Não estava segura de como confrontá-los nos próximos dias. As bodas de Alice era muito dolorosa de suportar. Sua prima estava muito feliz e perdidamente apaixonada, e Isabella experimentava entrelaçamentos de inveja. Em cada oportunidade na qual se via obrigada a estar junto de seu marido, escondeu seus sentimentos e fingiu ser uma esposa dócil.
Alternava entre ataques de saudade aguda por Boston e seus parentes e, quando pensava em sua situação com o Cullen, tinha acessos de melancolia. Sentia-se apanhada pelo amor que sentia por ele e desejou, mais de uma vez, poder superar a dor que lhe provocava amar semelhante estouvado.
A cerimônia das bodas resultou magnífica e Isabella chorou muito quando intercambiaram votos, para desagrado de seu marido, que te entregou um lenço e soltou um suspiro de irritação que, ao parecer dela, todo mundo ouviu na igreja.
Ela escondia sua dor por ter o Cullen como marido, e a irritava que ele nem fizesse esforço para ocultar seu desgosto com ela. Estava carrancudo como um escolar descontente. OH, na recepção que seguiu à cerimônia mostrou-se bastante simpático, até riu uma ou duas vezes, mas unicamente com os outros; Com ela não. Ignorou por completo a presença da sua mulher durante a maior parte do tempo, exceto quando foi necessário ditar alguma ordem.
Tanto Tanya como sua mãe assistiram à bodas e à recepção. Isabella se surpreendeu e esperou até que ela e Cullen, junto com o McCarty, quem compartilhou sua carruagem, empreendessem a volta a casa para comentá-lo.
—Não entendo como Tanya assistiu à bodas — começou. — Não oculta o feito de que me odeia, e sabia que eu estaria ali.
—Ambas foram convidadas — apontou McCarty. — Mãe e filha.
—Mas ela disse coisas tão terríveis sobre mim… — repôs Isabella, meneando a cabeça.
—Sim, mas só você, Cullen, James e eu sabemos — respondeu McCarty. — A mãe dela ainda tenta pescar seu pai.
—Tentei me aproximar para falar com ela — admitiu Isabella. — Mas era como um camundongo. Cada vez que me aproximava, saía disparada para outro rincão.
—Sim, parece com um camundongo — disse McCarty renda-se.
Ao Cullen não causou graça.
—Não quero verte perto desta mulher — declarou com voz dura.
—Só queria averiguar porque lhe desagrado tanto. Disse que tudo era por minha culpa. Acredito que tenho direito ou seja o que tenho feito para provocar semelhante ódio. Poderia haver me matado quando me empurrou pela escada na casa dos Yorkie.
—O que te faz pensar que foi ela? — Perguntou McCarty, no mesmo tempo que olhava para o Cullen, mas o gesto cortante que este fez com a cabeça deu a entender que trocasse de tema. McCarty, confundido, elevou uma sobrancelha e o fez. — Sentirá falta de Alice quando partir para as colônias? — Era uma pergunta ridícula, mas foi o único que lhe ocorreu para distrair Isabella.
—O que? OH, bom, é obvio que vou ter menos entretenimento — replicou ela, mostrando seu assombre ante a pergunta. — Estive pensando e gostaria de visitar minha família — Acrescentou lhe jogando um rápido olhar no Cullen para ver como reagia, mas o duque seguiu olhando pelo guichê. — Talvez poderia ir na primavera e passar um tempo ali.
—Não irá a nenhuma parte — interrompeu Cullen, cortante e Isabella estava muito cansada pelo comprido dia para discutir com ele.
McCarty procurou algum tema mais inofensivo. A tensão dentro da carruagem era quase evidente e extremamente incômoda.
—Que tal seu tio? — Soltou McCarty. — Pelo que sei não se encontrava muito bem.
—É só um resfriado — respondeu Isabella. — Cullen e eu o visitamos ontem e tinha o nariz avermelhado e os olhos chorosos, mas o médico diz que se recuperará em alguns dias. Estava muito molesto por perder as bodas de Alice.
Chegaram em casa e Isabella subiu para o seu quarto. Cullen e McCarty se retiraram para conversar na biblioteca.
Isabella passeou pela sua habitação antes de deitar-se na cama. Golpeou o colchão com os punhos para desafogar-se de sua frustração. Sentia-se miserável pelo crescente abismo que havia entre ela e seu marido, e começava a acreditar que se tratava de um problema irresolúvel.
A porta do dormitório do Cullen estava aberta e Bella entrou para contemplar a grande cama. Acaso se equivocava ao pedir para ele seu amor? Era ela a teimosa? Cullen lhe havia dito que era pouco realista. Talvez ele tinha razão. Possivelmente estava exigindo muito. Não obstante, intuía que o Cullen estava equivocado em sua maneira de pensar. Mesmo assim desejava estar entre seus braços para sossegar-se.
Rogou ter forças para continuar em seus treze, fechou a porta que a unia a seu marido e, pouco a pouco, retornou a sua cama fria e vazia.
