Nota: - Vou avisando já que este capitulo contem cenas para maiores de 18 anos, se lerem estou sob aviso, mas mesmo assim pôs um símbolo para avisar quando começa essa parte :( *-**-**-**-*) se não quiserem ler passem a frente e leiam a parte que aparece o segundo símbolo. Não atrapalha a leitura.

POV Narradora

Albus Dumbledore dirigiu-se ate seu amigo Merlin.

– Sempre Tom se tornou o que temia...

– Sim...e eu fui seu mentor...que ensinou todo o tipo de magia...mas ele usou o conhecimento que adquiriu para seus fins...

– Estou a ver...

– Você, meu esquivo amigo, de que ano vem? –Pergunta Merlin, como se aquela pergunta fosse normal.

– De 1942...

– Estou a ver...ja passou tanto tempo dessa altura...Avalon é intemporal, recebe visitas de anos muito diferentes do tempo...estou ficando velho para isto...

– Quer ar tão desconsolado... meu senhor Merlin...

– Estou me sentindo velho meu amigo...caminho a muito tempo nesta Terra...

– Entendo...Astoria é tua aprendiz tambem?

– Desconfiou nao é? ...Não é bem isso...mas sim...minha protegida...adoro aquela menina...raras as meninas com aquele potencial e de coração tão belo...alem de que ela é importante para o Mundo Magico...- diz acariciando a bela fenix.

– Você me avisou da ultima vez que nos vimos, que alguem iria pôr o destino como devia...seria Astoria?

– Pode ser que sim...pode ser que não...tudo depende de escolhas...elas serão fundamentais...

– Será que ele estaria disposto a tal?

– Nem eu sei meu amigo...nem eu sei...ele sempre viveu sozinho , aceitar alguem em sua vida de repente , ter uma vida ,sem ser o poder...ele não consegue confrontar essa ideia...

– Sempre temi que o potencial de Tom fosse desviado pelo lado das trevas, sempre sozinho, não conhecer o amor suponho que é sua fraqueza, por isso ele foi atraido ao poder, lhe garantia adoração a ele enfim...e nenhuma desilusão...

– Tem razão...e eu nao vi isso nele enquanto teve comigo, era somente um garoto curioso, sedento de aprender...mas que viria a se tornar o feiticeiro mais tenebroso do mundo, tudo porque não a conheceu...

– Entendo , ela está fazendo alterações nele,sorri, ri com ela...mas será suficiente para o mudar? Como assim porque a conheceu ? Nenhuma outra garota poderia?

– Não , não poderia e veremos se ela conseguirá , meu amigo...- Dumbledore olha para o seu amigo Merlin, quando ele vinha com aquelas respostas evasivas não valia a pena perguntar mais nada sobre esse assunto.

– Enfim,mas pelos vistos, este lugar não mudou nada...de quando eu vim aqui...

– É o unico lugar que não se altera...em todo o Mundo, dimensão,Avalon sempre foi assim ao longo de todas as eras do Homem , dos feiticeiros e de todas as criaturas que habitam neste mundo...nunca foi tocado pelas as alterações das mesmas...! Enquanto aqui não muda...no Mundo houve inumeras alterações...causadas por desequilibrios ao longo das Guerras que foram sucedendo...se continuar assim...não haverá retorno...o Mundo sempre funcionou no equilibrio e ele foi quebrado...

– Tão grave assim?

– Sim...

– Hm, mas em que um menina de 17 anos poderá alterar no destino do Mundo...?

– Mais do que imagina meu amigo...- diz Merlin, sorrindo ainda mais .

– Espero que tenhas razão...meu senhor Merlin...- Os dois ficam olhando o pôr do sol em Avalon.

POV Voldemort

Velho desgraçado! Maldita hora que ele era imortal e imune a feitiços...Aff! Que pensa ele que é para alterar o destino! Ele era o senhor do Mundo Magico e todos os seres vivos. Não seria uma garota que iria alterar isso...

