Oi gente vou postar dois caps hj já que cometi um grande erro samanda passada
nossa desculpa mesmo gente só vi hj que estava errado...
O Ed esta mais feliz vcs viram nossa mais que querida Bella fazendo mais uma palhaçada no cap anterior kkkkkkkkkkk
Maiso Ed como sempre com um piti de ciúmes, sem isso não seria ele kkk
Espero que gostem deste cap...
Deixem sua opinião
Bjs
Ate sábado que vêm...
Capítulo 13
- Bem?
Edward secou uma gota de suor de sua testa, e voltou-se para olhar o homem parado atrás dele. Seu pai tinha vindo ver como andava os trabalhos nos estábulos. E veio bem a tempo. Edward acabava de terminar de colocar as portas com ajuda de Shambley.
Só faltava retirar os pedaços de madeira e as pedras. Finalmente a obra estava terminada.
Edward sorriu para si mesmo com esse pensamento. Poderia ter terminado antes se ele tivesse pressionado os homens como originalmente tinha planejado. Mas os dias de chuva tinha atrasado a obra, e então o ataque contra Isabella no quarto três noites atrás o tinham obrigado a avançar mais lentamente no trabalho.
Por sorte esta noite Negro descansaria no novo estábulo. Sem querer ofender o cavalo. Edward sentia afeto pelo animal do mesmo modo que qualquer homem gostava de seu cavalo, mas não queria o animal - nem a seus fedores - dentro de seu quarto.
Colocaria Negro no estábulo com os outros cavalos, e deixaria o cão que tinha comprado para Isabella no castelo. O cão poderia tomar conta dela durante o dia.
Quando ela recusou um guarda humano, Edward tentou convencê-la a levar Negro com ela a todas as partes como proteção. Mas ela o olhou como se pensasse que ele estivesse louco, então simplesmente partiu. Em vez de insistir nesse ponto, Edward a tinha seguido a todas as partes no primeiro dia depois do ataque. Mas isso não funcionou muito bem.
Isabella usava um vestido azul que acentuava a cor de seus olhos. Além disso era um vestido um pouco velho, provavelmente um presente de seu pai durante alguma de suas visitas ao longo dos anos, Edward decidiu. Embora o vestido fosse caro e de bom gosto, também ficava um pouco apertado. Em todos os lados. Seus seios ficaram prensados contra o tecido, parecendo mais exuberantes que o habitual, o vestido se agarrava na sua cintura e quadris, parecendo enfatizar suas curvas.
Recordando que o rei havia dito que comprasse alguns vestidos para sua filha, Edward estava zangado consigo mesmo por ter se descuidado disso. Deveria ter se ocupado disso em primeiro lugar! Deveria ter mandado fazer pelo menos uma dúzia de vestidos, todos amplos, para que o tecido não parecesse ameaçar estourar as costuras cada vez que ela se esticava ou agarrava algo. E de cores muito tranquilas como marrom ou negro, Edward decidiu enquanto a via mover-se com seu vestido velho.
Ela parecia um pássaro com plumagem brilhante e colorida no pátio, no estábulo, no castelo e todos os outros lugares onde ela esteve esse dia.
Infelizmente, ele não a tinha equipado apropriadamente, e a irritação de Edward crescia enquanto a vigiava e a observava. Parecia que havia uma quantidade muito superior de homens que vinham a ela com seus animais doentes, oposto do número reduzido de mulheres. Esses homens não deveriam estar ocupados com suas tarefas? Não deveriam enviar a suas esposas ou a suas filhas em seu lugar, Edward pensou com desgosto, olhando com o cenho franzido a qualquer um que observasse a sua esposa com um sorriso ou um olhar de avaliação. Sem se importar se provavelmente era por gratidão por suas habilidades e sua caridade. Edward estava seguro que cada olhar e cada sorriso eram de luxúria, e isso o deixou cada vez mais nervoso e encolerizado com o passar do dia.