Na manhã seguinte ele disse que já era tempo de voltar para o Cullen Hills. Isabella não discutiu, mantendo uma atitude distante de acordo com o humor de seu marido.
Cullen começava a ficar cansado da atmosfera hostil. Tinha chegado a apreciar o agudo senso de humor de sua esposa e desfrutava com as suas discussões. Era uma mulher inteligente que entendia dos sucessos políticos tanto nas Colônias como na Inglaterra, e ele sentia falta seus acalorados debates sobre as diferenças entre uma e outra.
Uma vez instalados na sua casa de campo, Cullen esperava que Isabella sentisse-se solitária pelo forçado isolamento e procurasse sua companhia.
Também sentia sua falta fisicamente e aguardava que ela se desculpasse para poder retornar com as suas relações íntimas.
Para o fim de semana, teve que revisar suas expectativas. Isabella não parecia sentir-se por nada solitária, e inclusive dava a impressão de que a vida campestre lhe resultava mais atrativa que o torvelinho social de Londres.
O pai de Isabella tinha insistido que ela ficasse com os dois cavalos árabes e, cada manhã, cavalgava com um deles, sempre com os guardas seguindo-a.
Uns negócios obrigaram ao Cullen viajar para Londres e, enquanto esteve ali, adquiriu várias custosas peças de joalheria, entre elas um colar de diamantes e rubis. Os enviou para Isabella por um mensageiro especial, com a intenção de retornar ao Cullen Hills no dia seguinte para receber o humilde agradecimento dela.
O colar foi devolvido na mesma noite, através do mesmo mensageiro. Não levava nota alguma, mas o exausto correio comentou que a duquesa o tinha rogado que devolvesse o colar para o seu marido o mais rápido possível.
Cullen se sentiu irritado pelo gesto de Isabella, e logo pensou que possivelmente o colar não lhe tinha agradado. Tinha tido a precaução de comprar várias magníficas gemas para serem montadas em qualquer desenho e as levava consigo quando empreendeu a volta para casa. Sua carruagem também carregava com um sortido de novos tecidos, propostas de paz adicionais para Isabella. Nenhuma mulher podia resistir a um vestido novo, e o Cullen estava convencido de que ela sucumbiria a sua magnânima generosidade.
Suas teorias eram errôneas e se sentiu mais furioso consigo mesmo do que o rechaço de sua mulher. Ela se negou a aceitar os presentes e, em rigor, pareceu sentir-se insultada por eles. Eram propostas de paz e ela era tão condenadamente teimosa para não reconhecê-lo! Claro que ele não se tinha explicado, mas toda mulher com um pouco de inteligência entenderia seu significado.
De noite, Cullen falou com sua mulher na biblioteca. Admitiu sua confusão pelo comportamento dela e isso pareceu enfurecê-la ainda mais.
Levava um singelo vestido azul com um pesado xale que lhe agasalhava os ombros.
—Quando compreenderá que não sou como as demais mulheres? — Perguntou Isabella. Estava de pé ante o fogo crepitante e esquentava as mãos, dando as costas a seu marido.— Não quero suas custosas jóias.
—Então as coisas mais finas da vida não lhe atraem? — Replicou ele com voz aparentemente calma. Ela se voltou e viu um brilho de fúria em seus olhos.
—Há outras posses mas apetecíveis — disse. Duvidou um instante, procurando um modo de lhe fazer entender de que se referia ao amor dele e a sua confiança. Mas tão logo tirasse reluzir esse tema seu marido se fecharia com a sua habitual obstinação. Necessitava um caminho para chegar no seu coração.
—Cometi um sério engano lutando contigo — decretou Cullen. A arrogância voltou na sua voz quando continuou: — Amanhã fará a bagagem e se transladará ao outro lado da propriedade. Ali há uma casa, a primeira levantada por um Cullen. Diz-me que os luxos nada significam para ti. Bem, demonstre-o! Vejamos quanto tempo demora a admitir a verdade.
Isabella assentiu, tentando esconder sua angústia. Como poderiam resolver suas diferenças se viviam em casas separadas?
—E viverá ali comigo? — Perguntou calmamente.
Cullen viu o alarme em seus olhos e quase sorriu. Parecia, que finalmente tinha encontrado um modo de fazê-la entrar em razões.
—Não — respondeu. — Os homens que contratei para velar por seu amparo irão contigo e eu retornarei a Londres. Quando tiver concluído meus assuntos ali, retornarei a esta casa. Diferente de ti, querida esposa, admito desfrutar das comodidades que me provê minha riqueza.
—E se deitará com outra mulher quando estiver em Londres? — Repôs Isabella com tom afável. Estava dando as costas ao Cullen e ele não podia ver sua expressão.
A pergunta o deixou perplexo. Desde que conhecia Isabella, não havia considerado tocar em nenhuma outra mulher, e agora esse pensamento o repugnava. Reconheceu que tinha outra arma com a qual feri-la, mas não se atreveu a empregá-la.
