele.
Ele percebeu isso. Algo congelado dentro dele foi aquecido no momento que ele a viu e agora mesmo, do mesmo modo que agora a pouco a segurando assim, não havia nem mesmo o frio mais leve dentro dele ou por fora dele.
Ele não negaria seu calor a ela, pois ela tinha dado isto a ele.
Ele a segurou, deixando-a cair no sono, em seguida, empurrou o laptop esquecido para o canto da cabeceira antes de puxar o acolchoado sobre eles e relaxou ao lado dela.
Ela gemeu a perda, mas só até que ele a abraçou. Ele a envolveu com seus braços fortes, abraçou as pernas dela com as dele e dobrou a cabeça dela contra o pescoço dele, sua respiração suave contra ele era confortante.
E ele sentiu a necessidade de dormir. Apenas uma soneca. Só um pouco para restaurar seu equilíbrio mental. Porque de alguma forma, em algum lugar nele, Bella tinha abalado sua vida como nada tinha feito.
O animal observou com olhos cuidadosos e vigiando qualquer detenção. Ele forçou o homem adormecido a abrir os olhos, olhou pelos olhos do homem em volta dele e viu só a escuridão do quarto onde eles dormiam.
Olhou para baixo e viu a mulher. Em sua alma bruta, assolada pela dor sentiu que a primeira lasca de paz surgia. Aquela pequena luz que lhe deu a esperança.
A mulher enfraqueceu o controle do homem, o fez menos vigilante, menos desconfiado quando o animal veio à sua consciência.
As emoções do homem finalmente soltaram-se, e com isto, o animal podia sentir a liberdade somente nas bordas da sua mente.
Como ele estava cansado. Como sofreu trancado tão profundamente dentro da mente do homem que a sua prisão parecia com o inferno cheio dos seus próprios rugidos.
Doce Bella. O homem pensou nela como Doce Bella. O animal viu mais. Muito mais. Enquanto o homem dormia, ele se esticou lentamente para fora e tocou o cabelo dela. Emoção apertou sua mente cansada, deu-lhe força. Ela deu força ao homem e ao animal.
O cabelo dela era macio, tão macio. O animal queria experimentar a sensação de tocá-la através da mão do homem. O homem dormia profundamente agarrado nela, mas ainda assim o animal se moveu cautelosamente, muito cautelosamente. Não podia permitir que esta mulher fugisse dele. O homem acreditava que ela tentaria partir. Ele estava se preparando para isto. O animal se recusou permitir aquilo.
A marca que o homem tinha feito no ombro dela há pouco estava debaixo da boca do homem. Lentamente, chegando mais perto, o animal deixou seu poder infiltrar-se no homem. Somente um pouco. Só o suficiente.
Segundos depois, o animal soltou seus macios ronronados quando o homem lambeu àquela ferida. O gosto de fome primitiva encheu a boca do homem, do animal em seu ser. Sentiu sua língua grossa, inchada, dolorida. Ele lambeu o ombro da mulher, sondado às feridas minúsculas que os caninos afiados fizeram e se derramando dentro do corpo dela.
Não muito, só um pouco. O gosto dela era o verdadeiro calor. O gelo que envolvia o animal enfraqueceu e enquanto lambia à carne macia do ombro dela, era como se aquele calor ativasse a sua força.
Força. Poderia ser livre agora. Poderia se libertar dos laços que o prendia, mas se fizesse se agisse muito depressa, o homem lutaria.
O animal retrocedeu, sofrendo, mas mais forte. Não era o bastante. Não estava forte o bastante para a luta que o homem poderia empreender. E o homem sempre estava atento e vigiando. Mesmo agora, durante o sono ele lutava ciente que algo estava diferente. Que algo se movia dentro dele.
O animal se escondeu na escuridão fria, o calor da mulher tão perto. Seus olhos se fecharam. Forçou-se a dormir. Porque a mulher estava bem perto dele. Entretanto, o animal estava tão fraco. . . E o perigo estava se aproximando.
Edward acordou rapidamente. Por um momento, sentiu algo que não sentiu dentro dele durante tantos anos que no início, ele simplesmente não reconheceu. Aquela onda da adrenalina feral, uma raiva que rasgava através de sua mente enquanto suas garras se flexionaram, mas docemente, muito suavemente, porque a carne macia e doce embaixo das garras pertencia a Bella.
