Chapter 13 - Chefe Swan, Renée.
.
Lá estava Dona Renée e o famoso Chefe Swan. O que eu poderia notar nos dois, era o visível crescimento de fios grisalhos nas raízes do cabelo e a barriguinha avantajada de Charlie, assim como Renée parecia ter desistido da dieta. Papai ficou velho e mamãe engordou. Previsível. Ainda mais com a separação dos dois.
Já era de se imaginar que Charlie se fecharia no casulo-Forks e que mamãe engordaria. Bom, dizem casamentos engordam não é?
Pelo menos ela ainda pintava os cabelos.
Quase podia ver a mesma cena belos anos atrás, quando eu finalmente dei tchau a vida fácil e simples, desisti de Forks, cansei de uma cidade pequena e abri os olhos para a grande New York. Quero dizer, tudo isso tinha tanto brilho pra mim.
Do mesmo jeito que estavam agora, Charlie e Renée estavam de braços dados, nada muito separados, mas também não muito juntos. Afinal, Renée já estava casada com Phill.
O que mudava desde minha ultima lembrança, era o cenário. Da outra vez, estávamos no aeroporto e eu dizia "Tchau". Bom, agora a situação era diferente.
Eu os encarei em choque por alguns segundos antes de acordar pra realidade com o grito da minha mãe que em dois segundos, estava me agarrando com tanta força que eu podia sentir meu sangue parar de circular pelo corpo.
- Bella! – Mamãe gritou no meu ouvido, apertando os braços na minha cintura. – Ah minha filha, faz tanto tempo!
Eu a abracei de volta, suspirando do jeito que podia e sentindo seu cheiro que eu tinha deixado gravado na minha memória.
Não tinha pensado no conforto que sentiria ao abraçar minha mãe de novo, e essa sensação boa me pegou de guarda baixa.
- É bom te ver de novo, mãe. Senti sua falta.
- Ah, senti sua falta também, meu bebê. – Mamãe sorriu, se afastando de mim e demorando um beijo apertado na minha bochecha. Até doeu.
Mães, sempre exageradas.
Renée olhou Charlie parado ao seu lado e o puxou pela mão.
- Diga a ela, Charlie. Não estávamos morrendo de saudades?
Charlie pigarreou, olhando pra mim e abrindo melhor sorriso diante do exagero de mamãe. Abriu os braços e esperou que eu o abraçasse, me escondendo debaixo de suas mangas grossas da jaqueta escura.
- Você sumiu, pequena. – Charlie falou, com aquela voz grossa e típica do Chefe Swan. – Sentimos sua falta.
- Eu disse! – Renée sorriu. – Ah, ainda bem que sua amiga nos ligou. – E encarou Alice, dando o braço para ela.
- Senti falta de vocês dois. – Eu me afastei, piscando e respirando fundo pra não chorar. Demorei um beijo estalado na bochecha de Charlie ele sorriu de um jeito tímido.
Eu não ia chorar. Mas era uma baita emoção rever meus pais.
Edward veio na nossa direção e quando viu Renée ao lado de Alice e Charlie ao meu lado, virou as costas e tentou sair do melhor jeito imperceptível.
Mas Alice segurou seu braço.
- Edward, olha só quem veio! – Ela sorriu. – Os pais de Bella.
Edward virou com uma cara estranha e pela primeira vez, eu percebi que ele estava... Meio... Tímido. O que não parecia realmente verdade pra mim, já que... Bom, Edward era sempre tão cara-de-pau, num bom sentido, claro.
- Olá. – Edward sorriu e eu segurei sua mão, sorrindo pra ele.
Eu poderia ficar horas e horas descrevendo o quão fofo Edward era quando ficava tímido, mas essa descrição na minha mente ocuparia tempo demais e meus pais ainda esperavam as apresentações.
- Mãe, pai... Esse é Edward, m...
- MEU DEUS! – Renée cortou minha fala, encarando Edward de baixo para cima. – Não é aquele cara do filme "Noites de Verão"? Você é ainda mais bonito ao vivo! – Renée ainda encarou Edward por mais alguns segundos, em choque. Então me olhou com um olhar surpreso. Era agora que vinha a merda, eu tinha certeza. – Ele é seu noivo?
