*Bom, essa é oficialmente a minha fic com o maior número de reviews aqui no , então, muito obrigada à todos vcs ;)
Sonia Gonçalves: Não se preocupe, Sandman vai levar uns bons tapas, não só ds Britt
Júlia: Eu não gosto muito do Puck mesmo, acho ele bem nojento e clichê com aquela estorinha de bad boy com o coração bom. Deve ser a mesma coisa com aquele irmão dele agora (argh) na minha opinião, o pior dos novos personagens.
L:Santana tem que correr atrás do prejuízo agora.
Mandy: Britt vai se desculpar com a Alicia ;)
Mell: Quais eram as suas suspeitas de Sandman?
*Boa leitura e espero que gostem do capítulo
Já fazia duas semana desde que Alicia havia deixado Smallville, e Brittany não podia deixar de estar triste, tão triste a ponto de ligar para os pais de Alicia, e perguntar sobre ela, e eles lhe disseram que a adolescente foi viver com sua madrinha em Indiana, mas disse para que eles assegurassem a Brittany caso ela a procurasse, que ela não sentia mágoa, e que ela voltaria, algum dia.
Desde então, ela e Santana estavam mais próximas do que nunca, e mesmo com ambas sabendo que uma estava afim da outra, nada de concreto havia acontecido, além de algumas conversas, porque na maior parte de seu tempo Santana passava com Rachel, falando sobre os acontecimentos sobrenaturais de Smallville, e principalmente de Sandman.
Desde sua mensagem ameaçadora que foi publicada na primeira página do Diário de Smallville, as duas garotas ficaram praticamente obcecadas com a idéia de entrevistá-lo, e aquela animação toda espantava Brittany, que acreditava que elas estariam em grande perigo se fossem falar com aquele assassino, e ela não era a única, já que Mike detestava a idéia, principalmente porque Sebastian era presença constante na edição do Diário de Smallville, e instigava ainda mais a curiosidade das garotas, garantindo que uma entrevista com aquele que estava sendo denominado como o terror dos mutantes da cidade, seria o grande passaporte de entrada para o Planeta Diário.
Na escola, com Santana e Rachel menos envolvidas com o Smallville Torch, isso acabou ficando somente com Amanda, e para ser sincera, não era fácil trabalhar com uma pessoa que mal olhava na sua cara, e as piadinhas nas aulas e nos corredores estavam ficando cada vez mais insuportáveis. Brittany sentia uma dor enorme no coração ao lembrar que ainda tinha mais dois anos para viver aquilo, porque, se para muitos o colegial era a melhor fase da vida, para ela era um verdadeiro pesadelo.
E a semana não começou bem com Rick the Stick e suas piadinhas infames na aula de religião, onde a Sr. Dickens discutia com a sala as teorias do criacionismo e evolucionismo, o que causou um grande embate entre Rachel e Jennifer Olliver, uma garota muito religiosa, oposta da aspirante a jornalista.
"Eu não entendo como alguém pode acreditar que tudo isso é obra do acaso." Jennifer disse.
"E eu não entendo como alguém pode acreditar que nós somos algum tipo de raça especial, criada a imagem e semelhança de Deus, porque é óbvio que existe vida lá fora, muito mais inteligente e poderosa que nós humanos." Rachel retrucou, e Mike que estava ao lado de Brittany, olhou para a amiga, que abriu um pequeno sorriso em resposta.
"Ora, Berry, por favor, você acredita mesmo que possa existir vida em outro planeta? No máximo deve ser uma bactéria." Brittany suspirou com as palavras de Jennifer. Que bactéria enorme era ela.
"Ei professora, eu posso dar minha opinião?" Rick Nelson perguntou, levantando a mão. A mulher lhe olhou desconfiada, pois conhecendo bem aquele aluno, sabia que a chance dele não estar levando a discussão a sério era de 99, 99 por cento.
"Pense bem no que vai falar, Sr. Nelson." A mulher lhe disse.
"Eu concordo com a Berry." Ele disse com seriedade, surpreendendo a todos, já que Rachel era uma de suas vítimas preferidas. "E eu acho que a Pierce é a maior prova de que a teoria dela está certa." Brittany gelou ao ouvir aquilo, e até Mike arregalou os olhos, e olhou para o rapaz sentado na penúltima carteira, junto com os demais alunos curiosos.
"Do que você está falando?" Rachel o questionou, intrigada, enquanto Brittany já fazia seu plano de fuga mentalmente.