—Não — respondeu claramente, e esperou que Isabella fizesse algum comentário.
—Obrigada.
A simples resposta voltou a desconcertá-lo.
—Por que? — Perguntou Cullen. — Acaso se importa?
Isabella avançou até deter-se diretamente diante de seu marido, que estava apoiado contra o bordo do escritório.
—Porque te amo, Edward Anthony Masen — disse lhe olhando nos olhos com franqueza.
—Tem um estranho modo de demonstrar seu amor — comentou ele. Aproximou-se e a agarrou pela nuca atraindo-a para si. — Não te obriguei a abandonar minha cama, Isabella, você que deixou por própria vontade.
Ela não o respondeu mas sim se limitou a ficar olhando-o, até que já não pôde suportar a tentação. Seus lábios roçaram os de sua mulher e, como ela não tentou separar-se, voltou a beijá-la. Uma e outra vez.
Isabella cedeu sob seu tenro assalto e lhe rodeou a cintura com ambos os braços. Não se guardou nada, se deixando sentir sua necessidade, seu amor.
A língua do Cullen acariciou o suave calor que sua boca oferecia, acendendo as brasas do desejo com cada toque erótico. O beijo trocou, voltou-se brusco de insistência. O xale caiu ao chão quando ele a apertou abruptamente contra sua pélvis.
Queria que o beijo não terminasse nunca, mas quando Cullen apartou de sua boca e começou a martirizar o flanco de seu pescoço, Isabella suspirou com uma mescla de prazer e crescente ansiedade.
—Esta noite será minha — murmurou Cullen com uma voz suave como o veludo.
Voltou a beijá-la, um comprido e quente beijo, destinado a sufocar qualquer pensamento de resistência, e a elevou nos seus braços e a levou até seu dormitório.
—Sem discussões mulher — pediu.
Isabella assentiu e ele voltou a beijá-la antes de despi-la lenta e metodicamente. Tirou depois suas próprias roupas, surpreso quando Isabella se ajoelhou ante ele para ajudá-lo com as botas.
Essa noite ela estava concedendo todos seus desejos e Cullen se descobriu franzindo o sobrecenho pela inesperada mudança.
Isabella se incorporou e foi até a cama. Cullen a observou, pensando que era a mulher com mais graça do mundo, e a mas inocentemente sensual. E logo deixou de pensar.
Velas as gema ardiam a cada lado da cama e Edward não as apagou, desejoso de ver, como também de sentir, a paixão de Isabella.
Retirou as mantas e se tombou de lado. Queria saborear o instante, desfrutar da expectativa, mas, tão logo a teve entre seus braços e sentiu sua suavidade, não pôde conter-se. Beijou-a quase brutalmente, consumido por uma avidez que só ela podia satisfazer.
Essa noite não poderia ser suave e Isabella, cujas ânsias se assemelhavam as de seu marido, não desejava a tortura prévia de sempre. Suas unhas rasgaram os ombros do duque, enquanto sua pélvis empurrava contra a dele procurando satisfação.
Cullen a penetrou com um só movimento. Isabella deixou escapar um grito surdo e imediatamente ele se deteve, esticando-se contra ela.
—Deus, Isabella, não quero te machucar — lhe sussurrou.
Começou a retirar-se, mas ela se arqueou contra ele, apanhando-o dentro de si e lhe fincando as unhas na cintura.
—Não te detenha, Cullen, por favor — rogou.
Ele agarrou seu rosto e observou o prazer que dava a cada investida. Os olhos da jovem tinham trocado a um azul intenso e quando ele incrementou seu ritmo, ela gemeu, um som profundo e visceral que lhe chegou até a alma, empurrando-o ao êxtase.
O duque se rendeu ante seu esplendor quando Isabella se esticou contra ele alcançando o orgasmo. E então se derrubou em cima dela, exausto e satisfeito.
Isabella esperou que ele dissesse que a amava. A cada segundo que passava, sua satisfação se desvanecia.
Cullen a abraçou.
—Parece que este é o único lugar que não brigamos — sussurrou.
—São cômodas as camas nessa casa a que irei? — Perguntou ela, e isso confirmou ao duque que nada tinha mudado. Mas se negou deixar que ela o irritasse.
—Algumas não estão completas. Deus, que teimosa é, Isabella. Admita somente que me pertence e poderá ficar aqui.
—Nunca hei dito que não te pertenço — replicou ela, surpreendida pela interpretação dele. — Sabe exatamente porque discutimos. E até que não compreenda que não…
—Pode levar o que necessita — a interrompeu Cullen. Não pensava em ceder, e seu comentário confirmou para Isabella o quão inflexível era.
—Por que envias os guardas comigo? — Perguntou.— Sei que falou com Tanya — adicionou, tentando ver seu rosto.
Cullen a reteve contra seu peito.
—Tanya não tem nada haver — anunciou ele. — Não é responsável pelos atentados.
