N.A: Não demorei mto dessa vez né?? Gente, eu vou falar uma coisinhaaa não mto legal. Eu entrei em uma fase da Faculdade que exige de mim até a ultima célula do pulmão!!! São projetos variados para pavilhões, passeios e casas; Maquetes pra entregar por semana (perguntem a alguem que faz arquitetura se isso não e o CUMULO) e mais desenhos de perspectiva, ou seja, está um CAOS!!!
Eu estou com metade do próximo capítulo pronto, mas não sei ao certo quando vou conseguir acaba-lo. Vou usar todo o meu tempo livre escrevendo, prometo!! Já que isso é uma coisa que me deixa mais relaxada ;)
E adoreeeeei os reviews do cap. passado. Vou responde-los no fim, como sempre!!
Resolvendo as Coisa II
O retrato de James ocupava agora um lugar privilegiado em sua visão. Ninguém conseguiria entender o quanto desejava tê-lo ali, sentado ao seu lado. Mas isso não era mais possível. Provavelmente seu destino era Germaine, com quem teria filhos lindos, e batizados com o sobrenome de seu pai. Lílian respirou fundo para não chorar. Encontrava-se realmente sentimental esses últimos meses. Decidiu não segurar mais o choro por um ou dois minutos. Mya estava fora, tinha ido fazer compras e Lisa ainda não chegara do trabalho. No céu, podia-se ver o escuro que invadia lentamente a cidade, em decorrência da tempestade. Seu medo cresceu assim como sua melancolia ao ver as nuvens se aproximarem, trazendo trovões e raios que ligavam o céu e a terra. Os galhos batiam-se uns nos outros, causando barulhos secos, confundidos com golpes na porta. Ainda a uns minutos descera para ver se alguém a chamava, mas nada alem de vento encontrava-se na porta.
Apesar do caos geral que se encontrava Londres pela chuva, ela teve uma intuição aguda e inexplicável. Tinha vontade de abrir todas as portas e ver se alguém estava ali. Estava sendo tonta e sabia disso. James Potter saíra para sempre de sua vida e, se ela concluísse seus planos de ir para Alemanha, seria provável que nunca mais se veriam.
Sua visão ficou borrada. Vencendo todo o esforço de contenção, o choro provocou violentos soluços em Lily, que tremia dos pés a cabeça. Deixou a xícara que bebia chá ao seu lado em uma mesa, afundando seu rosto em suas mãos, em claro sinal de desespero. Chorou amargamente, e a intensidade do seu choro fez seus ombros balançarem.
Um baixo golpe na mesa a sobressaltou. Afastou-se imediatamente com as mãos no ventre, esquecendo suas lágrimas. Não sabia o que tinha acontecido, mas piscava seus olhos rapidamente para obter a visão novamente. Pode ver um monte de papeis, alguns amassados e outros rasgados e supôs que eram documentos, pela antiga aparência. Movida pela curiosidade, se aproximou e apanhou justamente o que continha sua assinatura. Depois a de James. Depois a palavra anulação. Podia ser que...? Mas... como?
Com a mesma sensação de observação, virou-se rapidamente para ver uma forma humana com longos ombros se aproximando dela desde a entrada do quarto. Deu um passo para trás, ainda com as mãos no ventre, como se esse único gesto pudesse proteger seu bebê de todo o mal. Suas pernas tremiam e quase não conseguia ficar em pé. Viu então o rosto sorridente de James e os braços estendidos para ela. Se o céu tivesse uma visão, seria essa. Correu para abraçá-lo, e se sentiu levantada do chão. Grudada ao pescoço do moreno ria e chorava como louca, cobrindo sua cara de beijos estralados. Depois a boca ansiosa de James se apoderou da sua, passando a beijá-la de forma voraz e desenfreada que levou Lílian à loucura, tamanha felicidade. Ele a manteve fortemente abraçada contra seu corpo e foi girando com ela pelo quarto, lentamente. Transcorridos vários minutos, ela se separou dele para recuperar a respiração.
- Meu Merlin, quanto senti sua falta! – sussurrou, roçando seus lábios nos dele, percorrendo seu nariz e beijando novamente sua boca.
- Por que você assinou os documentos? – perguntou James com a voz rouca, entre beijos com sabor de lágrimas.
Sem abandonar seu abraço, Lílian se lançou milimetricamente para trás, apenas para encará-lo.
- Achei que era o que você desejava.