"Basta olhar para ela para ver..." Ele disse com simplicidade, fazendo Brittany se questionar se aquele moleque poderia ser assim tão inteligente? "Ela era uma bactéria nerd e forever alone, e agora é disputada pelas duas líderes mais sexies de toda Smallville High, olha só que bela evolução." A maioria da sala caiu na gargalhada com aquela piada idiota.
"E você é a prova de que um ser humano pode viver sem cérebro." Rachel ironizou, fazendo a sala rir mais ainda, o sorriso debochado do rapaz desaparecer, e a professora ter ainda mais trabalho para acalmar a turma e terminar a aula.
Finalmente o sinal bateu, e Brittany se viu livre daquele martírio, pelo menos pelo resto do dia.
Ela seguiu com Mike até os armários para guardar seus materiais.
"Eu até assustei quando aquele babaca do Stick falou sobre evolução na aula." O rapaz falou.
"Nem me fale, eu já tava pensando em como fugir da sala." Brittany respondeu, enquanto abria o seu armário. "Na hora que ele falou aquela piadinha, eu tive vontade de usar a minha visão de calor nele." Mike riu.
"Britt, eu acho que se tivesse todo os seus poderes agiria bem diferente de você, eu não ficaria só no pensamento, eu usaria."
"Eu acho que isso não é certo, apesar de tudo eu estaria sendo covarde se usasse meus poderes contra qualquer pessoa, até mesmo contra os idiotas como Rick Nelson." Brittany respondeu. "E além do mais, Santana estava no caminho entre ele e eu, e eu não quero machucá-la."
"Você é muito controlada, e eu te admiro por isso." Mike disse. "Se eu pudesse fazer as coisas que você faz, com certeza já teria feito uns palhaços dessa escola engolir a língua."
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Santana e Rachel seguiam da escola direto para a redação do Smallville Torch, e naquela tarde Rachel foi para o seu carro, enquanto Santana foi para o vestiário, pois naquele dia havia tido um treino com as Cheerios e sua nova capitã, Hannah Robertson.
Santana se decepcionou um pouco ao saber que não foi escolhida como a capitã das líderes, porque ela reconhecia que Alicia Baker era uma excelente dançarina, e possuía um grande espírito de liderança, mas Hannah Robertson, não chegava nem perto.
Ela não estava sentindo inveja nem nada, apenas achava que depois de Alicia ela era a melhor líder de toda a equipe, e a própria treinadora Sylvester havia lhe dito, chegando a compará-la com sua mãe, que foi a capitã das Cheerios na conquista do bicampeonato regional no início da década de 90.
Ela tinha quase certeza que isso tinha a ver com o fato de todos a estarem culpando pela repentina partida de Alicia.
Ela acabou de tomar sua ducha, e já estava pronta para seguir até o Diário de Smallville, quando encontrou Sugar no corredor, chorando.
"Sugar, o que aconteceu?" Santana perguntou, surpresa por ver sua amiga naquele estado. Ela havia já a havia visto triste ou chateada inúmeras vezes, mas chorando foram poucas vezes, e daquela forma quase desesperada era a primeira vez.
"N-nós precisamos conversar, Santana, isso é sério." Sugar disse.
"Mas eu tenho que trabalhar agora, eu posso passar na sua casa mais tarde." Santana respondeu.
"Por favor, eu sei que você tem seus compromissos, mas eu preciso te dizer algumas coisas, eu não sei quanto tempo eu tenho." Santana estranhou as últimas palavras.
"Como assim não sabe quanto tempo você tem?" Ela questionou a melhor amiga.
"Eu te explico na conversa." Sugar disse. "Sua chefe Helen Bryce não vai dizer nada, o chefe dela, Sebastian Smythe não permitiria." Sugar falou com tamanha certeza, não deixando espaços para dúvidas.
"Está bem." Santana concordou e seguiu com Sugar até a lanchonete, onde elas começaram a conversar. " Sugar, você me assustou, e por favor me diga o que está acontecendo, por que você disse que tem pouco tempo?"
"Eu disse isso porque estou sendo caçada, eu sou um alvo do Sandman." Sugar disse, surpreendendo a Santana. "Você não deveria ficar surpresa, Santana, você estava desconfiada já."
"O que..." Santana começou.
"Eu leio mentes." Sugar disse, deixando Santana boquiaberta. "Desde que eu tenho três anos." Ela respondeu antes de Santana perguntar 'quando', e então ela pensou em 'como'. "No dia que a chuva de meteoros atingiu Smallville, eu estava na casa de uma tia, e ela foi destruída, e eu, bom... Meus pais me levaram para o hospital, e os médicos constataram que estava com morte cerebral." Sugar suspirou fundo. "Você sabe que isso é irreversível, então era só uma questão de tempo para o meu coração parar de bater, quando Lionel Smythe procurou os meus pais."