Nagini me olhava curiosa, raros os momentos em que perdia as estribeiras, normal ela estar assim. Me olho no espelho, não por nenhum complexo de adoração a minha beleza, mas porque a alteração no meu aspecto representa que ela esta mudando seu eu passado...e isso não era bom! Ele não iria perder o que tanto lutou para conseguir.

Pirralha desgraçada! Me paga!...Maldita Astoria...

" – Continua te enganando..." o velho tinha dito, aff ele não amava ninguem, só a si mesmo. Mas ela era...aff! Não era nada...não pensa besteira...

Me dirijo ao banheiro, tomar um banho frio! Maldita ordinária que me paga! Te odeio!

–-*-*-

POV Tom Riddle

Estavamos já no Natal, aquele dia do ano que detestava, me encontro deitado na cama, não queria sair dela e ver aqueles enfeites patéticos. Me concentro no que me atormentava mais naquele momento, não havia nenhum progresso com ela, além do que descobri sobre ela ser Astoria Malfoy , ter uma fénix de estimação, e seus pais estarem vivos. Que ódio! Nunca nada escapou ao meu alcance, até aquele velho do Slughorn, se impressionava com as minhas informaçõ comensais falharam nisto, não descobriram nada, além do que eu já sabia. Mas ,eu já tinha um plano!

Adorava ter aposentos privados, creio que era a vantagem principal de ser-se monitor chefe, não havia daqueles enfeites ridiculos, me levanto da cama, já devia estar tarde ,perto da hora do almoço, antes de entrar no banheiro, ouço um barulho perto da janela, era uma coruja daquelas da escola, tinha um embrulho . Abro a janela deixando-a entrar, ela pousa o embrulho em cima da mesa e voa de novo para a janela, saindo.

Olho o embrulho, era claramente um presente de Natal, com certeza seria daqueles descerebrados dos seus seguidores enviando presentes, aff ridiculos, mandavam sempre coisas inúteis,mais valia nem mandarem! Mas esse era um embrulho diferente, tinha formato rectangular, abro e vejo um livro: " Mistérios antigos da magia – Lugares Mágicos" , parecia interessante, gostava desse tema, lugares mágicos, era útil para saber que lugares ele iria depois de Hogwarts para saber o que eles nao ensinavam aqui! Quem teria mandado?

Um pequeno pergaminho, cai da lomba de trás do livro, seguro antes que cai ao chão. Era uma letra pequena e bem delineada. Dizia:

" Como você uma vez me falou que queria conhecer lugares mágicos para aprender mais sobre magia. Achei que você ia gostar desse livro!Espero que goste!

Astoria"

Astoria! Tinha enviado para mim um presente, era bem atenta ela, para se lembrar que eu tinha mencionado isso. Guardo o livro na estante ja meio instável de tanto livro. Com um sorriso involuntario, vou para o banheiro. Já pensando no perfeito presente de Natal, para lhe dar.

Visto umas calças sociais pretas, uma camisa verde escura aberta no colarinho, com um pullover cinzento escuro, calço uns sapatos pretos. Enfim modestia á parte estava bonito.

Me dirijo para a sala comum de Slytherin, digo a senha entrando, estava indo subir, quando a vejo de pijama , sexy por sinal, por Merlin, que gostosa! Estava frente á lareira, não se tinha movido um dormindo, fazia um som ...choroso?

Me aproximo dela, estava com um ar cansado, com olheiras em volta de seus olhos, não devia ter dormindo correndo o risco dela acordar, não resisto a ver seus sonhos que a faziam chorar.

" – Mãe ...- dizia a Astoria com ar enfadado.

– Oh princesa você está linda...me diz Astoria ela não está linda...- Diz uma mulher loira, devia ser mão da Astoria, ja que o olhar irado dela ia na sua direcçao. A outra mulher com o mesmo nome dela, sorri meio sem jeito. Ela estava com um vestido rosa cheio de folhos, realmente parecia uma princesa mas não dava com ela e com sua imagem que era quase sempre de preto.

– Bem , Narcisa ela está linda...mas ela pode não gostar...

