Respondendo os reviews:
Christye-Lupin: O Ed sumiu por que ele não sabe onde a Bella mora, nem tem o número dela... Tem mais um motivo que você vai ver no decorrer do capítulo... Beijos! =***
Jana15: Desculpa fofa... esse capitulo ficou muito curto comparado ao passado… em compensação to postando mais cedo! Prometo que o próximo capítulo vai ser maior! Beijos! =***
Fla Rak.: Ebaa!!! Vou esperar suas reviews sempre! ^^" O Edward ficou meio que sem ação com a Tânia... Ela tira qualquer um do sério... è.é Victória vai aparecer... tenha calma... aquela cabeleira ainda sai fogo... Ela sabe algo mais relacionado ao Ed... Quanto a Bella... Ela vai se sobressair sobre a Tânia.. tenha calma... O mesmo eu digo pra quando o Ed for descobrir a humilde residência dos Swan's... Espero que a festa do seu pai tenha sido boa.. =] Não vale dizer que largaria o terceiro ano pela minha fic... ¬¬" Eu sou do terceiro ano tbm e essa até eu diria.... ¬¬" Beijos fofa! =**************
Lily A. Cullen: Boa ideia a história do concurso… Talvez eu até faça... ^^" As mensagens que a Bella recebe é de dar medo mesmo... O.O E o pior olha o que o nervosismo fez com ela… ò.ó Carlie é mesmo fofa... coitada... [suspiro] Hã? Como? Eu num disse nada... o.o" [assoviando...] Enfim..Saudades suas... nunca mais nos falamos... Mega Beijos pra ti! =******
Nessa Clearwater: Acho que você vai gostar desse capítulo... ^^" Amei receber sua review! Beijos! =**************
Melanie Sohma: Brigada!!!!!! *.* [olhinhos brilhando] Amei MUITO sua review! De verdade! Espero que você esteja mesmo gostando... Quanto aos erros de português.... ^^" Bem... eu sabia que tinha erro... mas eu fiquei com preguiça de corrigir! ^^" Eu queria postar logo... ^^" Acho que essa tem menos erros... Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! =********************************
BOA LEITURA PRA VOCÊS!
CAPÍTULO 13
[Música do post: Taylor Swift - Teardrops On My Guitar]
Meu coração ardia. Sentia meu peito em brasa. Como se uma faca quente tivesse perfurado o meu coração.
Passei a mão pelo meu cabelo, um sinal desesperado, colocando minha franja pra trás e deixando-a escorregar pro lugar habitual. Mordi o lábio.
Fui até o meu carro. Abri a porta e entrei no banco do carona.
Alan me olhava preocupado. Mas optou por não dizer nada. Tentei esconder, inutilmente, o meu sofrimento.
Quando faltavam alguns quarteirões para chegar em casa eu resolvi falar.
- Alan... Pode me deixar aqui? Eu quero andar um pouco. – Era o que minha mente precisava.
- Está tudo bem senhorita Swan?
- Não é nada demais. Só uma dor de cabeça. Preciso respirar um pouco... – Sorri amarelo.
Ele assentiu e encostou o carro, destravando em seguida para que eu saísse.
Ele baixou o vidro do carro.
- Bella... Cuidado. Não vá torcer o pé. Sabe que eu estarei por perto se precisar de mim. – Ele falou com um sorriso meigo.
- Obrigada Alan.
Sai andando sem rumo. Não olhava realmente para onde ia. Tudo o que eu queria era esquecer essa dor que persistia no meu peito.
Eu me iludi tão fácil. Fui cega. Edward nunca me pertenceu.
Não deveria ter aceitado isso. Era melhor enganar o meu coração. Teimar e dizer que eu não estava apaixonada. A dor seria menor.
Mas o erro foi meu. Apesar de não crer no que eu tinha escutado, aquilo fazia sentido.
Edward era homem. Um homem que tinha um mulherão dando sopa pra ele. Lógico que ele acabaria aceitando a transa fácil.
Eu fui a boba apaixonada. Aquela que sempre sobra no fim da história. Era assim no mundo real.
Olhei ao redor.
Inconscientemente eu fui parar no parque.
Ao longe vi a outra entrada. Ali próximo foi o meu acidente.
Suspirei e fui me deitar na grama. À sombra da árvore que eu costumo ficar com as meninas.
Deitei atrás da arvora, em uma tentativa boba de me esconder, e também para não encarar a pista de Cooper.
Apesar de infantil, olhar pra pista me traria lembranças que me magoaria mais.
Fiquei olhando para as folhas, ainda verdes.
Senti outra lágrima escorregar pelo meu rosto.
O choro estava preso na minha garganta. Doía. Mas era um choro que não sairia. O motivo eu não sei. Só sei que estava preso.
[EDWARD POV]
Quando sai da aula não vi Bella em parte alguma.
Senti o meu coração apertar levemente.
A verdade é que eu me sentia um pouco mal.
