Capítulo 14.

N/A: Antes de começar o capítulo, eu gostaria de explicar o fim do anterior. O tal beijo que rolou do Draco e da Gina. Bom, por qual motivo ela o beijou, na frente do diretor? Desculpa se não deu a entender, peço desculpas, às vezes eu me empolgo e acabo esquecendo de explicar no próprio contexto, mas enfim. Dumbledore não acreditava em hipótese alguma em Draco, e mesmo que acreditasse, os outros professores não acreditariam, e ele teria que passar o caso adiante, que iria ser tratado no Ministério. E Gina quis provar que Draco era inocente, disse várias palavras ao diretor, mas ele parecia não dar o "braço a torcer". Então, o que fazer para provar? O beijo que ela deu nele, disse tudo sobre a inocência do loiro, né? Hehehe! Espero que Dumbledore tenha entendido que Draco era inocente. E mais uma vez, desculpa! Se ainda não ficou claro, por favor, podem mandar reviews perguntando novamente, que eu farei com que vocês entendam. Boa leitura. Beijos.

N/A 2: Ouçam Untitled – Simple Plan juntamente com esse capítulo. Talvez vocês chorem que nem eu. Hehehe. Boa sorte.

- Isso é um absurdo! – comentou Harry desvencilhando da mão de Filch em seu colarinho, mas o zelador estava tão abismado quanto o garoto de modo que estava segurando o casaco de Harry com as mãos frouxas.

I open my eyes.
I try to see but I'm blinded
By the white light

(Eu abro meus olhos

Eu tento ver mas eu sou cegado
pela luz branca)

- GINA? É VOCÊ? – perguntou Harry aos berros não acreditando.

Dumbledore desviou a cabeça entre o casal para olhar o rosto furioso de Harry, e ele parecia compreensivo.

Gina afastou de Draco ainda segurando a respiração após ouvir aquela voz, Hermione aproveitou a distração de Filch e foi segurar Harry pelo braço antes que avançasse contra o sonserino.

- Harry? – perguntou ela sem graça, dando uma risadinha de lado e recuperando o fôlego.

Harry cerrou os dentes, e fechou os punhos, dando a idéia de que estava furioso.

- Harry, não... – resmungou Hermione segurando o seu braço com as duas mãos, e usava toda a força que tinha para manter o garoto no mesmo lugar.

- G-gina! – tentou falar e respirar ao mesmo tempo – V-você beijou ele? Me explica o que está acontecendo!

I can't remember how
I can't remember why
I'm lying here tonight

(Eu não posso recordar por que
Eu estou estou aqui hoje à noite)

Dumbledore abaixou a cabeça, tentando encarar os olhos de Harry, diretamente, mas ele não parecia querer olhar para o diretor, tampouco.

Gina entrou na frente de Draco, como se fosse defendê-lo de uma aranha gigantesca e venenosa.

- O Malfoy é inocente, eu já te falei isso!

Harry continuou cerrando os dentes, e suas narinas pareciam prestes a sair fumaça.

- O Malfoy joga sujo!

- Você não tem o direito de julgá-lo dessa forma! - disse ela tentando manter a calma enquanto segurava Draco pelos pulsos, ele abria a boca várias vezes para retrucar mas não sabia o que dizer.

- G-gina... – suspirou ele fundo – V-você tem certeza disso? – e piscou com força.

- Potter, eu só estava tentando ajudar... – ia dizendo Draco.

- Cala a sua boca! – berrou dando uns passos à frente, mas Hermione passou o braço pelo peitoral de Harry e apertou com força.

- Harry. Não!

- Me solta! – disse ele zangando um olhar de nojo a ela. Mas ela não o fez.

- Harry, receio que precisamos conversar – intrometeu Dumbledore.

Gina colocou o cabelo atrás da orelha, e virou-se para Dumbledore, Hermione ainda segurava Harry com força.

- E... E o que vai acontecer com o Draco? – perguntou ela aflita, e suando através da testa.

- A senhorita Weasley pode ficar tranqüila que eu não vou passar isso adiante, embora eu sempre acreditei na palavra do senhor Malfoy, mas não tinha motivos o suficiente para enfrentar o professor Snape, e muito menos o Ministério.