—Está seguro? — Perguntou Isabella, conseguindo escapar de seus braços. Sentou-se e franziu o sobrecenho, confusa.
Cullen apreciou a bonita imagem que oferecia sua esposa. Seu cabelo levemente encaracolado caía sobre seu rosto, destacando seu esbelto pescoço. A parte superior de seus peitos, aparecidos por cima das mantas que aferrava, o tentava.
—Cullen, perguntei-te se está seguro — insistiu Isabella.
Relutante, ele respondeu:
—Estou seguro.
Ela suspirou.
—Sabe? Acredito que tem uma atitude muito relaxada em relação ao assunto — balbuciou. — Se alguém tivesse tentado te fazer danifico, eu haveria dado volta a Londres até encontrá-lo. É como se a questão lhe aborrecesse.
—Prometi que me encarregaria da situação. Não precisa saber mais que isso. É minha preocupação, não a tua.
—Não Cullen, é nossa preocupação.
Ele suspirou pelo comentário e logo disse:
—Tanya acredita que conseguiste que seu pai não queira casar-se com sua mãe. Tinha grandes planos para um acerto financeiro mas você o danificou.
—Por que pensaria numa coisa tão ridícula? — Repôs Isabella com assombro.
Cullen refletiu e logo decidiu conta-la:
—Porque seu pai o disse.
—Mas por que ele faria isso?
—Seu pai estava sendo pressionado e te usou como desculpa. Era muito difícil dizer à mãe de Tanya a verdade, que ele não desejava casar-se com ela. Procurou uma solução fácil, te usando como cabrito expiatório.
A moça meneou a cabeça.
—Isso é uma covardia — murmurou.
—Na maioria dos casos — concedeu Cullen, que se estirou e voltou para rodeá-la com seus braços. — Mas seu pai é diferente. Viveu sozinho, em seu próprio e pequeno mundo, durante tanto tempo que…
—Quatorze anos — precisou Isabella.
—Sim, bem, não é bastante refinado ser visto com uma mulher como a Denali. Ela tinha as garras preparadas para apanhá-lo e ele empregou a primeira via de escapamento que lhe ocorreu.
—Tinha medo de ser verdadeiro? — Perguntou ela. — É isso que está sugerindo?
Cullen voltou a suspirar.
—É um homem velho, Isabella, e com costumes arraigados. sentia-se esmagado, não temeroso.
—Faz quatorze anos, quando me mandou com seu irmão a Boston, teve medo. Disso estou segura.
—Acabava de perder a sua mulher e seu filho recém-nascido; O homem estava afligido pela pena.
Enquanto Edward seguia advogando a favor de seu sogro, Isabella apenas o escutava, mas advertiu que ele estava defendendo o comportamento de seu pai. Em lugar de concluir rígida e inflexivelmente que seu pai se tinha comportado como um covarde, estava sendo pormenorizado e compassivo.
Perguntou-se por que não podia ser mas pormenorizado com ela. Por que não podia relaxar-se um pouco com ela? Isabella sábia que ao redor de seu coração havia um escudo que o protegia da vulnerabilidade, mas ela não sabia como apartá-lo.
Cullen tinha deixado de falar e, pela sua respiração profunda e regular, soube que ficou dormido. Tentou então se separar de seu abraço. A jovem fechou os olhos, mas demoro muito a dormir. Sua mente bulia.
Sabia que seu marido se preocupava com ela, muito mas do que ele mesmo advertia. Talvez era uma questão de tempo para admitir seu amor. Conseguiria sua confiança com isso? Isabella não sabia. Ela o havia considerado seu oponente na batalha que liberavam por entender-se mutuamente. Recordava lhe haver dito que, em realidade, não a conhecia em absoluto. Cullen tinha demonstrado a verdade das convicções dela quando tentou comprar seu perdão mediante custosas jóias. Possivelmente as mulheres de seu passado se renderam com isso, mas Isabella seguia exigindo mais. Queria que ele arrancasse o escudo de seu coração. Queria-o por completo.
A surpresa de ouvir o Cullen argumentando a favor de seu pai lhe indicou que ela também tinha cometido um grave engano. Nunca se tinha tomado a moléstia de averiguar as razões ocultas que havia detrás de seu cinismo, atacando somente as consequências desse temperamento amargo no que se referia a mulheres. Tampouco ela conhecia seu oponente.
Decidiu levar a cabo um ultimo ataque contra a armadura de seu marido e tirou o chapéu rezando pelo êxito de sua empresa. Poderia não ser capaz de derrubar as defesas do duque, mas sim causasse umas quantas imperfeições!
Antes do Cullen se levar, Isabella já estava de pé, vestida e fazendo sua bagagem. Tão logo viu o que ela estava fazendo, o duque irritou-se.
—É absurdo — disse entre dentes.
Isabella deixou de dobrar um vestido e o deixou cair sobre a cama.
—Estou de acordo.
