Oi, oi, mais uma vez! *-*
Fiquei muito feliz com o retorno de vocês com o último capítulo! Obrigada de todo o coração por isso! *-* Como vi que funcionou melhor responder vocês por capítulo postado, irei repetir isso de agora em diante, tudo bem? :3
E uma boa leitura para todos!
– Será necessário um homem de cento e dois anos erguer peso para colocar as caixas no lugar?
Helga olhou para Draco e parou de empurrar o carrinho de malas. Seu desejo interno era jogar tudo no chão e ir embora.
Com a intenção de vasculhar sua própria vida, Malfoy fez com que a jornalista esvaziasse o sótão caixa por caixa atrás de álbuns de família ou possíveis objetos que tivessem ligação com seu passado. A moça estava fascinada, quase removendo a pazadas as quinquilharias acumuladas, mas é claro que seu "conhecido" – o velho se recusava a chamá-la de qualquer coisa que indicasse intimidade – estava tornando tudo mais difícil.
– Não tenho culpa que essa porcaria não anda direito! – ela chutou as rodinhas tortas, mas era impossível elas ficarem ainda piores desde o incidente do terceiro ano de Scorpius. O garoto havia derrubado toda sua bagagem nos trilhos, atrasando a viagem em quase uma hora com o sumiço de seu gato. O felino, por sua vez, conseguiu se esconder entre as ferragens de ligação da locomotiva com o vagão principal.
– Eu tive muito problema com uma dessas no meu primeiro emprego.
– Ah é? Carregador de bagagens? – desdenhou ao pensar estar sendo abordada por mais uma brincadeira.
– Não. – riu amargo, degustando seu Earl Grey. – Garoto de entregas.
..
O carinho prendeu a roda mais uma vez na curva do corredor, obrigando Draco a parar e se abaixar na altura da base para tirar de forma manual a porcaria daquele encaixe mal feito e continuar enfim seu serviço. Draco odiava aquele carrinho.
– Garota de recados. – ele provocou Pansy ao se aproximar do escritório onde ela trabalhava.
– Garoto de entregas. – devolveu, entregando dois pergaminhos lacrados. – Esse é para o Departamento de Defesa de Criaturas Mágicas e este é para o setor de Aurores. – Draco revirou os olhos. Torceu intimamente não precisar esbarrar em Potter novamente. Aquele emprego de garoto de entregas era humilhante para um Malfoy e ver o testa rachada em um posto superior a seu em tantos níveis diferentes era um constante lembrete de que agora ele era um nada. Talvez até menos que isso. – E Astoria está aí.
Draco gemeu em desgosto, encolhendo os ombros. Parkinson mantinha as sobrancelhas curvadas em sinal de pena. Sabia como seu amigo tentava evitar a caçula Greengrass, mas a moça parecia empenhada em se fazer presente. Para desespero do loiro, seus pais apoiavam as atitudes dela com louvor.
Com o final da guerra os Malfoy tiveram todo seu ouro em Gringotes confiscado pelo Ministério e a antiga mansão da família demolida, ação que fez Narcisa chorar por dois dias inteiros. Foram perdoados apenas no papel, pois na prática a família era encarada como escória, pior do que abortos em família de sangue puro, pior do que nascidos trouxas seriam encarados nos tempo de Voldemort.
Uma semana em Azkaban, apenas para registro formal da condenação de Draco, seu débito contra o mundo bruxo. Ele sabia muito bem que era uma forma de tentar agradar o queridinho do momento, o salvador da pátria, mesmo Harry Potter não tendo dado nenhuma confirmação de querer algo do tipo ou se não queria. A instabilidade nas certezas de Potter faziam Draco sentir ímpetos de socá-lo toda vez que via sua foto no jornal, ouvia a menção de todas as suas honras em tempos de guerra ou o via cruzar o corredor.
Foi dessa forma que os Greengrass entraram na vida dos Malfoy: sem rumo e sem um nuque furado para um recomeço, eles cederam um quarto em sua mansão de piso de mármore. Gentileza ou piedade, ninguém sabia dizer, mas Draco foi o primeiro a negar essa oferta – entre sua pequena família, logicamente. Viver de favor, sob as custas de uma família que fez a caridade de ceder um mísero quarto para quem já foi influente o suficiente apenas em citar a primeira letra de seu nome? Não, muito obrigado, eles dariam um jeito.