And I can't stand the pain
And I can't make it go away
No I can't stand the pain

(E eu não posso suportar a dor
e eu não posso fazê-la ir embora
não, eu não posso suportar a dor)

- E agora? – perguntou Draco com a voz trêmula.

- Embora isso vá me comprometer o máximo possível, eu vou fazer de tudo que isso não seja levado adiante, acredito na palavra da Srta. Weasley, e não preciso de provas melhores do que essa de que realmente é inocente. Agora se vocês duas senhoritas me permitissem... – ele apontou com os dedos para os dois garotos, querendo conversar com eles a sós.

- Mas... Diretor, peguei os garotos andando pelos corredores – tentou lembrar Filch.

- Sr. Argus, melhor do que ninguém, eu sei o que é melhor para os meus alunos, obrigado! – ele abaixou a cabeça e se retirou da sala sem dizer mais nada.

- Vai ficar tudo bem? – perguntou Hermione erguendo a sobrancelha para Harry.

- Eu já pedi pra você me soltar! – respondeu grosseiramente.

Hermione o soltou sem falar mais nada, quase entrou em lágrimas em sentir que o garoto estava tão frio como nunca. Ele nunca tinha agido dessa forma, nem mesmo quando esteve em momentos piores do que esse.

Hermione e Gina foram forçadas a sair da sala só pelo olhar de Dumbledore, ficaram olhando por cima dos ombros um tempão antes de fecharem a porta, e assim que saíram, Gina voltou o olhar para Hermione, e parecia perdida.

How could this happen to me?
I've made my mistakes
Got no where to run

(Como podia isto me acontecer?
Eu cometi os meus erros
Não tenho para onde ir)

- Hermione... – ela abraçou a amiga com força, e estava às lágrimas.

- Oh, Gina, me desculpa... Filch nos pegou! – consolou Hermione apalpando Gina pelas costas – Eu não acredito que isso esteja acontecendo... Não mesmo!

- É o fim, Hermione! É o fim! Agora o Rony vai ficar sabendo... E adeus Hogwarts!

The night goes on
As I'm fading away
I'm sick of this life
I just wanna scream
How could this happen to me?

(A noite vai seguindo
Como eu me estou desvanecendo afastado
Eu estou cansado desta vida
Eu quero apenas gritar:
Como podia isto me acontecer?)

- Talvez, talvez você devesse conversar com o Harry, ele é uma boa pessoa, eu sei!

Gina enxugou as lágrimas ao se afastar do abraço.

- Harry não fará isso por mim! Não mesmo, ele odeia o Draco...

- Mas Gina, ele é filho do Lúcio, é óbvio que o Harry vai...

- Ele não é um Malfoy! – cortou Gina com a voz tentando não falar muito alto para que sua voz não atravessasse a porta até os ouvidos do diretor – Ele é o Draco, filho de Lúcio Malfoy, mas ele não é o que todos pensam!

Hermione assoprou a franja.

- Por que você acha isso dele? – perguntou carinhosamente, com um olhar de peixe morto.

- Simplesmente... – Faltavam palavras à Gina, mas ela saberia o descrever.

Ele a fazia estremecer. Ele a fazia se sentir diferente, ou até mesmo importante. Mas ela não contaria isso a Hermione em hipótese alguma.

- Você está apaixonada por ele, é isso? – perguntou Hermione como se tivesse interferido em sua mente.

- Não! – cortou depressa antes mesmo que ela terminasse a frase – Nunca que eu gostaria dele... Eu só acho que ele não seria capaz de machucar ninguém! Draco não faria mal a mim!

Hermione respirou fundo tentando recompor uma caixinha em seu cérebro chamada paciência. Gina estava cega.

- Malfoy, ou Draco, como você preferir, enfim, Gina, ele já tentou nos atacar, sua idéia sempre foi querer me matar, sempre foi a sua intenção...