Caminhou até a soleira da porta onde estava seu marido, e ficou nas pontas dos pés para lhe dar um beijo na bochecha.
—Não quero ir — ela disse. — Só me prometa que terá absoluta confiança em mim, então ficarei.
—Isabella, ainda não estou suficientemente acordado para brigar contigo. É meu dever te proteger de toda ameaça, tanto se vier do exterior como do interior.
—Volta a me insultar com suas convicções, Cullen. — Espetou ela — Mas te perdoarei por isso. Não pode fazer outra coisa.
Voltou para sua bagagem, com lágrimas lhe ardendo nos olhos. Cullen estava farto de que ela tentasse manipulá-lo. Teria-lhe pedido que ficasse se não tivesse tido dois motivos para enviá-la para longe. O primeiro se referia a sua segurança. Queria que sua esposa estivesse a salvo quando ele pusesse em marcha o plano para apanhar seu inimigo, e 'Cullen Agrada', é uma sólida construção medieval, era um lugar mais que apropriado.
A casa era toda de pedra e estava situada sobre o topo de uma colina cortada. Qualquer um que se aproximasse poderia ser visto uma boa meia milha. Enviaria dois guardas com Isabella; Outros três já estavam ali.
O outro motivo, embora mesquinho em comparação com a segurança de sua esposa, era em obter o controle. Serviria para lhe dar uma merecida lição a Isabella, quem, ao cabo de uma semana de isolamento, estaria mas que desejosa de voltar para luxo que ele podia lhe proporcionar.
Ela teve a audácia de lhe dar um beijo de despedida! Ambos se detiveram nos degraus de mármore do Cullen Hill e se despediram. Edward pensou que se via sério em sua determinação e que sua mulher parecia disposta a conquistar o mundo.
Considerou lhe dizer que essa não era uma aventura a não ser uma penitência, mas decidiu guardar silêncio. Quando visse Cullen Agrada, compreenderia-o.
—Isabella, ficará no Cullen Agrada por toda uma semana, sem se importar quais sejam seus desejos. Compreende?
Ela assentiu e se voltou para sair, mas Edward a deteve com a mão.
—Quero que primeiro me dê sua palavra. Não abandonará a propriedade por uma semana, sem importar-se qual razão tenha, sem importar que…
—Por que?
—Não preciso explicar nada — resmungo ele — Isabella, quero sua palavra. — Apertou os ombros dela com tanta firmeza que ela pensou que a ia deixar cheia de hematomas por um par de dias.
—Tem minha palavra, Cullen — disse, franzindo o sobrecenho.
—E quando chegar o fim de uma semana ditas voltar para meu lado, aonde pertence, estarei esperando suas desculpas.
Isabella se liberou e começou a baixar os degraus.
—Cullen, não ponha essa cara — disse por cima do ombro. —Já te hei dado minha palavra. — Começava a subir à carruagem quando repentinamente se voltou para ele. — Claro, terá que confiar em mim. — Não pôde resistir ao sarcasmo e se sentiu muito paga de si mesmo pelo desconcerto dele.
Sua arrogância foi se desvanecendo a medida que aumentava a distância que a afastava de seu marido. Levou-lhe quase quatro horas para chegar a Cullen Agrada. A vasta propriedade do duque estava sulcada de colinas, como viu Isabella no caminho para sua residência temporária. Rogava que fosse temporário e que seu marido sentisse sua falta. Talvez a separação valesse a pena. Talvez ele a desejasse tanto para compreender que a amava.
E talvez os olmos dessem pêras, pensou quando por fim viu a casa, horrivelmente fria e deprimente. Estava localizada sobre o topo de uma colina, sem uma só árvore que rompesse a árida paisagem. Um arroio rodeava a base da colina e sobre suas águas turvas se arqueava uma ponte de madeira de aspecto decrépito. Os guardas que a acompanhavam insistiram que o cruzasse caminhando se por acaso a madeira não resistisse o peso da carruagem.
Uma olhada mais de perto no seu novo lar não melhorou a impressão inicial. O edifício de dois novelo era de pedra cinza e a jovem considerou que por essa única razão os albatroz continuavam ali.
—Deus, a única coisa que falta é um fosso e musgo nos muros — disse entre dentes.
Mary Charlotte seguiu a sua ama até a porta sem dizer uma palavra.
—Não tem que ficar comigo necessariamente — lhe disse Isabella. — Entenderei se quer retornar ao Cullen Hills.
—Nosso trabalho está feito a nossa medida — replicou Mary Charlotte e Isabella viu seu sorriso com covinhas. — Ignoro as razões de seu exílio, mas minha lealdade é tanto para com você como para com sua excelência. E eu prometi a ele que cuidaria de você.
—Bem, vejamos quão horrível é por dentro — disse Isabella com um suspiro.
A porta estava entupida e Amun, um dos guardas, custou um grande esforço para abri-la. Curvada pelo clima e o tempo, rangeu quando finalmente se abriu.
