Notas da Autora
Bardock não compreende o motivo dos seus atos e não consegue ver a verdade...
Então, após uma batalha interna ferrenha, o lado que vence é o...
Yo!
Quero avisar, que infelizmente, terei que usar o prazo de até quinze dias para atualizar as fanfictions. Sempre que possível, tentarei atualizar em menos de dez dias.
É que, infelizmente, não consigo mais arranjar um tempo considerável no trabalho para digitar, assim como revisar, sendo que sempre acrescento novas cenas ou melhoro algumas cenas na revisão e mesmo que seja férias da faculdade, eu costumo chegar demasiadamente cansada.
Era só isso que queria comunicar, para justificar a demora nas atualizações.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 14 - O conflito interno de Bardock
Bardock sabia que estava agindo de forma estranha, mas, por algum motivo, não queria se separar dela e por mais estranho que fosse tal pensamento, desejava mantê-la consigo, apesar de já ter um considerável harém de escravas sexuais.
Porém, não entendia o motivo de não conseguir vê-la dessa forma.
A única coisa que sabia, era que a jovem era dele e de mais ninguém. Portanto, pergunta:
- Por quanto ia vendê-la?
- Por cento e cinquenta ziar (raiz ao contrário)... E ela já tem um comprador. Inclusive, estava indo levá-la ao mesmo, quando escapou.
Então, para Bardock, a cena de outro saiyajin a tomando o enfureceu e frente a tal pensamento, fechou os olhos e falou:
- Eu quadruplico o pagamento. Pago seiscentos mil ziar. Imagino que pelo valor, ela seja virgem. Por isso tal preço.
O saiyajin que a havia capturado, fica estático e luta para acreditar que ele iria pagar quantia tão exorbitante por uma humana, pois, mesmo sendo uma raça classificada como exótica, devido à cor dos cabelos e olhos, tornando-a cara, era muito acima do que normalmente pagavam. Inclusive, duvidava que já haviam pagado tal quantia por uma humana, desde que eles surgiram como escravos.
Bardock sorri de canto, pois, sabia que o valor era suficiente, para que o comerciante revesse o comprador da mesma, sendo uma oferta simplesmente irrecusável. Claro, era um valor demasiadamente exorbitante, mas, ao olha-la, sua convicção aumenta e não se arrepende da quantia.
- Aceito o valor. Qual o seu número de identificação?
- 4169345
Nisso, o saiyajin acessa seu scouter e encontra a identificação da escrava inconsciente e nisso, passa a propriedade da mesma, mediante desconto do valor na conta de Bardock, cujo scouter apita, avisando da transação e ele confirmar o débito do valor em sua conta.
O scouter do outro recebe a confirmação do pagamento e mediante isso, a transação é efetuada e a propriedade da mesma é passada à Bardock, após ele trocar a coleira dela, por uma nova, tendo cadastrado previamente no sistema como reposição da antiga e fala, com visível empolgação:
- Foi um prazer negociar com o senhor!
- O prazer foi meu. – nisso, eles dão as mãos.
O saiyajin se afasta, até que ele se vira e fala:
- Devo advertir ao senhor, que ela é do tipo que foge. Já que o senhor possuí uma propriedade de tamanho considerável, assim como tem condições de pagar, recomendo baixar um programa de restrição de deslocamento, restringindo a distância dela de você, quando não estiverem na propriedade e um que limita a distância que ela pode se afastar. Isso irá inibir qualquer fuga, pois, a coleira cuidará disso e irá avisa-lo. O saiyajin que ia compra-la mostrou interesse nessa tecnologia e essa coleira é de último tipo. Portanto, aceita tal programa e possui sensor embutido para isso.
- Conheço o sistema... Todas as minhas escravas têm isso, com exceção daquelas que cuidam das compras.
- Bem já avisei e agora, tenho que voltar para as minhas outras mercadorias.
Longe dali, ele acessa o scouter, pois, estava tão afobado com a quantia paga por sua propriedade, que se surpreende demasiadamente ao descobrir quem a comprou, ficando estático ao saber que fora o Conselheiro real de Bejiita, enquanto que tentava se lembrar de algo que precisava fazer e que no momento, não se lembrava, sendo que se recordava do fato de que era algo demasiadamente importante.
