Quando o Amor Espera

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Universo: U.A.

Autora: Johanna Lindsey

Adapitação: Tiva07

Gênero: Romance/Angst/Histórico

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Sinopse

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Konoha era uma velha fortaleza, que não fora projetada nem para ser confortável nem para receber hóspedes. No entanto, passou a ser o lar da delicada e bela Lady Sakura desde que ela fora separada do pai por intrigas da madrasta. Embora rústica, há seis anos Sakura não saía dali nem para visitar Haruno, sua cidade natal. Tampouco para ver o pai, que morava no castelo de Haruno com a nova esposa, Lady Kaory.

Estamos em 1776, na Inglaterra dos senhores feudais. Sakura, isolada do mundo, resolve acabar com sua solidão: aventura-se, sozinha, até Oto para assistir à justa. E o destino a faz conhecer o homem que irá modificar radicalmente sua vida: Sasuke Uchiha, o Lobo Negro.

Confiante nas boas relações com o rei, Sasuke Uchiha, mercenário de Sua Majestade, dirige-se a Haruno para pedir que ele interceda a seu favor: quer a mão de Sakura e as terras vizinhas à fortaleza de Konoha. As terras são confiscadas do jovem Sai Montigny e de seu pai, e Sakura é forçada a se casar.

CAPÍTULO 14

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ERA TARDE da noite quando Sasuke voltou a Oto, vindo do cerco de Wroth. Estivera brevemente em Oto na véspera, depois de sair de Konoha, mas se demorara apenas o suficiente para falar com Lady Karin.

Agora Sasuke nem tinha vontade de pensar naquele encontro, que fora de mal a pior. Ele dissera a Karin que tinha que voltar para a corte e por que, mas ela caíra no choro e lhe suplicara para não mandá-la embora.

As lágrimas serviram apenas para irritá-lo. Afinal, nunca se falara de amor entre ambos. Porém, entendeu o seu estado emocional quando lhe confessou que estava grávida. Não era uma notícia agradável, mas Sasuke não podia fazer outra coisa que não permitir-lhe que ficasse até a criança nascer. Ela concordara em deixar a criança e seguir o seu caminho; concordara muito alegremente, na verdade. Prometera não se meter na sua vida, não criar dificuldades para ele e a esposa.

Ele queria que ela passasse a gravidez noutro lugar.

- Seria melhor você ficar noutra de minhas fortalezas - ele lhe disse. - Suna tem boas acomodações.

- Mas por que, meu senhor? Sua mulher nada sabe a nosso respeito. Pensa que sou sua pupila.

- Mesmo assim...

- Não, por favor. - Karin voltou a chorar. - Não suportaria ter que ir morar com estranhos agora. E a sua mulher vai ficar contente com a minha presença, juro. Sir Suigetsu não é casado. Não há outra mulher aqui para fazer companhia a Lady Sakura. Por favor, meu senhor.

Deveria ter recusado, mas não o fez. Devia àquela mulher cuidar do seu conforto durante a gravidez, e como não conseguia enxergar nenhum mal naquilo, concordou.

Agora, entrando na fortaleza, atormentava-o a vaga sensação de desconforto, que não conseguia explicar. Ela foi esquecida quando avistou Juugo, sentado sozinho ao pé da grande lareira, na outra extremidade do salão. Sabia que estaria acordado esperando por ele.

Não havia muitos outros ainda de pé. Os criados haviam espalhado as suas enxergas ao longo das paredes e a maioria dormia a sono solto. Alguns soldados postaram-se ao pé da lareira menor, rindo baixinho. Os únicos candelabros de parede que ainda estavam acesos eram os que ficavam próximo da escada que conduzia ao andar superior; o salão era tão grande que lançavam pouca luz. Os dois fogos também não ofereciam muita claridade. Eram pouco atiçados nas noites quentes.

Juugo só cumprimentou Sasuke quando este se acomodou à cadeira de espaldar alto ao seu lado. Os olhos que o homem mais velho fixou em Sasuke poderiam estar fitando um pontinho de pó, pelo interesse que demonstravam. Então era assim que ia ser, é? Juugo nunca era mais irritante do que quando saboreava um triunfo. Não se vangloriava ou tripudiava, mas forçava comentários com o seu silêncio.

- Presumo, pelo seu silêncio, que não teve dificuldade em cumprir minhas ordens. Ela está aqui?

- Está.

Só agora Sasuke estava se dando conta do quanto estava tenso.

- Teve alguma dificuldade?

- Houve um momento em que o vassalo dela quase puxou a espada para nós, mas...

Juugo soltou uma risadinha abafada ante a expressão de Sasuke.

- Ela...

- De maneira alguma - disse Juugo rapidamente. - O vassalo se ofendeu com a falta de respeito que demonstramos para com a sua senhora. Foi um engano natural. Não sabíamos quem era, quando se aproximou de nós... algo que estou certo você poderá entender.