Everybody's screaming
I try to make a sound
But no one hears me
I'm slipping off the edge
I'm hanging by a thread

(Todos querem gritar
Eu tento emitir um som mas ninguém ouve-me
Eu estou deslizando fora da borda
Eu estou pendurando por uma linha)

- Não seja injusta! – retrucou Gina – E não adianta discutir sobre isso, ficaremos a noite inteira falando sobre isso e não entraremos em um acordo!

Hermione bufou e cruzou os braços.

- Realmente, vamos esperar...

As duas ficaram horas com as costas encostadas na parede, na maioria do tempo em silêncio vendo o movimento da noite através das janelas, e os minutos se arrastaram até virarem horas, como assim pareceu, e finalmente a porta no patamar se abriu, e Draco saiu fechando a porta ao passar, Gina fechou o seu caminho com o coração tentando sair pela boca.

- O que houve?

- Não vou ser expulso, não é um máximo? – perguntou meio irônico.

- Oh... – suspirou aliviada na certeza disso – Mas falo do Harry...

- Por que você não o espera? – perguntou erguendo as sobrancelhas.

- Ora, porque... Porque você já está aqui! – respondeu ela vendo que ele não estava querendo manter muito contato, desejou profundamente que fosse apenas o trauma de ser expulso.

- Okay, eu vou esperar, boa noite Draco – cumprimentou ela e liberou o caminho.

Ele não respondeu, continuou a caminhar, Gina encarava suas costas, com os olhos arregalados.

- E obrigada por me salvar! – agradeceu ela falando alto para que escutasse.

- Por nada – respondeu sumindo na escuridão. E não se arriscou a encarar Hermione sabendo que ela mantinha uma expressão "eu-te-avisei".

Gina se sentiu conturbada. Faltava alguma coisa. E isso era incrivelmente doloroso.

I wanna start this over again
So I try to hold on to
A time when nothing mattered
And I can't explain what happened
And I can't erase the things that I've done
No I can't

(Eu quero começar sobre este outra vez
Assim eu tento aprender sobre
Uma época em que nada importava
E eu não posso explicar o que aconteceu
E eu não posso apagar as coisas que eu fiz)

E a porta se abriu novamente. Dessa vez era Harry, só podia ser. E seu coração bateu ainda mais forte do que quando Draco passou. Ela estava com as mãos geladas.

- Harry? – perguntou ela insegura, fazendo uma cara de arrependida.

- O que você quer? – perguntou indiferente não encarando seus olhos, virando o rosto para falar com ela.

- Desculpa.

- Ata – ele virou as costas e continuou a andar. Hermione ao seu alcance. Provavelmente o que acontecera na sala de Dumbledore seria algo tão secreto quanto a Pedra Filosofal.

- Desculpa mesmo – pediu ela sentindo que o mundo estava desabando aos poucos, via cenas brancas passar em sua vida.

- Se você está querendo saber se eu vou contar ao Rony, pode ficar tranqüila que eu não vou fazer isso! Não sou fofoqueiro! – comentou nervoso.

Provavelmente Dumbledore tinha mudado a cabeça de Harry. Graças ao bom Deus, Dumbledore era um anjo, mas isso não mudava o quanto Gina estava se sentindo um lixo, um pouco envergonhada também.

- Ah... – ela abriu a boca ligeiramente parando no lugar, parando de seguir Harry. Talvez fosse isso que estivesse faltando, a resposta de Harry, o carinho do garoto que ela sempre obtivera com o estralar dos dedos, agora perdera tudo por culpa de estar amiga de Draco.

Valia a pena a troca?

Gina mordeu o lábio com força, segurando todos os sentimentos que lhe invadiam a mente naquele instante, deixou Harry caminhar com Hermione a sua cola, e os dois sumiram completamente no fim do corredor, mas ela ficou um tempão parada, tentando colocar as idéias em ordem.

How could this happen to me?
I've made my mistakes
Got no where to run
The night goes on
As I'm fading away

(Como podia isto me acontecer?
Eu fiz meus erros
Começou nenhum aonde funcionar
A noite vai sobre
Como eu me estou desvanecendo afastado).

O dia seguinte demorou uma eternidade a chegar, Gina saiu do banho como se tivesse saído do tiro de guerra, demorou a perceber que colocara as vestes ao contrário assim como também fez com os sapatos.