Após ele se afastar, Bardock observa a jovem dormindo e nisso, a pega em estilo noiva, a levando para dentro, sendo que inicialmente, ia levá-la para uma cela.
Porém, não compreende o seu ato de decidir deita-la no sofá, enquanto ativava o sinal para que as escravas soubessem que ele havia chegado.
Nisso, ocorre a movimentação na casa, pois, a porta do porão é aberta e algumas escravas surgem para começar a limpeza e fazer a comida, sendo que as sexuais, ficam em outra parte, confinadas e firmemente presas, para evitarem de se suicidarem para escapar do inferno que passavam em vida.
Enquanto isso estranha o fato da sua mente ter cogitado a ideia dela ser escrava sexual e inclusive, acusava nos dados dela, que sua especificação era essa, sendo que era iniciante, já que ainda era virgem e que ao mesmo tempo, explicava as roupas sumárias.
Então, ela abre os olhos, parcamente, exibindo confusão e ao olhar para o saiyajin que se ajoelhou ao seu lado, sendo que não percebeu o seu ato, ela estende fracamente a mão e acaricia a face dele, gentilmente, sendo que o tipo de toque recordava o de Gine, que era bem suave e gentil, assim como o sorriso que a escrava exibia.
Claro, sabia que não era Gine. Gine era uma saiyajin e a criatura a sua frente era uma humana. Mas, os olhos, o sorriso e os gestos, assim como o timbre de voz, quando ela falou o nome dele, o fizeram arregalar os olhos, por serem iguais aos dela, sendo que se surpreendia por ela saber o seu nome, uma vez que somente falou seu número de identificação ao outro saiyajin:
- Bardock...
Tudo nela lembrava os trejeitos de Gine e o cheiro era estranhamente familiar. A aparência dela era diferente, mas, era como se a sua falecida parceira de procriação estivesse ali, de volta para ele, na sua frente.
Claro, julgava tal pensamento um absurdo, mas, o modo como ela agia, o timbre, o olhar, a voz e o sorriso, não havia como esquecer. Era único dentre os saiyajins e lhe marcou, profundamente, sendo que ela sempre estava lá, com um sorriso para recebê-lo e conforta-lo.
Apesar de tudo, era inegável o fato que vivenciava taid sentimentos novamente, após mais de duas décadas e pega na mão dela, até que os olhos dela fecham e ela desmaia, deixando-o agoniado, até que se recorda que ela estava debilitada demais.
Então, lhe vem à mente a ideia de banhá-la, assim como troca-la, mas, o fato era que não poderia tocar nela inconsciente. Na verdade, todas as suas emoções se voltavam para ela, assim como sentia muitos sentimentos intensos, sendo iguais ao que vivenciou com Gine, assim como o sentimento de proteção e cuidado, que o impelia, além de estranhar o fato de sentir uma intensa tristeza e dor que não era dele e sim, do ser a sua frente.
Inclusive, ele se sentia ligado a ela, desde que a viu. Era um sentimento tão intenso e único, que somente sentiu uma vez e foi com a sua amada Gine, sendo que ambos desconfiavam que tivessem a ligação verdadeira, pois, ao perdê-la, ele ficou em um estado lastimável, imerso em uma profunda dor e desolação, evidenciando o fato que eles foram unidos a um nível extremo e mesmo o ser a sua frente, não sendo uma saiyajin e não tendo aparência de Gine, seu olhar, trejeito, timbre e inclusive odor, assim como o sorriso, lhe fazia lembrá-la, inclusive, desde que a viu, assim como, sentiu um intenso ódio pelo saiyajin que a perseguia.
Então, passa a sentir sentimentos estranhos a ele, provavelmente oriundos dela, e outros que eram dele, e que somente sentiu perante Gine.