Era uma censura não muito sutil por Sasuke não os ter avisado do que iriam encontrar. Imaginou a surpresa de Juugo ao ver Lady Sakura pela primeira vez. Sem dúvida fora tão grande quanto a dele próprio.

- Qual foi a reação dela?

- Não sorriu nem pareceu satisfeita em nos ver, se é o que quer saber. Queria apenas a confirmação de que era por ordem sua a mudança para cá. Depois disso, não demorou a se aprontar.

- E aqui?

- Seja mais específico - replicou Juugo, inocentemente.

- Por quê? Você conhece cada pensamento meu, às vezes até antes que eu o tenha - retrucou Sasuke. - Não me faça ir à caça do que quero saber.

Juugo soltou outra risadinha abafada.

- Não há muito que contar. Acho que esperava vê-lo aqui ao chegar. Como não o viu, retirou-se para o seu quarto e não apareceu mais. As duas criadas que trouxe também estão lá. E quanto a Komoy? Terá que partilhar a antecâmara com as duas criadas?

- Deixei-o em Wroth. Não... - respondeu Sasuke, pensativo - acho que, daqui por diante, não vou querer ninguém dormindo tão perto. Existem muitos locais para se dormir nesta fortaleza.

Juugo abriu um sorriso.

- Naturalmente.

Depois que passaram mais meia hora pilheriando, Sasuke começou a subir a escada estreita que levava ao seu aposento no segundo andar. Encontrou realmente as duas aias dormindo na antecâmara. Uma delas chegara a colocar a sua enxerga diretamente diante da porta, e quando a abriu, ela acordou com um gritinho. Este despertou a outra aia e, dali a um momento, a porta interna que levava ao quarto foi escancarada pela sua esposa, que ficou ali parada agarrando um roupão vestido às pressas.

A luz débil de uma única vela fazia lindas coisas aos planos do rosto de Sakura. Sasuke ficou vários momentos fascinado por ela, antes de se recompor e mandar bruscamente que as aias se retirassem.

- Quando eu me ausentar, vocês podem dormir aqui, se for o desejo de minha senhora, mas não quando estiver na fortaleza. Vocês podem voltar de manhã para ajudá-la, mas só entrarão se forem chamadas. Não preciso que ninguém me desperte. Se eu não tiver levantado, não importa o adiantado da hora, não quero ser perturbado. Está claro?

Ino e Mary, a aia mais velha, olharam ambas, primeiro, para Sakura. Ante o seu aceno de cabeça, acenaram para o seu marido. Ele podia ter ficado furioso com aquilo, mas na verdade achou graça, embora cuidasse de não deixar transparecer na fisionomia.

- Podem descer. Sir Juugo lhes mostrará os alojamentos das mulheres.

Quando entrou no quarto propriamente dito, disse:

- Foi gentil de sua parte voltar tão rapidamente para Oto.

- Eu tinha escolha, meu senhor?

- Não, mas poderia ter pensado em centenas de coisas para protelar a chegada. Estou satisfeito em que não o tenha feito. - Ela não se afastara da porta. - Feche a porta, Sakura, e entre.

Ela não gostava que usasse o seu nome com tanta facilidade, nem confiava naquela calma. Fechou a porta com vagar e voltou, relutante, para dentro do quarto, indo diretamente até a arca ao pé da cama onde encontrou um cinto para o roupão.

Sasuke suspirou quando ela terminou de atar o cinto, mas não fez menção de se dirigir para ele.

- Será sempre assim? - perguntou, desafivelando a espada e deixando-a de lado. - Terei sempre que pedir a sua ajuda?

Sakura enrubesceu. Ele tinha razão, é claro. Não deveria ter que lhe pedir coisa alguma. O dever da esposa era prever todas as necessidades do marido.

No entanto, ela não se adiantou, pois a situação fê-la lembrar-se de que não era uma esposa comum. Porque apenas certas coisas aplicavam-se a ela como esposa, quando as mais importantes não se aplicavam?

- Não sou escudeiro, meu senhor.

Ele enrijeceu, olhando-a cuidadosamente.

- Recusa-se a me ajudar?

Sakura estremeceu. Não ousava desafiá-lo abertamente, mas...

- Aqui há criados.

- E prefere cansar-se simplesmente indo acordar um deles, em vez de se aproximar de mim? Já é tarde, mulher. Estão todos deitados, menos você e eu.

- Eu... como queira, meu senhor.

Ela forçou os pés a se moverem, dizendo a si mesma que, pelo menos, deixara que visse a sua relutância, quer isso o enfurecesse ou não.

Sasuke começou a sentar num banquinho, mas ela disse:

- Vou precisar subir nele.

O banquinho media apenas 6O centímetros. Sasuke olhou-o com ceticismo.