Encontrou o sol fraco e amargo invadindo o Salão Principal, e arriscou um olharzinho de nada à mesa da Sonserina (ou talvez fosse uma visão, mas Draco não estava lá), e imediatamente lembrou que podia estar sendo vigiada pelos seus amigos da Grifinória, abaixou a cabeça e continuou caminhando, cabisbaixa. Seu dia estava uma droga, para começar.

I'm sick of this life
I just wanna scream
How could this happen to me?

(Eu estou cansado desta vida
Eu quero apenas gritar:
Como podia isto me acontecer?).

Caminhou sozinha até a mesa da Grifinória vendo que a conversa de Harry, Rony e Hermione fluía como se estivessem em um velório. E ela sentou bem longe tentando não ser vista.

Ao relaxar as nádegas na cadeira, rachou com as mãos um pão ao meio, e enfiou na boca sem a mínima vontade de passar manteiga.

Draco não estava olhando na cara de Gina, ou parecia não estar. Harry estava furioso com a ruiva, e mal podia contar com a amizade de Rony, que era seu irmão e por sua vez viviam brigando. Tirando o fato que Hermione andava mais com o trio, do que com ela, então, diga-se de passagem que seu dia não podia ficar pior, até que...

- Oi Gi! – falou dois olhos surgindo em órbita.

- Oi Lu! - cumprimentou Gina tentando ser educada. "Pronto! Para melhorar o meu dia" pensou "Talvez eu precisasse disso mesmo, umas boas histórias inventadas sobre os espíritos agourantes vagantes da imaginação de Luna".

- Como passou a noite? – perguntou Luna tomando a liberdade de sentar ao seu lado.

- Bem e você?

- Bem também, mas... Você está com olheiras horríveis, não parece ter dormido muito bem, ou vai dizer que o Júnior passou a noite te atazanando?

Gina após engolir o pão, virou-se com uma cara horrenda de dúvida para a amiga.

- Júnior? – Só faltava Draco ter apelido de Júnior.

- É, Júnior, o fantasma das noites de lua minguante da primavera.

Gina respirou fundo. Claro, o Júnior. O mesmo cara que Luna dizia ficar vendo-a nua durante essas noites escuras. Ela tinha medo, para não dizer, vontade de fazer sabe-se-lá-o-que já que Luna o julgava um gatinho por causa de seus olhos verdes. Mas ele não existia, ou talvez Gina devesse consultar um oftalmologista. Quanta imaginação, santo Merlin. Ela estava falando da vida real...

- O Júnior é meio assadinho às vezes! – riu Luna por trás do guardanapo, envergonhada em falar sobre esse assunto – Tanto faz, o que importa, que ele nunca me trairia.

Gina ergueu as sobrancelhas e encheu o copo de suco de uva.

- E se ele tiver saindo com outras garotas? Sei lá, a Murta Que Geme tem uns peitões, e...

Luna pareceu ficar ofendida.

- Ora... Eu não o perdoaria!

- Mas você uma vez confessou que... – ia dizendo Gina mas Luna a cortou com um gesto doido nas mãos.

- Não, ninguém precisa saber da minha coleção de cuecas! – sussurrou Luna.

Gina terminou o pão e perguntou.

- Você conseguiu alguma nova?

- Sinceramente? – perguntou corando ainda mais.

- Claro.

Luna encolheu-se no assento, e soletrou.

- D-R-A-C-O. M-A-L-F-O-Y.

Gina parou. Vaca! Ela estava roubando as cuecas de Draco? Não podia!

- Credo, que mau gosto! – ofendeu Gina tentando parecer natural e nem um pouco abalada.

- Ela cheira maçã-verde!

I've made my mistakes
Got no where to run
The night goes on
As I'm fading away
I'm sick of this life

(Eu fiz meus erros
Começou nenhum aonde funcionar
A noite vai sobre

Como eu me estou desvanecendo afastado
Eu estou cansado desta vida)

Gina fechou os olhos, arrepiada. Era um cheiro decididamente excitante.

- Eu sei – Gina acabou pensando alto e falando mais do que deveria.