"Lionel Smythe?"
"Sim, os Smythe não perdem tempo quanto querem algo, e no caso Lionel falou ao meu pai que sua equipe de cientistas comandada por Finnegan Hudson e William Schuester estavam estudando as pedras de meteoros, e descobriram que elas podiam fazer coisas que nenhum médico ou medicamento poderia, ele disse que elas me trariam de volta à vida." Sugar abriu um pequeno sorriso. "Obviamente eles aceitaram, e eu fiquei ao cuidado dos cientistas da Smythe Corporation, que me trouxeram a vida, mas não como antes."
"Eu nem posso imaginar como foi isso." Santana disse, imaginando o quão horrível deveria ser algo assim, ainda mais para uma criança de três anos.
"Foi um verdadeiro pesadelo, ouvia vozes o tempo todo, e meus pais chegaram a achar que aquilo fosse um castigo de Deus, por irem contra Sua vontade." Sugar mordeu o lábio inferior e ficou em silêncio por algum tempo. "Mas depois de um tempo, eles entenderam que a kryptonita injetada no meu cérebro me deu esse poder, que eu podia ler mentes, porque respondia aos seus pensamentos."
"Eu nunca imaginei..." Santana murmurou, ainda incrédula com aquela história.
"Então eu fui para a escola, e conheci você, a garota mais triste de todos." Santana baixou os olhos quando Sugar disse aquilo. "Mesmo quando você sorria, e dividia seus brinquedos comigo, você pensava neles, nos seus pais." Sugar estava certa, não havia um dia sequer desde a morte de seus pais, que Santana não pensava neles, e em como sua vida podia ser diferente se eles ainda estivessem vivos. " E então eu me aproximei, e tentava fazer tudo para te fazer sorrir e esquecer um pouco daquela tristeza toda." Santana sorriu, porque ela se lembrou de como Sugar sempre falava coisas e fazia gestos engraçados para fazê-la sorrir. "Nós crescemos juntas, e eu sabia tudo o que você pensava, e você nunca mentia para mim, a não ser naquela vez que eu perguntei porque você escreveu B+S na contracapa do seu caderno e você me disse que era por causa do Brian Klaus, quando na verdade era por causa da Brittany Pierce."
"Eu gosto dela desde os meus cinco anos." Santana murmurou. "Mas eu achei que ela nunca iria olhar para mim, então conheci Amanda e aconteceu tudo aquilo."
"Engraçado é que ela sempre pensou o mesmo de você, ela ainda pensa." Sugar disse.
"Eu não entendo porque você não gosta dela, ela é uma pessoa incrível."
"Você nem pode imaginar o quanto." Sugar ironizou.
"Você está me dizendo que Brittany é mutante também? O que ela pode fazer?" Santana a questionou.
"Eu não vou te dizer isso, porque eu não estaria sendo justa com Brittany, mas ela esconde coisas de você, e não é a única, sua avó faz o mesmo." Sugar falou. "Mas elas duas acreditam que isso para o seu próprio bem, que estão te protegendo assim."
"Minha avó?" Santana surpreendeu-se.
"Ela ama você Santana, e tem medo de te perder por isso, mas não é o certo fazer você acreditar em algo por tantos anos." Sugar respondeu, deixando Santana ainda mais intrigada.
"Me diga o que é, Sugar." Santana falou em tom imperativo.
"Eu não posso, de verdade, Santana, isso é sobre a sua família, não é nada que me diz respeito, eu só não acho justo que você continue acreditando nessa mentira." Sugar se levantou. "Eu só precisava te dizer isso, agora que você já sabe, eu tenho que ir."
"Sugar, espera." Santana insistiu, mas Sugar saiu dali o mais rápido possível.
Ainda estava chocada com as informações que acabara de receber.
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Assim que Santana chegou ao Diário de Smallville foi recebida por uma Rachel que veio avidamente em sua direção.
"Por que você demorou tanto? O mundo está vindo abaixo e você atrasada..." A morena a repreendeu.
"Eu tenho certeza que Santana teve um bom motivo para se atrasar." Helen interferiu na conversa e abriu um sorriso simpático para Santana.
"Mas o que está acontecendo? É algo a ver com o Sandman?" Santana questionou Rachel.
"Não, quer dizer eu não sei, pode ser que sim." Rachel respondeu.
"Isso nem foi em Smallville, foi em Metropolis." Artie que apareceu sorrindo disse, trazendo consigo um exemplar do Planeta Diário, cuja a manchete dizia o seguinte: 'Super Criminosos invadem Metropolis.'
