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Quantas vezes eu já falei que amo meus capítulos? Então... Também amo esse aqui. Não chame de auto ego, eu só fico feliz quando consigo passar para as palavras tudo que está bem arquitetado em minha mente. E foi o que eu fiz.
Boa leitura, minhas queridas!
Capítulo 13
POV BELLA
Após muita insistência, Edward concordou que eu ficasse em casa para cuidar dele. É claro que não o deixaria sozinho em um estado de resfriado tão ruim.
Alimentei Sophie e a deixei no cercadinho dentro do quarto onde estávamos, parando para examinar a garganta do meu pobre homem. Ele tinha a expressão mais desnorteada e perdida do mundo, seus olhos pareciam caídos e seu corpo se movia lentamente, seria engraçado se ele não estivesse tão mal.
No final era apenas um início de uma inflamação, então liguei para a farmácia e pedi o que eu precisava: Antitérmicos, antibiótico, luvas e seringa. Seria mais rápido aplicar em sua corrente sanguínea, o efeito era muito mais agradável e ele pararia de reclamar.
Sophie gritou por atenção assim que subi com os medicamentos e a encontrei babando o suporte no cercado, Edward tentava manter contato mesmo estando um pouco distante.
- Eu queria tanto poder pegar você, Sosso – Edward resmungou com a voz falhando, ele estava coberto da cabeça aos pés.
- O que eu falei sobre as cobertas? – Reclamei puxando o cobertor, ele estremeceu e fez um bico formidável – E não faça essa carinha, Sr. Cullen. Só funciona com a Esme.
- Pensei que a Dra. Swan tinha um coração mais maleável – Edward resmungou se apoiando nos travesseiros – E o que é isso?
Tirei tudo o que eu precisava da sacola e vi que Edward quase pulou quando tomou conhecimento da seringa.
- Bella... – Sua voz era receosa – Você não vai usar isso em mim, vai?
- Ohhhh – Murmurei chegando perto dele e apertando seus pés que logo foram abruptamente puxados das minhas mãos – Edward Cullen tem medo de agulha?
- Não é bem um medo... É só... – Ele engoliu as próprias palavras quando comecei a preparar para aplicar, colocando as luvas e injetando o líquido do remédio na seringa – Isso é assustador, agora eu sinto muito dó das vacinas que a Sophie toma todo mês.
Sentei ao seu lado e senti que ele se afastou, então o puxei para perto e ouvi seu gemido de dor. Eu estava morrendo de pena, mas não podia parecer frágil.
- Não vai doer nada, eu prometo – Sussurrei enquanto passava um algodão com álcool em seu braço, tateando em busca de uma veia boa.
Edward tinha a expressão de um menino perdido. Um garoto desolado. Tive vontade de enchê-lo de beijos, meu garotinho desolado.
- E se doer? – Ele perguntou.
- Vire o rosto, não fique olhando – Murmurei com a voz mais delicada possível, ele me obedeceu – Se doer eu dou um beijinho pra parar.
Enquanto eu falava, apliquei a injeção e só quando eu já estava terminando Edward resmungou baixinho. Eu sorri lividamente, sabia que ele tinha feito de propósito só para ganhar um beijo.
- Pronto, viu? Não doeu nada – Joguei a agulha e a seringa fora, Sophie começou a gargalhar do seu cercadinho – É, meu amor, o Edward é um fraquinho.
- Doeu sim – Ele fez um bico – Não sou fraquinho, Sophie. Não compactue com essa desnaturada.
Sem que ele esperasse, retirei minhas luvas e cheguei mais perto do seu corpo quentinho, depositando um beijo cálido em seu pescoço incrivelmente cheiroso. Edward segurou meus braços com as mãos e me aproximou de sua boca, Sophie assistia a tudo quietinha do cercado.
- Hmmm, já está passando agora – Edward sussurrou jogando seu hálito super quente em mim.
- Você ainda está doente, Edward, deixe o remédio fazer efeito – Sussurrei bastante tentada a beijá-lo, mas sabendo que logo também estaria doente.
- Só se você ficar aqui com a gente, comigo – Ele sorriu seu sorriso torto, aquele que tanto me deslumbra.
- Eu fico – Cedi rapidamente, não era nenhum sacrifício compartilhar de sua companhia... Muito pelo contrário, ultimamente – Vou avisar a sua mãe que você está doente, ok? E a Tyna ligou, ela pediu que você checasse seus e-mails e disse que cuidaria do resto.
- Uhum – Edward beijou minha testa, prendendo-me contra seu peito másculo e cheiroso.
- Que tal uma canja de galinha? – Perguntei passando os dedos pela pele quente da sua barriga, por baixo da blusa que ele vestia. Senti seus pelos arrepiando com meu toque e sorri com o que eu causava.