– Minha filha pode ser um génio, mas na questão do vestir, sempre de preto...já parece o irmão...pode ser muito elegante...essa cor, mas as tantas se torna deprimente...

– Podem parar de falar como se eu não estivesse aqui...é um simples jantar de Natal, como se nao houvesse todos os anos...um! Que monotonia!

– Astoria retira o que disse...- diz a voz de um homem que entrou no quarto, era loiro, igualzinho a Abraxas, era sem dúvida o pai de Astoria.

– Hm...retiro o que disse...pai me da sua opiniao tiro esse vestido nao tiro, visto outro...?

– Ahm...- o homem olha na direcçao da mulher que olha-a com ar feroz.- Você está linda minha filha...

Astoria olhava para o pai, arma um burro, que acho piada.

– Está bem, eu vou com esse vestido ao jantar...

– Ahahah que ridicula...tira isso pelo o amor de Merlin...é você Astoria ou uma boneca..?- diz um rapaz loiro entrando, rindo .

– Que você disse, Draco...você que é ridiculo sua doninha albina...

– Que você disse...?

– Parem os dois com isso...Draco você não devia dizer isso de sua irmã...Astoria pede desculpa ao teu irmão pelo apelido que lhe deu...

Os dois olham um para outro, desviam a cara para o lado ao mesmo tempo. Era um briga tipica de irmãos.

– Ai...parem de brigar que criancinhas...- diz a outra Astoria, tinha barriga bem avantajada.- Devia ter vergonha Draco, brigar com a tua irmã...e você Astoria para de frescura ...e nem pensem em brigar com uma mulher grávida!

Astoria e Draco olham assombrados para a outra Astoria que sai de nariz empinado. Sorriem um para o outro, rindo em seguida. A mãe e o pai de Astoria suspiram.

– Feliz Natal, familia...

– Feliz natal, meus filhos- dizem os pais em unissono.

– Vamos indo ter com Astoria senão se irrita ainda mais...- diz Draco meio preocupado.

– Já vou... só acabar de retocar aqui...- diz Astoria , o irmão e os pais se retiram.

Ela se olha no espelho, fazendo ar desgostoso ao vestido, olhava criticamente para ele, pega na varinha retocando ele, fazendo as mangas desaparecerem, encorta o vestido pelos joelhos, conjura um fita colocando em volta da cintura atando num laço, calça sapatos de salto de cor preta.

A Ash, sua fénix pia baixinho, Astoria olha para ela sorrindo, acaricia a cabeça da mesma.

– Perfeito...só fica a marca a ver-se mas dá certo ar perigoso...ahaha...não concorda- diz olhando seu braço, ela tinha uma marca de caveira com uma cobra a sair da bem preta na sua pele. Era a minha marca! Mas como? "

Com o choque, saiu do sonho dela, que pelos os vistos se tinha revelado um memória. Como ela teria minha marca? Mas não tenho muito tempo para pensar. Ela abre os olhos, esfregando os olha.

– Tom?

– Astoria...vim ter com você ...

– Eu estou vendo..mas porque não me acordou?

Meu cerebro estava pensando a mil, mas disfarço. Tinha que pensar nisso mais logo.

– Você estava linda dormindo...

Ela ri, me olhando com um sorriso.

– Assim me acostumo mal...dois elogios em menos de uma semana...uau! Nossa meu senhor vou pensar que foi enfeitiçado? – diz para mim ironicamente.

– Duvido!...- Puxo-a da poltrona onde ela estava, a colocando encostada ao meu me abraça. Pelo o que vi no seu sonho, ela devia estar com saudades da familia. Teria de centrar nisso agora. Seu pijama consistia nuns calções curtinhos pretos, dava uma generosa visão de suas pernas, bem delineadas e sua camisola de alças preta tambem, que tinha um decote generoso, meu merlin, se nao fosse o robe que ela vestia, ver-se-ia esses detalhes muito bem.

–Tom...

– Diz...

– Gostou do presente?

Me lembro do que me tinha levado ali em primeiro lugar, sim, o presente.

– Adorei...depois que ler...você me dá opiniões sobre os sitios não ?