- Jamais!
- Jamais? – enrugou a testa, desconcertada. – Mas... por que... por que você assinou?
- Porque parecia que você estava me exigindo isso.
- Só porque eu sabia que se esperássemos muito nunca conseguiríamos a anulação para você – Lílian engoliu a saliva, rezando para não estragar novamente sua felicidade com o que ia dizer: - Sei que você não se lembra de ter feito amor comigo quando estava delirando, mas nós fizemos um filho, James, e devido ao tempo eu não consigo escondê-lo mais.
James a soltou e fez com que ela desse a volta, até que sua silhueta ficou recortada de perfil contra a luz que vinha da janela, pelos raios. A mão grande e grossa traçou a suave curva da barriga. Ela aguardava ansiosamente sua reação, até que o viu sorrir e depois escutou sua risada cristalina.
- Tive vontade de perguntar... na realidade, mais de mil vezes quis te perguntar se tinha sido apenas um sonhos tudo o que estava em minha mente. Lembrava-me de momentos únicos, mas tinha medo de que fosse apenas minha imaginação e então não me arrisquei a me abrir com você. Tive medo de você me achar um pervertido descontrolado, ou coisa assim.
- Já deixamos bem claro que nosso casamento quase não acontece por nossos medos – Lílian inclinou um pouco a cabeça, colocando a palma da mão no rosto de James, que estava na altura de sua barriga, ainda analisando-a. – De fato quando Germaine saiu daqui depois de me olhar umas quinze vezes de cima em baixo, temi que fosse te contar a noticia.
James levantou-se, abraçando sua mulher pelos ombros, para trazê-la mais próximo o possível.
- E foi isso o que ela fez. Mas só o que conseguiu foi me dar o ponta pé final para ter você como esposa para sempre. Se eu soubesse que você estava grávida, jamais deixaria você assinar aqueles papeis e também jamais os teria assinado eu mesmo.
- Ainda que isso signifique perder sua liberdade? – perguntou timidamente.
- Ao inferno com a liberdade – retrucou ele, antes de afirmar com energia. – Perdi todo o interesse pela minha liberdade no momento em que nos casamos. Comecei a querer te ter como esposa permanentemente e assim será daqui para frente.
- Como fico feliz escutando isso – exclamou em voz baixa e apaixonada, abraçando-o apertado pela cintura.
- Lisa está em casa? – ele perguntou, apoiando a bochecha nos cabelos flamejantes.
- Não. Ainda não chegou do trabalho e não faço a mínima idéia de quando chegará.
- Nesse caso, se não tiver chegado até termos arrumado todas as suas coisas, deixamos uma carta. Depois venho falar com ela pessoalmente.
Lílian se separou de James, ligeiramente assustada.
- Para onde vamos?
- Para casa. Nossa casa, onde você deveria estar.
- Mas minhas coisas...
- Vamos levar tudo. Tenho aqui uma varinha para despachar o que precisar. Quero ir antes que a tempestade caia – disse tudo isso, ainda abraçado a Lílian. Sentia uma certa resistência em soltá-la. – Onde está o seu malão?
- Aqui mesmo, no meu guarda roupa.
Pegou-a pela mão.
- Vem, vamos arrumar tudo.
Antes, porém, que chegasse ao guarda roupa, pode sentir uma das mãos de James subir por sua cintura, e acariciar de leve seus seios, fazendo com que ela risse quase desesperadamente.
- Vejo que continua impaciente.
- Sim – reconheceu ele com a voz rouca, olhando-a com uma sobrancelha levantada e a cara mais marota do que nunca. – Tenho meus direitos de esposo agora, amor.
- Claro que tem – ela disse se virando para ele, espalmando as mãos no peito másculo, descendo ligeiramente até passar por seu membro, deixando-o sem ar pelo prazer sentido. – Sempre e quando eu possa ter os meus direitos de esposa.
Aliviado, ele acariciou o pescoço branco com o nariz.
- Com muito gosto, senhora, mas não deixemo-nos levar agora, ou podemos escandalizar Lisa, quando chegar.
Uma vez livres dos braços uns dos outros, começaram a organizar tudo o que Lílian precisaria levar para Godric's Hollow. Desceu com um dos malões para poder aparatar com eles na sala e quando voltou ao quarto, deparou-se com Lílian tentando carregar o outro, provavelmente esquecendo-se que era uma bruxa e que estava grávida. Ele correu para ajudá-la a se livrar do peso.