- Bella, fique dois minutos quieta aqui – Edward usou sua voz de CEO e meu corpo respondeu malditamente, derretendo em seus braços.
- Preciso cuidar da Sophie também – Falei depois de alguns instantes.
- Olhe a Sophie ali, olhando para nós dois – Ele apontou para a nossa garotinha sorridente que mordia as próprias mãos – Ela parece muito feliz, mesmo eu querendo que ela estivesse na cama conosco.
- Ela é um anjinho – Sussurrei pensando em como sua proximidade se tornou normal, em como senti-lo dormir e acordar me tendo em seus braços era cotidiano.
Esse pensamento me arrepiou inteira.
- Já volto – Desvencilhei-me dos seus braços, mesmo após protestos e desci para preparar uma canja de galinha.
Depois de um tempo sozinha e pensativa na cozinha, olhando as árvores e as crianças brincando do lado de fora, compreendi que eu não poderia controlar nada quando se relacionava a mim e Edward. Meu ofício era deixar as coisas acontecerem.
Lembrei do depoimento sincero, embora grosseiro, de Jacob quando contei tudo para ele.
"Você é demais para o Edward, Bella. Vocês dois nunca poderão ter uma relação sólida porque em qualquer momento ele estará traindo você pelas suas costas e a sua bondade nunca deixará que você perceba e admita isso. Já pensou como pode ser para a Sophie se vocês se desentenderem e resolverem morar separados? No momento é tudo que ela menos precisa. Não seja ingênua, Bella, perceba que esse homem está usando você e vai deixa-la na primeira oportunidade ou mulher que aparecer. Você merece muito mais do que migalhas, você merece um homem que te ame de dentro para fora, um homem como eu."
Ignorei imediatamente tais pensamentos, Jacob estava completamente cego pelos ciúmes e tentando me convencer de que eu tomara a decisão errada. Eu odiava admitir que podia sim estar tomando-a, mas o risco valia a pena.
Edward e Sophie se tornaram muito mais do que um mundo novo para mim, eles se tornaram o real motivo para que eu existisse. O sorriso dela era o que me motivava todos os dias, e o que Edward se tornou... Esse homem cheio de metas, compromisso e amor incondicional pela nossa garotinha... Era o motivo de correr um risco tão grande. Eu precisava me dar uma chance de viver sem articular o futuro, eu precisava parar de evitar tudo o que o destino me dava.
Subi com a bandeja repleta de sucos, biscoitos de sal e uma deliciosa canja de galinha. Edward estava ao telefone, com o notebook pousado nas pernas e Sophie sentada ao seu lado, assistindo na tv em frente à cama de casal. Ela chupava sua chupeta vermelha com força e parecia completamente mergulhada no desenho colorido.
Sorri para aquela visão. Essa era a minha nova família.
- Aposto que ela pode se virar sozinha, Tyna – Edward tinha sua voz autoritária enquanto falava ao telefone – Não! Não conceda as verbas... Eu resolvo quando voltar. Obrigada, Tyna.
Edward me olhou intensamente nos olhos, depois passeou por meu corpo e me despiu com apenas um olhar afogueado. Ele sorriu torto quando me aproximei e depositei a bandeja na cama, roubando sua atenção. Finalizou a ligação e rapidamente experimentou a canja, gemendo em satisfação.
- Você cozinha tão bem – Ele disse e depois fitou Sophie – Desculpe, não pude resistir ao charme dessa mocinha.
- Você resiste assim tão facilmente à charmes de garotas? – Sussurrei beijando a barriguinha estufada de Sophie.
- Só quando elas estão no meu coração – Edward respondeu com uma certeza depositada nas palavras que eu até podia sentir a força delas, a veracidade.
Eu estava definitivamente banida do sexo casual ou qualquer outro tipo de relação independente.
Acho que estava bem fodida e, por algum motivo, sabia quem não sairia ileso disso tudo: meu pobre coração.
~.~
POV EDWARD
Bella tinha acabado de dar de mamar à Sophie, uma das cenas mais lindas que já presenciei na vida e nunca me cansaria de notar. Elas se conectavam de uma forma que um homem nunca poderá se conectar a um filho. É algo próprio das mães, eu sei disso.
Acabei com toda a refeição que Bella deixou para mim, alimentando-a de vez em quando enquanto ela amamentava minha bebezinha. Assim que voltou do quarto de Sophie, depois de tê-la colocado desmaiada na berço, Bella se sentou na cama e abriu seu notebook, mexendo em seus e-mails.
A curiosidade era grande para saber o que ela tanto fazia digitando, mas eu me contive a ficar apenas admirando sua beleza singular. Seus cabelos presos por um palito chinês tinham algumas mechas emoldurando seu rosto perfeitamente rosado, o tom das bochechas era próprio de sua personalidade incrível. Ela vestia um pijama de algodão considerado comum para diversos homens, mas para mim não.