– Claro...que sim...- diz com um meio sorriso.

– Está com saudades da sua familia?

Ela desvia o olhar de mim, olhando para a lareira que crepitava .

– Sim...eu nunca passei um Natal longe deles...na altura nunca ligava muito ...mas agora sinto falta até das crises de hormónios de Astoria...por causa da gravidez...

– Astoria?

– É ...minha cunhada...casada com meu irmão...

– Estou a ver...ela estava grávida?

– É do Scorpius...meu sobrinho e o ser mais bonito desse Mundo...ele já nasceu...tinha cerca de quase ano, antes de...- fala com uma voz doce e saudosa, mas repara que falou demais, desvia o assunto.

– Sua familia e a mania das constelações...só você escapou !...- decido ir por uma via segura.

– Verdade ahaha...meu pai insistiu que fosse Scorpius ou Orion...prefirimos a constelação favorita de Astoria ..Scorpius...coitada demorou a aceitar o nome...Enfim!...Vamos comer ?- Ela desvia rapidamente o assunto.

Faço um olhar meio perverso, ela nota, se olha a ela mesma, fica vermelha. Seguro seu rosto, puxando-a para um beijo, ela me corresponde com o mesmo fervor, pego no laço que estava prendendo seu robe abrindo-o. Ela pega na barra do meu pullover tentando puxa-lo para cima desajeitadamente. Ouve-se um barulho da entrada da sala comum abrindo. Paramos o beijo, eu me segurando não amaldiçoar o infeliz. Era um grupo de garotas do terceiro ano, que olham a situação passando de fininho envergonhadas. Suspiro fortemente, Astoria me olha rindo.

– Bem me deixa ir vestir...para irmos comer...comida...Tom...

– Está bom...- me sento na poltrona que anteriormente ela estava sentada, olhando a lareira. Me perco nos meus pensamentos. Como ela teria a minha marca? Não faz sentido nenhum! Criei-a no ano passado, e além de que ela chegou nesse ano lectivo, ela não sabia dos comensais, não sabia de nada disso. Mas pensa Tom, ela chegou de rompante, ela é boa em duelos, sabe defender-se como ninguem, tem pensamentos e perspectivas diferentes das outras garotas, boa em magia das trevas. Lembro da observação do idiota do Selwyn, " (...) parecia que estava noutro mundo! "... Será que ela...? Saiu repentinamente dos meus pensamentos, ao ouvir uma voz me chamando, era ela.

– Vamos Tom...?

Um vestido abaixo dos joelhos de cor roxa, um blazer preto, sapatos de salto alto preto. Ela estava bonita e elegante. Ceús, ela me estava enlouquecendo, por completo,nivel psicologico e fisico sem duvida!

– Vamos, mas vamos na minha sala comum, pedimos de lá...

– Dá para isso ? Sério...? Na minha anterior escola não era assim...

Fico extremamente interessado em saber.

– Bem, nós tinhamos todos direitos iguais...não havia mordomias extra...mas perdias os direitos que tinhas se chumbasses alguma disciplina...

– Não sabia...

– A disciplina era algo ensinado desde pequeno...

– Estou a ver...

– Chegamos Tom...- ela me olha com cara estranha, havia me distraido com seu relato e pensando no que conjecturei sobre ela, que nem vi que tinhamos chegado na entrada da minha sala comum. Faço a vénia a ela, que ri dessa vez. Bufo de irritação, maldito quadro.

Ela entra em primeiro e eu em seguida, a sento na cadeira. Vou até a lareira, lanço um feitiço chamando um elfo a sala comum, fazemos nossos pedidos.O elfo se retira.

– Uau parece restaurante sem sair daqui...- diz ela sorrindo , mas tinha um ar levemente triste.

– É..minha pequena...- Estico meu braço , faço- a rodar na mesa, a sento no meu colo. – Não fica assim minha pequena...você vai vê-los de novo...- Ela parecia surpreendida com minhas palavras, esboça um leve sorriso.

