Meninas, aqui estou eu...
Espero que estejam gostando e acompanhando hein?
Bejooos,
Boa Leitura!
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Capitulo 13
• Entregues •
As férias de verão passaram voando, já estavam quase no fim, Rin andava muito irritada na ultima semana, após mais um encontro impulsivo entre ela e sesshoumaru onde os dois extrapolaram os níveis de apenas amizade, eles brigaram, e desde então, há duas semanas, não se falam ou sequer se olham. Faltava apenas um fim de semana de folga ate que as aulas retornassem, as meninas estariam agora no ultimo ano do colegial, junto com kagome, sango miroku e Inuyasha, já sesshoumaru iniciaria a Universidade de Direito.
Ate então as coisas corriam de maneira comum, era sábado, o sol estava forte e o calor incomodava, Rin resolveu então caminhar um pouco, estava sozinha em casa novamente, agora era algo habitual, sua mãe fora promovida no trabalho e se, antes quase não estava em casa, agora então, Rin quase não a via, ela viajara a trabalho no dia anterior e retornaria apenas no dia seguinte. O metereologista informava 38°C e não havia nenhum indicio de mudança nos próximos dias, rin caminhou calmamente pela grama molhada do parque, estava com os pés descalços, carregava suas sandálias nas mãos, usava um short jeans curto e uma regata branca, os cabelos presos em um rabo alto, estava pensativa, distraída, e não percebeu que alguém vinha em sua direção, ate que trombou neste alguém, caindo no chão.
Caiu com a bunda direto na grama,
_ Itai! – reclamou,
_ sumimasem! – quando a voz grave e aveluda lhe adentrou os ouvidos, rin congelou, ergueu o rosto lentamente para enfim, confirmar suas suspeitas, sustentou por um minuto o olhar que aqueles belos orbes âmbar lhe lançavam, para logo em seguida desvia-los,
_ eu estava distraída – ela justificou de má vontade ainda sem voltar a encará-lo, então percebeu que ele havia estendido a mão para ajudá-la a levantar, a menina ainda hesitou por alguns segundos antes de aceitar a mão dele e se erguer o que fez com que os corpos se mantivessem muito próximos, rin se afastou, caminhou sentando-se a sombra de uma grande cerejeira, sesshoumaru sentou ao seu lado,
_ ainda esta com raiva? – ele perguntou,
_ hai, - ela respondeu sem olhá-lo,
_ rin... – ele chamou o nome dela na tentativa de que ela o olhasse, mas não funcionou, então ele começou a dizer, - sabe, eu não sei o que fazer com você rin, você me deixa tonto sabia? – ele tinha a voz serena e calma, o veludo soava sedutor – a sensação é de estupor, não sei definir bem... mas acho que...
_ Chega! – rin o cortou com um tom de voz um pouco elevado, não era um grito apenas uma fala com algumas oitavas alteradas e embargadas, - não quero ouvir o que tem a me dizer esta bem? – ele parecia confuso, e rin continuou, - eu sei bem o que você vai me dizer, nos dois sabemos... isso é errado não é? A melhor coisa é mantermos nossa amizade, ou, acho eu agora, que talvez você vá dizer ate mesmo que nem a amizade é certo mais, tudo agora, qualquer mínima aproximação é perigosa não estou certa? – mas ela não deu tempo para que ele respondesse – e que tudo foi uma reação impulsiva de puro desejo carnal e nada alem não é mesmo? Que devemos esquecer e seguir em frente, não foi nada, apenas mais um erro, e já estamos passando dos limites não é? – ela deu uma gargalhada cínica, - poupe-me seshoumaru, eu já conheço suas palavras e não preciso de dicionário para compreender o significado delas, é apenas divertido! É apenas uma espécie de prazer momentâneo que você desfruta em um instante de carência, é ridículo! – sesshoumaru estava estático, então era assim que Rin o via? Como um completo cafajeste?
_ rin... – a voz saiu baixa e soava estranha – é essa a imagem que tem de mim? Um monstro?
_ acredite sesshoumaru, eu não te vejo como um monstro é apenas mais um homem! – ela disse a ultima palavra com certa ênfase para dar um significado a mais, - mas eu sinto muito, não serei seu brinquedo, pode começar a procurar outra! – aquilo doeu em Rin, ela se sentia dilacerar por dentro...
_ você nunca foi meu brinquedo rin, - sua voz agora era de um tom nervoso, - nunca! Você não percebe o que causa em mim rin? Não percebe o quanto isso é perigoso? O quanto essa sensação é ameaçadora para mim?