Mas não. Dois dias depois lá estavam Narcissa e Lucius levando o nada que lhe restaram para o novo lar. Draco chegou na semana seguinte, muito debilitado e perturbado pela estadia nada agradável em Azkaban para protestar, mas visivelmente incomodado com todos aqueles olhares sobre si.
"Pobrezinho..." ouviu Astoria murmurar apiedada e sua vontade foi de mandá-la calar a maldita boca.
Dois anos depois lá estava ela querendo se fazer presente cada vez mais e, para desespero do herdeiro Malfoy, conseguindo com relativo sucesso.
– Bom dia, Draco... – ela se levantou da cadeira de couro que o supervisor do Departamento de Comunicação certamente havia lhe oferecido. Meneou a cabeça em um cumprimento mudo e emendou:
– Aconteceu alguma coisa?
– Oh não, eu só vim trazer seu almoço. – ela ergueu um embrulho em pano de prato meio transparente pelo gasto e lavagens excessivas. Narcissa achava que lavando seus utensílios domésticos com frequência eles pareceriam novos. Ninguém dizia o contrário. – Sua mãe achou que pudesse estar com fome.
– Não era necessário... – ruborizou irritado.
– Bem... Eu só vim mesmo para isso. – ela colocou uma mecha atrás de sua orelha tentando conter o nervosismo. – Até mais tarde.
E saiu apressada, seu rosto intensamente corado. O robusto homem encarava Draco com um sorriso divertido ocultado pelo grosso bigode branco, olhos apertados, um risinho escapando. Draco sorriu torto para ele e pedindo licença saiu, amaldiçoando Astoria e seu jeito excessivamente hesitante e sua vergonha que beirando a infantilidade. Não importava quanto seus pais insistissem, ele jamais se casaria com ela, nem sob ameaça de mais uma vida inteira em Azkaban.
Para sua sorte, Harry não estava na sessão de aurores àquele horário. Informaram com muito gosto que ele estaria almoçando com os Weasley e Draco cortou a fofoca entregando logo o pergaminho. O elevador no fim do corredor estava prestes a se fechar e ele detestou ter de correr para alcançar a cabine que quase fechou no meio do carrinho. Iria resmungar para a pessoa que segurou a porta para ele, sua forma pessoal de dizer algo mais próximo de um "obrigado", mas desistiu ao ver Ginevra Weasley no canto do cubículo. Se limitou a um acenar de cabeça cordial que foi respondido da mesma forma insossa. Encarou a porta dourada com muito afinco, bisbilhotando hora ou outra os olhos castanhos da ruiva analisando o piso.
– Então trabalha no Ministério. – comentou ela como por acaso. Aquilo era o que? Uma tentativa de conversa? Duvidava que Potter e seu irmão Weasley não tivessem zombado de sua condição durante algum jantar. De qualquer forma não foi capaz de responder, arqueando as sobrancelhas. – Tem gostado?
– Não é como ser reserva do Harpias, mas a gente se costuma. – ela abriu um sorriso. – Parabéns.
– Como você disse sou apenas reserva, não é lá grande coisa. – ele expirou um riso. Não era grande coisa? Imaginava então seu trabalho de entregas documentos e e recados...
A porta se abriu e Draco esperou que Ginevra descesse para dispensar seu carrinho pelos corredores, mas ela pareceu incerta do que ia fazer sem perceber que com isso quase causou um acidente onde ela seria vítima de um atropelamento nada convencional. Recuou e apertou o botão para as portas se fecharem novamente e Draco pode notar suas mãos tremendo. Pansy, que acabava de sair de seu escritório viu a cena e olhou confusa para Draco antes de perder os dois de vista, coisa que a ruiva não pareceu notar.
Malfoy corrigiu a postura e ficou estático em seu lugar, o carrinho inadequado fazendo papel de uma armadura pessoal. A caçula Weasley parecia incomodada, como se fosse uma panela de pressão prestes a explodir, um caldeirão de sopa fervente. A cabine subia e descia alguns andares sem parar em realmente nenhum e Draco pensou em como fazer para conseguir sair dali antes do seu horário de almoço acabar.
– Weasley, - ele a chamou em tom baixo. – eu preciso descer. – ela saltou pega no susto – Há pelo menos cinco andares atrás eu já precisava.
– Sinto muito. – largou a alavanca, deixando a cabine percorrer seu curso normalmente.