- Meu amor, ainda que você não acredite, eu posso levar tudo isso, só preciso que você me dê uma oportunidade – disse com doçura. – Além do mais, você é uma bruxa – e piscou um olho para ela. Lílian mostrou-lhe a língua como provocação. – Você tem que pensar no bebê, Lily, e evitar esforços. E agora, enquanto eu despacho suas coisas, porque não escreve uma carta para Lisa, hein?
- As suas ordens, Capitão! – disse alegremente, se retirando do quarto.
James, sorrindo de orelha a orelha, deu outra piscadela.
- Boa garota.
Assim que organizaram tudo, e James mandava toda a bagagem para sua casa, ambos deram as mãos e aparataram em frente a uma mansão. As arvores que ficavam em volta estavam sendo açoitadas pelo vento, mas incrivelmente não teve medo. Tinha diante de si uma mansão enorme, estilo moderno, com um amplo jardim, longe o suficiente da rua para não se escutar os barulhos. Algumas paredes eram de vidro, e a casa predominava na cor branca.
Sorriu para seu esposo.
- James! Isso é muito mais do que você me disse.
- Deixe de ser boba, Lily – e com apenas um movimento, a pegou no colo, correndo em direção à porta, já que começara a chover.
Uma vez dentro de casa, a colocou no chão.
- Por que não conhece a casa enquanto organizo as coisas? Acho bom deixar seus quadros em meu escritório. Você também pode usá-lo quando quiser pintar!
- Eu não vou te atrapalhar?
- Pode ser que sim. Mas só se eu cair em tentação e começar a fazer meu segundo passatempo favorito: olhar você.
Lílian enrubesceu imediatamente.
- Nem quero perguntar qual o primeiro.
- Não pergunte – disse com um sorriso sacana no rosto.
Enquanto James saia por uma porta, pôs-se a observar a mobília da casa. Tudo era com um estilo moderno e de ótimo gosto. A lareira era preta, combinando com as poltronas de couro, e o tapete de uma cor branca. Jamais imaginara não gostar daquela casa. James sempre teve um excelente gosto. Sabia ser sofisticado e discreto como ninguém. Ainda mais com móveis! Sentiu a presença masculina atrás de si. Sorrindo, virou-se para o marido:
- Não tenho remédio a não ser elogiar o seu bom gosto – disse um tanto orgulhosa. – Consegue ser mais lindo que o lado de fora.
- Você quer conhecer nosso quarto? – perguntou maroto. Lílian analisou seu corpo descaradamente.
- Só se você prometer me ensinar... - as bochechas adquiriram um tom vermelho. - Você sabe... não tenho muita experiência.
- Estou impaciente para te ensinar isso e muito mais – assegurou ele, rindo entre dentes. – Mas Philippe está na cozinha e provavelmente quer te ver antes que eu te rapte. Desejei-te tanto que é bem provável que não deixe você sair do quarto antes de se passar uma semana. E também não tolerarei interrupções até ter saciado todas as minhas vontades... e as suas – se aproximou da mulher, que o encarou. James a presenteou com um beijo terno, calmo, antes de dizer com voz rouca: - Corre, amor. Vá ver Philippe enquanto faço algum feitiço ampliador no guarda roupa. Depois vamos ficar sozinhos.
O beijo era tão doce, que ela, desejando outro, ficou na ponta dos pés. Seu marido não pode fazer nada, a não ser atende-la, dessa vez com uma dose a mais de sensualidade. Lílian pareceu ficar sem energia, porque apoiou-se nele com todo o seu peso.
- Mais... – pediu de olhos fechados e respirando pesadamente.
- Não me atreveria – murmurou ele, agarrando-a fortemente pela cintura, fazendo com que ela percebesse sua excitação. – Não seria bom rasgar suas roupas aqui.
- Você é monstruoso – queixou-se ela com um gemido, colando-se mais nele.
- Feiticeira – sussurrou James, sorrindo e roçando seus lábios na orelha dela. – Se continuar assim, além de ter meu coração, terá meu corpo em suas mãos insaciáveis. Estou a um passo de te levar para o quarto e me entreter com você. Ao diabo com Philippe e suas vontades.
Lílian exagerou sua decepção com um suspiro alto.
- Suponho que vou ter que ir embora, já que você prefere o dever ao... prazer, senhor Potter.