_ não, eu não percebo, me desculpe! – mas ela não parecia estar exatamente se desculpando, e levantou-se, - Vou embora! – mas antes que pudesse dar um passo sequer, sentiu a forte mão de sesshoumaru envolver seu pulso como uma algema e puxa-la, fazendo assim com que se desequilibrasse e caísse no colo dele, ele a fita profundamente, ela tenta se levantar mas ele não permite que ela se mova, o dourado aprisiona o chocolate, ele ergue uma das mãos e toca delicadamente a face de rin, ela fecha os olhos sentindo o toque quente dele em si, ela então abre mesmo contra vontade os olhos e o encara por um segundo antes de murmurar,
_ "o que esta fazendo comigo?" – ele sem desviar um minuto sequer seus olhos dos dela,
_ " as vezes eu acho que poderia ficar mergulhado nos teus olhos para sempre Rin... não sei como você consegue manter este efeito em mim... " – ele murmura também,
Sob o efeito dos olhos e da melodiosa voz sussurrada o coração de rin se aquece, mas ela se concentra em manter-se distante...
_ efeito? – e ela já não mais sussurrava, - qual? – então sua voz era cheia de magoa – o de você me beijar no momento que bem entender e logo depois correr para Kagura?
_ rin... – ele a censurou, há meses havia terminado com a garota, mas esta sempre o estava perseguindo e o abraçando ou tentando beija-lo, o que o deixava extremamente irritado, principalmente por que rin ficava chateada com ele, e eles acabavam brigando... Então finalmente liberta seus olhos dos profundos chocolates de rin, abaixando-os em direção ao chão,
Rin fica confusa com a atitude dele, sesshoumaru nunca abaixa a cabeça para ninguém, no entanto o fazia com ela naquele momento, então sem pensar ergue o rosto deste pelo queixo com seu indicador, e percebe a surpresa nos olhos dele,
_ o que você tem com a kagura, Sesshy? – ele sorri disfarçadamente, apenas um erguer nos canto de seus lábios ao ouvi-la chama-lo de tal modo, ela estava cedendo, então talvez ele pudesse ceder também...
_ eu não tenho nada com a Kagura Rin, ela não me interessa, é só um meio de fugir...
A confusão é visível nos olhos da pequena menina que ainda se encontrava no colo do belo rapaz sentado á sombra de graciosa cerejeira,
_ fugir? Fugir de que?
Ele não hesita, e sussurra para ela,
_ "fugir de você Rin, do que você causa em mim, de tudo isso que fica explodindo aqui dentro, essa estupidez que fica me consumindo, de toda essa coisa que eu não sei explicar, fugindo Rin, dos teus olhos profundos me alucinando, fugindo do teu cheiro me enlouquecendo, fugindo dos teus lábios tão doces, fugindo de você por inteira, apesar de minha maior vontade, fosse estar o mais perto possível..."
Ela sorri delicadamente,
_ e porque não cede ao seu desejo? – então pela primeira vez, ela toma a iniciativa e o beija, calorosamente, envolve seus braços ao redor do pescoço dele enquanto sente-o prender mais forte sua cintura, ela entreabre os lábios permitindo que a língua dele explore cada cantinho de sua boca, suas línguas fazendo uma dança sensual, envolvente, ela morde levemente o lábio inferir dele arrancando assim um gemido de satisfação do mesmo, e isso a deixa inebriada, as bocas se separam apenas em busca de ar antes de se unirem novamente, e quando ele abandona novamente os lábios dela, apenas os escorrega pelo pescoço da menina, subindo e descendo, do queixo ao lóbulo de sua orelha onde ele mordisca, e ela geme em prazer, ele sorri entre o beijo ao ouvir o som dela, ele desce ainda mais pelo pescoço de rin, em seus ombros, então deita sua cabeça no espaço em sua clavícula, apreciando o cheiro único de flores de rin... ela sorri e o afasta, então levanta-se, convidando-o a acompanha-la, e ele a segue silenciosamente,
Rin para em frente sua própria casa, não havia ninguém, já que sua mãe havia viajado, ela o guia pela mão ate o interior trancando a porta em seguida,
_ rin – ele apenas murmura entendendo a intenção da garota, - rin, eu não quero forçá-la a nada, sabe que não tem de fazer rin, sabe que...
_ shhh – ela coloca o indicador sutilmente em seus lábios,
_ o que quer fazer rin? – ele pronuncia ainda com o dedo dela sobre seus lábios,
_ eu estou apenas deixando que esteja o mais próximo possível... – ela o abraça pela cintura colando seu corpo ao dele, - eu quero você sesshy, eu estou pronta para isso – ela sussurra.