Isabella tolerou seu comportamento sem dizer uma palavra, mas ele sabia que ambos haviam se sentido aliviados quando a hora do jantar chegou e voltaram para o castelo. Pelo menos, até que eles chegaram a mesa e Sir Spencer falou.
- Lady Isabella - Sir Spencer murmurou apreciativamente. - Nunca deixa de me surpreender, como pode passar o dia todo trabalhando ao redor dos mais asquerosos aromas e entretanto consegue cheirar tão doce ao final do dia.
Edward nem sequer pensou; simplesmente replicou.
- Mantenha seu nariz em seus próprios aromas, homem.
Mas quando as palavras deixaram seus lábios, desejou ter mordido a língua. Por Deus, ele acabava de ser rude com um velho e ainda por cima cego! E tinha sido por ciúmes, ele se deu conta com desânimo e remorso.
Mas antes que ele pudesse desculpar-se, Isabella desferiu um golpe com o jarro que tinha levantado da mesa. Ela se dirigiu furiosamente a ele.
- Bem, isto é o cúmulo, milorde. Já suportei bastante de suas tolices por hoje. Se desculpe com ele já, e falo a sério! Quanto a mim, não posso tolerar comer com semelhante companhia. Vou para cama. Adeus.
Ela se virou abruptamente, deixando Edward envolto no silêncio súbito que encheu o salão enquanto todas as pessoas giravam seus olhares para ele em uma muda condenação.
Edward se desculpou profusamente com o ancião, mas isso não pareceu aliviar a censura de todos, e ele não podia culpá-los. Tinha sido rude com a maior parte das pessoas sentadas na mesa de um certo modo ou outro durante os últimos dias.
Com cada soldado que se atrevia a sorrir e a desejar a Isabella um bom dia. Com todo granjeiro que tinha sorrido em gratidão por sua ajuda com seus animais. Até com alguns dos criados que lhe sorriam timidamente quando ela agradecia-lhes por algum serviço.
Edward esteve silencioso durante a refeição, bebendo mais do que comia e perguntando-se o quanto zangada estaria sua esposa. Descobriu isso quando finalmente se deitou. Ela estava muda e quieta na cama, embora não adormecida, e no momento em que ele havia se aproximado, ela deu-lhe as costas. Ela continuou tratando-o bastante friamente durante a noite.
Não se descongelou pela manhã. Edward supôs que merecia isso.
- Isabella ficará contente.
Abandonando seus pensamentos, Edward olhou para seu pai, logo depois de novo ao novo estábulo.
- Você acha?
- Sim. - Lorde Cullen sorriu. - Talvez até volte a falar com você novamente.
Fulminando seu pai com um olhar, Edward foi pegar sua camisa da pilha de madeira onde a tinha deixado. Vinha trabalhando desde cedo pela manhã. Os dias de verão finalmente eram calorosos, e Edward havia tirado a peça várias horas atrás.
Agora ele a colocou de volta, olhando a Shambley enquanto ele entrava no estábulo para unir-se a eles.
- Os homens quase terminaram de tirar os restos de madeira. Quando devo dizer a Isabella que pode começar a trazer os cavalos?
- Agora, Edward decidiu, afastando-se. Seu pai e Shambley imediatamente o alcançaram em seu caminho para o estábulo velho. Olhando no interior escuro da velha construção, Edward fez uma careta. O lugar realmente era um chiqueiro.
Ele ia derrubar quando os cavalos fossem movidos, ele decidiu, franziu o cenho porque sua esposa não se apresentou imediatamente. Tampouco Smithy. Somente havia um moço ajoelhado na parte traseira do estábulo, cavando algo na palha.
- OH, milorde. - Smithy saiu de uma das baias da parte de trás e avançou. - Está procurando alguma coisa?