Ele tamborilou seus longos dedos pálidos sobre o suporte que segurava, sentindo seu interior se revirar com a estranha necessidade de falar alguma coisa, perguntar do tempo, comentar política, qualquer coisa sem sentido do tipo que a maioria das pessoas gostava de fazer. Chegava a ser loucura conversar por livre e espontânea vontade com um Weasley. Inaceitável, fora de cogitação. E ele o fez.
– Ainda gosta de dragões? – Ginny ergueu seus olhos castanhos para Draco e eles entregavam o tamanho de sua incredulidade. Seus lábios entreabertos de surpresa curvaram-se em um sorriso e ele jurou ter visto os olhos marejarem quando ela concordou.
A porta abriu mais uma vez e ela saiu apressada antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa. Ainda dentro da cabine cromada Malfoy a observou se afastando e a imagem de seus cabelos de fogo se afastando o deixou mais perturbado do que ele queria acreditar e aceitar.
..
Draco bufou ao conferir em seu relógio de bolso o atraso de quinze minutos de Pansy. Estava de olho em uma mesa colocada discretamente em um canto do salão desde que chegou há mais de quarenta e sete minutos; ela era perfeita, afastada e meio oculta por uma coluna branca. Algumas pessoas perceberam que ele estava rondando a mesma como um abutre em torno de carne apodrecida e ficaria extremamente irritado se alguém chegasse nela antes dele. Podia ouvir o eco da voz de sua mãe em sua mente, aconselhando-o a se enturmar, se aproximar de pessoas influentes e mostrar de sua inteligência e capacidade para um cargo melhor, mas ele estava cansado demais em sua vida banal para se importar em ser bom em alguma coisa. "Malfoy" havia se tornado só mais um nome, como qualquer outro e Draco um qualquer.
– Pensativo? – Pansy surgiu de repente.
– Está atrasada. – bufou lhe dando o braço como apoio.
– Desculpe, é que eu ainda não me adaptei a viver como uma trouxa simplória. – disse displicente enquanto arrebitava o nariz. Às vezes ele se esquecia que depois da guerra, além de passar um mês em Azkaban devido ter denunciado Potter no meio da guerra, Pansy teve sua varinha confiscada e sem condição de negociação para retorno, a mesma queimada na frente de seus olhos. Quem lhe deixou ciente do ocorrido foi Lucius, mesmo porque na primeira semana fora da prisão a bruxa só conseguia chorar se Draco tocasse no assunto.
– Você está encantadora.
– E você deslumbrante como sempre, meu caro Draco.
Sentaram-se na mesa tão almejada e observaram as pessoas ao redor. Todos muito bem vestidos e penteados para celebrar o aniversário de dois anos da vitória do bem contra o mal, dos justos contra os opressores, de Harry Potter contra Voldemort e qualquer ladainha do tipo. A estrela da noite trajava suas vestes de auror e sorria abertamente, cumprimentando todos os que estavam chegando emocionados, agradecendo por suas vidas. Não muito depois os Weasleys chegaram agora em número maior: Senhor e Senhora Weasley em seus trajes espalhafatosos e coloridos, seguidos do gêmeo vivo que vinha acompanhado de uma moça de pele negra a qual Draco talvez tivesse visto no grupo de Quadribol na época de Hogwarts. Percy (a quem ele infelizmente conhecia muito bem) estava com uma moça tão sem sal quanto ele, Ronald com a sempre chata Hermione Granger, o mais velho deles com a meia-veela visivelmente grávida e por fim Ginevra.
Ele preferiu encarar Potter por algum motivo, mas sua larga risada o fez bocejar, logo o obrigando a se acomodar melhor quando seu chefe rechonchudo de bigode cheio se aproximou.
– Draco Malfoy! – ele exclamou animado, algumas pessoas ao redor observando a cena. – Como vai meu garoto?
– Bem e o senhor? – foi polido. Quem via sequer imaginava que eles haviam se visto o dia todo.
– Sempre bem, rapaz! – deu-lhe uma piscadela. – E a senhorita Greengrass, não a trouxe com você?
– Ele preferiu uma companhia diferente hoje. – sorriu Pansy, tentando disfarçar a carranca que tomou o rosto pálido do Malfoy.
– Oh, mas Rick ficará muito chateado quando vir que não teve tempo de chamá-la antes... – foi a vez de Draco observar ela fechar o semblante.
– Estou perdendo alguma coisa?
– Richard Madison, do Departamento de Defesa de Criaturas Mágicas, está tentando levar a senhorita Parkinson para sair há pelo menos três meses, mas ela é irredutível...
