Capítulo 14: Corpo e alma.


-...e eu disse que não podia, mas ele insistiu e eu resolvi dar a ele uma chance... - contei a Elizabeth sobre tudo o que ocorrera na noite passada. Lizzie ouvia atentamente e me encarava com os olhos opacos, sem expressão, assim como o resto de sua face.

-Huum... - ela resmungou, ainda inexpressiva.

Eu só a fitei com curiosidade, esperando que ela dissesse algo.

-Qual é o problema? - perguntei, ao constatar que ela não ia dizer nada. - Não foi você mesma que disse pra mim pra eu não sofrer com essa história com o James e tudo o mais?

Ela pareceu estar se sentindo um pouco culpada.

-Eu sei que disse isso - falou Elizabeth. - Mas é que...

-É que o que? - perguntei, impaciente.

Ela suspirou e desviou seu olhar do meu.

-É só que... Esse Jeff aí... Ele só está sobrando na história, Lils. - ela levantou o olhar e me encarou com aqueles olhos azuis tão profundos quando o mar. - Isso está errado e não vai levar você a lugar nenhum, pois não é o Jeff que você ama, e sim o James.

Quando aquelas palavras chegaram aos meus ouvidos foi como se um balde de água fria estivesse sendo derramado sobre mim.

No primeiro instante tudo o que pude fazer foi entrar em choque. E foi como se uma imensa carga elétrica tivesse sido disparada em meu cérebro. Contudo, no instante seguinte fiquei indignada.

-O que você está tentando dizer? - eu perguntei, num tom que eu esperava ser calmo, tentando conter minha indignação.

-Estou querendo dizer... Aliás, eu estou dizendo que é impossível tentar esquecer James ficando com outro. - respondeu Elizabeth, calmamente. - Mesmo por que... Você quer o James. Você ama o James. Você só pensa no James. Mesmo que você passe o tempo que quiser com o Jeff, a única pessoa a qual vai conseguir pensar é o James. - explicou ela, como se estivesse tentando ensinar uma criança completamente obtusa algo tão óbvio quanto dois mais dois é um. E nada fugia à regra. Não existia exceção.

E novamente aquelas palavras de James me vieram à cabeça:

Está bem. Vá se arrumar para ele, pois eu sei que enquanto estiver com ele o único em quem você vai pensar sou eu.

E elas me perseguiam.

Está bem. Vá se arrumar para ele, pois eu sei que enquanto estiver com ele o único em quem você vai pensar sou eu.

Elas me acusavam.

Está bem. Vá se arrumar para ele, pois eu sei que enquanto estiver com ele o único em quem você vai pensar sou eu.

-Eu vou lhe provar que isso não é verdade. - discordei, após sair do estado de choque.

Ela suspirou, deu de ombros e apenas me olhou com o olhar cheio de pena.

-Quando eu namorava o Jeff, realmente gostava dele. Pode até ser que eu tivesse gostado mais do James e tudo o mais. E James foi especial pra mim. Quero dizer, a minha primeira vez foi com ele e tudo o mais. Você não se esquece tão fácil da sua primeira vez não é? - eu tentei argumentar. - Mas o Jeff é bom comigo. O Jeff é a calmaria, enquanto o James é a tempestade. E tudo estava normal nesses últimos anos. Tive um período de estiagem, desde o James. Até que ele apareceu de novo. E agora, aparece o Jeff: Após a tempestade sempre vem a calmaria não é? E é isso que eu quero. Quero segurança. Quero paz, quero sossego. Jeff pode me oferecer isso e muito mais. Ele pode me oferecer muitas coisas, enquanto o James... Só me tira a segurança, me deixa insegura. Me tira o sossego, o sono, a paz. Só me traz problemas e confusões... E e daí se eu amo o James? O Jeff me ama. Ele pode me entregar não apenas seu corpo, como também sua alma.