A curva de seus seios ficavam perfeitas por baixo do tecido macio, suas pernas pareciam ainda mais deliciosas apertadas pelo short confortável e emaranhadas abaixo do notebook. Ela mordia o lábio inferior, concentrada em algo. Parecia como a mulher mais bonita que já vi.
Bella pareceu ter notado minha excessiva observação, por isso virou seu rosto e me fitou com uma linda expressão de dúvida. Comuniquei-me com o olhar, vendo seu sorriso tímido em troca.
- Você está melhor? – Bella sussurrou rouca, fechando o notebook e guardando no criado mudo ao seu lado na cama. Isso me lembrou que precisávamos reformar o quarto e deixa-lo mais aconchegante para nós dois.
- Sim – Respondi enfiando minha perna entre as suas – E eu queria agradecer por todo seu cuidado, Bella. Não ficaria bom tão rápido se não fosse pela sua atenção única e exclusiva. Confesso que estou mal acostumado...
Bella corou, o que eu adorava.
- Não quero que agradeça – Ela murmurou tracejando meu rosto com os dedos macios – Não com palavras.
- Estava pensando... – Soprei meu hálito em seu rosto, afetado com suas palavras – Por que não viajamos esse final de semana? A Sophie precisa conhecer novos ares, brincar em outro lugar que não seja esse condomínio. E seria como uma viagem de agradecimento também.
Ela sorriu e, inesperadamente, depositou um beijo casto em meus lábios tão logo disse a última palavra. Retribuí e a puxei para mais perto, pegando sua perna e enlaçando-a em meu quadril. Estar assim com Bella era algo que nunca experimentei na vida, uma paz de espírito misturada com um desejo que nunca cessava.
Quanto mais eu tinha Bella, mais eu a queria.
- E qual seria o destino? – Ela respirou fundo pousando a cabeça em meu ombro.
- Flórida – Beijei seus cabelos controlando a vontade que eu tinha de possuí-la agora mesmo, sem delicadeza e pela noite inteira. Mas meu corpo ainda precisava de descanso e Bella também, ela não parou o dia inteiro – Tenho uma casa há alguns passos da praia, a Sophie iria amar.
- Sol? Mar? – Bella levantou a cabeça para me olhar, sorrindo – Sim, vamos leva-la.
- E lá eu posso ter você inteirinha, o dia todo, só pra mim – Mordisquei sua orelha e senti seu coração disparar.
- Como se você já não tivesse aqui – Ela suspirou.
- Aqui é diferente, temos uma rotina louca – Beijei a pele delicada abaixo de sua orelha – E lá teremos o dia inteiro para aproveitar.
- Hmmm – Bella gemeu baixinho, deitando a cabeça no travesseiro.
Desliguei a luz do abajur, deixando o quarto escuro e sentindo-a apenas pela presença física. Eu não conseguia expressar com palavras qual a força do que ela estava causando em mim, apenas por gestos.
Então beijei sua testa e respiramos tranquilos, até pegarmos no sono.
Algo me dizia que, após essa viagem, as coisas mudariam ainda mais para nós.
~.~
POV BELLA
É claro que eu fui duramente questionada pelo diretor do hospital sobre o motivo de estar faltando a dois plantões em uma só semana, mas me abstive nos detalhes. Jacob não precisava saber ainda mais da minha vida pessoal com Edward, ainda indefinida.
Eu suspeitava que na Flórida chegaríamos a um comum acordo ou a alguma descrição do que estávamos vivendo, afinal precisamos disso para continuar o processo adotivo da Sophie.
Sophie.
Ela está tão grandinha e tão esperta, parece um anjo caído do céu. Seus olhinhos verdes como os de Edward cada dia me cativam mais, é como enxergar sua própria alma olhando para eles. E seus cabelinhos loiros que estavam mais crescidos, alguns cachos se formando nas pontas e era visível que ela estava prestes a andar, ou falar.
Isso me preocupa muito, o fato da minha garotinha ter quase onze meses e não pronunciar uma palavrinha sequer. A assistente social, Sra. Muller, admitiu que poderia ter relação com o acontecimento bruto da perda dos pais, mas eu não entendia. Sophie parecia feliz comigo e com Edward, ela vive sorrindo ou gargalhando com as palhaçadas do tio-dindo-meio-pai. Ela é uma criança saudável e se adaptou perfeitamente a nós dois, não consigo acreditar que não tenha falado por motivos emocionais.
Eu refletia sobre esse problema enquanto observava seu rostinho sereno, dormindo no colo de Edward na seção de desembarque do aeroporto internacional de Miami. Estávamos buscando nossas malas e Sophie parecia desmaiada sobre o ombro dele, agora recuperado da gripe violenta.