A ligação verdadeira era raríssima, pelo que ele sabia, sendo praticamente uma lenda e cujas propriedades não eram conhecidas por completo. Mas, no caso deles, eles compreenderam e frente ao que descobriam juntos, compreenderam a intensidade da mesma, associada ao que a lenda falava, sendo não havia outra explicação para o nível de união deles e uma parte dele se recusava a acreditar que possuía uma ligação com a escrava a sua frente.
Então, se recorda que nos últimos vinte anos, ele se encontrava impaciente por algo, sentindo-se nervoso, não sabendo o motivo, assim como sentia uma intensa saudade e dor em seu coração, dias antes de encontrá-la.
Decidiu deixar de lado tais sentimentos estranhos, mesmo que tais sensações se inquietavam cada vez mais, sendo que ao vê-la, elas ressurgiram com ímpeto e totalmente, incontroláveis. Ele percebeu e sabia. A jovem a sua frente lhe provocou essas sensações. Agora, somente os dois, sem o saiyajin, com ele observando-a, analisou melhor tais sentimentos.
Mas, ele sentia seu orgulho latejando em seu coração, obrigando-o a parar de pensar coisas fantasiosas, de se deixar ludibriar pelos sentimentos que sentiu há muito tempo atrás por uma saiyajin única e que devia começar a trata-la como ela era. Uma escrava.
De fato, havia duas batalhas ferrenhas dentro dele e uma dava sinal de vencer.
O resultado dessa vitória iminente, era o fato que decide rever a sua decisão e decide trocá-la e dar banho nela, para aproveitar o corpo da mesma, que usaria uma das roupas de escrava sexual, novas, pois, as que ela utilizava, estavam rotas.
Enquanto isso, ele sentia que algo dentro dele gritava para parar com o novo e renovado caminho tortuoso que a sua mente tomava, sendo que ao mesmo tempo, se sentiu patético e igualmente idiota, por se deixar guiar pelos sentimentos, no mínimo vexatórios, pois, era um saiyajin e a sua companheira faleceu há anos. O ser a sua frente era uma espécie inferior e igualmente fraca.
Ademais, ao mesmo, ele era Bardock, conselheiro real e um dos saiyajins mais poderosos, com o poder abaixo somente do imperador e de Kakarotto, não sabendo que Raditz o superou, também.
Portanto, a seu ver, sentimentalismos eram para raças fracas e patéticas, começando a julgar, erroneamente, que talvez os sentimentos nos últimos dias o estivessem tomando, assim como os relacionados a sua falecida parceira de procriação, Gine.
Afinal, Yukiko, uma meia saiyajin, fora a sua neta e foi assassinada. Konato estava com o pai e então, frente a tudo isso, se recorda de seus atos ilógicos e igualmente vergonhosos a seu ver, em relação a preocupação descabida e absurda para com Konato e os sentimentalismos envolvidos por Yukiko e consequentemente, pela humana a sua frente.
Inclusive, desejava saber onde estava o seu orgulho, ao bancar um saiyajin patético e fraco, sendo uma vergonha para a sua raça, sentindo que a vergonha lhe tomava com violência, enquanto o grito dentro dele cessou.
Afinal, era um saiyajin, uma raça superior e não ia agir como um idiota sentimental a seu ver, com a sua mente não conseguindo lidar com o fato que ela sabia o nome dele e as semelhanças com Gine, assim como a ligação imediata que sentiu, na mesma intensidade que sentiu somente uma vez e que foi com a sua parceira de procriação, sendo que o vazio dentro dele havia começado a se "encher" novamente, com a vinda da humana, embora não conseguisse perceber tal fato.
Mas, a voz de seu coração não era ouvida, apesar de gritar e espernear, exigindo que fosse ouvida e não foi. Apenas seu orgulho lhe ditava as ações, assim como seus pensamentos e considerações como um senhor implacável e igualmente perverso.
As escravas que cuidavam da limpeza estranharam o comportamento dele, curvado sobre a jovem escrava, sendo que não a reconheciam e pelo tipo de roupa, a identificaram como sendo uma escrava sexual.