_ rin – então ele a beija, demorada e calorosamente, com amor, com paixão, com desejo, com luxuria! Sem nem mesmo perceber rin caminhava para trás, ate que suas costas tocam a parede, o corpo de sesshoumaru moldado ao seu, os beijos desciam por toda extensão alcançável de seu corpo naquele momento, seu rosto, orelha, pescoço, ombros, então ele coloca suas mãos dentro da regata de rin, alisando sua barriga por baixo da roupa, em contato intimo com a pele quente da garota que estremece, suas pernas cediam, e ela tem certeza de que, se Sesshoumaru não a estivesse segurando ela teria caído naquele momento, com as mãos tremulas desvia-as do pescoço de sesshoumaru ate seu peito desabotoando os três primeiros botões da roupa dele, e é surpreendida quando ele a ergue do chão,
_ passe suas pernas na minha cintura Rin – ele sussurra sobre os lábios dela, e a garota imediatamente o obedece, ele começa a caminhar em direção a escada, ainda a beijando, quando uma de suas mãos sobe da cintura da menina alisando suas costas ate alcançar a nuca, e ele solta o cabelo da menina que cai como em uma cascata chocolate em suas costas, e ela sorri com o gesto de carinho dele, a boca de sesshoumaru não dá descanso a menina que arqueia o corpo em reação ao efeito que a língua do rapaz causa em si ao deslizar por seu pescoço,
Se a porta estava aberta ou não, Rin não sabe dizer, apenas percebe que estão em seu quarto quando sente suas costas tocarem a cama macia e o corpo de sesshoumaru ficar sobre o seu, em um movimento habilidoso e sensual ele retira a blusa da menina ao mesmo tempo em que abre o botão e zíper do short de Rin, que luta com o restante dos botões da camisa dele, deixando-a então escorregar pelos ombros largos e másculos de Sesshoumaru, a inexperiência de rin torna-a ainda mais atrativa a sesshoumaru que se delicia com os toques delicados porem cautelosos da ainda-menina, sesshoumaru tira os próprios sapatos enquanto suas mãos passeiam pelos seios fartos de rin ainda cobertos e seus lábios exploram a boca dela, em um ímpeto de ousadia rin inverte as posições ficando por cima de sesshoumaru, afasta parte de seu corpo do dele, ficando sentada, o sorriso malicioso presentes em seus lábios vermelhos pela pressão dos de sesshoumaru neles, então ela se levanta completamente, deixando-o com um olhar confuso, que se esclarece, quando rin, em pé sobre ele começa sensualmente a retirar seu short já aberto, descendo-o lentamente, passando por suas grossas coxas ate alcançar os pés, quando rin se abaixa e o pega jogando-o no chão e ao se levantar joga os cabelos para trás, com os olhos enevoados pelo desejo ele a puxa de encontro a si novamente, assumindo o controle, ficando por cima, então finalmente ele liberta os fartos seios da menina levando-os de encontro aos seus lábios, rin geme o nome dele, que o deixa muito satisfeito, arqueia as costas e delira com os movimentos da língua de sesshoumaru em seu corpo, e sem demoras ela retira a calça dele, e juntos retiram todo o restante de roupa, com juras de amor, entre gemidos de prazer e delírios eles se unem se tornam um, uma alma, um coração, um corpo. Moldados perfeitamente um ao outro, em uma dança sincronizada e perfeita,
_ sesshy... – e então Rin alcança o ápice do prazer, atingindo o clímax em um gemido forte e prolongado, e sesshoumaru a acompanha, alcançando o seu prazer máximo também, as respirações ofegantes se chocam, enquanto seus corpos se encontram, permanecem ainda assim por algum tempo, ate sesshoumaru rolar retirando-se de rin e se deitando ao seu lado, aconchegando-a em seu calor, ao seu corpo, e agora ela era mulher, e havia se tornado nos braços dele, e isso o satisfazia por inteiro, Rin já estava sonolenta, mas ainda murmura antes de cair no sono,
_ Eu te amo, sesshy! – ele sorri ao escutar a doce voz de rin arrastada pelo cansaço sussurrar-lhe uma jura solene de amor, - vou te amar para sempre...
_ eu também te amo Rin, - e ela pode escutar, antes de ser levada pela inconsciência do sono, e adormeceu profundamente,
Sesshoumaru a envolvia pensativo, aconchegou-a confortavelmente na cama, abraçada em um travesseiro e levantou-se, vestiu suas roupas, acariciou a face da menina,
_ me desculpe Rin, - e ele suspira, encaminha-se ate a porta do quarto e olha mais uma vez para onde a agora mulher dormia enrolada em finos lençóis, tranqüila, como um anjo, - eu te amo Rin, e espero que possa me perdoar um dia... Você será minha para sempre... – e sem olhar para trás ele fecha a porta e desce as escadas, e sai fechando a porta ao passar e ele sabia, que nada mais seria igual a partir de então, e que ele teria de enfrentar as conseqüências de sua decisão... E ela seria provavelmente, o ódio de Rin por si.
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Obrigada por acompanharem meninas,
Deixem uma autora feliz e cliquem neste botaozinho feliz ai embaixo e me deixe uma review!!!
Beejos,
Jhennie Lee
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