- Sim. A minha esposa. Onde ela está? - Edward replicou. Havia dito ao chefe do estábulo que a vigiasse. Realmente, havia dito que a vigiasse a cada instante para que ela não estivesse longe de sua vista, de outro modo lhe arrancaria a cabeça dos ombros. Mas isso foi na manhã depois de seu mau comportamento com o Sir Spencer e ele ainda estava um pouco zangado. Muito zangado, talvez por causa do incidente, Isabella não falara com ele e tinha evitado seu contato.
Smithy pareceu confuso por um segundo, deu-se volta para o moço no fundo do estábulo.
- Aí mesmo, milorde.
Edward observou o traseiro coberto por calças no fundo do estábulo, e nesse instante reconheceu o traseiro arredondado de sua esposa. Lentamente ele começou a avermelhar-se com fúria. Quando abriu a boca para gritar, tudo o que saiu foi um grunhido de surpresa, pois de repente se viu agarrado pelos braços e arrastado por seu pai e Shambley para trás e para fora dos estábulos.
- Não! Me Soltem, à merda com vocês! - Edward gritou, puxando seus braços e tentando soltar-se para voltar para o estábulo uma vez que eles se detiveram a uma boa distância.
- Não até que se acalme - Lorde Cullen anunciou.
- Me acalmar? Viu minha esposa?
- Claro que a vi. Mas ela não estava fazendo nada mau. Ela...
- Está cego? Não viu o que ela estava vestindo?
- Ah. As calças. - Lorde Cullen murmurou. - Você não gosta que ela as use nos estábulos?
- Elas são...
- Práticas - Shambley sugeriu quando Edward fez uma pausa procurando a palavra adequada. Ele negou com a cabeça. - Elas são, Edward. Muito mais práticas para trabalhar nos estábulos do que uma saia.
- Não me importa se são ou não mais práticas; elas são indecentes. Inadequadas para uma dama.
- Indecentes? - Shambley soltou uma gargalhada. - Quando se tornou tão puritano e repressivo?
- Quando vi o traseiro de minha esposa em umas calças de couro apertadas e me dei conta que todos os outros homens viam exatamente a mesma imagem!
- Ciumento? - Robert o provocou.
A boca de Edward fechou bruscamente. Uma coisa era reconhecer para si mesmo que se sentia um pouco ciumento. E outra coisa completamente distinta saber que seu melhor amigo estava consciente desse sentimento, era humilhante.
- Sim. É isso aí - seu pai murmurou, observando sua expressão. - Se eu fosse você, filho, mover-me-ia muito serenamente. Não pode entrar como um louco lá e gritar como se ela tivesse cometido algum pecado mortal.
O olhar de Edward se estreitou.
- Não posso?
- Não, claro que não - seu pai o repreendeu.
Vendo sua agitação, Robert assumiu o comando de tentar raciocinar com seu amigo.
- Edward, pensa bem. Está reagindo como se ela deliberadamente se vestisse assim com intenção de chamar a atenção. Mas nós dois sabemos que ela se vestia assim na abadia, provavelmente todos os dias, e ninguém considerava isso indecente.
- Mas elas eram todas freiras - Edward protestou.
- Sim - Lorde Cullen disse de forma agradável. - E é a isso que ela está acostumada. Provavelmente não ocorreu a Isabella pensar que seus homens são um grupo de cães no cio, todos procurando a primeira cadela para que possam montar.
- Meus homens não são... - Edward começou indignado, só para fazer uma pausa quando ambos os homens começaram a sorrir. Tinha caído em sua armadilha. - Entendo - Edward disse.
Isabella não se veste deliberadamente para atraí-los. Ela nem sequer se dá conta que os está atraindo. E seus homens eram leais e não era provável que a abordassem. Mas ele estava atuando como se eles fossem seduzi-la.
Suspirando, Edward fechou os olhos e se forçou a respirar profundamente. Só era seu ciúmes fazendo-o reagir novamente. Estava atuando como se ela não fosse digna de sua confiança, Isabella não era outra Irina. Não estava sendo justo.
Ela não tinha feito nada que pudesse fazê-lo acreditar que seria infiel.