O moreno suspirou fundo, tentando controlar-se. Lílian era perigosa até mesmo quando falava.
A viu se afastar em direção à cozinha com os olhos ardendo em desejo. Não podia estar menos que maravilhado com a mudança que tinha acontecido desde que entrara na casa de Lisa. Tinha batido na porta, porem ninguém o recebera. Passado algum momento, resolveu entrar e procurar por sua mulher sem qualquer convite. Encontrou-a sentada, observando um retrato seu tristemente. Parecia uma pequena criança que tinha sofrido as conseqüências de uma travessura, já que seu corpo, sempre tão esbelto, demonstrava derrota. Vendo que ela se levantava, James tinha esperado que se viraria para ele a qualquer momento, porque poderia jurar que sua presença não tinha passado desapercebida. Mas os cursos dos acontecimentos tinham sido outros, e seu coração quase parou ao vê-la pular para longe dele, segurando seu ventre. Nunca vira tanta determinação quanto naquele momento, em que ele teve certeza de que ela faria tudo pelo filho.
A alegre voz de Lílian, que corria pelas paredes, o tirou de seus pensamentos.
- Philippe? Onde você está?
- Senhora Potter? – exclamou o cozinheiro com surpresa. Apareceu na porta e ao vê-la, agarrou uma de suas mãos, beijando-as vigorosamente. – Que grande alegria te ver, madame! – como não queria que o capitão escutasse o que diria, pôs-se a falar com a ruiva em francês, dizendo-lhe que sem ela, o capitão tinha passado por momentos a ponto de afundar em desespero. – Não comia e bebia mais que o normal – ato seguido suspirou com um sorriso cúmplice. – Ah, l'amour.
- Amor? – gritou James da parte de cima da escada.
- Estou indo – respondeu também gritando alegremente.
Passou pela porta correndo, não sem antes jogar um beijo para o cozinheiro. A tormenta caia sobre eles, mas Lílian nem sequer lembrava-se dela. Quando a teve em sua visão, estendeu uma mão para que ela chegasse mais rápido. Atrás dele, a imensa parede de vidro mostrava um céu negro. De vez em quando um raio iluminava o corredor, seguido por um estrondo. O vento era igualmente violento, e, por muito que temesse tempestades, Lily só pensava em estar nos braços de seu marido outra vez.
(Nc-17 viiiu, quem nao gosta, pula um poquinho)
Chegou ao seu lado quase sem ar. James a pegou pela mão e a conduziu até o quarto de ambos na mansão. Ele fechou a porta com a chave e, apoiando-se na porta de madeira, trouxe o corpo de Lily para junto do seu, abraçando-a fortemente e beijando-a com toda a paixão que tinha reservada. Seus dedos passaram levemente pelo quadril dela, pegando-a no colo e colocando-a em pé ao lado de sua cama. Um certo frenesi começou em ambos para tirarem todas as roupas. Não demoraram a ficar se encarando, ambos nus, um de frente para o outro. As mãos de Lily foram as primeiras a se mover, capturando a textura do peito masculino, acariciando-o lacivamente. James começou a acariciar-lhe os seios, beijando-a avidamente em seguida. Imediatamente caiu na cama, com ela por cima dele, ambos ainda se beijando. Dessa vez não houve excitantes prelúdios. James esperara demais para tê-la unida a ele em um momento lúcido e não queria que nada retardasse essa união. Lílian o recebeu acolhedoramente. Entraram com audácia em terreno conhecido, entre beijos e caricias quentes mas que suficientes para arrancar de ambos abundantes gemidos de prazer. Depois James passou a amá-la do modo mais físico o possível, fazendo com que a respiração ficasse falha com seu vigor ardoroso. A intima conexão fez com que o maroto revivesse tudo com maior consciência. Ao gemidos de Lílian em seu ouvido, suas unhas cravando e arranhando suas costas, seus músculos apertando-o dentro ela, exigindo mais movimento... Era idêntico ao seu sonho.
Ignorando a tormenta que atingia seu apogeu, descansaram em um abraço mútuo, beijando-se, tocando-se e sussurrando doces palavras. James perguntou à Lily o que era certo e verdadeiro em seu sonho, e a esposa confirmou que não fora imaginação sua, nenhum momento.
Aproximou-se mais do corpo do maroto, acariciando-lhe o peito.
- Você me odeia pelo que eu quase fiz?
- Odiar você? Santa Virgem Morgana, Lily! Você não se dá conta do tanto que te amo?