Edward estava sorridente, sua barba por fazer me lembrava a todo instante que tínhamos uma semana inteira sem sexo. Ele foi completamente correto em falar que a nossa rotina louca afeta a forma como lidamos com nós mesmos, porque essa semana ficamos limitados a beijos e toques mais ousados. Edward adorava me provocar apenas com o olhar, e algo em seus toques me davam a impressão de que ele realmente falou a verdade quando disse que não tinha estado com mais nenhuma outra.
Não sei porque, mas eu decidi confiar nele mesmo sabendo que ele era o cara menos confiável da face da terra. Edward me mostrava com ações que queria e estava mudando em prol da Sophie, e eu sabia que por mim também.
Ele não dizia com palavras, mas com gestos. Cada vez que sua boca tocava a minha, eu sentia que não se tratava apenas de sexo ou relação independente. Eu sabia que era mais. Só não sabia intitular.
- O que você tanto pensa nessa cabecinha? – Edward tocou minha têmpora quando parei o carrinho das malas no estacionamento do aeroporto, já sentindo o calor da Flórida.
- Nada demais – Sorri depositando um beijinho nas costas da pequena Sophie, ela estava linda em um bóri branco repleto de bolinhas azuis.
- O carro já deve estar parado... Ali – Edward apontou para um conversível preto da Mercedes e eu quase caí para trás.
- Então você alugou um conversível? Para um fim de semana? – Perguntei boquiaberta e Edward passou uma bebê dorminhoca para os meus braços.
- Vou apresenta-la a verdadeira Miami, baby – Ele sussurrou apertando minha cintura e senti um frenesi com seu toque, eu estava carente dele.
E cada vez que ele me chama de baby acho que estou tendo uma convulsão. Sua voz fica tão incrivelmente sexy e...
- Quer colocar a Sophie na cadeirinha? Ou vai com ela no banco de trás? – Edward perguntou assim que terminou de colocar as malas no fundo do carro.
- Acho que vou com ela no colo, não quero acordá-la – Beijei os cabelinhos loiros e cheirosos da minha princesa e a porta do fundo foi aberta para mim, Edward beijou meus lábios assim que sentei no banco de couro – Hmm.
Eu precisava de mais.
Oh meu Deus. Ele mal pode esperar para ver os biquínis que Alice colocou na minha mala.
Sorri maliciosamente assim que o carro pegou a avenida principal da cidade, em rumo ao lugar que se transformaria o símbolo do nosso relacionamento peculiar.
~.~
POV EDWARD
Miami - Flórida
Assim que chegamos, Bella fez um tour pela enorme casa de praia e eu apresentei Irina, nossa cozinheira e também Kate, a filha de Irina que tomaria conta de Sophie quando precisássemos, mesmo que eu tenha plena consciência que serão poucas vezes. Bella e eu nos acostumamos a lidar sozinhos com a bebê e ela criou um vínculo tão grande que até rejeitava estranhos.
- É tão lindo, Edward – Bella disse sorrindo ao admirar a passagem de um dos quartos diretamente para a praia deserta de Key West. Uma das mais bonitas de Miami.
A tarde estava perto do seu fim e Sophie já estava acordada, por isso decidimos leva-la para conhecer o mar antes de escurecer. Bella vestiu um maiô rosa na pequena e colocou um chapeuzinho que a deixou formidável, eu tive a tarefa de distraí-la enquanto Bella vestia alguma roupa de banho.
Fiquei apenas de bermuda, deitado na cama do quarto onde estavam as minhas malas e as de Bella, esperando pacientemente a mulher dar o ar de sua graça.
- Por que será que a mamãe está demorando tanto? – Sussurrei bem baixinho no ouvido de Sophie e ela se afastou sorridente, sentindo cócegas – Bella!
- Hum? – Ela gritou de dentro do banheiro, sua voz abafada pelas paredes.
- Está precisando de ajuda para amarrar o biquíni? – Provoquei, levantando da cama e levando Sophie comigo. Suas perninhas balançavam como faziam quando estava no canguru, era uma mania da gordinha.
Bella não respondeu, mas abriu a porta e atravessou o quarto. Acho que eu estava fazendo alguma cara muito idiota, porque ela riu quando me observou. Seu riso era sexy e muito, muito provocante.
Fiquei imediatamente duro com a visão em minha frente.
Bella estava vestindo um biquíni de cortininhas, malditamente curto. Seus seios pareciam querer saltar do tecido florido e a parte de baixo, listrada e minúscula, me implorava por beijos.
- Você acha que eu preciso de ajuda? – Ela perguntou sedutoramente e eu estava esquecendo que tinha Sophie nos braços.
- Bella... – Murmurei repreendendo-a.
- Sim? – Então ela se virou para pegar algo na mesa de canto próxima a porta de vidro que dava para a praia e eu quase tive uma morte súbita.