O vestíbulo, de chão de pedra e paredes marrons de sujeira, era inóspito. Umas escadas conduziam ao primeiro piso, mas o corrimão estava solto e parecia a ponto de derrubar-se.
À direita estava o comilão. Isabella foi até a mesa, localizado no centro da escura habitação e passado um dedo pelo pó. Logo inspecionou as janelas. Cortinados burdeos, murchos pelo passado do tempo, arrastavam-se contra o chão.
O salão principal estava no outro lado do comilão. Isabella considerou que a planta era similar a casa de seu pai, mas as similitudes terminavam ali.
O salão estava fechado por portas lustroso que alguém devia haver acrescentado logo depois que a casa foi construída. Abriu-as e entrou, descendendo três degraus.
—Estou tratando de visualizar como se verá isto quando estiver limpo — comentou a sua donzela, que rondava a seu redor.
O salão era muito espaçoso. Tinha uma ampla abertura na parede da direita, duas grande janelas na parede oposta e portas que conduziam para fora no centro de outra parede.
Isabella foi até as portas, mas não pôde ver através dos painéis lustrosos. Abriu-as e descobriu um atalho de pedra.
—Na primavera, este quarto deve ser muito bonito — comentou. — Se plantasse um jardim e…
—Não pensa permanecer aqui durante tanto tempo, não é? — Mary Charlotte não pôde ocultar a preocupação na sua voz.
Isabella não respondeu. Tremia pelo vento que penetrava pela porta aberta e rapidamente a fechou. O pó formou redemoinhos a seu redor e Isabella, lentamente, foi até os degraus.
Sentou-se, com os ombros encolhidos em sinal de derrota. Deus, levaria meses para arrumar esse lugar. Cullen esperava que ela voltasse depois de uma semana de penitência, e ela agora entendia por que estava tão seguro!
—Quer voltar para casa? — Perguntou Mary Charlotte com ansiedade.
Isabella negou com a cabeça.
—Começaremos pelos dormitórios. Se não nos matamos tratando de subir os degraus.
O segundo guarda, um homem corpulento chamado Garrett, ouviu o comentário de Isabella e imediatamente provou a estabilidade da escada.
—Sólida como o dia em que a fizeram — anunciou. — O corrimão só necessita de uns pregos bem postos.
Isabella se sentiu subitamente inspirada.
—Teremos esta casa impecável num instante — predisse com entusiasmo.
Mary Charlotte a olhou com olhos exasperados.
—Levasse uma semana só para limpar um quarto.
—Não se tivermos ajuda! Irá até o vilarejo que cruzamos enquanto vínhamos e contratará ajudantes. E também uma cozinheira, Mary Charlotte.
Isabella fez uma lista e a criada se encaminhou para a carruagem. Mas a fanfarronada de que não levaria muito tempo limpar a casa se demonstrou falsa. Consumiu o resto da semana, trabalhando do amanhecer até o crepúsculo.
A transformação se resultou espetacular. As paredes já não se viam com o marrom deprimente, mas sim agora reluziam com uma capa de pintura branca. Os chãos de madeira do comilão e o salão brilharam com a cera. Encontrou mobiliário no desvão e o vestíbulo vazio agora se via quente e agradável. Isabella tinha comprado uma estufa de ferro e a havia instalado no rincão mas afastado do salão, e quando as portas do vestíbulo se fechavam, o quarto se esquentava.
Mas quando terminou a semana, Isabella se sentiu progressivamente inquieta. Tinha esperado ver o Cullen, mas ele seguia sem vir. E passou outra semana inteira antes que admitisse a verdade.
Chorava cada noite até ficar dormida, reprovando-se a se mesma, reprovando seu marido e às injustiças da vida em geral. Finalmente decidiu render-se e informou a Mary Charlotte que no dia seguinte retornariam ao Cullen Hills.
Sentou-se diante do lar do salão enquanto considerava o que diria a Cullen. Não tinha intenção de lhe pedir perdão e se só se limitava a retornar ao seu lado, ele suporia que tinha ganhado. Teria que encontrar algum modo de lhe fazer entender o que albergava no coração.
Sacudiu a cabeça, sabendo que ele tiraria conclusões errôneas e acreditaria que sentia falta do luxo. Ela constituiu que seria uma picada contra o seu orgulho e só a idéia a fazia se estremecer. Mas, o que ganharia se ficasse sozinha? Do que importava o orgulho? Tinha alardeado de que não aceitaria as coisas pela metade, mas agora admitia que a metade era melhor que nada.
Mary Charlotte abriu a porta e anunciou que o conde McCarty estava ali.
—Faz-o entrar — disse Isabella, sorrindo.
McCarty entrou e sorriu. Mary Charlotte o ajudou a tirar sua pesada capa de inverno e logo fechou a porta.
—É meu primeiro visitante, McCarty! — disse Isabella. Precipitou-se para ele e lhe agarrou as mãos, e impulsivamente o beijou na bochecha. — Por Deus, está gelado. Fique diante do fogo e se esquente. O que te traz aqui?