Quando Bella acordou do coma, eu senti que não era a minha Bella que estava ali.
Minha Bella era frágil, um pouco desastrada, que corava fortemente de tudo.
A Bella que acordou do coma era uma Bella séria, com o rosto inexpressivo.
Não era a Bella que transparente. Era difícil lê-la.
Resolvi me manter afastado. Eu vi Bella ali depois de um tempo. Quando ela corou ao saber que eu tinha ficado ao lado dela. Me senti melhor com aquilo.
Mas eu queria conversar mais com Bella. Queria apagar da minha memória aquele momento de dúvida ou compreender ele.
Eu a amava. Simplesmente a amava.
O resto... Não vai importar.
[BELLA POV]
Não sei quanto tempo fiquei encarando as folhas.
- Bella! – Aquela voz, meu coração perdeu uma batida, depois acelerou um ritmo intenso. Dividido entre a dor e o amor. Talvez um pouco dos dois. – Esperando as folhas ficarem amarelas? – Olhei em direção a voz. Ele vinha se sentar ao meu lado com um sorriso torto no rosto.
Ele acabou deitando de barriga para a grama. Me olhava de um jeito doce.
Eu não mantive o seu olhar por muito tempo. Voltei a olhar para as folhas.
- Eu acho que elas vão demorar um pouco... – Ele disse. – Talvez um pouco mais do que um mês... Ou mais... - Sorri um pouco. - Então... O que você está realmente fazendo?
Olhei para ele. Ele tinha um sorriso inocente no rosto e um olhar preocupado.
- Eu estava pensando... – Falei tentando não fazer minha voz tremer.
- Posso... saber... sobre?
Mordi o lábio.
- Desculpe Bella. Mas sua cara... Aconteceu alguma coisa? Quer desabafa? Ou... Prefere ficar... Só... Não tem problema se eu estiver te incomodando. – Vi que seu olhar transparecia um pouco de dor.
- Não, não é incomodo. Não precisa ir. – Falei vagamente. É que... eu tenho uma amiga... E ela está passando por um problema emocional.
- É alguma das meninas?
- Não, não. É... Outra amiga.
- Hmm... Que tipo de problemas? Eu posso ajudar?
- Ela... É afim de um cara... Muito. Mas ele não nota ela... E ela está bem mal...
- Nossa Bella... Isso é péssimo. Muito chato quando acontece... Entendo um pouco como ela se sente...
Como assim entende? Ele vai sair com a oferecida da Tânia...
- Ham... Eu conheço? – Perguntei mordendo o lábio.
- Na verdade... Conhece sim. Ela é linda, atraente, tem um sorriso encantador, um olhar... Um olhar que... prende. Ela tem um jeito frágil, delicado, parece uma flor. Sua pele é macia, tem um toque leve e macio, como seda... Ela me fascina, me prende e me atrai como se fosse um imã e eu só um mero objeto metálico. – Seu olhar e sua voz era de completa devoção.
He says he's so in love,
(Ele fala que está tão apaixonado,)
he's finally got it right.
(Que ele finalmente acertou)
I wonder if he knows
(Eu me pergunto se ele sabe)
he's all I think about at night.
(Que ele é tudo o que eu penso à noite)
Um coração podia ficar pior? Cada palavra dele foi como se pisasse nos cacos e só deixasse o pó.
Ele amava Tânia. Isso era... Fato.
- Garota de sorte... – Falei num sussurro, para mim mesma.
Ele escutou.
- Sorte... Não sei se adianta muito... Acho que ela não me quer desse jeito... Então... Do que de adianta? Passar horas vivendo em amor platônico que só causa dor? Adianta de que? – Ele sussurrou com dor.
Eu realmente não entendi o que ele quis dizer com aquilo. Tânia não havia aceitado sair com ele? Bem... Isso não importa. Eu já tinha muito com o que me preocupar...
Me sentei na grama abraçando as pernas.
- Eu não sei... – Falei com dor. Meus olhos esquentavam com uma lágrima que queria descer. Mas eu NÃO ia chorar.
- Bella? – Edward se sentou na grama do meu lado, o corpo de frente pra mim. – Há mais alguma coisa... Algo preso... Está nos seus olhos.
- Não é nada Edward... Agora... Posso te fazer uma pergunta?
- Claro!
- Aconteceu alguma coisa entre você e a Tânia? Ela resolveu recusar o seu pedido?
Seu olhar ficou confuso.
- Tânia? Pedido? O que está acontecendo Bella?
Contei a ele o que eu escutei no estacionamento.
Quando terminei de falar ele tinha um olhar surpreso. Ele fechou os olhos e massageou as têmporas.
[música: Nickelback – Far Away]
- Bella... Você entende tudo errado... Eu não tenho nada com a Tânia. Você não consegue ver nada mesmo estando diante do seu nariz?
- Co... como assim?
Ele suspirou.