Santana abriu o jornal e leu um artigo que falava sobre uma onda de crimes que começaram repentinamente na cidade há pouco mais de uma semana, cujo os autores não foram identificados, porque nenhuma das câmeras de segurança foram capazes de capturar qualquer imagem deles. Nem mesmo uma sombra dos mesmos.
Os criminosos roubavam apenas alimentos e bebidas, nunca dinheiro, e deixavam as lojas roubadas uma verdadeira bagunça, como se um furacão tivesse passado por ali, o que deixava tudo ainda mais intrigante.
"Mas o que está acontecendo com o mundo?" Santana perguntou assustada. Parece mesmo que a passagem bíblica do Apocalipse estava se tornando realidade. "Homem de areia, Super Criminosos, o que vai ser depois? Uma besta de sete cabeças emergindo do mar?" Santana questionou.
"Eu acho que se trata de algum mutante migrado de Smallville para Metropolis que está tentando sobreviver." Rachel disse.
"Eu concordo com ela." Artie falou. "Mas isso não pode passar despercebido pelo Diário de Smallville, então garotas, trabalhando nisso agora." E ele nem precisou falar duas vezes, Rachel sentou-se na frente de seu notebook e escreveu quase a matéria toda sobre os Super Criminosos em menos de uma hora.
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No jornal da noite, Martha e Jonathan viram uma reportagem sobre os Super Criminosos, enquanto Brittany estava do lado de fora de casa, tentando inutilmente adestrar Hercules, que insistia em não atender por aquele nome, mas ela já havia o chamado por todos os nomes de cachorros imagináveis, e ele não atendia por nenhum.
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No dia seguinte, Brittany pegou um exemplar do Diário de Smallville e viu a manchete: "Super Criminosos: Habitantes de Smallville perdidos em Metropolis?" Matéria de Rachel Berry, claro.
Brittany leu atentamente a matéria, e não pôde deixar de acreditar que a amiga estava certa, e que Sandman havia assustado ele ou eles, que buscavam uma forma de sobreviver em Metropolis, e infelizmente, o caminho do crime havia sido o mais fácil.
"Ei Britt." Brittany tirou os olhos do jornal, e viu Santana se aproximando, sorrindo. "Como você está?"
"Eu estou bem." Brittany respondeu sorrindo. "E você?"
"Eu não sei, eu só estou um pouco confusa." Santana respondeu, e suspirou.
"Confusa pelo quê?" Brittany perguntou.
"Várias coisas, eu acho que minha avó está mentindo para mim." Santana disse. "E eu acho que é sobre algo muito sério."
"Bom, isso é bem chato..." Brittany disse, sem muita idéia do que responder. "Mas, bom, se eu puder fazer algo para te ajudar, eu faço." Santana abriu um sorriso diante da doce timidez demonstrada por Brittany.
"Obrigada, Britt, você é realmente um doce." Ela respondeu, e as bochechas de Brittany ficaram púrpuras, pois mesmo após dois beijos quentes, e declarações de amor, ela ainda se envergonhava com qualquer elogio vindo de Santana.
"É... Obrigada, Santana." Ela agradeceu, no momento em que Rachel apareceu correndo no corredor. "O que aconteceu, Rach?" Brittany perguntou, e a garota parou para respirar por alguns segundos, antes de responder.
"Os Super Criminosos, eles atacaram outra vez essa noite, três lojas em uma noite dessa vez." Ela levantou o mais novo exemplar do Planeta Diário cuja manchete dizia: ' Noite de terror em Metropolis: Super Criminosos assaltam e vandalizam três novas lojas.'
"Caramba." Brittany disse, espantada.
"Alguém tem que pará-los, porque não é possível." Santana falou séria. "Isso está se tornando algo realmente assustador."
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O resto do dia a aula foi normal, mas várias coisas atormentavam os pensamentos de Santana, principalmente as palavras sobre as supostas mentiras de sua avó no dia anterior.
Antes de seguir para o jornal no final da aula, ela deu uma passada no corredor onde ficavam os troféus e as lembranças dos célebres ex-alunos.
"Oi Santana." Ela olhou para trás e viu Brittany se aproximando com seu sorriso tímido e amigável.
"Ei Britt." Ela respondeu, com o seu sorriso mais simpático em resposta.
"Eu vi você aí, e pensei que talvez você quisesse uma carona até o Diário de Smallville." Brittany falou exalando confiança, mal sabia Santana que a adolescente estava ensaiando aquilo há cinco minutos. "Você aceita?"