- Devo conversar com ela com calma - Edward disse finalmente. - Devo lhe dizer que preferiria que use roupa mais tradicional no futuro para evitar qualquer mal-entendido ou situações desagradáveis para ela, para mim, ou para meus homens.
Devo ser razoável.
- Muito bem! - seu pai bateu orgulhosamente em suas costas.
- Sim, muito bem - Shambley concordou, sem nem sequer se dar ao trabalho de esconder sua diversão.
- É capaz de vencer o grande monstro verde dos ciúmes. Com um pouquinho de ajuda.
- Basta, Robert - Edward replicou, e caminhou determinadamente para o estábulo. Seu amigo, rindo, foi atrás dele.
A nova tranqüilidade de Edward durou até que ele voltou a entrar no estábulo e lançou outro olhar a sua esposa. Ela ainda estava de quatro, ainda tentando agarrar algo debaixo da palha. E seu traseiro embainhado na calças de couro ainda estava levantado convidativo.
Cada vez que ele a via nessa posição se lembrava do dia de seu casamento e seus pensamentos voltavam para as relações conjugais, e como tinha lhe ensinado a verdade dessas relações.
Merda, a quem estava tentando enganar? Cada vez que a olhava pensava em como meter-se debaixo de suas saias, ou neste caso dentro de suas calças, e agora a situação não era diferente. De fato, vendo-a nesta posição seu desejo se tornou mais urgente. As calças lhe aderiam como uma segunda pele, enfatizando suas curvas. Podia viver com isso, se não fosse pelo fato que estava seguro de que os outros deviam ter pensamentos semelhantes aos seus.
E nesse momento, Smithy estava parado atrás de Isabella, apreciando o mesmo que Edward.
Antes que ele pudesse recordar que tinha que ser razoável, começou a gritar como um cão raivoso.
- Esposa! Ponha-se de pé de uma maldita vez... - Fazendo uma pausa para não afogar-se, Edward lançou um olhar letal a seu pai quando viu que suas sobrancelhas se curvavam. Engolindo em seco sua raiva, Edward observou de volta sua esposa para ver que ela ainda estava de joelhos, mas endireitando-se para sentar-se sobre suas coxas.
Agora ela o estava observando por cima de seu ombro com assombro.
- Bom dia, esposa - Edward disse em um grunhido; em vez de terminar seu pensamento original. Então franziu o cenho com seu tom de voz, pois na verdade soava como um cão raivoso em vez de um marido.
Isabella estreitou seus olhos cautelosamente.
- Há algo errado, milorde marido?
- Sim! - A palavra saiu como uma chicotada. Seu pai e Shambley moveram-se nervosamente.
Fazendo careta, Edward conseguiu dar um sorriso dolorido.
- Eu... Você... Nós...
- Acredito - Lorde Cullen interrompeu o balbuceio de seu filho, - que Edward está preocupado por seu vestido, minha querida.
- Meu vestido? - Isabella olhou suas roupas. - Não estou usando um vestido.
- Exatamente! - Edward disse triunfalmente, pausou só para lançar um olhar feroz a Shambley quando o homem deu uma cotovelada em suas costelas. Quando Robert o olhou com ingenuidade, Edward voltou para sua esposa, então suspirou e tentou um tom mais suave. – Isabella, quero que... deveria... suas roupas...
Quando ele tropeçou com as palavras, Isabella olhou as roupas que usava.
- Há algum problema com minhas calças, milorde? - ela perguntou finalmente.
- Sim - ele disse em choque porque ela tinha captado o problema sem que ele tivesse que mencioná-lo.
- Sinto muito, milorde. Não estava segura se as calças eram adequadas agora que sou uma dama. Mas não tenho muitos vestidos, e temo danificá-los aqui nestes estábulos imundos.
Além disso, estava segura que não se importaria muito, já que Smithy é provavelmente o único que vai ver-me.