Não havia tecido ali. Porra. Onde estava o biquíni na parte de trás? O fio dental deixava seu bumbum perfeito. Eu queria mordê-lo, apertá-lo e ouvir seus gemidos de satisfação.
- Puta merda, mulher – Falei sentindo a baba escorrer pela boca – Você não está autorizada a sair assim.
- Deixe de ser tão machista, Edward. E não há ninguém na praia, você sabe disso – Bella se aproximou segurando uma saída de praia rendada, vestindo-a enquanto vinha ao meu encontro.
Eu não disse nada, não precisava. Tudo que eu queria era usufruir do seu corpo e de suas palavras sujas essa noite.
- Baby, não faz assim – Implorei demorando-me na curva dos seus seios, louco para chupá-los.
- Vamos levar a Sophie para conhecer o mar – Bella levantou meu queixo e meus olhos encontraram os seus, eu a despi com apenas um olhar – Mais tarde, Edward.
Ela sussurrou tão baixinho que quase não ouvi, mas minhas partes baixas captaram muito bem a mensagem.
- Dessa noite você não escapa – Mordisquei seu lábio inferior e depois chupei, beijando-a com calma e adoração. Bella suspirou quando a soltei e pegou Sophie no colo, levando-a para a areia clara.
Caminhamos lentamente até nossos pés encostarem nas ondinhas baixas, a água começando a dissipar o calor que reteve o dia inteiro.
- Olha que lindo, Sosso – Bella murmurou em sua voz maternal, apontando para o lindo mar cristalino. Sophie impulsionou para a frente, querendo sair do colo. Suas perninhas balançavam ansiosas para tocarem o chão.
Ajudei Bella a colocar a pequena na areia, de pé, cada mãozinha sua segurava uma de nós dois. Ela arregalou os olhos assim que sentiu a textura macia e áspera da areia, enterrando os pezinhos e sentindo as ondinhas baterem em suas perninhas gordas.
Ajoelhei junto com Bella e ficamos maravilhados com a reação de Sophie, ela começou a chutar a água e a gargalhar.
- Gostou do mar? – Perguntei molhando sua barriguinha coberta pelo maiô e sentindo sua respiração funda, receosa – É gostoso, Sophie. Sinta.
Senti que Bella tinha os seus olhos em mim e em Sophie, mas quando virei e pude fitar seu rosto encontrei o seu sorriso mais lindo. Seu sorriso sincero e feliz. Ela sorria de canto, a pouca luminosidade do sol se pondo me mostrou que suas bochechas estavam rosadas.
Passamos um longo tempo ali, molhando Sophie aos poucos e curtindo suas diversas e engraçadas reações. Depois de meia hora a garotinha já estava parcialmente imersa na água e tinha a expressão mais linda do mundo no rostinho pequeno.
- Acho que a Sophie adorou – Bella sussurrou segurando os bracinhos da menina enquanto ela caminhava pela areia – Mas já está coçando os olhinhos, deve ser o cansaço da viagem.
- Então vamos coloca-la para dormir – Aproximei meu corpo do seu, por trás. Beijei seu ombro nu e aproveitei a sensação de tê-la quente em meus braços.
- Hmmm, Edward... É melhor eu dar um banho nela e um delicioso leitinho – Bella virou a cabeça para o lado, me dando espaço enquanto falava – E ela dormirá a noite inteira.
- A noite inteira? – Perguntei meio rouco, Bella parecia ainda mais convidativa nesse clima praiano e vestindo apenas um fiapo de tecido – Hm... Gosto disso.
- E você me espera aqui – Isabella esfregou a bunda em minha crescente ereção e eu xinguei diversos nomes mentalmente, ela sabe como me provocar – Volto em instantes.
Deixei Bella ir, mas não antes de beijar seus lábios macios e deliciosos e também encher o rostinho redondo da Sophie de pequeno beijos estalados, fazendo ela se esparramar nos braços de Bella.
Observei-as saindo da minha visão e o rebolar da mulher que eu desejo estava quase me sufocando.
Ah, Bella. Vou fazer você gritar a noite inteira.
~.~
A lua estava no horizonte, beijando o oceano. Eu passeava pela maré calma e quentinha esperando por Isabella. Já havia se passado muito tempo, eu nem saberia contar, desde que ela se foi com Sophie.
Senti e ouvi o barulho de alguém agitando a água, a praia estava completamente deserta e eu podia ver qualquer movimento. Assim que me virei, Bella vinha caminhando lentamente contra a resistência natural da água e sendo iluminada pela luz da lua. Sua pele ficava ainda mais bonita, mais leitosa e convidativa.
Observei um sorriso tímido se formar em seus lábios quanto mais ela se aproximava de mim. Fitei-a nos olhos como se tudo dependesse daquele olhar e ela correspondeu intensamente. Meu peito apertou com uma sensação boa, quente, inexplicável.