- Não foi feito para que nele se subisse.

- Já fiz isso para Sir Kakashi - insistiu, trepando no banquinho.

- Vai cair - ele avisou, e ela respondeu desdenhosa:

- Não vou.

- Esqueço como você é miudinha - desculpou-se, ajoelhando-se.

Como a voz era rouca, uma carícia. Erguia os olhos para ela, e Sakura se recusou a olhá-lo nos olhos. Inclinou-se rapidamente para agarrar a barra da comprida cota de malha. Quanto mais cedo terminasse...

Acabara de tirar-lhe a armadura pela cabeça, mas esquecera como a cota de malha era muito mais pesada do que as de Sir Kakashi. O último puxão a jogou para trás, a cota de malha ainda nas mãos, o peso desequilibrando-a.

- Largue-a.

Ela largou e ele a agarrou.

- Acho que esta tarefa não combina com você - declarou ele.

- Ponha-me no chão.

O terror que sentia por estar em seus braços tornou-lhe a voz excessivamente áspera. Ele deixou os pés de Sakura tocarem o chão, depois soltou-a de vez, e ela imediatamente correu para o leito e cerrou o cortinado.

Sasuke pegou o banquinho e sentou-se, olhando pensativamente para a cama. A sua mulherzinha não ia ceder. Ele imaginara que a advertência da véspera dera-lhe novo incentivo, mas aparentemente apenas piorara as coisas. Correu os dedos pela cabeleira espessa, exasperado. Não soubera o que fazer na véspera, exceto dar-lhe uma amostra do seu gênio, mas não melhorara as coisas, verdade? Não, a raiva não a inspirava. O problema é que ele não tinha certeza se podia controlar o seu gênio.

Ficara mais abalado do que desejava admitir quando afirmara não se importar com quantas mulheres ele tivesse, contanto que não fossem mulheres de Konoha. Ciúmes, podia entender, mas não ligar a mínima?

Como poderia chegar até essa linda jovem, mostrar-lhe que queria recomeçar? Será que não adivinhara quais as suas intenções ao trazê-la para cá?

Sasuke despiu rapidamente o resto de suas roupas. Não apagou a vela nem cerrou a pesada cortina do seu lado da cama, pois isso aprisionaria o leito na escuridão.

Sakura estava de costas para ele. Não se despira e estava enfiada sob as cobertas. Ele as afastou e ergueu-a da cama para sentá-la em seu colo. Ela não emitiu um único som. Ficou abraçando-a como a uma criança, embora Sakura permanecesse rígida e séria.

Abraçou-a durante longo tempo, pensando. Finalmente, indagou:

- Quantos anos você tem, Sakura?

A voz era suave, mas sobressaltara-a no quarto silencioso. Sakura precisou pensar, antes de responder.

- Vivi dezenove anos.

- E eu dez mais do que isso. Acha que sou muito velho para você?

- Eu... suponho que não.

Sasuke quase riu da resposta relutante.

- Então abomina a minha aparência?

- A aparência? Não é tão elegante que a sua pele dourada não... Sakura fechou a boca com força, estupefata. Só faltava dizer-lhe como era bonito!

- Quer me dizer, então, o que tanto lhe desagrada na minha aparência?

Pronto. Ele queria mesmo ouvir. Ela preferia cortar a língua a adular-lhe a vaidade. Se queria elogios, que os fosse buscar alhures... o que sem dúvida fazia com freqüência.

- Ficaria entediado ao ouvir, meu senhor, a lista é tão longa.

Sakura alegrou-se ao ouvi-lo soltar uma risadinha abafada diante de seu gracejo.

- Querida, não há nada em você que me desagrade. Você é um tanto pequenina, mas acho que gosto até mesmo disto.

Ah, mentiras cruéis! Não mandamos embora o que nos agrada.

- O senhor não queria uma esposa.

- Por que diz isso?

- É sinal de um noivo feliz beber até perder a noção das coisas?

- Na verdade - ele disse, sem jeito - relutava em forçar-lhe a minha pessoa, depois que me contaram porque se ocultava atrás do véu.

Sakura ficou surpresa, não surpresa que soubesse que tinha sido espancada... o pai teria sido forçado a admiti-lo... mas surpresa em saber que agira por consideração a ela. Todavia, Sasuke destruiu aquela ilusão num momento, acrescentando:

- E o pouco que eu sabia a seu respeito, antes do casamento, não era lisonjeiro.

- Sei - prosseguiu ela, friamente. - Presumo então, que não era pela minha pessoa que se interessava.

- Poucos casamentos começam de modo diferente.

- Verdade. Mas poucos progridem como o nosso. O senhor não queria uma esposa.

- O que me desagradava, Sakura - disse ele, num rasgo de honestidade - eram os meus motivos para desposá-la. A raiva me levou a propor-lhe casamento e, logo, não havia mais saída. Por outro lado, estava na hora de eu me casar.