- OH. - Edward piscou, sua raiva desinflando-se como um balão. Ela já tinha considerado que não podia ser apropriado, mas tinha colocado as calças para cuidar dos vestidos. Não para atrair homens. Não para seduzi-los, como Irina fazia com seus vestidos decotados. E Isabella não esperava que ninguém a visse vestida assim nos estábulos, com exceção do Smithy, que era velho, desdentado, e calvo.
Certamente ela não estava tentando seduzir Smithy?
- Avisei que não podia ver nenhum animal hoje a menos que fosse uma emergência. Disse que o novo estábulo estaria pronto hoje, e eu desejava controlar a mudança dos cavalos.
- É obvio - Edward disse, então conseguiu dar um sorriso. - O estábulo esta pronto agora.
- O que? - os olhos de Isabella aumentaram. - Sério? Já?
- Sim.
Seu sorriso ligeiro se tornou em um de surpresa e prazer.
- Venha. Pode inspecioná-lo.
Ele mesmo estava um pouco ansioso agora, preocupado se por acaso sua esposa ia aprová-los ou não. Ela o tinha visto, mas de fora. Edward supôs que ela estivesse muito irritada com ele para mostrar algum interesse. Agora a guiou até as portas que acabava de pendurar, abriu-as, e então esperou que ela entrasse.
Isabella entrou lentamente, seu olhar percorrendo, inspecionando tudo enquanto caminhava lentamente as longas e numerosas baias.
Edward esperou próximo a porta, observando-a nervosamente. Construiu o estábulo duas vezes maior que o velho. Havia o dobro de baia, e cada uma delas era mais espaçosa que as velhas. Havia ganchos e prateleiras para armazenamento, e tinha acrescentado um sótão para guardar o feno fresco. Ele a observou absorver as novidades, mas ela ainda não havia dito nada.
Uma decepção estava começando a invadi-lo quando ela girou lentamente.
- Marido?
- Sim? - ele perguntou hesitantemente.
- É magnífico.
Piscando, ele sorriu.
- Você gostou, então?
Uma gargalhada saiu de seus lábios, e Isabella se lançou sobre ele, beijando-o profusamente no nariz, o rosto, e os lábios antes de afastar-se e estender seus braços.
- É maravilhoso! Maravilhoso! Belo! Os cavalos amarão estar aqui. Eu amo este estábulo. E o Negro e Marigold vão amar também. Obrigado, milorde. - ela virou deu-lhe outro abraço exuberante, então saiu correndo. - Vou buscá-los neste mesmo momento. E colocar um vestido. - Fazendo uma pausa na porta, lançou-lhe um sorriso. - Não vou necessitar as calças aqui. Este estábulo está muito limpo.
Edward a observou ir com um suspiro, sua expressão se tornou mais severa quando notou que seu pai e Shambley o olhavam divertido. Franzindo a testa, ele olhou de volta para sua esposa.
- Ela colocou as calças só para cuidar de seus vestidos. E vai se trocar agora - Edward lhes explicou, como se eles fossem as pessoas que haviam se sentido ultrajados pelas calças.
Os dois homens conseguiram manter suas expressões sérias, e solenemente assentiram.
Edward estava começando a sentir-se incomodado quando um homem apareceu na porta do estábulo, bloqueando a imagem de sua esposa correndo.
- Trago-lhe o cão, milorde.
- Oh, bem, Jensen. - Edward observou o animal marrom escuro, enorme, peludo, e babando O cão parecia estar sorrindo, pareceu-lhe uma boa idéia, por outro lado, o tamanho da besta ia intimidar à maioria das pessoas. Com sorte, ia intimidar o homem que Negro tinha atacado em seu quarto o outro dia. Jensen tinha assegurado de que o cão estava treinado para cuidar algo ou pessoa, fossem ovelhas, cavalos, ou pessoas.
Edward se sentiria melhor sabendo que Isabella estava sendo vigiada durante todo o dia. E não se preocuparia em ficar perseguindo-a.
- Que tipo de cão é este? - Shambley perguntou curiosamente, movendo-se ao lado de Edward.