Toquei seu braço com a mão livre, sem quebrar nosso contato visual, e a trouxe para tocar cada centímetro do seu corpo com o meu. Sua respiração se tornou forte, sua boca entreabriu sem nada dizer.
- Você é linda, Bella – Sussurrei tracejando seu lábio superior com meu dedão e sentindo-a arfar.
Não esperei mais nenhum segundo e nenhuma resposta de sua parte, beijei-a furiosamente apertando seu corpo contra o meu e descendo meus dedos pela sua coluna ereta. Nossos batimentos cardíacos eram aceleradíssimos, eu podia sentir quando seu peito encostou no meu.
Seu corpo era mais leve por conta da água, então eu levantei-a pelas coxas, prendendo suas pernas deliciosas ao meu redor. Eu já estava completamente duro, mas isso era praxe. Eu fico duro com apenas um olhar de Isabella e não sei se é muito saudável essa nossa atração magnética. Somos como polos magnéticos opostos, a atração é forte e imediata.
Desci os beijos por seu pescoço e clavícula, chegando ao topo dos seus seios. Bella cheira a amêndoas e, muitas vezes também, a morangos. Seu sabor é maravilhoso, sua essência é única.
Meu cabelo foi puxado duramente por seus dedos da maneira perfeita entre a dor e o prazer. Eu sentia que não precisava de mais nada nesse mundo se Bella estivesse ali, se encaixando em mim, respirando em minha pele e gemendo furiosamente o meu nome.
Empurrei meu corpo diretamente no local onde desejávamos e toquei a bunda quase descoberta de Isabella, brincando com a tirinha do seu biquíni provocante.
- Isso aqui me deixou maluco – Confessei, sem pensar, em seu ouvido após puxar sua orelha direita com os dentes.
- Hmmmmm – Bella gemeu baixinho, reverberando em meu membro necessitado – Vamos para o quarto, Edward.
Ah! Eu adoro quando meu nome sai dessa sua boquinha linda, Swan.
Olhei profundamente em seus olhos depois de beijar-lhe os lábios com força:
- Eu quero você na areia, Isabella – Murmurei.
- Podemos ser vistos – Ela sorriu completamente arrepiada, eu andei segurando firmemente em seu bumbum gostoso.
- Relaxe – Disse, levando-a até a areia molhada pelas ondas e depositando seu corpo ali.
Dali pra frente, tudo era como câmera lenta. Quando Bella me puxou pelo pescoço para um beijo, eu gemi apertando sua cintura e pernas sujas de grãos de areia. Seu cabelo estava esparramado, os fios espalhados tornando aquela visão ainda mais sensual do que parecia.
Espalhei diversos beijos por seu ombro, descendo seus dois braços que me apertavam e ouvindo seus gemidos baixinhos. O perigo de sermos vistos a qualquer momento deixava a situação mais excitante.
Contornei seus seios com os lábios, liberando um do tecido e mostrando seu bico rosado com cheiro de leite materno. Por incrível que pareça, não era um cheiro ruim. Era cheiro de mulher de verdade, expelindo de mim ainda mais masculinidade quando beijava-os devagar.
Bella arranhou minhas costas quando lambi seu bico, gemendo e levantando o corpo para que eu chupasse mais. Era tudo o que eu queria: chupá-la inteirinha, provar seu sabor indiscutivelmente singular.
Suas pernas abraçaram meu corpo e seu centro fazia pressão contra meu membro aprisionado pela bermuda de banho apertada e molhada. O fato de estarmos molhados também era delicioso.
Dei atenção aos seus dois lindos seios, demorando-me no tempo certo em cada um e excitando-os, enrijecendo-os. Desci meus lábios por sua barriga, circulando seu umbigo com minha língua e ansioso para provar dos seus sucos requintados.
- Edward, por favor – Bella quase gritou – Me leve para a cama, o chuveiro, que seja...
Eu não podia resistir quando ela me pedia desse jeito, tão entregue. Levantei seu lindo corpo em meus braços e gemi quando seus seios roçaram em meu peito, sem limites de tecidos. Caminhei quase rápido demais, passando pelo portão e pelo gramado do jardim, logo depois pela porta de vidro que dava acesso ao nosso quarto.
Estávamos muito sujos de areia, então caminhei até o banheiro e liguei a ducha enquanto Bella não parava de beijar todas as partes alcançáveis de minha pele. A água quente jorrou sobre minhas costas e atingiu Isabella, seus cabelos caindo como cascatas e tocando em minhas mãos que a prendiam pelo bumbum.
Empurrei seu corpo contra a parede fria e continuei meu trabalho, completamente ansioso e tremendo de tesão por seu corpo. Uma semana era demais, porra.
Bella me fitou séria quando abaixei a parte de baixo do seu biquíni pequeno, finalmente avistando sua intimidade rosada, sem um pelo sequer.