"E como eu poderia negar um pedido tão galante assim?" Santana brincou, e toda a pose de Brittany se desmanchou, e ela sentiu suas bochechas arderem e ficarem vermelhas, mais uma vez.
"Obrigada." Brittany respondeu e desviou o olhar, e notou uma das fotos que estava ao lado de um grande troféu dourado em que uma jovem com a roupa de Cheerios que muito lembrava Santana estava ao lado da treinadora Sylvester, e ambas sorriam orgulhosamente com aquele mesmo troféu entre elas.
"É a sua mãe?" Brittany perguntou.
"Sim." Santana respondeu, e olhou de um jeito saudoso para a foto. "Segundo a treinadora Sylvester uma das melhores Cheerios que foi sua aluna." A morena lembrou-se de quando ela fez o teste para entrar para as líderes, e das lágrimas nos olhos da treinadora ao vê-la pela primeira vez usando o uniforme.
"Ela era muito bonita, assim como você." Brittany disse.
"Obrigada." Santana sorriu. "E quem diria que ela se casaria com um verdadeiro nerd?" Santana apontou para uma fotografia, com um rapaz moreno que usava óculos e sorria alegre com um diploma em mãos. Ele era quase uma representação perfeita do nerd clássico. " Ele se formou como o primeiro aluno da sala."
"Seus pais eram realmente muito diferentes." Brittany sorriu.
"Minha avó me disse que ele era envergonhado e tímido, e que suas bochechas ficavam vermelhas e ele perdia as palavras toda vez que a minha mãe falava com ele." Brittany ficou surpresa, por que eles pareciam exatamente como ela e Santana. O nerd tímido apaixonado pela líder popular e linda.
"Isso é muito legal." Brittany disse sorrindo.
"Eles viveram pouco, mas marcaram todos os lugares pelos que passaram, espero poder fazer o mesmo." Santana disse, e cruzou os braços.
"Eu tenho certeza que você vai." Brittany lhe assegurou, e sorriu. "Para mim você já é inesquecível." Ao ouvir aquelas palavras, Santana quis pular no colo de Brittany e lhe dar um beijo de tirar o fôlego, mas ela se conteve, e apenas a abraçou e lhe deu um beijo, um pouco demorado e até com certa luxúria no rosto.
"Obrigada, Britt, as coisas que você me diz me fazem me sentir tão especial, como ninguém nunca fez antes." Santana agradeceu. "Você é a melhor pessoa que conheço."
"Obrigada, Santana." Brittany agradeceu, e lhe deu um beijo na bochecha em resposta. "Mas eu acho melhor irmos, senão você vai se atrasar."
"Verdade, eu já me atrasei ontem, seria péssimo fazer isso de novo hoje." Santana respondeu e olhou mais uma vez para as fotos de sua mãe e de seu pai antes de deixar o local com Brittany.
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As horas na redação do Diário de Smallville, por mais que os Super Criminosos fossem o assunto mais interessante do momento, seus pensamentos não conseguiam fugir da curiosidade sobre a mentira de sua avó, e quando finalmente o seu turno acabou, ela acabou ficando para trás, olhando algumas publicações antigas.
"Senti que você estava um pouco distante hoje." Santana assustou-se e virou-se para trás, para ver Helen Bryce, a olhando com os braços cruzados.
"Ah, oi Helen, não se preocupe, eu já estou indo." Santana disse, pegando a sua bolsa, pronta para deixar o local.
"Não se preocupe, eu sempre fico por aqui, e o bom é que dessa vez eu vou ter companhia." Helen disse em um tom simpático. "Fique a vontade."
"Obrigada." A morena respondeu, e continuou olhando matérias antigas.
"Procurando algo específico?" Helen se aproximou e pegou uma parte dos papéis antigos.
"Não, exatamente, na verdade eu acho que não tem nada aí com os nomes Laura Sanchez ou Javier Lopez?" Santana perguntou, sem nenhuma esperança de obter uma resposta positiva, então Helen pensou um pouco e sorriu.
"Sim, eu já vi." Ela respondeu animada, deixando Santana surpresa. "Não Javier Lopez, além do obituário dele em 98, mas com Laura Sanchez eu já vi, duas vezes ainda."
"Sério?" Santana perguntou animada.
"Sim, uma publicação foi de 91 e a outra de 94." Helen respondeu, deixando Santana pensativa. Em 91 foi o ano sênior de sua mãe, onde ela conquistou o bicampeonato de cheerleading com as Cheerios, mas 94? Ela não sabia de nada especial naquele ano, a não ser o fato que foi o ano que Laura engravidara e se casara. "Eu posso ajudar você a encontrá-las."