Elizabeth ouviu tudo com uma cara de entediada, como se estivesse assistindo àqueles programas de domingo dos canais locais. Por um instante achei que ela não estava prestando atenção, estava me ignorando, mas quando a resposta veio, e sim, a resposta veio, foi pra arrasar com todas minhas convicções.

-E seria você capaz de entregar a Jeff sua alma? - ela perguntou. E foi como vivem dizendo. Eu falei, falei e falei mas foi como se minhas palavras tivessem sido insignificantes, enquanto Elizabeth foi curta, porém, objetiva. Com poucas palavras, ela disse muito.

E se levantou da cama.


-Olha, Lils, eu não estou tentando pressioná-la a nada. - eu disse à minha amiga cabeça dura e orgulhosa. - Mas... - o toque estridente do telefone cortou o ar, e eu suspirei. - Pense nisso.

Lily apenas ficou me olhando, incrédula.

-E ah... Atenda o telefone. Deve ser pra você.

Ela levantou-se vagarosamente e foi andando com os passos pequenos até o telefone. Da porta do quarto pude entreouvir a conversa:

-Jeff? Ah, sim tudo bem comigo. E com você? - dizia a voz de Lily. - Bem, pode ser. Não vou fazer nada hoje mesmo. - e de repente um grande silêncio. - Ah, bem. Você realmente sabe como me deixar sem graça. A gente se vê daqui uns quarenta minutos então. Até mais.

Eu observava Lily da porta do quarto enquanto ela voltava a este com uma expressão de triunfo:

-"Não deixei de pensar em você nem só um segundo". - ela disse, e se trancou no banheiro.

Suspirei, pensando na insensatez de minha amiga, que acreditava que estava sendo sensata. Minutos depois ouvi o barulho do chuveiro, e corri até o telefone. Tirei um papel amassado do bolso de minhas jeans e disquei.

-Sirius? Podemos adiantar o compromisso? As coisas estão mais complicadas do que pensei. Pode ser. Daqui mais ou menos uma hora e meia, você passa e nós vamos almoçar. Então tá. Combinado!


Não podia acreditar em toda aquela baboseira que ouvira de Elizabeth. DE ELIZABETH!

Elizabeth sempre fora uma pessoa sensata, mas o que dissera não passava de pura insensatez!

Saí do banho, coloquei um vestidinho amarelo decotado de alcinha que ia até os joelhos e passei perfume. Pronto. Agora só faltava, é claro, passar a chapinha! O essencial!

Dessa segunda vez, parecia que eu estava mais ansiosa para encontrá-lo do que da primeira. Mal sabia eu (ou insistia em negar) que era só por que queria provar a Elizabeth que ela estava enganada.

-Lizzie? - eu chamei, ao não encontrar sinal algum dela pelo apartamento.

Ela saiu apressada da cozinha e passou por mim a passos largos.

-Que bom que você saiu do banheiro! Eu prometi a minha mãe que estaria lá daqui a uma hora e não posso me atrasar! - ouvi a porta do banheiro se fechando. - Eu sabia que essa história de deixar a suíte pra você não ia dar certo!

Eu suspirei e fui até a porta do banheiro.

-Eu acho que já vou descendo, ok? - eu disse. - A gente se vê mais tarde.

-Ok, criança! - ela exclamou, e me parecia animada de mais para alguém que ia se econtrar com sua mãe. - Juízo, viu?!

Eu ri. Engraçado como as coisas pareciam estar normais após nossas discordâncias em nossa conversa de alguns minutos atrás.

-Você quer um pouco? Por que eu tenho pra dar e vender! - eu respondi, bem-humorada.

Ela riu gostosamente.

-Eu também tenho, Lils. Eu também.


-Boa tarde, Jeff. - disse entrando em seu carro e cumprimentando-o com um beijo de leve nos lábios.

-Boa tarde, Lil. - ele disse, me puxando para um beijo mais demorado e profundo.