- Porra, Bella – Ajoelhei tocando em seu centro e fazendo-a gemer – Vou lamber você inteirinha.
- Por favor – Ela implorou com sua pulsação acelerada.
Eu deixei meus lábios tocarem seu ponto maravilhoso entre as pernas, lambendo seus sucos e ficando ainda mais duro com seus gemidos que pediam por mais. Enfiei um dedo, surpreendendo-a. Bella me olhou com os grandes olhos castanhos arregalados, a boca inchada e os cabelos em uma imensa confusão. Eu explodiria a qualquer momento. Ela parecia uma deusa do sexo, uma feiticeira.
Empurrei mais um dedo em sua abertura, já sentindo resistência de seus músculos interiores.
- Você é tão apertada, baby – Sussurrei com a boca lá em baixo, lambendo toda sua extensão.
Bella estava trêmula, mas conseguiu arrastar as mãos até mim e puxar minha cabeça para encontrar com a sua. Assim que ficamos frente a frente, meus dedos ainda dentro dela, sua boca tomou a minha sem pudor. Nossas línguas brigando por espaço, nossas resistências sendo quebradas.
Eu nunca mais seria o mesmo.
Soube disso quando Bella soltou meus lábios e mexeu suas pernas, roçando uma na outra e fazendo meus dedos saírem de seu calor. Ela me fitou profundamente nos olhos, a água caindo ferozmente atrás de nós. Então, Bella caiu de joelhos em minha frente e deixou que minha bermuda caísse molhada no chão, capturando meu membro pulsante com suas mãos delicadas.
- Bella... – Gemi sem querer fechar os olhos e perder o espetáculo.
Assim que ouviu seu próprio nome ser pronunciado, sua boca que antes estava na minha sugou a pontinha do meu membro enquanto sua mão esquerda fazia um movimento de vai e vem. Foi então que eu ouvi o que seria a minha morte:
- Goze na minha boca – Ela sussurrou antes de chupar e me colocar inteiro em sua boca pequena.
Puta que pariu.
- Eu não vou... – Engasguei quando ela me sugou novamente, a visão era fodidamente sexy, erótica, incrível -... aguentar.
Uma de suas mãos pegou a minha que estava contra a parede e colocou atrás de sua cabeça, em sua nuca. Era a deixa para que eu controlasse seus movimentos. Eu ainda estava bêbado com a sensação de sua boca quente em meu pau, eu não sobreviveria muito tempo.
Massageei sua nuca delicadamente, incentivando suas investidas. Bella alternava as sucções com suas próprias mãos e me fazia o homem mais feliz do mundo. Quando eu bati fundo em sua garganta e ela não fez nenhum som de engasgo, meu pau ficou inchado e pulsou forte. Eu sabia que iria gozar, então tentei tirar meu membro de seu aperto, mas Bella me olhou tão cúmplice que não tive forças, me derramei em sua boca gostosa gemendo como um animal.
- Puta merda, Isabella – Falei assim que ela engoliu tudo sem demonstrar nojo, lambendo a ponta e esfregando os seios em minha pele enquanto subia ao meu encontro – Você foi... incrível.
Eu não acreditava que suas bochechas estavam rosadas, ela parecia tão desinibida segundos atrás. Massageei seus seios com minhas mãos e beijei sua boca, sentindo meu gosto lá. Essa mulher está me desfazendo.
Desliguei o chuveiro, envolvendo Bella em uma toalha e pegando seu corpo no colo, levando-a até a enorme cama de casal no centro do quarto. Ela evitava meu olhar, mas eu sabia que estava completamente excitada e precisando dos meus toques.
- Bella, olhe pra mim – Joguei seu corpo na cama, segurando firme em sua coxa. Ela deixou que os seus lindos olhos chocolate invadissem minha visão, meu coração encheu de algo que eu não sabia explicar – Não fique envergonhada, nós somos parceiros. Não somos?
Bella assentiu e eu depositei um beijo casto em seus lábios, provocando ao puxá-los com os dentes.
- Agora me deixe adorar o seu corpo – Sussurrei descendo meus beijos, recomeçando o que fizemos na areia da praia e no banheiro – Seus seios – Beijei cada um, ouvindo seu gemido baixinho – Seu ventre – Lambi até chegar abaixo do umbigo – Seu centro rosado e lindo.
Lambi Bella inteirinha, sem inibições. Enfiei três dedos em sua entrada, alternando com sugadas em seu clitóris. Coloquei suas pernas em meus ombros, mordiscando a pele sensível do interior de sua coxa e bebendo dos seus gemidos estimulantes. Eu já estava completamente duro, pronto para ela, mas queria que Isabella gozasse em minha boca.
Assim que senti sua pulsação acelerar e seus gemidos mais intensos, o aperto de dentro dela quase machucou meus dedos e eu lambi todo o seu gozo, todo o seu prazer.