Luna arregalou os olhos.

- Sabe, é?

- Não! Quer dizer... Eu sei que... Ah, disfarça, você falando em cuecas... E eu acabei me empolgado...

- Com a do Harry, né? – perguntou Luna fazendo biquinho.

- Isso! – respondeu apontando para a amiga, até um pouco aliviada, e isso a assustou.

Luna corou. Gina percebeu que a conversa tinha subido alguns níveis para "constrangimento".

- Ora, preciso ir à biblioteca, a gente se fala mais tarde! – ela agarrou sua mochila pela alça e resolveu que era tarde para sair do salão, sem antes olhar para a mesa da Sonserina e constatar de fato, que Draco não estava lá mesmo. Nem ele, e para o seu desgosto, nem Pansy.

Ela saiu do salão perdida nos próprios pensamentos, quando escutou uma voz de bronca.

- É verdade o que eu fiquei sabendo? – perguntou uma voz alta e histérica.

Gina correu para se esconder atrás de uma estátua para ouvir melhor Pansy ralhando com alguém que não sabia ao certo quem era.

- O que você ficou sabendo? – perguntou ele segurando a alça da mochila com firmeza, mesmo estando segura nas costas.

- No começo achei que Filch estivesse caduco demais, mas... Ele não é tão estúpido quanto parece... E, me responda uma coisa, é verdade que você e a Gina se beijaram ontem à noite? Eu achei um absurdo e...

Gina sentiu o coração parar. Era agora. Ou nunca. Draco falaria a verdade? Draco estava mesmo disposto a enfrentar tudo e todos? Era agora... Ela estava preparada para ouvir suas doces palavras?

- Não! – respondeu o que pareceu ser dois anos depois.

Doce ilusão... Gina sentiu ser ainda mais natural os tiroteios acertando em seu peito.

– Você está louca? De onde tirou essa idéia? Eu nunca beijaria uma Weasley sarnenta como ela! Que nojo! Isso seria um absurdo...

I just wanna scream
How could this happen to me?

(Eu quero apenas gritar:
Como podia isto me acontecer?)

N/A 3: Primeiramente, obrigado por lerem até aqui. Espero que tenham gostado da song preparada a vocês. Achei que a letra se encaixou perfeitamente com os momentos de desespero da Gina, e enfim... Espero que tenham gostado. Beijos.

N/A 4: É uma reclamação da Gisele, mas acho que também pode ser a mesma reclamação pessoal de muita gente, sobre a fanfic ter mais cenas HarryeHermione do que DG, mas não é bem isso! É que às vezes é preciso um pouco de cenas diferentes para não ficar no mesmo lenga-lenga do Draco e da Gina, até porque eu preciso contar toda a história de amor de Harry e Hermione, porque haverá uma grande transformação nessa fanfic. Acho que tudo tem um motivo, e por mais que vocês não entendam NADA agora, mais pra frente vai fazer muito sentido tudo isso o que acontece entre eles. Muito sentido mesmo. Confiem em mim, por favor. Farei de tudo para não decepcioná-los. Um grande beijo, abraço, e obrigado.

Mary Sant's: Só me resta agradecer. Thank You. Kisses!

Eudy: Hauhauha, gostou? Achou fofis? Hahaha, obrigado. Beijos.

Tuty: Obrigado por acompanhar sempre. Hehehe, e gostou do beijo deles? Reviravolta né? Hehehe. Beijão.

Celah: Obrigadoooooo Celah, volte mais vezes, tá?

Ana Gaby: Hauhauha, cagada? Pensei que fosse achar que era finalmente um beijo tinha acontecido, hahahaha. Beijos. Volte sempre, tá?

Giseles: Relax amoreeee! Nha, amo vocês duas. Hauhahau, obrigado por comentar duas vezes linda. Te amo!!! Enquanto a fanfic estar virando HH, não é nada disso, se você não tá vendo as entrelinhas, mas a Hermione está cada vez mais decepcionada com o Harry. Tá sendo tratada que nem um cachorrinho dele. E paciência tem limite, logo logo ela vai se revoltar. Huhuhu. Beijos!