E ele nem tentou se mover. Não ainda.
As sombras passaram pela porta. Não havia cheiro. Nem cheiro de ser humano ou de uma Raça.
Havia cheiro de roupa, de perigo.
Um rosnado silencioso veio aos seus lábios; raiva bombeou pelo seu sangue. Ele não deixou de pensar sobre a febre feral ou os instintos animais que de repente aumentaram dentro dele.
Ele pode cheirar as armas que levavam o que era o suficiente para ele. Ele podia sentir o perigo rondando nas sombras que se infiltram através da noite.
Ele localizou-os, a sua visão noturna ainda encoberta, como geralmente era, mas ainda não era perfeita. Não era tão clara como foi antes da febre de deslocamento feral. Ele não podia ver seus rostos, mas podia seguir o rastro de seus corpos, vê-los se mover.
Eles pararam quando entraram no quarto. O de forma mais alta e larga guiou o outro por gestos para ir ao outro lado da cama e indicou que ele ao redor dele.
Talvez não fosse possível. Se eles se separassem, seria mais difícil derrubá-los. Apenas mais um segundo.
Ele esperou, com os músculos preparados, em seguida, com um rosnado de raiva ele saiu da cama.
Ele não questionou a adrenalina correndo nele; o estouro de poder ou a onda de força que queimou pelo corpo dele.
Eles estavam lá, no quarto de Bella, muito perto dela. Perto demais da mulher dele. Perto de pô-la em perigo. E isso era intolerável.
Ele bateu o primeiro contra a parede quando Bella gritou. Derrubou o segundo com um pontapé poderoso e bem dado nos rins e rolou em dor.
O inimigo deve morrer. Apenas ao último pensamento o salvou de concluir isto quando a primeira sombra voou em cima de Edward.
Tinha que ser uma Raça. Nada mais poderia ser tão forte.
A luz iluminou de repente o quarto, momentaneamente cegando a vista de Edward, mas não seus sentidos.
Seu braço se contorceu por fora, empurrando as costas da Raça, batendo na cômoda com força suficiente para rachar a madeira, enquanto sentia a segunda Raça vindo sobre a sua cabeça.
Seu braço voou rápido, sua mão envolveu em torno de uma garganta, o outro com arma na mão deu uma pancada na sua outra mão. Batendo na parede, a vista dele ainda ofuscada, se ajustando da escuridão para a luz, Edward rosnou na cara do intruso.
- Você quer deixá-lo ir, amigo? Uma voz dura o informou que o cano da arma pressionava seu pescoço.
Edward gelou.
- Edward. O som da voz de Bella o inflamou.
O instinto fez sua mão, subir como um relâmpago empurrou a arma, descarregou-a enquanto seu cotovelo fechava com força no mesmo momento que uma voz penetrou sua mente.
- Emmett! Bella gritou o nome quando a vista de Edward limpou seus olhos se travarem fixo nos claros- olhos azuis, olhos protuberantes olhos de Ryan DeSalvo, o guarda costas que viajava com Emmett Cullen.
Edward afrouxou o aperto apenas o bastante para conter-se de matar o outro homem antes de se virar, seus olhos caíram sobre Emmett com a Bella encurvada sobre ele, os olhos dela travados em Edward cheios de horror.
Ele soltou DeSalvo lentamente, vendo como ele escorregava pela parede até o chão, sufocando a procura de ar para sue corpo.
Emmett também respirava... Ainda.
Edward rosnou novamente quando Bella ergueu a cabeça de Emmett contra o seio dela. Ele não pôde mais parar. Pelado, furioso, ele agarrou o braço dela, e a arrastou para o outro lado da cama enquanto ela lutava contra ele.
Os punhos dela golpearam o tórax dele, chorando, lágrimas abundantes correndo soltas pelo rosto dela.
- Você quer que ele viva? Ele rosnou na cara dela, a adrenalina feral ainda correndo pelo corpo dele quando agarrou os ombros dela e a sacudiu apenas o bastante para obrigá-la a olhá-lo. – Toque nele e ele morre. Ele não reconheceu a própria voz. – Você está me entendendo Bella?
- Você está louco! ela gritou. - Ele não estava aqui para me machucar.