Após quase dez minutos, Helen encontrou o exemplar do jornal de 91, que em uma pequena nota não falava sobre a conquista do bicampeonato pelas Cheerios comandadas por sua mãe, mas sim do vice-campeonato conquistado pelos Titãs do Smallville, onde o quarterback Richard Berry, que foi considerado o maior responsável por ter deixado o título escapar após uma virada heróica dos Sharks de Metropolis, se consolou chorando no ombro de sua namorada, Laura Sanchez.
Santana ficou chocada com a informação. Richard Berry foi namorado de sua mãe? Ela deveria ter imaginado, assim que encontrou uma foto do rapaz no diário de sua mãe.
"Você está bem?" Helen perguntou, preocupada ao ver a expressão de Santana.
"Eu não sabia que a minha mãe tinha sido namorada desse cara." Santana murmurou, quase mortificada.
"É o típico cenário do colegial, a capitã das líderes namorando o quarterback do time." Helen comentou, e ela estava certa, ela mesma havia estado nesse cenário clichê namorando Amanda.
"Eu sei, mas a minha avó nunca me disse isso." Agora as peças começavam a se encaixar para Santana. Sua avó lhe dissera que Javier sempre fora apaixonado por Laura, pela proximidade de suas famílias, mas na escola eles tinham grupos de amigos totalmente distintos, ela bonita e popular, enquanto ele ficava somente pelos cantos, a observando de longe, e provavelmente sofrendo por ela ter um namorado que estava no mesmo patamar de popularidade que ela, e que ele jamais conseguiria alcançar.
Então esse era o motivo pelo qual Alma detestava Richard Berry, ele havia feito Javier sofrer.
"Tem esse outro aqui." Helen disse, e entregou o outro artigo a Santana, datado em Setembro de 1994, e falava sobre uma banda de rock de Smallville que fez um show no Talon, cujo o vocalista e guitarrista era Richard Berry, e havia dedicado a música 'Time after time' para a sua namorada Laura Sanchez. "Santana, o que está acontecendo?" Helen perguntou preocupada, ao ver as mãos da adolescente começaram a tremer. "Santana?"
"Isso não... Eu preciso ir." Santana disse, apressada, e desorientada.
"Você não está bem, Santana, sair por aí pode ser perigoso." Helen a alertou, demonstrando genuína preocupação. "O que aconteceu?"
"Agora eu sei qual a grande mentira que a minha avó me contou, e ela não tinha esse direito, não tinha!" Santana disse, começando a chorar. Como Alma pode esconder isso dela por tanto tempo?
"Eu posso fazer algo para te ajudar?" Helen perguntou, visivelmente desconfortável.
"Está tudo bem, vai ficar tudo bem, obrigada por se preocupar comigo." Santana lhe assegurou. "Posso tirar uma cópia desse artigo?"
"Sim, claro que sim." E então Santana tirou uma cópia daquele artigo. "Olha, eu não acho uma boa idéia você sair assim dessa maneira, então, eu vou te dar uma carona até a sua casa." Santana abriu um pequeno sorriso em agradecimento.
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Alma acabara de preparar o jantar, quando escutou o som de carro parando em frente a sua casa, e logo imaginou se tratar de Santana, que estava um pouco atrasada naquele dia.
Logo que a porta se abriu, ela foi correndo receber a neta com um grande sorriso no rosto, como quase todos os dias, mas dessa vez Santana não estava sorrindo, ela estava com uma expressão bastante séria, e com os olhos vermelhos, indicando que havia chorado há bem pouco tempo.
"Santana, querida, o que aconteceu?" Alma perguntou, bastante preocupada, e se aproximando da neta, para ver se estava tudo bem com ela, pelo menos fisicamente.
"Por que você mentiu para mim todo esse tempo?" Santana perguntou com a voz firme, surpreendendo a Alma.
"O quê?! Do que você está falando?" Alma a questionou.
"É a sua última chance de falar a verdade, me diga, quem é o meu pai?" Os olhos de Alma se arregalaram com aquela pergunta.
"Eu não entendo a sua pergunta..." Alma começou a falar, desviando os olhos dos olhos de Santana. "E eu também não quero que você fique andando com essas pessoas que ficam colocando caraminholas na sua cabeça..."
"Então me explica essa caraminhola aqui!" Santana jogou a cópia do artigo do jornal em cima da mesa central da sala. Alma olhou para o papel, mas não o pegou. "Leia isso!"