- Bem, né...-o dono do animal vacilou e coçou a cabeça, havia insegurança em sua expressão. - Ele é um bom cão. Fará seu trabalho - ele respondeu, então esclareceu. - Sei que tem algo de um cão de caça irlandês.
- Isso explica o tamanho - Lorde Cullen murmurou, inclinando-se para acariciar o animal de pelagem suja, antes de fazer careta e olhar a Edward. - Mas como planeja conseguir que Isabella o leve a todo o lado com ela?
Edward franziu o cenho com a pergunta.
- Eu direi - ele firmemente anunciou, então viu a expressão de seu pai e começou a preocupar-se. - Acha que ela não me obedeceria?
- Isabella? - Lorde Cullen perguntou com surpresa. - Não, não. Depois de tudo as mulheres são os seres mais obedientes do mundo, não? - ele não se incomodou em esconder sua diversão enquanto virava para ir. - Boa sorte, filho.
Edward olhou a seu pai partindo. Certamente, se lhe ordenasse isso, Isabella levaria o cão a todos os lados com ela. Ou não? Ela teria que ver lógica nesse pedido. Alguém a tinha atacado no quarto. Ela tinha que ter uma proteção.
Isabella se negava a acreditar que alguém tinha uma razão para prejudicá-la. Ela estava certa de que essa "visita de meia-noite" tinha sido algum tipo de engano. Além disso, tinha pedido que levasse Negro a toda parte com ela em suas tarefas diárias e ela se negou rotundamente a fazer isso. Realmente, ela não se negou com palavras; simplesmente o olhou como se ele estivesse louco e afirmou que não queria arriscar-se que o cavalo voltasse a ter febre. Não, Negro estava melhor onde estava, ela tinha anunciado, E Edward não a tinha pressionado.
O cuidado dos animais era a área dela e Isabella nem sempre obedecia nessa área.
- É uma lástima que ele não esteja ferido.
- Hmmm? - Edward levantou a vista. - Como é isso?
- Disse que é uma lástima que ele não esteja ferido - Shambley repetiu. - Se o cão estivesse doente ou ferido, ela o mimaria como a um bebê.
Então aceitaria levar essa besta a todo lado para vigiá-lo. Isabella parece ter uma ternura especial pelos animais doentes ou machucados.
- Sim, é verdade - Edward murmurou pensativamente, virando para examinar o animal novamente. Mas a besta parecia muito saudável. Seu olhar recaiu no dono. - Não terá um cão doente ou ferido tão grande como este, verdade?
- Doente? - O homem o olhou fixamente como se Edward estivesse louco. - Ah... não, milorde.
- Foi o que pensei. - Edward suspirou com decepção, então agarrou sua espada.
- Edward! O que está fazendo? - Robert agarrou sua mão, afastando-a da arma.
- Só ia cortar um pouco. Já Sabe, em algum lugar não muito doloroso, mas Isabella o manterá perto dela, para observar para que não se infeccione.
Robert o olhou em estado de choque por um momento, em seguida sacudiu a cabeça.
- Você não acha? - Edward perguntou.
- Não. Por que não vemos se o cão não tem um corte pequeno em algum lugar ajoelhou-se ao lado do cão, Shambley começou a procurar no animal. - Aqui!
Edward ajoelhou a seu lado.
- Encontrou algo?
- Ele tem um arranhão aqui na orelha.
Edward se inclinou para frente para olhar o lugar que Shambley estava apontando. Quando viu a ferida minúscula, franziu o cenho.
- Isto não é suficiente.
- Poderia infectar-se - Robert respondeu. - E é o que procurava, um corte para que ela mantenha o cão perto. Esse é o corte.
Edward o olhou aborrecido, soltando o punho de sua espada enquanto considerava a situação. Finalmente sacudiu a cabeça.
- Isto é apenas uma marca, Robert. Ela não se preocupará com isso. Eu deveria... - Edward começou a desembainhar sua espada enquanto falava, mas o dono afastou o animal dele e de Shambley.