Apoiando-se em seu cotovelo, ela olhou-o profundamente.
- Não é o seu desejo falando mais alto, apenas?
Ele acariciou as costas desnudas dela.
- Se fosse assim, meu amor, eu poderia tê-lo saciado com qualquer mulher por aí, mas só queria você... Tens estado nos meus pensamentos desde o momento que te vi.
- O dia em que nos casamos?
- Não. O dia em que você chegou lá. Você estava tão frágil. Eu não consegui não me preocupar com você.
- Tanto tempo assim?
- Aham.
Lílian seguiu com o dedo as divisões dos músculos de abdômen dele.
- Você deve saber que desde aquele episódio do nosso quarto ano, eu nunca te esqueci, realmente.
Os olhos de James se arregalaram ligeiramente.
- No começo eu achava, mas depois as suas palavras me convenceram o contrário.
- Eu tive medo de dizer a você que eu estava grávida. Tinha medo que você achasse que eu estava te prendendo aqui. Medo de rejeitar nosso filho.
- Eu realmente acho que você me considera um canalha! – deu um sorriso desgostoso. – Nunca seria capaz de rejeitar um filho, Lily. Foi tudo o que sempre quis. Nunca faria isso com um filho meu... e seu.
- Não quero que penses assim. Não te considero um canalha. Como poderia? Estou aqui, te entregando de coração tudo o que a vida não conseguiu tirar de mim – uma fina lágrima escorreu pela sua bochecha. – Eu tive medo. Desculpe-me.
James enxugou carinhosamente a lágrima enquanto ela se deitava. Ele apoiou-se em um braço, abraçando-a de costas para ele. Acariciou calmamente um seio, observando como estavam maiores por causa da gravidez. A mão escorregou para a pequena barriga ali existente, testemunha de que teria um filho. Não precisava de provas. De repente, um movimento em baixo da palma de sua mão, fez ambos rirem. Então James abaixou-se na cama, deixando sua bochecha encostada no ventre da mulher.
- Ele está me chutando – disse a ruiva risonha, colocando a mão de James no exato lugar. – Está sentindo?
- Sim – disse sorrindo e levando os lábios para o lugar. Depositou ali um cálido e apaixonado beijo. – O primeiro beijo do papai.
Um beijo levou a outro beijo e não fez falta o tempo para que a língua de James estivesse percorrendo todo o corpo de sua mulher, até chegar em sua boca, e unir-se com ela em uma troca erótica que os embriagou de desejo. Dominado pelo desejo que as caricias ousadas da esposa provocavam nele, o maroto deitou de barriga para cima, colocando Lílian em cima dele. A jovem prendeu a respiração, tal era a força das sensações que nasceram nela quando James a encaixou sobre o seu membro endurecido e aproximou seu quadril dele, incitando-a a fazer uma longa e languida caricia sobre as partes dele. A boca de James foi diretamente ao seio da mulher, chupando-o violentamente, o que acendeu ainda mais a paixão da mulher, fazendo suas inibições serem abandonadas. Apoiando ambas as mãos na cabeça, Lílian começou a descer-las por todo o seu corpo, encarando James nos olhos durante todo o movimento. Reconhecendo o desejo transparecido na face do maroto, ela deu um sorriso sensual, e começou a movimentar-se lentamente e ondulando-se. O fogo que crescia em seu interior e acelerou seu pulso, fez que com seus movimentos ficassem mais concentrados e energéticos, alimentando o fervor de ambos. Acariciando os dois seios de uma vez só, James arqueou as costas, penetrando mais fundo ainda, até que todas as barreiras se romperam, e a paixão os desenfreou. Finalmente os gemidos de ambos transformaram-se em suaves suspiros de satisfação.
James estava seguro de Jamais ter sentido essa plenitude. Sabia que nunca trocaria sua esposa, sua companheira nem por toda a liberdade do mundo. Na sua inocência, Lílian tinha se mostrado deliciosamente criativa e James supôs que com o tempo, as coisas só melhorariam.
- Você gostaria de me acompanhar em outra viagem depois que o bebê nascer?
- Claro que sim! Seria maravilhoso. Desde que eu não enjoe novamente.
A mão de James acariciava a protuberância na barriga.
- Achei que você estivesse imune a isso, desde aquela ultima vez no navio.
Ela sorriu.