– É eu sei...mas só me entristece um pouco...mas com você aqui não me sinto tão só...- diz ela acariciando meu rosto. Mesmo não sabendo mais de metade da vida dela, ela tendo minha marca sem eu saber como, ela era tão genuina com seus sentimentos comigo, que me dava certo ...calor no peito! Gostava de quando ela me acariciava o rosto. Que raios esta pensando Tom! Beijo-a nos labios, ela se derrete. Adorava vê-la assim. Desço para o seu pescoço, ela geme baixinho, isso me deixa cada vez mais com vontade. Quando ia tirar seu blazer, aparece o estupido do elfo. Aff! Deixa tudo na mesa, saindo como se nada. Criaturinhas enervantes, nojentas!

Astoria queria mover-se de meu colo, mas nota um certo alto nas minhas calças, fica que nem tomate, riu da sua cara.

– Que foi...minha pequena?- Digo com uma voz insinuante, ao qual noto que ela se arrepia.

– Eu...- ela morde o labio inferior, ela fazia isso quando estava envergonhada. Pego na nossa sobremesa, bolo de chocolate com morangos, pego num morango,levo a boca dela , ela morde. Beijo seus labios novamente, ela me corresponde, retiro lentamente seu blazer. Ela se arrepia ligeiramente, abro os olhos , vejo seu rosto , estava hesitante.

– Passa-se algo ...minha pequena...?

– Eu não...nunca...- morde ainda mais o lábio, ahh ja vi o que era.

– Entendi...nao quero te forçar minha pequena Asty...tudo a seu tempo...vamos comer...?

– Sim...- ela levanta-se , muito contra á minha vontade. Senta-se na mesa, nós pomos a comer, vejo seu olhar se desviar para mim de vez em quando e eu olho para ela , sorrindo. Ao qual ela suspira, riu da sua reacção.

– Que foi?

– Aff...como foi ser tão endemoniadamente bonito...não é justo para nós mulheres ?

Com essa eu riu alto, ela era mesmo muito sincera por vezes. Me levanto da mesa, estico minha mão, ela coloca sua mão na minha, eu seguro. Pego minha varinha, coloco musica, era uma valsa de novo.

Puxo-a para dançar, começamos a dançar ao compasso da música, senti-la tão perto, estava vertendo meu lado cavalheiro de novo. Ela simplesmente era linda! Estava com um olhar tão doce, era tão diferente das garotas com quem eu normalmente ficava uma vez e nem lembrava da cara delas no dia a seguir, e elas partilhavam para a escola toda que tinham andado comigo e ganhavam fama por uns tempos. Eram partilhas justas! Com ela, apesar de ter uma enorme vontade, a sua doçura , seu sorriso eram mais importantes para mim, que eu satisfazer meu desejo por ela. Não estava ganhando quase nada com isso, e não me importava! Que raios eu estava sentindo, nem eu proprio sabia? Ela era misteriosa, tinha segredos, deveria odiá-la e não gostar dela ...nem um pouquinho! Mas ela me prendia nela. E nem parecia ter noção disso. Que raios andas pensando Tom?...Ela não te prende. Dou-lhe uma volta, ela roda com graciosidade . Olha nos meus olhos, sorri. Que lindo sorriso!

Não resisto a beijá-la, ela me -a pela cintura, a colando a mim. Começa lento o beijo, para os poucos ir se tornando mais urgente, abro os olhos para ver suas reacções, ela estava com claro desejo, desvio minha mão esquerda da sua cintura , pondo no cabelo, desvio parte dele, desço meus labios, por seu belo pescoço, ela solta um gemido baixo, ela era sensivel naquela parte! E sem compreender, me atiçava ainda mais. Ela parecia disfrutar das sensações que recebia. Eu precisava tê não queria assustá-la, ela nunca tinha tido relações. Irónico ,eu preocupado com o que ela ia querer. Enfim! Precisava de deixá-la rendida a mim, e não assustada em relação a mim, não gostava dessa perspectiva, com os outros sim, com ela não!

– Astoria...eu não quero te forçar...