Charlie engasgou com o ar, soltando uma tosse seca e alta.
Eu sabia que Dona Renée não perderia a chance de soltar uma pérola.
- Meu namorado. – Terminei a frase, mas Charlie não parou de tossir.
- Namorado? – Charlie me encarou com uma sobrancelha erguida, e eu fingi que não ouvi.
- Renée e Chefe Swan. – Alice apontou, sorrindo para Edward.
- Chefe Swan? – Edward repetiu com um sorriso tenso.
- É, Chefe. Sou da polícia. – Charlie falou como se fosse uma ameaça e se colocou a minha frente, encarando Edward por debaixo das sobrancelhas grossas e esticando a mão em frente a ele.
Alice quase engasgou de rir quando Edward cumprimentou Charlie e, disfarçadamente, afastou a gola da camisa do pescoço.
Renée entrou na frente de Charlie e abraçou Edward na maior cara de pau do mundo.
Era ridículo sentir ciúmes da minha mãe, eu sei. Mas... Poxa, se ela era casada e Edward era o genro dela, e ainda assim ela visivelmente tinha o achado lindo, imagina o que garotas solteiras, jovens e sem nenhuma conexão com Edward, pensariam dele.
Afastei esse pensamento balançando a cabeça e voltei a encarar meus pais.
- Onde está Phill? – Perguntei, varrendo o local com os olhos a procura dele.
- Nem ele, nem Sue vieram. – Renée deu de ombros. – Mas mandaram parabéns e um beijo enorme para você.
- Nem quem? – Perguntei confusa. Na minha cabeça, eu já imaginei que Renée tivesse se separado de Phill, voltado para Charlie e arranjado uma mulher para o atual ex-marido, chamada Sue. Sue e Phill pareciam combinar, mesmo que eu não os conhecesse. Quero dizer, é claro que eu estava do lado de mamãe e papai voltarem. – Quem é Sue?
- A namorada do seu pai. – Renée deu de ombros.
Ah sim. Eu criando roteiros para novelas mexicanas e...
- Namorada? – Perguntei em choque, erguendo uma sobrancelha para Charlie e cruzando os braços em indignação.
- O quê? – Charlie me encarou confuso. – Sou muito velho pra ter namorada?
- Não pediram permissão para mim. – Ergui o queixo. – Quem é essa 'Sue' aí?
Renée começou a rir com Edward e Alice, mas eu ignorei os dois e esperei a resposta de Charlie.
- Também não me pediram permissão para namorar atores hollywoodianos. – Charlie rebateu e eu quase fiz um biquinho de birra.
Quase.
Edward, Charlie e eu não rimos, mas Renée e Alice pareciam estar num stand up comedy.
- Ah, eu adoro essa música! – Renée gritou, enquanto uma música dos anos oitenta começava a tocar alto. – Venha Charlie, vamos dançar.
Papai tentou titubear, mas mamãe não deixou a resistência ganhar e o puxou pra dança.
Edward's POV
Bella quis dançar. Mas viu Tanya na pista e quis comer algum petisco, mas na mesa de comidas, estava Jacob, e eu não quis comer.
Então nós fomos beber alguma coisa.
- Gostando? – Perguntei em seu ouvido, encostando o quadril no dela e mordiscando o lóbulo de sua orelha.
Bella suspirou e se aproximou ainda mais de mim, sempre provocando e conseguindo as reações mais previsíveis do meu corpo..
- Amando. – Concordou com um sorriso malicioso.
Depositei um beijo atrás de sua orelha e outro mais abaixo, começando uma trilha pela pele macia de seu pescoço.
Quando tocamos nas taças de Martini, eu pude ver uma sombra parar ao nosso lado.
- Devagar com essas bebidas, hã? – Charlie murmurou com as sobrancelhas juntas. – Não queremos nenhum acidente de carro.
Tava na cara que o sogro tava mandando na lata, uma metáfora legal.