—Só queria te saudar — disse ele, indo-se pela tangente.
—Vieste de Londres para me saudar? — Disse Isabella.
McCarty via-se um pouco apurado. Agarrou a mão de Isabella e a conduziu até o sofá, sentando-se no seu lado.
—Perdeste peso — observou. — Isabella, vou interferir novamente, quero que me escute. Ed não voltará atrás. Seu orgulho lhe resulta muito importante e quanto antes você aceite isso, melhor.
—Sei.
—Sabe? Então por que…? — A rápida admissão de Isabella o surpreendeu. — Bem, isso facilita as coisas. Vamos, Isabella, voltemos para Cullen Hills.
—Cullen esta aqui? Acreditei que se encontrava em Londres.
—Está lá, mas pensa em retornar para Londres amanhã. Não necessita de nenhuma bagagem, se limite em vir comigo.
Isabella sorriu e meneou a cabeça.
—McCarty você gosta deste salão?
Sua afável pergunta o confundiu.
—O que? O salão? — Jogou um olhar e logo voltou para olhar Isabella.
—Sim, eu gosto. Por que a pergunta?
—Eu gostaria que Cullen o visse também — lhe explicou Isabella. — É pequeno para o que ele está acostumado, mas agora é cálido e acolhedor… E tem um lar. Talvez ele entenderia se pudesse ver…
—Isabella, do que está falando? Acabo-te de explicar que o Ed não cederá.
—Não precisa fazê-lo-o — acalmou ela. — Enviar-lhe-ei uma nota e lhe pedirei que venha.
—É uma evasiva? — Repôs McCarty, franzindo o sobrecenho. Ela negou com a cabeça e ele a mirou sem entender. — Bem, escreve a nota. Deus que obstinada é! Não fico nada surpreendido que Ed tenha se casado contigo. De tal astro, tal luz. Parecem-se muito, já percebeste.
—Não somos em nada parecidos. Eu sou bastante tímida e tranquila e ele é um gritalhão. Eu sou de trato fácil e ele é obstinado e cínico.
—Assim você é a Santa e ele é o pecador? — Respondeu McCarty rindo entre dentes. Isabella não lhe respondeu.
—Passará a noite aqui antes de voltar para Londres? — Perguntou. — Seria isso apropriado?
—Sim, seria apropriado — respondeu ele com um sorriso. — Tem suficientes guardas para que velem por ti.
Durante o jantar falaram sobre diversos temas. Finalmente o bate-papo derivou para o Cullen e McCarty lhe contou como se conheceram. Descreveu algumas das travessuras perfeitamente horríveis, que os dois tinham cometido e Isabella riu com vontades.
—Mas, então o que o fez mudar, McCarty? — Perguntou. — O que o fez tão cínico?
—As responsabilidades o forçaram a crescer muito rápido — Encheu os copos de vinho e bebeu um bom gole. — Enquanto seu pai e seu irmão mais velho ainda estavam vivos, Ed era o menino esquecido. Seus pais pareciam ter amor só para o herdeiro. Pois então Cullen era rebelde e indisciplinado. Apaixonou-se por uma mulher chamada Victoria. Era inocente sobre os enganos femininos.
Isabella quase deixou cair seu copo.
—Nunca me falou disso. Realmente estava apaixonado? O que aconteceu? Maldito o seja por não ter me contado isso.
Suas perguntas e comentários se alvoroçaram. Só de pensar que Cullen, o seu Cullen, amasse a outra era muita moléstia para poder assimilar.
McCarty a fez guardar silêncio com um gesto.
—Como estava dizendo, ele era muito jovem e Victoria parecia tão pura como qualquer virgem. Mas era uma zorra manipuladora e qualquer um com certa experiência se dava conta disso. Cullen disse para o seu irmão e a seus pais que iria se casar com ela. Todos reagiram muito mal. O irmão do Ed era tão ardiloso como Victoria e pensou que seria divertido demonstrar para seu irmão menor quão matreira era ela. Deitou-se com a mulher. Era uma armadilha, claro, e Ed entrou no justo momento.
—Mas, por que ele simplesmente não disse que ela estava o enganando? — perguntou Isabella. — Por que foi tão cruel? — Estava consternada pela história e seu coração simpatizou-se pelo seu marido.
—O que queria era que Ed ficasse como um parvo. Pagaram muito bem a Victoria por todas as moléstias. Isabella, você conhece a mãe do Cullen. Claro que a idade e a solidão a suavizaram, mas sempre foi fria, como o pai do Cullen. Duas semanas depois da humilhação que Ed sofreu, morreu seu pai e seu irmão. Sua carruagem derrubou-se. Repentinamente, a única família que ficou para a duquesa foi Ed, mas já era tarde demais. Ele a trata como uma estranha e ela só pode culpar-se a si mesma. A partir de então, Ed só passou seu tempo com… Digamos, profissionais. E então encontrou uma garota inocente das colônias, de olhos azul claro, que lhe pôs patas para acima e fez estremecer o mundo no qual se refugiou. — Levantou sua taça, brindando por Isabella, e sorriu.