Ele se afastou, deu partida no carro e nós fomos pra onde quer que ele estivesse me levando.

Paramos em frente a um barzinho animado, fomos até uma mesa, fizemos nossos pedidos e levamos um papinho animado.

-Então você está morando com os seus pais agora?

-Não. Estou morando num apartamento que é deles, mas sozinho. - ele respondeu. - Sempre me recusei a ajuda de meu pai de que eu trabalhasse com ele na redação da revista a qual ele é editor, contudo parece que finalmente terei de aceitar.

Ouvi querendo que ele terminasse logo, sentindo-me afobada. De repente, parecia que tudo o que menos queria era conversar.

-Huum, então posso fechar a conta? - ele perguntou, quando terminamos.

Eu assenti.

-Claro.

Senti uma estranha falta de ar, diferente daquelas que costumava sentir quanto estava com James. Sim, era totalmente diferente. Os motivos pelos quais James tirava meu fôlego eram diferentes. Agora estava sentindo uma falta de ar por estar com uma fobia. Fobia daquela farsa com a qual eu insistia em prosseguir.

-Vamos?

-Sim. - me levantei e segui-o até o lado de fora do estabelecimento. Entramos no carro e ele estava prestes a dar partida para me levar pra casa quando a falta de ar me sufocou.

Enlacei o seu pescoço e beijei-o com desespero. Embora ele tenha ficado surpreso no início, não se sentiu incomodado e começou a corresponder com ardor.

Eu me separei dele e olhei-o intensamente.

-Aonde vamos?

-Eu... Eu imaginei que iria te deixar em casa agora. - disse um pouco confuso.

Senti-me sufocada novamente e voltei a beijá-lo.

-Vamos... - eu sussurrei.

As palavras se entalaram em minha garganta e a voz de Elizabeth ecoou em meus ouvidos:

E seria você capaz de entregar a Jeff sua alma?

"Vamos para sua casa", foi o que pensei, contudo, não consegui dizer.

-É. Eu estou um pouco nauseada. Me leve para casa, por favor.


Entrei no conversível preto com os pensamentos em Lily, extremamente preocupada. Tinha de fazer algo antes que ela fizesse alguma besteira. O dono do carro me examinou dos pés à cabeça, com os olhos azuis estreitados e um sorrindo com o canto dos lábios. Eu comprimi os lábios sentindo um arrepio. Abri a porta e me sentei ao lado dele.

-Você está maravilhosa - disse ele com sua voz grave num tom baixinho, que fez com que minhas entranhas se revirassem.

-Obrigada, Sirius. - disse eu, com um esforço tremendo para não gaguejar.

Ele piscou marotamente para mim, deu partida no carro e acelerou.

-Pra onde gostaria de ir, milady? - perguntou, galante.

Eu suspirei. Muito bom, mas não o suficiente.

-Qualquer lugar desde que possamos discutir o que temos que discutir. E se você se esqueceu nós marcamos este encontro apenas e somente para discutir um assunto: Lily e James. E se você também se esqueceu nós apenas e somente nos conhecemos por causa disto. Ah sim, e outra coisa que você parece ter esquecido, você me ligou e marcou comigo ontem com o propósito de apenas e somente discutirmos sobre James e Lily, e não para perdermos tempo com banalidades como galanteios. - despejei as palavras sem a intenção de parecer rude, querendo apenas ir direto ao assunto.

-Não podemos conciliar os dois? - perguntou ele, com um sorriso maroto.

Eu ri.

-Quem sabe... - respondi, fingindo estar em dúvida. - Me desculpe, milord. Não quis ser rude.

-Imagine, Lady Portman. Mesmo que tentasse não conseguiria soar rude aos meus ouvidos. - disse Sirius, gentilmente. - Mas, bem, como você disse temos um problema.

Eu assenti com a cabeça.

-Um problemasso.