( *-**-**-**-*)

Astoria abre os olhos, sorri , acariciando meu rosto.

– Eu também quero você...me faz sua Tom...

Aquela frase apazigua minhas preocupações, ela queria ser minha. Sorriu, colo novamente seus labios a abaixo ligeiramente, pegando-a ao colo. Ela me olhava com certa curiosidade e meio envergonhada de eu a levar no colo. Que doçura, que delicia!

Murmuro umas palavras para porta que abre, fecho a porta com um pé, ela continua me -a delicadamente na cama. Sem deixar de olhá-la, tiro meu pullover, ela parecia hipnotizada olhando. Normalmente os olhares das outras me enervavam, parecia que eu era carne para elas comerem, resumindo umas desesperadas, mas o olhar de Astoria, era como se eu fosse um Deus, ela olhava com curiosidade a todos os meus olhar me agradava. Me aproximo dela lentamente, a pego para um beijo, ela me corresponde,me abaixo devagar, regsitando cada curva do seu corpo, ela repara ficando meio vermelha, sorriu para isso, ela era uma doçura mesmo, tao diferente de ço até seus pés, retiro seus sapatos devagar nunca desviando meu olhar do seu. Ela sorria, ela contrariamente ás outras garotas não vestia collants, e sim, ligas! Uau...podia ser um doce, mas sabia ser sensual sem meu olhar do dela, passeio os olhos pelas pernas, e com as mão direita, seguro seu pé e com meus labios, beijo seu tornozelo, com a outra mão, subo pela sua perna livre, paro nas coxas, apertando levemente. Ela solta um leve gemido. Como minha Asty era sensivel, adoro esse gemidos dela. Vou subindo do tornozelo pelas suas pernas, parando nas coxas, distribuindo beijos pelas mesmas. Seus gemidos aumentam ligeiramente de tom. Com minhas mãos, continuo a exploração a suas pernas , subo para beijar seus labios, ela parecia meio ofegante, oh sim se estava. Viro-a ligeiramente de lado, ela bufa, riu baixinho disso, ponho uma mao no ziper deslizando-o para baixo, sua respiração vai ficando meio estava nervosa, eu via. Pego seu rosto, olho nos seus olhos, dou um beijo na testa, ela fica me olhando.

– Não vou te machucar, prometo!

Ela me olha fixamente por alguns segundos, da um sorriso.

– Eu sei...

Beijo seus lábios, acabando de deslizar o ziper, ela levanta os braços para cima devagar, retiro o vestido. Céus, alem de doce, era deliciosa! Observo minuciosamente seu corpo. Tinha um sutiã de cor preta, de abrir na frente, a abertura em forma de coração. Sua calcinha , não era aquela cueca enorme que normalmente as garotas usavam, odiava ver. Era uma calcinha diferente, ajustava-se perfeitamente, sem ser vulgar, mas sexy, com aquelas ligas! Céus, Meu Merlin, que aperto , minha deliciosa pequena estava me deixando louco, mas não podia deitar tudo a perder, ela podia se assustar. Ela mordia o labio inferior , olhando olhando entre meu peito e minhas calças, que tinham certa evidência de meu desejo por ela. Eu ainda estava vestido, ela parecia querer me despir, era algo diferente, normalmente eu me despia. Falo no seu ouvido, com um voz insinuante.

– Quer..?

Ela fica vermelha, se limitando, só acenar afirmativamente com a cabeça. Se debruça na minha direcção, me sento na cama ao seu lado.

Leva suas mãos pequenas, aos botões da minha camisa, desabotoando devagar, meio desajeitada, alguns ja tinham rolado o chão com a sua impaciencia. Sorriu ao ver sua expressão meio chateada, a ajudo na tarefa, retirando a camisa, ela olha meu peito, mordendo ainda mais seu labio inferior, sorri.

– Belo...

Sorriu a beijando,ela suspira nos meus ouvidos, passando levemente as mãos por cima do alto em minha calça, me fazendo gemer levemente. Ela me olha meio curiosa com a minha reacção. Falo no seu ouvido, desviando seu cabelo levemente.