Draco sabia bem quem era Madison: beirando aos trinta e cinco anos de idade, ele tinha cabelos em um tom de loiro cinzento e olhos estreitos, azuis e opacos, tão frios quanto seu humor. Não era pessoa dada a palavras como "por favor" ou "obrigado" e a única forma de expressão que conhecia era a de mandar. Sua arrogância já havia cercado Draco em todas as cinco vezes que se cruzaram e não era com saudosismo que se lembrava dos comentários do homem.
"Malfoy? Eles ainda existem?" perguntou expondo seus dentes ao puxar o crachá de Draco. O rapaz não soube como reagir e mordeu o lábio com força o suficiente para ganhar uma ferida no lugar.
– Sou uma moça reservada senhor Auburn... – O velho riu.
– Pode me chamar de Paul apenas... – as luzes de repente se apagaram e um único holofote evidenciava o auror no palco. – Potter está sendo rápido... – riu baixo.
– Potter? – e lá estava ele... Quem mais seria? O queridinho do momento, sua cicatriz conseguindo ser mais chamativa que o cabelo despenteado.
– Boa noite. – todos responderam extasiados quando Harry começou a falar. – É muito bom poder estar aqui hoje com todos vocês. Saber que tudo passou e que estamos recuperando tudo o que a guerra foi capaz de nos tirar é a grande e verdadeira vitória.
– Não foi a guerra que tirou minha varinha. – murmurou Pansy, sua mágoa ocultada pelos aplausos.
– Muito ainda precisa ser feito, mas acredito que precisamos dar um passo de cada vez para conquistarmos o que queremos e o próximo passo pode ser decisivo em nossas vidas. – ele parou e suspirou, rindo se seu próprio nervosismo, seus tolos seguidores acompanhando sua hesitação. – E é sobre esse próximo passo que eu quero falar hoje... – tirou uma caixinha de veludo de seu bolso e de repente a respiração de todos suspendeu, inclusive a de Draco. – Ginny, você quer...
– Mon Dieu! – gritou Fleur, o marido logo corando como todos os Weasleys ao redor. Bill ergueu o rosto para os parentes e conseguiu dizer com os lábios trêmulos.
– A criança... Vai nascer! – gritos de comemoração tomaram conta do salão e logo todos, até o pessoal de alta patente estava dando salvas de parabenização.
– Isso virou um circo... – Pansy recostou-se em sua cadeira, completamente inconformado, porém Draco só conseguia ver a comoção de cabeças-vermelhas se afastando e, por algum motivo, Ginevra não estava entre eles. Ele franziu o cenho e olhou ao redor discretamente, mas o resto da família Weasley já tinha se afastado deixando um bobo Potter no palco, rindo sem jeito. – Eu também notei.
– Escandalosos, não é? – disfarçou, pegando uma taça de água. Os olhos castanhos de Parkinson o olharam com incredulidade, ela dando um sorriso de indignação.
– Sabe o que o testa-rachada disse sobre um próximo passo ser decisivo em nossas vidas? – ele a encarou sério. – Tome cuidado, Draco.
– Não sei do que está falando. – murmurou, tomando um grande gole. – Não tem um whisky de fogo nessa porcaria de festa?
Mas ela já havia se levantado e ido em direção ao Buffet, os olhos de Madison a seguindo sem nenhum pudor. Draco até teria tentado intervir de alguma forma, talvez acompanhando Pansy até a mesa, mas suas palavras ditas anteriormente, tão convictas e cheias de razão o acertaram de maneira que ele não esperava. Que bobagem: Pansy realmente achava que ele tinha se preocupado com Ginevra? Tolice! Só achou estranho ela ter fugido da festa, se é que tinha fugido. Não era como se ele fosse se importar com o pedido de casamento frustrado de Harry Potter.
Por alguma razão, Draco estava aliviado por ele não ter tido tempo o bastante.
..
Helga acabava de cobrir Draco com uma manta. Ele havia contado um pouco de sua história com os olhos pesados, fazendo pausas mais longas que o normal, cochilando entre um assunto ou outro e retornando a alguns pontos antes ditos. Ela sorriu com seu esforço e não lhe cobrou mais nenhum outro detalhe, deixando com que dormisse o quanto quisesse. Ato de solidariedade ou desculpa para mexer em suas coisas a moça não sabia dizer, mas estava sustentando um sorriso desde que se sentou aos pés de Draco com uma caneca cheia daquele chá sem gosto que ele tanto apreciava.