"Não fale nesse tom comigo!" Alma repreendeu a neta fortemente. "Eu posso não ser a sua avó de sangue, mas eu te adotei e te criei, e você me deve respeito!" Santana se calou naquele instante.
"Por que mentiu para mim todo esse tempo? Eu acreditei que o meu pai estava morto, eu passei os treze últimos dia dos pais chorando a morte dele!" Santana acusou Alma.
"Richard Berry não é o seu pai, nem mesmo sua mãe quis isso para você." Alma disse com firmeza. "Javier te assumiu, te deu um sobrenome e o nome dele na sua certidão de nascimento, te amou como um verdadeiro pai ama uma filha." Alma começou a chorar. "Ele era capaz de tudo por você." Santana sentou-se no sofá. "Eu não vou mentir, eu fui extremamente contra a idéia de Javier se casar com Laura e assumir um filho bastardo, eu disse que nunca iria aceitar a situação e muito menos considerar esse bebê como meu neto, mas eu engoli as minhas próprias palavras, porque você foi o alicerce e o motivo de eu continuar vivendo após a morte do meu único filho."
Santana se levantou, e caminhou até a porta.
"Onde você está indo?" Alma a questionou.
"Eu preciso ficar sozinha." Ela respondeu, e saiu de sua casa.
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Brittany estava do lado de fora de sua casa, cobrindo o trator da família com uma lona, pois havia sinais de chuva se aproximando, quando ela viu Santana sair de sua casa, aparentemente chorando, o que a deixou preocupada, e sem pensar duas vezes, ela largou o que estava fazendo, e com passos rápidos alcançou Santana, que sentou-se perto de uma árvore, poucos metros de sua casa.
"Santana, o que aconteceu? Por que você está chorando?" Brittany perguntou, agachando-se à frente de Santana.
"Eu não sei o que pensar Britt, eu... Por favor, me leva para longe daqui, pelo menos por alguns minutos." Santana implorou. "Por favor, Brittany."
"Sim, para onde você quer ir?" Brittany perguntou, sem se importar com a tempestade se aproximando.
"Na torre da KTML TV." Santana lhe disse, e Brittany engoliu seco. Ela odiava a altura daquela torre, mas por Santana ela sempre estava disposta a tudo.
"Sim, só espera eu pegar o carro." Brittany respondeu e voltou correndo para o rancho, onde avisou os seus pais que sairia por alguns minutos, e pegou o carro, levando Santana para o local que ela lhe pediu.
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Uma vez em cima da torre, Brittany se aproximou de Santana, que não lhe disse nada durante o trajeto, e colocou a mão em seu ombro.
"Você está se sentindo melhor agora?" A loira perguntou.
"Eu não sei, eu estou com uma porção de dúvidas na minha cabeça agora, e eu não consigo encontrar uma solução." Santana respondeu, e Brittany sabia exatamente como era se sentir assim. "Eu descobri que eu não sou filha de Javier Lopez."
"Sério?" Brittany surpreendeu-se, então Santana não era neta de Alma.
"Meu pai biológico ainda está vivo, meu pai é o Richard Berry." Aquilo surpreendeu Brittany ainda mais.
"Richard Berry... Ei, espera, então isso quer dizer que você é prima da Rachel?"
"Por favor, não conte isso para ninguém, pelo menos por enquanto." Santana pediu encarecidamente.
"Eu não vou, pode confiar em mim." Brittany lhe assegurou.
"Eu confio." Santana murmurou, e postou-se a frente de Brittany. "Eu acho melhor irmos agora, eu achei que vir aqui me ajudaria a pensar melhor, mas não está, e vai começar a chover."
"Como você quiser." Brittany respondeu, e virou-se para a direção da escada.
"Mas antes eu quero te agradecer." Santana disse.
"Santana, não precisa, eu..." Mas antes que ela pudesse terminar, sentiu os lábios de Santana chocaram-se contra os seus, em um beijo de surpresa, mas carinhoso e quente. Após o (bom) choque inicial, Brittany relaxou, e postou suas mãos na cintura da morena, trazendo-a alguns centímetros mais perto, e Santana manteve suas mãos nos ombros de Brittany.
Elas nem sabiam dizer quanto tempo durou aquele beijo, mas só elas só se separaram, quando as primeiros gotas de chuva começaram a cair.
Santana abriu um lindo sorriso, que fez o coração de Brittany se acelerar ainda mais.
"Obrigada por tudo." Ela agradeceu.
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Martha olhou pela janela a forte chuva que estava começando a cair e preocupou-se com a sua filha.
"Eu acho que foi uma péssima idéia da Brittany sair de casa com esse tempo." Ela comentou com Jonathan, que estava sentada na cozinha.