- Vamos esclarecer as coisas. Eu disse que podia emprestar-lhe o cão, não que podia matá-lo - ele afirmou, olhando severamente para Edward.
- Basta, Edward - Shambley ordenou. - sabe que não pode cortar o cão. Diga Isabella que quando foi menino teve um cão que teve uma ferida semelhante que se infectou e matou ao animal. Que este cão o faz lembrar dele e que não desejaria que o mesmo lhe acontecesse.
Suspirando, Edward deixou que sua espada deslizasse de volta a bainha.
- Bom - ele murmurou, notando que o dono do cão relaxava, embora estivesse olhando-o cautelosamente.
- Por que essas caras, cavalheiros? Hoje é um grande dia, o estábulo finalmente foi terminado.
Edward voltou-se ao som dessa voz alegre para encontrar Isabella que havia retornado. Ela tinha colocado um vestido verde que ficava adorável, e trazia Negro arrastado atrás dela.
- Veja, Negrito. Eu disse que o novo estábulo era bonito. Vai estar bem quentinho e seco aqui.
Ela apertou seu rosto contra a cabeça do cavalo, acariciando-lhe o pescoço enquanto falava.
E Negro, Edward notou com irritação, estava atuando como um adolescente apaixonado. Então Edward se deu conta, com desgosto e remorso, que Isabella tinha minado a bravura de seu cavalo. Esse já não era o animal selvagem que mordia seus oponentes e pisoteava os guerreiros cansados com seus poderosos cascos. Esse animal somente serviria para desfiles de agora em diante. Ela o tinha domesticado.
- Venha comigo. Pode escolher sua própria baia - Ela disse ao animal. -Qual você gostaria?
Edward intercambiou olhadas com Shambley, pensando que o cavalo dificilmente ia entender o que ela estava dizendo, e provavelmente nem se importava onde dormiria.
Mas eles estavam errados. O animal caminhou lentamente entre as baias, olhando-as como se as inspecionasse, então se deteve diante de uma porta. Caminhou para dentro do compartimento aberto.
- Uma brilhante escolha, Negrito - Isabella disse ao cavalo com um sorriso, correndo pelo corredor até a baia onde ele estava. - Deve estar longe da porta. Vai ter menos frio no inverno e vai estar mais fresco no verão. E só vais ter um vizinho, que tem que ser pouco chato. E eu acredito que deve ser Marigold.
Edward sacudiu a cabeça com desespero enquanto ela acomodava a seu cavalo na baia, então esperou impacientemente até que ela saiu e fechou a baia antes de chamá-la.
- Esposa.
- Sim, milorde? - Sorrindo, ela se voltou apressadamente para eles, seu olhar curioso recaindo no cão que Jensen estava empurrando para frente. - OH, um cachorrinho.
Edward fez uma careta quando ela se curvou para acariciar o cão.
- Ele não é um cachorrinho, esposa. Ele pesa tanto quanto você.
- Possivelmente, mas é um cachorrinho - ela assegurou, observando o arranhão com um cenho franzido. - olhe para seus pés. Não cresceram ainda. Não pode ter mais que um ano.
- Ela tem razão, milorde. Ele vai fazer um ano este mês. Ele ainda tem mais para crescer - Jensen anunciou, causando um franzir de testa na cara de Edward que o fez adicionar rapidamente - Mas está bem treinado para alguém tão jovem.
- Hmmm - Edward murmurou, então anunciou - Ele está ferido.
- O que?
Para sua satisfação, Isabella mostrou preocupação imediatamente, franziu o sobrecenho enquanto examinava o cão rapidamente.
- Onde?
- Oh! Na orelha - Edward lhe disse. Então, enquanto começava a revisá-lo, Edward continuou. - É uma ferida pequena, mas pode ulcerar e... - Fazendo uma pausa quando ela parecia não ver a ferida em questão, Edward se curvou para destacá-la. - Aqui.