Começou a tirar as molduras empoeiradas e de vidro quebrado das caixas de papelão, espiando sem muito interesse uma ou outra. Não sabia se estavam organizadas por algum data cronológica ou alfabética, os objetos parecendo abandonados há muito tempo. Pegou um álbum desfalcado de muitas imagens e passagens de sua história, uma única foto rasurada de Draco e Astoria entre as páginas amareladas; ela parecendo esplendorosa em seu vestido de renda branca, o véu adornando seus cabelos castanhos e o rosto pequeno de feição gentil. Já Malfoy era de tirar o fôlego mesmo com seu semblante amargurado por aquele casamento, que a essas alturas ela já sabia ser de fachada. A marca trincada dividia a foto em dois, os separando de forma dramática demais para ser apenas uma coincidência.
Ele resmungou e se ajeitou na poltrona e Helga colocou a foto de volta no álbum, achando outra imagem entre elas, mas essa congelada, o colorido desbotado em uma foto trouxa! E, o mais surpreendente não era isso: um Draco de topete, calças e jaqueta de couro estava eternizado nela!
A jornalista mordeu os lábios, forçando-se a não rir, mas era hilário e estranhamente sedutor ao mesmo tempo. Era uma espécie de fantasia? Não era muito comum aquele tipo de roupa entre os bruxos... Se levasse a foto para Ludmila tinha certeza que ela descobriria em instantes a referência.
Só parou de sorrir quando ao vasculhar a antiga agenda de Draco, sem nenhum interesse ou procura específica, um pequeno papel de bordas irregulares caiu. Era coincidência, ironia ou o destino brincando mais uma vez consigo, mas lá estava mais um pedaço do passado de Malfoy, algo que ela não poderia mais negar ter acontecido.
"Você ainda me emprestaria seus livros?
Ginny"
Estou muito curiosa para saber o que vocês vão achar desse começo de passado do Draco! *-* Eu sei que é bem diferente do que se espera para um bruxo de sangue puro como ele, mas devido às circunstâncias da guerra tudo pode acontecer... Me deixe saber o que vocês acham! *O*
Agora vamos às respostas *-* :
Anaisa: É sempre bom ver seu nome nos comentários! Obrigada por estar acompanhando a fic! *abraça* Quanto a Silfo, ai gente, tem taaaaaaaaaaanta coisa ainda para acontecer... Eu fico muito feliz que ele tenha um retorno tão bacana dos leitores, mas temos muitos segredos ainda para revelar... Caso queira algum spoiler me mande uma PM e eu te falo 8D -qq Beijão!
Liana Mccartney: VOCÊ VEIO MESMO, AI MEU DEUS, SOCORRO, VAMOS TE ABRAÇAR E GIRAR NO AR PORQUE É SEMPRE UMA ALEGRIA IMEEEEEENSA TER LEITORES DIVOS! *OOOOOOOOOO* Obrigada, mil vezes obrigada por ter dado uma oportunidade para a fic! Espero de todo o coração não decepcionar! Já sabe: se um dia eu chegar a te perder como leitora ME AVISA que eu vou te buscar, kkkkkkk :v Mil beijos e obrigada mais uma vez!
Jennifer Malfoy Weasley: Por gentileza, pegue a programação da missa de sétimo dia PORQUE EU ESTOU MORTA COM SUA REVIEW! *capota* Eu nem sei por onde começar, então vamos pelo clichê OBRIGADAAAA ;-; E VEM, SENTA AQUI DO MEU LADO JUNTO COM MINHAS OUTRAS LEITORAS LINDAS E VAMOS TOMAR UM CHÁ! *OOOOOOOOO* Fico muito feliz que tenha gostado do núcleo original e que o núcleo de Harry Potter esteja dentro das expectativas! É difícil conciliar passado e presente (ainda mais um futurista, com tantas interferências no mundo bruxo) e se a trama está agradando eu fico muito feliz! Não é segredo para ninguém que sim, Thomas e Helga podem se acertar, mas depende muito do ainda persistente preconceito com pobres/nascidos trouxas ou, ainda no caso de Helga, sem pureza bruxa definida. Mais para frente isso será explicado melhor. A morte de Scorpius será explicada, mas também será escrita como memória de Draco, então espero que goste quando for a hora de postar essa parte! s2 Novamente, muito obrigada por me agraciar com sua review e por ter dado uma chance para "Segredos"! Mil beijos e até a próxima!
E é isso gente bonita! Espero que gostem do capítulo de hoje! Qualquer dúvida estou à disposição!