– Melhor não fazer isso minha pequena...- Meu olhar transmitia um fogo que lutava por controlar. Ela fica vermelha que nem tomate, só acena com a cabeça.

Me deito sobre ela, a beijando com certa urgência ao qual ela me corresponde com o mesmo fervor, mas tinha que ir devagar, desço para o seu pescoço, beijando levemente, mordiscando de lado. Ao qual ela solta um gemido alto, doce som para meus ouvidos. Vou descendo por seus ombros ,distribuindo beijos. Dirijo minha atenção para seus seios, redondos e firmes, perfeitos! Passo minha mão esquerda, pelo o seu seio esquerdo, massajando, ela soltando inumeros gemidos meio audiveis , com a outra mão , abro o fecho do sutiã, que liberta seus belos seios. Com um dedo, rodeio seu mamilo, com minha boca, chupando levemente, ao qual ela solta um gritinho, com a outra mão, massajo o outro seio, apertando ao de leve. Ela se contorce de prazer. Sentia tudo genuinamente, não fingia em nada, como muitas faziam. Ela não tinha vergonha nenhuma de estar exposta perante ele. Olho para cima, estava de olhos fechados.

– Abre os olhos para mim, Astoria...

Ao ver seus olhos, vejo eles queimando de desejo e com um certo fascinio. Era como uma criança ansiosa pelo o que viria a seguir.

Céus, que controle que tenho que ter para não a possuir já. Sorriu, beijando-a nos labios, aos quais ela me beija fervorosamente, com suas mãos , passeia pelo o meu peito, arranhando ao de leve de vez em quando. Não consigo reprimir um gemido. Ela sorri travessa. Ah malvada! Me volto a concentrar nos seus seios, chupando com mais força, Astoria geme arquejando seu corpo involuntariamente na minha direcção, coloca os braços em minha volta, arranha levemente minhas costas.

Passo uma mão pelo o seu ventre, desço passando meus dedos pela cintura dela, passando ao de leve pela sua calcinha, com dois dedos estimulo seu clitoris por cima .

Ela grita bem alto dessa vez, enquanto eu ainda continuava estimulando-a, sentia bem molhada. Mas seria descabido possui-la já. Teria de a levar ao ápice.

Desço novamente até chegar nas ligas, solto-as, fazendo deslizá-las , até cairem no chão.

Ele me olhava com fascinio e curiosidade. O seu olhar era belo, como um de uma criança descobrindo pela primeira vez. Quando chego na sua calcinha, minha consciência vinda sabesse lá de onde, digo:

– Tem certeza que quer continuar ..minha pequena...?

Ela sorri, estende sua mão, despentea meu cabelo.

– É o que mais quero...

Sorri sinceramente , sem desviar meus olhos dela, retiro sua calcinha, o seu rosto tinje de vermelho. Estava nua perante mim. Sua pele estava eriçada, seu cabelo solto pela cama , seu olhar de fascinio , estava meio expectante com o que se seguiria. Mas sorria sempre...Era uma visão de sonho!

Me ajoelho sobre a cama, me abaixo, vejo sua vagina rosada, com minha lingua estimulo seu clitoris, ao qual ela agarra-se á colcha , apertando com força, gemendo .

Com minhas maos acaricio suas coxas, ela convulsionava seu corpo, estava meia fora de controle. Minha pequena perdendo, assim o controle, era simplesmente fantástico.

Endireito minhas costas, queria estudar suas reacções. Desvio uma mão das suas coxas, cuidadosamente coloco na entrada da sua vagina, com um dedo entro na sua profundidade. Ela grita a plenos pulmões, colocando a cabeça para trás, fechando os olhos sentindo as sensações. Deslizo cuidadosamente o dedo dentro dela, as paredes de sua vagina me apertavam, coloco outro cuidadosamente. Ela estava simplesmente delirante. Sem nenhum controle, gemia, gritava sem conter-se. Era simplesmente maravilhosa. Começo movendo meus dedos mais rapido, ela sem perceber movia lentamente seus quadris contra meus dedos,eu estimulo seu clitóris, com a outra mão, ao mesmo tempo, estava quase lá eu via meus dedos com mais rapidez. Ela grita a plenos pulmões atingindo o primeiro orgasmo.