- Hoje, na hora do intervalo, a Tânia me "colocou contra parede" – Ele fez as aspas com as mãos. – Ela só me deixou ir para a lanchonete depois de aceitar sair com ela... Eu disse a ela que um dia a gente veria. Eu não disse nada por que além de estar com pressa eu não consegui cogitar nada para ela. Mas eu nunca tive intenção de sair com ela. Nunca gostei dela. Meu coração já tem dona.
Ele pegou o meu rosto.
- Bella... – Ele mordeu o lábio. Ele olhou nos meus olhos. – Você... – Ele suspirou e soltou uma risada nervosa. – Eu não sei como falar. Eu não queria que fosse desse jeito. – Ele deu de ombros. – Bella... É você a garota por que eu estou apaixonado. É você que tem meu coração nas suas mãozinhas delicadas. Bella... Eu te amo!
Meu coração batia acelerado. Quando eu escutei a sua declaração perdi uma ou duas batidas.
Meu corpo estava quente por dentro, mas minhas mãos estavam geladas.
- Bella... - Ele afagou o meu rosto. – Desculpe-me se eu te assustei. Mas essa é a verdade. Eu sinto isso por você há muito tempo. Desde a primeira vez que te vi. Embaixo dessa mesma arvore. No começo eu me sentia estranho, mas logo entendi. Eu te amo e não há nada que se possa fazer quanta a isso. Agora... – Ele hesitou. – Eu gostaria de saber... Se você pode me dar uma chance de demonstrar os meus sentimentos por você. Se pode sentir um pouco do que eu sinto. Isso é o suficiente para mim.
Sorri bobamente.
- Edward... E-e-eu... – Olhei nos seus olhos- Não sabe o quanto eu sonhei por esse dia. –Dei um sorriso largo. - Eu também te amo.
Só deu tempo de ver um sorriso se formar no seu rosto. No segundo seguinte seus lábios estavam nos meus.
Ele fez uma pressão leve e se afastou alguns centímetros. Meus lábios formigavam em protesto. Eu queria sentir seus lábios nos meus de novo. Seu nariz acariciava o meu rosto. Sua respiração acelerada e descompassada batia no meu rosto. Seu cheiro me deixando inebriada.
Olhei para o seu rosto. Sua pele é perfeita. Algumas sardas, praticamente translúcidas, deixavam o seu rosto mais bonito. Eu podia ver os vários tons de verde dos seus olhos, agora de um verde mais escuro expressando o desejo e o amor que ele sentia por mim.
Minhas pálpebras pesavam. Minha pele queimava ansiando cada vez mais pelo seu toque.
Seus lábios pairaram sobre os meus. Seu hálito estava gelado, com cheiro suave de hortelã.
Ele mordeu o meu lábio inferior e chupou com leveza.
Seus lábios então começaram a se movimentar com os meus. Sua boca era macia, suave e viciante. Quanto mais eu sentia mais eu queria.
Senti suas mãos pegando as minhas que ainda estavam abraçadas nas minhas pernas. Ele puxou minhas mãos e levou para o seu pescoço. Sempre com cuidado, com delicadeza.
Eu prendi uma das minhas mãos na sua nuca. A outra segurava o seu ombro para tentar trazê-lo para mais perto.
Ele passou seus braços pela minha cintura e colou nossos corpos. Uma mão se prendeu na minha nuca. Eu arfei.
Sua língua fez o contorno do meu lábio inferior. Dei passagem e nossas línguas começaram um ritmo suave, doce e cheio de paixão. Minha mão, que estava na sua nuca, se prendeu ao seu cabelo. Eu puxava com gentileza, querendo mais. Ele apertava com força minha cintura me puxando para mais perto, mesmo nós já estando colados.
O beijo era sôfrego, apaixonado. Seus lábios se encaixavam perfeitamente aos meus.
Eu estava sem fôlego. Ele deixou os meus lábios e trilhou o caminho pela minha mandíbula e beijou logo em baixo da minha orelha. Ele capturou o lóbulo e chupou devagar. Eu sentia sua língua acariciá-lo.
– Muitas pessoas dizem que não é certo dizer eu te amo assim tão cedo... – Ele sussurrava no meu ouvido. – Que pode acabar com um relacionamento... Mas o que se pode fazer se é algo incontrolável? Se elas saem sem nem serem notadas, correm em direção a pessoa a que se ama? – Eu ofegava. – Quando se ama não tem por que se controlar para não demonstrar os sentimentos. Eu te amo!
Eu me sentia flutuar. Ele me abraçou e descansou sua cabeça no meu ombro.
Aquela cena era perfeita. Nós ali, sentados à sombra de uma árvore, nos declarando.
Chegava a ser mágico. Eu encostei minha cabeça na dele.
Ficamos ali parados por um tempo indeterminado.
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Não vou comentar nada para não estragar o clima...
Só lembre de deixar reviews!
Beijos!