Desgrudamos nossos corpos extremamente grudados e eu pigarreei alto, soltando a cintura de Bella e me afastando de seu pescoço. Se ele aparecesse dois minutos mais tarde, eu teria de interromper nosso encontro ao acaso no bar, pra resolver um problema no banheiro.
Por enquanto, era só canalizar os pensamentos.
- Oi pai. – Bella soltou um sorrisinho nervoso e virou um gole enorme de Martini.
Parecia obra do destino. Alice surgiu de algum canto com Renée, a mãe de Bella, minha sogra, muito simpática por sinal, e levou Bella para mais alguns abraços em amigos de faculdade que tinham acabado de chegar à festa.
Momento desconfortável ao lado do sogro. Charlie encarou meu copo de bebida e depois demorou os olhos em mim.
Puta, o cara tava analisando cada movimento meu, mesmo que eu estivesse extremamente parado, como um cara que pode levar o bote de uma cobra se mexer-se.
Eu me mexi, levando a taça até a boca e virando o líquido todo pela garganta. Afastei a gola da camisa da pele do pescoço e coloquei a taça de volta ao balcão.
Já tinha feito merda. Ele acabou de falar sobre a bebida, e eu virei a porra do líquido todo, além de não disfarçar o medo puxando a gola da camisa. Eu me mexi na hora do ataque.
Adeus, mundo cruel.
- Então, Edwin... – Charlie começou.
Na boa, o sogro tava começando a tirar um sarro com a minha cara.
- Edward. – Corrigi.
- Edward. – Charlie permitiu com os olhos estreitos parados em mim. – Filmes?
O modo como ele pronunciou "filmes" carregava milhares de perguntas. Era mais ou menos como: "Então você pretende sustentar minha filha fazendo filmes? Pretende fazer ela esperar meses e meses pra te ver novamente enquanto você faz... FILMES? É ISSO FDP? QUER DESTRUIR A VIDA DA MINHA FILHA?"
- Larguei a carreira de ator. – Murmurei, pigarreando e fungando de puro nervoso.
Eu não me sentia assim desde o último teste oral de geografia na quinta série.
- Largou? – Charlie quase arregalou os olhos. – Você vive do quê agora?
Pergunta mais longa, significava mais coisas: "Então você não pretende sustentar minha filha? Vai deixá-la na sarjeta, pedindo esmola e vivendo as custas de doações porque você não serve pra nada? É isso mesmo? É ISSO FDP? QUER DESTRUIR A VIDA DA MINHA FILHA?"
- Sou formado em Medicina. – Acrescentei imediatamente.
Chefes andam armados, mesmo estando em outra cidade? Sei lá. Ele tinha um "quê" sanguinário nos olhos.
- Medicina? – Charlie baixou a guarda e me encarou com uma careta confusa.
E lá fui eu, tirado de burro.
- Estou me especializando em Cardiologia. – Continuei, pedindo outro Martini.
- Hm. – Charlie murmurou. – Isso é legal.
E pediu uma cerveja. Cerveja!
- Você bebe? – Perguntei em choque e ele me olhou com uma cara de "Que idiota".
- Sou Chefe da polícia, não Padre.
Eu ri. Tudo bem, eu estava um pouco nervoso demais, mas iria superar.
De longe, eu avistei Bella indo até a mesa de petiscos. Encarou os salgados com uma carinha boba e enfiou um canapé na boca, o mastigando com gosto. Sorri ao vê-la.
- E então, Edward... – Charlie acertou, chamando minha atenção. – Quais são suas intenções com a minha filha?
- As melhores. – Respondi naturalmente, o encarando da melhor forma que eu podia.
Charlie suspirou.
- Esse tipo de pergunta é meio clichê. – Charlie riu. – Vocês se conheceram onde?
- Na viagem a Itália. – Murmurei, encarando Charlie e a movimentação na mesa de petiscos. Aquele era... O Jacó?
- O que você acha que despertou em Bella? Ela sempre foi tão distante de garotos. – Charlie bufou. – Pelo menos é o que eu acho...