-Um problemasso. - ele repetiu. - Creio que consegui convencê-la ontem de que as intenções de James são as mais nobres possíveis, não é? - assenti com a cabeça novamente. E, NÃO, Sirius não precisou me persuadir daquele modo para me convencer, está bem? - E além do mais, nossa secretária (e babá também, creio eu) Charlotte insistiu que eu devo fazer algo para ajudar James. Ah, ele está inconsolável.

-Sim, você já me disse. - eu falei. - E eu concordo com você. James e Lily tem que se entender de uma vez por todas. Mesmo por que Lily começou com a maior besteira da vida dela.

-O que? - perguntou Sirius, intrigado.

Eu bufei.

-Ela reatou com um ex dela. E tenho de acrescentar uma coisa: o ex errado.

Sirius olhou-me, escandalizado.

-Coméquié?!

-É. - eu disse, aborrecida - Pra piorar as coisas ontem ligou um ex da faculdade dela e a chamou pra sair. Ela aceitou e saiu com ele de novo hoje. Mesmo eu tendo aquela conversinha com ela. Aquela mesma, de "você ama o James e ponto".

Foi a vez de Sirius bufar.

-Não acredito.

-Pois é. - eu disse.

-Isso sugere que tomemos medidas drásticas. - ele disse, como se aquela fosse a chave para todos os problemas mundiais.

Eu ri.

-Elementar, meu caro Sirius. - disse. - E quais medidas seriam estas?

Ele me olhou com um sorriso malicioso.

-Essa informação tem um preço. - respondeu Sirius, estacionando o carro em frente a um restaurante de luxo, que estava apinhado de clientes, e possuía um enorme letreiro com ideogramas japoneses pintados.

Eu sorri e revirei os olhos ao mesmo tempo. Sabia que deveria me sentir indignada, todavia, senti algo se aquecendo dentro de meu peito, e minhas maçãs do rosto queimarem.

-E qual preço seria este? - perguntei, ansiosa pela resposta.

Ele abriu seu sorriso malicioso de orelha a orelha e indicou com o dedo seus lábios.

Eu sorri.

-Um preço caro de mais a pagar, não?

-Sou obrigado a discordar. - Sirius respondeu.

Eu me aproximei lentamente dele, para manter um certo suspense, e percebi que seus olhos estavam fixos em meus lábios, como se tivessem em uma ânsia desesperada de capturá-los.

Quase rocei meu lábios nos dele, porém, mudei a direção no mesmo instante e dei-lhe um beijo na bochecha. Em seguida, dei-lhe outro beijo na outra bochecha.

Sirius pareceu desapontado, mas não perdeu a pose.

-E o terceiro?

Eu abri a porta do carro e pus os pês no chão de asfalto.

-Vem com um pouco mais de persuasão.

Ele sorriu.

-Está bem.

Entramos e Sirius virou-se para mim.

-Espero que goste de comida japonesa. - disse. - Aqui tem o melhor yakisoba da cidade.

Eu apenas sorri para ele e acompanhei-o até uma mesa diferente que parecia ter como forro um cobertor .

-É uma mesa de aquecimento elétrico. - explicou Sirius. - Além de ter o melhor yakisoba da cidade, posso dizer que adoro os Kotatsus daqui.

E entendi por Kotatsu aquela mesa que possuía aquecimento. Sentei-me e me senti extremamente e relaxada com as pernas aquecidas dentro daquela mesa. Mais do que isso, quanto senti a perna de Sirius roçando na minha, o meu corpo todo pareceu se aquecer, meu rosto principalmente, que estava em chamas. Fizemos nossos pedidos e em seguida olhei para Sirius, séria.

-É sério, Sirius. - eu disse. - Lils está em... Perigo.

-Perigo?! - exclamou ele, preocupado. - Por acaso esse ex dela é algum tipo de maníaco... ?

Eu ri.