Ela não respondeu e Sasuke ficou perplexo. Contara-lhe toda a verdade. O que mais poderia dizer?

Ele lhe ergueu o queixo docemente, para que o fitasse.

- Não basta que, seja qual a razão porque nos casamos, eu agora esteja bem satisfeito?

- Você me mandou embora - respondeu, afinal, com voz fraca, surpreendendo a si mesma.

- Um erro - ele respondeu roucamente, e começou a baixar a cabeça para junto da dela.

- Mas... - Ela estava tão confusa! - Está me dizendo... que é por isso que me trouxe para cá? Para recomeçar?

- É. Sim, é querida.

Sasuke sussurrou a declaração de encontro à sua boca, depois beijou-a. Jamais estivera tão sintonizado numa mulher antes, nem experimentara alívio tão grande quando ela cedera. No momento em que a sentiu relaxar de encontro a ele, começou o assédio para valer. Mas não esqueceu a sua inexperiência, sabendo que tinha que ir devagar.

Sakura foi beijada uma dúzia de maneiras diferentes nos longos minutos que se seguiram, desde mordidinhas suaves a beijos profundos que mexiam com as suas entranhas, fazendo-a girar para cima e para baixo. Num segundo estava tonta, depois sentia apenas uma doce lassidão, depois estava rodopiando de novo, loucamente.

Nem soube dizer quando o seu roupão se desfez, mas teve uma percepção aguda do primeiro toque da mão de Sasuke nos seios nus. Parecia-lhe certo a mão estar ali, pousando nela com a mais leve das pressões. Quando a mão começou a deslizar suavemente, pareceu ficar mais quente. Os mamilos endureceram sob a massagem suave.

Ela se virou, metendo a mão sob as costas de Sasuke, a outra lhe alisando o ombro. Seus dedos se abriram, querendo tocá-lo, excitando-se com a ondulação dos músculos sob a pele, com a sua rigidez. Retribuiu os beijos, exercendo a sua própria pressão, desafiando-o.

Docemente, ele a deitou na cama, ao seu lado, e antes mesmo de a cabeça tocar o travesseiro, a sua boca se tinha grudado num seio de bico róseo, a língua fazendo o que os dedos tinham feito antes.

Ele começou uma exploração meticulosa dos planos macios de sua barriga e coxas, chegando cada vez mais perto ao centro da sua feminilidade, até que um desejo tão grande cresceu dentro de Sakura, que ela arqueou o corpo para encontrar a mão exploradora. Quando ele enterrou os longos dedos no seu calor, ela gemeu, a cabeça jogada para trás. Cerrou os dedos em seus cabelos, apertando-o mais contra si.

Poucos homens jamais trataram uma mulher com tal reverência. As mãos que a tocavam era adoradoras, calmantes e excitantes a um só tempo.

A língua de Sasuke desceu-lhe pelo vale dos seios e sobre a barriga para chegar ao monte de Vênus e prestar-lhe igual homenagem. As mãos abriram-lhe gentilmente as pernas e, depois, os braços se enfiaram sob a parte inferior das costas para erguê-la.

A cabeça caiu para trás e uma exclamação abafada ficou presa em sua garganta quando os lábios dele se enterraram com força em sua barriga. A seguir, apoiou a face em suas coxas durante vários, agônicos momentos. Ela estava quase louca, pronta a suplicar-lhe que a possuísse.

Sasuke, plenamente cônscio do desejo crescente da moça, começou uma lenta ascensão, o corpo deslizando sobre o dela, os pêlos do peito roçando eroticamente nos seios sensíveis, fazendo-a tremer. A sua língua penetrou-lhe na boca e, no mesmo momento, com lentidão enervante, a sua rigidez aveludada penetrou-lhe na quentura até o fundo, até ficar totalmente envolta.

Durante uma eternidade somente a sua boca se moveu, provando-lhe toda a doçura. Mas nada podia desviar a atenção dela do outro calor que a inundava, e quando começou a escapar de dentro de si, ela não pôde evitar um gritinho lamentoso, que logo se transformou numa exclamação de prazer quando o calor retornou. Era a sua dádiva para ela, fazendo com que cada vagarosa estocada fosse tão deliciosamente prolongada.

Depois que o êxtase da moça atingira febril estágio, Sasuke recuou, até que só a sua pontinha latejante ficasse dentro dela. Sakura soltou uma exclamação, suspensa num precipício e, então, deu a estocada funda e derradeira; ela explodiu num êxtase trêmulo, que pulsou pelo seu corpo, cada choque mais extraordinário do que o anterior, até que desmaiou. Mal sentiu o derradeiro e doce beijo pousado em seus lábios.

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N/T:

Dei uma passadinha rápida só para postar o cap. espero que gostem :3