- Eu acho que... – Comecei, confuso. Encarei Charlie e sorri, meio perdido na conversa. – Ela deve ter pensado algo como... – Eu nem sabia o que estava falando. Meus olhos iam e voltavam de Charlie para o Jacózinho em cima da minha mulher. Tudo bem, ele só estava conversando, mas isso não era legal pra mim. Na verdade, ele estava próximo demais. Afastou o cabelo de Bella do ombro e aquilo me irritou. – Aquele filho da puta! Vou foder com esse cara! Vai aprender a não mexer com mulher dos outros!
Fiquei de pé, preparado pra fazer justiça. Mas quando vi Charlie engasgar ao meu lado, percebi que tinha feito merda.
Espera, que quê eu tinha feito?
- Bella pensou o quê? – Charlie me encarou com os olhos saindo do rosto.
Não. Bella não pensou isso que eu falei. Eu pensei.
- Vai fo... – Ele nem conseguiu terminar a palavra e eu fiquei em choque. O cara entendeu tudo errado. Levou pro sentido sexual da palavra, enquanto eu usava numa simples força de expressão e tipo... Nem foi isso que ela pensou. Só Deus sabe o que ela pensou! – Meu Deus!
- Não, foi nada disso. – Eu me afastei um passo. – Um minuto, Senhor Chefe Swan.
Ignorando a merda que eu fiz lá atrás, e o possível tiro que eu levaria do sogro, eu fui até a mesa de petiscos.
- Pronto, meu amor? – Perguntei, abraçando a cintura de Bella e encostando o queixo em seu ombro.
Eu devia estar soltando lasers pelos olhos, mas isso é só um detalhe.
- Edward, você tem que experimentar esse canapé. Ele estava explicando sobre como eles fazem esse creme gostoso aqui em cima... – Bella pegou um e o colocou na minha boca. – É divino!
- É de camarão. – Jacob assinalou com um sorriso. – Aliás, Bella, sua festa está muito legal.
Mastiguei sem sentir o gosto e sem tirar os olhos do Jacó.
- Obrigada. – Bella sorriu. – Agradeça aos meus amigos e meu namorado.
Obrigado, Bella. Ego alimentado agora só pela cara do Jacó ali ao ouvir "meu namorado".
- Vamos beber alguma coisa? – Perguntei. – Charlie estava procurando por você.
- Vamos. – Bella sorriu, pegando mais um na bandeja. Eu soltei sua cintura e segurei sua mão, a puxando comigo. – Tchau, Jake.
- Tchau, Bella.
Parei de caminhar em choque e Bella veio a minha frente, confusa.
- Porque parou?
- Jake? – Perguntei. – O Jacó virou o quê? "Jake"? É apelidinho pra amigo que vai virar namorado é? "Jake"?
Jake. Eu mereço.
Bella suspirou, revirando os olhos.
- É só como todo mundo o chama.
- E você tem que chamá-lo assim também? – Perguntei em choque e Bella revirou os olhos de novo.
- Deixa de ser bobo, Edward.
- Ah, desculpa se eu sou bobo e o "Jake" não.
Eu sei que eu tava sendo ridículo e agindo como uma garota do primeiro ano do ensino médio, mas eu nem liguei. Saí pra qualquer lugar e deixei Bella ali.
Passei por Charlie e nem parei pra tentar resolver as coisas, só continuei andando e fingindo que não ouvia Bella chamar meu nome com aquela voz de tipo "Edward, para de ser bobo".
Nem sabia se podia fazer isso mesmo, mas eu entrei pela cozinha do restaurante e caminhei até uma despensa enorme e cheia de prateleiras lotadas de comida.
Parte do meu cérebro estava emocionado ver aquilo em tamanho real, que parecia ter saído do filho O Iluminado, mas eu ignorei aquilo e parei ali, respirando fundo.
Aqui a música era quase nula e a luz era ótima pra clarear meus pensamentos. Mesmo que eu não estivesse pensando em merda nenhuma.
- Edward! – Bella chamou e eu bufei. – Ai, Edward.
Silêncio.
- Isso é totalmente ridículo. – Bella bufou e eu me virei para encará-la.
- Vou chamar Tanya de "Tany", ou qualquer apelidinho fofo e vou conversar com ela sobre canapés. O que você acha? – Perguntei e Bella fechou a cara.