—O que aconteceu com Victoria? — Perguntou ela.
—Agora deve estar sifilítica. Não se alarme, Ed nunca se deitou com ela. Ninguém sabe nada dela há anos.
—Conta-me tudo isto porque quer que seja paciente com meu marido. — Seu comentário fez sorrir o McCarty. — É um bom amigo, McCarty. Amo o Cullen, o que você já deve ter percebido. Mas não é fácil. E não importam as razões — adicionou. — O passado é o passado. Cullen ficou comigo e não vou me dar por vencida.
—Dar por vencida em que?
—Em meu ataque contra seu cinismo — respondeu Isabella. Ficou de pé e suspirou. — É tarde e certamente está muito cansado, mas se quiser podemos jogar cartas.
McCarty a seguiu até a porta. Estava cansado e não lhe atraía jogar cartas, mas pensou que Isabella tinha estado sozinha mais de duas semanas e teve piedade dela.
—O que quer jogar? — Perguntou-lhe.
—Ao pôquer, é obvio. — Entrou diante dele no salão. –Tratei de ensinar a Mary Charlotte, mas não tem habilidade para as cartas.
Isabella sentou-se na mesa diante do sofá, colocou o maço de cartas no centro e começou a baralhar como uma perita. McCarty deixou escapar uma repentina risada e tirou a jaqueta. Arregaçou as mangas e sentou-se na frente de Isabella.
—Sentirei-me mal por te depenar — admitiu, esperando sua réplica.
—Eu não. — Respondeu Isabella. — Além disso, o dinheiro é do Cullen, não meu.
E depois de perder as primeiras mãos, pode trocar de idéia. Jogaram até bem tarde. Quando Isabella finalmente anunciou que estava cansada, McCarty se opôs.
—Deve me dar uma oportunidade de recuperar o que perdi — protestou.
—Esse foi seu argumento faz uma hora — disse ela. Deu-lhe boa noite e subiu para sua habitação.
Sua solidão era sempre pior quando se deitava em sua fria cama. Ali sentia falta do Cullen mais que nunca. O velho colchão de palha condensada fazia doer às costas cada vez que se voltava.
Pensou no passado do Cullen e sentiu um pouco de remorso por não haver se mostrado mas pormenorizada com ele. E finalmente dormiu, com o travesseiro contra o peito, como se fosse seu marido.
O mensageiro que Isabella tinha enviado para Cullen voltou pela manhã seguinte, dizendo que o duque não se encontrava na casa. McCarty resmungou sobre a inconveniência de dar caça a seu amigo. Preocupado com Isabella, despediu-se dando-lhe um beijo na testa e partiu.
Isabella também estava decepcionada. Passeou pelos salões de Cullen Agrada pensando em seu marido e em como devia proceder quando se encontrassem novamente.
Voltou para sua habitação, sentou-se na cama e começou a pensar em que vestido usaria quando finalmente se reunissem. Gostaria de passar uma noite com ele, no Cullen Agrada, mas então reparou que seu marido não poderia dormir mais de dois minutos nesse horrível colchão. Esse pensamento levou-a a outro e a outro, e então teve uma idéia muito estranha. Riu com vontade e se precipitou escada abaixo para pô-la em marcha.
Uma estocada final contra sua armadura, disse-se. O assalto final. Então ele se assentaria e aprenderia a aceitar.
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N/A: Obrigado pelos reviews mypallotx3 e gby00. Ah gby00 acredito que uma boa parte das suas perguntas foram respondidas neste capítulo. Eu até ia postar na sexta este capítulo, mas depois da derrota da seleção brasileira me deixou desanimada... A propósito a fic já está na reta final só falta dois ou três capítulos.
E repito, você que está lendo a fic não se acanhe em deixar sua review. Adoro saber o que estão achando dessa fanfic adaptada.
[momento_twifan on] Mas e Eclipse que estreou nesta semana minha gente? (Tive que assistir na quinta-feira.) O.M.G. tio Slade arrasou! Cara se deste o primeiro tivessem tido a qualidade que teve o terceiro filme da saga acredito que muitos deste críticos de plantão não teriam falado tão mal dos filmes da saga anteriores. Adorei os flashbacks - só teve num momento que achei Rosalie quando ainda humana com uma aparência de vó (é quando ela estava passeando com Royce) - e Kellan estava tão Emmett amei², a única coisa que estraga neste livro/filme é Jacob tanto no livro como no filme quase vomitei na beijo dele com Bella. (Sou totalmente team Edward e anti Jacob, teria ficado muito feliz se o cachorro tivesse morrido de uma vez quando é atacado pelo recém nascido, mas infelizmente sobrevive ¬¬'). Putz ri muito da conversa entre Charlie e Bella sobre sexo. E o que vocês acharam do filme? [/momento_twifan off]