- Ah, Edward – Bella gemeu alto, tentando me puxar para cima. Ela olhou tudo estando contra os travesseiros altos – Quero você dentro de mim. Agora.
- Seu desejo é muito mais do que uma ordem – Murmurei subindo ao seu encontro, mordiscando seus seios e sentindo seus arranhões em minhas costas.
Ela segurou meu membro, masturbando-o e olhando para mim. Eu arfei e suguei seus lábios, enfiando minha língua para brincar com a sua. Nosso beijo exalava sexo, nossos corpos estavam no limite. Toquei sua intimidade e senti como ela já estava novamente pronta para mim, então Bella me olhou enquanto guiava meu membro para dentro dela e foi como um segundo suspenso no ar.
Quando ela me enterrou em seu calor, nós dois gememos e, no entanto, não desviamos o olhar. Enfiei vagarosamente, provocando sua área sensível e a posição me fez chegar o mais fundo possível. Eu queria falar alguma coisa suja, mas não conseguia nem retirar sílabas da boca.
O peso do momento era tão grande que palavras não foram suficientes.
Segurei suas mãos no alto de sua cabeça, meus dedos entrelaçando com os dela enquanto eu ia fundo, estocando. Indo e vindo.
Bella tinha a boca inchada e aberta em um círculo silencioso, uma prece para que eu continuasse a movimentar meus quadris contra os seus. Era uma dança perfeita, como se fôssemos feitos para estarmos encaixados. Seu aperto sufocante em meu membro era uma tortura deliciosa, como avançar e voltar atrás ao mesmo tempo.
Com a mão livre segurei uma de suas pernas, passando por meu quadril e forçando um novo ângulo dentro dela. Bella gemeu tão alto que supus que esse era o seu ponto.
Beijei seus seios sem tirar meus olhos de cima dos seus, então Bella me prendeu com as duas pernas e forçou para se virar e ficar por cima. Eu saí de dentro dela com um gemido, arrastando-me até os travesseiros e descansando contra eles.
Bella engatinhou em minha direção como uma gatinha manhosa, eu sorri torto quando ela se abriu e sentou em meu colo, logo em cima do meu membro. Seus seios rasparam contra meu peito quando ela segurou meu pau e empurrou para dentro, gemendo. Beijei sua boca deliciosa e pensei que nunca me cansaria disso, nunca enjoaria do seu gosto.
Foi então que Bella segurou na cabeceira de ferro da cama com as duas mãos, preparando-se para rebolar. Eu cravei os dedos em sua cintura, auxiliando nos movimento até que achamos o nosso ritmo. Cada vez que ela subia, eu mordiscava seus mamilos. Cada vez que ela descia, eles raspavam em meu peito causando uma sensação deliciosa de pele contra pele.
Nossa conexão com o olhar era tão profunda que não precisei tocá-la em seu ponto sensível, ou sussurrar algo sujo, ou até tê-la fazendo algo mais safado para que eu viesse. Nós nos aproximamos do orgasmo com apenas a força da comunicação silenciosa entre nos.
Muito era dito em nossos olhares.
Ela soltou as mãos da cabeceira e apoiou os cotovelos em meus ombros, os dedos arrastando em meu couro cabeludo. Nossos lábios se chocaram quando a sensação se tornou ainda mais intensa, sufocante. Nossos corpos mexiam freneticamente em busca de alívio.
E explodimos. Juntos. O ápice mais intenso que experimentei em toda a minha vida sexual. Todos os meus sentidos pareciam estar em alerta, não apenas aquela parte baixa. Eu senti por todo o meu corpo um choque percorrê-lo e demorar para parar seu efeito.
- Bella – Gemi apertando-a contra mim quando os seus espasmos estavam cessando.
- Edward – Ela sussurrou jogando a cabeça em meu peito, a respiração forte.
O sorriso em meu rosto parecia não ter tamanho. Eu me sentia... completo.
Levantei o rosto de Bella e beijei delicadamente seus lábios, depois deitei seu corpo cansado ao meu lado. Puxei os cobertores, a luz da lua invadindo o quarto. Ela deitou a cabeça em meu peito e eu fiquei mexendo em seus cabelos enquanto o mundo voltava de novo para o seu lugar.
Era isso. Com Bella era como se o eixo de rotação do meu mundo mudasse de lugar e se concentrasse em uma só pessoa, em um só sentido.
Respirei fundo segurando seu corpo junto ao meu e decidido a finalmente admitir que eu estava me enganando esse tempo inteiro. Nós não éramos só sexo.
Nunca fomos.
~.~
Pfvr não desmaiem antes de comentar, é o meu único pedido.
Não vou dar dicas, nem fazer perguntas. Acho que até vocês estão percebendo o que está acontecendo... Ou não?
Até quarta que vem...
*risada maléfica*