As escravas de limpeza ficaram tristes, pois, sabiam o destino cruel e perverso dessa escrava, assim como o que tinham que aturar. Claro, elas aturavam, às vezes, mas, as escravas sexuais enfrentavam tal sofrimento, diariamente, enquanto que já sentiam nojo quando ele estava dentro dela.
Porém, era pior e igualmente angustiante, sentir isso o tempo todo.
Nisso, percebem que ele muda, assim como os seus movimentos e gestos, sendo que tais movimentos estavam marcados em suas mentes e corpos, já sabendo o que aconteceria com a jovem desacordava e esperavam que ela ficasse inconsciente.
Porém, sabiam que seria algo impossível, pois, havia uma espécie de medicamento que a faria despertar de imediato e ficar bem consciente, para horror da mesma.
Porém, nada mais poderiam fazer além de se condoerem pela jovem e orar para que o martírio dela terminasse, pois, havia sempre a chance dele mata-la durante o ato e assim, sua vida de sofrimento e dor terminaria. Mas, era pedir por muita sorte e não achavam que ela tinha tanto.
Ele a pega com um braço e leva para cima, subindo as escadas, a arrastando, violentamente, com uma face extremamente maliciosa e elas conheciam muito bem aquele olhar, que era também maligno, cujos orbes brilhavam de uma crueldade, somente encontrada em mentes perversas e malignas, ao ver delas.
- Pobre criança...
Uma delas murmura, enquanto retornava aos seus afazeres, assim como as outras, que se preparavam para os gritos de dor e agonia dela.
No quarto, ele a joga embaixo do pequeno chuveiro, próximo da imensa jacuzzi e a água gelada, parece despertar a jovem, que está confusa, mas, desorientada, estranhando o homem a sua frente, ou melhor, saiyajin, pois, não era seu dono anterior e questionava o que estava fazendo em um local estranho, enquanto deduzia que ele era o seu novo dono.
Ele arranca as roupas dela com violência, que grita e se debate, com ele se divertindo ao ver um ser fraco e patético a seu ver, tentando se defender, inutilmente.
Frente a sua nudez, a pobre humana, apavorada, tenta se cobrir, mas, ele não deixa e passa as mãos no corpo dela, que chorava e implorava para parar, mas, isso só aumentava o prazer dele, enquanto que a chikyuujin se desesperava.
- Por favor... Para... Quem é?
- Seu novo dono e agora, vou aproveitar a minha nova propriedade.
Ele a tocava de todas as formas, assim como a sua intimidade e seios com violência e igual obscenidade, sendo que provoca apenas dor na mesma, enquanto dava um banho asperamente com sabão para depois enxaguá-la, enquanto ela chorava e implorava para parar.
Então, com um assomo de suas forças e por Bardock tê-la pego de mau jeito, enquanto se debatia, de pé, ela escapa das mãos dele, caindo no chão, batendo violentamente a cabeça na parede, acabando por ficar inconsciente.
- Que droga! Animal imprestável! – então, a chuta e acaba fraturando algumas costelas dela.
A voz em seu interior gritava e ele ouvia algo, mas, o orgulho ressurgiu, sendo que titubeou por apenas um minuto, ao chutá-la, assim como quando sentiu o intenso sofrimento dela. Mas, o orgulho ressurgiu, impedindo que sentimentos vexatórios ao mesmo surgissem.
Então, irado, sem saber se era pelo estado dela ou por não ter conseguido cumprir seu intento ou até ambos, enquanto estava confuso pelos sentimentos e pensamentos conflitantes, enquanto se virava para sair, para ordenar a alguém que fizesse a limpeza do banheiro, devido ao sangue da queda dela, assim como para tratar os ferimentos da humana, sendo que dependeria dela sobreviver ou não, uma vez que nunca usou uma medical machine em um escravo e não ia começar a fazer isso, embora que seu orgulho ditava para ele continuar com o seu intento, assim que ela despertasse, enquanto que a outra parte dele, gritava para cuidar dela e protegê-la, assim como desejava fazê-lo ser tomado por uma culpa implacável e igualmente violenta.
- Por que fez isso... Bardock?