-Sirius, seu bobo. - disse, rindo da imaginação fértil de meu acompanhante. - Eu só tenho medo que ela vá além, entende? Eu quis dizer coisas para mexer com a cabeça dela hoje mais cedo e fazê-la pensar... Mas posso ter mexido até demais com a pobre Lily. - e contei a ele sobre nossa discussão.

-Huum... - ele resmungou pensativo. - Tempestade e calmaria? - perguntou, com um ar de riso.

Eu ri.

-Lils sempre teve mania de fazer umas metáforas meio doidas. - respondi.

Ele riu.

-É mesmo... - concordou comigo. - Mas, bem... Pensando bem, pode ser que agora, orgulhosa como é, Lily esteja tentando provar a você que está certa. E talvez ela entregue o corpo, pensando que assim entregará também a alma.

Ele parecia bem sério e aquilo me surpreendeu.

-Vou ser sincero com você. - disse Sirius. - Se ela ama James ela pode entregar-se o quanto quiser a este outro, que de nada vai adiantar. Só vai lhe causar dor e sofrimento. E também, posteriormente, arrependimento. Já estive com muitas mulheres apenas de corpo, e só uma vez com minha alma, há um tempo atrás. Assim como James. Mas no caso de James é diferente. Por que ele entregou a sua a Lily há anos atrás e parece que Lily esqueceu de devolver ao James.

Ele suspirou.

-Confuso de mais isso. - e sorriu, olhando para mim. Eu sorri de volta, um pouco hesitante, ainda estranhando sua seriedade. - Mas acho que posso dar um jeito de evitar que algo sério aconteça.

Levou a mão aos bolsos habilmente e de lá tirou um celular. Teclou alguns números e ficou atento à sua ligação, de quando em quando lançando um sorriso tranqüilizador para mim.

-Charlie? Aqui é o Sirius. Uma missão urgente pra você. Preciso do telefone de um Jeffrey... - ele olhou para mim e afastou o celular do rosto. - Qual é o sobrenome do indivíduo?

Eu me esforcei para lembrar se Lily havia mencionado o sobrenome dele e respondi:

-Becket, creio eu.

-É, Jeffrey Becket. Sim, eu aguardo. - ele ficou uns instantes em silêncio encarando a superfície de madeira do Kotatsu. - Aah, muito obrigado mesmo! - ele exclamou - Você é um anjo, pena que seja casada. - eu estremeci ao ouvir aquilo. Então era aquele papinho com qualquer rabo de saia e ele achava que era simples, fácil e rápido?! POIS ELE ESTAVA TREMENDAMENTE ENGANADO! - Sim, a outra parte do favor. Você mesma vai ligar para o Sr. Becket e... Bem, que tal deixar sua imaginação rolar? Só o tire de casa, certo? Eu não sei como, Char, mas faça isso pra mim! Ah, eu te amo!

Ele fechou seu celular com flip e me olhou com um olhar de triunfo.

-Problemas resolvidos. À curto prazo.

Eu o encarei com frieza.

-É mesmo...

Nossos pedidos chegaram e eu comi tentando manter o silêncio, que era quebrado toda hora por Sirius.

-O que houve? - ele perguntou, após tentar puxar variados assuntos comigo. - Você está diferente.

-Eu não sou igual às outras, Black. - disse isso olhando-o nos olhos, com meus olhos faiscando.

Ele sorriu.

-Eu já imaginava.


N/A: Pois é. Aqui está o capítulo 14, e dessa vez realmente nao tenho o que falar neste espaço

Só dizer que no capítulo anterior quis dizer que o James e o Darcy são perfeitos, mas não confundam, não quis dizer que meu James foi baseado no Darcy. (Vcs acham que eles se parecem? rs)

Acho que é só isso. Divirtam-se com esse exemplar de 3000 palavras \o/ e com a autora boazinha que eu sou. Só não tenho certeza se vou conseguir atualizar semana que vem. A criatividade se foi tão rápido quanto ela chegou. Heheh. O capítulo 15 nem está começado ainda...

Só isso.