- E eu ia saber disso como? Ele só pretendia gritar com ela, mas saiu como um rugido primitivo. - Como saberia? Eu não sinto o cheiro, Bella. Não tenho o sentido de antecipação a perigo. Ele apertou-lhe os ombros novamente. – Então como saberia?
- Eu tenho que ajudar a ele. Ela estava chorando. Chorando por outro homem e ela nunca tinha derramado nenhuma lágrima por ele.
Ele abaixou o rosto até o dela, seu nariz quase se colou no nariz dela.
- Toque nele e ele morre. Se ela podia ficar mais branca, agora ela totalmente sem cor. O rosto dela estava absolutamente branco quando ele a soltou ainda rosnando. Ele estava rosnando como um animal raivoso. Ele a soltou lentamente, apontando em advertência o dedo para ela e foi pegar as roupas dele, alerta nela.
Um movimento por detrás ele o fez se transformar num minuto, se virou e rosnou furiosamente novamente. Metade rugido, metade rosnado enfurecidos. Ryan DeSalvo parou com a sua mão que se esticava para perto da arma que ele tinha levado.
Atrás de Edward, os soluços de Bella o machucavam, rasgando-o.
Ele deu um pontapé na arma para baixo da cama, deu um olhar de relance para Cullen que ainda vivia e vestiu sua a calça jeans que estava no chão.
Como fechou o zíper, ele pulou da cama, ignorando o choro de Bella, a apertou na parede, quando a porta abriu e Raças entraram correndo.
Lawe e Rule, Eleazar e Jasper. Eles entraram e estacaram de repente, vendo chocados a cena diante dos olhos deles. Então olharam para Mercury quando ele rosnou avisando eles.
- Calma Ed. Eleazar respirava fortemente quando ele puxou do chão o robe de seda que Bella usou mais cedo e jogou para Edward. - Cuide da sua mulher. Nós pegamos isto.
Edward pegou o robe, sentindo seu sangue fervendo de fúria em pensar em alguém vendo sua Bella nua. Ver ela se inclinar sobre Emmett, nua, seu lindo cabelo longo flutuando em cascatas, ele quis matar Emmett. Arrancar a sua garganta. Se Emmett estivesse consciente, Edward perguntou-se se ele não teria feito exatamente isso.
Ele virou-se para ela, ajudando-a a vestir-se enquanto as lágrimas continuavam a cair de seus olhos. - Se continuar a chorar por esse sacana e eu vou perder a cabeça, ele rugiu, duramente, brutalmente, a violência enchendo sua voz, fazendo-a retroceder um passo.
- Você já perdeu a cabeça. Ela bateu em seu ombro, forte. Ela podia ter batido na cara e ele sabia disso. O fato de ela ter se contido e dado um passo para trás, era uma prova de seu medo.
Ele amarrou seu robe em torno da cintura dela suavemente.
- Se vista. Ele lutava agora contra o aumento da adrenalina. – Ponha roupa o suficiente para eu não enlouqueça. Faça agora.
Bella o encarou, bem como o brilho azul queimando em seus olhos agora, misturado com ouro velho que era difícil saber a verdadeira cor de seus olhos. Eles brilhavam selvagemente nos traços faciais dele. Febre feral selvagem apertava cada músculo e nervos, avisando-a que ele ainda não sabia controlar a fúria selvagem que correia sobre ele.
Ela deslizou em torno dele, lançando um olhar em direção a Emmett apesar de Edward rosnar de protesto. Ele estava vivo. Sangrando, mas Jasper e Eleazar e as duas raças rodeavam ele, assim como Ryan. Ou Rye, como Emmett tinha o hábito de chamar-lhe.
Rye estava ferido e sangrava sua camisa quase rasgada por ele e sua garganta machucada. Emmett parecia pior. Sangue brotava da raiz do cabelo dele, manchando dele de sangue, seus lábios e nariz sangravam. Ela volta a encarar Edward. Ele cobria com seu corpo o corpo dela, suas mãos estendidas contra a parede, ignorando todos, enquanto ele nitidamente lutava para se controlar.
Que diabos tinha acontecido?
Ela reuniu suas roupas. Jeans e meias, um suéter grande. Roupa suficiente para que ele não perca sua mente, ele tinha avisado a ela.