- Eu duvido que esse enjôo em particular foi provocado pelo balanço do mar, amor. Desde então suspeitava estar grávida. Ainda mais que meu ciclo tinha desregulado.
- Sempre veio regularmente?
- Sim, sempre. Fiquei muito assustada quando não veio.
- Deveria ter me contado desde o começo. Eu nunca a rejeitaria ruiva.
- Eu sei disso. Agora eu sei.
Ficaram em um silencio confortável por um bom tempo. Até James enrugar a testa passando as mãos pelo ventre da mulher.
- Estive pensando, quando ela estiver grande demais teremos que ter muita criatividade.
Lílian riu com gosto.
- Dada sua mente fértil, James, creio que isso não será um problema para nós.
- Não vou negar isso... – sorriu maroto. – Quero ter quinze filhos! - Lily agora gargalhava – Não ria! Posso criar quantos nascerem!
- Por favor, James... você ficará viajando a maior parte do tempo... – suspirou risonha ainda. – E eu realmente quero estar inteira para ver meus filhos crescerem, de preferência não em forma de uma mãe-bola.
James riu do comentário da mulher, para logo depois suspirar decidido. Encarou-a profundamente nos olhos, falando o que decidira recentemente:
- Apenas mais uma viagem e deixarei o Maroto com Sirius – confidenciou. – Descobri que gosto de estar onde você estiver.
N.A: E AAAAAAAAAÍ??? O que acharam? Uma caca? Uma meleca? Nada mal??? Bom, eu preciso saber e para isso REVIEWS!!! As quais vou responder agora:
KaoriH: espero não ter te desapontado. E mtoo obrigada por comentar novamente. A Germanie realmente é uma vaca loira e eu odeio ela. Pensei na pessoa mais isuportável do mundo pra ela. Tomara que dê certo. Adoro coisas más ahsuashsauhsahusahusahu. Bjoo
Thaty: Verdade ne?? Quem nasceu pra ser retardado, vai morrer sendo retardado, porque aí está uma coisa que não cura nunca! Bom, pelo menos eu nunca vi ahsusauhsahusahusahusahusaahu. Bjooo Thaty.
Nicky Evans: Se tem uma coisa que eu acho mto legal em você são as suas reviews espontâneas. Parece que eu vi você falando daquele jeito da Germanie ao vivo. hasuhsasuahsuahusahusahushusa; Obrigada pelo apoio ;) Espero não ter decepcionado. Bjoo.
Vanessa S: Gostou? Tentei fazer uma coisa bem simples, pq estou cansada dos clichês sabe. James sempre fazendo uma coisa espalhafatosa, a Lily sempre em duvida. Nesse capitulo eu tentei trazer a coisa mais para a nossa realidade. Espero que tenha gostado. Bjooo
Shakinha: sauhsahuhsahsahusahuhusahu. Todo mundo esta chamando ela de vaca, e eu apoio \o/. Obrigada pelo comentário, sim?? Bjo enormee.
Marismylle: Fui rápida??? HAUSHSAUSAHUSAHUSAHUSAHU. Me desculpe pela demora, é que eu realmente to atolada de coisa até o pescoço, mas estou tentando fazer tudo certinho. Obrigada por comentar. Bjoo
Sango7higurashi:tudinho?? sem nenhuma crítica?? Nossa que honra! Mto obrigada pelos elogios e aí está a continuação. Bjooo
Bah: LEITORA NOVA BEM VINDA \O/. Decepcionei?? Se sim, pode falar. Mas espero de coração q vc tenha gostado. Beijoss.
Debora Souza: Então... eu não quis deixar bem claro o momento que a Lily descobriu, para causar uma certa dúvida nos leitores, mas no decorrer da história, existe algumas frases cruciais que dariam a entender o desenvolver do drama. Tudo em nome do suspende :D E quanto ao final da Fic, eu decidi dar uma prolongada. Ela vai durar até um pouco depois do nascimento do Harry. Não quis fazer até o fim realmente, seria triste e pra mim James e Lily teriam que estar vivos. Mtooo obrigada por comentar viuu :D Bjoo
Veronica D. M.: Lily bobona!!! Acho que já disse isso em algum momento, mas não me lembro mto bem. Se fosse eu, não resistiria o primeiro dia a James Potter. Como ela consegue?? hasusahusahusauhshaushua. Mistérios da Lily. Obrigada pela review. Bjooo
É isso aí, espero que tenham gostado. E até a próxima.
Beijooos
De Weasley