Vejo suas reacções, desabotoou minha calça e retiro minha cueca, Astoria me olhava ainda entorpecida do orgasmo, parecia surpresa e maravilhada. Olha com muita atenção , meu pénis que estava bem erguido, novamente ela morde o labio inferior, parecia muito curiosa, sentando-se na cama, faz algo que nao esperava, toca com sua mao no cimo do meu penis, me fazendo gemer. Ela sorri com a minha reacção, desce sua mao na extensao dele, me fazendo gemer cada vez mais, estava quase perdendo o controle, seguro sua mão,ela me olha com medo de que tivesse feito algo nunca havia perco o controle e estava bem perto disso. Como era possivel? Ela era surpreendente, beijo sua testa para acalma-la sorrindo.

Deito-me novamente sobre ela, ela me olhava meia receosa, beijo seus labios para acalma-la ela me corresponde, abre devagar suas pernas, encontrando primeiro certa resistência, mas lanço-lhe um olhar tranquilizador ao qual ela vai abrindo devagar as pernas. Devia ter sido um reflexo, mais que resistência em si. Me posiciono entre suas pernas, beijou-a novamente, guio meu penis para dentro da sua vagina, devagar. Ele fecha de repente os olhos, sinto uma pequena membrana, era o simbolo da sua virginidade, transpasso-a devagar. Olho-a , estava com pequenas lagrimas no canto dos olhos. Fico imóvel esperando passar, beijo sua meio nervoso, nao queria que nada corre-se mal. Ela lentamente abre os olhos, com uma voz baixinha diz:

– Por favor, Tom...

Com seu rogo, recomeço a me mover devagar, ela geme baixinho. Vou investindo devagar nela, ela aos poucos começa movendo seu quadril em conjunto comigo. Ela permanecia de olhos fechados, mas eu queria ver seus olhos.

– Astoria...abre os olhos, minha pequena...

Os seus belos olhos azuis encontram meus olhos pretos, ela estava ...feliz, fascinada. Me olhava com admiração. Aquele olhar me deixava estranhamente feliz. Nossa nem lembro da ultima vez que fiquei feliz. Invisto com mais força dentro dela, com estocadas precisas, ela gemia alto, arranhava meus ombros, me prende com suas pernas com uma força que me surpreendeu. Minha pequena Asty, além de doce, deliciosa, era quente. Não podia ter escolhido melhor.

– Mais rápido, Tom...Por favor...

Eu investia cada com mais força, quase sem controle. As paredes da sua vagina me apertavam cada vez mais, ela estava quase atingindo o cume. Eu estava perto com mais força dentro dela, ela me acolhia dentro sem restricções. Ela era sem duvida...

– Minha...- Com isto, ela chega ao cume, gritando bem alto poucos segundos depois chego eu também, vertendo meu semén dentro dela. Caiu exausto ao lado dela, ela aos poucos voltava a si, fico estudando suas reacções, adorava vê-las. Tinha claramente um olhar feliz, fico satisfeito. Encosto-a ao meu peito. Tinha que colocar meu plano em pratica, mas isso podia esperar.

( *-**-**-**-*)

– Te amo...- Diz Astoria antes de adormecer, ela adormece rápido, estava exausta. Olho seu rosto sereno a dormir, ela tinha um brilho de felicidade.

Fico ainda muito tempo olhando-a, acaricio seu rosto. Nisso eu acreditava que ela me amava, ficava feliz com isso. Não pensava em mais nada. Coloco no seu pescoço, um pingente com forma de coração com uma serpente a apertar o mesmo, detinha uma frase: Aeternum mea ( Para sempre minha! Em latim). Ela era minha , nesse momento é só isso que me -a a mim, tapo nos dois, e adormeço com uma felicidade como a muito tempo não sentia. Embora nunca fosse adimitir!