Ela foi para o banheiro, insegura do que pensar, o que sentir. Incerta em como e em que tipo de animal seu amante tinha se transformado.
Foda. Emmett acordou xingando lentamente, falou de forma incompreensível quando Edward soltou suas mãos da parede e voltou ao quarto.
Andou através do quarto, puxou uma camisa limpa da cômoda que tinha o tampo de cima completamente rachado e a vestiu pela cabeça.
Ryan ergueu seu olhar do chefe dele e Edward viu a desconfiança nos olhos dele. Da mesma maneira que ele viu aquilo em todo o mundo.
- Ele tem razão. Ryan concordou e expirou asperamente. – Emmett entrou sorrateiramente. Ele gosta de jogar jogos com Bella. Droga! Ele pensou que seria engraçado assustar bastante a ela. Nós não sabíamos que ela tinha companhia até que nós já estávamos no quarto.
- A Bruxa de Lil nunca tem companhia. Emmett escolheu aquele momento para cuspir a acusação. - Ela é tão malditamente mal humorada que ninguém aguenta ficar a noite toda na mesma cama ao lado dela. Ele abriu os olhos e focalizou no Edward. - O primeiro é você.
O rosnado de Jasper era intimidador, furioso. - Você deslizou escondido dos guardas dela, invadiu a cabana e não pensou por um maldito minuto que poderia se mover furtivamente para cima de uma Raça que dormia na cabana com ela? Ele moveu-se aos arrancos aos seus pés, o seu longo cabelo dourado solto e flutuando sobre os seus ombros. – Filho da Puta! Você sabe de uma coisa? A Cullen Indústrias pode enfiar no rabo seu dinheiro maldito porque estou cheio dos seus joguinhos. Ele apontou o dedo furiosamente em Emmett. - Obviamente a genética fodeu a sua cabeça Emmett, porque qualquer um nascido do Primeiro Leo teria mais sentido do perigo.
- Híbrido, Ryan aspirou. – Espere um pouco, Lyons, você verá que é divertido elevar um hibrido.
- Se ele cometer outro erro comigo de novo, vai descobrir logo como um híbrido morre, Edward rosnou, se controlando, mas a raiva pairava sobre ele, quando Emmett se sentou lentamente.
- Tirem-no daqui. Eleazar se levantou, encarando Edward, os olhos prateados frios e duros. – Para fora, na sala de estar e remendem a bunda dele antes que eu termine isto para ele. Ele correu as mãos pelo cabelo curto e o queixo de Edward se apertou quando os outros Raças ajudaram a outra Raça aos pés dele.
- Emmett. O rosnado ainda estava em sua voz.
Emmett girou sua cabeça dolorida, recuando ao movimento.
- Invada nosso quarto outra vez sem aviso, e eu vou matar você.
- Você não vai matar ninguém. Se fosse, você já teria feito isso esta noite. Bella disse saindo do banheiro.
Edward se voltou para ela, e algo dentro dele se acalmou instantaneamente.
Ela não estava pálida ou chorando. Seus olhos brilhavam de irritação, e um rubor de raiva tingia sua face. Ela vestia uma calça jeans e um suéter grande e não havia nada para ameaçar a raiva primitiva que tinha construído dentro dele de pensar que sua nudez era mostrada na frente de outros homens.
Mas ela não estava feliz com ele também. Ele pode ouvir no tom da voz dela, viu no olhar que ela deu para ele.
- Inferno, Emmett murmurou. – Rye, não trouxemos a mochila?
Rye sorriu. - Está na sala de estar.
- Não se preocupe. Emmett era mancou ao ajudarem no a sair do quarto. – Eu tenho o seu maldito pagamento.
Bom aí está mais um incêndio pra vocês!
Bem feito para o Emmett ninguém mandou atrapalhar o nosso casal.
Comentem muitooooooo!
Amei os comentários continuem assim e eu e a Camila postaremos mais rápido!
Att Perfect Cullen
N/B - Eu li todos comentários e agradeço muito. Vocês leitoras também sai ganhando faz com que eu e a Issa poste mais rápido.
Bella adora desfiar o Edward eu adoro. Esse capítulo foi muito hot. Estou sem palavras rsrs.
Emmett é um idiota e levou uma surra merecida do Edward rsrs.
Comentem eu e a Issa adoramos ler opinião de vocês.
Bjos Camila