"Não se preocupe Martha, a garota sabe se cuidar." Ele lhe assegurou, quando eles ouviram um barulho da porta da sala se abrindo. "Olha lá, ela já chegou."
"Mas o carro não está aqui ainda." Martha disse, e Jonathan a olhou surpreso.
"Como assim?" E nesse instante, duas figuras surgiram na cozinha: Um homem e uma mulher, jovens, loiros, a garota tinha olhos verdes, e o rapaz olhos azuis. Ambos estavam bastante sérios
Martha deu dois passos para trás, e Jonathan se levantou no mesmo instante, postando-se a frente da esposa.
"Quem são vocês? E o que fazem aqui na nossa casa?" Ele perguntou, mas não obteve resposta, os dois jovens continuaram parados olhando para o casal, até que a garota fez um movimento repentino, e extremamente veloz, agarrando e subjugando Jonathan, sem que ele pudesse perceber, já estava no chão, com seus dois braços sendo seguros para trás, por uma garota que era infinitamente mais forte que ele.
"Jonathan!" Martha exclamou, assustada, no momento que a garota pareceu dar uma ordem ao rapaz, em uma linguagem totalmente desconhecida para ela, e os olhos do rapaz voltaram-se para Martha, e ele caminhou lentamente em sua direção, quando Hércules desceu a escada latindo ferozmente, mas parou assim que viu os dois jovens. "Fique longe de mim!" Martha vociferou, mas o rapaz continuou se aproximando, e lhe segurou, com os braços para trás, assim como a garota estava fazendo com o seu marido. Ele parecia ser um pouco menos cruel que ela, que deu um golpe, aparentemente fraco, mas que foi capaz de fazer desmaiá-lo. "O que você fez com o meu marido?" Martha perguntou em choque.
Martha não obteve nenhuma resposta, e então a garota se ajoelhou na frente de Hércules, e passou carinhosamente a mão na cabeça do animal, e pela primeira vez esboçou um sorriso. O cachorro parecia conhecê-la há muito tempo.
Em seguida ela olhou para o rapaz, que ainda segurava Martha, e deu uma outra ordem em língua desconhecida para ela, e Martha só sentiu uma dor que a cegou em sua nuca, e tudo ficou escuro.
Quando Martha abriu os olhos novamente, ela estava amarrada em uma cadeira, de costas para Jonathan, que se encontrava na mesma situação, e viu os dois jovens examinando a sua casa.
Eles não olhavam para as coisas de valor como a televisão, o DVD ou o aparelho de som, mas sim para as fotografias que estavam em cima da estante e da lareira, quando o rapaz pegou uma foto em que estavam Martha, Jonathan e Brittany no meio deles, e a garota examinava uma foto somente de Brittany, então ela chamou o rapaz, e apontou para Brittany na foto. Ele sorriu.
"Nem pensem em tocar em um fio de cabelo da minha filha!" Martha vociferou, chamando a atenção dos dois jovens, que em seguida a ignoraram, e continuaram olhando as fotos.
E assim que a porta se abriu e Brittany entrou em casa, ela assustou-se, ao ver dois estranhos em sua casa, e ainda mais por ver o estado atual de seus pais.
"O que está acontecendo aqui?" Ela perguntou, assustada, e sem pensar, foi correndo na direção de seus pais, para soltá-los, quando a garota em um movimento rápido, postou-se a sua frente, impedindo a sua ação. "SAIA DA MINHA FRENTE!" Brittany falou irritada, e tentou empurrar a garota, que mal se moveu dois centímetros, mas assim que ela empurrou a adolescente, ela voou diretamente nos braços do rapaz, que a segurou com firmeza. "Me solta!" Brittany tentava inutilmente se desvencilhar do rapaz, enquanto a garota se aproximou vagarosamente. "Quem vocês pensam que são para machucar a minha família? Eu não vou deixar vocês fazerem isso!"
"Eles não são a sua família!" A garota falou séria, surpreendendo a Martha e Jonathan, e fazendo Brittany parar de se movimentar. "Mas nós somos."
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Próximo capítulo: As crônicas de Krypton
Brittany tem o seu primeiro contato com seres de seu planeta, e acaba descobrindo muitas coisas sobre o seu planeta natal.
Sandman faz o seu primeiro ataque.
Reviews, por favor?
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Eu pensei em escrever uma minific de uns oito ou dez capítulos falando sobre a estória do romance entre Laura/Javier/Richard, gostaria de saber o que vocês acham da idéia?
Obrigado por lerem e até a próxima