- É diferente. – Bella resmungou.
- Você fala que é diferente, mas é a mesma coisa. Você não gosta de Tanya e eu não gosto do Jacózinho. O que tem de diferente nisso?
- Bom, o diferente é que eu sei que nada vai acontecer com o "Jacózinho" e eu. – Bella resmungou, nervosa.
- E eu sei que nada vai acontecer entre Tanya e eu. – Reclamei. – Jake. Hmpf, Jake.
- Edward, você não confia em mim! – Bella acusou e eu bufei.
- Essa é uma acusação muito grave. Eu confio em você, Isabella. – Rebati. – Se eu não confio em você, você também não confia em mim.
- Claro que confio. – Bella fez um "pff" com a boca, cruzando os braços.
- Confia tanto que espera que eu me atire em Tanya.
- E que eu vá correndo atrás de Jacob.
Silêncio.
Me sentei no chão e deixei os cotovelos apoiados nos joelhos enquanto minhas mãos seguravam a cabeça. Certo, eu estava nervoso agora.
O que uma porcaria de apelido fazia? Criava uma bola de neve e uma tensão ridícula entre nós dois. Trazia a tona um monte de coisas que eu nem pensava, tipo esse negócio de confiança.
Bella suspirou pesadamente, esfregando o rosto.
- Não é... – Bella começou, respirando fundo e fazendo uma pausa pra morder o lábio. – Não é que eu não confie em você, Edward. – Parou de encarar o nada pra me olhar. – Sou eu. Eu... Eu não sou nenhuma beldade, Edward. Eu não tenho mansões, pais ricos, não tenho histórico famoso, não faço as unhas toda a semana, odeio cortar o cabelo e tirar pontas duplas... Eu não sou esse tipo de pessoa. Eu não sei se eu sou boa... Boa o suficiente pra vo...
- Para com isso. – Interrompi, ficando de pé. – Bella, eu não pedi pra você pintar as unhas toda a semana, cortar o cabelo, ser famosa, ou qualquer coisa do tipo. Você acha que eu teria largado tudo aquilo pra transformar você nesse tipo de pessoa? Eu não quero fama, nem pais ricos, nem nada disso.
- Mas Edw... – Bella ia começar, mas eu interrompi de novo e continuei o que estava falando.
- Sabe o que eu quero? Eu quero que seu pai não me olhe como se eu fosse um sheik tarado tentando roubar a filha dele, eu quero ficar naquele apartamento em Manhattan e fazer panquecas pra minha namorada. E não me venha com essa história de boa o suficiente mais uma vez. – Eu nem esperei que ela tentasse falar e já continuei. – Você não é boa o suficiente, você é mais do que eu merecia.
Bella mordeu o lábio, olhando para as latas de ervilha a esquerda.
- Ai, Edward. Para com isso. – Bella murmurou com a voz trêmula e eu me aproximei dela.
- Isso o quê?
- Essas coisas que você disse. – Bella enxugou o rosto. – Eu estou sensível, TPM, sabe...
Eu ri, abraçando sua cintura.
- Isabella, a tolinha. – Murmurei e ela bateu no meu ombro, abrindo um sorriso bobo.
- Idiota.
Ficamos em silêncio por alguns segundos. Bella encarou o nada por algum tempo antes de parar os olhos nos meus.
- Vou te dizer uma coisa... – Ela começou, parecendo tímida em dizer aquilo em voz alta. – O maior sentimento que eu poderia ter por alguém, existe em mim por sua causa;
Eita menina complicada.
- Tudo bem. Eu também, Bella. – Murmurei a abraçando.
- Você também o quê, Edward? – Bella perguntou confusa, enterrando o rosto no meu peito.
- Também te amo.
Olá leitoras :D
Como vão, como vão?
Como expliquei na outra fic, não postei ontem porque estava assistindo Rock in Rio. Aliás, alguém assistiu Metallica? AMEI! Dormi tarde, mas amei. kkk
Cap postado. Reviews enviadas. Cap postado semana que vem. Eu venho domingo, é serio. kkk
Vejo vocês por aí,
XxX ;*