- Mas mal é um arranhão e está quase curado - Isabella disse com uma gargalhada.
- Preocupou-me por um momento, milorde. - seu olhar foi para Jensen. - Ele ficará bem. Não há necessidade de preocupar-se.
Edward franziu o cenho com esse anúncio e voltou-se para Shambley. Seu amigo deu-lhe um olhar significativo. Recordando a história que Shambley havia sugerido, Edward suspirou.
- Eu tive um cão quando era menino com uma ferida muito parecida que se infectou - ele disse, então decidiu adicionar alguns detalhes próprios. - Sua orelha apodreceu e caiu.
Os olhos de Isabella se arregalaram.
- Ela apodreceu e...
- E caiu. - Edward disse muito satisfeito. - Ele ficou surdo e muito triste. - Aric soltou um suspiro dolorido, contente em ver que estava afetando sua esposa. - Tivemos que sacrificá-lo. Quando seu rosto empalideceu com essa notícia, ele adicionou rapidamente - Foi muito rápido. Cortamos-lhe a cabeça.
- Mataram um cão porque era surdo? - Isabella gritou. De repente ele se deu conta que tinha cometido um engano.
- Bem... não. Não porque era surdo - Edward assegurou rapidamente. Foi porque a infecção se estendia e ele estava morrendo lenta e dolorosamente, então nós... Bem, cortamos-lhe a cabeça. - Edward se moveu incômodo sob seu olhar fixo e sobressaltado, então fez uma careta. - De qualquer modo, eu gostava muito desse cão, e este cão me faz lembrar dele, e não desejaria que a mesma coisa acontecesse com ele. Consideraria muita generosidade de sua parte se pudesse mantê-lo perto de você para que nada de mal lhe acontecesse.
- Oh. - Finalmente fechando a boca, Isabella observou o cão, em seguida balançou a cabeça lentamente. - Bem, é obvio, milorde. Vou cuidar dele por você.
- Mantendo-o perto de você - Edward insistiu.
- Se é o que você quer.
- Bem... – ele assentiu, olhou em volta, e suspirou - Bem, então, devo mandar alguns homens para ajudá-la a mudar as coisas do estábulo velho.
Isabella o observou ir-se, então balançou a cabeça e olhou para Shambley.
- Cortou-lhe a cabeça? - ela disse em voz baixa.
- Embora, ele amasse muito o cão - Shambley lhe assegurou. - Foi muito triste para ele.
Ela parecia cética.
- Bem... - Seu olhar foi para Jensen, que parecia muito divertido. - Qual é seu nome?
- O meu, milady? - O homem perguntou surpreso e Isabella fez uma careta.
- Não. O nome do cão. Qual é?
- Oh. - ele encolheu os ombros. - Eu só o chamo cachorrinho.
- Cachorrinho - Isabella murmurou secamente. - Eu deveria ter sabido.
Shambley a olhou curioso.
- Deveria ter sabido?
- Bem, sim. certamente. Depois de tudo, Tomkins chama seu touro de touro, e muito frequentemente meu marido me chama de esposa. De que outro modo Jensen ia chamar seu cachorrinho? - balançando a cabeça, Isabella tomou a corda que o homem tinha colocado ao redor do pescoço do animal e começou a levar o cão. - É um problema de falta de imaginação. Os nomes parecem estar além destas pessoas, não lhe parece, cachorrinho? Venha comigo. Devo dar-lhe um banho e limpar sua orelha só para estar segura de que não vai cair. E uma vez que esteja limpo talvez deveríamos escolher um nome adequado como Rufus ou Campeão. A menos que seja fêmea. É fêmea? - ela lhe perguntou enquanto ele alegremente caminhava ao lado dela.
Quando o cão simplesmente a olhou, parecendo sorrir com a língua fora da boca, ela suspirou.
- Bem, suponho que vou descobrir isso quando banhá-lo. Parece que me adiantei muito em colocar um vestido. As calças definitivamente seriam mais apropriadas para banhar alguém como você.
